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O projeto "CANTA PRA SARAR - PLANO ANUAL 2026", da Associação Saracura Canta Pra Sarar, visa promover o acesso gratuito a intervenções cênico-musicais realizadas por artistas-cuidadores em hospitais públicos e instituições vinculadas ao SUS na cidade de São Paulo/SP. As ações abrangem visitas a leitos, UTI’s, áreas de pronto atendimento e convívio social, realização de saraus, fomento à pesquisa e produção de conhecimento e publicações, rodas de troca de saberes, além de um ciclo completo de capacitação gratuita e especializada para formação de artistas-cuidadores atuantes em unidades de cuidado.
É possível guardar boas lembranças da passagem por um hospital?Há 20 anos, o CANTA PRA SARAR existe para provar que SIM!Em duos ou trios, artistas-cuidadores profissionais e plenamente capacitados circulam pelo interior dos hospitais da rede pública ou instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) da cidade de São Paulo, com o seu jaleco característico, realizando intervenções cênico-musicais em pronto-atendimentos, alas de internação, UTI's e também áreas administrativas e de convívio social. A partir do silêncio, tão comum nos hospitais, os Saracuras entoam, com delicadeza e cuidado, melodias e sonoridades que transformam o tempo e o espaço dos pacientes, transformando os ambientes e a experiência de confinamento. A música é um vetor de acesso poderoso, mas muitas das intervenções cênico-musicais não incluem canto e, em diversos momentos, não há sequer o uso de palavras, pois o foco é a construção de um ambiente lúdico, interativo e sensorial, típico do jogo e do campo de conhecimento das artes da cena.
O presente projeto busca garantir a continuidade e ampliação das atividades da Associação Saracura Canta Pra Sarar em hospitais da rede pública, tendo a arte e a cultura como eixos centrais para a humanização hospitalar. A iniciativa busca fortalecer e expandir o relacionamento com setores de média e alta complexidade dos hospitais públicos de São Paulo, promovendo um ambiente mais acolhedor por meio das artes da cena e da música. A proposta visa, em última instância, investigar, promover e disseminar o uso das artes na saúde pública com a humanização do ambiente hospitalar através da adequação dos saberes dos corpos de conhecimento da cena e da música enquanto experiências sensoriais significativas ao publico atendido em unidades de cuidado, utilizando o encontro e o musicar como instrumentos de promoção do bem-estar social. As atividades da Associação, por meio deste projeto, levam apoio e acolhimento a um contexto naturalmente desafiador, aproveitando-se do potencial da cultura e do encontro para reforçar afetos e ressignificar espaços e/ou experiências dentro de ambientes de cuidado, desta forma, contribuindo para melhorias na qualidade de vida por meio da promoção do acesso universal a atividades artísticas. Após 20 anos de atuação em hospitais de referência da rede pública de São Paulo e acompanhando experiências internacionais similares, ainda se constata a carência de acesso à cultura em ambientes hospitalares. O impacto positivo da arte nesses espaços reforça a urgência e relevância da continuidade do projeto, que utiliza o potencial lúdico da cultura e das artes para promover interação, integração e empoderamento de pacientes e familiares, indo além da apreciação artística e afetando também aspectos fisiológicos, psicológicos e sociais. Busca-se agora expandir e consolidar as ações do projeto, fortalecendo a presença e o papel da cultura nos hospitais públicos. A proposta amplia o impacto das artes da cena e da música como ferramentas de promoção de bem-estar e humanização, prezando por uma abordagem especializada e orientada por evidências. Diante disso, o presente PLANO ANUAL tem como OBJETIVOS GERAIS: I) Prover a viabilização e/ou continuidade das visitas e intervenções especializadas no âmbito da cultura, do brincar e do cantar aplicados ao contexto da humanização hospitalar e da Experiência do Paciente (PX) por meio da retomada do relacionamento e viabilização de atendimento aos setores de média e alta complexidade de unidades de cuidado da rede pública previamente atendidos pelas ações do coletivo. II) Promover a humanização do ambiente hospitalar através da adequação intencional dos saberes e das práticas da cena e da música enquanto experiências sensoriais humanas que se relacionam diretamente com os Componentes da Arte Relacionados à Saúde, segundo a OMS (engajamento estético, envolvimento da imaginação, ativação sensorial, evocação de emoção, estimulação cognitiva, interação social, engajamento com a jornada de cuidado e interação com ambientes de saúde) utilizando o encontro e o "musicar" como instrumentos de redução do estresse e isolamento, de melhoria da interação social bem como de aumento da adesão a tratamentos e estilos de vida e relacionamentos saudáveis contribuindo, desta forma, com a promoção de bem-estar psicosocial, qualidade de vida e saúde do público atendido. III) Ao oferecer atividades artísticas profissionais gratuitas em ambientes de atenção à saúde e internamento hospitalar, o projeto também busca promover a democratização do acesso à produtos culturais e a colaboração entre os setores da cultura e da saúde para ampliação dos benefícios. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao longo de 12 meses, o projeto "CANTA PRA SARAR - PLANO ANUAL 2026" propõe a realização de 260 intervenções, cada uma com duração de 3 horas (totalizando 760 horas de intervenções), abrangendo ao menos 6 hospitais de referência da rede pública de São Paulo (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo - ICESP; Instituto da Criança e do Adolescente - ICr HCFMUSP; InCor - Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP; ITACI - Instituto de Tratamento do Câncer Infantil; GRAACC e Hospital São Paulo EPM/UNIFESP), alcançando cerca de 96.000 pessoas, entre pacientes, familiares, profissionais da saúde e transeuntes. A equipe de artistas-cuidadores preza deliberadamente pela pluralidade e diversidade presente na sociedade, contando com profissionais representantes de diferentes gêneros, raças, credos e orientações afetivas. A escolha dos hospitais se baseia em critérios como demanda, infraestrutura para receber as intervenções artísticas e parceria prévia estabelecida com a Associação, garantindo viabilidade e adesão ao projeto. Complementando as visitas, o projeto prevê ainda o oferecimento de 10 Saraus Abertos em áreas comuns dos hospitais atendidos, como auditórios, átrios e áreas de lazer. Os saraus serão sempre conduzidos por um mestre de cerimônias e terão também, como atração, a perfomance de um conjunto executando repertório de música instrumental tradicional brasileira. A pesquisa do projeto prevê o resgate e catalogação de 60 composições do cancioneiro popular (entre canções de ninar, acalantos, cantigas de roda, cantigas de jogos, cantos cumulativos, cantos de não findar, etc.) além do registro sistemático de até 260 relatos autoetnográficos supervisionados. Esses registros documentarão as experiências das intervenções nos hospitais, analisando a influência e o impacto da arte na saúde e no bem-estar dentro do contexto hospitalar.Um grupo de trabalho continuado, com 6 pesquisadores atuantes, será estabelecido, sob a coordenação da Dr.a Priscila Ribeiro, para conduzir a sistemática, documentação, análises, debates e conclusões para a produção de material além da promoção de 10 rodas de conversa abertas e gratuitas sobre temas relacionados às atividades e seus impactos desenvolvendo e produzindo novos saberes e ampliando o conhecimento na área da cultura em diálogo com outros campos de conhecimento. Estes esforços das frentes de pesquisa serão entregues à sociedade também na forma de publicações, em especifico, 5 livros físicos além de materiais no formato digital com reflexões, ensaios, discussões, partituras, protocolos etc. O presente PLANO ANUAL contempla também a concepção, viabilização, coordenação e gestão de um ciclo completo de formação e capacitação gratuita para até 60 novos artistas-cuidadores profissionais. Com carga horária de 70h, o programa inclui oficinas práticas, aulas teóricas, leitura e discussão de bibliografia, além de estágios supervisionados em hospitais. A formação será pautada nos mais rigorosos padrões de segurança hospitalar e qualidade artística, garantindo uma preparação abrangente. Além de preparar os participantes para atuar em hospitais, a capacitação busca expandir o modelo para novas unidades e contextos, consolidando uma rede sustentável de artistas na interface entre cultura e saúde, garantindo a continuidade e ampliação do impacto do projeto. Em suma, o projeto visa contribuir para a viabilização da continuidade das atividades da Associação Saracura Canta Pra Sarar, garantindo a manutenção e ampliação da entidade junto à sociedade civil, difundindo e aprofundando seu trabalho, pesquisa e produção estabelecendo novas parcerias e diálogos com outros artistas e pensadores, impulsionando a profissionalização da área e incentivando a formação de mais artistas capacitados para atuar em unidades de saúde de alta complexidade. Esse conjunto de ações reafirma o papel essencial das artes na sociedade, consolidando sua importância dentro do ambiente hospitalar. Além de ampliar e democratizar o acesso à produtos culturais para milhares de pessoas, o projeto reafirma a cultura como um direito fundamental e uma ferramenta de transformação psico-social importante, garantindo um impacto cultural duradouro e deixando um legado significativo para a população atendida
A Associação Saracura Canta Pra Sarar tem como eixo central a realização de intervenções cênico-musicais em hospitais, articulando expressões corporais, uso de figurinos, improvisação cênica e presença performática. Todas as demais frentes (rodas de conversa, formação, produção editorial e registro) são concebidas para alimentar, qualificar e ampliar o impacto das ações junto ao público e a sociedade, fortalecendo o vínculo entre arte, cuidado e saúde por meio da linguagem das artes da cena, do corpo e da música. A sólida experiência acumulada em mais de duas décadas de atuação em hospitais da rede pública, aliada aos resultados expressivos alcançados pelo projeto "Canta Pra Sarar" desde 2012 (PRONAC 10.2097 e PRONAC 12.9808), fundamenta a presente proposta. A observação prática, somada a estudos nacionais e internacionais sobre