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PRONAC 253514Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Balada de um Palhaço

PAULA TERPINS RAVACHE 38529712846
Solicitado
R$ 537,0 mil
Aprovado
R$ 537,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-02
Término
2026-08-31
Locais de realização (2)
Santos São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

"Balada de um Palhaço", do grande dramaturgo brasileiro Plínio Marcos, que em 2025 completa 25 anos de sua morte, terá montagem e circulação, também em sua homenagem. O projeto idealizado por Paula Ravache, terá a obra interpretada pelas atrizes Paula Martins e Paula Ravache e contará com a direção geral da atriz e diretora Lavínia Pannunzio, em co-direção com o ator, diretor e palhaço Daniel Warren. A temporada será de 20 apresentações, sendo 2 em Santos, cidade natal do autor e 18 em São Paulo. Como contrapartidas do projeto, serão realizadas uma Oficina de Bufonaria com o diretor Bruno Guida, uma palestra com Kiko Barros, filho de Plínio Marcos e detentor dos direitos autorais, 2 ensaios abertos e 4 debates após apresentação. A obra trará em cena, pontos de vista colocados pelo autor, ainda em voga nos tempos atuais, como a situação de desemprego de parte da população, sobretudo os segmentos minorizados da nossa sociedade, em um entretenimento de qualidade, provocativo e com humor.

