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PRONAC 253669Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ENSAIO PARA UM CRIME

23.899.179 THIAGO DUARTE SOUZA DA SILVA
Solicitado
R$ 181,1 mil
Aprovado
R$ 181,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 118,8 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-09-04
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

ENSAIO PARA UM CRIME é um curta-metragem de ação e faroeste, com cerca de 15 minutos, inspirado na estética dos filmes italianos dos anos 60. O filme aborda a crise política brasileira recente, marcada por violência, fake news e ameaças à democracia, ao narrar o plano de um grupo de extrema direita para assassinar e incriminar um político de esquerda. A obra propõe um cinema de gênero politizado, dialogando com o spaghetti western, o poliziottescho e o cinema policial brasileiro dos anos 70. O roteiro foi desenvolvido no PanLab 2021, com consultorias de cineastas renomados.

Sinopse

Em um galpão onde, no dia posterior, acontecerá um evento partidário, alguns homens ensaiam um crime político. Está tudo esquematizado: em um evento de esquerda em que Mendonça, um candidato a prefeito estará discursando, um homem entrará, matará o político entre outras pessoas presentes e sairá pela porta dos fundos. Não haverá segurança, o policial que estará no evento é comprado e também está no ensaio. A ideia do grupo é que o assassino se passe por alguém de extrema esquerda para que, na ebulição polarizada que divide o país, um dos lados entre em crise digladiando entre si e caindo em desmoralização perante a população.O ensaio representa os últimos preparativos, a coreografia de cada um dos envolvidos, a marcação do que deve ser feito e quando, como uma mise-en-scène de uma peça teatral farsesca encenada por trogloditas. Sob a tutela de Flávio, um homem misterioso e rico que assiste ao ensaio, Régis, o orquestrador do atentado, coordena o passo a passo junto com os capangas Motoboy, Milgrau, Ted Boy Marino, um policial aliado e um fotógrafo do evento - responsável pelos registros que no dia posterior estamparão os principais jornais como uma grande falência da democracia brasileira.Os homens ensaiam enquanto esperam um último elemento: um ex-presidiário que deve favores a Flávio, chamado João Ninguém, que desempenhará a função de assassino no dia posterior. João não sabe, mas o plano é que ele entre no galpão durante o evento, mate Mendonça, promova a chacina e em seguida seja morto pelo policial herói presente no local. Queima de arquivo rápida e simples, plano perfeito.O que os homens que aguardam João Ninguém chegar não esperam, no entanto, é que o ex-presidiário de poucas falas e aparentemente tímido é um homem cheio de segredos e ódio, muito ódio.João chega, o ensaio recomeça. Em determinado momento, Flávio acha que precisa ser mais realista, manda que seja entregue uma arma carregada nas mãos de João. O que se segue a partir daí é um massacre, ocasionado por um homem invisível socialmente que já não tem nada a perder.

Objetivos

Objetivos Gerais:Fomentar o cinema baiano através da realização de um curta-metragem de 15 minutos, para inscrição e exibição em festivais nacionais e internacionais;Democratizar o cinema feito na Bahia através da exibição pública do curta finalizado, com bate-papo após a sessão para estudantes do ensino médio da rede pública estadual de ensino na Sala Walter da Silveira;Promover reflexões acerca dos tensionamentos de disputas políticas ocorridas no Brasil e na América Latina na última década;Empregar direta e indiretamente cerca de 30 profissionais do audiovisual, buscando contemplar uma equipe diversa em gêneros, etnias, idades e orientações sexuais.Objetivos Específicos:Realização de 01 curta-metragem;Aplicação de 03 recursos de acessibilidade no curta-metragem "Ensaio Para um Crime" (LIBRAS, legenda para surdos e ensurdecidos e audiodescrição);Realização de 03 reuniões de consultoria de acessibilidade;02 exibições gratuitas do curta-metragem "Ensaio Para um Crime", com debate após a sessão, e estimativa de 200 espectadores;