arte e saúde, evidencia a lacuna histórica de acesso à fruição cultural em ambientes hospitalares — espaços fortemente regulados e, portanto, comumente excluídos das políticas culturais universais.Apesar da existência de políticas públicas voltadas à saúde, é notória a carência de acesso à cultura em ambientes hospitalares — espaços altamente regulados e, por isso, geralmente excluídos da fruição cultural. A Lei de Incentivo à Cultura surge, portanto, como mecanismo estratégico para viabilizar essas ações, que enfrentam barreiras operacionais e logísticas não superadas por editais tradicionais ou recursos públicos ordinários e, portanto, historicamente recebem menor atenção em termos de democratização do acesso a bens culturais.A proposta "CANTA PRA SARAR - PLANO ANUAL 2026" encontra pleno respaldo nos objetivos estabelecidos no art. 1º da Lei nº 8.313/91, em especial os incisos:I: Facilitar o livre acesso às fontes da cultura: ao realizar atividades artísticas em unidades hospitalares, o projeto atua onde o acesso é mais restrito, removendo barreiras físicas, simbólicas e institucionais à cidadania cultural.II: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.O projeto oferece uma plataforma robusta e bem estruturada de produção, apoio, fomento e viabilização da atuação segura, embasada e confiável de artistas-cuidadores em unidades de cuidado, promovendo a difusão de expressões culturais por meio das artes da cena da música e do brincar em um contexto hospitalar.III: Preservar o patrimônio cultural imaterial: a sistematização e difusão do cancioneiro popular brasileiro, com destaque para gêneros tradicionais como o choro e suas variações (polca, baião, maxixe, frevo, samba, tango brasileiro, valsa etc..), contribui para a memória e identidade cultural, buscando reinserir tais ativos culturais tradicionais da nossa cultura popular ao cotidiano e ao imaginário afetivo da população.IV: Estimular a produção de bens culturais formadores de memória: com a produção de relatos, publicações e registros sensíveis da experiência, o projeto amplia o conhecimento sobre as relações entre arte e saúde no Brasil contemporâneo. O "CANTA PRA SARAR - PLANO ANUAL 2026" também se alinha com os objetivos do Art. 3º da referida norma, principalmente aos incisos:I: Formação artística e cultural: o projeto ofertará capacitação gratuita a até 60 artistas-cuidadores, com módulos teóricos, oficinas práticas e estágio supervisionado.II: Fomento à produção cultural: a realização de 260 intervenções musicais e 10 saraus abertos amplia o circuito cultural em áreas de escassez artística. IV: Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais.As ações e atividades propostas pelo presente Plano Anual visam não apenas oferecer apresentações artísticas, mas também pesquisar, registrar e catalogar canções e parlendas populares, relatos autoetnográficos orientados, discussões e publicações contribuindo para a ampliação democrática e acessível do conhecimento e do repertório cultural da sociedade. V: Apoiar outras atividades culturais e artísticas.As rodas de conversa, saraus e publicações previstas pelo projeto reforçam a conexão entre a cultura e outras áreas de conhecimento relevantes, promovendo uma abordagem interdisciplinar estruturada, eficaz e continuada. As publicações produzidas pelo projeto serão 100% distribuídas gratuitamente, conforme os percentuais mínimos exigidos pela Instrução Normativa, com foco em instituições públicas, bibliotecas, hospitais e ONGs.
A proposta “Canta Pra Sarar – Plano Anual 2026” representa um modelo consolidado e metodologicamente estruturado de articulação entre cultura e saúde, com potencial de replicabilidade em outras regiões do país. Seu diferencial reside na atuação continuada em ambientes hospitalares complexos, na utilização de metodologias sensíveis baseadas em escuta ativa, improvisação cênica e construção de vínculos afetivos por meio da arte e da cultura. A equipe proponente possui ampla experiência em atuação hospitalar, pesquisa acadêmica e gestão cultural, o que confere à proposta uma base técnico-metodológica sólida. O projeto adota como princípios orientadores, por exemplo, as diretrizes da Organização Mundial da Saúde sobre o uso da arte em contextos de cuidado e saúde pública. Além disso, a Associação Saracura Canta Pra Sarar tem estabelecido diálogo contínuo com redes de pesquisa, hospitais, universidades e iniciativas nacionais e internacionais que atuam com cultura e humanização em saúde, o que reforça a legitimidade da proposta e sua capacidade de gerar impacto, inovação e novos saberes. Por fim, destaca-se que todas as ações foram planejadas considerando a viabilidade logística e orçamentária, com detalhamento técnico compatível com as exigências da presente Lei de Incentivo à Cultura, assegurando plena conformidade legal, transparência e compromisso com a execução responsável dos recursos públicos incentivados.PS.: Optou-se por alocar despesas indispensáveis de apoio administrativo, como contabilidade, assessoria jurídica, infraestrutura operacional e pequenas despesas de gestão, no percentual de 15% reservado para Custos de Administração. Dessa forma, não foram criadas rubricas específicas para esses serviços, a priori.