Sinopse

Sinopse da peça "Balada de um Palhaço" Em um velho circo, antes do início do espetáculo, o palhaço Bobo Plin ao buscar sentido para seu ofício (marcado pela repetição mecânica do fazer artístico), nega antigas formas de fazer rir a fim de preencher o vazio de uma existência que ele percebe medíocre.Porém, Bobo Plin desprovido de um plano mais consistente, sucumbe ao hábito e novamente recorre às velhas gags, aos mesmos truques e piadas infames, reiterando o papel que se negava a continuar desempenhando. Absorvido pela tradição, incapaz de traduzir-se em nova expressão, cria nessa busca um novo "filão" a ser explorado por Menelão, o empreendedor do circo.O embate entre Menelão e Bobo Plin transcende o conflito psicológico individual e trata de questões sociais ao abrir perspectivas para a libertação deste homem, até aqui fruto de seu meio e encarcerado pela sua condição social. Nesse confronto vemos personificados nas respectivas personagens o ideal e a realidade, desejo e necessidade.No embate entre a tradição e a ruptura, Plínio Marcos nos brinda com os dois lados de problemáticas que afligem, na verdade, um mesmo personagem: 0 ARTISTA! Palestra 1 (uma) palestra gratuita com Kiko Barros, filho do autor Plínio Marcos e detentor de seus direitos autorais. A palestra tem como objetivo aproximar o público em geral da vida e obra de um dos dramaturgos mais importantes do teatro brasileiro, ainda pouco conhecido fora do meio artístico. Debates pós Apresentação 2 (dois) debates pós apresentação para o público em geral, e serão convidados: - jovens de baixa renda, com mediação de PC Marciano (parceria em negociação), para que seja possível fomentar o diálogo sobre o fazer artístico desde o início da trajetória do jovem artista, e que ele possa vislumbrar possibilidades para se consolidar em sua profissão. PC Marciano é ator, cineasta, produtor cultural e escritor, com formação em Gestão Pública. Sua paixão por dar voz a narrativas plurais o levou a idealizar a Editora Gráfica Heliópolis em 2018, que já publicou mais de 80 títulos de autores diversos, celebrando a riqueza da literatura periférica. - mulheres e gêneros dissidentes, com mediação de um representante do Museu da Diversidade Sexual (a confirmar). O intuito é refletir coletivamente sobre as dificuldades enfrentadas por mulheres e pessoas LGBTQIA+ no mercado de trabalho, incluindo discriminação, falta de oportunidades e assédio, criando um espaço de troca e acolhimento. Com essa ação, o projeto ressalta a importância de a obra ser realizada por duas atrizes. Paula Martins e Paula Ravache pretendem contribuir para o debate com suas próprias vivências no mercado enquanto artistas. - pessoas PCD, com mediação de Fernando Vigui, líder do Nanismo Brasil, e integrante do Conselho do Instituto Nacional de Nanismo. O objetivo é refletir sobre os desafios enfrentados no ambiente de trabalho e discutir caminhos para lidar com essas dificuldades. - público da terceira idade. (parceria em negociação), a fim de promover um debate sobre as práticas etaristas enfrentadas por pessoas acima dos 50 anos e as barreiras que dificultam sua progressão profissional. Também serão chamados para o debate os alunos que participaram gratuitamente da oficina de Iniciação à Bufonaria, prevista neste projeto. Dessa maneira, eles poderão constatar como as práticas vivenciadas na oficina contribuíram para a preparação e escolha estética da obra artística. Oficina de Bufonaria A oficina propõe um primeiro contato com a linguagem do bufão por meio de jogos teatrais e de improvisações em grupos e individuais. Cada participante será estimulado a construir um bufão próprio, ou seja, uma criatura que está sempre disposta a sorrir para aqueles que o desprezam, que cria personagens para parodiar o outro e que invariavelmente está entre a vida e a morte. Os conceitos trabalhados serão o jogo cênico, a origem histórica, a caracterização, major/minor, foco, flop, paródia x caricatura e troca de ritmos de jogos. Idade mínima para participação: 16 anos. Esse trabalho com a linguagem do Bufão contribui para a construção das personagens da peça: criaturas grotescas que habitam o universo tragicômico, por se tratarem de dois palhaços trabalhadores de um circo decadente, que vivem invisibilizados e à margem da sociedade, buscando formas de sobreviver enquanto artistas em meio às condições precárias de trabalho. Convidar pessoas tão plurais para esse processo tem o intuito de promover o encontro entre diversidades, a fim de dialogar sobre suas relações em seus respectivos ambientes de trabalho, abordando questões como a discriminação e falta de oportunidades, bem como os personagens da peça. Investigar um tema a partir da pluralidade de grupos, nos permite olhar para a problemática mais profundamente, conhecer e aprender a partir de diferentes perspectivas, construindo uma nova forma de pensar as relações sociais. Ministrado por Bruno Guida - ator e diretor de teatro formado pelo Teatro Escola Célia Helena e pela École Philippe Gaulier, em Paris. Membro do Lincoln Center Director’s Lab e do coletivo P.L.U.T.O., sua primeira residência foi no Watermill, dirigido por Bob Wilson.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto da produtora independente Paula Ravache, também representante do núcleo artístico, em parceria com o proponente e produtor executivo Beto Marden, tem como objetivo a montagem inédita e temporada da obra teatral Balada de um Palhaço, do grande dramaturgo brasileiro Plínio Marcos, em homenagem ao autor, que em 2025 completa 25 anos de falecimento. Essa produção pretende, por meio da montagem da obra e das contrapartidas deste projeto, criar um espetáculo popular e de entretenimento, além de promover um diálogo sobre a precariedade das condições de trabalho no Brasil, a situação do desemprego que ainda persiste no país e como esses fatores afetam especialmente os grupos minorizados da nossa sociedade. Utilizando as linguagens do palhaço e do bufão, a peça abordará a relação entre patrão e empregado de forma grotesca, patética, risível e, ao mesmo tempo, poética. Esse universo será representado pelas figuras tragicômicas de dois palhaços de um circo decadente: Menelão, o ambicioso dono do circo e Bobo Plin, o palhaço triste em busca eterna de sua alma. Objetivos Específicos A temporada contará com 20 (vinte) apresentações realizadas em equipamento público da gestão municipal ou estadual da capital de São Paulo (local a definir). As contrapartidas do projeto, junto ao trabalho de formação de público, buscam promover encontros plurais entre diferentes classes sociais, gêneros, faixas etárias e condições físicas. A proposta visa estimular o diálogo sobre a discriminação e a falta de oportunidades enfrentadas por esses grupos em seus ambientes de trabalho, além de refletir sobre as possibilidades de criação em meio à precariedade de recursos e acessos. O projeto também prevê parcerias com instituições comprometidas com a conscientização e melhoria das condições sociais desses segmentos, ampliando a divulgação do espetáculo e garantindo a participação desses públicos nas demais atividades. As contrapartidas são: 1 (uma) Oficina de Bufonaria, ministrada pelo ator e diretor Bruno Guida, destinada exclusivamente a jovens artistas de baixa renda, atores e atrizes da terceira idade, artistas PCD, mulheres e gêneros dissidentes. (20 vagas);4 (quatro) debates pós-apresentação, com mediação feita por representantes dos seguintes segmentos sociais:-Dia 1: Jovens artistas de baixa renda. Mediação: Produtor Cultural Local de Heliópolis PC Marciano (parceria em negociação). -Dia 2: Mulheres e gêneros dissidentes, com mediação de representante do Museu da Diversidade Sexual (a confirmar); -Dia 3: PCD, com mediação de representante do Nanismo Brasil (confirmado). -Dia 4: Terceira idade (parceria em negociação); 3 (três) sessões com intérprete de Libras para garantir acessibilidade do público surdo.1 (uma) palestra com Kiko Barros, filho de Plínio Marcos, com o intuito de aproximar o público em geral da vida e obra do autor.Todas as apresentações e demais atividades do projeto serão 100% (cem por cento) gratuitas. A dramaturgia de Plínio Marcos, que deu voz às classes marginalizadas e invisibilizadas, ecoa diretamente aos objetivos deste projeto, ao buscar também amplificar as vozes daqueles que, muitas vezes, são silenciados pela nossa sociedade.

