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O projeto visa realizar a montagem de um espetáculo inédito de teatral musical, sobre a vida e a obra do compositor, cantor e pianista Johnny Alf, com temporadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
ALF é, principalmente, uma celebração ao pensamento, à dissonância existencial e à musicalidade de Johnny Alf, um nome que anseia por um resgate poético e contundente nos dias que correm. Uma viagem fantasiosa por uma madrugada insone de nosso protagonista, quando ele revisita sua história, através dos fantasmas que lhe visitam. Unindo o áudio visual à dramaturgia (trechos do espetáculo são reproduzidos filmados numa tela ao fundo, buscando os detalhes que a cena porventura, possa esconder.)Criado num mundo que ele jamais conseguiu reconhecer, vivendo à margem de uma família classe média, com rígidos valores morais, o menino Alfredo tinha como refúgio as harmonias do piano que estudava com afinco e a fantasia dos musicais de Hollywood que ele assistia em transe, por vezes passando todo o dia entorpecido na poltrona de um cinema.Nesta noite, Johnny revisita sua família (onde todos tocavam instrumentos), mas curiosamente, como num dos filmes escapistas a que assistia, a família idealizada é negra. Assim, ele concede um final feliz às vidas sofridas dos sua família e pais biológicos; neste quarto de guardados, em que divide a cama como um amante casual, Johnny já é capaz de falar livremente sobre sua homossexualidade: “Minha homossexualidade interfere como nuance que evidência e polícia meu comportamento junto às pessoas. É ela a brisa do título da música, é ela o devaneio que inspirou a letra. Para um artista, o motivo de certas obras fica incrustado na pedra fundamental de sua personalidade e com bastante inteligência ele usa esse motivo num teor de simplicidade honesta, sem se revelar aos outros se é isso ou aquilo! A arte o faz.”A arte o faz. É curioso e revelador o fascínio de Alf pelas harmonias dissonantes que ele ouviu, pela primeira vez, nas composições de Custódio Mesquita, como Velho Realejo. Um dedicado estudioso do piano, com uma musicalidade surpreendente e moderna, Johnny Alf foi cultuado por todos os grandes músicos de sua geração e, se não participou diretamente da Bossa Nova (um movimento branco e heteronormativo em sua quase totalidade), sem dúvida alguma foram suas improvisações e engenhosas harmonias que abriram a porta para o movimento.Passeando por sua obra, com atores/cantores capacitados para tal empreitada, Alf traz para a cena clássicos como Eu e a BRISA, Ilusão à Toa, Rapaz de Bem, entre outras pérolas de nosso cancioneiro.É, portanto, uma homenagem a esta figura tão importante e, paradoxalmente, tão pouco lembrada. É, também, uma afirmação das liberdades pessoais de cada um, das descobertas e possibilidades de afeto e da nostalgia que invade o protagonista durante a ação da peça.Um amante da poesia de Aimé Césaire, poeta maior das Antilhas, o menino Alfredo, o jovem pianista das boates de então, o crooner das casas cultuadas, o espectador dos musicais da Metro, o homem que divide a cama com alguém que está prestes a ir embora, o artista que deseja esquecer a dor de ser tão só para ser um sonho, todos eles se encontram para um acerto de contas final e recuperação do legado do artista, afinal, “o artista acende a luz e vai-se embora, mas a luz, ah! Esta continua!”. Afinal, tudo vibra nos versos do poeta caribenho.Miguel Falabella
OBJETIVO GERALO projeto visa realizar a montagem de um espetáculo de Teatro Musical em homenagem ao compositor, cantor e pianista carioca JOHNNY ALF, com texto e direção de Miguel Falabella, elenco composto por 10 (dez) atrizes e atores, acompanhados por banda com músicos tocando ao vivo a cada sessão, com estreia prevista para agosto de 2026 e realização de temporada de 8 (oito) semanas, de agosto de 2026 a setembro de 2026, com 24 (vinte e quatro) apresentações, no Teatro Sabesp Frei Caneca, em São Paulo/SP e temporada de 8 (oito) semanadas, de outubro de 2026 a novembro de 2026, com 24 (vinte e quatro) apresentações, no Teatro Claro Mais, no Rio de Janeiro.Como