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PRONAC 253587Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Produção do curta-metragem A PEDRA

CASA DE CINEMA DE PORTO ALEGRE LTDA
Solicitado
R$ 350,0 mil
Aprovado
R$ 350,0 mil
Captado
R$ 350,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
21353568000166PAGSEGURO BIVA SERVICOS FINANCEIROS LTDA1900-01-01R$ 350,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-07-21
Término

Resumo

O projeto visa a produção do curta-metragem A PEDRA (aproximadamente 20min), que, ao acompanhar três mulheres em um dia de trilha, põe em discussão a tensão e o medo que cercam o feminino diante da presença masculina. Além da produção do filme, o projeto também prevê a exibição do curta no cinema em sessões com debate entre público e realizadores e a disponibilização online de um making-of da obra.

Sinopse

Curta-metragem A PEDRANo dia de seu aniversário, Greta enfrenta o pior momento de sua vida: uma separação traumática. Para afastá-la da tristeza, suas amigas Carmen e Irene a levam para uma trilha em uma montanha marcada por raios, vegetação queimada e brotos verdes que nascem da destruição. Um lugar repleto de simbolismos. Ao longo da jornada, elas refletem sobre medos, relações e o papel das mulheres na sociedade, até que um homem aparece. Sua simples presença é suficiente para que um estado de pânico se instaure nas personagens, abrindo espaço para uma sequência de devaneios violentos onde elas encenam diversas maneiras de assassiná-lo.Sessões de exibição com debateExibição do curta-metragem A PEDRA em cinemas do Rio de Janeiro com a presença de membros do elenco e da equipe. Após a exibição do filme, será realizado um debate entre espectadores e realizadores. O público das sessões poderá conversar com os realizadores sobre o processo de realização do filme e as temáticas que o atravessam, fazendo perguntas e tecendo seus próprios comentários sobre a obra exibida.Making-of Vídeo curto contendo registro dos bastidores da filmagem do curta-metragem.

Objetivos

Objetivo geral O objetivo deste projeto é a realização do curta-metragem A PEDRA, sua circulação em festivais nacionais e internacionais e sua posterior exibição no cinema em sessões com debate entre público e realizadores na cidade do Rio de Janeiro, assim como a disponibilização do filme para instituições e projetos cujos objetivos se alinhem à temática da obra. Objetivos específicos 1) PRODUÇÃO DO CURTA-METRAGEM: produzir e finalizar o curta-metragem A PEDRA 2) EXIBIÇÃO DO CURTA-METRAGEM: realizar 3 sessões acessíveis e gratuitas e aberta ao público do filme no Rio de Janeiro. As sessões contarão com a presença de membros da equipe e do elenco e serão seguidas de um debate entre espectadores e realizadores sobre a realização e a temática do filme. As sessões serão transmitidas ao vivo pela internet e posteriormente disponibilizadas online. 3) MAKING-OF: disponibilização online e gratuita de um material de making-of do curta-metragem em uma página dedicada ao filme.