Justificativa

"Ensaio para um Crime" nasce da necessidade urgente de refletirmos, através da arte, sobre as tensões políticas e sociais que têm moldado o Brasil contemporâneo. Vivemos em um país marcado por profundas desigualdades, onde a democracia é constantemente ameaçada por discursos extremistas, pela manipulação sistemática da informação e pela banalização da violência política. O filme propõe-se, assim, como um dispositivo simbólico de resistência e de questionamento, utilizando a potência do cinema de gênero — historicamente associado ao entretenimento e à comunicação direta com o público — para abordar questões centrais da nossa sociedade de forma instigante e acessível.Ao escolher os códigos estéticos do spaghetti western, do poliziottescho e do cinema policial brasileiro dos anos 70, "Ensaio para um Crime" não apenas homenageia tradições cinematográficas que se posicionaram contra o autoritarismo e a opressão, mas também estabelece um diálogo crítico com a nossa realidade atual, onde estratégias narrativas são utilizadas cotidianamente para manipular opiniões, criminalizar adversários políticos e fragilizar instituições democráticas. O filme transcende o simples retrato de um crime para revelar os mecanismos perversos que sustentam o avanço do neofascismo e o uso das fake news como armas de guerra política.A realização deste curta se justifica pela importância de fomentar uma cinematografia nordestina, baiana, diversa e engajada, que reivindica seu lugar de fala na construção de imaginários e na disputa por narrativas nacionais. "Ensaio para um Crime" é resultado de um processo criativo amadurecido, que dialoga com os desafios contemporâneos do Brasil e da América Latina, marcada por episódios recentes de violência política extrema.O filme pretende contribuir para o debate público, provocando reflexões sobre a fragilidade da democracia e os riscos da radicalização política, ao mesmo tempo em que valoriza o potencial expressivo e popular do cinema de gênero como ferramenta crítica, criativa e socialmente transformadora.A Lei de Incentivo à Cultura é um instrumento fundamental para garantir a pluralidade de vozes, a diversidade estética e o fortalecimento do audiovisual brasileiro, especialmente em regiões historicamente sub-representadas no cenário nacional, como o Nordeste. "Ensaio para um Crime" se insere nesse contexto como uma obra que articula relevância artística, pertinência social e potencial de diálogo com diferentes públicos, ao propor um cinema de gênero que reflete criticamente sobre questões urgentes da sociedade brasileira contemporânea.O apoio por meio da Lei é essencial para viabilizar a realização de um projeto comprometido com a valorização da cultura baiana e nordestina, fortalecendo a cadeia produtiva local, a geração de emprego e renda, além de impulsionar a circulação de narrativas que problematizam temas fundamentais, como a fragilidade democrática e os riscos do extremismo político.Além disso, a proposta se alinha aos objetivos da política cultural brasileira ao democratizar o acesso a obras audiovisuais inovadoras e engajadas, que contribuem para a formação de pensamento crítico e para o fortalecimento da cidadania. A Lei de Incentivo à Cultura, nesse sentido, torna-se não apenas um meio de financiamento, mas um mecanismo indispensável para garantir que obras como "Ensaio para um Crime" possam existir, impactar o público e ampliar o repertório cultural do país.Enquadramento nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:O projeto "Ensaio para um Crime" enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelece os fundamentos da Política Nacional de Cultura:Inciso I _ promoção e estímulo à cultura nacional, entendida como um processo dinâmico e histórico de criação;➡ O curta-metragem promove a cultura nacional ao refletir criticamente sobre fenômenos políticos e sociais recentes, inserindo-se na tradição do cinema brasileiro de gênero, além de valorizar a estética e a linguagem cinematográfica enquanto manifestação cultural.Inciso II _ proteção das expressões culturais nacionais e regionais;➡ O filme valoriza e projeta a cultura nordestina e baiana no cenário audiovisual, fomentando uma cinematografia diversa, plural e representativa, fortalecendo expressões culturais regionais.Inciso III _ apoio, valorização e difusão das manifestações culturais;➡ A realização do projeto estimula e difunde manifestações artísticas através da produção audiovisual, fomentando o debate público sobre temas fundamentais da democracia brasileira.Inciso V _ estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;➡ O filme contribui para a memória cultural e política do país ao abordar e registrar artisticamente os impactos contemporâneos das tensões democráticas e da violência política, funcionando como instrumento formativo e reflexivo.Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91 que serão alcançados:O projeto também atinge os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma:Inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura nacional;➡ O filme será amplamente difundido, com potencial de circulação em festivais, mostras e plataformas digitais, democratizando o acesso ao cinema nacional e fomentando a reflexão crítica sobre temas de relevância social.Inciso II _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;➡ O curta reforça a importância das produções regionais, realizadas por equipe diversa e enraizada no audiovisual baiano, representando e protegendo as expressões culturais nordestinas e suas especificidades.Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;➡ O projeto valoriza profissionais do audiovisual baiano, promovendo a difusão de sua criatividade e consolidando o protagonismo de novos agentes culturais.Inciso V _ estimular a presença e o intercâmbio da cultura brasileira nos demais países, possibilitando a difusão de bens culturais e a divulgação de valores e temas da cultura brasileira;➡ A estética inspirada no cinema internacional de gênero, associada à temática politicamente engajada, confere ao filme um caráter universal, potencializando sua circulação em festivais internacionais e promovendo o intercâmbio cultural.