objetivo geral, este projeto pretende ainda, em seu escopo principal e em ações paralelas e de contrapartida:Contribuir para o desenvolvimento e difusão da dramaturgia teatral contemporânea brasileira; Divulgar e popularizar o teatro brasileiro;Incentivar e valorizar as artes cênicas; Incentivar e valorizar atrizes e atores negros, indígenas e pessoas do segmento LGBTQIAPN+ não só no elenco e equipe artística, mas também nas equipes técnica e de produção;Contribuir para a formação de público;Democratizar o acesso à cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar audições para seleção de atrizes e atores para composição do elenco do espetáculo;Realizar temporada de 8 (oito) semanas, com 24 (vinte e quatro) apresentações, no Teatro Sabesp Frei Caneca, em São Paulo/SP, com sessões de sexta-feira a domingo;Realizar todas as sessão com Intérprete de Libras e Audiodescrição, em São Paulo/SP; Realizar 01 Palestra, de forma gratuita, com o Diretor Musical do espetáculo, sobre o legado de Johnny Alf para a música brasileira, em São Paulo/SP;Realizar temporada de 8 (oito) semanas, com 24 (vinte e quatro) apresentações, no Teatro Claro Mais, no Rio de Janeiro/RJ, com sessões de sexta-feira a domingo; Realizar todas as sessões com Intérprete de Libras e Audiodescrição, no Rio de Janeiro/RJ;Realizar 01 Palestra, de forma gratuita, com o Diretor Musical do espetáculo, sobre o legado de Johnny Alf para a música brasileira, no Rio de Janeiro/RJ. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 1 (um) Ensaio Aberto para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com Audiodescrição e Intérprete de Libras, em São Paulo/SP;Realizar 1 (um) Ensaio Aberto para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com Audiodescrição e Intérprete de Libras, no Rio de Janeiro/RJ;
Em 2029, celebraremos o centenário de Johnny Alf, este ícone da música brasileira, pioneiro da Bossa Nova e influência para inúmeros artistas. Um musical sobre sua vida e obra levado aos palcos em 2026, três anos antes deste importante marco, é uma forma de celebrar seu legado e apresentar sua música para novas gerações, de não deixar que sua obra seja esquecida e até mesmo de influenciar positivamente jovens negros e negras e pessoas LGBTQIAPN+ que venham a tomar contato com essa importante referência. A direção de Miguel Falabella garante um espetáculo de alta qualidade artística e grande apelo popular. Johnny Alf, uma figura seminal na música brasileira, é amplamente reconhecido como um dos precursores da Bossa Nova, um movimento musical que redefiniu a paisagem sonora do Brasil e ganhou aclamação internacional - apesar de, infelizmente, não ser referido em muitos momentos em que este importante movimento da música brasileira é apontado. Seu estilo inovador, caracterizado por harmonias sofisticadas, melodias cativantes e letras poéticas, influenciou profundamente gerações de músicos brasileiros. Um musical dedicado à sua vida e obra não apenas celebraria seu legado duradouro, mas também serviria como uma introdução essencial à sua música para o público mais jovem, garantindo que sua contribuição artística continue a ressoar nas próximas décadas.Sob a direção magistral de Miguel Falabella, renomado por sua habilidade em criar espetáculos teatrais envolventes e acessíveis, o musical promete ser uma experiência de alta qualidade artística. A sensibilidade artística de Falabella, juntamente com sua profunda compreensão da cultura popular brasileira, garante que o musical capture a essência da música de Johnny Alf e a traduza em uma narrativa teatral dinâmica e comovente. O resultado será um espetáculo que atrairá tanto os fãs de longa data de Johnny Alf quanto aqueles que estão descobrindo sua música pela primeira vez, solidificando o lugar de Alf no panteão dos grandes da música brasileira.O carioca Alfredo José da Silva, nascido no Centro do Rio de Janeiro, que assumiu o nome artístico Johnny Alf quando tocava no IBEU (Instituto Brasil-Estados Unidos), metade dado por um professor estadunidense e outra por uma aluna do instituto, quando teve que se apresentar num programa de jazz da Rádio Ministério