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Este projeto refere-se à nova edição do "SANTOS Festival Café", evento tradicional da Baixada Santista que, além de valorizar o café como símbolo da identidade nacional, celebra manifestações artísticas e culturais, destacando as singularidades regionais por meio de atividades abertas e gratuitas.
I. Exposição gastronômica degustativas gratuita das múltiplas variantes do café de várias regiões do país, incluindo produtos derivados do café; II. Feira de artesanato com os artesãos locais e regionais apresentando produtos inspirados no tema do festival, devidamente cadastrados no programa municipal “Feito em Santos”, da Secretaria de Cultura de Santos; III. Exposição de Artes Plásticas montada com artistas da cidade na estação dos bondes turísticos do Valongo; IV. Vivência artística de arte urbana com a confecção, in loco, de dezenas de murais sobre o tema: O Café na História e na cultura de Santos, pelos mesmos artistas escolhidos para participar da exposição; V. Valorização do patrimônio histórico através de passeios de bonde, todos gratuitos, através do roteiro histórico e arquitetônico da cidade, enfatizando a influência do café na cultura urbanística de Santos. VI. Shows abertos e gratuitos de música Instrumental e regional; O Festival será aberto ao público em geral, sem cobrança de ingresso e livre para todas as idades.
Objetivo Geral: Desde o século XVIII, o café do Brasil é reconhecido mundialmente como um dos produtos mais representativos do país. É por essa razão que o projeto chega à sua décima edição, celebrando a cultura antropológica brasileira. Objetivo Específico Os objetivos específicos deste projeto são: 1) FESTIVAL, BIENAL,FESTA OU FEIRA: Estrutura para evento de 3 dias com as seguintes ações culturais:Exposição de Artes Visuais a saber: - Exposição de Artes Plásticas com obras de vários artistas da Baixada Santista, sobre o tema café, cujas obras serão selecionadas via curadoria, durante a etapa de pré-produção; - Túnel imersivo contendo projeções em painéis de LED, que interagem com o público, mostrando a história do café no Brasil; - Vivência artística de arte urbana com a confecção, in loco, de dezenas de murais sobre o tema do café na história e na cultura de Santos, durante a etapa de pré-produção; Gastronomia: - Exposição e degustação gratuita das múltiplas variantes do café de várias regiões do país;Música: - Apresentação musical: 20 shows abertos e gratuitos de música regional e instrumental.
Justificativa A cidade de Santos, localizada no litoral do Estado de São Paulo, é conhecida por sua bela paisagem costeira, porto movimentado e rica história ligada ao comércio internacional. Mas há um aspecto fundamental que moldou a história e o desenvolvimento dessa cidade vibrante: o café. No final do século XIX e início do século XX, o Brasil emergiu como o maior produtor e exportador mundial de café. Esse "ouro verde" desempenhou um papel crucial na economia do país e deixou uma marca permanente na paisagem e na cultura de Santos. Seu porto, naturalmente profundo e estrategicamente localizado, tornou-se o principal ponto de exportação do café brasileiro para o mundo. Nos tempos de ouro do café, a rua XV de Novembro (um dos palcos do Festival) chegou a ser conhecida como a Wall Street brasileira, pois era reduto das casas exportadoras de café, agências marítimas, bancos e da Bolsa Oficial do Café, hoje Museu do Café (onde será montado um dos palcos do evento). O complexo portuário reunia mais de 30 armazéns dedicados à preparação dos blends (misturas de grãos) para embarque do produto. E um dos blends mais valorizados em todo o mundo era o "Tipo Santos Exportação". A Cultura de Santos e o Café: A era de ouro do café se situa entre 1800 e 1930. Esses 130 anos fizeram nascer uma outra cidade, com um perfil totalmente diferente das bucólicas cidades litorâneas do entorno. Santos transformou-se definitivamente numa referência cultural para o Brasil e para o mundo. Essa transformação ocorreu na própria mentalidade da cidade que, de uma vila provinciana com alguns atracadouros, infestada de doenças tropicais e assolada por piratas, transformou-se no maior porto da América Latina e o maior exportador de café do planeta. Dessas mudanças substanciais brotou uma mentalidade político-cultural cosmopolita e antenada no mundo, que colocou a cidade entre as principais capitais do pais no aspecto econômico, cultural e político. Santos abrigou um movimento abolicionista de grande força, com vários de seus líderes nascidos na cidade, como Quintino de