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Promover em quatro cidades do Estado do Amazonas a capacitação de 640 mulheres entre elas; negras, oriundas de povos indígenas, LGBTQIAPN+ e com deficiência, na faixa etária entre 15 a 29 anos em artes visuais (grafite e pintura). Usando a arte como forma de combate a violência contra a mulher, promover a formação profissional em atividades culturais e artísticas, comunicar os direitos sociais e a expressar sentimentos e o imaginário feminino, buscando, assim, o fortalecimento da representatividade feminina no segmento das artes visuais e o despertar de novas artistas. As oficinas serão o produto principal desta proposta, que terá como produto secundário a produção artística de 4 murais artísticos de grafite e pintura em locais públicos no encerramentode cada ciclo de oficina, nas respectivas cidades.
Classificação indicativa: Seu público alvo será livre, não havendo impedimentos para que haja o acesso por pessoas de qualquer idade, religião ou classe social. Conforme o Guia Prático da Secretaria Nacional de Justiça:Classificação: LivreCaracterísticas: Não expõe crianças a conteúdos potencialmente prejudiciaisHorário de exibição: Exibição em qualquer horário.
Promover a capacitação em atividades culturais e artísticas (grafite e pintura) de 640 mulheres entre elas; negras, oriundas de povos indígenas, LGBTQIAPN+ e com deficiência, na faixa etária entre 15 a 29, moradoras de 4 cidades do Amazonas que apresentam menores investimentos históricos com incentivos fiscais oferecidos pelo mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), bem como fomentar e democratizar recursos incentivados da Lei n.º 8.313, de 1991. Além de:Gerar emprego e renda;Promover a inclusão produtiva das participantes, possibilitando a formação profissional em atividades culturais e artísticas;Incentivar a produção de artes visuais nas cidade do Amazonas;Valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão;Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural.Objetivos Específicos:Realizar oficinas de artes visuais (grafite e pintura) que serão conduzidas por agentes culturais negros, LGBTQIAPN+ e indígenas, sendo 8 oficina de grafite e 04 oficina de pintura nas cidade de: Novo Airão, Manaus, Iranduba e Autazes/AM;Produto: Ações de empreendedorismo e educacionais, capacitações e treinamentos na área de Artes VisuaisProduzir murais artísticos de grafite e pintura em locais públicos a cada cencerramento de oficinas, momento em que as participantes poderão praticar os cohecimentos e receberem a certificação, sendo uma ação de democratização cultural nas cidades.
O grafite é uma das artes mais democráticas que existe. Ela é feita na rua e para a rua, porém historicamente foi protagonizada e escrita por homens, sendo ainda muito masculinizada. Quando executado por mulheres, geralmente, o preconceito vem acompanhado por pensamento e postura machistas.Produzir arte urbana não é tarefa fácil para mulheres, geralmente devidos às situações de importunação, assédio e outros tipos de violências, desta forma, a proposta busca proporcionar a formação profissional em atividades culturais e artísticas através de oficinas gratuitas de grafite e pintura, impulsionando o cenário das artes visuais no Estado do Amazonas.A pintura (grafismo indígena) é uma forma de expressão artística ancestral, utilizada por diversos povos indígenas no Brasil e em outras partes do mundo. É uma forma de comunicar ideias, histórias, crenças e valores através de padrões geométricos e símbolos, aplicados em corpos, cerâmicas, tecidos, cestarias e outros objetos. Sendo crucial para a cultura e identidade dos povos originários da Amazônia, indo além da estética. A pintura serve como um sistema de comunicação visual, transmitindo significados sociais, religiosos, históricos e espirituais.A acesso à arte ainda é um desafio em diversas regiões do Brasil, especialmente em cidade do norte do País, onde a oferta de formação cultural é limitada ou inexistente. No estado do Amazonas, muitos municipios carecem de politicas públicas contínuas voltadas para a fomação cultural da população, em especial voltada para mulheres. A arte e a cultura são ferramenta potente de expressão, reflexão e transformação social. Por meio do grafite e da pintura, é possível abordar temas contemporâneo, estimular o pensamento crítico, o empoderamento feminino, fortalecer vínculos comunitários e despertar o surgimentos de artistas.Diversos são os motivos que fazem com que a realização desse projeto seja relevante. Entre eles destacamos o fato de que mulheres sofrem discriminação e violência desde tempos