da Educação, foi apelidado por Tom Jobim como Genialf, por causa da sua genialidade na música reconhecida por todos os pares. Aos 20 anos, já se apresentava em diversos clubes no Rio de Janeiro. Afastou-se da família para se dedicar à música e desde então a solidão foi um tema bastante presente em sua vida e obra, apesar de ter tido muitos amigos relevantes na música, como a cantora e compositora Dolores Duran, por exemplo. Esse convívio fez com que suas elaborações musicais fossem passadas entre contatos próximos e chegasse a João Gilberto que encontrou ali as bases para o que seria a fundação da Bossa Nova, em 1958. Acontece que basta escutar Rapaz de Bem, de Alf, de alguns anos antes, para perceber que a sonoridade da Bossa Nova já estava ali. Muitos foram os músicos dos anos 1960 que se influenciaram por Johnny Alf e o tinham como principal referência, por isso ele era considerado a vanguarda musical em São Paulo, por jovens como Jorge Mautner, Roberto Piva, entre outros. Na década de 1970, Alf começa a produzir e apresentar obras com cunho político, em um momento em que isso era extremamente complicado no Brasil. Chegou a ser censurado algumas vezes. Apesar da consagração, foi só nesta década que fez sua primeira viagem internacional, apresentando-se num transatlântico que ia do Rio a Miami, com escalas na Martinica, em Saint Thomas e Porto Rico. Já os anos 1980 foi um período difícil para Alf, se apresentando basicamente em casas noturnas, preso a contratos com algumas delas. Depois foi aos poucos quase caindo num semiostracismo. No fim da década de 1990, ele começa a enfrentar questões de saúde, descobre um câncer de próstata contra o qual seguiu lutando até os 80 anos. Já não se apresentava mais, praticamente. Vivia em um asilo na cidade de Santo André, no ABC paulista.Segundo o jornalista Ruy Castro, Johnny Alf foi o "verdadeiro pai da Bossa Nova", mas o próprio Alf não aderiu muito a essa ideia. Sobre a homossexualidade, Johnny Alf, embora muito discreto, não a escondia e dizia que "interfere como nuance que evidência e polícia meu comportamento junto às pessoas. É ele a brisa do título da música [Eu e a brisa - seu maior sucesso], é ele o devaneio que inspirou a letra. Analise a letra e terás a sacação! Para um artista, o motivo de certas obras fica incrustado na pedra fundamental de sua personalidade e com bastante inteligência ele usa esse motivo num teor de simplicidade honesta, sem se revelar aos outros se é isso ou aquilo! A arte o faz."Em tempos que clamam por originalidade, sensibilidade e a celebração da rica diversidade da nossa música, revisitar a genialidade de Johnny Alf torna-se não apenas um resgate e uma reparação histórica, mas um ato de profunda relevância cultural. Sua ousadia melódica, sua sofisticação harmônica e sua poesia intimista ecoam como um farol para as novas gerações, inspirando artistas e reacendendo o apreço por uma sonoridade que moldou a identidade da música popular brasileira. Celebrar sua vida e obra nos palcos é, portanto, um convite a reconectarmo-nos com a beleza singular de um mestre atemporal, cuja influência continua a enriquecer nosso panorama musical.Destacamos que este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem ainda por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.Como é usual em espetáculos de teatro musical, é importante reforçar que mais de 250 (duzentos e cinquenta) empregos diretos e indiretos, serão gerados durante as etapas de trabalhos, desde a pré-produção até a pós-produção, nas duas cidades onde o projeto será realizado, promovendo uma movimentação expressiva da economia criativa de cada uma das cidades envolvidas, com geração de renda que vai desde às pessoas diretamente ligadas ao projeto, seja artística ou tecnicamente até o pipoqueiro da porta do teatro e as empresas que alugam equipamentos e prestam serviços, envolvendo ainda hospedagem, alimentação, em cada cidade, apenas para exemplificar e demonstrar a importância e abrangência do projeto, que gera impacto positivo tanto para o público quanto para o privado, pensando também em todos os patrocinadores e apoiadores envolvidos.
