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PRONAC 253471Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Vencecavalo e o Outro Povo

COLOMBO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Fazenda Rio Grande
Início
2026-01-05
Término
2026-12-23
Locais de realização (5)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O Projeto resulta em 02 (dois) produtos culturais. Sejam eles: PRODUTO PRINCIPAL: produção, montagem e temporada de estreia no Rio de Janeiro com circulação em 4 (quatro) capitais, do espetáculo "Vencecavalo e o Outro Povo", inspirado na obra literária homônima de João Ubaldo Ribeiro, sob a direção de Moacir Chaves, com interpretação de Leandro Daniel e Zahý Tentehar. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Ações sócio-educativas, ações ambientais, ações de diversidade, equidade e inclusão acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, Rodas de Escuta e Troca com Povos Originários, Ações de diálogo e pluralidade com o público.

Sinopse

PRODUTO PRINCIPAL: Montagem e Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e Circulação do Espetáculo em Outras CapitaisApresentamos a inédita montagem de "Vencecavalo e o Outro Povo", inspirada na obra de João Ubaldo Ribeiro, com direção de Moacir Chaves e atuações de Leandro Daniel e Zahy Tentehar. Este produto principal, a temporada de estreia no Rio de Janeiro, convida o público a uma sátira mordaz sobre as engrenagens do poder e seus pactos silenciosos com a ignorância e a violência no Brasil. Através do humor e da crítica social, a peça instiga a reflexão sobre os ciclos de opressão, resgatando um texto crucial da literatura nacional e fomentando o pensamento crítico da audiência. Após a estreia no Rio de Janeiro, o espetáculo "Vencecavalo e o Outro Povo" embarcará em uma importante turnê por São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Salvador. Este produto secundário visa democratizar o acesso à cultura e ampliar o alcance da obra de João Ubaldo Ribeiro para um público diversificado em diferentes regiões do país. A circulação não só leva a potente mensagem da peça a novas plateias, mas também promove o intercâmbio cultural, fortalecendo a rede teatral brasileira e consolidando a presença da Colombo Produções no cenário nacional. CONTRAPARTIDAS: Ações de Impacto Social e AmbientalAs contrapartidas do projeto "Vencecavalo e o Outro Povo" vão além do palco, firmando um robusto compromisso social e ambiental. Este produto engloba ações de acessibilidade comunicacional (Libras, audiodescrição) e atitudinal (preparação da equipe para acolhimento da pessoa Trans), gratuidade de ingressos para estudantes da rede pública, e a produção de materiais em papel semente para a consciência ambiental. Além disso, promoveremos Rodas de Escuta e Troca com Povos Originários e um Diário de Bordo Virtual, fomentando o diálogo, a inclusão e a sustentabilidade como legados do projeto.

