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Realizar conjunto de ações de formação literária em escolas públicas de territórios vulneráveis, por meio de oficinas educativas de leitura, escrita criativa, oralidade, teatro, música e poesia, associadas a experiências digitais com recursos de inteligência artificial, promovendo a produção autoral de estudantes e valorizando a diversidade linguística e cultural local.
Pedro Bandeira: Entrelinhas da Imaginação é um projeto arte-educativo voltado a estudantes do ensino fundamental de escolas públicas, que transforma os espaços escolares em territórios de criação literária, artística e digital. Com foco na valorização da leitura e da escrita, o projeto propõe uma jornada formativa composta por oficinas práticas e interativas, nas quais os participantes exploram diferentes formas de linguagem — oral, visual, escrita e tecnológica — a partir de referências da literatura infantojuvenil e da cultura local.A programação inclui quatro módulos formativos presenciais:Zona da Imaginação: Oficina presencial com carga horária de 30 horas, realizada ao longo de uma semana em escolas públicas do ensino básico. A proposta combina mediação literária, contação de histórias, leitura em voz alta e criação coletiva de narrativas orais, ativando nos estudantes o prazer pela palavra falada e a capacidade de invenção narrativa.A atividade tem como ponto de partida a leitura mediada de trechos selecionados de obras de Pedro Bandeira — como A Droga da Obediência, O Fantástico Mistério de Feiurinha, A Marca de uma Lágrima e contos da coletânea Assim Começa. Esses textos servem como disparadores para o exercício da escuta ativa, dramatizações e reinvenção de tramas, explorando elementos típicos do autor: o suspense, a sensibilidade emocional, o humor e o protagonismo juvenil.A partir dessas leituras, os estudantes serão convidados a criar novas histórias inspiradas nos personagens, cenários e conflitos presentes na obra do autor. Serão utilizadas dinâmicas de roda, jogos de improviso e pequenos recursos cênicos (fantoches, adereços, objetos simbólicos), que favorecem a criação oral colaborativa. Parte dessas narrativas será registrada em áudio com apoio da equipe pedagógica, como forma de documentar e valorizar as produções dos participantes.Mais do que apenas estimular a leitura, a oficina propõe uma vivência estética e afetiva com o texto literário, onde o mundo narrativo de Pedro Bandeira se conecta com a realidade dos estudantes, abrindo espaço para que cada participante se torne narrador de suas próprias histórias. A oralidade aqui não é apenas técnica — é vínculo, memória e potência criativa.Zona da Descoberta: Oficina presencial com carga horária de 30 horas, realizada ao longo de uma semana em escolas públicas do ensino básico. A atividade propõe um mergulho criativo em linguagens artísticas diversas — escrita, HQ, slam, teatro e música — como formas de expressão autoral e leitura crítica do mundo.A oficina parte de referências literárias extraídas da obra de Pedro Bandeira, como A Marca de uma Lágrima, Pântano de Sangue e O Mistério da Fábrica de Livros, que exploram sentimentos, dilemas éticos, conflitos interiores e relações humanas em diferentes tons — da delicadeza poética ao suspense juvenil. Esses textos servem como disparadores temáticos e estilísticos para que os estudantes criem narrativas autorais, em formatos variados e híbridos.Durante a semana, os participantes desenvolvem:Textos criativos: contos, crônicas, poesias e cartas ficcionais inspiradas em personagens e situações das obras;Narrativas visuais: produção de quadrinhos e tirinhas, explorando o universo gráfico da literatura;Poesia falada (slam): composição e performance de poemas autorais, abordando temas relevantes ao território e à subjetividade juvenil;Cenas curtas: dinâmicas teatrais baseadas em trechos de livros ou textos produzidos pelos estudantes;Música e trilha sonora: criação de rimas, jingles ou paisagens sonoras que dialogam com os enredos trabalhados.As oficinas valorizam a experimentação interdisciplinar e o protagonismo dos estudantes como autores de suas próprias histórias. O processo