Especificação técnica

Curta metragem de 15 minutosClassificação: 16 anos

Acessibilidade

O curta ENSAIO PARA UM CRIME terá acessibilidade plena em janela de tradução em LIBRAS, legendas, legendas para surdos e ensurdecidos e audiodescrição. Esse material será idealizado desde a primeira fase da realização, junto a uma assessoria de acessibilidade que irá supervisionar sua produção desde o início. Propomos não somente a tradução, mas sim o pensamento da acessibilidade incorporado no roteiro e na direção. A escolha de enquadramentos terá influência do posicionamento da janela de tradução em LIBRAS, para que elementos não se percam em sua inserção, enquanto o tempo da montagem, no que tange a reprodução de sons e diálogos, levará em conta a duração necessária para que a audiodescrição seja incorporada, dando a oportunidade da elaboração de um conteúdo criativo e fluido. O projeto também contará com acessibilidade plena em sua contrapartida formativa: nas exibições seguidas de debate e ação formativa haverá tradução em LIBRAS, audiodescrição e fones anti-ruído para autistas.Acessibilidade arquitetônica: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas piso tátil rampas banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência. Acessibilidade comunicacional: a Língua Brasileira de Sinais - Libras a audiodescrição as legendas a linguagem simples textos adaptados para leitores de tela. Acessibilidade atitudinal: capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural formação e sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas.

Democratização do acesso

O público alvo de ENSAIO PARA UM CRIME é amplo pela universalidade do seu tema e contempla desde adolescentes de 16 anos até pessoas acima dos 50 anos das mais diversas classes sociais e espectros políticos, pessoas de todos os gêneros e escolaridades, ressaltando sua relevância social a partir de temas que dialogam com as pautas políticas atuais. Sintetizando muito da polarização ideológica e da violência que surge com o fascismo, o filme lida com a crise política brasileira, se utilizando da linguagem cinematográfica para criar uma narrativa ágil e imersiva que, além de tudo, ainda reflete sobre o lugar da masculinidade tóxica em um cenário reacionário.Quando finalizado, o curta ENSAIO PARA UM CRIME será exibido publicamente na Sala Walter da Silveira, para estudantes de escolas públicas do ensino médio, contando com a presença da equipe para um bate-papo sobre o processo de construção do filme. Essa atividade será realizada com acessibilidade ampla, contando com tradução em LIBRAS, audiodescrição e fones anti -ruído para autistas. Proporcionar instrução especializada gratuita para a população baiana através de ciclos de masterclasses sobre pós-produção cinematográfica, contrapartida do projeto.