Objetivos

PRODUTO PRINCIPAL: Montagem, Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e CirculaçãoObjetivo Geral do Produto PrincipalMontar, apresentar e circular com a peça "Vencecavalo e o Outro Povo", de João Ubaldo Ribeiro, no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador, realizando 108 apresentações, ampliando o alcance da obra e promovendo a descentralização do acesso à cultura, promovendo uma reflexão crítica, bem-humorada e contemporânea sobre os mecanismos de poder e resistência na sociedade brasileira, e democratizando o acesso à cultura, conforme o Art. 1º da Lei nº 8.313/91 em seus incisos: I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX.Objetivos Específicos do Produto PrincipalRealizar a produção e montagem do espetáculo, contratando profissionais e serviços, realizando processo de ensaios do espetáculo para uma temporada de 44 apresentações no Rio de Janeiro, em horário nobre de quarta a domingo, durante 8 semanas, com ensaios abertos e sessões especiais para convidados e gratuitas para públicos especiais, conforme preconiza o § 1º do Art. 46 da IN 23/2025.Realizar 16 apresentações do espetáculo em cada cidade ( São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador), em horário nobre de quinta a domingo, durante 4 semanas.Divulgar a temporada em mecanismos de mídia Ampliar o acesso e a compreensão da obra em diversas regiões do Brasil, levando o espetáculo a públicos em diferentes estados.Resgatar e dar visibilidade à obra "Vencecavalo e o Outro Povo", de João Ubaldo Ribeiro, contribuindo para a difusão de textos brasileiros de grande relevância social e estética, alinhado ao Art. 3º da Lei nº 8.313/91 em seu inciso: II, alínea C - inciso III, alínea d.Estabelecer uma ponte entre o teatro popular e a cena contemporânea, utilizando a farsa, o grotesco e a oralidade como linguagens cênicas.Estimular o pensamento crítico do público por meio do humor, refletindo sobre estruturas de opressão ainda vigentes na realidade política e social do país, promovendo a formação crítica e cidadã. Promover e ampliar o acesso e a compreensão da obra junto a públicos historicamente marginalizados. Fomentar processos colaborativos e coletivos de criação artística, promovendo o intercâmbio com artistas de outros estados e fortalecendo a rede cultural nacional.Contribuir para a memória das artes cênicas no Brasil, documentando e registrando o processo artístico da montagem e sua circulação. Firmar o compromisso com a sustentabilidade, promovendo: acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal, ações socioeducativas com ingressos a preços populares e gratuidade para alunos e professores do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino; ações de diversidade, equidade e inclusão garantindo "ambiente seguro para a pessoa Transgênero" e preparando a equipe através de curso online; acessibilidade comunicacional com 12 apresentações com intérprete de Libras e Audiodescrição (para até 30 pessoas) e acessibilidade atitudinal, garantindo a contratação de consultoria especializada em acessibilidade, promovendo cursos de preparação para a equipe, para a comunicação e a divulgação, visando o alcance de todos os públicos para que se possa oferecer fruição plena da experiência cultural; ações ambientais com parte do material impresso produzido em papel semente.CONTRAPARTIDASObjetivo Geral das ContrapartidasGarantir a sustentabilidade social e ambiental do projeto, promovendo a acessibilidade, a diversidade, a equidade, a inclusão e a consciência ambiental, e estimulando o diálogo cultural