Justificativa

Quando perguntadas se preferiam encontrar um homem ou um urso em uma trilha, a esmagadora maioria das mulheres respondeu, sem titubear, que preferiam o urso. Afinal, o máximo que ele poderia fazer seria matá-las. E assim caminha a humanidade: homens e mulheres se relacionam das mais diversas formas — fraternas e amorosas — mas sempre há uma linha tênue de tensão entre eles; como se anos e anos de dominação estivessem sempre no subtexto de toda e qualquer relação: "Sempre há uma ameaça de morte que espreita o feminino onde quer que ele esteja" (Manoela Sawitzki). A PEDRA explora essa tensão. Greta, vivendo uma separação traumática, é convidada pelas amigas Carmem e Irene a realizar uma trilha em uma montanha. Ao longo da jornada, elas refletem sobre medos, relações e o papel das mulheres na sociedade, até que um homem aparece. Então, o pânico se instaura nas personagens, que mergulham em uma sequência de devaneios nos quais ensaiam maneiras de assassinar a ameaça. Ao concentrar toda a tensão dramática no perigo que um corpo masculino pode causar ao simplesmente existir, o filme faz desse embate uma alegoria para as outras relações nas vidas dessas três protagonistas. É claro que nem todas as mulheres têm medo de todos os homens, mas, ao cruzarem com um homem do qual não se sabe nada, o primeiro instinto é sempre um: o medo. Em paralelo, Greta, Irene e Carmen discutem questões que enfrentam com outros homens nas suas vidas pessoais e exploram a diferença de investigação subjetiva que sentem em relação a eles. Enquanto homens costumam ter um passaporte para o mundo de fora, ao mesmo tempo, parecem ter perdido o passaporte para o mundo de dentro. "Se a emoção é um movimento, ela é, portanto, uma ação (...) pois quando a emoção nos atravessa, nossa alma se move, treme, se agita, e o nosso corpo faz uma série de coisas que nem sequer imaginamos" disse Georges Didi-Huberman no livro "Que emoção! Que emoção?" É isto que elas fazem ao longo da trajetória na montanha: com diálogos bem-humorados, contam e recontam suas histórias. Em A PEDRA, a imaginação tem o mesmo peso que a realidade em que vivem as personagens, fazendo deste percurso na trilha uma oportunidade para uma nova narrativa de vida. Como disse Hegel: sem impasses, não saberíamos o que é uma passagem. Desse modo, evidencia-se a importância deste projeto. A PEDRA é um incentivo para que mulheres contem suas próprias histórias e investiguem suas próprias questões. Num mundo com um excesso de narrativas masculinas, muitas vezes as mulheres se colocam como coadjuvantes da própria vida e fazem de tudo para não enfrentarem a dificuldade que é saber qual o seu próprio desejo. O embate com a figura do homem é, principalmente, uma alegoria para o que elas precisam enfrentar na própria vida. O que as mulheres tanto precisam matar para que consigam falar e construir suas próprias histórias? Esse projeto tem por objetivo não apenas produzir o curta-metragem A PEDRA, mas também proporcionar a sua exibição para o maior público possível através das sessões gratuitas e de materiais acessíveis, explorando as discussões que A PEDRA tem grande potencial de disparar. Assim, fica claro o alinhamento do projeto com os incisos I, III e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Além do alinhamento com o Art. 1º da Lei 8313/91, os objetivos descritos no incisos II e IV do Art. 3º da mesma lei também se encaixam no projeto, uma vez que a produção do curta-metragem e sua difusão gratuita são suas características centrais: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A PEDRA é, portanto, um projeto de alta relevância que propõe a discussão sobre a existência feminina em um universo de hegemonia masculina e incentiva que as mulheres apropriem-se de suas próprias narrativas. Para além de sua temática central, a relevância deste projeto também reside no fomento ao consumo de obras audiovisuais nacionais e na facilitação do acesso a essas obras. Assim, a produção do curta-metragem A PEDRA e a sua exibição gratuita no Rio de Janeiro alinha-se com os objetivos da Lei Rouanet, que se torna um mecanismo de fomento decisivo, uma vez que permite o acesso a recursos essenciais à realização do projeto.

Estratégia de execução

Nas etapas de trabalho do projeto, a montagem e finalização do filme e do making-of, assim como a inscrição em festivais e as sessões de exibição do filme no Rio de Janeiro, foram consideradas dentro do período de EXECUÇÃO: esse item foi preenchido com o entendimento de que todos os produtos fazem parte da execução principal, enquanto a PRÉ-PRODUÇÃO seria a pré-produção do próprio filme e a PÓS-PRODUÇÃO, limitada a 60 dias pela IN 23/2025, seria reservada para relatórios, organização da prestação de contas, entrega de materiais locados, pagamentos pendentes etc. Contudo, no orçamento do projeto, cada produto foi dividido em PRÉ-PRODUÇÃO, EXECUÇÃO e PÓS-PRODUÇÃO. Assim, os itens orçados na PÓS-PRODUÇÃO do curta-metragem (edição, color grading, desenho de som etc.) e do making-of (edição) fazem parte da EXECUÇÃO do projeto, como indica o item etapas de trabalho. O orçamento foi assim preenchido para preservar a coerência das etapas tradicionais da realização de um curta-metragem. Se necessário, estamos abertos a inserir os itens previstos para a pós-produção na etapa de execução. -A filmagem do curta-metragem será realizada na região da Serra da Nogueira (Rio de Janeiro). Contudo, como o município ainda não foi definido, foi cadastrada para essa etapa a cidade do Rio de Janeiro. A proponente assume a responsabilidade de comunicar ao Ministério da Cultura o município escolhido para as filmagens assim que o definir.

