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PRONAC 253709Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTIVAL QUATRO ESTAÇÕES

ASSOCIACAO CULTURAL CABRALIA ARTE E ECOLOGIA ASCAE
Solicitado
R$ 1,46 mi
Aprovado
R$ 1,46 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 132,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Santa Cruz Cabrália
Início
2025-10-02
Término
2026-12-01
Locais de realização (1)
Santa Cruz Cabrália Bahia

Resumo

O projeto prevê a realização do Festival Quatro Estações que propõe quatro eventos anuais com duração de 03 dias cada, alinhados às estações do ano, integrando música instrumental e erudita, exposições e mostras artísticas multiculturais e atividades recreativas no Centro Histórico de Santa Cruz Cabrália, além de 4 oficinas culturais itinerantes nas escolas da rede municipal.

Sinopse

Programação sujeita a alteraçãoSolista Qué Base: grupo de afrojazz de Salvador (BA), criado no Pelourinho em 2003. Formado por Anderson do Samba (percussão), Angelo Santiago (contrabaixo), Gilberto Santiago (vibrafone) e Graham Haynes (cornet). Instrumentistas com formações eruditas e populares mesclam suas habilidades na pesquisa de vertentes da música percussiva africana. O repertório do grupo, com obras autorais, dialoga entre jazz e matrizes africanas. Participaram de festivais como ArteEmCena (Salvador), All Of Jazz (São Paulo), Solar Music Festival (Salvador), Festival Jazz Trancoso (Porto Seguro), Sesc Madureira (Rio de Janeiro), Sesc Pulsar (Salvador) e BatukaJazz (Lauro de Freitas).Núcleo de Ópera da Bahia: a produção “Cantigas de Candomblé em ópera” combina o canto tradicional do Candomblé (culto animista de origem africana) com a técnica do canto lírico, conectando ancestral ao contemporâneo. Apresentado em 2024, o repertório inclui canções de Candomblé e música sincrética, acompanhadas por percussões, onde as vozes líricas celebram fé e arte. O Núcleo de Ópera da Bahia foi criado por Aldo Brizzi, compositor italiano radicado em Salvador, para unir ópera com a cultura afro-baiana, destacando a participação do grupo Cortejo Afro. Produziu montagens como Treemonisha, de Scott Joplin (Teatro Castro Alves), e Ópera dos Terreiros, de Brizzi, apresentada no Festival do Theatro da Paz, em Belém.Coletivo Rumpilezzinho: fruto do programa educacional ‘Rumpilezzinho – Laboratório Musical de Jovens’, criado pelo músico, educador e maestro Letieres Leite (1959-2021) para perpetuar seu legado e o método UPB – Universo Percussivo Baiano. Formado por 15 jovens músicos, a banda reúne sopros, percussão, instrumentos harmônicos e cordas. Criado em 2015, o Coletivo aposta na profissionalização e empoderamento da juventude negra, valorizando as matrizes africanas na Música Popular Brasileira e na Diáspora Africana. Com forte percussão afrobaiana e influência jazzística, o repertório inclui composições “instantâneas”, desenvolvidas coletivamente, e músicas da Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz e Letieres Leite Quinteto. Colaborou com Maria Rita, Baco Exu do Blues, Larissa Luz, Nara Couto, Lazzo Matumbi, Saulo Rodrigues, e instrumentistas internacionais como Doudou Rose Thioune (percussionista senegalês).Grupo Garagem: Grupo musical baiano, conhecido por sua música instrumental com influências do jazz e da MPB. Fundado em 1981, em Salvador, é composto por Rowney Scott (saxofone), Ivan Bastos (baixo) e Ivan Huol (bateria). Importante nome da música instrumental da Bahia, com longa trajetória e repertório autoral. Lançou o disco "Courana", que busca inspiração no folclore baiano com roupagem jazzística. O Quintetrio, novo grupo com quinteto de sopro e trio do Grupo Garagem, alia o balanço do samba brasileiro com arranjos sofisticados e improvisos do samba-jazz – estilo que teve auge nos anos 1960. Criado por Ivan Huol, é um tributo a Edison Machado e seu disco "É Samba Novo", que deu o tom do Brasil pré-1964. Propõe um octeto estilo “combo”, com sonoridade de “big band” e grande espaço para improvisações jazzísticas. Traz uma sonoridade própria, 100% acústica e um repertório pulsante, de clássicos do samba-jazz sessentista.Sergio Boré e filhos: o percussionista e compositor Sérgio Boré tem mais de 50 anos de serviços prestados à música brasileira, responsável pela sonoridade percussiva de álbuns importantes dos anos 70, 80 e 90. Um verdadeiro autodidata. Gaúcho de Porto Alegre, radicado