é conduzido por uma equipe de arte-educadores especializados nas linguagens propostas, que atuam como mediadores da escuta, da invenção e da produção coletiva.Ao final, parte das criações pode ser exibida no Sarau Literário Escolar, fortalecendo o reconhecimento público das produções juvenis.Zona da Reconexão: Oficina presencial com carga horária de 30 horas, realizada ao longo de uma semana em escolas públicas do ensino básico. A atividade propõe uma vivência prática de criação textual e literária mediada por tecnologias digitais, com ênfase no uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) como aliadas da autoria juvenil, da experimentação narrativa e do pensamento crítico.A oficina parte de reflexões e enredos presentes nas obras de Pedro Bandeira, especialmente O Mistério da Fábrica de Livros e A Droga da Obediência, para abordar a relação entre juventude, tecnologia, linguagem e autonomia intelectual. Em A Droga da Obediência, por exemplo, o controle da mente juvenil por uma substância misteriosa serve como ponto de partida simbólico para questionamentos sobre liberdade, manipulação da informação e criatividade automatizada — temas extremamente atuais no contexto da IA generativa.Durante os encontros, os estudantes vivenciam:Criação de textos autorais com apoio de assistentes de escrita baseados em IA, aprendendo a diferenciar autoria humana e sugestões automáticas;Edição colaborativa de narrativas digitais, como fanfics ou crônicas interativas;Reescrita de trechos das obras do autor com alterações temáticas ou estilísticas geradas por IA, comparando os efeitos estéticos e éticos das mudanças;Criação de enredos não-lineares com uso de plataformas de roteiro ramificado, simulando os caminhos possíveis de uma narrativa;Reflexão crítica sobre o papel da inteligência humana frente à inteligência artificial, com debates mediados e exercícios de reescrita sem IA.As atividades são conduzidas por arte-educadores em parceria com mediadores digitais, garantindo o uso ético, pedagógico e acessível das tecnologias. A oficina busca preparar os estudantes para atuar de forma ativa no mundo digital, compreendendo os limites, possibilidades e responsabilidades do uso da IA em processos criativos.Parte dos textos produzidos pode ser apresentada no Sarau Literário Escolar e registrada nos materiais audiovisuais do projeto.Caçando Palavras: Oficina presencial com carga horária de 30 horas, realizada ao longo de uma semana em escolas públicas do ensino básico. A atividade convida os estudantes a explorar a riqueza da linguagem oral e escrita por meio de jogos verbais, dinâmicas criativas e práticas de escuta ativa que valorizam expressões regionais, gírias, trava-línguas, provérbios, ditados populares e neologismos.Inspirada no estilo ágil e inventivo da escrita de Pedro Bandeira — que nas obras A Marca de uma Lágrima, O Fantástico Mistério de Feiurinha e Os Karas explora diferentes registros da fala juvenil, jogos com o duplo sentido e ironias narrativas — a oficina trabalha com a linguagem como material vivo, social e em constante transformação.Durante a semana, os estudantes participam de:Mapeamento afetivo da linguagem local, registrando gírias, expressões familiares e variações regionais do português;Jogos de improvisação verbal, como trava-línguas em sequência, desafios de criação de neologismos e jogos de duplo sentido;Atividades com provérbios e ditos populares, incluindo interpretações e reescritas;Criação coletiva de glossários, “dicionários vivos” e bancos de expressões, que podem integrar os legados do projeto;Práticas de escuta e leitura crítica, analisando como personagens da literatura — especialmente os de Pedro Bandeira — se expressam com autenticidade e criatividade.O projeto culmina em Saraus Literários Escolares, nos quais os estudantes apresentam suas criações para a comunidade escolar, celebrando o protagonismo juvenil por meio de performances, leituras encenadas, mostras de HQs e slam.Entre os legados, o Cantinho da Leitura, ação de ressignificação e ambientação afetiva de espaços já existentes nas escolas, decorados e ativados pelos próprios alunos com base nas vivências literárias.
