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A peça infantil "A Coruja Sofia" é um espetáculo musical que propõe uma reflexão lúdica e poética sobre a preservação ambiental, o valor da sabedoria e os contrastes entre a natureza e o mundo moderno. Circulação de espetáculo teatral, "A Coruja Sofia" de Maria Clara Machado, durante o período de 2 mês na cidade do Rio de Janeiro
A Coruja Sofia aborda a sabedoria da floresta e a harmonia da natureza em contraste com a agitação e a loucura do mundo moderno urbano. Na história, Sofia, uma coruja sábia e intuitiva, é raptada por bandidos que desejam explorar sua capacidade de adivinhação. Para justificar o sequestro, eles mentem, dizendo que a floresta será destruída para dar lugar à construção de um metrô, colocando a vida da coruja em perigo. O enredo retrata dois universos distintos: de um lado, a importância da floresta, representada pela sabedoria de Sofia, sua exuberante natureza e os costumes dos animais que ali vivem; do outro, o caos da cidade, onde impera o desejo constante de ter, consumir e avançar, mesmo que isso custe a destruição do que é essencial. Essa oposição é realçada pela delicada e expressiva trilha sonora de Paulo Jobim, que sublinha a poesia e a tensão presentes na narrativa.
Objetivo Geral Promover, por meio da montagem e circulação do espetáculo musical infantil "A Coruja Sofia", a conscientização ambiental e o acesso democrático à cultura, especialmente para o público infantil, utilizando a linguagem do teatro musical como ferramenta educativa, reflexiva e inclusiva. Objetivos Específicos Realizar 14 apresentações do espetáculo "A Coruja Sofia" na cidade do Rio de Janeiro no teatro EcoVilla.Oferecer, em todas as sessões, intérprete de Libras para garantir acessibilidade a pessoas surdas.Distribuir sementes ao público infantil por meio do programa da peça, como forma de incentivo à preservação ambiental.Disponibilizar uma cota de ingressos gratuitos por sessão para entidades assistenciais, democratizando o acesso à cultura.Estimular a formação de plateia e fomentar a valorização do teatro musical infantojuvenil brasileiro.Valorizar a produção artística local, envolvendo elenco e equipe técnica do município do Rio de Janeiro.
O projeto "A Coruja Sofia" busca sensibilizar o público infantil para questões ambientais e sociais por meio do teatro musical, com linguagem lúdica, acessível e educativa. O uso da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) é essencial para garantir a realização do espetáculo com qualidade técnica, inclusão (sessões com intérprete de Libras) e democratização do acesso (cotas de ingressos gratuitos para entidades assistenciais). Enquadra-se nos incisos II e III do Art. 1º da Lei, ao estimular a produção cultural e a formação de plateia, e atende aos objetivos do Art. 3º, especialmente: I _ Garantir o acesso aos direitos culturais;II _ Estimular a produção regional;IV _ Apoiar manifestações culturais infantis;V _ Valorizar o patrimônio ambiental;VII _ Promover o respeito à diversidade cultural.Assim, o projeto contribui para o fortalecimento do teatro infantil brasileiro, inclusão social e educação ambiental.
Espetáculo Teatral “A Coruja Sofia” Duração: 50 minutos Cenário: Confeccionado com materiais recicláveis, como garrafas PET, papelão, tampas de garrafa, plástico e isopor, reforçando a proposta sustentável da montagem. Figurinos: Produzidos em algodão cru e tecidos reaproveitados, incorporando também elementos recicláveis, em harmonia com a temática ambiental da peça. Trilha sonora: Original de Paulo Jobim, com adaptações realizadas por Pedro Tomé e Roberta Mourin. Projeto pedagógico: O programa da peça será impresso em papel reciclado e incluirá uma semente de flor ou planta, entregue a cada criança como símbolo de continuidade e incentivo à preservação ambiental. A proposta é que elas possam plantar em casa, conectando-se diretamente com a mensagem ecológica do espetáculo. Temporada: Serão realizadas 14 apresentações, com possibilidade de extensão conforme a demanda. Em cada sessão, serão reservados 50 lugares gratuitos para pessoas de baixa renda e moradores da comunidade da Rocinha, promovendo inclusão e acesso à cultura.