APRESENTAÇÕES CÊNICO-MUSICAIS: As apresentações cênico-musicais das equipes de musicos-cuidadores da ASSOCIAÇÃO CANTA PRA SARAR e do Grupo Saracura serão oferecidas e realizadas de forma gratuita em hospitais da rede pública ou instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde - SUS. A proposta é garantir aos pacientes o acesso à cultura, mesmo em períodos de internamento hospitalar, permitindo que sejam recebidos nos hospitais como pessoas completas, sem serem privados do universo de imaginação, criatividade e boas experiências.A partir do silêncio, tão comum nos hospitais, os Saracuras entoam com delicadeza e cuidado melodias, sonoridades, jogos e brincadeiras que transformam o tempo e o espaço dos pacientes, familiares e equipes de cudiado, alegrando os ambientes de confinamento. São brincadeiras cantadas, sonhos dançados, histórias musicadas, desenhadas ao som dos instrumentos musicais dos Saracuras. Sempre de acordo com as condições específicas de cada ambiente hospitalar, do estado de saúde dos pacientes e da sua idade, cada apresentação é única e singular. Todos artistas-cuidadores são profissionais com formação musical plena (tanto em universidades, como em conservatórios e escolas técnicas), bem como treinamento em expressividade corporal, movimentação cênica e comunicação sensível, de forma a poderem se aproximar desse universo lúdico e efetivar a devida comunicação artista-pacientes, muitos deles, crianças. Aspectos importantes e irrevogáveis das atuações incluem:I) Caráter Cênico-Performático das InteraçõesCada apresentação parte da premissa da absoluta proficiencia e excelência musical dos atuantes contudo não se limita à execução de músicas. As interações realizadas pelos artistas incluem, deliberadamente e necessariamente, figurinos específicos, o uso consciente e intencional do espaço, movimentação corporal, gestualidade, expressão facial, tom de voz e diálogos sensíveis e cuidadosos com o público (pacientes, acompanhantes, profissionais de saúde e transeuntes). Vale também ressaltar que muitas das intervenções cênico-musicais não incluem canto e, em diversos momentos, não há sequer o uso de palavras, pois o foco é a construção de um ambiente lúdico, interativo e sensorial, típico do campo de conhecimento das artes da cena.II) Improvisação e Adaptação ao PúblicoAs intervenções são moldadas em tempo real, com base no estado físico e emocional do público, e acabam por utilizar técnicas que remetem diretamente às práticas de improvisação teatral. Essa característica, em especial, aproxima o projeto mais das artes cênicas performadas por artistas com formação plena em música do que de uma apresentação musical tradicional ou um recital meramente contemplativo. III) Integração de Elementos Culturais e LúdicosO presente projeto propõe também o resgate do cancioneiro popular infantil tradicional, utilizando melodias como pano de fundo para narrativas lúdicas e interações cênicas que integrem e conectem os envolvidos nas intervenções. A música, neste caso, funciona como um conveniente e poderoso elemento facilitador e coadjuvante, integrando-se à construção de universos narrativos e performáticos dentro de um fazer não exclusivamente musical, mas sim dentro de um musicar do relacionamento humano ou, simplesmente, como verbo que atenta para importância da ação performativa como geradora de relações entre sons e pessoas (SMALL, Christopher. 1998) SARAUS ABERTOS:Os Saraus, denominados "SarauCura", são atividades que promovem encontros culturais em áreas comuns dos hospitais, como auditórios, átrios e áreas de lazer. Formato e Duração: Cada SarauCura terá duração aproximada de 2 horas e será realizado em locais acessíveis e abertos ao público. Serão realizados 10 Saraus Abertos ao longo do ano, cada um adaptado às características e demandas específicas do ambiente onde ocorrerá.Os saraus incluirão apresentações musicais sempre com a participação ativa do público presente.O formato dos Saraus Abertos permitirá a participação espontânea do público, incentivando pacientes, familiares e profissionais de saúde a compartilharem suas próprias histórias, músicas ou poemas. PUBLICAÇÕESComo parte das entregas do projeto, serão produzidas publicações que documentam e difundem os conhecimentos gerados ao longo das atividades, contribuindo para o enriquecimento do patrimônio cultural e científico. Serão produzidos, editorados e publicados livros físicos e materiais digitais, que compilarão reflexões, discussões, partituras, ferramentas e relatos coletados durante o projeto. Essas publicações abordarão temas como a interação entre música e saúde, a importância da humanização hospitalar e da arte da cultura na experiência dos pacientes.As publicações produzidas pelo projeto serão 100% distribuídas gratuitamente, conforme os percentuais mínimos exigidos pela Instrução Normativa, com foco em instituições públicas, bibliotecas, hospitais e ONGs.Acessibilidade: Todo o conteúdo publicado será adaptado para acessibilidade com versões em audiolivro, assegurando que mais possam usufruir dessas obras e dos conehcimentos e saberes disseminados.RODAS DE CONVERSA:As Rodas de Conversa serão encontros gratuitos e abertos ao público, focados em discutir temas relacionados às atividades dos músicos-cuidadores e aos impactos da arte no ambiente hospitalar. Formato, Estrutura e Duracao: Serão realizadas 10 Rodas de Conversa ao longo do ano, cada uma com duração de 2 horas, reunindo músicos-cuidadores, e abeertos a profissionais de saúde, pesquisadores membros da comunidade hospitalar e/ou de qualquer outro segmento da sociedade, sem restrições. Os encontros serão realizados em espaços acessíveis dentro dos hospitais/instituições parceiras ou não e serão transmitidos de maneira online e gratuita.Os temas abordados nas Rodas de Conversa incluirão a música e as artes do encontro como ferramenta de humanização, os desafios e benefícios das intervenções artísticas em hospitais, e o diálogo entre cultura, saúde e bem-estar etc... Essas discussões serão guiadas por especialistas e contarão com a participação ativa dos presentes.Todas as Rodas de Conversa serão registradas em áudio e vídeo, com posterior disponibilização gratuita em plataformas digitais, garantindo que o conteúdo gerado seja acessível a um público mais amplo. Serão incluídas legendas descritivas e transcrições para assegurar a plena acessibilidade do material. CICLO DE FORMAÇÃO:O ciclo de formação terá a duração de 9 meses, com carga horária de 70h e será direcionado para músicos, a partir dos 20 anos de idade, interessados em atuar nos hospitais como musicos-cuidadores plenamente capacitados. O programa de treinamento é voltado não só para questões de aptidão técnica cênico-musical, como também noções de psicologia, protocolos de conduta, segurança e qualidade específicos para a atuação artística dentro das unidades de saúde. O processo de capacitação consistirá em uma primeira etapa de seleção, seguida de três fases de treinamento e estágio em hospitais bem como uma avaliação final. Processo Seletivo: O curso de treinamento será amplamente divulgado com 30 dias de antecedência da abertura das inscrições, que poderão ser realizadas de forma 100% online e gratuita. Serão aceitos somente músicos com aptidão instrumental, vocal e boa comunicabilidade, entre outros pré-requisitos de proficiência mínima. A avaliação será realizada pelo corpo técnico do projeto, através de entrevista e análise de currículo, e serão selecionados até 60 participantes.
