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PRONAC 253535Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A.R.L Antônio Roseno de Lima

ASSOCIACAO QUANTA CULTURA
Solicitado
R$ 592,8 mil
Aprovado
R$ 592,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2025-09-01
Término
2026-09-01
Locais de realização (1)
Natal Rio Grande do Norte

Resumo

"A.R.L. Antônio Roseno de Lima" é uma exposição que destaca a trajetória pessoal e artística do fotógrafo e pintor potiguar autodidata Antônio Roseno de Lima (1926-1998). A mostra reúne aproximadamente 70 obras, incluindo pinturas e fotografias, que refletem a essência da Art Brut e a singularidade da produção de Roseno. O projeto prevê ações educativas e formadoras, incluindo mediação para grupos escolares e materiais didáticos adaptados para diferentes faixas etárias. Com duração de 2 meses entre exposição e atividades secundárias, as atividades educativas são previstas para turmas de 40 crianças e o workshop para formação em catalogação de acervos prevê 20 vagas + 2 educadores, além de 800 obras que serão catalogadas. Essas atividades visam capacitar profissionais na preservação de obras de arte brasileira e potiguar.

Sinopse

A exposição "Antônio Roseno de Lima: fotógrafo e pintor" apresenta ao público a fascinante trajetória do artista potiguar Antônio Roseno de Lima, destacando sua produção que transita entre a fotografia e a pintura. A mostra reúne cerca de 70 obras que evidenciam a originalidade de A.R.L. Além das peças expostas, o evento oferece ações educativas com mediação para grupos escolares e um workshop de organização e catalogação de acervos, proporcionando uma experiência enriquecedora e reflexiva sobre a arte e a vida deste notável artista outsider.

Objetivos

O projeto se vincula profundamente a Natal/RN, estado de Antônio Roseno de Lima, ao resgatar e valorizar a trajetória de um artista potiguar cuja obra reflete identidades locais e periféricas. Suas criações, feitas com materiais precários, ecoam a realidade de comunidades nordestinas, destacando narrativas invisibilizadas da cultura popular. O artista já expôs suas obras nacional e internacionalmente, mas nunca teve oportunidade de levá-las para seu estado natal. As ações educativas com escolas de Natal e o workshop de catalogação de acervos capacitam profissionais para preservar a memória artística potiguar. Essa iniciativa reforça o vínculo entre arte, educação e comunidade, democratizando o acesso à cultura e fomentando a economia criativa local. Assim, o projeto contribui para a valorização da cultura local e para o desenvolvimento humano do seu território. Atividade principal: Exposição com duração de 2 meses. Atividades derivadas: Workshop de formação em catalogação e organização de acervo e coleção (20 vagas e 2 educadores com 2 meses de duração); Catalogação e organização de acervo de arte brasileira e potiguar (800 obras); Ação educativa com escolas em 2 turmas (manhã e tarde) por semana, com 40 crianças cada turma, com duração de 2 meses.

Justificativa

O projeto preenche uma lacuna na História da Arte Popular brasileira, tratando do tema com rigor e qualidade, colocando em discussão conceitos artísticos ainda pouco explorados na literatura de arte (a Art Brut e seus caminhos) e de profundo impacto na cena cultural, sempre buscando como produto final dar visibilidade a um artista fora dos padrões e a formação de um público crítico e sensível ao assunto, através de ações educativas que apresentam novos pontos de vista e quebram paradigmas. Roseno nasceu em uma família de cinco irmãos, na cidade de Alexandria (RN), em 22 de junho de 1926, de onde saiu aos 30 anos, sem jamais fazer o caminho de volta. Veio para São Paulo deixando mulher e cinco filhos, sonhando em trabalhar e ganhar muito dinheiro, mudou-se para a favela em Campinas, onde viveu até a sua morte em 1998. O professor doutor e ex-diretor do Instituto de Artes da UNICAMP Geraldo Porto teve Roseno como objeto de estudo de sua dissertação de mestrado e acompanhou a sua caminhada desde 1988, quando se conheceram. Porto nos conta, em seu relato, que Roseno "viveu durante anos naquele barraco miserável, dormindo à custa de remédios, com hipertensão, diabete, o teto caindo, sem luz elétrica, entre amontoados de papéis velhos, latas, desenhos, pinturas e bichos, onde também improvisava uma venda de balas e cigarros". Porto pôde estabelecer que a obra do "doente dos nervos" (forma com a qual a companheira Soledade o definia) possui características próprias da "Art Brut" e podem ali ser localizadas: são obras que escapam das classificações habituais da história oficial da arte, que estão fora dos movimentos artísticos, alienadas das academias de arte e das tendências e modas artísticas. Apesar de sua obra ter alcançado tamanha dimensão e de hoje ser um expoente da Arte Bruta internacional, o fato é que o artista nordestino, morador de comunidade, semianalfabeto, outsider por toda a vida, e sua história foram se tornando praticamente desconhecidos em nosso país. Por tal importância no formento da cultura brasileira, o projeto tem a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, devido ao seu enquadramento nos seguintes incidido do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, a exposição alcançá os objetivos citados a seguir, do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