TEMPORADA SÃO PAULO – TEATRO SABESP FREI CANECADe 07 de agosto de 2026 a 27 de setembro de 2025De sexta-feira a domingoSexta-feira e sábado, às 21 hDomingo, às 18 h(24 apresentações) TEMPORADA RIO DE JANEIRO/RJ – TEATRO CLARO MAIS De 09 de outubro a 29 de novembro de 2026De sexta-feira a domingoSexta-feira e sábado, às 21 hDomingo, às 19 h(24 apresentações) Ensaio Aberto no Rio de Janeiro/SP.Quantidade: 1 (um) ensaio.Local: Teatro Sabesp Frei Caneca.Ingressos a serem distribuídos: 600 ingressos.Público-alvo: estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Ensaio Aberto no Rio de Janeiro/RJ.Quantidade: 1 (um) ensaio.Local: Teatro Claro Mais.Ingressos a serem distribuídos: 646 ingressos.Público-alvo: estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Palestra sobre o legado de Johnny Alf para a música brasileira, em São Paulo/SP.Carga horária: 2 (duas) horas.Participantes: 100 (cem) participantes. Palestra sobre o legado de Johnny Alf para a música brasileira, no Rio de Janeiro/RJ.Carga horária: 2 (duas) horas.Participantes: 100 (cem) participantes. Catálogo/Programa Digital 45 páginas aproximadamente 4 cores Tamanho: a definir Cartaz 100 exemplares Formato A3 4 cores Painel BackdropMedida: 2,5 mt x 3 mtColorido
Os teatros escolhidos para receber o espetáculo possuem medidas de acessibilidade. Além disso, tomaremos total cuidado para garantir todas as medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto proposto, sempre que tecnicamente possível, de modo a atender as exigências dos arts. 42,43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.A acessibilidade faz parte hoje das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto o projeto realizaremos as seguintes ações de acessibilidade: PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, elevadores, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição em todas as sessões das temporadas São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras em todas as sessões das temporadas São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AUTISTAS: Contratação de monitoria especializada inclusiva para auxiliar esse público em todas as sessões das temporadas São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.PALESTRASMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, elevadores, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras nas palestras que serão realizadas em São Paulo/SP e no Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AUTISTAS: Contratação de monitoria especializada inclusiva para auxiliar esse público em todas as sessões das temporadas São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALENSAIO ABERTO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, elevadores, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição nos Ensaios Abertos que serão realizados em São Paulo/SP e no Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras nos Ensaios Abertos que serão realizados em São Paulo/SP e no Rio de Janeiro/RJ.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AUTISTAS: Contratação de monitoria especializada inclusiva para auxiliar esse público nos Ensaios Abertos que serão realizados em São Paulo/SP e no Rio de Janeiro/RJ.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.
A distribuição dos ingressos se dará da seguinte forma:Art. 46I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Serão asseguradas ainda:I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013;II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; eIII - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. Em complemento às medidas de democratização de acesso, atendendo ao Art. 47 da IN MINC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Atendendo a este inciso, realizaremos:01 (uma) Palestra, de forma gratuita, com o Diretor Musical do espetáculo, sobre o legado de Johnny Alf para a música brasileira, em São Paulo/SP;01 (uma) Palestra, de forma gratuita, com o Diretor Musical do espetáculo, sobre o legado de Johnny Alf para a música brasileira, no Rio de Janeiro/RJ.
Texto e Direção: Miguel FalabellaIdealização e Coordenação Artística: Jô SantanaDireção Musical: Claudia ElizeuDireção de Produção: Carmem Oliveira e Renato Araujo.Direção técnica: Ricardo Santana Nome: Miguel Falabella Função no Projeto: Texto e direçãoMiguel Falabella, um dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, assume a direção deste projeto, trazendo consigo sua vasta experiência e talento. Conhecido por seus trabalhos de sucesso como 'A Partilha', peça que lhe rendeu diversos prêmios, incluindo melhor diretor e melhor peça, Falabella é um mestre em criar espetáculos que emocionam e divertem. Sua trajetória no teatro é marcada por sucessos como 'Falabella solta os Bichos', 'Hairspray' e 'A Gaiola das Loucas', que demonstram sua versatilidade e capacidade de adaptar diferentes estilos teatrais para o público brasileiro. Com muita experiência e criatividade, Falabella promete transformar esta peça em um grande sucesso. Nome: Jô SantanaFunção no Projeto: Idealização e Coordenação ArtísticaJô Santana é ator, produtor e diretor artístico da Fato Produções há 30 anos, natural de Sergipe e radicado em São Paulo. Idealizador