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PRONAC 253629Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Terras que Falam: Residência para Inspirar Artistas Ambientais

MUSEU ESCOLA SAIRA APUNHALADA - MESA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Marechal Floriano
Início
2025-07-17
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
Marechal Floriano Espírito Santo

Resumo

Residência artística com duração de 10 dias, realizada no Museu Escola Saíra Apunhalada, primeiro museu a céu aberto de arte contemporânea do Espírito Santo, localizado em uma antiga fazenda de 13 hectares em meio à Mata Atlântica. Participam 4 artistas visuais selecionados por edital público, que irão criar obras inéditas e permanentes para o acervo inaugural do museu, em diálogo com o território. A proposta inclui ainda uma exposição gratuita ao ar livre, ações educativas com foco em mediação cultural e visitas mediadas para estudantes da rede pública, além de um seminário sobre arte contemporânea e território. Todas as atividades são gratuitas e acessíveis.

Sinopse

O projeto é composto por três produtos principais: (1) uma exposição ao ar livre com 4 obras permanentes desenvolvidas por artistas residentes em diálogo com o território; (2) uma residência artística de 10 dias com caráter formativo e criativo; e (3) ações educativas gratuitas, incluindo oficinas temáticas, visitas mediadas e um seminário sobre arte e emergência climática. Todos os produtos são gratuitos e têm classificação livre.

Objetivos

Objetivo Geral Promover uma residência artística imersiva e interdisciplinar no Museu Escola Saíra Apunhalada, com foco na criação de obras de arte contemporânea e no fortalecimento de processos formativos em arte, curadoria e mediação cultural, resultando em ações de fruição pública, reflexão crítica e democratização do acesso à cultura. Objetivos Específicos• Selecionar, por meio de edital público, 4 artistas visuais para participação na residência artística;• Desenvolver 4 obras inéditas e permanentes a serem integradas ao acervo do museu, com apoio técnico local;• Realizar 2 oficinas educativas com foco em criação e mediação cultural em arte contemporânea;• Conduzir 2 dias de visitas mediadas para, no mínimo, 80 estudantes da rede pública local;• Produzir e disponibilizar conteúdos audiovisuais e materiais digitais com acessibilidade comunicacional;• Garantir vagas afirmativas para Pessoas com Deficiência (PcD) e fomentar a participação diversa;• Consolidar o Museu Escola Saíra Apunhalada como espaço público de experimentação artística e formação crítica, com abertura oficial prevista para a COP30.

Justificativa

A crise climática é uma das questões mais urgentes da contemporaneidade, com impactos diretos sobre os ecossistemas, as comunidades e as formas de vida. Diante desse cenário, torna-se essencial refletir e construir novas narrativas capazes de mobilizar a sociedade — e a arte exerce papel fundamental nesse processo, ao sensibilizar e propor caminhos estéticos e críticos para a transformação.Este projeto propõe uma residência artística imersiva no Museu Escola Saíra Apunhalada, em Marechal Floriano (ES), espaço de criação e fruição cultural situado em uma antiga fazenda de 13 hectares na Mata Atlântica. Ainda em fase inicial de implantação, o museu nasce com foco exclusivo na emergência climática como eixo curatorial, abrindo espaço para a criação artística em diálogo com temas como justiça ambiental, território e coexistência entre espécies.Participam 4 artistas visuais selecionados por edital público, que desenvolverão, ao longo de 10 dias, obras inéditas e permanentes em interação com o território, com apoio técnico de profissionais locais. A proposta visa ativar artisticamente o museu por meio da produção de um acervo inaugural, articulando arte contemporânea, site-specific e sustentabilidade estética.Como parte das contrapartidas culturais, serão realizadas 2 oficinas educativas e 1 seminário inaugural voltados à mediação cultural, curadoria crítica e formação de público. As atividades educativas e as visitas mediadas para escolas públicas contribuem para consolidar o papel do museu como espaço de formação crítica, letramento visual e acesso gratuito à arte contemporânea.A residência será a atividade inaugural de ativação do Museu Escola Saíra Apunhalada, em preparação para sua abertura oficial durante a COP30. Em vez de configurar-se como uma "bolha" urbana isolada, o museu propõe-se como espaço de integração entre o artístico e o rural, fomentando novas formas de ocupação cultural do território.O projeto será realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) por ser a principal via de viabilização de uma proposta com este perfil — gratuita, acessível, de interesse público e sem fins lucrativos. Os recursos incentivados garantirão a realização da residência, a montagem das obras, as ações educativas e os mecanismos de acessibilidade previstos.O projeto está de acordo com os dispositivos da Lei Rouanet, especialmente:Art. 1º, incisos I, II, V e IX, ao promover o acesso à cultura, a valorização da produção artística regional, a preservação de saberes e a difusão da arte brasileira;Art. 3º, inciso II, alínea c, ao fomentar a produção cultural por meio de uma exposição e ações formativas;Art. 3º, inciso III, alínea d, ao contribuir para a preservação e difusão do patrimônio cultural.Terras que Falam é um projeto de criação e mediação cultural que se propõe a inspirar novos modos de ver, sentir e habitar o mundo por meio da arte. O incentivo fiscal é essencial para garantir sua realização, seu impacto público e seu legado cultural.

