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A proposta do "Sentidos do Itanhy" é de empregar esta experiência e capacidade de escala do The Human Project para envolver 4 municípios da região sul de Sergipe na construção de um modelo de território criativo, estruturado no setor do audiovisual e de turismo criativo e de experiência, e integrando os elementos que compõem a identidade local e o uso de tecnologias digitais, para criar um ecossistema de colaboração e de inovação, orientado a negócios, com competitividade no mercado local e nacional. O modelo de território criativo "Sentidos do Itanhy" será sistematizado ao longo do seu desenvolvimento, de maneira que poderá servir de referência ou mesmo reaplicado em outros territórios do Brasil.
1. Território CriativoO Território Criativo é uma iniciativa que visa transformar a região sul de Sergipe em um polo de inovação e sustentabilidade, reunindo os setores de empreendedorismo, audiovisual, tecnologia e turismo, tendo o The Human Project e o município de Santa Luzia do Itanhy como referências nos processos de qualificação e de apoio ao empreendedorismo, neste caso também contando com o apoio do Caneta, nosso arranjo de desenvolvimento de negócios. Além das 18 oficinas e 12 palestras, ao longo de 4 anos o projeto se concentrará no fortalecimento da economia criativa local, auxiliando os participantes a desenvolverem suas ideias de negócios, apoiando o desenvolvimento e formalização destes novos negócios, e promovendo a integração e cooperação entre os empreendimentos, para que possamos construir um ecossistema competitivo de economia criativa no território.A proposta do Território Criativo "Sentidos do Itanhy" é que ele seja um espaço dinâmico que impulsionará práticas sustentáveis, promoverá a transformação social e fomentará a criação de oito novos negócios criativos e a qualificação e integração de 60 micro empreendedores associados ao turismo criativo e de experiência na plataforma JIRO. Esse território será um ponto de encontro para a colaboração entre diversos setores, estimulando a inovação social e promovendo a inclusão e a acessibilidade. 2. Oficinas TécnicasCom um total de 18 oficinas criativas, de 40 horas cada, realizadas ao longo de 4 anos, nas áreas de audiovisual, tecnologia, empreendedorismo e turismo, o projeto visa garantir que essas atividades sejam inclusivas e acessíveis a todos, incluindo pessoas com deficiência. Durante as oficinas, serão oferecidos recursos como intérpretes de Libras, materiais didáticos em formatos acessíveis (como áudio e braille) e estruturas adaptadas para mobilidade. O objetivo será capacitar os participantes para que, ao final do ciclo, pelo menos 70% consigam aplicar os conhecimentos adquiridos, tanto para inclusão no mercado de trabalho quanto para desenvolver soluções inovadoras, que tenham potencial para serem transformadas em negócios, nos diversos setores que fazem parte do projeto, especialmente na área de turismo criativo e de experiência. 3. PalestrasAs palestras do projeto serão os momentos de aprendizagem e inspiração, onde especialistas de outras regiões irão compartilhar experiências e discutir inovações nas áreas alcançadas pelo projeto. Serão realizadas 12 palestras, com 200 participantes em cada evento. Para garantir a plena participação de todos, todas as palestras terão tradução simultânea em libras. 4. Programa de Jovens Lideranças Criativas do TerritórioO programa de Jovens Lideranças Criativas do Território oferecerá apoio financeiro aos alunos que mais se destacarem. Esta remuneração será concedida após o primeiro ano de participação, permitindo que esses jovens se tornem reaplicadores do conhecimento aprendido, orientando os novos alunos nos anos seguintes. Serão disponibilizadas 12 bolsas ao longo do projeto. 5.- Portal VirtualSerá uma plataforma online desenvolvida com o objetivo de disponibilizar, de forma acessível e livre, conteúdos, informações e recursos relacionados às temáticas abordadas pelo projeto. Por meio desse ambiente digital, os usuários poderão acessar materiais educativos, vídeos, oficinas gravadas, manuais, ferramentas interativas e demais conteúdos de apoio, bem como os resultados das atividades de monitoramento e avaliação de impacto, conduzidos pela equipe do Observatório de Economia Criativa. O portal funcionará como um espaço de referência e consulta contínua, permitindo que participantes do projeto, assim como outros interessados, possam aprofundar seus conhecimentos, trocar experiências e aplicar os aprendizados em seus contextos locais. 6. Negócios Criativos na RegiãoFomentar negócios criativos na região representa uma oportunidade preciosa para a promoção do desenvolvimento social e econômico, através de iniciativas empreendedoras profundamente conectadas com a cultura e identidade local, como estratégia de inovação e competitividade, e cuja divulgação e comercialização utilizem ao máximo das possibilidades proporcionadas pelas tecnologias digitais, numa perspectiva de que a economia criativa não tem fronteiras. Por meio das diversas oficinas e palestras, o projeto busca estimular o espírito empreendedor dos participantes, incentivando-os a transformar ideias em soluções concretas, que depois poderão ser apoiadas no processo de concepção e implantação de negócios criativos, com o apoio do Caneta, que também apoiará na etapa de comercialização e oferecerá apoio continuado aos empreendedores, para que eles possam desenvolver ao máximo seu potencial e conseguir maturidade e autonomia. A proposta é criar um ambiente favorável para que esses jovens empreendedores possam aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos ao longo das oficinas e demais atividades formativas. Ao desenvolverem projetos reais dentro do ecossistema de negócios criativos, os alunos terão a chance de vivenciar os desafios do mercado, aprimorar suas habilidades e contribuir com o crescimento econômico e social da região. 