Especificação técnica

Curta-metragem A PEDRADuração: aproximadamente 20 min.Formato de captação: 4k digitalCor: ColoridoSessões de exibição com debateQuantidade de sessões: 3Local: Salas de exibição na cidade do Rio de JaneiroDuração prevista: 90 min (incluindo exibição do filme e debate)Mediadores dos debates: Profissionais do audiovisual ou de outra área cujo currículo dialogue com o tema do filmeMaking-Of Duração: aproximadamente 5 min.Formato de captação: FullHD DigitalCor: Colorido

Acessibilidade

1) Produto CURTA-METRAGEM A PEDRA a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO i. Produção de um pacote de acessibilidade para o curta-metragem — Janela de LIBRAS, Audiodescrição e Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE) disponibilizadas em aplicativos como o MovieReading, que permitem que o espectador acesse os recursos por dispositivos móveis, tanto no cinema quanto na televisão (e em outros veículos de transmissão). Esse recurso será utilizado nas sessões de exibição com debate. 2) Produto MAKING-OF a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO i. Disponibilização do making-of em formato acessível (LIBRAS, LSE, Audiodescrição); 3) Produto SESSÕES DE EXIBIÇÃO COM DEBATE a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO i. Contratação de intérprete de LIBRAS para acompanhar os debates com os realizadores após as sessões de exibição do filme. ii. Utilização do pacote de recursos de acessibilidade produzidos para o filme. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS i. Disponibilização de materiais de divulgação dos projetos em formatos acessíveis. c. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO ii. Priorizar a realização dos eventos de exibição do curta-metragem em locais com infraestrutura acessível para PcD na sala de cinema (rampas, banheiros adaptados, piso tátil).

Democratização do acesso

A PEDRA é um incentivo para que mulheres contem suas próprias histórias e investiguem suas próprias questões. Assim, e devido ao potencial do filme para incentivar discussões pertinentes à sociedade, a distribuição do projeto tem por objetivo democratizar o acesso ao curta-metragem e exibi-lo ao maior número de espectadores possível. Após a finalização, o filme será inscrito em festivais de cinema nacionais e internacionais, o que oportuniza a propagação dos produtos culturais brasileiros e financiados pela Lei Rouanet para públicos diversos e estrangeiros. Então, concluído o período de circulação por festivais, o curta-metragem será exibido em 3 sessões na cidade do Rio de Janeiro, as quais terão a presença de membros da equipe e do elenco da obra e serão seguidas por um debate entre público e realizadores. Para atingir o maior número possível de pessoas, as sessões serão abertas ao público e gratuitas. No debate, o público terá a oportunidade de dialogar com os realizadores sobre o processo de realização do filme e as temáticas que o atravessam, fazendo perguntas e tecendo seus próprios comentários sobre a obra exibida. Assim, amplia-se a oportunidade de discussão sobre a experiência feminina em confronto com a presença masculina — mas também se abre a possibilidade para a discussão sobre os mais variados temas que possam ser levantados pelo público, como o próprio processo de produção audiovisual, a presença feminina no cinema, entre outros tópicos pertinentes. A trajetória de A PEDRA, contudo, não irá terminar após essas sessões. O curta-metragem poderá ser licenciado para televisão, streaming ou qualquer outro veículo de transmissão. Além disso, após o período de circulação por festivais, curta será cedido gratuitamente para eventos/instituições cujos objetivos se alinhem com a temática e o objetivo do próprio filme: incentivar que as mulheres sejam narradoras de suas próprias histórias. No que se refere às Medidas de Ampliação de Acesso previstas na IN 23/2025, além da realização das sessões gratuitas, este projeto também prevê a medida descrita no inciso III do artigo 47: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição Será criado um perfil dedicado ao filme no Instagram, onde serão disponibilizados, entre outros conteúdos, - um making of das filmagens de A PEDRA: vídeo curto, de aproximadamente 5 min, com registros dos bastidores da filmagem. O vídeo será acompanhado de Janela de Libras e LSE, e também será disponibilizada uma versão com Audiodescrição. O material será disponibilizado logo após o período de finalização do filme; - a transmissão ao vivo dos 3 debates realizados após as sessões de exibição do filme no Rio de Janeiro (os quais contarão com a presença de um intérprete de Libras que estará incluído na transmissão). Após a transmissão, o registro dos debates ficará disponível na página do filme. Dessa maneira, trabalharemos para que A PEDRA possa ser exibido para o público mais numeroso possível, contribuindo para as discussões disparadas pelo filme atinjam cada vez mais espectadores.