com o público.Objetivos Específicos das ContrapartidasPromover e ampliar o acesso a públicos historicamente marginalizados, oferecendo, como medida sócio-educativa, gratuidade para alunos do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino de todas as cidades, garantindo o acesso democrático ao teatro em todas as sessões de todas as temporadas, mediante cadastro prévio para a retirada de ingressos.Assegurar a acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, contando espaços de apresentação equipados com ferramentas de acessibilidade, como rampas de acesso, cadeiras especiais, banheiros especiais, guias tácteis e etc; dez apresentações contando com intérprete de Libras, audiodescrição (para até 30 pessoas), e a preparação da equipe para um acolhimento inclusivo, especialmente da pessoa Trans, em um "ambiente seguro", em consonância com o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos.Implementar ações de diversidade, equidade e inclusão, assegurando um ambiente acolhedor e respeitoso para todos os públicos, em particular a comunidade LGBTQIAPN+.Adotar ações ambientais, como a produção de parte do material impresso em papel semente, reforçando a consciência ambiental e o compromisso com práticas sustentáveis. Fomentar o diálogo e a troca com o público, através das Rodas de Escuta e Troca com Povos Originários, do Mural Virtual e do "Diário de Bordo Virtual", criando espaços de escuta crítica e afetiva e de compartilhamento de reflexões sobre o processo criativo e os temas da peça.Realizar as Rodas de Escuta e Troca com Povos Originários: As rodas acontecerão em (01) uma edição única em cada cidade, no mesmo espaço de apresentação em horário alternativo ao horário de apresentações, com duração máxima de 2h. Lideranças, entidades e representantes de Povos Originários em cada cidade, serão convidados a orientar um debate sobre os temas apresentados no espetáculo e como os temas afetam e dialogam com suas comunidades e suas existências no contexto da contemporaneidade. O elenco e a equipe do espetáculo farão parte do evento, entretanto o foco é a ESCUTA. Todas as comunidades de Povos Originários serão convidados a assistir ao espetáculo de forma gratuita, bem como sua participação no evento de Roda de escuta também será gratuita. Este evento será amplamente divulgado nas redes do projeto, direcionado para alunos e professores da rede pública, conforme preconiza o § 2º, funcionando como uma AÇÃO FORMATIVA DO PROJETO em seu inciso II . Serão oferecidas 500 vagas. EVENTO TOTALMENTE GRATUITO.Realizar o Mural Virtual e Diário de Bordo Virtual: - Criação de um Mural Virtual (acessível via QR Code no programa) para que o público possa compartilhar impressões e reflexões sobre a peça; - Criação de um "Diário de Bordo Virtual" (blog) onde a equipe compartilhará o processo criativo, incentivando comentários e perguntas do público a respeito do processo de criação do espetáculo, aproximando e engajando o futuro espectador com a montagem. Consciência Ambiental e Sustentabilidade: Produção de parte do material impresso (flyers) em papel semente, que pode ser plantado após o uso, transformando-se em uma planta. Esta ação incentiva a adoção de práticas de sustentabilidade e consciência ambiental, demonstrando o compromisso do projeto com a responsabilidade ecológica e a promoção de valores de cidadania. Além disso, o projeto prevê a produção e exibição de um vídeo antes do início de cada apresentação, com duração máxima de 1 minuto, com tema da consciência ambiental, relacionado com as temáticas do espetáculo.