Lacerda, Francisca Amália de Assis Faria, Xavier da Silveira, entre outros. Foi berço da luta pela independência e no século XX vanguarda do movimento político e sindical. Sua cultura foi profundamente influenciada por esse contexto de crescimento econômico e social, teatros como o Guarany, primeiro a ser inaugurado e palco das reuniões dos abolicionistas, Teatro Coliseu (4º em importância no país), palco de óperas nacionais e europeias em turnê pelo Brasil. Com o cinema, Santos se destaca entre as cidades que abriga maior número de casas de exibição no país. Nas arquitetura temos a formação do núcleo arquitetônico do Centro Histórico de Santos, local onde se localiza a edição do Santos - Festival Café 2026, com o prédio da Bolsa do Café, hoje Museu do Café, as obras de urbanização da cidade realizadas pelo brilhante Engº Saturnino de Brito, os famosos "Canais de Santos", que além de possibilitar a erradicação das doenças tropicais que assolavam a cidade, ainda possibilitou a drenagem de vastas regiões entre o centro e as praias, promovendo a ampliação para os bairros intermediários que compõem hoje a maior parte da cidade A 1ª geração modernista tem referências importantes na cidade, como a escritora Pagu (Patrícia Galvão) cuja influência sobre o movimento de 22 transformou a noite santista num reduto muito frequentado por seus principais artistas como Mario de Andrade e Osvald de Andrade, que teria escrito parte da trilogia "A Revolução Melancólica" instalado alguns meses numa bucólica cabana da praia do Góes. O Santos Festival Café vem ocupando o centro histórico da cidade de Santos e criando referências para que as novas gerações assimilem esse passado num processo de autoconhecimento e formação de identidade cultural. Nos 3 dias de sua realização o Festival proporciona atrações culturais de todos os matizes e reúne a tradição e a inovação nas concepções de preparo do Café, hoje denominado "artesanal". Os artistas da cidade mobilizam-se para referenciar suas obras e fazeres na temática do café, incorporando o produto ao imaginário artístico e cultural da cidade. Numa de suas maiores conquistas o Santos Festival Café 2026 na sua décima primeira edição proporciona uma vasta programação cultural, espalhada pelo Centro Histórico de Santos, com medidas de acessibilidade e comunicação acessível. Na 9a. edição, em 2024, 90.000 pessoas, aproximadamente, usufruíram de sua programação, que é ofertada com 100% de gratuidade e acesso aberto a todos. Durante nove edições, o "Festival Santos Café" foi patrocinado exclusivamente pela Prefeitura da cidade de Santos, sem o apoio de nenhuma Lei de Incentivo. Devido ao crescimento do número de participantes e ao interesse demonstrado pela ampliação do evento, a cidade de Santos busca, em 2026, apoio financeiro por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Isso se deve ao fato de que os fomentadores manifestaram interesse em viabilizar esse apoio, tornando inevitável a união entre a cidade de Santos, o Ministério da Cultura (MINC) e a Lei Federal de Incentivo à Cultura, para a realização do festival neste ano de 2026 — O projeto se enquadra nos incisos .I,II,III,IV,VIII, IX.. da Lei 8319/91 fortalecido pelo objetivo II dos incisos c) d) e IV inciso do art 3 da referida Lei, como segue: I - Contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Preserva e integra à vida da população os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; III - Apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus criadores; IV - Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; LOCAL DE REALIZAÇÃO: O evento se desenrola no Centro Histórico de Santos, uma área do Centro da cidade onde se concentraram os negócios do café na época de ouro. É o maior conjunto arquitetônico da cidade e conta com vários monumentos e edifícios tombados e restaurados que, de per si, contam a história da era de ouro do café: Bolsa do Café _ Hoje Museu do Café, Casa de Frontaria Azulejada, Estação da São Paulo Railway conhecida como Estação do Valongo, Museu Pelé, sediado no antigo prédio da Prefeitura, hoje tombado e transformado em museu, Igreja de Santo Antônio do Valongo, com 450 anos, também tombada, Rei do Café, tradicional produtor e vendedor de café no varejo e no atacado que, desde 1912, compõem a história daquela região sendo o único estabelecimento desse tipo ainda existente aos moldes de funcionamento dos primeiros anos do século XX,- Valorização do patrimônio histórico através de passeios com os bondes, enfatizando a influência do café na cultura urbanística e arquitetônica da cidade.