7. Cartilha de ReaplicaçãoA Cartilha de Reaplicação é um material criado com o objetivo de apoiar futuras iniciativas de disseminação do modelo em outros territórios. Este recursos é completamente elaborado de maneira participativa, com o protagonismo dos alunos do projeto e na perspectiva de que o material construído sirva, de forma eficaz e compreensível, que funcione como um guia prático para que outras ou comunidades possam reaplicar as experiências vivenciadas, promovendo o aprendizado contínuo e o impacto social positivo. Mais do que um simples registro, a cartilha será uma ferramenta de multiplicação do conhecimento. Nela, estarão reunidas informações, metodologias e orientações que mostram como desenvolver ações semelhantes, com foco em práticas inclusivas e acessíveis. Além disso, a cartilha abordará temas fundamentais como a inclusão da acessibilidade em produções audiovisuais e experiências turísticas, orientando sobre como adaptar essas atividades para que sejam mais acessíveis e acolhedoras para todos os públicos. Para garantir que todos possam ter acesso ao conteúdo, a cartilha será disponibilizada em diferentes formatos, como versões em Braille e audiolivros, tornando-se acessível também para pessoas com deficiência. 8. Observatório de Economia CriativaO Observatório de Economia Criativa é uma iniciativa voltada para acompanhar e analisar o impacto das atividades culturais, tecnológicas, empreendedoras e turísticas na economia local. Para isso, sua formação prevê a incorporação de equipe multidisciplinar focada na escolha e definição dos indicadores e monitoramento e avaliação de impacto que serão empregadas, seja para traduzir e transmitir os resultados positivos do projeto, seja para recomendar ajustes nos rumos do projetos, em função de aspectos observados. Seu principal objetivo é gerar conhecimento para apoiar o desenvolvimento econômico e social da região. Por meio da coleta e análise de dados, o observatório busca compreender os desafios e oportunidades do território, propondo soluções que estimulem o crescimento sustentável. Ele também realiza pesquisas com participantes e atores locais para identificar as necessidades reais da comunidade. Além disso, o observatório publicará relatórios anuais com os principais resultados e recomendações, servindo como uma fonte confiável de informações para gestores públicos, empreendedores e demais interessados na transformação positiva da região. 9. Tecnologias Sociais - São soluções inovadoras para problemas sociais, desenvolvidas em estreita parceria com a comunidade, com as pessoas que vivenciam tais problemas, associando o conhecimento científico e tecnológico com o conhecimento local, visando gerar uma solução que prove ser eficaz, escalável e sustentável.
Consolidar e sistematizar um modelo de território criativo na região sul de Sergipe tendo o audiovisual como espinha dorsal e atuando de forma integrada com outros setores já existentes na região, tais como turismo criativo e de experiência, tecnologias digitais, ilustração, design e técnicas artesanais, e estruturado no fortalecimento e no apoio à geração de negócios criativos que sejam competitivos nacionalmente, através de abordagem estruturada na identidade cultural local e em processos continuados de inovação. Objetivos específicosConsolidar 01 território criativo na região sul do estado de SergipeRealizar 18 oficinas técnicas de 40 horas cada, em 4 anosRealizar 12 palestras em 4 anosQualificar e incluir 60 novos empreendimentos de turismo criativo local em 1 plataforma digitalCriar e manter 1 portal digital gratuito para promover o turismo cultural e a identidade criativa do território, destacando moradores, espaços, fotos, filmes e memórias locaisApoiar a criação de 8 novos negócios criativos na regiãoElaborar 1 cartilha metodológica para reaplicação do modelo do território criativo em outras localidadesConceber e implantar 1 observatório de Economia Criativa na regiãoA seguir apresentamos como o projeto atenderá cada um dos Incisos do Artigo 8º da IN 23/2025:(Inciso I) O projeto será desenvolvido na região sul do estado de Sergipe, integrando os municípios de Santa Luzia do Itanhy, Itaporanga d’Ajuda, Estância e São Cristóvão, que são os municípios sergipanos cortados pela Linha Verde, estrada que conecta Salvador e Aracaju pelo litoral(Inciso II) Na perspectiva da sustentabilidade, o projeto prevê a sua integração com o arranjo de apoio a negócios Caneta, que por sua vez integra uma Organização Social (Caneta), cujo principal objetivo é apoiar os negócios criativos e sociais gerados no território, tanto na formação em empreendedorismo quanto no apoio administrativo, contábil e jurídico, e uma empresa de participações (Caneta Participações), cujo principal objetivo é apoiar os negócios na parte de comercialização, acesso a investidores, marketing, planejamento. Este arranjo foi criado no início de 2024 e está em fase piloto, que vai ganhar tração com o projeto Sentidos do Itanhy. A outra ação é o modelo de reaplicação das oficinas, através do qual os alunos que mais se destacam passam a atuar como multiplicadores (reaplicadores) das técnicas para novos alunos. Esta estratégia tem sido usada com sucesso pelo THP há muitos anos e assegura a continuidade das atividades de formação, para novas gerações e interessados dos municípios do território(Inciso III) O projeto prevê a criação e incubação de oito novos negócios criativos e a qualificação e inclusão de 60 novos empreendimentos de turismo criativo local na plataforma digital JIRO, mas também prevê a integração destes negócios e empreendimentos via app JIRO, de forma a ampliar a visibilidade e os canais de comercialização dos produtos e serviços, tudo isso com apoio do arranjo Caneta(Inciso IV) - O The Human Project é o articulador principal, responsável pela construção e reaplicação de Tecnologias Sociais (TSs) nas áreas de empreendedorismo, educação e saúde, numa abordagem que integra arte, ciência e tecnologia. Além dele, temos:O CVT de Santa Luzia do Itanhy: Espaço referência para qualificação profissional, oficinas criativas e uso de tecnologia aplicada à culturaVixe Filmes: Produtora de filmes de impacto social e formação técnica de jovens.CITII: Empresa de ensino de programação e robóticaJIRO: Startup de turismo criativo e de experiência, que integra diversos pequenos empreendedores dos 4 municípios do eixo sul sergipano que fazem parte desta proposta, em setores ligados ao folclore, culinária, artesanato, e meio-ambiente.ZRO: Startup de apoio a design, qualificação e comercialização de produtos derivados de plástico recicladoVem da Pedra: Cooperativa de produção de ladrilhos hidráulicosAlém disso, vale salientar que o THP é qualificado como OS estadual, o que representa um diálogo direto com o Governo de Sergipe, especialmente nos temas de inovação, empreendedorismo, turismo e cultura(Inciso V) O modelo de governança está estruturado no arranjo de apoio a negócios Caneta, mencionado anteriormente, porque entendemos que é preciso oferecer apoios em diversos níveis para cada empreendedor criativo conseguir se desenvolver e atingir sua autonomia e sustentabilidade financeira e de gestão. A plataforma digital principal é o app JIRO, já disponível nas lojas, que permite divulgar e comercializar os produtos e serviços, mas outros negócios podem empregar aplicativos próprios, em função de demandas específicas, tudo isso dentro de uma coordenação do Caneta, cujo conselho de administração conta com representantes da comunidade. No caso de monitoramento e avaliação, estamos construindo com parceiros um modelo de avaliação de impacto, que será incorporado ao Observatório de Economia Criativa que a proposta prevê ser criado, com foco na avaliação contínua dos resultados e impactos e de apoio na orientação de novas estratégias de correção de rumo. Em anexo, encaminhamos o primeiro documento gerado pelo grupo de P&D que está desenvolvendo conosco este modelo de avaliação de impacto(Inciso VI) A proposta prevê a criação do Observatório de Economia Criativa, justamente para produzir dados e indicadores confiáveis sobre a economia criativa do território, mas também sobre o impacto humano do projeto, porque nossa experiência demonstra a importância da mudança de mentalidade para que as pessoas passem a acreditar no potencial criativo e transformador, para que elas possam fazer a diferença, isso especialmente nas comunidades rurais onde atuamos. Pelo documento que enviamos em anexo, primeira versão da avaliação de impacto, é possível ver que já podemos demonstrar um impacto na criação de MEIs ligadas a criatividade e tecnologia, comparando com os 3 grupos controle, a partir de dados secundários, salientando que esta é ainda uma análise preliminar.(Inciso VII) O projeto têm ênfase na atuação direta com as comunidades representativas dos municípios que fazem parte do Território Criativo Sentidos do Itanhy, porque já temos um histórico de atuação com empreendedores e cooperativas que têm interface com economia criativa. Além disso, levando em conta do fato do THP ser uma OS estadual, com foco em arte, ciência e tecnologia, prevemos atuar em diálogo com os diversos órgãos estaduais que têm interface com o tema de economia criativa.(Inciso VIII) Dentre as principais atividades de qualificação e formação estão: 18 Oficinas Técnicas (40 horas cada), em temas como audiovisual, produção cultural, empreendedorismo criativo, turismo de experiência, produção de conteúdo digital, design, identidade visual, gestão de projetos culturais, inovação, e negócios criativos, e 12 Palestras Temáticas (até 4 horas cada) com especialistas convidados, abordando temas como economia criativa, produção audiovisual independente, turismo cultural, comunicação inclusiva, protagonismo feminino, inovação e sustentabilidade. Obs: O projeto pedagógico detalhado das ações formativas está anexado nos documentos da proposta.(Inciso IX) O projeto contempla diversas formas de suporte à criação e estruturação sustentável dos negócios criativos e culturais, especialmente a infraestrutura do CVT de Santa Luzia do Itanhy, que na área de artes visuais é uma referência em Sergipe, o arranjo de apoio a negócios Caneta, que integra formação empreendedora, educação financeira, inteligência emocional, apoio de retaguarda administrativa e financeira para os negócios, apoio de marketing, branding, busca de parceiros, de investidores e apoio ao planejamento estratégico e ao plano de negócios. Por fim, o projeto prevê o Observatório de Economia Criativa, cujos indicadores e análises vai auxiliar na correção de rumos nas estratégias e ações voltadas a promover o território criativo.