Ficha técnica

Calebe Lopes:Direção Bacharel em Humanidades pela Universidade Federal da Bahia com mais de 10 anos de experiência em cinema e audiovisual, faz parte da Olho de Vidro Produções como diretor, roteirista e montador. Nome de maior destaque do cinema de horror na Bahia, dirigiu curtas-metragens como A Triste Figura (2018) e Claudio (2022), exibidos e premiados em dezenas de festivais de cinema em diversos países, incluindo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Mostra de Cinema de Tiradentes e Fantaspoa. Seus filmes exploram a dimensão do desejo, da culpa e do medo, constantemente partindo de sua própria experiência enquanto homem nascido e criado por uma família evangélica da periferia de Salvador, para construir narrativas repletas de paranoias e repressão. Foi montador de curtas-metragens como Onze Minutos (2018), Sol e Lua (2018), Solange Não Veio Hoje (2024), entre outros. Além disso, trabalha como professor, ministrando aulas de Edição e Montagem em cursos livres e oficinas de cinema. Familiarizado com narrativas de terror, crime, ficção-científica e faroeste, atualmente trabalha no roteiro de três longas: Tocaia (história de detetive que se passa na Ditadura Militar), Menarca (coming of age de horror co-escrito com Marina Lordelo) e Filho de Peixe (faroeste urbano de vampiros co-escrito com Klaus Hastenreiter). Além disso, está finalizando o curta-metragem de ficção-científica Ataques Psicotrônicos.Thiago Duarte:Direção de fotografia Thiago Duarte é diretor de fotografia graduado em Cinema e Vídeo pela FTC. Trabalha no setor desde 2016, tendo colaborado na realização diversos videoclipes, destacando-se “Malembá” (2019) de Márcia Freire e “Claudio” (2022) de Nana Lacrima, além disso trabalhou em mais de 10 curta-metragens, dentre eles “Não Falo com Estranhos” (2017), “Onze Minutos” (2018), “A Triste Figura” (2018) e B não é de Biscoito (2021). Vencedor dos prêmios de melhor direção de fotografia no 4º Petit Pavé - Festival de Cinema Independente de Curitiba (2018) pelo filme “Onze Minutos”, 2º Festival de Horror Gato Preto (2019) por “A Triste Figura” e no Festival de Arapiraca 2024 pelo filme "Solange não veio Hoje" (2024).Hilda Lopes Pontes:Preparação de elenco Diretora, roteirista, preparadora de elenco e diretora de labs e festivais, Hilda Lopes Pontes é Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Sócia fundadora da Olho de Vidro Produções, escreveu e/ou dirigiu oito curtas entre 2017 a 2024, selecionados em mais de 200 festivais, incluindo Mostra de Tiradentes, Cine PE e Festival de Cinema de Triunfo, somando 20 prêmios para suas obras. Idealizou e dirige a Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, criada em 2017, o festival para filmes de mulheres e pessoas não binárias está em sua sétima edição. Em 2022, concebeu o projeto Nosso Cinema, onde mapeou e entrevistou diretoras soteropolitanas. Em 2024, projetou e lançou o LABQUEER - laboratório de roteiro para pessoas LGBTQIAPN+. Escreveu três roteiros de longas entre 2018 a 2020, sendo que todos eles foram selecionados para o Laboratório de Roteiros, além de três seriados, todos realizados através de editais públicos. Desde 2018, atua como curadora e júri de festivais e mostras incluindo Mostra das Minas (2018), Fantasnoia (2021), Festival Boca do Inferno (2022) e Podponto Cine (2024). Em 2024, foi parecerista do edital estadual da Lei Paulo Gustavo do Mato Grosso do Sul, da PNAB Pernambuco e dos editais culturais de audiovisual da Fundação Araguaiana. Thiago Almasy:Ator Thiago Almasy é um ator, roteirista e diretor baiano, mais conhecido por criar e estrelar a websérie "Na Rédea Curta", trabalho pelo qual foi duas vezes indicado como melhor diretor de comédia nas edições de 2019 e 2022 do Rio WebFest. Foi ator nos filmes “Onze Minutos” (2018) e “Eu, Empresa” (2021), assim como na adaptação cinematográfica do “Na Rédea Curta” - lançada em 2022 sob a direção de Ary Rosa e Glenda Nicácio - onde também exerceu