Sobre o projeto, " SANTOS - FESTIVAL CAFÉ": Impacto AmbientalO "FESTIVAL CAFÉ" também está comprometido com práticas sustentáveis e busca minimizar os impactos ambientais ao longo de sua execução. Reconhecendo a importância da preservação ambiental e alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o projeto adotará medidas para zerar as emissões de carbono associadas à sua produção . Impactos Ambientais PotenciaisA produção de um festival envolve uma cadeia de atividades que podem gerar emissões de carbono, como: Consumo de energia elétrica para a o festival.Equipamentos de áudio e vídeo que demandam energia durante filmagens e transmissões.Transporte da equipe e convidados artistas contratados.Uso de materiais promocionais digitais e possíveis materiais impressos.É essencial adotar medidas compensatórias e preventivas para reduzir ainda mais o impacto ambiental. Plano de Neutralização de CarbonoPara compensar as emissões geradas, o projeto planeja as seguintes ações: Cálculo de EmissõesRealizaremos um levantamento detalhado para calcular as emissões de carbono relacionadas às atividades do projeto, utilizando ferramentas de análise certificadas. Esse cálculo incluirá transporte, consumo de energia elétrica e outras fontes relevantes. Compensação de Carbono A compensação será feita por meio de parcerias com projetos de reflorestamento ou preservação ambiental, como a compra de créditos de carbono em plataformas reconhecidas, como a Carbon Fair. Esses créditos serão investidos em iniciativas de recuperação florestal ou em projetos de energia renovável.Redução no Consumo de EnergiaUtilização de equipamentos de eficiência energética.Preferência por iluminação LED e práticas de economia de energia durante o festival.Promoção de Práticas VirtuaisSempre que possível, realizar reuniões de planejamento e coordenação de forma virtual, reduzindo deslocamentos. Educação Ambiental e ConscientizaçãoIncorporar nos materiais gráficos mensagens e conteúdos que estimulem a conscientização ambiental e a importância da sustentabilidade. Relatório de SustentabilidadeAo final do projeto, será publicado um relatório de sustentabilidade detalhando as emissões calculadas, as ações de compensação realizadas e os resultados obtidos. Esse relatório estará disponível ao público para promover a transparência e inspirar outras iniciativas culturais a adotar práticas sustentáveis. Resultados EsperadosRedução e neutralização de 100% das emissões de carbono geradas pelo projeto.Fomento de uma cultura de responsabilidade ambiental entre a equipe, convidados e audiência.Contribuição para projetos de reflorestamento e preservação ambiental que impactam positivamente a biodiversidade.Com essas medidas, o "FESTIVAL SANTOS CAFÉ" não apenas valorizaa cultura, mas também reforça seu compromisso com um futuro sustentável, alinhando-se às melhores práticas globais de responsabilidade ambiental.
- Início do trabalho em 1 de maio de 2026 e término em 30 de setembro de 2026 - Reuniões prévias - Acompanhamento de todo o evento conforme briefing - ida presencial nos dias acordados em 3 pontos de degustação do Festival Santos Café - montagem dias 07 e 08 de julho e evento dias 09, 10 e 11 julho de 2026 - Curadoria de 40 marcas de café presentes com espaços de degustação gratuita - Equipe de barista e produção e equipamentos profissionais de cafés para os 3 pontos inclusos - Curadoria Artística - Exposição de Artes Plásticas com obras de vários artistas a serem selecionados na fase de pré-produção - Vivência artística de arte urbana com a confecção, in loco, de dezenas de murais sobre o tema do café na história e na cultura de Santos; - Valorização do patrimônio histórico através de passeios com os bondes, enfatizando a influência do café na cultura urbanística e arquitetônica da cidade- Os shows musicais estão programados para ter 60 minutos de duração, com dois espetáculos por dia em cada palco, totalizando seis apresentações diárias. Ao longo dos três dias de evento, serão realizados 18 shows com artistas da região. Excepcionalmente, no último dia, acontecerão mais dois espetáculos, marcando o encerramento do Festival.
Acessibilidades Acessibilidade Arquitetônica Nos espaços escolhido para a realização do evento os organizadores garantirão condições de acessibilidade para idosos e PNE de acordo com o Art. 23, da Lei 10741, de 01 de Outubro de 2003 e Art. 46, do Decreto 3298, de 20 de Dezembro de 1999. Havendo outras necessidades para adequação dos espaços o proponente compromete-se a realizá-las. Todo o perímetro do Festival acontece em lugares de uma simetria urbana que mistura os séculos XVIII, XIX e XX. Some-se a isso a área do evento que literalmente se espalha por caminhos do Centro Histórico e ocupa um perímetro de aproximadamente 240.000 m². (Ver mapa na documentação em anexo) Sendo assim, o festival oferecerá transporte especial para PCDs Os 03 núcleos de acontecimentos onde se concentram as principais atividades culturais darão acesso a veículos especiais para embarque e desembarque dos PCDs, com pisos nivelados, estando próximos de monumentos tombados e restaurados que tornaram acessível o local para visitação do público. São eles: 1. Museu do Café / Boulevard da Rua XV de Novembro; 2. Rei do Café; 3. Estação Valongo / Museu Pelé/Garagens dos Bondes; A programação dos 3 núcleos está planejada para oferecer o usufruto de todos os produtos culturais oferecidos, de modo que em todos eles acontecerão shows e exposições sobre o café. Para acesso aos núcleos pelo público PCD será instalado um serviço de transporte com micro-ônibus especial, dotados de elevador para cadeirantes. Esse serviço terá locais de embarque, com horários pré-determinados, de hora em hora, a partir de dois pontos que se referenciais e acessíveis, são eles a Estação da Cidadania na divisa dos bairros do Campo Grande e do Gonzaga, que prestará atendimento ao público da Zona Leste (praias e zona intermediária) e o Terminal de Ônibus do Valongo para o público da Zona Noroeste, Centro e Morros. Os veículos adaptados contarão com equipe especializada para acompanhamento dos usuários PCD em tempo integral, acompanhando os mesmos nas apresentações e eventos concentrados nesses 3 núcleos acima referidos. O objetivo é eliminar a possibilidade dos PCDs se desgarrarem dos grupos, estando sempre assistidos e em condições de interação com os demais participantes. Nossas ações na área da acessibilidade estão presentes principalmente nos aspectos comunicacionais, de conteúdo e na divulgação acessível. Acessibilidade no Conteúdo Intérprete de Libras presente nos shows e nas exposições de murais. Monitores treinados para auxiliar o público com deficiência intelectual, oferecendo apoio conforme necessário durante o evento. Das medidas de comunicação e divulgação acessíveis Todas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá: Imagens com descrição textual (para deficientes visuais). Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e congêneres. Vídeos com legendas. Inclusão de Ações de Acessibilidade no Plano de Comunicação A divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos.
Democratização do Acesso Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 46 da IN MINC nº 23/2025. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos parcialmente o exposto no inciso III no Artigo 47 da IN MINC nº 23/2025, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros e audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades, (...) e de outros eventos referentes ao produto (...), acompanhado com libras e audiodescrição quando necessário; Fotos e vídeos produzidos ao longo do projeto serão disponibilizadas para acesso gratuito na Internet, conforme inciso III do art. 21 da IN nº 02/2019; Será permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outras mídias, conforme inciso IV do art. 21 da IN nº 02/2019.
ARTE VIVA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS (proponente) - Coordenação Geral Planejamento geral do projeto (conceitual, técnico e financeiro);Articulação da equipe técnica e artística;Interlocução com parceiros, patrocinadores e órgãos públicos ;Acompanhamento da execução, assegurando que prazos, metas e qualidade sejam cumpridos;Gestão de recursos financeiros, em parceria com a área administrativa;Resolução de conflitos e tomada de decisões em situações imprevistas;Supervisão da comunicação e da divulgação do projeto;Prestação de contas e relatórios finais, garantindo que tudo esteja conforme a legislação e os compromissos assumidos.Em projetos culturais incentivados (como pela Lei Rouanet), a coordenação geral também é o elo entre o proponente e o Ministério da Cultura, sendo responsável por manter toda a documentação e relatórios em ordem. Dentre as inúmeras realizações da ARTE VIVA, destacamos: - ÓPERA CARMINA BURANA com a participação do BALLET STAGIUM na reinauguração do TEATRO MUNICIPAL D. PEDRO II, na cidade de Ribeirão Preto. - PROJETO SONS DE ORQUESTRA, realizado no SESC POMPÉIA. - PROJETO SONS DO BRASIL – Homenagem a Villa Lobos – com as participações de Arthur Moreira Lima e Toquinho, no Teatro Cultura Artística em São Paulo. - PROJETO “SUL AMÉRICA IN CONCERT” realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo e na praia de Ipanema no Rio de Janeiro. - II SUL AMÉRICA IN CONCERT – FORRÓ SINFÔNICO – Elba Ramalho, Dominguinhos e Grupo Falamansa. - COPEBRAS – 50 anos – com o espetáculo “Grande Poeta Vinícius” participação de Yamandu Costa, Miucha e Toquinho. - II SONS DO BRASIL, com Yamandu Costa, Zimbo Trio e Ricardo Herz. - “GALA BRASIL”, concerto realizado no Teatro SOLIS, no Uruguai, a convite da EMBAIXADA DO BRASIL, tendo como convidados Zimbo Trio e Toquinho. - “PROFESSOR NOTA 10” - espetáculos Sinfônicos com Maria Rita, Stanley Jordan, Milton Nascimento, Mônica Salmaso, Zizi Possi, Ivan Lins e Fortuna, entre 2000 e 2006, para a Fundação Victor Civita. - PROJETO “CARAS IN CONCERT” - 45 anos de Zimbo Trio. - PROJETO “ORQUESTRA DE CORDAS ARTE VIVA CONVIDA DOMINGUINHOS”. - APEX 10 ANOS - grande evento sobre a Bossa Nova na Sala São Paulo. - PROJETO TRÊS IRMÃOS, TRÊS HISTÓRIAS, com os irmãos Amilton, Adylson e Amilson Godoy. - PROJETO ZIMBO TRIO+VILLA LOBOS+JOBIM - com Grupo Sinfônico ARTE VIVA e Zimbo Trio. - HOMENAGEM 100 ANOS DE ADONIRAN BARBOSA - Auditório Externo Parque Ibirapuera, com Grupo Sinfônico Arte Viva, Arnaldo Antunes, Demônios da Garoa, Jair Rodrigues, Patty Ascher, Eduardo Gudin. - TELEFÔNICA SONIDOS – Orquestra Arte Viva convida o músico americano John Pizzarelli - PROJETO SÉRIE SINFÔNICA COM CONVIDADOS - Desde 1997 percorrendo o Brasil, levando a música sinfônica para o grande público em concertos sempre gratuitos, contribuindo com espetáculos que se tornaram referências para a formação de plateia. Amilson Godoy - Diretor Musical Responsável por toda a concepção, curadoria e supervisão da parte musical do projeto. Compete a este profissional definir a identidade artística sonora, selecionar o repertório e os músicos participantes, supervisionar arranjos e ensaios, bem como acompanhar as apresentações. Atua em colaboração com os demais núcleos do projeto, garantindo a integração da música com outras linguagens artísticas envolvidas. Além disso, orienta tecnicamente os intérpretes e a equipe de som, assegurando a excelência da execução musical ao vivo ou gravada. Sua participação é estratégica na formação de público, na valorização dos músicos envolvidos e na difusão da música como elemento da proposta cultural. Maestro Amilson Godoy (Curriculum) Na sua juventude, como pianista de música erudita foi vencedor de vários concursos tendo atuado como solista frente às diversas Orquestras Sinfônicas do Brasil. Integrante dos Grupos Bossa Jazz Trio e Medusa, Amilson se apresentou com