Este projeto tem como objetivo fomentar o desenvolvimento sustentável de um território criativo no sul do estado de Sergipe, qualificando gratuitamente jovens e adolescentes em audiovisual, tecnologia, turismo e empreendedorismo. A iniciativa busca estruturar um ecossistema de economia criativa na região, incentivando a geração de novos negócios criativos e fortalecendo a identidade cultural local. Para garantir sua execução, a proposta se insere no Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei 8.313/91, atendendo aos dispositivos do Artigo 1º, incisos I e III, e do Artigo 3º, incisos II, III e VI. A captação de recursos via Lei de Incentivo à Cultura é essencial, uma vez que a região de Santa Luzia do Itanhy e municípios vizinhos enfrentam desafios estruturais significativos, como altos índices de pobreza e falta de investimentos no setor cultural. O apoio da Lei Rouanet viabilizará a realização de oficinas, palestras, bolsas para jovens aprendizes, o desenvolvimento de um portal digital de valorização territorial e a criação de um observatório de economia criativa, promovendo a formação de novos talentos e a democratização do acesso à cultura. A proposta vem ao encontro do esforço que o The Human Project (Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação) vem realizando no município de Santa Luzia do Itanhy, desde 2010, de construir um modelo inovador de superação do problema da armadilha da pobreza, especialmente adequado para pequenas e remotas comunidades rurais. Esse modelo se baseia na construção de Tecnologias Sociais nas áreas de educação básica, saúde e empreendedorismo, numa abordagem sistêmica e evolutiva e empregando a economia criativa como estratégia de transformação social e geração de renda. Mais sobre o modelo pode ser visto no site do THP e na aba "Soluções" é possível encontrar informações sobre cada Tecnologia Social.https://www.thehumanproject.org.br/ Dentro do escopo de empreendedorismo, atualmente o The Human Project conta com Tecnologias Sociais nas áreas de artes visuais, programação, games, artesanato, folclore, música, turismo e audiovisual, muitas delas com reaplicação em outros municípios e estados brasileiros. Por conta disso, o município de Santa Luzia do Itanhy já conta com 13 negócios criativos e sociais, e a recente inauguração de um Centro Vocacional Tecnológico (CVT) dedicado à economia criativa, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o Governo de Sergipe, fortalece ainda mais esse ecossistema. Apesar dos resultados obtidos, o processo de construção das Tecnologias Sociais na área de empreendedorismo acabou ocorrendo em função das oportunidades de financiamento que iam surgindo, o que gera dificuldades para a convergência das iniciativas e para nossa intenção de consolidação de Santa Luzia do Itanhy como um polo de referência para a economia criativa. Por isso, apresentamos esta proposta de apoio via Lei de Incentivo à Cultura, colocando o setor do audiovisual como eixo estruturante do modelo de território criativo, em função dele hoje já transitar entre todas as demais Tecnologias Sociais que o The Human Project coordena na região, relacionadas à economia criativa. A proposta Sentidos do Itanhy também dialoga diretamente com a Tecnologia Social JIRO (Jornadas Integradas por Roteiros Originais), cujo foco é promover o turismo criativo e de experiência através da qualificação de pequenos empreendimentos com potencial turístico e da divulgação e comercialização através de uma plataforma digital (app JIRO). O JIRO também dialoga com várias Tecnologias Sociais do THP e atualmente envolve pequenos empreendedores de 6 municípios do eixo sul sergipano, tendo Santa Luzia do Itanhy como referência. Nesta proposta, além da ampliação do número de pequenos empreendedores na plataforma JIRO, pretendemos promover a integração entre os diferentes empreendedores, visando ampliar a visibilidade e a comercialização e também trabalhar no fortalecimento e inovação nas técnicas artesanais e para isso o projeto prevê oficinas com designers especializadas, com documentação do audiovisual e a concepção e implantação de estratégias de inovação continuada, de negócios e de controle de qualidade que assegurem melhoria de renda para os artesãos beneficiados, integrando seus produtos à cadeia do turismo do JIRO, mas explorando novas formas de comercialização e de governança do negócio criativo e incluindo um viés de arte e educação, que ajude a preservar o patrimônio artesanal sergipano. Por fim, a proposta também dialoga com um esforço recente do The Human Project de conceber e consolidar uma nova estrutura essencialmente focada no desenvolvimento de novos negócios na região, denominada Caneta. Esta estrutura é hoje composta por uma organização sem fins lucrativos (Caneta), que é a acionista exclusiva da Caneta Participações, que é uma empresa com fins lucrativos, que por sua vez tem como missão apoiar a criação e o desenvolvimento de negócios criativos e sociais na região, oferecendo mentorias e apoio nas estratégias, mas também todo o apoio de administrativo que os negócios emergentes precisam, tais como apoio contábil, jurídico, espaço físico (CVT, no caso). O Caneta, a médio prazo, também por objetivo liderar a atração de investidores para apoiar os negócios criativos e sociais da região, que estiverem maduros para receber investimentos externos, e tudo isso está sendo sistematizado para que possa servir de modelo e de referência para iniciativas em regiões similares à de Santa Luzia do Itanhy, nas quais criar condições de desenvolvimento de novos negócios que sejam adequadas à realidade das pessoas e do estágio de desenvolvimento destes negócio é vista por nós como crucial para ampliar o sucesso da consolidação de um território criativo em regiões de alta vulnerabilidade social e econômica. O impacto esperado com este projeto vai bem além da capacitação técnica. Nosso objetivo é consolidar Santa Luzia do Itanhy como um polo de referência para a economia criativa, atraindo empresários e investidores do setor audiovisual e tecnológico, além de estimular o turismo cultural na região, e sistematizar o modelo para posteriores experiências de reaplicação. Esperamos despertar nas novas gerações o interesse pelo empreendedorismo cultural, promovendo a fixaçãode talentos locais e reduzindo o êxodo rural, considerando que a economia criativa é uma estratégia poderosa para o desenvolvimento social e econômico de regiões afastadas dos grandes centros urbanos. Por isso, este projeto, que visa a conexão da cultura, inovação e impacto social, se alinha diretamente aos princípios da Lei Rouanet, garantindo acesso democrático à cultura, formação de novos profissionais e a valorização do patrimônio cultural e imaterial do território.