Justificativa

De acordo com o Art. 1º da Lei nº 8.313 | Lei Rouanet, de 23 de dezembro de 1991, nosso projeto pretende: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Homenageamos um artista brasileiro e em uma produção com equipe brasileira. O desemprego ainda é uma realidade para parte da população brasileira. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em fevereiro de 2025, 7,2 milhões de pessoas estavam desempregadas no Brasil. A taxa de desocupação é ainda mais alta entre os segmentos minorizados da sociedade. No setor cultural, a situação não é diferente: muitos artistas enfrentam a precarização do trabalho e a escassez de oportunidades, tornando a disputa por políticas públicas cada vez mais acirrada. Paula Ravache- produtora independente e representante do núcleo artístico- e Paula Martins - atriz convidada para o projeto-, iniciaram seus estudos da obra "Balada de um Palhaço" em uma praça, devido à falta de salas de ensaios disponíveis nos espaços públicos. Com mais de 20 anos de trajetória artística, ainda enfrentam dificuldades para viabilizar seus espetáculos. Essa realidade evidenciou a urgência de estabelecer um diálogo com trabalhadores brasileiros, em especial àqueles pertencentes a classes minorizadas, que enfrentam o desemprego, a discriminação ou condições precárias de trabalho — inclusive os que atuam na cultura. Por meio da montagem da obra e de suas contrapartidas, o projeto busca trazer essas questões à tona e promover uma reflexão coletiva sobre possíveis caminhos de existir e criar diante de tais dificuldades. A montagem e temporada do espetáculo Balada de um Palhaço, do renomado dramaturgo brasileiro Plínio Marcos, pretende utilizar a linguagem popular como uma poderosa ferramenta de formação de público, dando voz às palavras desse autor que, com sua escrita simples e característica, denunciou a precariedade do trabalho no Brasil, incluindo a situação dos artistas. > "A Balada de um Palhaço" dizia muito o que aconteceu com o artista nesse país. Nós, artistas e jornalistas - e eu posso me orgulhar das duas coisas - fomos resistentes. _ Plínio Marcos Plinio Marcos foi funileiro, bancário, camelô, soldado, palhaço de circo. Trouxe para o teatro o submundo brasileiro. Conhecido como o "Autor Maldito" do teatro nacional, foi um grande símbolo da luta contra a censura. Por intermédio de sua dramaturgia, Plinio deu voz àqueles e àquelas que até hoje pagam um preço alto para serem minimamente aceitos na sociedade, desde prostitutas e cafetões, a catadores de papel, prisioneiras, etc. Com uma linguagem popular, ele transformava em poesia a dor dos que sempre foram invisibilizados pela sociedade. Plínio dizia que em suas peças não havia ficção. Ele tinha histórias verídicas para contar e tudo o que escrevia dava sempre em teatro. Para aproximar o público de sua vida e obra, o projeto contará com uma palestra gratuita ministrada por Kiko Barros, filho do dramaturgo e detentor de seus direitos autorais. A palestra será realizada em um equipamento público da administração municipal ou estadual de São Paulo como uma das contrapartidas do projeto. A temporada será 100% (cem por cento) gratuita, com 20 (vinte) apresentações realizadas em equipamento público da administração municipal ou estadual da cidade de São Paulo. A peça apresenta a relação entre Menelão, o ambicioso dono do circo, e Bobo Plin, o palhaço triste em eterna busca por sua alma. Essa relação, tragicômica e grotesca, simboliza a condição de grande parte da população: ora aprisionada em relações abusivas no trabalho para sobreviver, ora enfrentando o desemprego. "O Palhaço, marginalizado por não aceitar as regras do jogo dos homens enquadrados, não se afasta da sociedade. Permanece nas proximidades dos cidadãos contribuintes, destruindo seus valores, ridicularizando-os com seu humor grosso, chocando-os com sua linguagem livre, instigando-os para a tomada de consciência, na esperança de despertá-los para a vida. Ah, existe tanto amor nesse maldito Palhaço." _ Plínio Marcos Plínio via Menelão e Bobo Plin como um autorretrato, refletindo seu próprio conflito interno entre o desejo de liberdade e a necessidade de sobrevivência. Seguindo essa lógica do encontro entre opostos, o espetáculo contará com uma direção conjunta dos premiados atores e diretores Daniel Warren e Lavínia Pannunzio. Daniel, com sua vasta experiência na palhaçaria, trará leveza e comicidade, enquanto Lavínia, conhecida por sua força no teatro trágico, trará o peso e a potência do empoderamento feminino. O projeto conta com a proponência e produção executiva do grande comunicador, cantor, ator e diretor Beto Marden, que se sente profundamente engajado com a relevância artística e social da proposta, reconhecendo na obra de Plínio Marcos um potente instrumento de diálogo com o Brasil de hoje. Como mais uma contrapartida, o projeto prevê 4 (quatro) debates gratuitos pós-apresentação, voltados ao público em geral e serão convidados: Dia 1: Jovens artistas de baixa renda.Mediação: Produtor Cultural Local de Heliópolis PC Marciano (parceria em negociação). Objetivo: fomentar o diálogo sobre o início da trajetória profissional e as possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Dia 2: Mulheres e gêneros dissidentes.Mediação: representante do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo (a confirmar). Objetivo: discutir as dificuldades enfrentadas por mulheres cis e pessoas LGBTQIAPN+ no mercado de trabalho, incluindo discriminação, falta de oportunidades e assédio, criando um espaço de troca e fortalecimento. Dia 3: Pessoas com deficiência (PCD).Mediação: Fernando Vigui, líder da Associação Nanismo Brasil. Objetivo: refletir sobre os desafios enfrentados no ambiente de trabalho e discutir caminhos para lidar com essas dificuldades. Dia 4: Público da terceira idade. (parceria em negociação).Objetivo: promover um debate sobre as práticas etaristas enfrentadas por pessoas acima dos 50 anos e as barreiras que dificultam sua progressão profissional. O projeto também contará com 1 (uma) oficina gratuita de Iniciação à Bufonaria, ministrada pelo ator e diretor Bruno Guida. A oficina acontecerá em um espaço público da cidade de São Paulo e será aberta para 20 (vinte) participantes, compostos por jovens artistas de baixa renda, artistas da terceira idade, artistas PCD, mulheres e gêneros dissidentes. Essa ação tem o intuito de promover o encontro e a integração dos tantos universos que compõem a classe artística brasileira, de modo a dar voz e espaço às diferentes formas de expressão, a partir da descoberta de seu próprio bufão. A montagem e temporada de Balada de um Palhaço, aliadas às suas contrapartidas, buscam criar um espaço de escuta, acolhimento e identificação entre diferentes realidades que coexistem na sociedade. Dar voz a pessoas de diversas classes sociais, idades, gêneros e condições físicas, que enfrentam sozinhas tantos desafios econômicos e sociais, promove um espaço de troca afetiva e apoio mútuo. A arte, o riso e a poesia se tornam caminhos para a reflexão coletiva e resistência.

Estratégia de execução

PROPOSTA DE ENCENAÇÃO A proposta de encenação parte da investigação das linguagens do palhaço e do bufão como forma de atravessar o universo de “Balada de um Palhaço”. O trabalho busca explorar o contraste entre o riso e a dor, o cômico e o trágico, evidenciando a tensão constante entre a leveza do riso e o peso da realidade vivida por esses personagens. Através da palhaçaria, abordamos a fragilidade e o fracasso como motor da cena, revelando o humano que se esconde por trás da máscara cômica. Já a linguagem do bufão nos permite ampliar esse olhar para o grotesco, para aquilo que transborda, incomoda e expõe a estrutura social em que esses corpos estão inseridos. A encenação se constrói, portanto, no entre-lugar dessas duas linguagens: o riso que não alivia, mas revela. A comicidade aqui não está a serviço da leveza, mas da crítica e da exposição. A tragédia, por sua vez, não se apresenta de forma solene, mas deformada, cômica e, por isso mesmo, ainda mais potente. A fisicalidade das atrizes será central na construção da linguagem cênica. Trazendo elementos da mímica e do teatro físico, a criação se concentrará na expressividade do corpo como ferramenta dramatúrgica e estética. A preparação corporal se articulará a um aprofundamento na interpretação textual — com uma investigação voltada à escuta da história e das personagens, bem como à composição dessa linguagem extra-cotidiana.

Especificação técnica

Concepção de cenário, figurino, iluminação e música Cenário O espaço cênico será composto por elementos capazes de se transformar ao longo da encenação. Ora remete a um picadeiro, ora a um camarim, um bar ou uma praça. Esse caráter multifuncional cria uma sensação de deslocamento constante, como se os personagens estivessem sempre em trânsito ou num espaço entre tempos. Todos os objetos e estruturas estarão visivelmente velhos, gastos pelo tempo e pelo uso. Haverá referências ao universo do circo, mas sempre de forma desgastada — como se o brilho tivesse ficado no passado. Lonas rasgadas, pedaços de madeira, ferro enferrujado, cortinas desbotadas. As cores predominantes serão terrosas: tons de vermelho queimado, ferrugem, marrom, sépia. Tudo sugere uma beleza decadente e uma certa dignidade dentro da precariedade. Figurino Os figurinos acompanham a estética desgastada do cenário, mas terão um cuidado especial na caracterização dos arquétipos. Cada peça de roupa ajudará a sublinhar a construção dos personagens, evidenciando suas funções simbólicas dentro da narrativa. Velhos, manchados ou remendados, os figurinos conservam traços de um circo em ruínas. O visagismo será igualmente marcado, ressaltando traços grotescos e caricaturais que dialogam com o universo bufônico da encenação. Iluminação A iluminação será um elemento dramatúrgico ativo na construção dos contrastes da cena. Ora revela, ora esconde. Ora é vibrante, ora mergulha os personagens em sombras. O uso de luzes quentes, em tons amarelados e avermelhados, reforça a sensação de desgaste, acompanhando a estética do cenário e figurino. Varais de lâmpadas, refletores antigos e pequenas fontes de luz manipuladas em cena farão parte da composição visual, criando atmosferas instáveis e ambíguas. A luz desenha os espaços — picadeiro, camarim, praça, bar — sem precisar defini-los totalmente, contribuindo para a fluidez e incerteza do lugar onde essas figuras transitam. Trilha Sonora A trilha sonora será construída a partir de arranjos originais baseados nas letras escritas por Plínio Marcos. As músicas, pré-gravadas, terão como base instrumentos como violão e sanfona, evocando o universo da palhaçaria mambembe. Mais do que ambientar, a trilha tensiona a cena, sublinha ironias e provoca rupturas. Em alguns momentos, acentua o tom cômico; em outros, escancara o abismo trágico e poético vivido pelas personagens. Sons dissonantes, ruídos e silêncios também compõem a paisagem sonora, ampliando a sensação de instabilidade, desgaste e poesia.

Acessibilidade

No aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação. A produção deste espetáculo tem a preocupação de verificar espaços nos teatros que possuem acesso às PcD, na plateia e nos banheiros, assim como lanchonetes que componham o lugar. Acessibilidade com deficiência auditiva: teremos três apresentações com intérprete em libras, para que o conteúdo seja compreendido pelas pessoas com essa acessibilidade. Através do plano de divulgação, essas sessões serão divulgadas antecipadamente para garantir o acesso às pessoas com deficiência auditiva.Essa produção se compromete em verificar espaços nos teatros, que possuam acesso aos cadeirantes, nos banheiros, plateia, lanchonetes, pertencentes aos lugares, apresentações e execução das ações/atividades do projeto. Além disso, a Cia conta com profissionais capacitados a atender alunos PCD´s que participarão da oficina, como já previsto no projeto.Capacitação de equipes, formação e sensibilização de agentes culturais e outras medidas que visem à eliminação de atitudes capacitistas.

Democratização do acesso

Apresentação da peça teatral: "Balada de um Palhaço". Realização de 20 (vinte) apresentações, sendo 18 na capital de São Paulo e 2 em Santos. Meta Mensurável: 20 (vinte) apresentações gratuitas em equipamento público da administração estadual ou municipal, com a participação de no mínimo 250 espectadores por apresentação, totalizando 5.000 (quatro mil) espectadores ao longo da temporada. 1- OFICINA GRATUITA 1 (uma) oficina 100% gratuita de Iniciação à Bufonaria, com duração de 3 (três) dias, 3 (três) horas por dia, ministrada pelo ator e diretor Bruno Guida e realizada em equipamento público na capital de São Paulo. A oficina terá a participação das atrizes Paula Martins e Paula Ravache e será também destinada a 20 (vinte) atrizes e atores vindos de múltiplas realidades, a fim de promover um encontro plural. Serão selecionados: - Jovens de baixa renda; - Atrizes e atores da terceira idade; - Artistas mulheres e gêneros dissidentes; - Artistas PCD; SOBRE A OFICINA A oficina propõe um primeiro contato com a linguagem do bufão por meio de jogos teatrais e de improvisações em grupos e individuais. Cada participante será estimulado a construir um bufão próprio, ou seja, uma criatura que está sempre disposta a sorrir para aqueles que o desprezam, que cria personagens para parodiar o outro e que invariavelmente está entre a vida e a morte. Os conceitos trabalhados serão o jogo cênico, a origem histórica, a caracterização, major/minor, foco, flop, paródia x caricatura e troca de ritmos de jogos. Idade mínima para participação: 16 anos. Esse trabalho com a linguagem do Bufão contribui para a construção das personagens da peça: criaturas grotescas que habitam o universo tragicômico, por se tratarem de dois palhaços trabalhadores de um circo decadente, que vivem invisibilizados e à margem da sociedade, buscando formas de sobreviver enquanto artistas em meio às condições precárias de trabalho. Convidar pessoas tão plurais para esse processo tem o intuito de promover o encontro entre diversidades, a fim de dialogar sobre suas relações em seus respectivos ambientes de trabalho, abordando questões como a discriminação e falta de oportunidades, bem como os personagens da peça. Investigar um tema a partir da pluralidade de grupos, nos permite olhar para a problemática mais profundamente, conhecer e aprender a partir de diferentes perspectivas, construindo uma nova forma de pensar as relações sociais. QUEM É O PROFESSOR? Bruno Guida é ator e diretor de teatro formado pelo Teatro Escola Célia Helena e pela École Philippe Gaulier, em Paris. Membro do Lincoln Center Director’s Lab e do coletivo P.L.U.T.O., sua primeira residência foi no Watermill, dirigido por Bob Wilson. 2- ENTRADA FRANCA PARA O ESPETÁCULO 100% (cem por cento) de gratuidade em todas as 20 (vinte) apresentações do espetáculo. Através de um plano massivo de divulgação, a produção do espetáculo tem como objetivo central a formação de plateia, tendo como ferramenta uma obra acessível e popular. Junto com a assessoria de imprensa, os convites serão estendidos a ONGs, escolas públicas periféricas e instituições relacionadas ao conteúdo da obra, como o “Nanismo Brasil” e “Museu da Diversidade Sexual”. 3- PALESTRA GRATUITA 1 (uma) palestra gratuita com Kiko Barros, filho do autor Plínio Marcos e detentor de seus direitos autorais. A palestra tem como objetivo aproximar o público em geral da vida e obra de um dos dramaturgos mais importantes do teatro brasileiro, ainda pouco conhecido fora do meio artístico. 4- DEBATES PÓS APRESENTAÇÃO 2 (dois) debates pós apresentação para o público em geral, e serão convidados: Dia 1: jovens de baixa renda, com mediação de PC Marciano (parceria em negociação), para que seja possível fomentar o diálogo sobre o fazer artístico desde o início da trajetória do jovem artista, e que ele possa vislumbrar possibilidades para se consolidar em sua profissão. PC Marciano é ator, cineasta, produtor cultural e escritor, com formação em Gestão Pública. Sua paixão por dar voz a narrativas plurais o levou a idealizar a Editora Gráfica Heliópolis em 2018, que já publicou mais de 80 títulos de autores diversos, celebrando a riqueza da literatura periférica. Dia 2: mulheres e gêneros dissidentes, com mediação de um representante do Museu da Diversidade Sexual (a confirmar). O intuito é refletir coletivamente sobre as dificuldades enfrentadas por mulheres e pessoas LGBTQIA+ no mercado de trabalho, incluindo discriminação, falta de oportunidades e assédio, criando um espaço de troca e acolhimento. Com essa ação, o projeto ressalta a importância de a obra ser realizada por duas atrizes. Paula Martins e Paula Ravache pretendem contribuir para o debate com suas próprias vivências no mercado enquanto artistas. Dia 3: Pessoas PCD, com mediação de Fernando Vigui, líder do Nanismo Brasil, e integrante do Conselho do Instituto Nacional de Nanismo. O objetivo é refletir sobre os desafios enfrentados no ambiente de trabalho e discutir caminhos para lidar com essas dificuldades. Dia 4: Público da terceira idade. (parceria em negociação), a fim de promover um debate sobre as práticas etaristas enfrentadas por pessoas acima dos 50 anos e as barreiras que dificultam sua progressão profissional. Também serão chamados para o debate os alunos que participaram gratuitamente da oficina de Iniciação à Bufonaria, prevista neste projeto. Dessa maneira, eles poderão constatar como as práticas vivenciadas na oficina contribuíram para a preparação e escolha estética da obra artística.