os mais expressivos artistas da MPB, tendo participado com Elis Regina do seu lançamento na Europa durante o Festival Internacional do Disco em Cannes e da sua estréia no Teatro Olympia em Paris, além de temporadas com artistas internacionais como Ray Conniff, Dizzy Gillespie, Shirley Bassey e Sadao Watanabe. Possui CDs lançados na América do Norte, Europa e Ásia. Entre 1970 e1980, foi Coordenador da Escola de Música da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, onde introduziu a música popular no ensino acadêmico criando um modelo de aprendizado que é seguido pela maioria das escolas de música atualmente. na década de 70 foi diretor musical do programa Vila Sésamo e maestro de diversos programas de televisão e peças teatrais. Como presidente da Comissão de Música do Estado de São Paulo presidiu a comissão que criou o plano de implantação da Universidade Livre de Música e foi Maestro da Orquestra Jazz Sinfônica. Em 1985 conquistou um feito inédito para o Brasil, com o prêmio de melhor arranjador no 26º Festival Internacional da Canção de Viña Del Mar. Desde 1993, Amilson Godoy, como maestro e arranjador da Orqustra Sinfônica Arte Viva, tem atuado em projetos especiais ao lado dos mais talentosos músicos e cantores da MPB,sempre promovendo o encontro entre a música erudita e a música popular. Amilson Godoy, escreveu os arranjos executados pela Orquestra Sinfônica Brasileira e solistas convidados para o Rock in Rio, versão 2011. Amilson foi representante do CNPC nos anos em que foi criado o PNC (Plano Nacional de Cultura) 2005.2006.2007.2008 e o PNM (plano Nacional de Música) segmento em que foi também o representante da Música Erudita, junto ao governo brasileiro. Amilson foi conselheiro Titular de Música na CNIC nos biênios 2009, 2010, 2011, 2012 e novamente no CNPC, 2013, 2014, e ainda da CNIC nos biênios 2015, 2016, 2017 e 2018 contribuindo em trabalho voluntário com a cultura brasileira, desde o ano de 1981, quando idealizou o projeto Virada Paulista na cidade de São Paulo, considerado pelo setor musical, como o projeto indutor das Leis de Incentivo à Cultura. Maria Inez Vasconcellos de Godoy - Produtora Executiva Responsável pela gestão operacional, técnica e administrativa do projeto. Atua diretamente na coordenação das ações previstas, no cumprimento dos prazos e no controle orçamentário. Supervisiona a equipe envolvida, coordena a contratação de serviços e profissionais, acompanha a execução física e financeira e garante a conformidade das ações com as normas legais. Trabalha em articulação com a Coordenação Geral e as direções artística e técnica, assegurando o bom andamento e a concretização dos objetivos propostos. Maria Inez Vasconcellos de Godoy (Curriculum) Dona de uma extensa e vitoriosa carreira como produtora cultural, Maria Inez foi pioneira na criação de diversos modelos de projetos na área de música, trabalhou com os mais renomados músicos do Brasil e do exterior: Wagner Tiso, Cesar Camargo Mariano, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, John Pizzareli, Ivan Lins, Sadao Wantanabe, Zimbo Trio, entre tantos. Sua carreira teve início na década de 80, quando levou a música instrumental brasileira para o interior do estado de São Paulo e com apresentações marcantes realizadas pelo Brasil, com os mais expressivos músicos. Desde 1993 trabalha na produção exclusiva da Orquestra Sinfônico Arte Viva, tendo sob sua responsabilidade eventos realizados pelo Brasil, assim como pelo Exterior, com destaque ao espetáculos “Gala Brasil” realizado pela Embaixada do Brasil em Montevidéu, “Brasil Instrumental” em Cuba, também pela embaixada brasileira, “Som da Gente”, no Town Hall, em Nova York, onde se apresentaram músicos como Hermeto Paschoal, Grupo Cama de Gato, Amilson Godoy Quinteto e no Festival de Jazz de Paris com o Grupo Medusa e Trio D’Alma.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.