imemoriais, embora antiga essa mentalidade ainda perdura e acarreta há milênios consequências drásticas, que vão de situações de desigualdade de gênero a altos índices de feminicídio, sendo o Amazonas o 4° lugar no ranking de Estados que mais registram casos de violência femininaDessa forma a proposta "Mulher Poder, formação e expressão feminina" será uma plataforma de diálogo, educação e inclusão social, permitindo que grupos menos favorecidos expressem suas opiniões a respeito da desigualdade de gênero. Desta forma as oficinas, buscam proporcionar às mulheres uma formação artística cultural, haja vista as comunidades aonde serão executada a proposta estão longe dos grandes centros culturais e muitas das vezes as mesmas não têm acesso a bens culturais e/ou formação, assim, a proposta irá beneficia-lás na sua formação intelectual e social, promovendo o conhecimento sobre o campo das artes visuais, através do pensar, do conviver e do compartilhar durante as oficinas.A proposta busca combater as várias formas de preconceitos e discriminações de gênero no meio do segmento cultural, estimulando, o potencial criativo, o imaginário feminino e sentimentos através das produções artísticas.Por fim, o impacto econômico da proposta será a geração de 640 novos empregos na aréa cultural no Estado do Amazonas e com um retorno social nos territórios relacionados ao aprendizado, à socialização, à promoção da cultura, a expressão de percepções, à conscientização sobre direitos sociais e a construção de identidade coletiva, criando uma sociedade mais inclusiva, a partir da promoção da diversidade.Como artista ou até mesmo na área da produção cultural, Vicktor Shellton Martins nunca conseguiria realizar um projeto como este apenas com recursos próprios, de forma a auxiliar sua carreira artística e a cultura nacional, por decorrência. Seu objetivo é ter a oportunidade de apresentar seu trabalho ao público, incluindo 4 cidades do Estado do Amazonas.Considera-se que cada oficina disponibilize irá 160 assentos, portanto, haverá 640 assentos (público atingido) durante a execução da proposta.A proposta, ainda se enquanda nos objetivos expressados no Art. 1º da Lei 8313/91, uma vez que irá:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais;VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Para isso, o projeto se enqudra nos seguintes incisos do Art. 3º da mesma Lei:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamentode pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
Ações de Mobilização e Parcerias locaisSerão estabelecidas parcerias com escola públicas (municipais e estaduais), coletivos culturais e secretarias de cultura locais para divulgação, mobilização de público e apoio logistico. Essas articulações são fundamentais para garantir o envolvimento da comunidade e a sustentabilidade das ações após o encerramento da proposta.A proposta também prevê registro fotográfico e viográfico das atividades, com autorização prévia dos participantes, para fins de divulgação e prestação de contas.
Apesar da intenção de prestar informações objetivas do projeto, a direção/proponência do projeto fica à disposição deste Ministério para demonstrar particularidades, incluindo e/ou retificando as informações que se fizerem necessárias.A remuneração da equipe e proponente não ultrapassará o teto previsto em Lei.A princípio, toda a obra será do Instituto Social Agir (proponente do projeto). Caso seja necessária a utilização de direitos de terceiros, a autorização será obtida em momento pertinente, sendo comprovada ao Ministério da Cultura através de instrumento jurídico próprio.A proposta apresenta conformidade ao § 2 do Art. 4º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MinC nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025.As oficinas serão de forma gratuita, executadas através de atividades em grupo baseadas em metodologia didático pedagógica (Plano pedagógico) com apresentação de conteúdo teóricos e práticos, com carga horária total de 40 horas de formação artístico cultural em grafite e pintura, dividida em encontros semanais, conduzidas por arte educadores, com a utilização de recursos pedagógicos e acessibilidade, sendo realizadas nas dependencias de escolas públicas em cidades do Estado do Amazonas.PROJETO PEDAGOGICOObjetivos gerais: capacitar 640 mulheres em grafite e pintura (Artes visuais).Assentos: 160 assentos divididos em turma (matutino e vespertino)Duração: Cada oficina terá duração de 40 horas, divididas em encontros semanais com 4 horas de atividades teóricas e práticas, além de 4 hora de atividades complementares (online), nas dependências de escolas públicas nas