há mais de 20 anos em Arraial D´Ajuda (BA), criou ritmos para gigantes da MPB, gravou mais de 150 álbuns e se tornou conhecido internacionalmente. É mestre de ritmo e som, evocando as cores e vibrações de seu arsenal de instrumentos e adicionando sua voz. Acompanhou grandes nomes como Gilberto Gil, Gal Costa, Ney Matogrosso, Geraldo Azevedo, Hermeto Pascoal, Luis Melodia, Zé Ramalho, Elza Soares, Tim Maia, Rosinha de Valença, entre outros. Desde 1982, expressa e registra seu universo musical com o grupo Tambores Urbanos. Referência na percussão popular contemporânea, Sergio Boré & Tambores Urbanos é reconhecido internacionalmente por sua música original de alma brasileira. Em 2024, lançou seu 11º álbum, “Semeando Horizontes”, com 9 faixas autorais inéditas.Buranhém Choro Clube - Apresentações no Centro de Cultura de Porto Seguro, Sesc Porto Seguro, Esquina do Mundo e Festival Jazz Trancoso. Idealizada por Vladmir Wichansky e Flavio Vasconcelos em Arraial d’Ajuda, o Buranhém Choro Clube reúne músicos experientes e apaixonados pela tradição do choro e da música instrumental. O nome do grupo homenageia o rio Buranhém, que banha Porto Seguro e simboliza a conexão entre os músicos da Costa do Descobrimento. Sob a liderança do renomado saxofonista e flautista Zeca Maretzki, formado pelo Berklee College of Music (EUA), o grupo conta com artistas de grande talento: Daniel Gelmi (sanfona), Du Txai (guitarra baiana), Isaac Moreira (violão), Lionel Tau (percussão), Roy Lima (trompete) e Sacha Bittar (percussão). Cláudio Dauelsberg: Pianista, arranjador, compositor, produtor e professor. Mestre em Piano Performance pela UFRJ, com especialização em Arranjo, Composição e Novas Linguagens Tecnológicas Aplicadas à Música pela Berklee College of Music, e Doutor em Música pela UNIRIO, onde leciona. Gravou 7 CDs, 2 DVDs e inúmeros singles. O CD “Bach”, com Orquestra de Câmara de Moscou, foi premiado pela Norddeutscher Rundfunk; o CD “Além das Imagens", indicado para o prêmio Sharp; e "Ventos do Norte" gravado na Noruega, no icônico Rainbow Studios. Possui 2 DVDs gravados com o “PianOrquestra, 10 mãos e 1 piano”, grupo idealizado por ele, onde atua como diretor musical, arranjador e pianista. O grupo foi considerado um dos 10 melhores espetáculos do ano pelo jornal O Globo, além de receber inúmeros prêmios (Itaú Rumos, Classical Next, entre outros).Cristina Braga: Harpista brasileira de renome internacional, virtuose que transcende gêneros. Com formação clássica, conquistou o cenário global, destacando-se por sua técnica e sensibilidade. Sua discografia aclamada, incluindo o premiado "Harpas e Vozes", demonstra sua maestria ao transitar entre o clássico e o popular. Colaborando com ícones como Milton Nascimento e Gilberto Gil, Braga elevou a harpa, inspirando gerações e consolidando seu legado artístico e cultural no cenário musical mundial.Armandinho: Icônico multi-instrumentista baiano, pilar da música instrumental brasileira. Filho de Osmar, co-criador da guitarra baiana e do Trio Elétrico, inovou ao desbravar as fronteiras sonoras do cavaco elétrico e do bandolim. Sua virtuose e criatividade expandiram o repertório de gêneros como Choro e Frevo, influenciando gerações de músicos. Com vasta discografia, da energia eletrizante de suas apresentações à delicadeza do choro, é uma lenda viva cuja obra ressoa profundamente na cultura nacional. A participação de Armandinho no projeto celebra o legado e a inovação, essenciais para o intercâmbio musical proposto.Marcus Vianna: Músico-compositor e violinista de virtuose inigualável. Reconhecido internacionalmente por suas trilhas sonoras emocionantes para novelas brasileiras, como Pantanal e O Clone. Sua maestria no violino é impressionante, unindo técnica apurada à expressividade que reflete a alma musical do Brasil. Vianna transcende fronteiras, tecendo melodias que se tornam parte da memória afetiva de milhões. Sua contribuição para a música e a televisão é imensa, consolidando seu status como uma figura fenomenal na cena artística nacional e internacional. Representa a fusão perfeita entre talento, emoção e identidade cultural.Opções de Atrações LocaisA serem selecionadas pela Curadoria do Festival: IASA – Instituto Amigos de Santo André de Santa Cruz Cabrália; Sociedade Filarmônica Lira Popular de Belmonte; ECOAR Bahia - Associação dos Amigos ­em prol da Educação, Cultura e Arte de Porto Seguro;