O Teatro EcoVilla Ri Happy, localizado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, oferece uma infraestrutura completa de acessibilidade para atender a diversos públicos. Suas adaptações incluem: Acessibilidade física: rampas de acesso, cadeiras de rodas disponíveis, assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida e banheiros adaptados para pessoas com deficiência (PCD). Recursos de acessibilidade comunicacional: tradução em Libras, audiodescrição e legendagem disponíveis em todas as sessões da Sala de Espetáculos Tom Jobim. Sinalização: sinalização em braile para orientação de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade sensorial: fones abafadores de ruído para pessoas com hipersensibilidade auditiva. Experiência tátil: visitas táteis ao cenário, mediante agendamento prévio. Espaço família: ambiente dedicado para amamentação, fraldário, toalete infantil e área para alimentação das crianças. Além disso, a equipe do teatro está preparada para oferecer suporte personalizado, garantindo uma experiência inclusiva para todos os visitantes. Todas essas informações estão disponíveis no site e nas redes sociais do Teatro.
O projeto “A Coruja Sofia” tem como objetivo principal despertar a consciência sobre a preservação do meio ambiente e dos animais, por meio de uma experiência teatral lúdica e educativa. Reconhecemos que o acesso à cultura ainda é restrito a uma parcela privilegiada da sociedade, e, por isso, buscamos promover uma verdadeira democratização cultural, criando caminhos reais de inclusão. Neste sentido, iniciamos conversas com a Associação de Moradores da Rocinha, com o intuito de aproximar a favela mais populosa do Brasil do universo teatral. A Rocinha abriga mais de 70 mil habitantes, de diversas idades e culturas, sendo considerada uma das comunidades com maior densidade populacional do mundo. Se fosse um município, estaria entre os 500 maiores do Brasil. Apesar de sua riqueza cultural e diversidade, a Rocinha segue sendo historicamente marginalizada no acesso a bens culturais e oportunidades artísticas. Queremos mudar essa realidade. Propomos uma parceria com a Associação de Moradores para garantir que crianças, jovens e adultos da Rocinha possam assistir gratuitamente ao espetáculo. Para isso, reservaremos 50 ingressos por sessão especificamente para moradores da comunidade, com distribuição feita em conjunto com a Associação, de acordo com suas demandas e necessidades. Nosso compromisso é fazer com que a arte chegue a todos — sem barreiras geográficas, sociais ou econômicas. Acreditamos que o teatro é uma ferramenta poderosa de transformação e pertencimento, e queremos que a Rocinha ocupe seu lugar nessa história.
Direção - Cacá Mourthé Completou seus estudos na Academia Russa de Artes (GITIS) em 2001. Professora de teatro há 45 anos, é atualmente Diretora Artística d’O Tablado e responsável pelo curso de improvisação da instituição. Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios, incluindo o Mambembe e o Coca-Cola de Teatro. Entre seus trabalhos mais recentes como diretora, destacam-se: - A Menina e o Vento e A Viagem de Clarinha (2012) - A Bruxinha que Era Boa, Os Saltimbancos e Pluft, o Fantasminha (2014) - Em 2015, escreveu, ao lado de José Lavigne e Rosane Svartman, o roteiro do filme Pluft, o Fantasminha, lançado em 2022. No teatro, dirigiu TãoTão (2016), espetáculo que recebeu 12 indicações no 3º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças, incluindo a de Melhor Direção. - Em 2019, assinou a direção de O Boi e o Burro no Caminho de Belém, e em 2022, dirigiu O Cálice Sagrado, ambos com diversas indicações a prêmios. - Em 2024/2025, assinou a direção de Pluft, O Fantasminha, uma das principais obras de Maria Clara Machado. Direção de movimento e coreografia - Johayne Hildefonso Ator, diretor, coreógrafo e professor de teatro. Atua como professor no O Tablado e no grupo Nós do Morro desde 1996. Com mais de 30 espetáculos no currículo, também tem experiência em projetos de música, dança e circo. Principais Trabalhos: Direção e criação dos espetáculos Vamos Brincar (2023/24), O Canto da Dhu (2024) e Só Vendo Como Dói Ser Mulher (2023/24).Diretor de movimento da Cia Privilegiados (1996–2024).Participação em três edições do Rock in Rio (2019, 2022 e 2024), com espetáculos no Palco Favela.Lançamento do álbum infantil Vamos Brincar em plataformas digitais (2023).Experiência Internacional: Co-direção e coreografia dos shows From The Favela to The World e Favelization (Inglaterra, 2007).Oficinas de teatro e movimento no Reino Unido (2006–2008).Reconhecimentos e Prêmios: Diversas indicações