Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "As Duas Estações" apresenta um concerto inédito que aproxima duas obras icônicas: Le Quattro Stagioni, de Antonio Vivaldi, e Las Cuatro Estaciones Porteñas, de Astor Piazzolla. Com uma orquestra de câmara formada por músicos paraenses, o concerto propõe um diálogo entre o barroco europeu e o tango contemporâneo latino-americano, estimulando a escuta crítica, comparativa e sensível do público. Realizado em Belém do Pará, o evento será gratuito e registrado em material audiovisual, promovendo o acesso à música de concerto e valorizando a produção musical local.
"AS DUAS ESTAÇÕES"Imagine o tempo traduzido em música. De um lado, os céus do barroco italiano de Antonio Vivaldi; do outro, as ruas pulsantes da Buenos Aires de Astor Piazzolla. "As Duas Estações" é um espetáculo-concerto que une, em um mesmo palco, a natureza lírica das "Quatro Estações" de Vivaldi com a intensidade urbana das "Estaciones Porteñas" de Piazzolla.Idealizado pelos diretores Pedro Alcântara e Renan Cardoso, o espetáculo convida o público a uma experiência sensorial, poética e sinestésica. Acompanhada por uma orquestra de 20 músicos, solista convidado e regência de Renan Cardoso, a montagem percorre quatro atos — primavera, verão, outono e inverno — com interações de luz, cheiro, temperatura, dança e projeções visuais que transformam a escuta em vivência.Com coreografias de Gual Dídimo, direção técnica da Sandim Produções, produção da Pinon Produções e assessoria de imprensa da Cabron Produções, "As Duas Estações" propõe uma nova forma de se perceber a música de concerto: híbrida, emocionante, sensorial e atemporal.Vivaldi via o céu. Piazzolla ouvia a cidade. Este espetáculo ouve ambos — e convida o público a sentir as estações da sua própria alma.
Realizar um concerto gratuito com obras de Vivaldi e Piazzolla, promovendo o acesso à música de concerto e o diálogo cultural entre tradições distintas.Objetivos Específicos- Ensaiar e executar um concerto de alta relevância artística;- Estimular a escuta comparativa e crítica do público;- Valorizar músicos paraenses na música de câmara;- Produzir e divulgar material audiovisual do concerto.
Justificativa"As Duas Estações" nasce do desejo de aproximar o público paraense de repertórios contrastantes, mas complementares, revelando como diferentes épocas e culturas interpretam os ciclos da natureza e da emoção. Vivaldi oferece imagens vívidas do mundo natural com elegância barroca, enquanto Piazzolla mergulha na modernidade urbana com intensidade e lirismo. Ao unir esses universos, o projeto promove educação musical, formação de plateia e valorização dos artistas locais, fortalecendo o cenário da música de câmara no Norte do Brasil.
Contrapartidas Sociais- Acesso gratuito ao concerto;- Registro audiovisual e disponibilização online;- Ensaio aberto para escolas ou ONGs;- Minioficina gratuita sobre o repertório para estudantes de música.
Concerto de orquestra com oficinas para a comunidade musical.
Acessibilidade física por elevadores e rampasInterpretação de libras para deficientes auditivos e legendasAssistência a portadores de TEA
Distribuição gratuita de ingressosEnsaio aberto Transmissão pelas redes sociais e plataformas de streaming
Direção Artística: Pedro Alcântara e Renan CardosoDireção Musical e Regência: Renan CardosoProdução Executiva: Pinon ProduçõesRenan Cardoso é natural de Cametá, Pará, e atua como regente titular da Orquestra Jovem Vale Música – Belém desde 2019.Iniciou seus estudos musicais aos 8 anos no Projeto Vale Música – Belém. É bacharel em Regência e Violino pelo Instituto Estadual Carlos Gomes (IECG). Aprofundou seus estudos em regência sob a orientação dos maestros Abel Rocha e Roberto Tibiriçá, que foram seus principais mentores. Participou de masterclasses com renomados maestros como Gianluigi Zampieri, Jorge Pérez Gómez, Barry Ford, Fuad Ibrahimov, Neil Thomson, Alexander Shelley, Alexander Liebreich, Maximiano Valdés, Lorenzo Tazzieri, Marcelo Lehninger e Giancarlo Guerrero. Em 2024, concluiu sua formação na Academia de Regência da OSESP, sob orientação do maestro Wagner Polistchuk, além de participar de masterclasses regulares com maestros convidados da instituição em São Paulo. Como aluno ativo, participou do 15º Laboratório de Regência da Filarmônica de Minas Gerais, do VI Workshop de Regência da Filarmônica de Goiás, da 37ª Oficina de Música de Curitiba e da Oficina de Regência Orquestral da