cidades de Novo Airão, Manaus, Iranduba e Autazes/AM.Público: 640 mulheres entre elas; negras, oriundas de povos indígenas, LGBTQIAPN+ e com deficiência, na faixa etária entre 15 a 29, moradoras de 4 cidades do Amazonas.CONTÉUDO PROGRAMÁTICO:Fundamentos do Graffiti e técnicas de desenho, Luz e sombra, Perspectiva, Graffiti e Personagens, Estilos de graffiti;Tag /trown – up; Wild Style, Graffiti 3D, Cores e Materiais (tintas) – círculo cromático, Piece / masterpiece, construções de letras e peças adicionais, entendo o Spray, válvula, pressão, velocidade, distancia, caps apropriados e traços;Diferenças entre Muralismo, Street Art e Graffiti. Uso urbano da lata de tinta spray;Empoderamento feminino, direitos sociais, formas de violência feminina; Graffiti, produção de murais e pintura artística;Fundamentos da pintura e grafismo indígena;Pintura artística e produção coletiva.REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:Hip Hop no Brasil, História do Graffiti e cultura de rua. ANDRADE, Elaine Nunes de (org.). Rap e educação, rap é educação. São Paulo, Summus, 1999.TONI, C. (org.) Hip Hop a lápis: o livro. Editora Anita Garibaldi, São Paulo, 2006.Teorias da cor. FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blücher, 1990. GUIMARÃES, Luciano. A cor como Informação. São Paulo: Annablume, 2000.William da Silva-e-Silva GRAFFITI E STREET ART VERDADE LÚCIDA E DOGMA CONVENIENTE. Miguel Alexandre Pires de Noronha.BOIS, Yve-Alain. A pintura como modelo. São Paulo. Martins Fontes, 2009 FERREIRA, Glória e COTRIM, Cecília [Orgs.].Escritos de artistas anos 60/70. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006 GOMBRICH, E H.Arte e Ilusão. São Paulo: Martins Fontes, 2007. LICHTENSTEIN, Jacqueline [org]A PINTURA, v. 1,5,6, 8,9,10,11. São Paulo: Editoria 34, 2004-2007.READ, Herbert. História da Pintura Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1980.WOLLEIM, Richard. A pintura como arte. São Paulo: Cosac e Naify, 2002.PEDROSA, Israel. O universo da cor. Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, 2003.READ, Herbert. História da Pintura Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1980ROIG, Gabriel Martins. Fundamentos do desenho artístico. São Paulo: Martins Fontes, 2009.ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora: nova versão. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004-2008.OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 2010.
O projeto contará com as seguintes ações de acessibilidade:Produto Cultural: Oficinas de Arte VisuaisI - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; eAcessibilidade física: O projeto conterá serviço especializado de instrução e acompanhamento, bem como local facilitado pessoas com deficiência física.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Instrutor.Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá serviço especializado de acompanhante para servir de guia a pessoas com deficiência visual e surdo-cegos.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Instrutor.II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto.Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá atendimento especializado em LIBRAS e por meio de articulador orofacial.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Instrutor.Produto Cultural: Contrapartidas SociaisAcessibilidade física: O projeto conterá serviço especializado de instrução e acompanhamento, bem como local facilitado para idosos e pessoas com deficiência física.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Assistente de Produção.Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá serviço especializado de acompanhante para servir de guia a pessoas com deficiência visual e surdo-cegos.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Assistente de Produção.Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá atendimento especializado em LIBRAS e por meio de articulador orofacial.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Assistente de Produção.
O plano de distribuição da proposta está em acordo com Art. 47 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MinC nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. Todas as oficinas e palestras serão de forma gratuita.Visto que o projeto será realizado de forma gratuita, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação do acesso do Art. 47 da IN 23/2025III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