1. Portal Virtual Será desenvolvido utilizando tecnologias avançadas para garantir uma experiência digital imersiva e de fácil acesso. O “front end” será projetado com frameworks modernos, como React.js ou Vue.js, criando uma interface intuitiva que reflete a cultura local e promove as belezas naturais e culturais da cidade. Essa interface será responsiva, otimizando a visualização em dispositivos móveis e garantindo acessibilidade a todos os usuários. O “back end”, por sua vez, será estruturado em Node.js com Express.js, oferecendo alta performance e escalabilidade para atender a muitos visitantes, tanto da região quanto de outras partes do Brasil. Além disso, o sistema permitirá interações em tempo real, como chats de mentoria e agendamento de eventos culturais. A tecnologia empregada no portal será atual e dinâmica, com o uso de ferramentas como React.js, Vue.js, HTML5, CSS3, JavaScript (ES6+), Node.js, Express.js e PostgreSQL. A plataforma será hospedada em nuvem, utilizando uma infraestrutura escalável como AWS ou Google Cloud Platform, o que permitirá a gestão eficiente de picos de tráfego, especialmente durante festivais e eventos importantes da cidade. A base de dados será gerenciada com PostgreSQL, armazenando informações organizadas sobre eventos culturais, turistas e cursos, enquanto a plataforma Amazon S3 será utilizada para a guarda de grandes volumes de mídias, como vídeos e fotos sobre o patrimônio da cidade. A segurança será uma prioridade, com autenticação via OAuth 2.0 e comunicação segura através de SSL/TLS. A infraestrutura de armazenamento será robusta, com dados sobre visitantes e informações turísticas sendo armazenados no PostgreSQL, enquanto conteúdo multimídia, como vídeos e fotos das cachoeiras e festas locais, serão geridos pelo Amazon S3. Para garantir uma navegação ágil e eficiente, será implantado um sistema de cache com Redis, otimizando o carregamento de informações sobre eventos e atrações turísticas. 2. Material tecnológico para oficinas criativas Para as oficinas, será disponibilizado um conjunto completo de materiais tecnológicos para garantir a melhorexperiência de aprendizado, com especial atenção à acessibilidade para alunos com deficiência física, auditiva ou visual. Serão disponibilizados computadores e tablets, com dispositivos e configurações adaptadas para garantir o acesso a alunos com deficiência, além de softwares de planejamento financeiro, como QuickBooks e Excel, que também contarão com funcionalidades de acessibilidade, como leitores de tela e interfaces adaptáveis. Também estarão à disposição câmeras de vídeo (DSLR, mirrorless e celulares de boa qualidade), microfones (lapela, shotgun, boom) e tripés e estabilizadores para gravações de alta qualidade. Para iluminação, serão disponibilizados softboxes, ring lights e refletores. As oficinas contarão ainda com softwares de edição de vídeo, como Adobe Premiere e Final Cut Pro que possuem recursos de acessibilidade, como atalhos de teclado e opções para deficientes visuais, além de fones de ouvido e monitores externos para edição de áudio evídeo, com opções de ajustes de volume e clareza para atender a diferentes necessidades. Cartões de memória e hard drives estarão disponíveis para armazenamento dos materiais criados. As plataformas de distribuição como YouTube e Vimeo, e plataformas de desenvolvimento como Python, JavaScript e React, serão utilizadas para a disseminação de conteúdo e aprendizado prático, com a inclusão de legendas, transcrições e outras ferramentas de acessibilidade. Kits de Arduino ou Raspberry Pi também estarão acessíveis para atividades de desenvolvimento, com opções adaptadas para alunos com deficiência física ou motora, assim como headsets e microfones, que poderão ser ajustados para atender a diferentes necessidades auditivas e de comunicação. Ferramentas de design gráfico como Adobe XD e Figma terão recursos de acessibilidade, como suporte a leitores de tela e atalhos personalizados, garantindo que todos os alunos possam desenvolver suas habilidades em diversas áreas da tecnologia e produção audiovisual de maneira inclusiva. 3. Material Tecnológico para Palestras Durante as palestras, serão utilizados equipamentos de projeção de alta qualidade (4k), um sistema moderno de iluminação e um sistema de som estéreo adequado para o ambiente selecionado. Serão providenciados microfones sem fio ou microfones de lapela para garantir clareza na comunicação. Para garantir a acessibilidade a alunos com deficiência auditiva, será disponibilizada interpretação em libras durante as palestras. Para facilitar a interação online, haverá internet gratuita, e materiais de comunicação, como panfletos, cartazes, banners e catálogos, serão disponibilizados para promover as atividades e informar os participantes sobre horários e locais. 4. Cartilha MetodológicaA5 ou A4, papel offset 90g/m² ou papel couchê 115g/m², capa em papel couchê 200g/m², impressão colorida (CMYK), fonte Arial ou Helvetica, tamanho 10 a 12 pt para o texto, título em Arial ou Helvetica Negrito, tamanho 14 a 18 pt, negrito ou itálico para destaques, margens superiores e inferiores de 15 mm, margens laterais de 20 mm, espaçamento entre linhas 1,5, elementos gráficos em 300 dpi, acabamento laminação fosca ou brilhante para a capa, número de páginas entre 4 e 32. 5. BannerBanner em formato horizontal ou vertical, papel couchê 150g/m² ou lona 280g/m², impressão colorida (CMYK), fonte Arial ou Helvetica, tamanho 18 a 24 pt para o texto, título em Arial ou Helvetica Negrito, tamanho 36 a 48 pt, negrito ou itálico para destaques, margens de segurança de 10 mm, resolução mínima de 150 dpi, elementos gráficos em 300 dpi, acabamento fosco ou brilhante, borda de 2 cm para acabamento, tamanho personalizado de acordo com a necessidade (exemplo: 1x2m, 2x3m, etc.). 6. CartazesTamanho A3 (297 x 420 mm) ou A2 (420 x 594 mm), papel couchê 150g/m² ou 180g/m², impressão colorida (CMYK), resolução mínima de 300 dpi para imagens e elementos gráficos, fonte Arial ou Helvetica, tamanho mínimo de 18 pt para textos principais, títulos em Arial ou Helvetica Negrito, entre 24 e 36 pt, negrito ou itálico para destaques, margem de segurança de 10 mm em todas as bordas, acabamento com laminação fosca ou brilhante opcional, orientação vertical ou horizontal conforme necessidade de aplicação. 7. FolderEm formato dobrado (tipo z ou portfólio), papel couchê 115g/m² ou papel offset 90g/m², impressão colorida (CMYK), fonte Arial ou Helvetica, tamanho 10 a 12 pt para o texto, título em Arial ou Helvetica Negrito, tamanho 14 a 18 pt, negrito ou itálico para destaques, margens superiores e inferiores de 15 mm, margens laterais de 20 mm, espaçamento entre linhas 1,5, elementos gráficos em 300 dpi, acabamento laminação fosca ou brilhante, número de páginas entre 4 e 6, tamanho final após dobra: 21 x 29,7 cm (A4) ou conforme necessidade. 8. OutdoorEm formato personalizado (exemplo: 3x6m ou 4x8m), material de impressão em lona 330g/m² ou vinil 500g/m², impressão digital colorida (CMYK), fonte Arial ou Helvetica, tamanho mínimo de 60 pt para o texto, título em Arial ou Helvetica Negrito, tamanho 100 a 150 pt, negrito ou itálico para destaques, margens de segurança de 10 cm, resolução mínima de 150 dpi, elementos gráficos em 300 dpi, acabamento fosco ou brilhante, durabilidade para exposição externa (resistente a intempéries e desbotamento), borda de 5 cm para acabamento. 9. Spot de RádioDuração entre 30 e 60 segundos, formato de áudio WAV ou MP3, qualidade mínima de 44.1 kHz e 16 bits, locução clara e objetiva, voz masculina ou feminina conforme público-alvo, trilha sonora livre de direitos autorais ou com devida autorização de uso.
Os espaços selecionados cumprirão a legislação de acessibilidade, oferecendo atendimento à comunidade de acordo com os critérios estabelecidos pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26. Para acessibilidade arquitetônica, buscaremos, dentro das condições possíveis, alcançar nos principais espaços referentes as oficinas e palestras, os seguintes pontos: adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso, salas de aula destinadas às atividades pedagógicas com portas amplas e corredores desobstruídos permitindo circulação sem restrições; rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas; Pelo menos 01 piso tátil direcional na entrada principal e 01 piso tátil de alerta nas bordas de escadas e rampas, 01 rampa de acesso principal (se houver diferença de nível) e 01 rampa adicional em áreas internas com variação de nível; 02 corrimãos (um de cada lado) em todas as rampas e escadas; pelo menos 01 guarda-corpo em escadas e passarelas elevadas, 02 banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência, com suficiente espaço para a mobilidade de cadeirantes e equipado com 1 barra de apoio fixada ao lado do vaso sanitário e na parede lateral; 02 vagas acessíveis, sendo 01 para PCD + 01 para idoso, claramente sinalizadas e próximas às entradas principais; 04 assentos para pessoas obesas e iluminação adequada. Em todos os espaços incluiremos as placas de identificação e sinalização nas entradas e saídas, assim como nos banheiros adaptados e salas de aulas, sendo posicionadas na altura adequada para leitura e garantindo a orientação clara e acessível para todos os alunos. A parte de acessibilidade comunicacional contará nos espaços planos, com 01 mapa tátil ou 01 maquete com a descrição de seus espaços, e também 03 pontos específicos na entrada principal, hall e corredores-chave, com gravações da descrição dos ambientes. Também serão disponibilizadas etiquetas e textos com versões em braile e em tipos ampliados, 06 placas de sinalização por porta/sala de uso comum em braile fixados de forma a poderem ser lidos tanto por pessoas que estejam em pé, como por pessoas sentadas. A disponibilização de 02 bengalas inteligentes e sinais viso-motores para surdos e deficientes auditivos, como 01 luz de alerta visual por pavimento e painéis de LED informativos em 03 pontos estratégicos, ampliando a autonomia e segurança. Também implementaremos interpretação em Libras em toda a obra audiovisual exibida, para garantir que todo o conteúdo seja acessível a pessoas surdas, assim como, vamos oferecer audiodescrição para pessoas com deficiência visual e legendas em português para tornar o conteúdo visualmente e auditivamente acessível. Nas atividades que envolvem leitura em sala de aula, será disponibilizado 1 (um) kit do material didático acessível para os alunos. O kit poderá estar em um dos seguintes formatos: livros em braille, textos ampliados, livros digitais, materiais em áudio ou vídeos com legendas. Além disso, utilizaremos linguagem simples e clara para facilitar a compreensão, garantindo que o conteúdo seja acessível para uma ampla gama de públicos, incluindo aqueles com diferentes níveis de educação. Já o sistema Braille e o sistema de sinalização serão integrados através de conteúdos gráficos, também previstos no orçamento, assim como, os textos adaptados para leitores de tela em nossos conteúdos das redes sociais. Já para a acessibilidade atitudinal, incluiremos 01 profissional de Pedagogia Inclusiva, que será contratado para realizar um treinamento com a equipe principal, durante a etapa de pré-produção, visando a conscientização sobre questões de acessibilidade e capacitando-os para interações respeitosas e inclusivas com todas as pessoas envolvidas no projeto. Será realizada também monitoria especializada inclusiva ao longo das atividades com uso de “Linguagem Simples” (sendo um dos recursos da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual). Já nos espaços com alunos com deficiência visual, será disponibilizado 1 (um) profissional, como um auxiliar de sala, para apoiar os estudantes no acompanhamento das atividades. Dentro da nossa equipe principal também realizaremos a contratação de 01 profissional com deficiência já apontado na equipe. Em seguida, uma roda de conversa será realizada com o objetivo de informar e sensibilizar de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural. Como medidas adicionais para eliminar atitudes capacitistas, buscaremos garantir que os locais de eventos e exibições sejam acessíveis a pessoas com diferentes tipos de deficiência, assim como, materiais promocionais sigam as diretrizes de acessibilidade na web para garantir que pessoas com deficiência possam acessar informações facilmente. Será oferecida uma monitoria especializada inclusiva, voltada às necessidades de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com medidas de proteção contra estímulos sensoriais intensos, como sons altos, luzes fortes e aglomerações. Durante apresentação das Oficinas, Workshops e/ou palestras 12 assentos serão reservados na primeira fileira, em áreas com iluminação amena e menor nível de ruído, com 06 dos assentos para a pessoa com TEA e 06 para seus acompanhantes. O acesso aos espaços será facilitado por meio do sistema de fast pass, com entrada preferencial, sempre que possível, pela saída, a fim de evitar filas e multidões. Também serão disponibilizados 06 protetores auriculares ou 06 fones de ouvido para redução de ruído e 06 óculos escuros para minimizar a exposição à luz, sendo todos os equipamentos devidamente higienizados após o uso.
Este projeto visa garantir o acesso livre e gratuito em 100% das suas ações programadas, incluindo todas as oficinas e palestras previstas no plano de trabalho. Dessa forma, não haverá a cobrança de ingressos em nenhuma instância. Estima-se que cerca de 2.000 jovens e adultos sejam diretamente beneficiados no território alcançado, incluindo, estudantes da rede pública, quilombolas, ribeirinhos, moradores de áreas rurais, jovens com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. Além disso, 10% (dez por cento) de todas as vagas terão distribuição gratuita para patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado. Para apoiar o aprendizado e garantir o bem-estar de todos os participantes, cada um receberá 01 kit com materiais básicos (caderno, lápis, borracha e caneta), 01 lanche nutritivo e 01 camisa do projeto a cada ano durante as oficinas. Com o intuito de ampliar o acesso às atividades, este projeto também propõe a disponibilização de transporte sem custos ao público participante de todas as Oficinas e Workshops, assim como, a disponibilização na internet dos registros audiovisuais das 12 palestras realizadas, com tradução em Libras e recursos de audiodescrição. A disponibilização online dos materiais permitirá a difusão contínua e gratuita do conteúdo, ampliando o alcance do projeto para além do público presencial e alcançando comunidades em diferentes regiões do país, inclusive aquelas com acesso restrito a atividades culturais presenciais. A Realização gratuita de atividades paralelas, através de 01 roda de conversa voltada ao público local. Com a proposta de promover o diálogo, o intercâmbio de saberes e a escuta ativa das experiências culturais da comunidade. A roda de conversa terá um espaço aberto e inclusivo, estimulando a participação de moradores, artistas locais, educadores e demais interessados, fortalecendo vínculos entre o projeto e o território em que está inserido. A proposta irá valorizar os saberes populares e contribuirá para a construção coletiva de conhecimento, respeitando e reconhecendo a diversidade cultural local. A realização de uma ação cultural por meio de 01 evento de encerramento voltado para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores. Promovendo o acesso à cultura de forma democrática e inclusiva, especialmente para públicos historicamente afastados das programações culturais por barreiras geográficas, econômicas ou sociais, por meio da gratuidade do evento, da escolha de local de fácil acesso e da ampla divulgação. Através da criação de 01 Observatório de Economia Criativa, buscaremos integrar dois bolsistas locais com foco na inserção e difusão de práticas relacionadas ao mundo do trabalho na cultura. A iniciativa será voltada à pesquisa, qualificação técnica, artística e cultural, com especial atenção à inclusão de públicos prioritários e em situação de vulnerabilidade social. O Observatório também atuará como espaço de levantamento e disseminação de dados, fortalecendo políticas públicas e iniciativas voltadas à valorização da cultura como vetor de desenvolvimento econômico.
Marcel Magalhães - Função no projeto: Coordenador geral Roteirista, produtor, diretor cinematográfico (DRT 0637), e pesquisador associado do The Human Project (IPTI) desde 2013. Em sua trajetória já participou de importantes festivais de cinema, como a mostra de cinema de São Paulo, In-Edit, Curta-SE, festival internacional del cine latino americano de Havana, dentre outros. Foi produtor executivo e curador, do festival Fantasnor, da mostra de cinema infanto-juvenil “Curtinha”, e da mostra de cinema do Crasto. Também foi produtor e montador do documentário “Morena dos Olhos Pretos”, longa-metragem sobre a vida e obra da cantora Clemilda, considerada a rainha do forró, que hoje integra o catálogo da In-Edit TV, sendo distribuído pela O2 play. Além disso, desde 2017, integra iniciativas de economia criativa através do The Human Project, com os projetos LuCA e PLOC, onde auxilia jovens de comunidades do interior de Sergipe a se desenvolverem e ingressar no setor de audiovisual. Thatiana Carvalho - Função no projeto: Coordenação Cultural Há quatorze anos trabalho com projetos socioambientais e de turismo em Comunidades de Sergipe, construindo junto aos residentes, oportunidades de geração de renda integradas aos seus contextos ambiental e cultural. Tenho experiência em atividades de campo e de gestão e atualmente sou Associada do The Human Project, onde coordeno o JIRO – Jornadas Integradas por Rotas Originais - projeto em desenvolvimento no estado de Sergipe. Sou Pós graduada em Planejamento Turístico pela Universidade Federal de Sergipe (2018), com graduação Tecnólogo em Gestão de Turismo, pelo Instituto Federal de Sergipe (2016), possuo, também, graduação em Ciências Biológicas Bacharelado (2008) e mestrado em Biotecnologia em Recursos Naturais (2011), ambos pela UFS. Guilherme Pedra - Função no projeto: Oficinas Técnicas de Roteiro É roteirista, diretor e editor formado em Cinema pela Universidade de Nova York (NYU, Tisch School of the Arts, 2019) e pós-graduado em Roteiro para Audiovisual pela FAAP (2023). Trabalhou em festivais como o New York Film Festival e o Festival de Cannes, onde estagiou para a XYZ Films em 2022. Para a mesma produtora, trabalhou na área de desenvolvimento escrevendo relatórios e análises de roteiros (script coverage). Já realizou curtas exibidos em festivais ao redor do mundo, como “I am Love” (2021), exibido no Raindance Film Festival, em Londres. Em 2023, desenvolveu e ministrou um curso livre de roteiro e foi finalista do Concurso de Argumentos LATINX em 2024 com um projeto de longa-metragem autoral. Rodrigo de Maio Almeida - Função no projeto: Gestor administrativo e financeiro Pesquisador Associado do The Human Project (IPTI) desde 2003 e ocupa o cargo de Diretor Presidente desde 2018. É formado em Engenharia Elétrica pela Universidade de Mogi das Cruzes (2002), com mestrado em Engenharia Biomédica (2005) e especialização em Docência no Cenário do Ensino para Compreensão (2010). Atuou como professor universitário por 14 anos, entre 2004 e 2018, em conceituadas universidades, onde lecionava em cursos das áreas de Administração e das Engenharias. Também no Ensino Superior, desempenhou por vários anos a coordenação de cursos na área de Engenharia e na área de Gestão e Negócios. Como responsável legal pelo The Human Project (IPTI), gerencia todas as atividades administrativas e financeiras, acompanha a realização de todos os projetos e processos, garantindo o fluxo, o registro das informações e as respectivas prestações de contas, além de acompanhar as ações de comunicação, relacionamento institucional e captação de recursos. Saulo Faria Almeida Barretto - Função no projeto: Articulação Cofundador do The Human Project (IPTI). Nascido em Sergipe, engenheiro de ideias com doutorado em análise e solução de problemas estruturais complexos. A partir de 2007 coordenou a mudança da sede do instituto para Santa Luzia do Itanhy (SE), um dos municípios mais pobres do Brasil, para desenvolver e sistematizar um modelo de como arte, ciência e tecnologia podem ser vetores de promoção do desenvolvimento humano. É o principal responsável pelas atividades de articulação institucional, novos negócios e pela captação de recursos no The Human Project (IPTI), tendo construído uma extensa rede de parcerias, com organizações do setor publico e privado, no Brasil e no exterior. Tem experiência em trabalhos de consultoria para empresas (Vale), governo (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e organismos internacionais (Comissão Europeia, UNESCO, IICA), especialmente em temas ligados a tecnologias sociais e promoção de desenvolvimento social e econômico em comunidades vulneráveis. Em 2020 foi um dos 4 premiados no Prêmio UBS Visionaris ao Empreendedor Social e em 2022 representou o The Human Project (IPTI) na cerimônia de premiação Responsabilidade Social 2022, em Nova Iorque, no evento “Person of the Year” da Câmara do Comércio Brasil – Estados Unidos. Vera Souza - Função no projeto: Consultoria Técnica Coordenadora de eventos, cerimonialista, cenógrafa e decoradora, com vasta experiência em coordenação geral de eventos governamentais, corporativos, e culturais. É vencedora do Concurso de Vitrinismo do Shopping Jardins (Aracaju-SE). Coordenou o projeto de Geração de Renda ‘Resgatando Cidadania’, do Instituto Recriando. Atuou na coordenação geral, cenografia e no cerimonial do Prêmio Setransp de Jornalismo e do Seminário de Mobilidade Urbana. No Instituto Banese e Museu da Gente Sergipana, criou e executou a cenografia da Cozinha Regional da Instalação Nossos Pratos, decorações natalinas e juninas do prédio do Museu. Também participou da criação e execução da cenografia dos programas de TV realizados pelo Instituto Banese e Museu da Gente Sergipana no período da pandemia: ‘Nós e Eles para Sempre’, ‘Folia da Gente’, ‘Natal da Gente – A Fábrica de Sonhos’ e ‘Sergipe: o país do forró’. Atuou na criação e execução da cenografia do estande da Secretaria de Turismo de Sergipe em parceria com o Instituto Banese para o Arraiá do Povo 2023 (Aracaju-SE) e para a Feira de Turismo Avirrp 2023 (Ribeirão Preto-SP). Por vários anos faz a coordenação geral de palco e camarins do evento Sermão do Monte, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. Elizeu Gonçalves - Função no projeto: Apoio Técnico Realizador audiovisual e coordenador de projetos sociais. É morador de Santa Luzia do Itanhy, Sergipe, onde, através da sua produtora, a Vixe Filmes, atua desde 2019 na realização de filmes comunitários e de impacto social, e também com formações técnicas para jovens de escolas publicas do município. Dentre as suas produções, vale destacar, na área cultural e educacional, a websérie “Um Pé de Banana Nanica”, produção colaborativa, criada e produzida com a participação de adolescentes de sua comunidade, onde trabalhou o ensino da matemática através de 26 episódios lúdicos. Além disso, também é realizador do “Cineminha do Itanhy”, um cineclube que ocorre todas as quintas feiras na biblioteca Luminescência, localizada também na comunidade local. Uma iniciativa gratuita, que visa a formação de publico local em cinema infantil através de crianças de 7 a 11 anos. Lívia Martins - Função no projeto: Apoio Técnico Artista visual, ilustradora, produtora audiovisual e diretora de arte. É formada em Design na Universidade Federal de Sergipe (UFS), especialista em modelagem e animação 3D, e moradora de Nossa Senhora do Socorro. Desde 2017, segue atuante na promoção, no fomento e no desenvolvimento da cultura sergipana, através de animações, produções digitais e projetos sociais com foco no público infantil e infanto-juvenil. Em 2024, fui premiada no Edital 04/2023, que destacava Mérito Cultural, conforme preconizado na Lei Complementar n° 195/2022, também conhecida como Lei Paulo Gustavo. Essa oportunidade possibilitará o desenvolvimento da animação Tatatatu, destinada à apresentação nas escolas de Nossa Senhora do Socorro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.