as funções de roteirista e produtor executivo. Formado pelo 28o Curso Livre de Teatro da Universidade Federal da Bahia, atuou em mais de 14 espetáculos profissionais.Celso Jr. 465.998.435-49 Ator Ator, diretor teatral e professor. Estreia como ator em "Abafabanca", em 1987, quando integra a formação inicial da Cia. Baiana de Patifaria. Nos anos seguintes, divide-se entre a graduação em Arquitetura na UFBA e a carreira de ator, participando de vários cursos promovidos pelo Teatro Castro Alves. Em 1990, ingressa no bacharelado em Direção Teatral da Escola de Teatro da UFBA, graduando-se em 1994. No mesmo ano, recebe o Troféu Bahia Aplaude, na categoria de Melhor Direção, por "Puxa vida!", codirigido por Claudio Simões e Teresa Costalima e dirige a comédia policial “Quem matou Maria Helena?”, com Frank Menezes, Desde então, constrói sua carreira nos palcos transitando entre os trabalhos como ator e diretor.Esteve no elenco dos filmes de longa metragem “Irmã Dulce”, de Vicente Amorim (2014), "Travessia", de João Gabriel (2017), e “Sol”, de Lô Politi (2019). Desde de 1995, ministra aulas em cursos universitários de artes cênicas. Em 2005, finaliza o mestrado em Letras e Linguística pela UFBA.Klaus Hastenreiter:Produtor Executivo Diretor, roteirista e produtor, membro da ABRA - Associação Brasileira dos Autores Roteiristas, da APC - BA - Associação de Produtores e Cineastas da Bahia e sócio da Olho de Vidro Produções. Com interesse especial em filmes e séries de gênero, transitando entre a comédia, o suspense e o horror, escreveu, dirigiu e produziu cerca de 20 curtas-metragens selecionados em mais de 500 festivais de cinema nacionais e internacionais, onde somam-se mais de 70 prêmios em sua carreira. Entre eles “Não Falo com Estranhos” (2017), filme que conquistou 11 prêmios em mostras competitivas como o XXI CINE PE (Melhor Direção) e O XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema (Melhor Curta Baiano pelo Júri Jovem), “Mamãe” (2021), projeto aprovado pela Lei Aldir Blanc no ano de 2021, vencedor do prêmio de Melhor Filme pela Associação de Produtores e Cineastas da Bahia e “Solange não veio hoje” (2024) que conquistou 6 prêmios, entre eles o de Melhor Roteiro no Festival de Paraty. É co-roteirista em quatro longas-metragens em estágios de desenvolvimento e captação de recursos: “Meninos de Cinema”, “Borderô” e “Júlia”, selecionados pelo PANLAB nos anos de 2018, 2019 e 2020, em parceria com Hilda Lopes Pontes, e “Filho de Peixe”, escrito em parceria com Calebe Lopes. Desenvolveu três séries de televisão entre 2020 e 2024, sendo elas “Vida de Artista”, selecionada pelo laboratório Usina do Drama em 2021, e “Maria e Luiza”, contemplada pelo edital Salcine 2023 e “Brenda”, contemplado pelo edital LPG 2023. Seu último roteiro de curta-metragem, “O Jogo de Dona Lourdes” foi selecionado pelo Laboratório de Roteiro do Curta-Cinema, onde obteve consultoria de grandes nomes da indústria audiovisual como Clementino Junior, Felipe Scholl e Flavia Castro. É diretor e curador do Festival Curta Bahia, mostra voltada para curtas-metragens produzidos na Bahia, realizado na cidade de Santo Estevão - BA. Consultor de roteiro do LABQUEER, projeto de desenvolvimento de projetos para pessoas LGBTQIAPN+ e ministra cursos de cinema independente desde 2017, como o “Matura Cine – Aprendendo cinema após os cinquenta” e “Infância nas Telas”.Iracema Vilaronga:Coordenação de acessibilidade Ira Vilaronga é Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); gestora da ACESSU: Acessibilidade Universal. Agrega conhecimentos profissionais no desempenho das funções de audiodescritora/consultora/locutora para produtos audiovisuais culturais, visando a acessibilidade universal. Como atriz, Poetisa, Compositora e cantora, mergulha no fascinante universo do Teatro, Música e Literatura, transitando entre a arte e a realidade. Amante dos esportes, faz do Ciclismo, Natação, Rem

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.