Justificativa

JUSTIFICATIVA GERALMontar "Vencecavalo e o Outro Povo" em pleno século XXI é um gesto político e artístico de resgate e enfrentamento, profundamente alinhado aos princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) e da Instrução Normativa nº 23 de 05 de fevereiro de 2025. Em um país onde os ciclos de autoritarismo se repetem sob novas máscaras — seja pela violência simbólica das instituições, pela manipulação midiática ou pela criminalização da pobreza —, a peça de João Ubaldo Ribeiro se apresenta como uma lente contundente para enxergar o Brasil de agora. A urgência da obra reside em sua capacidade de expor as engrenagens do poder e seus pactos silenciosos com a ignorância e a violência, temas que ressoam fortemente na contemporaneidade brasileira. O projeto nasce do desejo de revisitar essa obra esquecida do repertório teatral brasileiro, colocando-a em diálogo com o nosso tempo. A crítica de Ubaldo à cumplicidade entre líderes políticos, religiosos e militares permanece extremamente urgente, especialmente diante da ascensão de discursos conservadores que legitimam o autoritarismo e romantizam o sofrimento do povo. A proposta de encenação, que se apoia nas linguagens do teatro popular, mas com um olhar contemporâneo, busca provocar o público a reconhecer nos arquétipos da peça — o opressor brutal, o padre cúmplice, o povo submisso — os rostos que continuam a povoar nossa realidade. A montagem se propõe, assim, como um espaço de escuta, desconforto e reimaginação, onde "o riso também é pensamento". A escolha da peça é justificada pela sua relevância estética e pela sua capacidade de tocar nas feridas abertas do presente, tensionando os limites entre teatro e política, memória e futuro. Este projeto visa não apenas entreter, mas também estimular a consciência crítica e a reflexão social, em consonância com o Art. 1º da Lei nº 8.313/91, inciso II, alíneas "d" e "e" que destaca o incentivo à produção teatral como forma de promover o desenvolvimento humano e social, inciso IV, alínea "a" que fala sobre a distribuição de ingressos gratuitos.JUSTIFICATIVA DO PRODUTO PRINCIPAL: Montagem e Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e circulaçãoA temporada de estreia no Rio de Janeiro, como parte do produto principal, justifica-se por ser o ponto de partida e o epicentro da produção artística. A capital fluminense, reconhecida por sua efervescência cultural e grande público consumidor de teatro, oferece o ambiente ideal para o lançamento de uma obra de tamanha relevância. A montagem inédita, sob a direção de Moacir Chaves e com o elenco de Leandro Daniel e Zahy Tentehar, confere ao espetáculo um caráter de excelência artística que merece visibilidade em um dos maiores centros culturais do país. Esta fase inicial permite o aprimoramento da obra em contato direto com um público diversificado e crítico, consolidando a qualidade artística antes da circulação nacional. Além disso, a estreia no Rio de Janeiro proporciona uma plataforma estratégica para a geração de mídia e o fortalecimento da imagem do projeto e da Colombo Produções, reafirmando a potência da produção cultural originada fora dos grandes eixos. A densidade cultural e a capacidade de reverberação de um projeto na capital carioca são cruciais para o sucesso da sua proposta de alcance nacional. A circulação do espetáculo por São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Salvador é essencial para o cumprimento do objetivo de democratização do acesso à cultura. Estender a apresentação da peça para outras capitais brasileiras permite que a reflexão proposta pela obra de João Ubaldo Ribeiro atinja um público mais amplo e diversificado, extrapolando os limites geográficos de uma única cidade. Esta etapa promove um intercâmbio cultural vital, levando uma produção de alta qualidade, originada fora dos grandes eixos de produção cultural, para diferentes realidades regionais. A itinerância possibilita que a mensagem de "Vencecavalo e o Outro Povo", sobre as estruturas de poder e opressão, ressoe em contextos sociais variados, estimulando o debate e a identificação com as questões abordadas na peça em cada localidade. É um investimento na formação de público e na construção de um repertório teatral nacional mais acessível e inclusivo, fortalecendo a rede cultural do país e cumprindo a função social da arte de provocar e refletir sobre a realidade brasileira.JUSTIFICATIVA DAS CONTRAPARTIDASNo cerne da justificativa do projeto está o forte compromisso com a sustentabilidade, acessibilidade e a consciência ambiental e socioeducativa. As contrapartidas não são meros adendos, mas elementos intrínsecos que garantem o caráter transformador e inclusivo do projeto. O projeto garante a acessibilidade comunicacional com dez apresentações com intérprete de Libras e audiodescrição para até 30 pessoas, além da acessibilidade atitudinal, preparando a equipe para o acolhimento inclusivo de todos, conforme as diretrizes do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos. Essa preocupação demonstra um compromisso efetivo com a democratização do acesso à cultura. As ações de diversidade, equidade e inclusão são intrínsecas ao projeto, especialmente o compromisso em garantir um "ambiente seguro para a pessoa Transgênero" e a preparação da equipe para o acolhimento do público trans e outros grupos marginalizados. Isso reforça a visão de que a cultura deve ser um espaço de diálogo e respeito, sem barreiras. As ações socioeducativas, como os ingressos a preços populares e a gratuidade para alunos do 3º ano do ensino médio da rede pública, são um investimento na formação de novas gerações e na ampliação do acesso à arte para públicos historicamente excluídos, um objetivo fundamental da Lei Rouanet e da Instrução Normativa. A consciência ambiental é manifestada pela produção de parte do material impresso em papel semente, uma pequena, mas significativa, ação que exemplifica o compromisso com práticas sustentáveis na produção cultural, além de um vídeo com duração de 01 (um) minuto com o tema de preservação ambiental a ser exibido antes das apresentações. As Rodas de Escuta e Troca com Povos Originários são uma iniciativa potente e inovadora, abrindo um espaço de escuta crítica e afetiva em torno dos temas centrais da peça a partir das vivências e cosmopercepções dos povos originários. Essa ação não só enriquece o projeto artisticamente, mas também promove o diálogo intercultural e a valorização das diversas formas de conhecimento e expressão. O Mural Virtual e o "Diário de Bordo Virtual" são ferramentas que ampliam o diálogo com o público, tornando o processo criativo mais transparente e participativo. Em suma, essas contrapartidas solidificam o papel transformador do teatro na construção de um Brasil mais justo e inclusivo.

Estratégia de execução

Análise Crítica da ObraVencecavalo e o Outro Povo, de João Ubaldo Ribeiro, é uma sátira mordaz que expõe as engrenagens do poder e seus pactos silenciosos com a ignorância e a violência. Ambientada em um universo alegórico com traços do sertão nordestino, a peça escancara os mecanismos de dominação sustentados por lideranças políticas, religiosas e militares que, sob a aparência de ordem e proteção, perpetuam a exploração e o silenciamento do povo.A figura de Vencecavalo, brutal e autoritária, é a materialização da opressão. Seu domínio não se dá apenas pela força física, mas pelo controle simbólico, moral e afetivo. Já o “Outro Povo” representa uma coletividade alienada, moldada por séculos de submissão, onde a passividade não é sinal de paz, mas de exaustão.A crítica à conivência entre poder e fé institucionalizada é central na obra. O padre, aliado aos dominadores, não apenas omite-se, mas colabora ativamente na perpetuação da ordem injusta, evidenciando a manipulação religiosa como instrumento de controle social.Ao recorrer a elementos do teatro popular, como a farsa, o grotesco e a oralidade, Ubaldo constrói uma narrativa que dialoga diretamente com as tradições cênicas brasileiras, ao mesmo tempo em que provoca o espectador a reconhecer, nas figuras caricaturais da peça, personagens ainda presentes no Brasil contemporâneo.No coração da obra está a denúncia de um ciclo histórico de opressão: sempre que um Vencecavalo cai, outro se ergue em seu lugar — porque a estrutura que o sustenta permanece intocada. É justamente esse ciclo que a encenação proposta busca tensionar: não apenas refletir sobre o passado, mas instigar o público a identificar os ecos da peça no presente.Abordagem CênicaA encenação de Vencecavalo e o Outro Povo parte do desejo de atualizar a farsa política de João Ubaldo Ribeiro a partir de uma linguagem híbrida, que cruza o teatro popular com estratégias da cena contemporânea. Elementos como o exagero, o grotesco, a caricatura e a musicalidade serão mobilizados não como ornamento, mas como ferramentas críticas que tensionam o riso e revelam os absurdos da realidade brasileira.A cena será construída sobre um jogo performativo em que o ator e a atriz transitarão entre personagens e narradores, rompendo com a ilusão dramática e convocando o público a manter uma postura ativa e crítica diante do que vê. A frontalidade, o uso direto da palavra, a quebra da quarta parede e o uso de máscaras ou figurinos estilizados ampliam a farsa e desestabilizam a passividade do espectador.O espaço cênico será pensado como arena de embate — não há lugar neutro. Os elementos visuais (cenografia, figurinos e adereços) terão caráter simbólico e reciclável, enfatizando a precariedade como linguagem estética e política. A trilha sonora ao vivo, inspirada nas tradições nordestinas e em ritmos populares, funcionará como condutora da ação e comentário cênico, reforçando o tom satírico da montagem.Essa abordagem propõe uma leitura crítica da peça, mas também afetiva — que reconhece no riso, na festa e na denúncia os caminhos possíveis de resistência. A encenação não busca “modernizar” a obra, mas evidenciar como ela, por sua própria estrutura farsesca e contundência poética, continua ressoando de forma potente nas urgências do nosso tempo.Descrição conceitual das Rodas de Escuta e Troca com Povos OrigináriosComo contrapartida social e ação de escuta ativa nos territórios por onde o projeto circulará, propomos a realização de uma série de Rodas de Escuta e Troca com lideranças, artistas e pensadores indígenas locais nas cinco capitais que receberão o espetáculo: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador.Cada roda será organizada em parceria com coletivos, organizações ou representantes indígenas atuantes em cada cidade, garantindo que o diálogo aconteça de forma respeitosa, horizontal e contextualizada. O objetivo é abrir um espaço de escuta crítica e afetiva em torno dos temas centrais da peça — opressão, resistência, silenciamento e estrutura de poder — a partir das vivências e cosmopercepções dos povos originários.Essas rodas terão formato flexível (bate-papo, círculo de diálogo, intervenção performativa ou roda de canto e fala), respeitando os modos próprios de expressão de cada grupo convidado. O elenco e a equipe do espetáculo participarão ativamente das rodas, não como protagonistas, mas como ouvintes e interlocutores em processo de aprendizado.Ao aproximar a obra teatral das realidades e saberes indígenas, o projeto amplia seu campo de atuação simbólica e social, promovendo um encontro intercultural que resiste às lógicas de apagamento e colonização. A atividade será documentada e divulgada com o consentimento dos participantes, contribuindo para a memória das trocas realizadas.

Especificação técnica

Número Total de Apresentações: 108Público Total Previsto: 32.400 espectadoresDuração do Espetáculo: 80 minutosClassificação Indicativa: 14 anos

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE GERAL DO PROJETOO projeto "Vencecavalo e o Outro Povo" reafirma seu compromisso inabalável com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, integrando a acessibilidade como um pilar fundamental em todas as suas fases, desde o produto principal até as contrapartidas. Todas as ações estão meticulosamente alinhadas com as diretrizes do Capítulo IV - Seção I da IN nº 23/2025 e com o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos, conforme recomendado na IN.ACESSIBILIDADE DO PRODUTO PRINCIPAL: Montagem e Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e Circulação do EspetáculoNa fase inicial de montagem e temporada de estreia no Rio de Janeiro, a acessibilidade é concebida desde o planejamento para garantir a participação plena e equitativa do público, promovendo a adoção de medidas que facilitem o acesso de pessoas com deficiência e necessidades especiais.Acessibilidade física e arquitetônica: Visando a eliminação de barreiras físicas em edifícios, espaços e equipamentos urbanos de artes cênicas, este projeto tem o compromisso de escolher teatros equipados com as seguintes ferramentas de acesso: rampas, elevadores, banheiros acessíveis, sinalização tátil, largura adequada de portas, áreas amplas para circulação, espaços destinados a cadeiras de rodas, poltronas para pessoas com obesidade e etc.Acessibilidade Comunicacional: Na temporada de estreia, serão oferecidas 04 apresentações (aos domingos) com intérprete de Libras e audiodescrição (para até 30 pessoas por sessão), legendas com o texto da peça em tela acima do palco, atendendo às necessidades de espectadores com deficiência visual e auditiva. Essas ações visam assegurar que a obra seja compreendida e desfrutada por um público ampliado, superando barreiras comunicacionais. Além disso, as mesmas sessões serão adaptadas para receber o público TEA+ com redução de efeitos sonoros e estroboscópicos. No que concerne à acessibilidade na divulgação, a identidade visual será concebida com letras grandes e contrastadas para facilitar a leitura das informações. A divulgação nas redes sociais será acompanhada de Libras e descrição das imagens nas legendas.Acessibilidade Atitudinal e Inclusão: Reconhecendo a importância do acolhimento humano, o projeto investe na contratação de consultoria especializada em Acessibilidade Atitudinal e Democratização de Acesso, como forma de orientar e coordernar o processo de comunicação e divulgação, bem como na capacitação da equipe por meio de cursos online focado no acolhimento e correta recepção de pessoas com necessidades especiais e visando o alcance, de fato, de todos os públicos. Esta formação abrangerá, de forma específica, o acolhimento da pessoa Trans nos espaços de cultura, garantindo um "ambiente seguro para a pessoa Transgênero" e para a comunidade LGBTQIAPN+ em geral. Tal iniciativa está em sintonia com as prerrogativas da IN nº 23/2025 e do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos, que incentivam práticas de sustentabilidade e inclusão, promovendo um ambiente acolhedor e respeitoso para todas as diversidades.CONTRAPARTIDAS: Ações Ampliadas de Acessibilidade e InclusãoAs contrapartidas do projeto extrapolam o escopo direto das apresentações, estabelecendo ações de acessibilidade de caráter socioeducativo e de diálogo, que refletem o compromisso integral com a inclusão.Ações Socioeducativas e Democratização do Acesso: O projeto oferecerá gratuidade para alunos e professores do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino. Esta medida sócio-educativa visa a ampliar o acesso e a compreensão da obra junto a públicos historicamente marginalizados, promovendo a formação de novas plateias e garantindo que o teatro seja um direito para todos em alinhamento com o Art. 46, inciso III, e Art. 48 e seus incisos, da IN nº 23/2025.Diálogo e Escuta Inclusiva: Em alinhamento com as diretrizes do Seção IV - Das Contrapartidas Sociais - Art. 49 - As "Rodas de Escuta e Troca com Povos Originários" oferecem gratuidade de ingressos para povos originários e são uma iniciativa inovadora que, ao abrir um espaço de diálogo a partir das vivências e cosmopercepções indígenas a respeito dos temas do espetáculo, demonstra um compromisso com a acessibilidade cultural em sua dimensão mais ampla, reconhecendo e valorizando a diversidade cultural e de pensamento. Embora não esteja explicitamente detalhado como "acessibilidade" no sentido técnico, essa ação promove a inclusão de narrativas e perspectivas, alinhando-se ao Art. 48, incisos I e II, da IN nº 23/2025.Engajamento Acessível: O Mural Virtual (via QR code no programa) e o "Diário de Bordo Virtual" (blog) são ferramentas que promovem a interação e o diálogo contínuo com o público. A disponibilização dessas plataformas digitais com o devido cuidado em sua acessibilidade digital garante que pessoas com diferentes habilidades possam participar e compartilhar suas impressões, tornando o processo criativo mais transparente e participativo. Essas ações de comunicação e interação contribuem para a formação crítica e cidadã, utilizando a tecnologia como meio de engajamento acessível.

