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O projeto "TEAflorar: Quando a inclusão acontece nas Artes" promoverá oficinas artísticas e espetáculos cênico-musicais voltados a adolescentes e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e seus familiares. O projeto TEAflorar oferecerá oficinas gratuitas e abertas à comunidade de Caxias do Sul, nas áreas de Música, Teatro, Dança e Artes Visuais, durante os turnos da manhã e da tarde. A iniciativa tem como público preferencial pessoas em situação de vulnerabilidade social e acontecerá entre março e novembro de 2026, em um espaço cedido por meio de parceria com a Universidade de Caxias do Sul (UCS). Além das oficinas regulares, serão realizados 04 eventos com espetáculos artísticos em finais de semana visando ampliar a oferta de eventos culturais em que pessoas com autismo encontrem um lugar seguro e acolhedor para estar com suas famílias e que suas individualidades sejam respeitadas.
OFICINAS PROJETO TEAFLORARPúblico-alvo: Adolescentes e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA)Idade mínima para participação: 12 anosQuantidade de alunos por turma: 10Quantidade de monitores: 5 contratados direto pelo UniTEA por meio de contrato de estágio, preferência pela contratação de autistas adultos.Carga horária: 1 hora e 30 minutos por oficina - com 15 minutos de intervalo entre oficinasLocal de realização: UniTEATurno: Manhã e tardeModalidade: Presencial e gratuitaPeríodo de realização das atividades: Março a Novembro Quantidade de oficinas por área: 140 oficinas de música, teatro, artes visuais e arte terapia e dança/anoCritérios de seleção: 1. Indicadores de vulnerabilidade social;2. Preferência por mães solo;3. Nível de suporte no TEA, conforme o DSM-5 e a CID-11: A turma terá até 04 alunos nível 02 ou 03, em função da necessidade de monitor individualizado e capacidade de pessoas por sala. No nível 01 será avaliado a necessidade de monitor, haverá disponibilidade de até 01 monitor para os demais 06 alunos. Forma de inscrição: A inscrição será realizada por meio de preenchimento de formulário online ou presencial, seguido de entrevista. Essa etapa visa entender o contexto socioeconômico da família e as individualidades de cada aluno inscrito. Também será informado as famílias que no caso de 03 faltas sem justificativa, o aluno terá sua inscrição cancelada. Lista de espera: Será organizada uma lista de espera visando acolher mais alunos caso haja alguma desistência ou faltas sem justificativa.
Objetivo geral: Fomentar o acesso à cultura e promover oficinas artísticas para adolescentes e adultos com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista.Objetivo específico:Possibilitar o contato e fruição artística de adolescentes e adultos com TEA.Fomento à cultura e valorização do patrimônio de forma inclusiva.Realizar espetáculos e mostras artísticas para pessoas com TEA e seus familiares. Desenvolver por meio da arte atividades em grupo no contraturno escolar com foco no estímulo de habilidades socioemocionais, comportamentais e físicas, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a autonomia das pessoas com TEA.Promover formação sobre acessibilidade atitudinal e comunicacional para artistas e profissionais da cultura com enfoque no TEA.