OBJETIVO GERALRealizar um conjunto de ações de formação literária e cultural em escolas públicas de territórios vulneráveis, por meio de oficinas educativas de leitura, escrita criativa, oralidade, teatro, música, poesia e tecnologias digitais, promovendo a produção autoral de estudantes do ensino fundamental e valorizando a diversidade linguística e cultural local.OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Realizar oficinas presenciais de leitura, contação de histórias, escrita criativa, HQ, slam, teatro e música com estudantes do ensino fundamental.2. As atividades com inteligência artificial têm como foco a experimentação prática de ferramentas de escrita assistida, promovendo o uso consciente e criativo desses recursos na produção textual. Ao integrar tecnologia ao processo autoral, o projeto estimula a comparação entre os modos de criação humana e algorítmica, fortalecendo a autonomia crítica dos estudantes e ampliando sua compreensão sobre linguagem, autoria e originalidade no contexto contemporâneo.3. Aplicar jogos linguísticos e oficinas interativas com trava-línguas, gírias, provérbios e expressões regionais, resultando em um "Dicionário Vivo" construído pelos estudantes.4. Adaptar Cantinhos da Leitura em espaços existentes nas escolas, a partir de atividades pedagógicas de leitura coletiva, contação de histórias e ambientação sensível realizada pelos próprios alunos.5. Realizar saraus escolares como culminância do projeto, com apresentações públicas de textos, quadrinhos, músicas, poemas e cenas criadas pelos estudantes.
O projeto propõe a realização de oficinas literárias e artísticas gratuitas em escolas públicas de territórios vulneráveis, voltadas para estudantes. A proposta combina práticas de leitura, contação de histórias, escrita criativa, HQ, teatro, música e slam com experimentações pedagógicas em tecnologias de linguagem, incluindo o uso de inteligência artificial como ferramenta de apoio à produção textual.As ações são realizadas no ambiente escolar, durante o turno letivo, com envolvimento direto de artistas e arte-educadores, e têm como finalidade ampliar o repertório cultural dos estudantes, fortalecer a autoria estudantil e promover o acesso efetivo a bens e práticas culturais.A proposta atende ao disposto no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, especialmente nos seguintes incisos:Inciso I _ ao facilitar o livre acesso às fontes da cultura, por meio da realização de oficinas gratuitas em espaços escolares;Inciso VIII _ ao estimular a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento e memória, com a criação e circulação de obras autorais desenvolvidas por estudantes da rede pública.Com relação ao Art. 2º da IN MinC nº 23/2025, o projeto se enquadra nos seguintes objetivos:Inciso I _ contribuir para a ampliação do acesso da população à fruição e produção cultural, em especial em territórios de alta vulnerabilidade social;Inciso II _ promover ações que garantam a participação de crianças e adolescentes em atividades culturais, por meio da atuação direta em escolas públicas;Inciso VI _ fomentar ações de formação artístico-cultural, com base na mediação entre arte, literatura e tecnologias digitais;Inciso IX _ valorizar expressões culturais regionais e diversificadas, incluindo variações linguísticas e manifestações populares;Inciso XII _ promover ações com foco em acessibilidade, garantindo que 100% das atividades sejam adaptadas a pessoas com deficiência, tanto em conteúdo quanto em espaço.Além disso, o projeto contribui para a consecução do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, destacadamente:Alínea "a" do Inciso IV _ por assegurar o acesso público e gratuito às atividades, sem restrições etárias ou barreiras de ingresso;Alínea "d" do Inciso V _ ao fomentar a participação de artistas locais e regionais em ações realizadas em instituições públicas de educação básica, promovendo o desenvolvimento artístico e cultural dos alunos.