Democratização do acesso

Como forma de estimativa geral, o projeto prevê 108 apresentações, incluindo ensaios abertos e apresentações especiais gratuitas em salas de espetáculos com lotação de 300 lugares e cada uma das cidades, totalizando 32.400 ingressos disponíveis que serão comercializados pelo valor máximo de R$ 80,00 inteira e R$ 40,00 meia-entrada, respeitando o que se segue:De acordo com as prerrogativas do Capítulo IV em suas seções II e III este projeto prevê medidas de Democratização e Ampliação de Acesso, distribuídas entre seus produtos culturais da seguinte forma:PRODUTO PRINCIPAL: Montagem e Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e Circulação do Espetáculo-10% (dez por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados para distribuição gratuita promocional dos patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme preconiza o inciso I do Art. 46 da IN 23/2025;- 10% (dez por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados a para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto, conforme preconiza o inciso II do Art. 46 da IN 23/2025;- 10% (dez por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados para a distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores e alunos do 3º ano do Ensino Médio de instituições públicas de ensino, conforme preconiza o inciso III do Art. 46 da IN 23/2025;- 20% (vinte por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados a para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais) inteira e R$ 25,00 atendendo a política de meia-entrada;- 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados serão oferecidos como meia-entrada assegurada para estudantes, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013;- meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015.De acordo com a Seção III - Das Medidas de Ampliação de Acesso - Art.47 da IN 23/2025, o projeto prevê como medida de ampliação de acesso:- doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo para professores e alunos do 3º ano do Ensino Médio de instituições públicas de ensino , além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento) ;- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, cursos e treinamentos de acessibilidade atitudinal para a equipe do projeto, visando ampliar o público;- doar 5% (cinco por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita de caráter social para povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais.CONTRAPARTIDAS:Em consonância com a Seção IV - Das Contrapartidas Sociais da IN 23/2025 em seu Art. 49, este projeto prevê:Rodas de Escuta e Troca com Povos Originários: As rodas acontecerão em (01) uma edição única em cada cidade, no mesmo espaço de apresentação em horário alternativo ao horário de apresentações, com duração máxima de 2h. Lideranças, entidades e representantes de Povos Originários em cada cidade, serão convidados a orientar um debate sobre os temas apresentados no espetáculo e como os temas afetam e dialogam com suas comunidades e suas existências no contexto da contemporaneidade. O elenco e a equipe do espetáculo farão parte do evento, entretanto o foco é a ESCUTA. Todas as comunidades de Povos Originários serão convidados a assistir ao espetáculo de forma gratuita, bem como sua participação no evento de Roda de escuta também será gratuita. Este evento será amplamente divulgado nas redes do projeto, direcionado para alunos e professores da rede pública, conforme preconiza o § 2º, funcionando como uma AÇÃO FORMATIVA DO PROJETO em seu inciso II . Serão oferecidas 500 vagas. EVENTO TOTALMENTE GRATUITO.Mural Virtual e Diário de Bordo Virtual: - Criação de um Mural Virtual (acessível via QR Code no programa) para que o público possa compartilhar impressões e reflexões sobre a peça; - Criação de um "Diário de Bordo Virtual" (blog) onde a equipe compartilhará o processo criativo, incentivando comentários e perguntas do público a respeito do processo de criação do espetáculo, aproximando e engajando o futuro espectador com a montagem. Consciência Ambiental e Sustentabilidade: Produção de parte do material impresso (flyers) em papel semente, que pode ser plantado após o uso, transformando-se em uma planta. Esta ação incentiva a adoção de práticas de sustentabilidade e consciência ambiental, demonstrando o compromisso do projeto com a responsabilidade ecológica e a promoção de valores de cidadania. Além disso, o projeto prevê a produção e exibição de um vídeo antes do início de cada apresentação, com duração máxima de 1 minuto, com tema da consciência ambiental, relacionado com as temáticas do espetáculo.