INSTITUTO SOCIAL AGIRO Instituto Social Agir é uma organização privada, sem fins lucrativos, criada em 2023. Seu objetivo é executar projetos de promoção da cidadania, atividades artísticas e defesa de direitos sociais, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social de famílias em situação de vulnerabilidade na cidade de Manaus AM. Sua principal ferramenta de transformação é o acesso à educação, à arte e à cultura. O Instituto já desenvolveu o trabalho de acessória cultural nos seguintes projetos desde sua criação: - Projeto Oficina de Graffiti Cor de Rosa, (Programa Manaus Faz Cultura – CONCULTURA, 2023) - Oficinas de Graffiti NegroArte (EDITAL Nº 04/2023 LEI PAULO GUSTAVO CHAMAMENTO PÚBLICO PARA O POVO NEGRO, POVOS TRADICIONAIS DE TERREIRO E/OU COMUNIDADES QUILOMBOLAS.) - Oficina de grafite Arte De Rua (EDITAL MACRO DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 002/2024, CONCULTURA/PNAB) - Exposição de Grafite, Arte No Gueto (EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 004/2024, CONCULTURA/PNAB) - Projeto Cores na Amazônia – PRONAC 211374 (Lei Rouanet 2023) O preponente (Instituto) será o responsável pelo planejamento, execução, gestão e coordenação financeira da proposta.AVELINO MARINHO BORGES - Pessoa Negra, produtor executivo e arte educadorGrafiteiro participante dos seguintes eventos:Exposição UrbeManaus, realizada no Centro Cultural Usina Chaminé, 2020/AM, 3° Encontro Nacional de Graffiti, realizado pela União Nacional Crew, 2015/Manaus-AM, Noite dos Quatros Elementos, evento relacionado à cultura Hip-Hop, 2016 Manaus/AM, Exposição de Grafitti: TALIGADO, artes nas terras da cachoeira, contemplado no edital público nº 07/2020 Programa Cultura Criativa / Lei Aldir Blanc Prêmio Encontro das Artes, 2020.Produtor cultural nos seguintes projeto: Audiovisual graffiti Baré/2017, Proarte 2013, disponibilizado no endereço: https://youtu.be/piuidG34ZY8, Mostra de Grafite VÔMERMU, contemplada no edital público nº 07/2021 – Concurso para concessão do Prêmio Amazonas Criativo, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, Projeto Cores na Amazônia - PRONAC 211374, Oficina de Graffiti Negroarte, contemplado no EDITAL Nº 04/2023 LEI PAULO GUSTAVO CHAMAMENTO PÚBLICO PARA O POVO NEGRO, POVOS TRADICIONAIS DE TERREIRO E/OU COMUNIDADES QUILOMBOLAS.Arte educador no seguinte projetos: Oficina de Grafite Curumim e Cunhantã, colorindo o futuro, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2022 – Programa Manaus Faz Cultura, Projeto Oficina de Grafite e Desenho: Curumim e cunhantã pintando sete com arte, contemplado no edital público nº 07/2020 Programa Cultura Criativa / Lei Aldir Blanc Prêmio Encontro das Artes, 2020, Oficina de Desenho Nossas Ideias, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2023 – Programa Manaus Faz Cultura - CONCLUTURA, Oficina de Graffiti Cor de Rosa, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2023 – Programa Manaus Faz Cultura - CONCLUTURA, Oficina de grafite Arte De Rua, contemplado no edital Macro de chamamento público nº 002/2024 projetos culturais/ PNAB.CAROLINNE DE OLIVEIRA CARVALHO - Mulher e arte educadoraOLI, e artista grafiteira formada em Design Gráfico, envolvida no universo criativo há mais de 20 anos, participante do Projeto Social chamado ARTE COM LATA, no Centro Integrado de Apoio a Criança e ao Adolescente – CIACA, Manaus 2005, com particpação em vários eventos de graffite na cidade de Manaus.MARIA APARECIDA DA CRUZ TRINDADE - Mulher indígena e arte educadoraCida Aripória, é cantora, compositora e rapper amazonense originária do povo Kokama. Ela iniciou sua carreira na cultura hip-hop, mais precisamente no rap, no final do ano de 2002, no bairro do mutirão, por isso deu o título “Originária” ao seu primeiro EP, enquanto comemora, ao mesmo tempo, 20 anos de carreira. Cida é uma das primeiras mulheres a cantar rap no estado do Amazonas. Já passou por diversos grupos construindo sua caminhada do rap feminino na cidade de Manaus. Ela também é a primeira mulher indígena do Amazonas a lançar um EP de rap misturando o ancestral, dos povos originários ao urbano periférico. Com uma carreira consolidada no cenário cultural local, nacional e até internacional, feita através das parcerias musicais, ela tem produzido e exaltado o nome do Amazonas em lugares nunca antes ocupados pelo rap amazonense. Condenadora e produção cultural no Coletivo de Mulheres no Hip-Hop Ocupaminart Coletivo de mulheres que trabalham com a cultura numa perspectiva feminista, cultural, social e educacional, pautando empoderamento, equidade e protagonismo das mulheres, da juventude e da população periferica. Arte educadora nos seguintes projetos: Shock cultural, Presidente figueiredo/AM, 2015 e "A Força do Hip Hop Feminino do Norte”, Parintins/AM, 2018.ESTER FERREIRA BARBOSA - Mulher e Coordenadora pedagogicaPedagoga formada pela Universidade Federal do Amazonas. Coordenadora pedagogica no seguintes projetos: Oficina de Grafite e Desenho: Curumim e cunhantã pintando sete com arte, contemplado no edital público nº 07/2020 Programa Cultura Criativa / Lei Aldir Blanc Prêmio Encontro das Artes, 2020, Projeto Cores na Amazônia – PRONAC 211374, Lei Rouanet/2021, Oficina de Grafite Curumim e Cunhantã, colorindo o futuro, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2022 – Programa Manaus Faz Cultura, Oficina de Desenho Nossas Ideias, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2023 – Programa Manaus Faz Cultura - CONCULTURA, Oficina de Graffiti Cor de Rosa, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2023 – Programa Manaus Faz Cultura - CONCULTURA, Oficina de Graffiti Negroarte, contemplado no EDITAL Nº 04/2023 LEI PAULO GUSTAVO CHAMAMENTO PÚBLICO PARA O POVO NEGRO, POVOS TRADICIONAIS DE TERREIRO E/OU COMUNIDADES QUILOMBOLAS.SHIRLEY ARAÚJO THOMAS - Mulher Indígena e arte educadora (pintura/Grafismo) Shirley, descobriu nas artes visuais não apenas um meio de expressão, mas uma plataforma para reivindicar sua herança e destacar as questões cruciais enfrentadas pelos povos indígenas. Sua jornada artística é intrinsecamente ligada à sua identidade, e suas obras refletem a riqueza cultural e a resistência de seu povo Baré. A arte visual transcende a estética; é um veículo para transmitir uma mensagem forte e impactante. suas criações são um testemunho da beleza da ancestralidade, mas também servem como um grito contra as injustiças sociais e as lutas enfrentadas pelos povos indígenas em todo o mundo, com participação em eventos de Graffiti em Manaus: 4°, 5° e 8° Encontro Arte No Beco, Manaus 2017, 2018, 2022.THIAGO HENRIQUE ROCHA DE CASTRO - Pessoa PCD e instrutor de LIBRASProfessor surdo, experiente em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Graduado em Pedagogia pela Faculdade Martha Falcão e com pós-graduação em LIBRAS, Thiago é reconhecido por sua proficiência em LIBRAS, com certificação de nível médio e superior. Sua jornada como docente abrange diversas instituições, incluindo a SEDUC e o CETAM, onde ministrou cursos de LIBRAS Básico e Intermediário, além de ser coordenador pedagógico e intérprete em LIBRAS em escola privada.FABIANA FERREIRA - mulher e interprete de LIBRASEducadora com experiência em pedagogia, psicomotricidade e psicopedagogia. Possui mestrado em Psicomotricidade pela Universidade Federal do Amazonas, onde focou em abordagens educativas, reeducativas e terapêuticas. Como empreendedora educacional, é a fundadora do Núcleo do Reforço, uma empresa que oferece uma ampla gama de serviços, desde acompanhamento escolar até cursos de alfabetização e preparatórios, também é preponente do projeto "Libras Mãos que Falam" em 2020, promovendo acessibilidade e inclusão. Interprete de LIBRAS nos projetos:Projeto Cores na Amazônia - PRONAC 211374 e Oficina de grafite Arte De Rua, contemplado no edital Macro de chamamento público nº 002/2024 projetos culturais/ PNAB.VICKTOR SHELLTON MARTINS - Pessoa negra e arte educador (grafite) Grafiteiro participantes nos seguintes eventos: 1° Encontro de Hip Hop Manaus, 2007, 1°AMOSTRA DE HIP HOP Manaus Moderna, 2010, 1°, 2° e 4° Encontro Art de Rua Zona Leste, 2012/2013/2014, Umeia cinco Graffiti Black & White/2013, Exposição Coletiva Graffiti Art Design/Livraria Saraiva 2013, ARTE TRANSFORMA-Redenção, 2014, Exposição de Grafitti no Shopping Ponta Negra/2017, Graff Feira, Espaço Galeria do Largo/2019, Exposição Coletiva de Grafitti: TALIGADO/2021, em Presidente Figueiredo/AM, 1°Mostra de Graffiti ART NA RUA/2024, Festival Manaus Passo A Paço 2024 – Espaço Urbano Graffiti.Arte educador participantes nos seguintes Projetos: Oficina de Grafite Curumim e Cunhantã, colorindo o futuro, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2022 – Programa Manaus Faz Cultura, Oficina de Desenho Nossas Ideias, contemplado no edital de chamamento público nº 002/2023 – Programa Manaus Faz Cultura, Cores na Amazônia (Pronac 211374) 2021, Oficina de Grafite e Desenho: Curumim e Cunhantã pintando sete com arte, Iranduba/AM, contemplado no editalnº07/2020 Programa Cultura Criativa/Lei Aldir Blanc Prêmio Encontro das Artes, Oficina de Graffiti Negroarte, contemplado no edital nº 04/2023 lei Paulo Gustavo chamamento público para o povo negro, povos tradicionais de terreiro e/ou comunidades quilombolas, Oficina de Grafite Cor De Rosa, contemplado no edital nº 002/2023 – programa Manaus faz cultura, Oficina de grafite Arte De Rua, contemplado no edital Macro de chamamento público nº 002/2024 projetos culturais/ PNAB.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.