Ficha técnica

Empresa Produtora: CASA DE CINEMA DE PORTO ALEGRE Com 37 anos, a Casa de Cinema de Porto Alegre realizou mais de 60 filmes entre longas, médias e curtas, séries e especiais para televisão, cursos de cinema e programas eleitorais. Entre seus longas, estão O HOMEM QUE COPIAVA (2003, dir. Jorge Furtado), que participou de mais de 20 festivais internacionais e nacionais, ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Kerala e teve mais de 600.000 espectadores no cinema; MEU TIO MATOU UM CARA (2004, dir. Jorge Furtado), premiado Melhor Direção e Melhor Roteiro no 9º Fest. de Cinema Brasileiro de Miami, com um público de 560.500 em cinema; SANEAMENTO BÁSICO, O FILME (2007, dir. Jorge Furtado), premiado Melhor Filme pelo Júri Popular do 10º Festival do Cinema Brasileiro de Paris; ANTES QUE O MUNDO ACABE (2010, dir. Ana Luiza Azevedo), vencedor de 17 prêmios, entre eles Melhor Filme Brasileiro pela APCA; AOS OLHOS DE ERNESTO (2019, dir. Ana Luiza Azevedo), que teve estreia mundial no BIFF/Coreia do Sul/2019, premiado Melhor Filme/ crítica na Mostra Internacional de São Paulo, Melhor Filme/Júri Popular Festivais de Punta del Este, Viña del Mar, Monterrey, do júri oficial os festivais de San Diego, Inffinito Film Festival/ Miami e Fest. Internacional de Mulheres (FIM). Os filmes da Casa ultrapassam o circuito comercial de exibição. Até hoje são continuamente requisitados para exibições em cineclubes, cinemas itinerantes, instituições culturais e educacionais, bem como, citados em materiais didáticos escolares e em conteúdos formativos de cinema. Produção Executiva: NORA GOULART Produtora Executiva. Sócia da produtora Casa de Cinema de Porto Alegre. Produziu mais de 20 longas-metragens, como FELICIDADE É… (1995), TOLERÂNCIA (2000), O HOMEM QUE COPIAVA (2003), MEU TIO MATOU UM CARA (2005), SANEAMENTO BÁSICO, O FILME (2007), ANTES QUE O MUNDO ACABE (2009), REAL BELEZA (2015), CIDADES FANTASMAS (2017), MORTO NÃO FALA (2018), AOS OLHOS DE ERNESTO (2O19), VERLUST (2020) e VIRGÍNIA E ADELAIDE (2024); e ainda dezenas de séries como CENA ABERTA (2003), DECAMERÃO, A COMÉDIA DO SEXO (2009), A HISTÓRIA DO AMOR (2011), DOCE DE MÃE (2014) e DRAGON (2024). Também foi Coordenadora de Produção da RBS Vídeo de Porto Alegre (de 1989-1990) e da TVC Cinema e Televisão de São Paulo (1991). Atualmente trabalha no desenvolvimento e pré-produção de longas, séries e documentários da Casa de Cinema.Direção e Roteiro: LUÍSA ARRAESFormada pela faculdade de Letras na PUC-Rio. Escreveu e atuou na peça QUEDA LIVRE (2011) dirigida por Bernardo Jablonski. No teatro, atuou em PEDRO MALAZARTE E A ARARA GIGANTE (2014-2016); A SANTA JOANA DOS MATADOUROS (2015), de Bertolt Brecht; VIANINHA CONTA: O ÚLTIMO COMBATE DO HOMEM COMUM DE VIANINHA (2014); GRANDE SERTÃO: VEREDAS (2017-2020), direção de Bia Lessa, e OS IRMÃOS KARAMAZOV (2025), entre outras. Na TV, participou das séries LOUCO POR ELAS (2012), JUSTIÇA (2016), A FÓRMULA (2017), das novelas BABILÔNIA (2015), SEGUNDO SOL (2018), NO RANCHO FUNDO (2024), entre outros. No cinema, fez parte de A BUSCA (2013), REZA A LENDA (2016), AOS