O “Canta Pra Sarar – Plano Anual 2026” adota a acessibilidade como princípio fundamental, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam usufruir das atividades propostas com equidade.As atividades do projeto serão, em quase sua totalidade, realizadas em hospitais, os quais já possuem, por premissa, infraestruturas adaptadas e preparadas para receber e atender às necessidades de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.As publicações digitais incluirão versões acessíveis.Plano de Acessibilidade (por produto)PRODUTO: Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade Física:- Espaços acessíveis com rampas, elevadores e banheiros adaptados (típicos da infraestrutura presente em hospitais).Item da planilha orçamentária: Performance artísticaAcessibilidade Visual:- As ações incluem mediação sensorial e atenção especial para visitas a deficientes visuais, dessa forma as intervenções cênico-musicais são plenamente passíveis de serem recebidas por deficientes visuais.Item da planilha orçamentária: Performance artísticaAcessibilidade Auditiva:- Os artistas-cuidadores do projeto têm ampla experiência com a atuação junto a deficientes auditivos. Cada encontro também acolhe esse tipo de condição, por exemplo, convidando o espectador a tocar no tampo dos instrumentos para assim sentir a vibração da música produzida. Os resultados são eficazes e impressionantes.Item da planilha orçamentária: Performance artísticaPessoas com espectros, síndromes ou desconhecimento de linguagem:- As intervenções artísticas vão de encontro ao público em seus espaços de ocupação, mesmo em confinamento hospitalar. Linguagem simples, mediação cultural e conteúdo lúdico são utilizados para atuações junto a públicos de pessoas com espectros, síndromes ou desconhecimento de linguagem. Os resultados também são muito eficazes e a receptividade desse grupo é, especialmente, impressionante.Item da planilha orçamentária: Performance artísticaPRODUTO: Seminário / Simpósio / EncontroAcessibilidade Física:Os encontros Rodas de Conversa, quando presenciais, serão realizados em espaços que já possuem infraestrutura plenamente acessível, como rampas de acesso, elevadores e banheiros adaptados. A escolha dos locais é feita com base na capacidade de acolhimento seguro e universal dos participantes. Ressalta-se que todos os encontros também serão gravados e transmitidos pela internet gratuitamente.Item da planilha orçamentária: Locação de EspaçoAcessibilidade Visual:O conteúdo dos encontros será apresentado de forma oral, com recursos de descrição verbal dos materiais visuais utilizados. Haverá apoio em materiais complementares com linguagem acessível e descrição textual ampliada. O conteúdo será transmitido via streaming, gravado e disponibilizado integralmente de forma gratuita via online podendo, portanto, ser também convertido em áudio.Item da planilha orçamentária: Licença de Software, Transmissão em tempo real (internet), Designer, Sítio de Internet - Manutenção/AtualizaçãoAcessibilidade Auditiva:As transmissões de rodas de conversa serão gravadas e transmitidas pela internet contarão transcrição e legendagem, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva compreendam e participem das atividades.Item da planilha orçamentária: Legendagem, Transmissão em tempo real (internet)Pessoas com espectros, síndromes ou desconhecimento de linguagem:Os encontros utilizarão linguagem simples e objetiva, com recursos visuais sempre que necessário. A curadoria e a produção dos conteúdos considera as diretrizes de acessibilidade cognitiva, garantindo que participantes com diferentes níveis de compreensão e processamento de informação consigam acompanhar as discussões.Item da planilha orçamentária: Curadoria, MediadorPRODUTO: LivroAcessibilidade Física:Todos os livros produzidos pelo projeto serão disponibilizados também em formato digital, garantindo o acesso remoto, gratuito e desobstruído a qualquer pessoa interessada. A versão digital será hospedada em plataforma compatível com leitores de tela e tecnologias assistivas.Item da planilha orçamentária: Coordenação editorial, Designer, Revisor, Produção de texto, Sítio de Internet - Manutenção/AtualizaçãoAcessibilidade Visual:O conteúdo será editado com atenção à legibilidade (tipografia, contraste e estrutura) e será disponibilizado em PDF acessível.As versões digitais contarão com suporte pleno à áudio-descrição (leitores de texto Text-to-Speech), se necessário.Item da planilha orçamentária: Coordenação editorial, Revisor, Produção de textoAcessibilidade Auditiva:As publicações serão produtos textuais e serão hospedados em plataforma digital de livre acesso.Item da planilha orçamentária: Coordenação editorial, Designer, Revisor, Produção de texto, Sítio de Internet - Manutenção/AtualizaçãoPessoas com espectros, síndromes ou desconhecimento