Ficha técnica

Proponente e Coordenação Geral: Paula Ravache Direção Geral: Lavínia Pannunzio Co-Direção Geral: Daniel Warren Direção de Produção: Celia TerpinsProdutor Executivo: Roberto Marden Guedes Elenco: Paula Martins e Paula Ravache Cenário, Figurino e Visagismo: Daniel Infantini Criação de Iluminação: Ricardo Roberto da Silva Oficineiro: Bruno Guida Mídia Digital: Foyer Assessoria de Imprensa: Arte Plural Currículos resumidos: Paula Ravache - proponente, coordenadora geral e atriz Paula Ravache é atriz, comediante, mímica, produtora e sapateadora. Formação: “Indac- Escola de Atores” (2007), especialização em teatro físico no “Diploma em Mímica Total e Teatro Físico” no estúdio Luis Louis (2016) e curso de “Formação para Professores de Sapateado” com Luys Baldijão (2019). Atriz e premiações: Ingressou no teatro em 2003, nos musicais “O Mágico de Oz” e “Pinoccio” da Black & Red Produções, direção de Billy Bond, em turnês pelo Brasil e Chile (2003 a 2007). Atuou também nas peças “Sem Pensar”, texto de Anya Reiss e direção de Luiz Villaça, a qual ganhou o Prêmio Contigo de Melhor Comédia (2011 e 2012), “A Descida do Monte Morgan”, texto de Arthur Miller e direção de Luiz Villaça (2013), “Cais, ou Da Indiferença das Embarcações”, texto e direção de Kiko Marques, na qual atuou como atriz stand-in e assistente de direção. A peça teve 19 indicações e ganhou os Prêmios Shell, APCA e Aplauso Brasil de melhor dramaturgia e o prêmio Qualidade Brasil de melhor direção (2012 a 2016). Também atuou em “A Arte da Guerra”, texto de Emílio Ghama e direção de Luiza Albuquerque (2014), “O Desconhecido”, texto de Ozualdo Candeias e direção de Carlos Ribeiro (2016), “Estação do Adeus”, texto e direção de Olivia Teixeira (2016),“O Mistério no Expresso do Oriente”, livremente inspirado no romance de Ágatha Christie “O Assassinato no Expresso do Oriente”, escrito e dirigido por Maristela Chelala (2017/2019), a qual também dirigiu a peça “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare (2018/2020). A peça teve 5 indicações, dentre elas, Paula foi indicada na categoria de melhor atriz coadjuvante pelo Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem. Em 2023, participou como atriz da peça “Cinco Poemas para Senhora R”, texto e direção de Kiko Marques. Também atuou em “Que Cida Decida”, show da compositora Marília Calderon. Na Televisão, fez uma participação nas séries “Três Teresas” no canal GNT, direção de Luiz Villaça, e “Pico da Neblina”, no canal HBO, direção de Fernando Meirelles. No cinema, fez uma participação no longa metragem “45 do segundo tempo”, direção de Luiz Villaça, que teve sua estreia em agosto de 2022. Também atuou e fez direção coreográfica no clipe “Passageiro”, de Caio, direção de Felipe Sassi, em 2023. Direção e Preparação de Elenco: Foi preparadora de elenco do clipe “Fé nas Maluca”, de Iza, em 2023. Direção de Felipe Sassi. Foi diretora coreográfica do clipe “Passageiro”, de Caio, em 2023. Direção de Felipe Sassi. Dirigiu o show “Que Cida Decida”, de Marília Calderón, em 2023. Dirigiu a Obra Teatral “Um dia de Circo”, de Paula Martins e Daniel Sapiência, em 2023 Produção: Oficinas “Clown – Antes da Música Começar”, com Andreas Simma (Theatre du Soleil), Tanja Simma (Cirque du Soleil) e Adriana Salles em 2014, “A Poética do Ator”, com Flávia Pucci em 2016, a 1ª, 2ª e 3ª edição da oficina de comédia “O Riso Faz Bom Sangue”, com Maristela Chelala em 2015/2016, e a oficina de “Improviso e Jogos Cênicos” com Daniel Warren em 2019. Produziu a peça “O Mistério no Expresso do Oriente”, direção de Maristela Chelala, que teve sua estreia no Sesc Consolação, Teatro Anchieta em 2017, apresentações em Sescs e temporadas na Funarte, Fábricas de Cultura e etc. Produziu também o curta “Crime de Honra”, direção de Vinícius de Oliveira, o qual ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Curtas de Cabo Frio (RJ) e uma menção honrosa no Delhi Shorts International Film Festival, na Índia. Em 2019, produziu a obra “A Comédia dos Erros” com temporada no teatro Alfredo Mesquita, apresentações no Sesc Piracicaba, Clube Athletico Paulistano, e no festival da Primavera da Infância e Juventude da Secretaria Municipal de Cultura com a Galeria Olido (2020). Sapateadora – trabalhou com: Lídia Duarte, patrícia Stellet, Charlies Renato, Edson Avellinos, Luys Badijão, Gisela Martins, Jason Rodgers, Sarah Reich, entre outros. Lavínia Pannunzio - diretora Dirigiu MÃE E FILHO, de Jon Fosse – direção compartilhada com Carlos Gradim; ZOOLÓGICO DE VIDRO, de Tennessee Williams; AY CARMELA!, de José Sanchis Sinisterra; NÉVOA – FROM WHITE PLAINS, de Michael Perlman; É NATAL EM SÃO PAULO, FAMÍLIA – PODCAST; 4 X 4 TRÁGICAS – projeto áudio-visual-teatral – criação e direção; MICROALUCINAÇÕES AMOROSAS – projeto áudio-visual-teatral –, de Amarildo Felix; A SERPENTE, de Nelson Rodrigues; UNFAITHFUL, de Owen MacCafferty; Criou, roteirizou, dirigiu e produziu o XI PRÊMIO FIESP DE CINEMA; 3 MULHERES BAIXAS, de Emilio Boechat; CORA CORALINA, REMOVENDO PEDRAS E PLANTANDO FLORES, de Mauro Hirdes; COVIL DA BELEZA, de Eduardo Ruiz; SERPENTE VERDE, SABOR MAÇÃ, de Jô Bilac; SONS DE FORA, de Lucas Lassen (audiovisual); CLAUSURA, de Gustavo Sol – vencedor do Edital de Co-Patrocínio para Primeiras Obras, do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso; PELOS ARES, de Pedro Guilherme – vencedor do 14º FESTIVAL DA CULTURA INGLESA; CHORÁVAMOS TERRA ONTEM À NOITE, de Eduardo Ruiz – indicado ao PRÊMIO SHELL DE MELHOR TEXTO – 2009; O RUFIÃO NAS ESCADAS – Um ensaio para Joe Orton, de Joe Orton; QUANDO EU ERA CRIANÇA, de Duílio Ferronato. Adaptou e dirigiu VELUDINHO e ERA UMA VEZ UM RIO de Martha Pannunzio – PRÊMIOS – APCA 2006 DE MELHOR ESPETÁCULO e MELHOR ATOR (p/ Ando Camargo); COCA-COLA FEMSA – 2006 DE MELHOR ESPETÁCULO, MELHOR DIREÇÃO e MELHOR CENÁRIO (p/ Márcio Vinícius) – além das 04 indicações para MELHOR TEXTO, MELHOR ATOR, MELHOR ILUMINAÇÃO E MELHOR FIGURINO; e PRÊMIO ESTÍMULO FLÁVIO RANGEL 2005. Entre atuações no teatro, audiovisual e TV. Daniel Warren - codiretor Teatro Adulto “Paradoxo Hamlet”, criação coletiva de Daniel Warren e João Paulo Bienemman para o EAI-Espaço de Artes Integradas. “O Tempo e a Sala”, dir. de Leandro Daniel. “A Flor do Meu Bem Querer”, dir. por Leo Stefanini. “Pontos de Vista de Um Palhaço”, dir. Maristela Chelala, indicado ao Prêmio Shell 2017 na categoria Melhor Ator. Frequência Ausente 19Hz, com a ExCompanha de Teatro, direção de Bernardo Galegale, Gustavo Vaz e Gabriel Spinosa. “A Visita da Velha Senhora”, dir. Luiz Villaça. Teatro Infantil Idealizou e atua na peça infantil “Teatro de Ideias”; O Mistério no Expresso do Oriente; O Semeador de Ideias. Entre programas e novelas na TV e participações no cinema. Paula Martins - atriz Paula Martins é formada pelo INDAC – em 2010 e graduanda no curso bacharelado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Atuou na minissérie “Unidos do Livramento” da TV Cultura, sob direção de Maucir Campanholi em 2009. No Dramamix do Festival Satyrianas de 2010, produziu e dirigiu a peça “O Significado” do dramaturgo Renato Andrade. Atuou nas peças “E se não tivesse amor no título?” e “Esperando Moscou”, dirigidas por Renato Andrade em 2010/2011. Em 2016, no Pocar Festival de Cultura, produziu e atuou no espetáculo “Mariri e Kiri-kerê Contam a Batalha”, da Cia. Matulandante. grupo que trabalha até os dias atuais como coordenadora. Como aderecista e cenógrafa, trabalhou com a Cia. de Danças de Diadema no espetáculo “Nas Águas do Imaginar”, nos anos de 2018 e 2019. Ainda em 2018 e 2019, fez parte da encenação de “A Flor do Tempo” da Cia. Matulandante e da peça “Comédia dos Erros” da Cia. Nefanda Produz e atua no cortejo Banda Kombi de Palhaços da Cia. Celia Terpins - direção de produção Alguns trabalhos: Será um Grito Musical; Sonhos de uma Noite Sem Palavras; Cinco Poemas para a Senhora R; Teatro de Ideias; Festival Arte & Talentos; Mistério no Expresso do Oriente; Comédia dos Erros; entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.