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Este projeto tem como objetivo a edição e publicação da versão impressa de livro sobre toda a produção do artista brasileiro Luiz Sacilotto. A proposta busca preservar o legado e a obra do artista, e, difundir e divulgar o seu trabalho para as atuais gerações.
A edição deverá ter a seguinte estrutura, que poderá sofrer alterações de acordo com o resultado da pesquisa, do projeto editorial e dos textos: • Texto principal feito por um curador convidado composto a partir da trajetória do artista; • Textos críticos das pesquisadoras e curadoras - Pia Gottchaller e Heloisa Espada;• Ensaio da curadora e pesquisadora – Ana Avelar;• Texto de Renata Rocca a respeito do processo de catalogação da obra e os critérios utilizados;• Cronologia mapeando a vida do artista e todas as exposições das quais participou, bibliografia completa de todas as publicações feitas acerca de sua obra e legendagem completa acerca de cada uma das obras reproduzidas.Todo o livro será fartamente ilustrado com aproximadamente 1.700 imagens, sendo a maioria delas provenientes do ateliê do artista e de acervos privados.
Objetivo GeralOrganizar, consolidar e preservar de forma sistemática o legado artístico de Luiz Sacilotto (1924-2003), grande artista da abstração geométrica brasileira, contribuindo para o enriquecimento do patrimônio cultural do país.Objetivos EspecíficosProduto LIVRO Produzir e publicar a versão impressa de livro sobre a obra completa do artista brasileiro Luiz Sacilotto, com tiragem de 3.000 exemplares, prevendo a distribuição gratuita para universidades, museus, instituições culturais e de ensino, e sistemas de bibliotecas públicas de todo o país, visando à descentralização e à distribuição mais ampla possível no território nacional, promovendo acesso a toda a população.Produto CONTRAPARTIDA SOCIALRealizar 02 mesas redondas com três participantes em cada uma, sendo:Mesa 1 - O processo de catalogação e pesquisa sobre a obra de Luiz Sacilotto, com as especialistas responsáveis pelo projetoMesa 2 - Luiz Sacilotto e sua inserção na história da arte do país, com historiadoras da arte, especialistas no artistaPúblico-alvo: professores e estudantes universitários e de ensino técnico da rede pública de ensino, de cursos de artes visuais, museologia, arquivologia, história da arte, arquitetura e afins. Estimado 200 pessoas por mesa.
Este projeto tem como objetivo principal a publicação impressa de livro sobre a obra completa do artista brasileiro Luiz Sacilotto (1924-2003), sendo esta publicação impressa a etapa final de um projeto de longa duração que foi iniciado em 2020. A publicação irá conter a catalogação da obra do artista, com resultado do processo raisonné acrescido de textos críticos e cronologia inédita. A catalogação das obras completas é uma das ferramentas museológicas mais importantes para a salvaguarda da obra de um artista, ele apresenta o resultado final de uma pesquisa profunda sobre as obras e estudos produzidos pelo artista ao longo de sua vida. Fica a cargo da pesquisa mapear o trajeto das obras ao longo dos anos, em quais exposições esteve presente, por quais coleções passou, onde foi publicada, etc. Após minuciosa pesquisa e levantamento bibliográfico, uma equipe técnica de museologia realiza a catalogação das obras. Esta catalogação deve conter todas as informações levantadas, bem como a legenda completa, imagens em alta definição (de todos os lados). Concluída a catalogação, são realizadas reuniões de conselho de especialistas para validar a catalogação. O conselho deve ser composto por especialistas na obra do artista (historiadores da arte, curadores e afins) e pode ter um representante dos herdeiros. As reuniões são sigilosas. Só é publicado o que for validado pelo conselho. Todas essas etapas já foram realizadas e financiadas de forma independente. Este projeto visa concluir o processo de catalogação de Luiz Sacilotto, realizando a última etapa do projeto que compreende a publicação impressa e digital do livro. Esta iniciativa busca não apenas consolidar e preservar a rica trajetória artística de Sacilotto, mas também fomentar o acesso ao seu trabalho, enriquecendo o repertório cultural do Brasil. Luiz Sacilotto, nascido em 1924 em Santo André, São Paulo, é uma figura seminal no panorama da arte contemporânea brasileira. Sua obra, marcada pela abstração geométrica e pelo uso inovador de formas e cores, contribuiu de maneira significativa para a consolidação da arte abstrata no Brasil. Ao longo de sua carreira, Sacilotto desenvolveu uma linguagem singular, influenciando gerações de artistas e contribuindo para a afirmação da identidade artística nacional. Embora existam alguns registros bibliográficos sobre Luiz Sacilotto no Brasil e apesar do impacto duradouro de sua produção, muitos aspectos da obra de Sacilotto ainda permanecem fragmentados e dispersos. A compilação e organização sistemática de seu legado artístico representam um esforço fundamental para resgatar, preservar e disponibilizar informações cruciais sobre suas obras, provenientes de coleções públicas e privadas. Um dos diferenciais deste projeto reside na sua abordagem abrangente e acessível: a publicação das obras completas de Luiz Sacilotto não se destina apenas a especialistas e estudiosos da arte, mas também ao público em geral. Este projeto visa a democratização do acesso à obra do artista, permitindo que um amplo espectro da sociedade brasileira possa apreciar e compreender a riqueza e complexidade de sua produção. Por fim, ao promover a disseminação e valorização da obra de Luiz Sacilotto, o projeto também contribui para o fortalecimento da produção cultural brasileira. A publicação das obras completas implica em um processo de pesquisa, curadoria e edição que envolverá profissionais de diversas áreas, estimulando o desenvolvimento de talentos locais e gerando empregos no setor cultural.O Instituto TeArt _ Tecendo Cultura em Rede nasceu em 2023 com o propósito de impulsionar a arte como vetor de transformação socioeconômica nas regiões do Brasil por meio da ampliação do acesso à arte e à cultura, criando programas e apoiando projetos, em conjunto com redes locais, que fomentem a economia criativa, artistas, e ampliando suas capacidades e estruturas para o desenvolvimento social nas localidades.A atuação do instituto está alicerçada em três pilares: artístico, sociocultural e educativo. Os projetos se estruturam a partir dos pilares e trazem a experiência de seus fundadores, assim o TeArt tem em seu planejamento a produção de publicações e exposições, a organização e catalogação de coleções e acervos, a realização de programas de formação artística e de formação de profissional no campo das artes visuais e da preservação do patrimônio, programas de formação de públicos e de fruição da produção artística para crianças e jovens.A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País.Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.
Produto LIVROCapa: papel cartão holler espessura 2mm revestido papel couche fosco, lombada quadrada, guarda branca gramatura a ser considerada pela gráfica, 4 x 0, formato larg 25,5 x alt 31 cm; Miolo: aberto 49,4 x 30,2 cm, fechado 24,7 x 30,2 cm, papel couché fosco 145gr/m2, 4 x 4 cores, costurado, cadernos de 4 lâmina (8 páginas), corte e vinco, 3.000 exemplares / livro de 500 páginas, 1.700 imagens.
Produto LIVROA) Acessibilidade física: Será realizado o lançamento do livro em local que garanta circulação a pessoas com mobilidade reduzida como rampas de acesso e espaço de circulação facilitado a cadeirantes. B) Acessibilidade para PcD auditiva: Não se aplica, por se tratar de livro impresso. C) Acessibilidade para PcD visual: Será distribuída audiodescrição a portadores visuais desenvolvido em parceria com a Fundação Dorina Norwill para Cegos. D) Acessibilidade para PcD intelectual: O livro será amplamente ilustrado, facilitando a leitura e compreensão pelo meio visual e interpretativoProduto CONTRAPARTIDA SOCIALA) Acessibilidade física: As mesas redondas serão realizadas em local que garanta circulação a pessoas com mobilidade reduzida como rampas de acesso e espaço de circulação facilitado a cadeirantes. B) Acessibilidade para PcD auditiva: intérprete de libras.C) Acessibilidade para PcD visual: audiodescriçãoD) Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.
Produto LIVRO Para atendimento ao Artigo 46 da IN 23/2025: Conforme Plano de Distribuição, o livro será comercializado a R$ 200,00 (30%) e R$ 50,00 (10%). Para atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025: PRODUTO LIVRO: optamos pelo Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);Ressaltamos que 20% da tiragem será distribuída para o detentor de direitos sobre a obra do artista, instituições detentoras de obras reproduzidas, colecionadores de obras reproduzidas, e colaboradores.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional.Coordenação geral: Instituto TeArt (proponente)Coordenadora editorial Barbara MastrobuonoÉ editora, tradutora e pesquisadora, especializada em publicações culturais e relacionadas à arte. Ela trabalhou nos setores público e privado e com diversas mídias, do impresso ao vídeo e online. Sua pesquisa se concentra no estudo interdisciplinar da história da comunicação impressa e oral e como ela se relaciona à teoria e crítica literária e artística.Curadora: Ana Avelar É curadora, crítica e professora da Universidade de Brasília. Realizou mostras no Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte - CCBB/BH, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP, Farol Santander São Paulo, entre outros. Participa de júris na área, como Rumos Itaú Cultural, Select Arte e Educação e Marcantonio Vilaça, do qual foi finalista na categoria curadoria em 2017. É conselheira do Prêmio Pipa. Em 2019, ganhou o Intercâmbio de Curadores da Associação Brasileira de Arte Contemporânea – ABACT/APEX em parceria com o Getty Research Institute, quando desenvolveu pesquisa na instituição californiana. Em 2020, foi co-curadora convidada de Bienal Naifs do Brasil, no SESC Piracicaba, uma das mostras ganhadoras do Prêmio Arcanjo 2021. Sua exposição Triangular: arte deste século, realizada na Casa Niemeyer em 2019, foi eleita melhor coletiva institucional do ano e, em 2020, melhor projeto adaptado ao digital pela enquete pública da Revista Select. No mesmo ano, publicou Crítica e curadoria dentro e fora do eixo: operação resistência, seleção de seus textos críticos da última década. É coordenadora do Grupo de Pesquisa Academia de Curadoria, com o qual criou projetos em parceria com o Instituto de Arte Contemporânea – IAC, São Paulo, e Museu Nacional da República, Brasília, em 2021, focalizando as artes digitais. Como crítica de arte, escreve regularmente sobre artistas brasileiros, sendo especialista em arte abstrata. É membro do Conselho Internacional de Museus – ICOM desde 2019 e da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA desde 2021. Autora: Pia Gottschaller É historiadora técnica de arte com especialização em pintura moderna e contemporânea e leciona como professora sênior no The Courtauld. Ela possui bacharelado em história da arte pela Ludwig-Maximilians-Universität, Munique, pós-graduação em conservação de pinturas de cavalete pelo The Courtauld, Londres, e doutorado. em tecnologia artística pela Technische Universität München. Suas monografias, volumes editados e ensaios concentram-se em artistas e movimentos europeus, norte-americanos e latino-americanos do pós-guerra, e um novo projeto de livro para a Getty Publications examina o papel de ferramentas incomuns nos processos de pintura contemporânea. Autora: Heloisa Espada É Professora Doutora da Divisão de Pesquisa em Arte, Teoria e Crítica do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Atuou como curadora de artes visuais do Instituto Moreira Salles entre 2008 e 2022. É autora dos livros Hercules Barsotti (Publifolha, 2013) e Monumentalidade e sombra: o centro cívico de Brasília por Marcel Gautherot (Annablume, 2016). Organizou as exposições Geraldo de Barros e a fotografia (IMS, Sesc Belenzinho, 2014-2015), Conflitos: fotografia e violência política no Brasil (IMS, 2016-2017), Anri Sala: o momento presente (IMS, 2016-2017) e Haroun Farocki : quem é responsável? (IMS, 2019), entre outras. Tem como foco de pesquisa as relações entre arte e fotografia no Brasil, nos séculos XX e XXI, e a produção artística brasileira no segundo pós-guerra. Atualmente, investiga as relações e as artes e as mídias de massa (fotografia, jornalismo, cinema, televisão, mídias sociais etc) no acervo do MAC USP.Artista: Luiz Sacilotto (Santo André, São Paulo, 1924 – São Bernardo do Campo, São Paulo, 2003). Pintor, escultor e desenhista. Inovador, Luiz Sacilotto tensiona a figuração e a abstração, até chegar à geometrização e aos desdobramentos do plano no espaço. Torna-se um dos grandes artistas concretos do Brasil. Estuda pintura na Escola Profissional Masculina do Brás, entre 1938 e 1943, e desenho na Associação Brasileira de Belas Artes, de 1944 a 1947. Seus primeiros trabalhos demonstram recusa dos padrões acadêmicos e proximidade da estética do Grupo Santa Helena. Nos anos 1940, realiza muitos desenhos, geralmente retratos, e começa a pintar paisagens e naturezas-mortas. Em 1945, retoma o contato com colegas da Escola Profissional Masculina, Marcelo Grassmann (1925-2013) e Octávio Araújo (1926-2015), que lhe apresentam Andreatini (1921). Com a ajuda de Carlos Scliar (1920-2001), o grupo realiza a mostra 4 Novíssimos, no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), no Rio de Janeiro, e os artistas passam a ser conhecidos como Grupo Expressionista. No decorrer dessa década, a tendência expressionista dos trabalhos de Sacilotto se acentua, como pode ser visto em Retrato do pintor Octávio Araújo (1947) e Retrato de Helena (1947), até atingir, em 1948, vigor fortemente marcado pelas cores e formas intensas. Em 1946, trabalha no escritório de arquitetura de Jacob Ruchti (1917-1974). No mesmo ano, participa da exposição 19 Pintores, realizada na Galeria Prestes Maia, em São Paulo. Por ocasião do evento, entra em contato com Waldemar Cordeiro (1925-1973) e Lothar Charoux (1912-1987). Se o convívio com o Grupo Expressionista é importante para seu aprimoramento teórico e desenvolvimento do trabalho no ateliê, o contato com Ruchti e a aproximação com as ideias de Cordeiro têm relevância fundamental na formação de uma consciência abstrato-construtivista. A partir de 1947, observa-se em suas telas uma tensão entre o figurativo e o abstrato, que se evidencia na geometrização do fundo, trabalhado com linhas retas e áreas de cor, e maior síntese dos elementos, como em Figura ou Mulher sentada (ambas de 1948). O artista, definido por Waldemar Cordeiro como "a viga mestra da arte concreta", explora em suas obras o princípio de equivalência entre figura e fundo, a igualdade de medida entre cheios e vazios e as contraposições entre positivo e negativo. Utiliza, como matéria-prima e suporte para os trabalhos, materiais não convencionais, como esmalte, madeira compensada, fibrocimento, alumínio, latão e ferro. Realiza ainda uma série de monotipias de caráter abstrato.Em 1950, abandona definitivamente a figuração e executa a Pintura I, que apresenta traços formais próximos aos da obra do pintor francês Piet Mondrian (1872-1944). Em 1952, funda o Grupo Ruptura, ao lado de Geraldo de Barros (1923-1998), Féjer (1923-1989), Leopoldo Haar (1910-1954) e Anatol Wladyslaw (1913-2004).Em Estruturação com elementos iguais (1953) alinha em diagonal pequenos quadrados pretos e brancos sobre fundo azul. O conjunto, pela disposição e variação das cores, nos dá a sensação de pulsação. A partir de 1954, começa a dar às pinturas, aos relevos e às esculturas o título de Concreção e as nomeia com o ano e a sequência de execução. Em Concreção 5521 (1955), apresenta quadrados justapostos, em branco, cinza e preto, cortados por linhas paralelas, brancas e pretas. O ritmo da obra é dado pelos intervalos regulares formados pela alternância das cores e linhas, com base em regras de simetria e na inversão positivo-negativo. Também é pioneiro no âmbito da tridimensionalidade, ao desdobrar o plano no espaço. Na escultura Concreção 5730 (1957) trabalha sobre um quadrado de alumínio: por meio de recortes simétricos e dobraduras, cria um apoio que permite que a peça se torne autoportante, sem a necessidade da base. Em procedimento similar de corte e dobra, em Concreção 5942 (1959) alterna cheios e vazios para criar vários planos. A inventividade de seus procedimentos o leva a participar da fundação da Associação de Artes Visuais Novas Tendências, em 1963. O artista divide regularmente as figuras para multiplicá-las, sem perder a referência inicial, e cria um jogo ambíguo com as formas, trabalhando com questões que serão desenvolvidas mais tarde pela op art. As várias séries, produzidas a partir da década de 1970, geram efeitos de expansão e retração, rotações e dobras virtuais, obtendo grande dinamismo com base em formas elementares. Em Concreção 7553 (1975), por exemplo, os módulos são expandidos ou contraídos para criar volumetrias visuais, gerando ilusões de curva e profundidade. Nas composições, as cores destacam ou suavizam a geometria. O artista, com especial cuidado, coleciona pigmentos, classifica e numera gradações, perfazendo mais de trezentos tons, que incluem desde os das terras de Siena e Kassel até os azuis e verdes de jazidas de Minas Gerais.Começando com referências expressionistas e passando pelo abstracionismo, Luiz Sacilotto é considerado um importante nome da arte concreta no Brasil. O pioneirismo do artista é expresso em suas pinturas com fenômenos ópticos e em suas esculturas tridimensionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.