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SOBREVIVENTES é uma exposição de artes visuais multilinguagem que trata de um tema urgente e necessário: a violência contra as mulheres. A exposição se divide em 2 espaços expositivos: 1) O Labirinto ( com áudio-histórias interpretadas por atrizes) e 7 obras artisticas criadas por mulheres (algumas delas sobreviventes) que romperam o ciclo de violência doméstica e conseguiram reconstruir suas vidas, seus sonhos e seu autoamor. 2) Video-dança Voando, performance que resgatará a sensação de liberdade, renascimento pós-violência. novas possibilidades de vida e movimento. SOBREVIVENTES prevê itinerância por 3 cidades, com 2 workshops gratuitos em cada local.
SOBREVIVENTES é uma exposição multilinguagem, que trata de um tema urgente e necessário: a violência contra as mulheres. A exposição com estreia prevista para agosto de 2026, contribui para a sensibilização e reflexão sobre uma realidade que vem crescendo no Brasil e conta com o amparo legal da Lei Maria da Penha, que completa 20 anos em 2026. Pensada como uma experiência sensorial, SOBREVIVENTES terá dois espaços expositivos principais: o Labirinto e a vídeo-dança Voando. Com um recorte inédito, o Labirinto traz 9 áudio-histórias reais de mulheres que romperam o ciclo da violência e hoje são protagonistas de suas vidas. O público será envolvido pelas histórias narradas por atrizes, ao mesmo tempo em que entrará em contato com as obras de artistas (muitas delas também sobreviventes), que ressignificam a violência através de objetos artísticos que evocam memórias do tempo de abusos. Um labirinto sensorial, metáfora para a situação de violência: difícil sair, mas não impossível. Depois de submergirem no Labirinto, os visitantes são lançados num outro espaço, desta vez amplo, leve, descortinado através da vídeo-dança Voando, performance da coreógrafa e bailarina Kallanda Caetana, que resgatará a sensação de liberdade, no renascimento pós-violência. novas possibilidades de vida e movimento. A experiência é ampliada por um mural no final do trajeto, onde os visitantes poderão deixar recados, todos digitalizados para o site da exposição, que também trará informações de instituições parceiras como o Instituto Maria da Penha e a ONG Think Olga. Lista de obras de artistas visuais: OBRA 01 - Despintura, fotografia digital, 2012 Claudia Tavares A obra Despintura, de Claudia Tavares, é o movimento de uma performance que pretende mostrar o que está por trás do que não vemos. Ao tirar a pintura de uma parede, também desnudamos uma casa, suas memórias, e queremos, de certa forma, apagar um passado. É uma desconstrução pictórica que revela outras camadas de um mesmo lugar, vestígios; uma busca do que está por trás do que vemos. Ao final da operação, já a formação de uma nova paisagem: uma paisagem ao avesso do que foi. Os registros fotográficos da ação de des-pintar foram capturados por uma câmera num tripé utilizando o timer. OBRA 02 Coração Anatômico, ilustração digital, 2024Gigi Wanderley A obra de Gigi Wanderley explora a dor emocional e física da separação. "É preciso ter em mente que a dor, embora difícil, é muitas vezes necessária para romper ciclos negativos e promover a transformação". O "3 de espadas" é uma carta do tarot que simboliza os percalços das feridas emocionais e rupturas que causam sofrimento intenso, é um alerta para a necessidade de enfrentar momentos dolorosos sem negar os sentimentos envolvidos. Porém ao atravessar este momento difícil, superando as adversidades, poderemos finalmente ser livres e alcançar a cura. A ilustração nos pede uma reflexão sobre a coragem de enfrentar desafios, lembrando que apesar das dificuldades podemos sempre olhar para o futuro com esperança. OBRA 03 Oso hormiguero con boca abierta, 2023 Julia Isidrez Peça criada totalmente à mão, preparada com os pés no barro, utilizando técnicas pré-colombianas de cerâmica originada dos povos guaranis paraguaios. com os pés no barro “Julia cria peças únicas... e mesmo utilizando técnicas milenares para confeccioná-las, grande parte de suas criações possuem formas e linhas dignas dos melhores artistas contemporâneos... '' - Ysanne Gayet, pintora britânica OBRA 04 Bosque Helado Noelia Buttice O trabalho de Noelia Buttice transita entre o silêncio e as palavras, explorando uma cadência que para o tempo como um segredo revelado. Através de aquarelas e pigmentos naturais, cria um universo fantástico onde a introspecção dá forma a imagens de melancolia, inquietação e calma. Seu trabalho combina o visual com o literário, gerando um déjà vu sensorial que conecta o pessoal com o coletivo. Na tensão entre a prudência do silêncio e o poder da palavra, Buttice constroi um imaginário íntimo e profundamente evocativo. OBRA 05 De eso no se