Etapa 2 – Campo: OficinasOficina: Zona da ImaginaçãoDuração: 30h (dentro da semana formativa)Materiais: Livros, fantoches, materiais de ilustração, gravadores de áudioConteúdo: Leitura em voz alta, contação de histórias e criação coletiva de narrativas oraisObjetivo: Estimular a imaginação, a escuta e a valorização da oralidade como forma de expressão cultural.Oficina: Zona da DescobertaDuração: 30h (dentro da semana formativa)Materiais: Cadernos de escrita, HQs, microfones, materiais gráficos e sonorosConteúdo: Escrita criativa, produção de HQs, poesia falada (slam), trilhas sonorasObjetivo: Incentivar a autoria juvenil por meio da experimentação entre texto, imagem e som.Oficina: Zona da ReconexãoDuração: 30h (dentro da semana formativa)Materiais: Tablets, softwares de escrita assistida, recursos audiovisuaisConteúdo: Produção textual com mediação tecnológica, uso de inteligência artificial como ferramenta de criaçãoObjetivo: Introduzir criticamente a tecnologia no processo criativo, promovendo o letramento digital e autoral.Oficina: Caçando PalavrasDuração: 30h (dentro da semana formativa)Materiais: Cartões interativos, jogos linguísticos, textos orais e escritos regionaisConteúdo: Trava-línguas, gírias, provérbios e neologismosObjetivo: Trabalhar a consciência linguística e valorizar a diversidade de registros orais e escritos do território.Etapa 3 – Pós-CampoCantinho da LeituraFormato: Ação colaborativa de ressignificação de espaço escolarMateriais: Livros selecionados, estantes, almofadas, objetos decorativos produzidos pelos alunosDescrição: O Cantinho da Leitura não se trata da instalação de uma biblioteca ou mobiliário padronizado, mas da criação de um espaço simbólico, sensível e acessível para leitura e convivência, construído com a participação ativa de estudantes e professores, a partir das vivências do projeto.Sarau Literário EscolarFormato: Evento de culminância realizado em cada escola participanteDuração: 1 a 2 diasMateriais: Estrutura para apresentações, microfones, exibição de HQs, textos e composições dos estudantesDescrição: Espaço de celebração pública das produções autorais dos alunos, com leituras encenadas, performances poéticas, exibição de HQs e apresentações musicais, aberto à comunidade escolar e familiares.
Nos termos do Art. 2º, inciso XII, da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, e em conformidade com os Decretos nº 5.296/2004 e nº 6.949/2009, o projeto assegura acessibilidade integral nas dimensões física, comunicacional, metodológica e atitudinal, de forma a garantir a participação plena de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida nas atividades previstas. 1. Acessibilidade FísicaTodas as atividades serão realizadas em espaços escolares previamente avaliados quanto à acessibilidade, garantindo:Circulação segura para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;Adequação dos ambientes conforme as normas da ABNT NBR 9050;Apoio logístico da equipe técnica para atender alunos com necessidades específicas de locomoção. 2. Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdoa) Pessoas com deficiência auditivaPresença de arte-educador com proficiência em Libras;Tradução simultânea em Libras em todas as apresentações públicas (saraus, oficinas finais, mediações audiovisuais).b) Pessoas com deficiência visualOficinas e atividades multissensoriais com estímulo tátil, sonoro e cinestésico;Conteúdos visuais acompanhados de audiodescrição ou mediação presencial com educador capacitado.c) Pessoas com deficiências intelectuais, espectros ou síndromesAdaptação metodológica dos conteúdos conforme os perfis dos alunos atendidos;Designação de educador de apoio com formação para atendimento individualizado, sempre que necessário;Garantia de comunicação clara, direta e acolhedora em todas as interações pedagógicas. 3. Garantia LegalO projeto cumpre integralmente os dispositivos do:Art. 8º da IN MinC nº 23/2025, que exige comprovação de acessibilidade universal nas propostas culturais;Art. 4º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6.949/2009);Art. 23 da Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) e demais normas correlatas.Todas as ações serão planejadas para garantir a participação efetiva de pessoas com deficiência em 100% das atividades previstas, com ações previamente descritas no plano de execução e previsão orçamentária específica no plano de distribuição.
O projeto Pedro Bandeira: Entrelinhas da Imaginação promove a democratização de acesso à cultura literária e artística por meio de ações formativas e gratuitas realizadas diretamente em escolas públicas de territórios vulneráveis. As estratégias adotadas garantem acesso físico, comunicacional, digital e territorial, com atenção à diversidade de públicos e à inclusão de comunidades historicamente excluídas do circuito cultural.As medidas estão alinhadas ao Art. 9º da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que estabelece diretrizes obrigatórias de democratização de acesso nos projetos incentivados. Neste projeto, são adotadas as seguintes: Inciso I – Ações com gratuidade de acesso100% das atividades são gratuitas e realizadas em espaços públicos de educação básica. Não haverá cobrança de ingressos ou taxas, garantindo o acesso universal e sem barreiras econômicas.Inciso IV – Veiculação em redes públicas e meios gratuitosOs conteúdos autorais produzidos pelos estudantes serão veiculados em mídias gratuitas, como:Rádios comunitárias;TVs públicas e educativas;Plataformas digitais de acesso livre.A difusão por essas vias fortalece o valor público da produção cultural desenvolvida nas escolas. Inciso VI – Ações voltadas à infância e juventudeTodas as atividades do projeto são direcionadas a crianças, adolescentes e educadores da rede pública, reconhecendo a escola como espaço de formação cultural e de acesso à cidadania.Inciso VIII – Formação de agentes culturais locaisO projeto atua na formação e valorização de agentes culturais dos territórios atendidos, por meio de:Participação ativa de jovens e docentes nas atividades de mediação e produção;Formação específica com educadores para integração pedagógica do projeto;Contratação prioritária de arte-educadores, oficineiros e técnicos oriundos das próprias comunidades escolares. Essas medidas estão previstas no plano de execução do projeto, com registro de suas metas, responsáveis, cronograma e orçamentação, conforme exigido para a análise técnica e prestação de contas no âmbito da Lei nº 8.313/1991.
Responsável PAULO CRISPIM, Diretor Geral do ProjetoHistoriador, graduado e licenciado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP (2007). Mestre pela Universidade Federal do ABC – UFABC (2017) em “o currículo e as questões étnico-raciais em disputa”. É Doutorando pela Universidade de São Paulo (USP), no programa Diversitas, pela FFLCH (2019). Participa da elaboração de sequências didáticas de acordo com a BNCC, atuou na formação docente e na elaboração de currículos em parceria com a Secretaria de educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ), é autor da coleção Interaçãohumanas, livro didático de Ciências Humanas Integradas para o ensino médio, aprovado no PNLD 2021, pela editora do Brasil. Coautor da coleção: Direitos Humanos na Escola, para estudantes do fundamental anos finais, pela editora Cereja. É coordenador geral do projeto de Difusão Cultural Educativo Itinerante dedicado a democratizar conteúdos culturais e criar propostas arte-educativas para serem realizadas em trânsito, investindo não só no aluno mas também no professor e no gestor, com foco na Arte, Ciência e Tecnologia, unindo trabalho diligente e sentimento de troca, com impacto direto nos territórios. No total, o Educativo Itinerante já atuou em 8 estados diferentes - SP, MG, RJ, PR, MT, RS, GO e AM - 170 municípios, 230 escolas com 45k alunos e 4.5k professores atendidos. LEO REA LÉ, Produtor Artístico Criou e coordenou a execução da exposição digital de arte imersiva “Monet À beira d`Água” (Boulevard Olímpico/RJ e Parque Villa Lobos/SP), e da exposição “A Beleza Sombria dos Monstros: A Arte de Tim Burton” (CCBB/DF e OCA/SP); Realizou a exposição internacional Dreamworks Animation - Uma jornada do Esboço a Tela no Dom Cultural em São Paulo; produziu 8 apresentações do cine concerto da “Trilogia Senhor dos Anéis” em 4 estados brasileiros (SP, RJ, POA e BH); produziu a exposição internacional “A Valise Mexicana - A Redescoberta dos Negativos da Guerra Civil Espanhola de Capa e Taro” (Caixa Cultural SP). Entre 2015 e 2017 atuou como produtor executivo de vídeo do estúdio da universidade federal do ABC, sendo responsável pela produção e realização de mais de 110 vídeos educativos. Entre 2014-2012 foi professor-pesquisador da Universidade Aberta do Brasil/Capes no programa anual de Capacitação Docente para o Uso das Novas Tecnologias e Metodologias de Ensino, atuando especificamente na