Será produzido como peça principal da divulgação um texto reunindo, de forma sintética, as informações essenciais da exposição: uma breve descrição da ideia, dos objetivos, de quem realiza e onde acontece, acompanhado da assinatura (identidade visual) do projeto.O planejamento da assessoria de imprensa prevê a coleta dessas informações, bem como uma entrevista com os principais integrantes do projeto, para, a partir da redação dessas informações, preparar diversas ações de divulgação entre veículos de imprensa, tais como: a criação de um evento no Facebook, a divulgação da exposição nas redes sociais ligadas ao projeto, e um e-mail release (com a mesma estrutura do texto principal, porém mais detalhado, com mais informações sobre as principais atrações da exposição) para editoriais de cultura em jornais, emissoras de rádio, colunistas e blogueiros.A assessoria de imprensa também prevê:Follow-up junto aos jornalistas de mídia impressa para possível produção de matérias e entrevistas e inclusão em colunas de lançamentos. Idem para as mídias virtuais parceiras;Follow-up junto a programadores de rádio e produções de rádios e TVs para possíveis entrevistas e inclusão do CD na programação musical. Idem para veículos virtuais;Produção de notas informativas e envio para colunas sociais e imprensa em geral;Elaboração e sugestão de pautas aos veículos e editorias de cultura e variedades;Apresentação da resposta alcançada na mídia (clipping) no final do trabalho, incluindo publicações em mídia impressa e virtual.

Acessibilidade

A mostra busca garantir que a exposição seja acessível, ao trabalhar com instituições que atendem às exigências de acessibilidade arquitetônica, sendo aptas a receber pessoas de diferentes idades e com mobilidade reduzida, incluindo aqui recursos básicos como rampas de acesso e/ou elevador, banheiros acessíveis, local reservado para cadeirantes, além da disponibilização de recursos como QR-CODES com audiodescrição e materiais informativos em formatos acessíveis. Outra iniciativa de acessibilidade é a presença de, no mínimo, três telas táteis reproduzidas em MDF, com texturas variadas para leitura sensorial.

Democratização do acesso

A exposição será de distribuição gratuita visando garantir o mais amplo acesso da população em geral às suas atividades e objetivando, com isso, a descentralização e/ou garantia da universalização do benefício ao cidadão, sempre em consideração ao interesse público e à democratização do acesso aos bens produzidos através do edital. Além disso, o local da exposição encontra-se instalado no perímetro urbano, sendo de fácil acesso à população em geral, tendo acesso também por transporte público. O local também é adaptado para pessoas com mobilidade reduzida e deficientes físicos.