hablaValeria Franco A obra “Isso Não Fala” de Valéria Franco utiliza têxteis como toalhas de mesa, fronhas e tecidos carregados de significado para explorar o que se esconde nos silêncios do cotidiano. Com manchas, bordados e estampas, a artista ressignifica esses materiais, criando um mosaico que combina o pessoal com o coletivo, evocando histórias e emoções não ditas. Fios tingidos naturalmente percorrem as peças como um micélio que conecta vidas e ideias, enquanto os nós vermelhos representam feridas de silêncios contidos. Uma camada de tule acrescenta um véu de discrição, sugerindo que o mais poderoso muitas vezes está no que não é óbvio. “De eso no se habla” é um testemunho da arte têxtil como veículo de introspecção, um espaço onde o que é silenciado se transforma em diálogo eloquente, convidando-nos a refletir sobre as narrativas ocultas que nos atravessam. OBRA 06 Cabaça Mônica Ventura Com tinta acrílica sobre cabaça, a artista criou uma peça que se remete às narrativas cosmogonia simbolizando o início do mundo, a memória, a resistência e o pertencimento. OBRA 07 Mala apressadaLuana de Sá Ao final do percurso, a figurinista Luana de Sá faz uma curadoria de roupas para representar as Sobreviventes, que fugiram apressadas de casa para salvar suas vidas. “É a ideia de levar o que é possível, jogando na mala o que deu tempo na fuga desesperada". Serão ministrados 2 workshops em cada cidade, com profissionais das áreas da fotografia, artes visuais , entre outras. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos
Objetivo geral Produzir a exposição de artes visuais multilinguagem SOBREVIVENTES, que fará itinerância por 3 cidades, sensibilizando e promovendo a reflexão sobre uma triste realidade: a violência contra as mulheres. Objetivos Específicos:1- Produzir a exposição de artes visuais multilinguagem SOBREVIVENTES, que através de diferentes linguagens artísticas promoverá a reflexão sobre a violência contra as mulheres2- Valorizar com a exposição, os 20 anos da Lei Maria da Penha, comemorados em 20263- Sensibilizar e promover informações para interromper o ciclo da violência doméstica.4- Realizar a exposição de forma itinerante por 3 cidades brasileiras, durante 2 meses em cada local.5- Criar em SOBREVIVENTES, dois principais espaços expositivos: o Labirinto, contendo 9 audio-histórias sobre fatos reais interpretadas por atrizes e 7 obras de artistas mulheres, e a video-dança Voando6- Complementar o trajeto da exposição com um mural colaborativo, para que os visitantes possam deixar recados e impressões, que posteriormente serão digitalizados e expostos no site do projeto7- Trazer no site uma área de informações sobre o tema, em parceria com instituições como o Instituto Maria da Penha e a ONG Think Olga, que apoiam o projeto.8- Demonstrar, através da arte, as possibilidades de sair do ciclo de violência doméstica e reconstruir a vida.9- Realizar dois workshops gratuitos, paralelos à exposição, em cada localidade, totalizando 6 workshops nas áreas de artes visuais
No Brasil, a cada 2 horas, uma mulher é morta vítima de violência. No Rio de Janeiro, o feminicídio e a tentativa de feminicídio aumentaram quase 48% em 2024 (Inst de Segurança Pública). Devido a esses dados alarmantes, propomos uma exposição que, através da arte, promoverá a sensibilização do público e mais informação acerca do tema. O recorte da exposição é inédito: mulheres que sobreviveram e hoje são protagonistas de suas próprias vidas. SOBREVIVENTES é um alerta de mulheres que estão vivas.De acordo com o Art. 1º da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; uma vez que SOBREVIVENTES trata do tema do rompimento do ciclo de violência contra mulheres e promove o exercício da liberdade de expressão pessoal e artística, um direito fundamental para todos os cidadãos. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; uma vez que a exposição terá itinerância, circulando por diferentes cidades do Brasil, contando com equipes locais para montagem e produção da exposição, além de profissionais de cada localidade nos debates sobre o tema da violência contra a mulher. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; uma vez que SOBREVIVENTES é uma exposição multilinguagem, ou seja, conta com diferentes manifestações artísticas através de áudio, vídeo-dança, fotografia, pintura e escultura; todas obras produzidas por artistas mulheres e que buscam valorizar a expressão da liberdade feminina. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; a partir do momento em que a exposição SOBREVIVENTES busca proteger a liberdade de expressão pessoal e cultural das mulheres, grande grupo formador da sociedade brasileira, a qual muitas vezes é silenciado através do ciclo de violência doméstico, o qual SOBREVIVENTES busca romper com sua mensagem de alerta através da arte, promovendo, assim, a liberdade de expressão de todas e todos. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; uma vez que é uma exposição que reúne artistas mulheres e que tem como tema o modo de viver das mulheres brasileiras sobreviventes da violência doméstica, proporcionando o florescimento de suas individualidades para além de dinâmicas opressoras que diminuem sua capacidade de se expressar livremente; além disso, na exposição multilinguagem SOBREVIVENTES, serão expostas obras de mulheres sobre o tema de diferentes tipos de arte, como fotografia, pintura, escultura, entre outras. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; uma vez que SOBREVIVENTES irá difundir obras de arte produzidas por mulheres de diferentes origens em torno do tema de rompimento do ciclo de violência contra a mulher, e estimular outras mulheres a produzirem suas expressões artísticas através de workshops que irão promover a autoexpressão feminina. IX - priorizar o produto cultural originário do País; a partir do momento em que a maioria das obras de SOBREVIVENTES expostas são criações de mulheres brasileiras. De acordo com o Art. 3º da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991: (pelo menos um) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
SOBREVIVENTES tem a parceria institucional do Instituto Maria da Penha, da OAB Mulheres, do Grupo Mulheres do Brasil, da ONG Think Olga, além do apoio da Coart-UERJ e da Reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
SOBREVIVENTES terá obras de arte em fotografia, áudio, vídeo, pintura e escultura.A itinerancia levará a exposição à 3 cidades - Rio de Janeiro, São Paulo e Foz de Iguaçu - ficando por 2 meses em cada uma.O espaço Labirinto terá 9 áudio- histórias, com casos reais sobre violência contra mulheres, interpretadas por atrizes.A estrutura do Labirinto será formado por 14 painéis de madeira e tecidos de algodão cru de 2m x 2m cada.Neste local expositivo, também estarão 7 obras artísticas de mulheres brasileiras e estrangeiras.Detalhamento técnico das obras expostas na exposição SOBREVIVENTES: OBRA 01 - Despintura Fotografia digital, 2012 tamanho: 50x50cm OBRA 02 - Coração Anatômico Ilustração digital, 2024 tamanho: 25,47 X 29,79cm OBRA 03 - Oso hormiguero con boca abierta Escultura, 2023 tamanho: 66 x 38.1 x 38.1 cm OBRA 04 - Bosque Helado Aquarela, 2022 tamanho: 20 cm x 30 cm OBRA 05 - De eso no se habla Têxtil, 2024 tamanho: 2.67 x 1.45 cm OBRA 06 - Cabaça tamanho: 50 x 30 cm OBRA 07 - Mala apressada tamanho: 55 x 35 x 25 cm Depois de submergirem no Labirinto, os visitantes são lançados num outro espaço, desta vez amplo, leve, descortinado através da vídeo-dança Voando, performance da coreógrafa e bailarina Kallanda Caetana, que resgatará a sensação de liberdade, no renascimento pós-violência. novas possibilidades de vida e movimento.O espaço da Video-dança “Voando”, será formado por duas paredes desmontáveis de 3,5m e 3m com a altura total do salão, aproveitando parede existente e com pesadas cortinas de teatro marcando o acesso e a saída da sala.Neste local, os visitantes poderão assistir, de forma imersiva, a performance de até 15 min em looping.
.A exposição prevê diversos recursos de acessibilidade, atendendo todos os tipos de deficiência: ACESSIBILIDADE FÍSICA - espaços expositivos acessíveis para cadeirantes, incluindo os corredores do LabirintoACESSIBILIDADE COMUNICACIONALIntérprete de Libras em monitores na exposição, presentes nos workshMaquete tátil para deficientes visuaisAudio-descrição em toda a exposição com equipamentosLegendagem descritivasite do projeto com recursos de acessibilidadeACESSIBILIDADE ATITUDINALMonitores especializados para atender deficientes intelectuais
Como medida de Democratização de Acesso: - Acesso à exposição será gratuito e aberto a todos.Geração de impactoAlém da exposição, o público poderá frequentar os workshops gratuitos em cada cidade.30% das vagas para os workshops, serão reservados para grupos excluidos: pessoas negras, indígenas, LGBTQIA+. trans e pessoas com deficiência.SOBREVIVENTES propõe também um diálogo sensível e pluralidade de vozes presentes na exposição: mulheres cis e trans, hétero e lésbicas, negras e brancas, de diferentes regiões do Brasil, além de artistas estrangeiras convidadas. Como medida de Ampliação de Acesso iremos realizar, conforme o Artigo 47 da Instrução Normativa MINC n° 23: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Iremos deixar disposto no site da exposição registros audiovisuais das obras e workshops realizados, além de informações sobre o tema contando com a parceria do Instituto Maria da Penha e ONG Think Olga. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; uma vez que iremos oferecer dois workshops em cada cidade.