TEUS OLHOS (2018), RASGA CORAÇÃO (2018), TRANSE (2022), TRAVESSIA (2015), GRANDE SERTÃO (2024), entre outros. Como autora, escreveu a peça SUELENARAIAN (2019), cujo texto ganhou prêmio de melhor texto infanto-juvenil, e NUNCA ESTIVE AQUI ANTES (2020). Para a TV, escreveu, dirigiu e atuou no episódio A BELEZA SALVARÁ O MUNDO da série AMOR E SORTE (2020) e dirigiu seu primeiro curta DEPENDÊNCIAS (2023), Melhor Filme no Festival do Rio e rodou o mundo em festivais. Além disso, tem a banda COMES E BEBES, ao lado de Arthur Braganti e Thiago Rebello, em que misturam músicas autorais, versões e muita dramaturgia. Direção de Arte: CHICA CALDASDiretora de Arte e Produtora de Objetos. Como Diretora de Arte, atuou nos longas-metragens MARINA (em finalização) e O CIRCO VOLTOU (2021); nos curtas-metragens A TERNURA (em finalização) e JANELA (2016); no média-metragem DIANTE DO ESPELhO (2015); nas séries CANGAÇO NOVO (temporada 2, em finalização) e BORBOLETAS E SEREIAS (2020); nos videoálbuns TRUQUE - Clarice Falcão (2022/2023) e NAVIO - BaianaSystem (2022); nos videoclipes NINGUÉM PERGUNTOU DE VOCÊ - Letrux (2019) e EU ESCOLHI VOCÊ - Clarice Falcão (2019); no espetáculo ESPECIAL DE ANO TODO COM CLARICE FALCÃO (2017) e na cenografia do show UM SEGUNDO - Banda Mohandas (2015). Como Produtora de Objetos, realizou os longas O MELHOR VERÃO DE NOSSAS VIDAS (2020), RIO DOCE (2021), DOUTOR GAMA (2021), BACURAU (2019) e DIVINO AMOR (2019). Como Assistente de Arte, participou dos longas HOMEM COM H (2025), BABY (2024), SEM CORAÇÃO (2023), CONFISSÕES DE UMA GAROTA EXCLUÍDA (2021), SOL ALEGRIA (2018) e PAÍS DO DESEJO (2011); dos curtas DEPENDÊNCIAS (2023) e O QUE RESTOU (2016); das séries CANGAÇO NOVO (2023), SEGUNDA CHAMADA (temporada 2, 2021), ARUANAS (2019) e SE EU FOSSE VOCÊ (temporada 2, 2015); do videoclipe O PESO DO MEU CORAÇÃO - Qinho (2014); e da peça de teatro NÃO VAMOS PAGAR (2014). Direção de Fotografia: DANIEL VENOSAFormado em Cinema pela PUC-Rio. Atua profissionalmente desde 2009 como diretor de fotografia. Trabalhou em comerciais para clientes como Apple, Stella Artois, Ford e produtoras como O2, Conspiração, Stink e Landia. Fez longas metragens de ficção como PELÉ, THE BIRTH OF A LEGEND (2016), em que foi diretor de fotografia de segunda unidade para o aclamado diretor de fotografia Matthew Libatique, ASC. Recentemente fotografou o thriller LACUNA (2021), disponível no catálogo da Globoplay, e o longa TRANSE (2022) de Carol Jabor e Anne Guimarães. Em 2020 lançou seu primeiro trabalho como diretor: o videoclipe NOTURNO 150 de Heavy Baile, que foi selecionado como Nowness Picks, vencedor do Clio Awards, e entrou em festivais como Berlin Music Video Fest, BMVA e Music Video Festival BR. Em 2021, o curta-metragem PORTUGAL PEQUENO (2020), fotografado por Daniel, ganhou uma menção honrosa no Festival Clermont-Ferrand. Em 2024, filmou o longa metragem PRIVADA DE SUAS VIDAS, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner com produção da RT Features.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

2028-07-21
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro