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PRONAC 253671Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mulheres no Audiovisual 3

JVZ PROJETOS LTDA
Solicitado
R$ 999,9 mil
Aprovado
R$ 999,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (5)
Varginha Minas GeraisLondrina ParanáDuque de Caxias Rio de JaneiroCampinas São PauloPorto Feliz São Paulo

Resumo

A terceira edição do projeto Mulheres no Audiovisual oferecerá oficinas presenciais de formação em audiovisual voltadas exclusivamente a mulheres, jovens e adultas, sem experiência prévia na área. Os conteúdos abordam as etapas fundamentais da produção audiovisual, como roteirização, filmagem, captação de áudio, edição e planejamento de vídeo. Ao final de cada ciclo de oficinas, será realizado um evento público para exibição das obras produzidas pelas alunas, com transmissão também em plataforma online gratuita.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral:- Estimular a inserção das mulheres no campo audiovisual, tanto do ponto de vista artístico quanto profissional;- Valorizar a presença feminina na cadeia produtiva do audiovisual, incentivando sua inclusão no mercado de trabalho;- Ocupar espaços públicos com ações culturais que promovam a expressão e o protagonismo feminino;- Contribuir para a formação de mulheres como agentes culturais, ampliando sua atuação em um setor historicamente masculinizado;- Democratizar o acesso à cultura, garantindo gratuidade e foco em comunidades com pouco acesso a oportunidades similares.Objetivos Específicos:- Implementar 4 núcleos presenciais de oficinas práticas e teóricas de audiovisual exclusivo para mulheres;- Formar 4 turmas por núcleo, com até 20 alunas cada (totalizando 320 beneficiárias diretas);- Atender mulheres a partir de 15 anos;- Oferecer 30 horas de oficinas por turma;- Auxiliar as alunas na criação de vídeos autorais para publicação gratuita em plataformas online;- Realizar um evento de encerramento em cada núcleo, com exibição dos vídeos e apresentação musical para um público aproximado de 250 a 300 pessoas por evento.

Justificativa

Conhecida como a técnica de criação de imagem em movimento, o audiovisual tem papel de destaque na sociedade atual atendendo a um mercado em plena expansão em razão do avanço do streaming e da revolução tecnológica impressa pela internet. O audiovisual é uma forma de expressão artística ao mesmo tempo em que se apresenta como um potente meio de comunicação, registro histórico e suporte para construção de discursos contemporâneos. Ou seja, o audiovisual proporciona voz ativa na sociedade através da linguagem artística. Expressar-se artisticamente é uma forma de proporcionar oportunidades cidadãs e é justamente a partir do diálogo sobre a presença da mulher na atual sociedade e a ampliação da circulação de produção cultural produzida por vozes femininas que o presente projeto surge. O projeto Mulheres no Audiovisual acredita que ao unir demandas culturais, sociais e profissionalizantes de forma gratuita e com qualidade, estimulando a participação ativa de mulheres em ações de expressão artística, ocorre uma contribuição para a ampliação e circulação da produção cultural nacional, formando público e profissionais para essa linguagem artística. Nos últimos 30 anos as mulheres ganharam voz e autonomia frente a escolha de suas profissões. A participação das mulheres no mercado audiovisual, em toda a cadeia produtiva, aumentou significativamente nos últimos anos. Vale lembrar que o audiovisual sempre foi um campo de trabalho basicamente masculino e esta mudança de cenário alterou também significativamente as narrativas do setor. Democratizar o acesso à cultura significa também proporcionar o aprendizado frente ao acesso à ferramentas digitais. A educação para a produção audiovisual nunca foi tão acessível. O avanço tecnológico não modificou apenas as práticas, mas possibilitou o acesso facilitado a equipamentos, tornando o setor acessível a um número maior de pessoas. Com um bom celular nas mãos, se faz o filme. Este é o nosso presente. E é sob esta ótica que defendemos a democratização de acesso para potenciais profissionais espalhados por várias localidades brasileiras, descentralizando e saindo do eixo Rio-São Paulo (eixo que detém o maior número de produção artística e audiovisual). De acordo com uma pesquisa realizada pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) em 2016, apesar de 51% da população brasileira ser composta por mulheres, apenas 20% dos profissionais de direção e 12% dos profissionais de direção de fotografia são mulheres. Este fenômeno não é incomum em todos os setores do cinema e em diversas áreas da produção audiovisual. O movimento pela inclusão das mulheres no setor tem se fortalecido. Diversos festivais e encontros para discussão e divulgação desses trabalhos tem se espalhado pelo país, mas ainda carecemos de ações que impactem diretamente no aumento destes números. Sabemos que Mulheres no Audiovisual é um pequeno passo para esta equidade almejada, mas entendemos que projetos como esse além de impactarem diretamente alunas que irão participar das oficinas, têm um grande peso para mulheres em seu entorno. São mulheres que irão se inspirar, tomar coragem para se expressar artisticamente (até mesmo em outros segmentos), ou então buscar mais conhecimento enxergando a área artística também como profissão. O movimento em busca de uma maior participação das mulheres no audiovisual passa por atividades e pequenos incentivos, mas que podem trazer resultado direto na vida de muita gente de imediato. Entendemos que Mulheres no Audiovisual tem este poder e que esta segunda edição poderemos seguir inspirando outras pessoas a iniciarem seus projetos paralelos independente desta equipe. SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91:A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eVIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91:E o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;

Estratégia de execução

Todas as atividades serão gratuitas.