de linguagem:O conteúdo contará com glossário e linguagem inclusiva, visando ampla compreensão e facilitando a fruição do conteúdo por públicos diversos.Item da planilha orçamentária: Coordenação editorial, Designer, Revisor, Produção de textoPRODUTO: Curso / Oficina / CapacitaçãoAcessibilidade Física:Os encontros formativos serão realizados em locais com infraestrutura acessível, garantindo a entrada e circulação de pessoas com mobilidade reduzida.Serão observados critérios de acessibilidade como banheiros adaptados, sinalização tátil e ausência de barreiras arquitetônicas.Item da planilha orçamentária: Coordenação educativa, Locação de EspaçoAcessibilidade Visual:O material didático do curso será produzido com atenção à acessibilidade visual, incluindo eventual preparo de versão em fonte ampliada e possibilidade de distribuição em formato digital compatível com leitores de tela.Item da planilha orçamentária: Coordenação educativa, Editor montadorAcessibilidade Auditiva:Todas as aulas contarão com vídeos formativos e materiais impressos e multimídia utilizados ao longo da capacitação também terão legendas e recursos visuais adequados.Item da planilha orçamentária: Coordenação educativa, Apostila, Editor montadorPessoas com espectros, síndromes ou desconhecimento de linguagem:A condução pedagógica das oficinas será orientada por princípios de acessibilidade cognitiva, com linguagem clara, estímulos visuais, uso de exemplos práticos e suporte individualizado aos participantes, sempre podendo levar em conta suas condições específicas.Item da planilha orçamentária: Coordenação educativa, Assistente de coordenação educativaPRODUTO: PesquisaAcessibilidade Física:Os resultados serão publicados digitalmente, com navegação adaptada para acessibilidade e de forma 100% gratuita.Item da planilha orçamentária: Sítio de Internet - Manutenção/AtualizaçãoAcessibilidade Visual:Os relatórios, publicações e materiais derivados da pesquisa seguirão diretrizes de acessibilidade para leitura digital, com estrutura lógica, descrição textual de gráficos e imagens e compatibilidade com softwares leitores de tela.Item da planilha orçamentária: Coordenação Técnica, DesignerAcessibilidade Auditiva:Apresentações e divulgações dos resultados da pesquisa serão textuais, garantindo ampla acessibilidade e compreensão do conteúdo produzido para esse público.Item da planilha orçamentária: Coordenação Técnica, Editor Montador, Designer, Revisor, Produção de textoPessoas com espectros, síndromes ou desconhecimento de linguagem:Os materiais de divulgação e os relatórios utilizarão linguagem objetiva, recursos gráficos explicativos e estrutura modular, facilitando a compreensão por públicos diversos, inclusive com baixa escolarização ou dificuldades cognitivas.Item da planilha orçamentária: Coordenação Técnica, Produção de texto
Democratização de Acesso O projeto "Canta Pra Sarar - Plano Anual 2026" foi concebido com o firme propósito de garantir o mais amplo acesso à cultura, particularmente para as populações que, por conta do confinamento hospitalar e/ou sua condição socioeconômica, encontram-se frequentemente excluídas do exercício de seus direitos culturais. Todas as atividades e produtos culturais gerados pelo projeto serão oferecidos gratuitamente, assegurando que nenhuma barreira econômica impeça a participação ou o benefício das ações propostas. Distribuição e Comercialização dos Produtos As apresentações musicais e artísticas ocorrerão exclusivamente em hospitais públicos e instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo que a democratização da oferta cultural atinja diretamente as camadas mais vulneráveis da população. As apresentações serão gratuitas para todos os envolvidos — pacientes, familiares, equipe médica e demais funcionários dos hospitais, bem como para as próprias instituições. Além das apresentações, os materiais produzidos pelo projeto, como publicações, registros audiovisuais e materiais de formação, serão distribuídos de forma gratuita e acessível a todos. As publicações, que incluem livros físicos e materiais digitais sobre as atividades do projeto, serão disponibilizadas gratuitamente para bibliotecas públicas, instituições de ensino e organizações culturais, garantindo seu amplo acesso e disseminação para a sociedade, como um todo. Outras Medidas de Ampliação de Acesso Para ampliar ainda mais o alcance e a acessibilidade do projeto, as seguintes medidas adicionais serão implementadas: Saraus Abertos: Serão realizados saraus abertos ao público em áreas comuns dos hospitais (SarauCura), como auditórios, jardins e átrios, permitindo que um maior número de pessoas, incluindo visitantes e transeuntes, possa acompanhar e participar das atividades culturais em um formato mais informal e interativo.Rodas de debate: Durante o ciclo de apresentações e atividades nos hospitais, serão organizadas rodas de debate de voltadas tanto para pacientes e familiares quanto para os profissionais de saúde, da cultura ou de qualquer outro segmento da sociedade, sem retrições. Essas rodas serão oferecidas gratuitamente, incentivando a participação ativa e promovendo a criação de espaços de interação e aprendizado dentro do campo de conhecimento da cultura, do cuidado centrado na pessoa, das artes da cena, do brincar e da música.Transmissão pela Internet: Para alcançar um público ainda mais amplo, parte das apresentações e rodas de conversa será transmitida ao vivo pela internet, utilizando plataformas acessíveis e de ampla difusão. Isso permitirá que pessoas de outras regiões, que não possam estar presentes fisicamente, também tenham acesso aos conteúdos e experiências proporcionadas pelo projeto.Registro e Divulgação: Todo o conteúdo audiovisual gerado pelo projeto, incluindo algumas das apresentações, todos saraus e rodas de conversa, será registrado e posteriormente disponibilizado em plataformas digitais de acesso gratuito. Isso inclui vídeos com legendas descritivas e transcriçõesDivulgação Ampla: As inscrições para o processo de formação com o Grupo Saracura serão amplamente divulgadas em redes sociais, sites especializados e outras mídias acessíveis, buscando atingir o maior número possível de pessoas interessadas em participar, especialmente músicos com experiência e interesse em atuar no contexto hospitalar. O curso, oferecido de forma gratuita, visa a capacitação de novos músicos-cuidadores, ampliando o impacto social e cultural do projeto.Por meio dessas ações, o "Canta Pra Sarar - Plano Anual 2026" busca não apenas oferecer arte e cultura a quem mais necessita, mas também criar oportunidades de participação e envolvimento ativo, promovendo a inclusão cultural em sua forma mais ampla e significativa.
Coordenação Geral e Coordenação Administrativo Financeira será feita pela proponente ASSOCIAÇÃO SARACURA CANTA PRA SARARDaniel Guttilla Zacharias - graduado bacharel em Música Popular pela UNICAMP. Graduado técnico em Regência pós Graduado em Musicoterapia pela FASM - Faculdade Santa Marcelina. Como educador, ministrou aulas de música para menores de comunidades da região periférica de Campinas na Fundação Eufraten e em São Paulo foi professor de guitarra, violão e teoria musical do Espaço Cultural do colégio Vértice. Integrou diversos conjuntos musicais como Horoya, Skafandros Orkestra, Conjunto de Choro da Pça Benedito Calixto, orquestra Frevo da Vila entre outros. Representou o Brasil no 15º Festival de Teatro de Havana, em Cuba, acompanhando as cias “Do Miolo” e “Pauliceia”. É o atual presidente da Associação Saracura Canta Pra Sarar.Mariana Zacharias Battaglia - cantora, professora de musicalização, palestrante e psicóloga. Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mari Zacharias estudou técnicas de corpo e linguagem musical em teatro, dança e performance na Faculdade de Comunicação das Artes do Corpo. Fez aperfeiçoamento em Psicologia Hospitalar e se formou na primeira turma de "músicos atuantes em hospitais e instituições de idosos" realizado pelo Hospital Premier. Além disso fez cursos com Paulo Tatit, Sandra Oakt, Margareth Darezzo, Eny Parejo, entre outros. Atualmente realiza aulas semanais como professora de musicalização infantil, com crianças de um a quatro anos, na Escola Primeira e Escola Lourenço Castanho. Realizou palestras e apresentações musicais em congressos, escolas, faculdades, casamentos, feiras e eventos diversos. Destaca sua Palestra no TEDx São Paulo, na Sala São Paulo em 2016, na qual apresentou o projeto do grupo saracura para mais de mil e trezentas pessoas. Segue encantada pela música e seu poder transformador nas escolas, no hospital e na vidaGabriel Ribeiro Corrêa - formado em Licenciatura em Música pela faculdade Claretiano em São Paulo (2023) e em Violão Popular Brasileiro pela EMESP Tom Jobim, atual Escola de Música do Estado de São Paulo (2010). Em 2005 fundou o Grupo Saracura, grupo de humanização hospitalar através da música, onde atuou como músico nos hospitais durante 8 anos e hoje atua como diretor jurídico e financeiro. Atua desde 2013 como professor de música do Ensino Fundamental I e II no Colégio Ofélia Fonseca, em São Paulo, e atuou na escola Querigma como professor de violão, na escola NANE, voltada para crianças especiais e no ensino infantil na Escola Floresta Encantada, em Cotia-SP.Gustavo Valezzi - Assistente Administrativo - Se tornou especialista em Leis de Incentivo e foi Gerente de Projetos Incentivados na empresa Visualfarm de ago/22 até maio/24 (onde elaborava, aprovava, captava e executava os projetos), onde foi coordenador do Festival de Luzes 22 em São Paulo e 23 no Rio de Janeiro. Hoje trabalha com consultoria Leis de Incentivo para empresas patrocinadoras, bem como para artistas, tais como Favela da Paz (Jardim Ângela – SP), Hugo Bonemer, Ricardo Grasson, Nosso Cultural, Renata Vinciprova, Dinah Feldman entre outros. Fernando Bittencourt Estevam - Assistente de Produção - Produtor Cultural e de Eventos com curso superior de Propaganda e Marketing pelo Mackenzie, começou na área de eventos sendo coordenador da produção da Personal Press empresa de marketing espontâneo atuando em todo Brasil. Foi produtor e co-fundador da Zucchero Orquestra, empresa de música para eventos corporativos e sociais, produzindo eventos com grupos de diversos gêneros musicais como erudito, choro, pop entre outros. Julio Cesar Giacomelli Nogueira - Designer - atua como designer gráfico e professor em Campinas/SP. Entre os anos 2000 e 2010, trabalhou em agências de publicidade como diretor de arte, atendendo clientes dos mais diversos segmentos. Desde 2011 trabalha por conta própria, concentrando-se em projetos para a área das artes, cultura e pesquisa, atendendo grupos de Dança Contemporânea, Música, Artes Visuais e Teatro, além de criar publicações e identidades visuais para órgãos da Unicamp e grupos de pesquisa. Bacharel e licenciado em Artes Plásticas e mestre em Artes Visuais pela UNICAMP. Artistas Atuantes:Adriana Rosa de Andrade - Pós-graduada em canção popular, criação, produção musical e performance pela Faculdade Santa Marcelina com coordenação do professor Sérgio Molina. Seu trabalho de conclusão de curso foi com a orientação da estudiosa da voz Renata Gelamo. Cursou licenciatura em Música se formando em 2012 pela Faculdade Unisantana. Allan Huck Spirandelli - Pós-graduado em "Violão - Pedagogia e Performance" pela Faculdade Santa Marcelina, formado em Violão Popular pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. É guitarrista e violonista da banda Samuca e a Selva, com quem lançou diversos álbuns, dentre eles "Madurar" - indicado ao prêmio da Música Brasileira em 2017. Celia Caroline Santos Teixeira - Descendente de uma mãe negra e um pai indígena, pessoa trans não binária, se autodeclara parda e possui deficiência visual. Multi instrumentista independente da MPB Paulistana, iniciou sua trajetória na música aos 12 anos, quando ganhou o primeiro violão de seus pais. Em 2017 iniciou sua trajetória profissional, estudando violão popular na EMESP Tom Jobim e no mesmo ano iniciou seus estudos na FAAM, onde cursou licenciatura em música com conclusão em 2019. Atualmente está finalizando sua pós graduação em Gestão de Projetos Culturais no Celacc USP. Felipe Glebocki - Atua como arte-cuidador em instituições de saúde com o Grupo Saracura. Durante 4 anos coordenou o projeto de educação musical (Voz D´Agente) no espaço Girassol da Associação Metodista Agente, na comunidade de São Remo, local onde crianças e jovens frequentam no contraturno escolar. Felipe é licenciado em educação musical pela Universidade de São Paulo (USP) e antes disso formou-se no curso de violão popular na Universidade Livre de Música (ULM), atual EMESP. Fez o curso de musicalização para bebês com Enny Parejo e Musicoterapia Hospitalar com Mark Ettenberger. Também participou do primeiro curso de Músicos Atuantes no Brasil oferecido pelo Hospital Premier.Marcos Netto Congento - Estudou no Conservatório de Música do Brooklin Paulista, teoria musical e Violão erudito, aulas de canto com a renomada cantora professora de canto Tuca Fernandes, concluído na ULM Universidade Livre de Música (curso de Técnica Vocal). Participou de vários Workshops nesta área e tb de fonoaudiologia com Claudia Pacheco, entre outros profissionais. Atua como cantor profissionalmente há 35 anos. Rafael Lucas do Nascimento - estudou violão erudito no Conservatório Superior de Música Manuel de Falla, em Buenos Aires, Argentina. Atualmente se dedica a pesquisar e aumentar o repertório de obras clássicas para violão, com ênfase nas obras de compositores latinoamericanos. Samuel Guibson de Melo - Formado em Canto Popular Brasileiro pela Etec das Artes, e violão 6 cordas pela Escola de Choro, ambas em São Paulo. Na música popular trabalhou ao lado de artistas como: Carla Casarim, Guilherme Kafé, Dessa Brandão, entre outros.Vanessa Cristina Teixeira dos Santos - Mezzo- Soprano, bacharel em música com habilitação em canto erudito pela Universidade Cruzeiro do Sul, formou-se no Coro Acadêmico da Osesp sob Regência de Marcos Thadeu. Estudou na Escola Municipal de Música com a professora Elenis Guimarães, no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (ULM) com os professores Adriano Vasconcelos e Marcos Thadeu. Atualmente é aluna de Gilberto Chaves. É backing vocal de Anelis Assumpção no show: Anelis Canta Peter Tosh. É Jurada do Canta Comigo, da Endemol Shine, exibido pela TV Record, apresentado por Rodrigo Faro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.