Objetivos

O Festival Quatro Estações de Santa Cruz Cabrália prevê os seguintes objetivos:- Realizar um festival de música instrumental e erudita com 04 eventos durante o ano com duração de 03 dias cada, alinhados às estações do ano (primavera, verão, outono e inverno), integrando apresentações musicais, exposições e mostras artísticas e atividades recreativas de expressão corporal e teatro no Centro Histórico de Santa Cruz Cabrália / Bahia. - Fortalecer a identidade cultural da região, revitalizar o turismo local, especialmente após o desastre ambiental de 2023, gerando renda para a comunidade, valorizar talentos locais e regionais de música clássica e música instrumental através da participação de Instrumentistas consagrados nacional e internacionalmente.- Criar um palco fixo sustentável (ecológico) contribuindo para realização das atrações culturais de forma permanente, visando contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura. - Revitalizar o Centro Histórico da Cidade Alta de Santa Cruz Cabrália, transformando-o em polo cultural permanente, através de uma abordagem integrada que valoriza tanto o patrimônio material quanto às expressões artísticas locais e regionais. - Provocar transformação socioeconômica duradoura no município ao criar um ciclo virtuoso: a valorização do patrimônio histórico ampliando o potencial turístico, fortalecendo a economia local, permitindo novos investimentos em preservação e cultura e contribuindo para o aumento da auto estima da população local. - O modelo de festival distribuído ao longo do ano combaterá a sazonalidade turística, principal gargalo econômico regional. - As intervenções no espaço urbano melhorarão significativamente a qualidade de vida dos moradores, que passarão a reconhecer o Centro Histórico como espaço de convivência, contemplação e fruição cultural.O Festival Quatro Estações, está de acordo com as seguintes ODS: ODS 4 - Educação de qualidade O Festival 4 Estações contribui para a ODS 4 ao democratizar o acesso à formação cultural através de oficinas gratuitas que desenvolvem competências criativas e socioemocionais essenciais para o século XXI. As atividades formativas promovem inclusão ao integrarem jovens de diferentes contextos socioeconômicos, utilizando metodologias experienciais que complementam o ensino formal. O projeto fortalece o vínculo escola-comunidade ao valorizar saberes locais e incentivar a permanência escolar média;ODS 8 - Trabalho decente e crescimento econômico: O Festival Quatro Estações impulsiona o ODS 8 em Cabrália ao gerar 45 empregos diretos e 150 oportunidades na economia criativa com remuneração justa e contratos formais. Economicamente, projeta-se aumento de 30% na ocupação hoteleira nas baixas temporadas e incremento de R$1,2 milhão na economia local. Estabelece parcerias inovadoras entre artistas nacionais e locais através do sistema de apadrinhamento, qualificando profissionais. Como indicadores de transformação, prevê-se a formalização de 25 mic ODS 11 - Cidades e comunidades sustentáveis: O Festival Quatro Estações alinha-se à ODS 11 ao revitalizar o Centro Histórico de Santa Cruz Cabrália através de intervenções urbanas que valorizam o patrimônio cultural. O projeto promove a ocupação sustentável dos espaços públicos, transforma áreas degradadas em palcos culturais e implementa práticas de gestão de resíduos durante os eventos. Ao engajar a comunidade na concepção e execução das atividades, fortalece o senso de pertencimento e corresponsabilidade com o território, criando um modelo de desenvolvimentoObjetivos Específicos:Produto Principal: 12 shows/apresentações musicais, sendo:Primavera: 03 shows/apresentações musicaisVerão: 03 shows/apresentações musicaisOutono: 03 shows/apresentações musicaisInverno: 03 shows/apresentações musicaisProduto secundário: 04 (quatro) Exposições de coletivo de artistas locais com Mostras multiculturais dos produtos culturais resultantes das Oficinas nas Escolas (sendo 1 (uma) exposição/mostra em cada estação do ano)Casa de Câmara e Cadeia da Cidade Alta de Santa Cruz Cabrália3 dias de visitação / cadaAmpliação de acesso: 04 (quatro) Atividades Recreativas com Cantigas de Roda e Contação de Histórias (Centro Histórico da Cidade Alta) /1 (uma) por estação04 (quatro) Oficinas de Teatro Recreativas (Centro Histórico da Cidade Alta) / 1 (uma) por estação04 (quatro) Oficinas Culturais Itinerantes em Escolas da Rede Pública / 1 (uma) por Estação

Justificativa

Santa Cruz Cabrália, marco histórico da chegada portuguesa em 1500, enfrenta séria degradação de seu patrimônio cultural. Segundo o IPAC/BA (2021), 65% dos imóveis históricos apresentam problemas estruturais e 40% estão desocupados. No âmbito social, 70% dos jovens nunca participaram de atividades no Centro Histórico e 80% desconhecem elementos básicos da história local, conforme dados da Secretaria de Cultura. Economicamente, estabelecimentos sofrem queda de 60% no faturamento durante baixa temporada (março a novembro, exceto julho), enquanto apenas 12% dos turistas permanecem mais de dois dias na cidade (Secretaria de Turismo). A infraestrutura cultural é precária, faltando espaços adequados para apresentações de médio porte e programas de formação musical, apesar da rica tradição do samba de roda e manifestações indígenas locais. O quadro foi agravado pelo desastre ambiental de 2023, que comprometeu infraestruturas e fragilizou o tecido social de uma comunidade dependente do turismo.Com isso, o Festival Quatro Estações surge como proposta de uma agenda positiva. Vem contribuir para a recuperação territorial e socioeconômica do Município e como fator relevante de aumento da auto estima de sua população. Um catalisador da reconstrução coletiva. O projeto fundamenta-se em quatro dimensões integradas:1) Preservação patrimonial e requalificação urbana, com intervenções como palco ecológico permanente, melhorias na iluminação pública e revitalização de espaços históricos, criando legados duradouros e estimulando investimentos privados;2) Promoção do desenvolvimento cultural através de uma programação contínua ao longo do ano, que rompe com a sazonalidade e oferece atividades diversificadas em diálogo com tradições locais e novas linguagens artísticas;3) Dinamização turística com criação de um calendário cultural perene, visando ampliar o tempo de permanência dos visitantes e transformar o turismo em vetor de desenvolvimento sustentável com benefícios distribuídos à população local;4) Ativação Cultural nas Escolas da rede pública. Os estudantes inscritos participarão de Oficinas culturais realizadas em suas escolas, sobre identidade cultural, história local, sustentabilidade e meio ambiente, com utilização de seus celulares, de materiais recicláveis e expressão corporais. Esta iniciativa cria um importante ambiente de transmissão de valores e conhecimento "de jovem para jovem", potencializando o impacto cultural e estabelecendo uma conexão autêntica com o público estudantil. Ao compartilharem cultura e conhecimentos com seus pares, os participantes consolidam seu próprio aprendizado e ampliam exponencialmente o alcance do projeto, com potencial capaz de impactar cada uma de suas famílias. As oficinas culturais permitirão que estudantes de diferentes bairros e distritos de Cabrália reconheçam-se e aprofundem sua identidade e valores culturais e valorizem o patrimônio histórico de seu município e descubram sua capacidade do cuidado com o território em que habitam.Um projeto desta grandeza, realizado sem o suporte de incentivo fiscal resultaria em um empreendimento de alto risco, restringindo o acesso à cultura apenas a uma camada da população. A solicitação de apoio ao projeto, via Lei de Incentivo, é uma das poucas maneiras de formarmos parcerias com iniciativas privadas, sendo imprescindível a sua existência para democratizar a cultura em todo o País.De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91, O projeto se enquadra nos seguintes incisos:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:..I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;De acordo com o Art.3º da Lei 8313/91, o referido projeto tem o intuito de alcançar as seguintes finalidades:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

ESCOLAS PREVISTAS A RECEBEREM AS OFICINASColégio Estadual Professora Terezinha Scaramussa Escola Municipal Nair Sambrano Bezerra Escola Municipal Antônio Sambrano Guerra Escola Estadual Pataxó da Coroa VermelhaInfomamos que o palco sustentável que será construído e as benfeitorias que serão realizadas na cidade, serão doadas para o município.O projeto prevê um público de 24.000 pessoas. Essa informação está inserida no plano de distribuição Festival / Estrutura.

Especificação técnica

Produto Principal: 12 (doze) Shows de Música InstrumentalTempo de duração: 60 a 90 minutosClassificação indicativa: LivreProdutos Secundários:04 (quatro) Exposições e Mostras Artísticas e Multiculturais (Câmara e Cadeia de Santa Cruz Cabrália) – 03 dias entrada franca1. GRIÔS DA DIÁSPORA BAHIANA - curadoria de êmydio, a exposição propõe uma mostra inclusiva e educativa voltada ao fortalecimento identitário das comunidades negras da Costa do Descobrimento. Reunindo 10 obras de 5 artistas visuais locais selecionados via chamamento público, a exposição também integra um núcleo coletivo com produções de ao menos 15 crianças e adolescentes participantes da oficina “Letramento Racial e Estética Negra”. A proposta enfatiza a oralidade como ferramenta de resistência histórica e afirmação cultural, aliando artes visuais, esculturas e objetos de matriz ancestral negra. Com uma curadoria territorializada e coletiva, reafirma a arte como espaço de cura, memória e transformação social, promovendo protagonismo negro, escuta e valorização das estéticas afro-brasileiras.2. BARRIL É FALAR DE AMOR SEM GRITAR RESISTÊNCIA – curadoria do Coletivo Ybryda, com coordenação de êmydio, uma exposição coletiva que propõe uma leitura sensível da afetividade como prática de resistência nas comunidades afroindígenas da Costa do Descobrimento. A mostra reunirá 20 obras visuais criadas por 10 artistas de etnias Negra, Tupinambá, Pataxó e Pataxó Hãhãhãe. A curadoria colaborativa foi construída com artistas e lideranças locais, firmando um espaço curatorial afetivo, político e comprometido com temas como ancestralidade, cuidado, bem viver e resistência cotidiana. As produções estudantis da Oficina formativa “RISCOS QUE CONTAM HISTÓRIAS: GRAFISMOS PATAXÓ NO DIA A DIA” vão integrar a Exposição, reafirmando o compromisso com a descolonização dos espaços de arte e de valorização das cosmovisões afroindígenas.3. FAZENDO CULTURA COM MEU CELULAR – coordenação e curadoria de Filip Couto, os audiovisuais produzidos nas oficinas "Fazendo Cultura com Meu Celular” pelos estudantes serão exibidos numa Mostra de vídeos curtos, promovendo equidade no acesso a espaços formativos e criativos, no campo da arte e da cultura digital. A abordagem com foco na inclusão e na valorização de repertórios locais, resulta na criação de histórias sobre a riqueza cultural das comunidades tradicionais e periféricas, que carregam vivências e repertórios culturais que contribuem para a diversidade de olhares e narrativas no audiovisual. Ao priorizar os vídeos produzidos pelos estudantes, buscamos contribuir para o aumento da autoestima e para a revelação de talentos locais e incentivando a expressão cultural.4. MOSTRA CORPO REJEITO – curadoria de Taty Tieri, é um espaço-tempo de liberdade radical. Do corpo. Da expressão. Do gesto que escapa. Reúne trabalhos performáticos de estudantes da Universidade Federal do Sul da Bahia, selecionades por uma curadoria diversa e plural, que aposta no risco, na potência e no erro como matéria de criação. O nome da mostra carrega um duplo sentido: Corpo rejeito é o corpo que não se encaixa nas lógicas dominantes — que foi descartado, silenciado, marginalizado por não corresponder às expectativas de produtividade, controle e padrão. Mas também é o corpo que rejeita: que resiste, que nega o que o oprime, que ousa existir de outra forma. Um corpo que se insubordina, que cria desvios, que re-existe. A mostra se inspira no conceito de corpo sem órgãos, proposto por Antonin Artaud. As instalações artísticas e/ou as performances resultantes da Oficina com o mesmo nome comporão patye da Mostra.Contrapartida social / Ampliação de acesso04 (quatro) Oficinas Itinerantes em Escolas Municipais da Rede Pública1. FAZENDO CULTURA COM MEU CELULAR – administrado por Filip Couto - oficina a partir da abordagem “Técnica e Criatividade em Mãos” apresentam, de forma acessível, as técnicas tradicionais de animação quadro a quadro (stop motion), utilizando celulares e materiais simples como recortes, massinha e objetos do cotidiano. Voltada para jovens a partir de 12 anos, a atividade combina teoria e prática em 3h30 de duração, abordando narrativa visual, enquadramento, iluminação, roteiro e edição com aplicativos gratuitos. Com foco na inclusão e na valorização de repertórios locais, a proposta incentiva a criação de histórias autorais e o uso criativo do audiovisual como ferramenta de expressão. Em Santa Cruz Cabrália, a oficina reforça o protagonismo juvenil e a riqueza cultural das comunidades tradicionais e periféricas, ampliando o acesso às artes e às tecnologias de forma sensível e transformadora.2. CORPO REJEITO: IMPROVISAÇÃO COM MATÉRIA ESQUECIDA – administrado por Taty Tieri - oficina de dança contemporânea de 2h30m que propõe práticas de improvisação com materiais descartados, como sacolas, papelões e latas. A partir do floor work e de técnicas de escuta corporal, a vivência investiga a relação entre corpo, espaço e memória. A proposta valoriza processos criativos indisciplinados e modos não ocidentais de criação. A oficina convida à criação a partir do que é considerado sobra, ativando o corpo como território de invenção. Indicado para pessoas interessadas em dança, performance e práticas sensíveis de movimento.3. LETRAMENTO RACIAL E ESTÉTICA NEGRA – administrado por Moara Sacchi - oficina promove o letramento racial e a valorização das estéticas negras e indígenas entre crianças e adolescentes de Santa Cruz Cabrália. A proposta une arte, ludicidade e saberes locais para fortalecer identidades e combater o racismo estrutural. A metodologia inclui dança, teatro, música, artes visuais, rodas de conversa e oficinas criativas. Inspirado por pensadores como Fanon, Davis e Evaristo, estimula a consciência racial e o protagonismo infantojuvenil. Encerra com uma celebração coletiva das expressões e histórias construídas.4. RISCOS QUE CONTAM HISTÓRIAS: GRAFISMOS PATAXÓ NO DIA A DIA – administrado pelo Coletivo Ybrida - a oficina integra a programação da exposição “Barril é falar de amor sem gritar resistência” como uma ação formativa e sensível voltada para estudantes. A atividade será conduzida por um/a mestre(a) indígena Pataxó, promovendo vivências práticas com urucum, jenipapo e carvão no desenvolvimento de grafismos tradicionais e contemporâneos como expressões de identidade, espiritualidade e resistência. A formação está estruturada em três momentos: apresentação dos significados dos grafismos; experimentação prática em suportes como papel e o corpo; e uma roda de conversa sobre afetos, ancestralidade e resistência cultural. As produções realizadas irão compor a exposição “Barril é falar de amor sem gritar resistência”, de modo a valorizar práticas educacionais e multiétnicas baianas, dando visibilidade no protagonismo estudantil na arte.04 Oficinas (uma por edição)Oficinas Recreativas de Teatro “Genesis: Habitando no Outro” – Casa de Câmara e Cadeia do Centro Histórico de Santa Cruz CabráliaExperiência individual e coletiva de aceitação das diferenças e multiplicidade existencial a partir da preservação, conservação e manutenção do meio ambiente. Plano de aula único que foca a introdução à linguagem teatral, com análises de breves textos, criação de personagens e cenas curtas.Participantes: até 20 pessoas Tempo: 3 horas/cada04 atividades recreatividas (uma por edição)Atividades Recreativas de Expressão Corporal no Centro Histórico de Santa Cruz CabráliaDespertando o corpo através da música e do ritmo com Dinâmicas de grupo com Cantigas Regionais e de Roda.Participantes de cada atividade: 60 pessoas / sessão Tempo: 60’

Acessibilidade

Produto Festival: Acessibilidade de aspecto arquitetônico: O Festival Quatro Estações contará com banheiros químicos acessíveis, área de cadeirante. Haverá instalação de rampas e pisos temporários.Acessibilidade de aspecto visual: Será disponibilizado com banners QR code que terão a programação do festival.Acessibilidade para deficientes intelectuais: Será disponibilizado monitor de equipe treinado para acompanhamento e apoio.Acessibilidade de aspecto auditivo: Será disponibilizado intérprete de libras no início de cada apresentaçãoProduto apresentação Musical: Acessibilidade de aspecto arquitetônico: contará com banheiros químicos acessíveis, área de cadeirante. Haverá instalação de rampas e pisos temporários.Acessibilidade de aspecto visual: Será disponibilizado com banners QR code que terão a programação do festival.Acessibilidade para deficientes intelectuais: Será disponibilizado monitor de equipe treinado para acompanhamento e apoio.Acessibilidade de aspecto auditivo: Será disponibilizado intérprete de libras no início de cada apresentaçãoProduto: Exposição e Mostras Artísticas e MulticulturaisAcessibilidade de aspecto arquitetônico: contará com banheiros químicos acessíveis, rampas de acesso ao interior da Casa de Câmara e CadeiaAcessibilidade de aspecto visual: Será disponibilizado com banners QR code que terão informações da exposiçãoAcessibilidade para deficientes intelectuais: Será disponibilizado monitor de equipe treinado para acompanhamento e apoio.Acessibilidade de aspecto auditivo: Será disponibilizado vídeos com intérprete de libras e legendagem dos materiais da exposição.Produto Ampliação de acesso: Oficinas Culturais e Atividades Culturais RecreativasAcessibilidade de aspecto visual: Será disponibilizado banners ou encartes QR code que terão informações da oficina e da recreaçãoAcessibilidade para deficientes intelectuais: Será disponibilizado monitor de equipe treinado para acompanhamento e apoio.Acessibilidade de aspecto auditivo: Será disponibilizado intérprete de libras para a realização da oficina e da recreação

Democratização do acesso

Em atendimento ao Art. 46 da IN nº 01/2025, o projeto prevê a seguinte democratização de acesso: Evento gratuito Em atendimento ao Art. 47 da IN nº 1/2025 o projeto prevê a seguinte medida de ampliação de acesso: Todas as atividades recreativas paralelas a serem oferecidas serão gratuitas. Realização de Oficinas Culturais Itinerantes direcionadas aos estudantes da rede pública de ensino. Atividades Culturais Recreativas e de Entretenimento

Ficha técnica

Coordenação Geral: Ivan Fortes - Possui vasta experiência no mercado cultural, atuando como Sócio-Gestor e Diretor Comercial em produtoras de eventos e marketing cultural. Especialista em elaboração de projetos incentivados, captação de recursos e relações governamentais, coordenou grandes eventos, turnês nacionais e projetos sociais de impacto. (Projeto Novo Canto RIO, SP, BA e MA - de 1997 a 2007; Turnê Nacional do Balé Teatro Guaíra com “O Grande Circo Místico” , Projeto Quatro Estações no Morro da Urca (2010 e 2011),, EXPO GIL70 Rio, SP, BSB e BA (2012) entre dezenas de outros.Produção Executiva: Alexandre Nicolsky - Formado em Produção Áudio Visual com especialização em Realização e Produção Executiva (IDHEC/FEMIS-FR) atua a mais de 25 anos como Gestor e Produtor de Projetos Culturais. Com larga experiência em criação e montagem de Cenografia de Cena e Expositiva, em especial para o SESC-SP. EXECUTIVA EVENTOS / PCVB / GET Palmas para Elas - Produção Executiva , Coordenação de montagem e contratações (2018), AGZ Comunicação/ V&S Comunicação/ Riotur/Telefônica Celular - Réveillon do Rio de Janeiro 1998/1999 - Produção Executiva de 5 Palcos simultâneos na Praia de Copacabana e sonorização linear de 6km ( com correção de Delay ) para a Trilha da Virada (1998/1999), AGZ / RIOTUR / BRAHMA - Desfile de Blocos da Av Rio Branco - Produção Executiva e Coordenação de Desfile (1999), Nádia Filmes/ Riotur/Coca-Cola/Kaiser - ARRAIAL DO RIO - Produção Executiva da Realização e Contratações Artísticas da 1o Concurso de Quadrilhas Juninas do Rio de Janeiro na Praça da Apoteose durante 1 mês com mais de 50 apresentações musicais durante 19 dias (1999)Direção Artística: Ricardo Montagna - Formado em Pintura, Escultura e Artes Cênicas, destaca-se na direção artística. Dirigiu o "Auto do Descobrimento" e "Manifesto dos Bichos", liderou a ASCAE e atuou na restauração de obras de arte. Sua expertise abrange criação, direção e gestão cultural, com vasta experiência em projetos culturais.Coordenação Atividades Recreativas de Expressão Corporal: Daniela Freitas de Souza - Licenciatura em Educação Física - IET – Faculdade Montenegro – Porto Seguro; Clave de Sol – Escola de Música Lira Popular – BelmonteCoordenação Exposição e Oficina "Fazendo Cultura com Meu Celular": Filip Couto - licenciado e bacharel em artes e suas tecnologias pela Universidade Federal. Exerce investigações artísticas nos campos poético-ambiental, memória-arquivo, oralidade e contação de histórias a partir das linguagens plásticas e visuais. Animador desde 2019, atuou em filmes como Òsányìn (2021) e Maré Braba (2023). Trabalha como oficineiro com experiência comprovada a partir do progama EducaMais Bahia (Camaçari, 2023) e do Curso de Extensão Ítán: contanto histórias de orixás com cinema de animação (Porto Seguro).Coordenação da Exposição “Barril é falar de amor sem gritar resistência” e da Oficina “Riscos que Contam Histórias: grafismos Pataxó”: Êmydiô - Artista visual, afrotupinambá e LGBTQI+, natural de Eunápolis/BA, 23 anos, Bacharel em Artes pela UFSB, 2024 e Pós-graduando em Gestão Cultural pelo SENAC, 2025. Atua como Coordenador de Educação Escolar Indígena (NTE 27) e produtor cultural em prol de poéticas afroindígenas LGBTQIAPN+ na diáspora. Participou de exposições individuais e coletivas, como “Corpos que habyto, resultado y orygem” (2024), “Das Terras y Matas que me Compõe”, 2024, "Lynhas y Memórya", 2025 e “Encruzilar - Circuito de Artes Negras”, 2025.Coordenação da Oficina de “Saberes e Práticas Pataxó”: coletivo Ybryda - estudantes da Universidade Federal do Sul da Bahia, numa iniciativa cultural que promete transformar o cenário artístico do sul baiano a partir da valorização dos materiais artísticos das comunidades indígenas e negras da região, necessidade surgida a partir da constatação da ausência e invisibilidade desse debate no meio artístico que às vezes não são convidadas para expor seus materiais artísticos e intelectuais em eventos de arte e cultura nos municípios. A equipe Ybryda é 100% composta por corpos dissidentes, incluindo a promoção da inclusão e da valorização de corpos que geralmente são marginalizados, invisibilizados e a Ybryda pode ser um lugar para essas comunidades, destacando suas contribuições sociais, culturais e artísticas. Atualmente a equipe Ybryda é formada por artistas e produtores culturais, sendo: Êmydyô, Pacheco, Juliana Ribeiro, Luna Carvalho, Ianina, Fierce, Erick Richards, Raquel Barbosa, Uriel Silva, Abará e Anthony Cainaã.Coordenação Oficina “Letramento Racial e Estética Negra para crianças e adolescentes”: Moara Sacchi - jornalista graduada pela Estácio. Em formação em Bacharelado Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal do Sul da Bahia. Moradora de Santa Cruz Cabrália. Atua no movimento negro desde 2007, ano em que funda a ONG Instituto Sociocultural Brasil Chama África; no campo artístico desde 2011 e; como educadora social desde 2017. Entre 2020 e 2021, cria o projeto social “Te Quero em Qualquer Tom”, na Vila de Santo André, em Santa Cruz Cabrália. Em 2022, atua como artista educadora no Festival Green Nation e passa a realizar visitas em escolas. Participa da Semana da Consciência Negra e de outras atividades curriculares em instituições de ensino em São Paulo, Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália. Em 2024 convidada a atuar como “inovadora” — novo termo para artistas educadores — na Arena Green, entre maio e outubro, trabalhando com estudantes do 9º ano da Grande São Paulo, abordando o outro lado da história do Brasil e promovendo educação ambiental. Desde janeiro de 2025 é educadora social no projeto “Repercutindo Negritude”, ministrando aulas de Letramento Racial e Cultura Afro para crianças e adolescentes.Coordenação Oficina “Corpo Rejeito”: Taty Tieri (DRT 0044028/ SP) - atua como artista do corpo, comunicóloga e agente cultural. Nascida em São Paulo, atualmente mora em Santa Cruz Cabrália, Sul da Bahia. Graduada em Comunicação Social pela ESPM SP (2016). Certificada como Agente Cultural pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul (curso FIC – 200h, 2020–2021). Cursa Bacharel em Artes do Corpo em Cena na UFSB e foi monitora bolsista do Projeto de Extensão “Grupo de Dança” (de 2023 a 2024). Bailarina no Ballet Stagium (de 2018 a 2021). Co-criadora da plataforma E-fórum Artes e Ideias (2020). Intérprete criadora do “Solo in fértil” (2022). Assistente de direção da Intuição Companhia de Dança (desde 2021). Dançou a obra “Da Boca de Matilde” com o Balé do Recôncavo (2024). Coordenação Oficina Recreativa de Teatro “Genesis – Habitando no Outro”: Moisés Conceição, cadeirante - Profissional experiente com sólida formação em Artes Dramáticas e Música. Destaca-se por sua longa trajetória como Professor de Teatro (EDACEA, 1996-2024) e Arte-Educação, com foco ambiental. Possui vasta experiência em gestão cultural, atuando como Diretor de Cultura da Prefeitura de Belmonte (1999-2001), Diretor Geral de grupos artísticos e Presidente do Conselho Municipal da Cultura (2022-2024). Sua versatilidade e liderança são diferenciais no mercado cultural.Cooperação técnica: Instituto Dell'Arte Projeto: Embaixadores da Esperança Worskhop realizado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro – Jul/2015 Projeto: Orquestra Mariuccia Iacovino Concerto realizado no Festival de Inverno de Petropolis – Jul/2015 Projeto: Vivência entre bailarinos nacionais & internacionais Espetáculo: Ballet Bolshoi no Teatro Municipal do Rio de Janeiro – Jul/2015 Com participação de alunos da Escola do Teatro Bolshoi de Joinville Projeto: Ciclo Scriabin Curadoria artística dos Concertos na Sala Cecília Meireles – Set/2015 Projeto: Companhia Brasileira de Ballet Programa Quebra-Nozes realizado no Vivo Rio – Dez/2015 Projeto: Série o Globo SALA Programação de música de câmara na Sala Cecilia Meireles Realizado na Sala Cecília Meireles– Agosto a Outubro/2016 Projeto: Festival de Inverno de Petrópolis – edições 2016 – 2017 Nos últimos 6 meses, além de dar continuidade aos projetos já citados, organizou uma turnê em 2018 para a Orquestra de Campos – Mariuccia Iacovino nas cidades: Casimiro de Abreu, Quissamã, Conceição de Macabu e Campos dos Goytacazes. Turnê Brasileira – Orquestra Chinesa do Conservatório Central – 2019Turnê Orquestra Sinfônica de Campos – 2021Meu Primeiro Festival – 2022Turnê Orquestra Sinfônica de Campos – 2022 e 2023.Festival de Inverno – 2023 e 2024Temporada Cia BEMO – Quebra Nozes - 2023

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.