Universidade Federal do ABC.Foi integrante do grupo de pesquisa INTERA - Inteligência em Tecnologias Educacionais e Recursos Acessíveis. Mestre (2015 - 2017) no programa de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do ABC com pesquisa sobre produção de linguagem em videoaulas Pós-Graduado (2006) como Especialista em Teorias e Práticas Artísticas pelo IA - Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp. Graduado em Educação Artística - habilitação em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu, USJT, (2002). LULI HUNT, Assessoria Técnica e Elaboração da Prestação de Contas Tem em seu currículo importantes exposições artísticas e culturais, a saber: “Arte de Contradições. Pop, Realismos e Política. Brasil-Argentina 1960” - MON/CWB, Fundação Proa/CABA, GAMeC/ Bergamo e MAM/RJ. “Monet À beira d`Água” - Boulevard Olímpico/RJ e Parque Villa Lobos/ SP. “A Beleza Sombria dos Monstros: A Arte de Tim Burton” - CCBB/DF e OCA/ SP. “Tony Cragg” - MON/CWB e MuBE/SP.Além da produção executiva de exposições, também realiza produção executiva de publicações de livros importantes tais como: fotografia de Araquém Alcântara, “Cachaça”, “Bichos do Brasil”, “Sertão Sem Fim”, “Cabeça do Cachorro”, “Restinga”, “Acamara de Aramaca”, “Xilogravura Popular” e “Histórias das Águas: Rio Negro” dentre outros. Em ambos segmentos realiza prestação de contas de projetos incentivados por leis no âmbito Federal, Estadual e Municipal. ALEX BARROS BOLGUESE, Arte-Educador de Campo Formado em História, educador em experiências de estudo do meio em diversas agências de turismo pedagógico, como Ambiental e Ivian, com experiências de atuação na Pinacoteca de SP, SESC-SP e no Centro Cultural do Banco Brasil em Brasília, entre outros trabalhos envolvendo arte, educação, estudos de campo e meio ambiente. Fluente em Inglês e Espanhol, tendo vivido em diversos países como voluntário: Espanha, índia, Alemanha e Suíça. É ligado a rede comunitária de agricultores do DF, desenvolvendo projetos educativos na área de agroecologia e educação alimentar. Atualmente retomou sua Licenciatura em História, pelo SENAC-SP, cursando também, LIBRAS - Iniciante pela PUC-SP, além do curso de Extensão online sobre Diversidade e Inclusão Social em Direitos Humanos, pela USP-SP. LYLLIAN BRAGANÇA, Arte-EducadoraÉ Coordenadora de Campo do projeto-empresa Educativo Itinerante. Formada em Jornalismo pelo Centro Universitário Nove de Julho - UNINOVE, em 2007. É Produtora Cultural e Educadora Social com larga atuação em variados eventos culturais, sociais e artísticos. Capoeirista, é atualmente professora do grupo Brinkar + capoeira e faz trabalho voluntário na escola Acadêmicos do Tucuruvi e na Associação de Assistência à Criança Deficiente - AACD. Foi passista de Escola de Samba e rodou o mundo levando a cultura do samba, do carnaval para países como: Itália (2001 e 2008) África do Sul (2004), Angola (2009 e 2010), Romênia (2009), Londres (2018).BEATRIZ ALCÂNTARA, Arte-Educadora Formada em Arquitetura na Universidade Paulista – UNIP. No período entre 2009-2001 trabalhou como Arte Educadora do Educativo do Museu de Arte Moderna, MAM-SP, sob a coordenação de Vera Barros e Carlos Barmak nos programas Igual Diferente, Contatos com a Arte e Família MAM. Foi produtora e cenógrafa na empresa OYIÁ realizando algumas exposições pelo país. Em paralelo, manteve ativa a produção artística pessoal. Movida pelas formas e detalhes da natureza, o seu trabalho passeia por processos têxteis e fotográficos antigos, além de bordado, desenho e gravura, convidando o espectador para um novo e íntimo olhar sobre os elementos naturais que cercam o cotidiano.LUAN ANTUNES DE BARROS, Produtor Executivo Luan Antunes de Barros é formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e atua na concepção, gestão e expansão de projetos culturais e educativos com foco em impacto social. Com passagem por instituições como Bordas, Educativo Itinerante, Lezulat e Rua34, acumula experiência em captação de recursos, negociação com patrocinadores, produção executiva e articulação institucional.Atualmente, é gerente de novos negócios na Bordas e gerente de projetos no Educativo Itinerante, onde lidera estratégias de pré-produção, comunicação e formalização de parcerias. Já participou da implementação de projetos itinerantes de grande escala, com atuação em diversas regiões do Brasil, mobilizando recursos e redes para a promoção da leitura, da arte e da educação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.