Estratégia de execução

A proposta se enquadra na tipologia “Exposição de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museu”, prevista na IN nº 23/2025 e no Anexo I do Manual do Proponente. Por ser gratuita, acessível e voltada à formação de público, atende aos critérios do artigo 18 da Lei 8.313/91. A ação contempla atividades típicas e de interesse público — residência artística, exposição ao ar livre, oficinas formativas e seminário educativo — com foco em democratização do acesso, inclusão e relevância territorial. A proposta será a ação inaugural do Museu Escola Saíra Apunhalada, ampliando o impacto cultural e social do projeto.

Especificação técnica

Produto 1 – Exposição “Terras que Falam”Formato: Exposição ao ar livre, com 4 obras inéditas de arte contemporâneaDuração estimada: 2 meses de visitação espontâneaMateriais utilizados: Madeira de reuso, barro, fibras naturais, ferro reaproveitado e materiais sustentáveis, conforme orçamentoLocal: Museu Escola Saíra Apunhalada (Marechal Floriano – ES)Detalhamento Curatorial e Técnico:As obras serão instaladas em percurso de 1,2 km, respeitando a topografia natural. Cada instalação contará com placa de identificação, QR code com conteúdo acessível, mapa impresso e digital. A montagem será feita por equipe técnica local. A expografia será registrada em relatório técnico final, com base em critérios de sustentabilidade, fruição pública e coerência conceitual. Produto 2 – Residência ArtísticaFormato: Imersão artística de 10 dias com 4 artistas selecionados por editalMetodologia: Acompanhamento curatorial e pedagógico; visitas técnicas, rodas de conversa e práticas integradas à criação das obrasMateriais utilizados: Sustentáveis e de fácil acesso, definidos conforme o plano técnico de execuçãoProjeto Pedagógico:A residência inclui atividades como visitas orientadas ao território, mediação curatorial, encontros com profissionais locais e rodas de partilha. O enfoque é na criação artística vinculada ao espaço expositivo do museu, com valorização do site-specific e da interdisciplinaridade. O processo será documentado e sistematizado em relatório final. Produto 3 – Ações Educativas (Oficinas, Visitas e Seminário)Formato:2 oficinas temáticas (até 4h cada)1 seminário com convidados (duração de até 3h)2 dias de visitas educativas para grupos escolares e comunitáriosMateriais utilizados: Materiais naturais e reaproveitados, compatíveis com as práticas desenvolvidasProjeto Pedagógico:As ações educativas adotam abordagem participativa e sensorial, com foco em letramento visual e diálogo entre arte, território e comunidade. As oficinas propõem vivências criativas sobre temas ambientais, com mediação de educadores e artistas convidados. O seminário articula reflexões conceituais com experiências práticas. Todos os conteúdos serão sistematizados em material digital acessível.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O espaço do Museu Escola Saíra Apunhalada conta com rampas de acesso, platôs nivelados e circulação segura. As obras serão instaladas em trilhas naturais com trajeto acessível. Haverá sinalização visual nos pontos de visitação e estrutura para acomodar diferentes perfis de público. Acessibilidade de Conteúdo: Em conformidade com o Art. 28 da IN nº 23/2025, os conteúdos audiovisuais e materiais digitais produzidos contarão com recursos de acessibilidade como versão textual, legendas e audiodescrição. Os textos institucionais serão produzidos em linguagem simples e inclusiva. A tradução em Libras será considerada conforme demanda específica identificada junto ao público. Todas as ações são gratuitas e buscam garantir acesso inclusivo e responsável às atividades culturais e educativas previstas. Com essas diretrizes, o projeto assegura o acesso proporcional, inclusivo e responsável às suas atividades, respeitando as dimensões do orçamento e as possibilidades reais de execução sem comprometer a qualidade das entregas.