Ficha técnica

Ficha TécnicaTexto - João Ubaldo RibeiroJoão Ubaldo Ribeiro é um dos maiores escritores brasileiros e membro da Academia Brasileira de Letras. É ganhador do Prêmio Camões de 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa. Ubaldo Ribeiro teve algumas obras adaptadas para a televisão e para o cinema, além de ter sido distinguido em outros países, como a Alemanha. É autor de romances como Sargento Getúlio, O Sorriso do Lagarto, A Casa dos Budas Ditosos e Viva o Povo Brasileiro, tendo sido, esse último, destacado como samba-enredo pela escola de samba Império da Tijuca, no Carnaval de 1987.Produção - Colombo ProduçõesA Colombo Produções Artísticas atua no cenário cultural do Brasil desde 2002 e iniciou suas atividades produzindo a Mostra “Back to Film School” para o CCBB-SP. Produziu diversos espetáculos, como: “Moby Dick e Ahab na Terra do Sol”; “The Cachorro Manco Show”, “O Tempo e a Sala”, entre outros. Além de peças de teatro, a produtora é responsável por mostras literárias, show musicais e produções audiovisuais. Em 2024 a produtora realizou um filme de curta metragem, uma oficina de interpretação para o audiovisual. Em 2025 realiza pela PNAB, o projeto PONTO DE PARTIDA, visando a formação completa para o audiovisual, todos em Fazenda Rio Grande - PR, sua cidade sede.Direção - Moacir ChavesMoacir Chaves é um renomado diretor teatral brasileiro. Formado em Artes Cênicas pela Uni-Rio, notabilizou-se por encenações de grande comunicabilidade a partir de materiais não dramatúrgicos. Ao longo de sua carreira, dirigiu espetáculos premiados e reconhecidos por sua dramaturgia e encenação não convencionais. Foi diretor artístico do Teatro Maria Clara Machado e fundou a companhia Alfândega 88. É também professor do departamento de direção teatral da Uni-Rio, e seus trabalhos exploram diversas linguagens cênicas, consolidando-o como uma figura importante do teatro contemporâneo brasileiro.Elenco - Leandro Daniel e Zahý TenteharLeandro Daniel tem carreira sólida no teatro, televisão e cinema. No teatro, esteve em mais de 40 produções, entre elas o sucesso “The Cachorro Manco Show”. Na televisão, é conhecido por diversos trabalhos, tanto na TV Globo como em séries de streaming. No cinema, atuou em filmes como "VIPs" (2011) e, em 2021, recebeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Cinema de Gramado por sua atuação em "Jesus Kid". Sua trajetória é marcada pela versatilidade.Zahý Tentehar é uma premiada atriz, roteirista, diretora e ativista indígena brasileira do Maranhão. Reconhecida por atuações marcantes no cinema ("Não Devore Meu Coração", "Uýra"), TV ("Cidade Invisível", "Independências") e teatro, onde foi a primeira indígena a ganhar o Prêmio Shell de Melhor Atriz ("Azira'i"). Artista multifacetada, também explora as artes visuais em suas criações.Dramaturgista - Fabieli ColomboGraduada e licenciada em Letras/Literaturas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, com especialização em Escrita Criativa e Narrativa Ficcional, também é formada em psicanálise e especialista em Análise Simbólica de Roteiros. Seus conhecimentos somam e contribuem na construção de narrativas ficcionais a partir do uso do complexo psicológico humano e das representações simbólicas do inconsciente coletivo, facilitando o processo de construção de histórias e a criação de personagens multifacetados. Desenvolveu projetos como a oficina de Escrita Criativa: "Eu Escritor", em escolas públicas do RJ, é uma das fundadoras da Colombo Produções Artísticas e Colombo Filmes. Roteirista do longa-metragem "Gilka, do pecado à catarse", colaborou no roteiro do curta- metragem "Circo Órion" e ministra oficinas de roteiro.Iluminação - Aurélio de SimoniAurélio de Simoni é um renomado iluminador brasileiro, com uma carreira extensa e altamente premiada no teatro. Ele é conhecido por sua habilidade em criar atmosferas e emoções através da luz, contribuindo significativamente para a narrativa e estética dos espetáculos. Simoni tem colaborado com diversos diretores e companhias de teatro importantes no Brasil, e seu trabalho é caracterizado pela inovação, sensibilidade e domínio técnico.Cenários - Carla BerriCenógrafa premiada com vasta experiência em teatro, ópera e eventos.Vencedora do Prêmio Shell por "Macbeth" é de notável criatividade, pesquisa aprofundada e colaboração com diretores. Figurinos e Adereços - Inês SalgadoFigurinista com atuação destacada no teatro, assinou os figurinos de peças importantes como "Agreste", premiada produção que marcou sua trajetória. Seu trabalho também brilhou em montagens como "Ricardo III" e "Gota D'Água [re]visited", evidenciando sua sensibilidade e pesquisa na construção visual dos personagens para os palcos do Rio de Janeiro.Trilha Sonora - Felipe StorinoCompositor e músico versátil com forte atuação no teatro. Criou trilhas sonoras marcantes para espetáculos da Cia Brasileira de Teatro, a impactante sonoridade de "Incêndios" (dirigida por Aderbal Freire-Filho), e a atmosfera envolvente de "Vanya e Sonia e Masha e Spike" (direção de Jorge Takla). Sua sensibilidade sonora e a capacidade de integrar música à narrativa cênica o consolidam como um nome importante da cena teatral.Design Gráfico - José Luiz SegantiniDiretor de criação e design gráfico de vários projetos culturais, como Festival de Cinema de Petrópolis, Festival Nova Bossa, Curta Metragem "Cine Órion", Rio Holistic Journey entre outros. Atua também como freelancer para empresas criando conceitos, campanhas, marcas, embalagens e rebranding.Assessoria de Imprensa - JSPontes ComunicaçãoA JSPONTES Comunicação é uma assessoria de imprensa especializada no setor cultural, com forte atuação em teatro e artes performáticas. Liderada por João Pontes e Stella Stephany, a empresa oferece serviços de comunicação estratégica e relacionamento com a mídia. Realização - Colombo Produções

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.