ao Prêmio Shell por direção de movimento em Hamlet é Negro, Telecath, Os Dois Cavalheiros de Verona e Machado a 3x4.Indicação ao Prêmio Contigo (2011) e ao Prêmio CBTIJ (2018).Prêmio FITA de Melhor Espetáculo por A Onça e o Bode (2014).Prêmio Anu Preto da CUFA de Melhor Espetáculo por Urucubaca (2011).Atualmente, ensaia a direção do espetáculo Abdias do Nascimento (estreia prevista para 2025). Preparação e direção musical - Roberta Mourim Musicista, professora e mentora com mais de 10 anos de experiência no ensino musical. Mestre e doutora pela UniRio, com tese indicada ao Prêmio Capes de Tese. Atua como professora de canto, percepção e violão, além de oferecer mentorias para artistas em busca de identidade artística. Apaixonada pela bossa nova, dedica-se à difusão da música brasileira, aliando técnica e sensibilidade. Cenografia - Julia Maria Formada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Rio (2008), construiu carreira nas áreas de cenografia e figurino. Trabalhou como assistente de Lídia Kosovski, Ney Madeira e integrou a equipe de Helio Eichbauer no espetáculo Bodas de Sangue. No Teatro Tablado, destacou-se na cenografia. Atuou como assistente na Rede Record (2011–2015) e, desde 2016, dedica-se a projetos de cinema e TV, com participações em Contrato Vitalício, Gênesis, The Masked Singer Brasil e Canta Comigo. Atualmente, colabora com a agência Preta. Iluminação - Rodrigo Belay Designer de Luz, iniciou seus estudos em teatro no O Tablado em 2004, onde teve seu primeiro contato com a iluminação cênica e começou a trabalhar com Jorginho de Carvalho. Assinou seu primeiro desenho de luz em 2007 e, desde então, colaborou com diretores como Hamilton Vaz Pereira, Guida Vianna, Matheus Souza, entre outros. Destacam-se em seu currículo as criações para os espetáculos Ouroboros (2017) e Maior que o Mundo (2017), além de sua atuação como responsável técnico de iluminação na Cia de Dança Deborah Colker desde 2017. Criou ainda as luzes de Arandu – Lendas Amazônicas (CCBB-RJ, 2018) e Tatá - O Travesseiro (SESI-SP, 2019). Em 2020 e 2021, expandiu sua atuação para projetos audiovisuais. Prêmios e Indicações: Prêmio de Melhor Iluminação – Prêmio Zilka Sallaberry (2017)Prêmio de Melhor Iluminação – Prêmio de Teatro Jovem Coca-Cola (2016)Indicação a Melhor Iluminação – Prêmio Cesgranrio (2016) Produção e elenco - Kéren Hapuque Atriz profissional e produtora cultural, com registro 0061001/RJ. Atua no Teatro O Tablado, onde também é administradora. Tem formação pela Teatro Escola Rosane Gofman (2012) e pelo Teatro Tablado (2013–2023). Participou de espetáculos como O Beijo no Asfalto, O Doente Imaginário, Chorume, O Boi e o Burro no Caminho de Belém, S/S Pecados e A Santa Joana dos Matadouros. Atuou também como assistente de direção, produção, figurino, cenografia e comunicação em projetos recentes. Concluiu diversas oficinas de teatro musical, canto avançado, elaboração de projetos culturais e captação de recursos (Sebrae e SECEC-RJ, 2025). Trilha sonora e elenco- Pedro Thomé Artista multifacetado com mais de 15 anos de experiência no teatro, audiovisual e música. Formado pelo Teatro O Tablado, especializou-se em roteiro pela PUC-Rio, com Maria Carmem Barbosa e pela NYU. Como ator, participou de peças como Sem Vergonhas e A Importância de Ser Perfeito. No audiovisual, foi roteirista da série Vai Que Cola (Multishow) por dez anos, de A Vila por dois anos, e integrou a equipe da série Nada Suspeitos (Netflix). No cinema, coassinou Vai Que Cola – O Filme e colaborou em O Primeiro Natal do Mundo (Amazon Prime). Atuou também como produtor de figuração na TV Globo e assinou trilhas sonoras teatrais. Com ampla experiência em criação e produção artística, atua no desenvolvimento de projetos que promovem a cultura nacional. Elenco - Adriano Martins Ator, diretor e professor de teatro com 18 anos de experiência. Formado pelo Teatro O Tablado, onde estudou por dez anos e atua como professor assistente desde 2015. Premiado como Melhor Ator no Festival Internacional de Humor (2008), participou de mais de quinze espetáculos, incluindo o protagonismo em Uma Carta Perdida (2014). Na televisão, integrou o elenco de Um Lugar ao Sol, Deus Salve o Rei, Malhação, além de séries do Multishow e da GloboPlay. No cinema, participou do longa Ainda Estou Aqui. Como diretor, assinou o projeto Curta com Teatro (2015). Desde 2014, atua também na formação de jovens atores na agência Ieda Ribeiro Casting e na escola Pequena Cruzada.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência:Perfil agência incompatível com tipo pessoa , o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.*