Democratização do acesso

Todos os produtos do projeto terão acesso 100% gratuito e serão amplamente divulgados junto à comunidade local e redes educativas.A distribuição das vagas nas atividades formativas será feita por edital público e inscrição gratuita, com reserva de vagas para moradores da região e para grupos minorizados. A visitação à exposição será espontânea, gratuita e sem necessidade de agendamento, com circulação livre durante os dias úteis de funcionamento do museu. A democratização do acesso será ampliada por meio de:Oficinas gratuitas abertas à comunidadeVisitas educativas com transporte escolar gratuitoSeminário com transmissão online (quando viável)Publicação digital de conteúdos formativos e audiovisuais com recursos de acessibilidade A comunicação será ativa e inclusiva, priorizando canais populares (rádios locais, redes sociais) e parceria com escolas públicas, coletivos culturais e instituições da região.

Ficha técnica

Eider Barreto – Coordenador Geral Gestor cultural e diretor-presidente do Museu Escola Saíra Apunhalada, em Marechal Floriano (ES), artista e escritor. Tem trajetória diversa em gestão, literatura e projetos culturais, com livros publicados, vídeos autorais e atuação na área de educação em saúde. Publicou obras com apoio da Secult-ES e realizou dois documentários. Atualmente cursa Artes Visuais na Universidade Federal do Espírito Santo, com intercâmbio acadêmico em Arte e Design em Portugal. No projeto, será responsável pela Coordenação Geral e articulação institucional. Rafaela Areal – Produtora Executiva Graduanda em História pela Universidade Federal de Ouro Preto, com formação complementar em Museologia e Curadoria pela Universidad Católica de Salta (Argentina). Atua desde 2021 na produção de eventos culturais, curadoria e articulação comunitária em projetos como o Bloco do Mesclado (MG), a Mostra de Cinema Originário e o Fórum das Letras. Tem experiência com logística, planejamento, recepção de público e articulação com instituições. No projeto, responderá pela produção executiva, acompanhando cronograma, fornecedores e a execução de campo. Carlos Eduardo Borges - Facilitador - artista visual e artivista, professor de Desenho/Pintura na UFES; Doutor em processos artísticos contemporâneos pela UERJ com pesquisaem desenvolvimento de interferências na paisagem e ecologia, agrofloresta, fauna brasileira, plantio e sementes de Juçara Arlete Schubert Wayrakuna ativista indígena, doutora em educação UFES, escritora e organizadora do livro “Wayrakuna – Polinizando a Vida e Semeando o Bem Viver” que juntamente a Wilton Montebeller, apicultor, farão conversas sobre cosmovisão indígenas na manutenção do território natural e a importância das abelhas no processo de polinização para a saúde ambiental de um ecossistema com uma atividade de ativação com abelhas Meliponas com os residentes.Marcos Martins – Coordenador Pedagógico Artista, pesquisador e professor de artes visuais. É doutor e mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP e pós-doutor pela FAU-USP. Atua como docente da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e colaborador da Universidade Federal do Ceará (UFC), nas áreas de escultura, performance e processos de criação contemporânea. Participou de exposições e residências em diversos estados brasileiros e países da América Latina. No projeto, será responsável pela curadoria pedagógica, orientando os processos formativos dos artistas residentes.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.