da Trilogia do Samba, conjunto de espetáculos de teatro musical com sucesso de público e crítica, que nos últimos anos esteve em cartaz por todo o Brasil, homenageando Cartola, Dona Ivone Lara e Alcione, Jô já produziu mais de 60 espetáculos. Sua experiência como ator passa por grupos como Tapa e Living Theater; recebeu prêmio de ator revelação pelo musical Calabar. Com profunda preocupação social, já realizou diversas oficinas de formação e qualificação para artistas pretos a fim de possibilitar uma mudança no cenário paulista, principalmente, e também produziu espetáculos dando protagonismo a artistas com síndrome de Down, como o sucesso “O Reizinho Mandão”, com diversos prêmios. Neste 2024, estreia musical em homenagem a Martinho da Vila, novamente com direção de Miguel Falabella, que assina o sucesso "Marrom, o Musical". Claudia ElizeuFunção no Projeto: Direção Musical Claudia Elizeu iniciou seus estudos musicais aos 5 anos, passando pela EM Villa Lobos, FABAT e UNIRIO. Ingressou no Teatro Musical fazendo uma substituição no espetáculo Beatles num Céu de Diamantes em 2010 e não parou mais. Direção Musical e Regência de vários musicais como: " Ray Charles; você não me Conhece " (2024); "Hairspray” (2024); Elis, a "Musical" (Edição 10 anos,2023), "Vozes Negras, a força do Canto Feminino" (2021) e muitos outros. Como Arranjadora Vocal participou de: “Milton, os sonhos não envelhecem” e “Los Hermanos”. Fez a Direção Musical eTrilha Sonora da Peça " Matilde - Um tributo a Paulo Gustavo " (2025). No audiovisual, atua como Preparadora Vocal de Novelas como “Rock story”, “Segundo sol”, “Malhação” e " Dona de Mim" (2025) Séries como “Maldivas”, “Os outros” (2a. Temporada) e “Justiça” (2a. Temporada). Recebeu o Prêmio Cenym em duas categorias, Direção Musical e Melhor Música Original, junto com Luiz Antonio Simas, na peça “Outras Marias”, com Direção de Márcia Zanelato.Carmem OliveiraFunção no Projeto: Diretora de Produção.Carmem Oliveira é produtora cultural com mais de 15 anos de experiência na gestão e produção executiva de espetáculos teatrais e musicais de grande porte. Ao longo de sua carreira, colaborou com importantes montagens do cenário artístico nacional, como Ricardo III (dir. Jô Soares), O Mistério de Irma Vap (dir. Marília Pêra), Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?, O Topo da Montanha (dir. Lázaro Ramos), Cartola – O Mundo é um Moinho, Garota de Ipanema – O Musical da Bossa Nova e Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro. Com atuação marcada pela competência, organização e comprometimento, Carmem esteve recentemente à frente da direção de produção de A Partilha (2024), em nova leitura dirigida por Miguel Falabella com elenco composto por atrizes negras, e de Martinho, Coração de Rei – O Musical, uma celebração da obra de Martinho da Vila, com dramaturgia de Helena Theodoro e direção de Miguel Falabella.Renato AraujoFunção no Projeto: Diretora de Produção.Com 25 anos de trajetória na cena cultural, iniciou sua carreira como assistente de produção ao lado de Beti Antunes. Ao longo de sua jornada, teve a oportunidade de trabalhar com grandes nomes do teatro brasileiro, como Artur Xexéo, Roberto Lage, Emílio Di Biasi, Marcos Caruso, Fúlvio Stefanini, Beatriz Segall, Miguel Falabella, entre muitos outros. Autodidata, desenvolveu sólida expertise em diversas etapas da cadeia produtiva cultural, como elaboração de projetos, prestação de contas, captação de recursos e produção executiva. Com uma vivência abrangente, esteve à frente de mais de 35 produções teatrais, realizando oito turnês nacionais e se apresentando nos mais tradicionais palcos do país. Atualmente a frente da Fato Produções Artísticas, em parceria com o idealizador e produtor Jô Santana, esteve envolvido na realização da consagrada Trilogia do Samba — uma série de musicais que reverencia grandes nomes do samba brasileiro. A trilogia inclui Cartola – O Mundo é um Moinho, Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro e Marrom, O Musical. Mais recentemente, liderou a direção de produção da temporada carioca de Martinho Coração de Rei, O Musical, em 2025.Nome: Ricardo SantanaFunção no Projeto: Direção TécnicaRicardo Santana é diretor de palco, diretor técnico e produtor, cuja paixão pelo teatro moldou toda sua carreira. Iniciou sua jornada profissional no teatro e permaneceu fiel a essa arte ao longo dos anos. Com trajetória diversificada, começou como maquinista e contra-regra, antes de chegar a diretor de palco. Ao longo dos mais de 20 anos de carreira, esteve presente em diversas produções teatrais, incluindo musicais como "Dom Quixote", "Enlace", "Decameron", "Cabaret", "New York, New York" “Rita Lee, O Musical” "Cazuza". Destacam-se em sua carreira os espetáculos da Trilogia do Samba: "Cartola, O Mundo é um Moinho", "Dona Ivone Lara, Um Sorriso Negro – O Musical" e "Marrom, O Musical". Ricardo contribuiu para diversas produções e possui vasta experiência, que inclui uma série de peças teatrais como; "Alô Dolly", "Zuzubalandia", "O Livro de Tatiana", "Sobre Ratos e Homens", "Branca de Neve e o Zangado", "Longa Jornada Noite Adentro", "Sylvia". entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.