Orquestra Sinfônica de Santo André (OSSA) – edição 2020. Em 2024, foi bolsista no Festival de Inverno de Campos do Jordão. Como regente convidado, atuou com a Orquestra do IV Encanta, Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Orquestra Ouro Preto e Nova Orquestra. Regeu em importantes salas de concerto do Brasil, como o Theatro da Paz (PA), Sala Augusto Meira Filho (PA), Sala São Paulo (SP), Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles (RJ), Sesc Palladium (MG), Auditório Minascentro (MG), Sesc Glória (ES) e Teatro Arthur Azevedo (MA). A convite da Embaixada do Brasil, atuou como regente na Expo Dubai 2020. Trabalhou com destacados solistas do cenário nacional e internacional, como Antônio Meneses, Cármelo de Los Santos, Emmanuele Baldini, Rodrigo de Oliveira, Cristian Budu, Rogério Zaghi, Vitaly Pisarenko, Su Yeon Kim, Jairo Wilkens, Roger Brito e Miguel Braga.Pedro AlcantaraParaense, Cantor Lírico e Popular, Arte-educador, Treinador Vocal, Empreendedor, Produtor e Diretor Artístico é Licenciando em Música pela Universidade Estadual do Pará (UEPA), Técnico em Canto Lírico pelo Instituto Estadual Carlos Gomes (IECG), CEO no Espaço Alcântara – Mentoria Vocal em Belém/PA. Integrou o Coro Lírico do Festival Internacional de Ópera do Theatro da Paz por mais de 10 anos, além de inúmeras edições do ENARTE (Encontro Nacionalde Artes - UFPA), FIMUPA (Festival Internacional de Música do Pará - FCG), ENCANTA (Encontro de Canto da Amazônia – FCG/IECG). Participou do Projeto Ópera Estúdio (IECG) como aluno e posteriormente como professor e diretor artístico. Recentemente, foi convidado a compor o corpo docente da primeira Academia de Ópera e Teatro Musical do Theatro da Paz. Em mais de 13 anos de experiências, assinou voz em diversas produções relevantes como "Wicked Brasil – Belém/Pa" (Versão GLENDA Produções-2018), "Morte E Vida Severino" (INCENA/MA-2018), "QUEEN, Num Toque de Mágica" (A Liga do Teatro-2019), "Amor Em Vermelho - Moulin Rouge" (KOMEDIA Produções-2021), "Audiovisual O Rei Leão" (ALCTA/PA-2022), "Canções da Imaginação" (IEFCG 2022), "Pérolas Musicais" (Francisco Campos produções-2023/24), “AJB In Concert - Musical” (Amazónia Jazz Band-2023), “O Príncipe do Egito” (Festival de Ópera do Theatro da Paz-2024), além de outros. Continuamente se atualiza em Belting, Teatro Musical, Condicionamento Físico-vocal (Fisiologia e Performance Vocal), Preparação de Elenco e Direção de Artísticas, Palestras e Congressos direcionado ao meio "músico-vocal".Eugenia Piñon. Mezzo Soprano Paraense, licenciada em música pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), Pós graduada em Docência do Ensino Superior ( Faculdade Dom Bosco). Iniciou seus estudos de canto lírico em 1996 com o professor Carlos Oliveira, ingressou em 1999 na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA), na classe do professor Vanildo Monteiro. Em 2003 mudou-se para São Paulo, onde estudou com Inês Stockler, voltou a Belém em 2009 retomando seus estudos de canto com o professor Milton Monte na EMUFPA onde se graduou em Técnico em Canto Lírico em 2013.Participou de Festivais como:1ºFestival Eleazar de Carvalho (1999), onde cursou canto de câmara com a professora Marina Monarcha; Festival de música antiga de Juiz de Fora(2002),tendo aulas com Neide Thomas e Rio Novello e 1º Festival de ópera do Theatro da paz (2002) como coralista nas óperas Macbeth de Verdi e A viúva alegre de Franz Lehar. Em 2011, participou como solista na ópera Orfeo de Claudio Monteverdi onde interpretou Esperança, dentro do 38º ENARTE. Foi coralista do Coro Marina Monarcha, Madrigal Cantovivo, Coro Luther King e Madrigal da Uepa, participando de vários concertos em Belém e São Paulo. Participou do coro do Festival de ópera do Theatro da Paz de 2013 a 2014. Participou da ópera estúdio da Fundação Carlos Gomes de 2014 a 2017. É produtora cultural com experiência em sistemas de cadastros de projetos, execução e coordenação de editais e produção musical, tem em sua carreira as montagens da Ópera Lorfeo de Montiverdi e a pasacaglia do Rei Arthur de Purcell em 2011, o Doido é a Morte de Alexandre Delgado em 2018. Direção Geral do 36 FIMUPA em 2022. Coordenadora Geral do Edital de Música, teatro, dança e circo realizado em 2023 através da lei de incentivo Paulo Gustavo. Proprietária da produtora Elpiñon Produções, responsável por agenciar grande parte dos músicos locais e nacionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.