Juliana Gouveia – Proponente, Diretora, Curadora e VideoartistaCom experiência na área do cinema desde 2009, fundou sua produtora focada em narrativas femininas, a Goiabeira Filmes, em 2014 e, desde então, sua paixão por contar histórias impactantes ganhou novos horizontes com projetos de cinema, artes visuais e cênicas. É diretora, roteirista e produtora criativa na Goiabeira Filmes e Produções. Jac Mello - Produtora ExecutivaProdutora independente com atuação desde 2007 na área de desenvolvimento e produção executiva de projetos culturais, esportivos e sociais. Graduanda no curso de Jornalismo da Universidade Estácio de Sá, fez História da Arte pela EBA/UFRJ. No campo das artes visuais, assina como produtora executiva mais de vinte exposições que passaram por locais como Paço Imperial, Museu Casa do Pontal, Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica/RJ e Museu da Escravidão e Liberdade/RJ. Mônica Ventura - Artista Visual (Obra Exposta)Artista visual e designer com Bacharel em Desenho Industrial pela FAAP - SP. Mestranda em Poéticas Visuais pela ECA-USP. Mulher negra, suas obras falam sobre o feminino e a racialidade. Entre as exposições que participou estão: "Histórias Feministas" no Masp (São Paulo, 2019), "Repartimento - Luto Tropical" na Galeria Pasto (Buenos Aires, 2019), “Crônicas Cariocas” no MAR - Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro, 2021) e Empowerment - Kunstmuseum Wolfburg (Alemanha, 2022). Claudia Tavares - Fotógrafa (Obra Exposta)Doutora em Processos Artísticos Contemporâneos, pelo Instituto de Artes da UERJ, e Mestre em Linguagens Visuais pela EBA/UFRJ. Inicia sua produção de arte em 2000, ao participar regularmente de salões e exposições no Brasil e no exterior. Entre 2011 e 2016 teve seu trabalho representado pela Galeria Tempo, Rio de Janeiro. Giselle Wanderley - Artista Plástica (Obra Exposta) Designer, muralista e artista plástica. Fez parte da exposição “Elephant Parade RJ”, em 2018, com a obra “Tato”; da exposição “Art Of Love RJ” com a obra “Por um mundo mais saudável”, em 2022; e da exposição “Jaguar Parade 2024 RJ” com a obra “Onça Tropical”. Kallanda Caetana - Bailarina, Elenco da VideoarteBailarina formada em 2004 pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Escola oficial do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e com pós-graduação em dança contemporânea em 2014 pela Copenhagen Contemporary Dance School (Dinamarca). Lecionou na renomada Ballet Akademiet (Royal Danish Ballet). Na Argentina, foi integrante do Grupo Performático Sur/Buenos Aires. Deborah Anjos - Arquiteta de ExposiçãoArquiteta e urbanista formada pela FAU/UFRJ, se aprofundou em arquitetura de exposições na EAV/Parque Lage. Assinou a curadoria e a expografia da exposição "Transe Sagrado" (Ladeira das Artes, 2019). Atua há mais de 12 anos na área de arquitetura de interiores, em projetos de residências, stands de vendas e espaços cenográficos para ações promocionais. Foi responsável pelo projeto de arquitetura museográfica da Casa Geyer, novo museu carioca vinculado ao Museu Imperial, com previsão de inauguração para 2025. Raquel Lazaro - Técnica de SomTécnica de som, fez captação de som direto e edição de som em nove séries, cinco longas-metragens e dois podcasts de produtoras como: Canal GNT, Canal Futura, Canal Curta, Globo Play, Ocean Films, Rádio Novelo e Sony Music Brasil. Ganhou o prêmio de Sound Design no Festival 72h Rio em 2015 com o curta Elekô do Coletivo Mulheres de Pedra. Julio Katona - IluminadorFormado em engenharia elétrica com experiência em projetos culturais há mais de 20 anos, é designer de iluminação, coordenador de iluminação, diretor técnico e produtor técnico. Algumas das mostras como iluminador: MAC – Niterói: Mirabolante Miró. MAES – Museu do Espírito Santo – Esculturas do Museu Nacional de Belas Artes, MAC - Albuquerque Mendes, AIMI MCB-SP (Museu Casa Brasileira) Pios da Mata, Museu da República – Patrícia Carvalho, BNDES RJ Espaço Lúdico, etc. Rossana Giesteira - Consultora de Comunicação e ImpactoComunicadora, distribuidora e produtora de Impacto com pós-graduação em produção executiva em cinema e TV e MBA em MKT digital pela FGV. Sócia da Vidasoma - Conexões a Serviços de Causas, produtora com foco em consultoria, gestão de comunicação, produção de lançamento e distribuição de impacto para projetos audiovisuais. Tem mais de 25 anos de experiência em planejamento estratégico de comunicação e desenvolvimento de projetos com impacto para grandes empresas nacionais e internacionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.