Especificação técnica

▼ Plano Pedagógico:PLANO DE AULAS DAS OFICINAS 3h - Introdução ao Tema:Escolha e debate sobre o tema abordado por professores e alunas para composição dos vídeos. Exercícios para definição, criação de grupos, apresentação e definição de linguagens. 6h - Argumento, Escaleta e Roteiro:As alunas irão aprender a esboçar uma tese, ou seja, uma hipótese sobre o tema, dividido em introdução, desenvolvimento e conclusão, e irão escrever um primeiro esboço do roteiro, com auxílio do professor e da assistente. No final deste módulo irão apresentar o seu roteiro para a sala e será aberto um debate sobre o processo de criação do roteiro e do desenvolvimento de sua ideia central. Os roteiros serão analisados e problematizados de forma a se desenvolverem diferentes versões do mesmo, até seu acabamento final. 3h - Storyboard e Decupagem:Com o roteiro pronto, as alunas passarão para a fase da escaleta (sequência de cenas divididas em ações) e desenvolvimento do storyboard. Utilizando algumas ferramentas de design thinking, os participantes irão dividir o roteiro em ações e possíveis imagens. Materiais: post-it; cartolinas; flipchart; canetinhas; papel sulfite; 6h - Plano de Filmagem:As alunas terão uma aula para planejar a filmagem do roteiro de cada uma das cenas, quais perguntas serão feitas para entrevistados caso sejam documentários, quais cenas precisarão ser ensaiadas se forem o caso, quais imagens de cobertura serão necessárias, etc. 8h (saídas) - Captação de Imagem e Som:As alunas farão a captação das imagens e som com auxílio da professora e da assistente. Caso seja de interesse dos alunos, eles poderão fazer estas gravações em outros horários a combinar com turma e professora (por exemplo, para cenas noturnas, ou em outros locais, com entrevistas, etc). 6h - Montagem, edição e finalizaçãoAs alunas terão 3 aulas para montagem e edição dos seus filmes, com ajuda dos professores, neste momento para deixarem seus vídeos com duração aproximada de 3 minutos. O material produzido por estes quartetos será posteriormente enviado a uma profissional que irá fazer a edição final para os vídeos de cada.

Acessibilidade

Deficiência Física: Oficinas: Garantimos que a seleção de todas as instalações onde ocorrerão as oficinas em cada uma das cinco cidades, observará as condições de acessibilidade física para atender às necessidades de portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas. Item na planilha orçamentária: Produtor local Eventos: Garantimos que a seleção de todas as instalações onde ocorrerão os eventos estarão em conformidade com as condições ideais para atendimento a portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas. Item na planilha orçamentária: Produtor local Deficiência Auditiva: Oficinas: As fichas de inscrição trarão um campo em que o aluno apontará se é pessoa com deficiência (PCD). Caso haja algum aluno com deficiência auditiva, o projeto disponibilizará intérprete de libras para tradução do conteúdo de todas as aulas; Item na planilha orçamentária: Intérprete de libras Eventos: O mesmo servirá para os eventos, teremos profissionais contratados para tradução simultânea para libras. Item na planilha orçamentária: Intérprete de libras Deficiência visual: Oficinas: Caso haja algum aluno com deficiência visual, o projeto disponibilizará monitores especialmente preparados para acompanharem pessoas portadoras de necessidades especiais para o acompanhamento das atividades das oficinas. Partindo da compreensão de que o audiovisual é uma experiência que se forma a partir do exercício da mente e não necessariamente no ato de olhar (o que exigiria a capacidade visual), experiência pode ser exercitada com base no tato, na audição e na experiência de manuseio do equipamento. A deficiência visual não é um impeditivo; Item na planilha orçamentária: Assistentes Eventos: Os eventos serão abertos ao público e por isso totalmente preparados para a acessibilidade, com monitores especialmente contratados para a recepção e acompanhamento de pessoas com deficiência visual que desejem monitoria. Item na planilha orçamentária: Assistentes (Os assistentes das oficinas irão acompanhar os alunos no evento caso seja necessário. Negociaremos com estes profissionais no momento da contratação já com esta condicional de participação no evento de encerramento).

Democratização do acesso

O ciclo de oficinas (objeto central do projeto) é totalmente gratuito. As exposições com as obras produzidas pelas alunas dos ciclos de oficinas serão realizadas em local aberto a todo o público, sem qualquer distinção. "Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:" Abaixo as que se encaixam nesse projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Coordenação Geral - Jonas Vieira Zilberleib (Proponente) - Rubrica na planilha orçamentária de Coordenação Geral O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento do mesmo, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário Coordenação de Produção - Bia IzarProdutora Executiva - Adriana Caires Direção Artística e Pedagógica, Professora - Cláudia Seneme do Canto *Currículos em documentos anexados. Da equipe em documentos da proposta, do proponente em documentos do proponente.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.