Ficha técnica

Joana Brasileira e mãe de dois filhos, é nascida e residente da cidade de Campinas-SP. Desde 1999 atua como produtora cultural e diretora, produzindo eventos e produtos culturais nas áreas da música, artes plásticas, circo, literatura, festivais, cinema e vídeo, participando desde a concepção dos projetos até sua execução. Em Campinas, é a principal produtora dos músicos Ale Carmani, João Arruda, João Bá, dos artistas plásticos Geraldo Porto e Antônio Roseno de Lima (A.R.L.), e de eventos como Arreuní, Casarão das Violas, Casa da Arte Brasileira, Just So Brasil, dentre outros. Além de sua própria empresa de produção cultural, a Joana Germani Produções, fundada em 2001, Joana está à frente como Diretora da Quanta Cultura, ONG sediada em Campinas e especializada em criar experiências de arte e cultura para famílias na natureza. Maíra Maíra Gama é brasileira, nascida no Rio de Janeiro, criada nas cidades de Manaus e Belém, onde viveu sua infância e adolescência em meio à intensa atividade cultural peculiar de cada uma dessas regiões amazônicas, graças, principalmente, ao trabalho de seu pai, William Gama, como produtor cultural e fundador do Projeto Uakti, que nasceu com o objetivo de fomentar, incentivar e difundir a cultura baré e hoje permanece como um veículo de divulgação da produção cultural local. Atualmente, está em Campinas - SP. Formou-se em Artes Plásticas pela UNICAMP e trabalhou como arte educadora em escolas de Campinas antes de entrar para a área da Propaganda e Marketing, atuando em agência de propaganda como redatora, produtora e designer gráfico. É uma das fundadoras da Quanta Cultura, ONG que atua na criação, programação e produção de eventos culturais para famílias, em especial ao ar livre e em meio à natureza. Atua, desde 2012, na produção, concepção gráfica, curadoria, gerenciamento e criação de cenografia dos eventos da Quanta Cultura, incluindo o Just So Brasil, primeiro festival de artes e campismo para famílias do país, no qual fez a curadoria e a direção artística das sete edições já realizadas. Também com a Quanta, participou da turnê “Histórias que Cantam por Aí”, do músico Ale Carmani; das edições dos eventos Quanta Criança, Quanta Coisa Boa, Fim de Tarde e Festival Avia; do projeto musical Beira de Folha (PROAC 2020) e Ninho (PROAC 2022); do projeto de difusão da literatura indígena Quanta Criança Lendo (Aldir Blanc 2020); do projeto audiovisual Mundo Munduruku (PROAC 2021) e da exposição A.R.L. Vida e Obra (PROAC 2021 e 2023, CCBB 2024). Como designer, entre outros trabalhos, participou da criação da galeria virtual do artista Geraldo Porto (Aldir Blanc 2020). Na Casa da Arte Brasileira atua, desde 2018, no trabalho de catalogação, organização e iniciativas de difusão das obras do acervo. Amanda Professora, arte-educadora e atelierista, atuou na CEI Baroneza de Limeira, uma das maiores escolas públicas em educação infantil do Brasil, à frente dos projetos de Arte e Cultura - com 800 crianças entre 2 e 6 anos de idade. Teve quatro projetos escolhidos na Jornada Pedagógica da Prefeitura de São Paulo, entre eles: A cultura africana e afro-brasileira na educação infantil e As Interações e Brincadeiras como princípios para a ação pedagógica nas Unidades Educacionais. É Educadora Social, desenvolveu projetos no terceiro setor, mobilizando famílias e organizações na construção de comunidades educadoras, criando e potencializando propostas coletivas e de inclusão. Formação em História da Arte, na Pinacoteca. Atualmente, leciona no Ateliê de duas escolas privadas em São Paulo, promovendo sessões artísticas com crianças de 3 a 10 anos de idade, considerando os aspectos estéticos, éticos e políticos, para construção de processos que possam integrar o pensar e o fazer na infância. Idealizadora do Projeto Ateliê Itinerante na Aldeia Tekoa Pyau, de etnia Guarani, levando aos bebês e as crianças do território indígena, ações e contextos imersivos para acessar as múltiplas linguagens das Artes – acolhendo a rica cultura Guarani. Realiza mensalmente, encontro com crianças e jovens em diversas organizações não governamentais, com o projeto Ateliê e Literatura para Florir. Produz eventos culturais para crianças e jovens participando de editais abertos em São Paulo, é contadora de histórias, apaixonada por cultura da infância e pesquisadora de literaturas infanto-juvenis.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.