Os indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresentam um transtorno do neurodesenvolvimento que acarreta déficits e alterações significativas nas áreas da linguagem, comunicação e interação social, além da presença de comportamentos restritivos e repetitivos. Essas características podem gerar grandes desafios para a convivência social, tanto para os próprios indivíduos quanto para suas famílias, dificultando a participação em atividades rotineiras e a inclusão em espaços coletivos. O tratamento do TEA é multidisciplinar, intensivo e de longo prazo, exigindo recursos financeiros consideráveis, que muitas famílias não conseguem suprir. Soma-se a isso a escassez de abordagens terapêuticas voltadas para adolescentes e adultos com TEA, especialmente a partir dos 12 anos. Sendo prejudicial para a convivência, o desenvolvimento e a interação social de indivíduos com TEA. Essa ausência impacta diretamente sua qualidade de vida, bem-estar emocional e oportunidades de inserção no mercado de trabalho. As dificuldades de interação social associadas ao TEA também aumentam as barreiras de inclusão, muitas vezes agravadas por preconceito, falta de acessibilidade nos ambientes culturais e ausência de espaços que compreendam suas especificidades. Diante dessa realidade, nasce o projeto TEAflorar, criado em 2024, que tem como objetivo promover o desenvolvimento motor, a interação social e o sentimento de pertencimento de adolescentes e adultos com TEA, por meio de atividades nas áreas das Artes e do Esporte. A arte, em suas diversas formas — visual, corporal, performática e musical — é uma ferramenta poderosa para o estímulo da comunicação, da expressividade e da construção de vínculos. Por sua natureza sensível e inclusiva, ela permite uma abordagem individualizada, respeitando as particularidades de cada participante. Além de oferecer um espaço de convivência e aprendizado, o projeto também atua no enfrentamento de barreiras sociais, como o isolamento, a falta de acessibilidade cultural e a ausência de suporte para as famílias, em especial, para mães solo, que são, em sua maioria, as principais cuidadoras. O UniTEA, por sua vez, amplia esse escopo ao priorizar famílias em situação de vulnerabilidade social e indivíduos com níveis de suporte 2 e 3, os quais enfrentam ainda mais dificuldades de inserção. Outra frente essencial do projeto é a formação e sensibilização da classe artística para práticas acessíveis, promovendo uma cultura mais inclusiva e democratizando o acesso à arte e à cultura para pessoas neuro divergentes e com deficiência.
Formação para artistas e agentes culturais: Práticas inclusivas para o público com TEA nas Artes e espaços culturaisDescrição: Informações básicas sobre o TEA (transtorno do espectro autista). Sistemas sensoriais no autismo e suas implicações e neurofuncionamento do cérebro autista. Dicas de manejo e interação assertivas. Neurofuncionamento do cérebro autista e suas implicações na percepção sensorial, processamento e compreensão de informações e comportamento. Acessibilidade em projetos culturais e ideias práticas. Legislação sobre acessibilidade e editais. Duração: 1 horaPúblico: 100 pessoasQuantidade: 1Profissional: Ivonete Aparecida Gaike, Gerente Executiva no UniTEA e Franciele Oliveira, produtora culturalMini bio: Ivonete Aparecida Gaike - Especialista em Transtorno do Espectro Autista pelo CBI of Miami. Formação em Autismo – Treinamento para pais pelo Instituto Singular. Especialização em andamento em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) para autismo e comorbidades pela Universidade de Caxias do Sul. Iniciou voluntariado no Instituto UniTEA em 2018 atuando como Coordenadora do Comitê de Ciência, Educação e Cultura, organizando cursos de capacitação em autismo para pais e professores. Neste mesmo Instituto exerceu a função de Diretora de Comunicação e Diretora de Projetos, sendo responsável pelo marketing e divulgações do UniTEA. É também realizadora do UniTEA Responde, produção de vídeos de curta duração, postados em todas as redes sociais, na qual são explicados os diversos aspectos do TEA. Franciele Oliveira - Licenciada e mestre em História pela Universidade de Caxias do Sul - Mestrado Profissional, com mérito acadêmico. Atua como historiadora (DRT 0000445/RS) e produtora cultural. Seu projeto de pesquisa “As senegalesas: A trajetória de mulheres muçulmanas na Serra Gaúcha” foi vencedor do 2º Prêmio AMAR (Associação Internacional de Estudos de Afetos e Religiões) na categoria monografia, contemplado com o 1º lugar em 2020. O audiovisual produzido a partir da pesquisa foi premiado no Edital 226/2020 de Caxias do Sul. Atuou como Produtora Cultural no projeto "Ateliê Araçari: oficinas artísticas para crianças e jovens de casas-lares, abrigos, serviços de convivência e fortalecimento de vínculos de Caxias do Sul" que recebeu o Prêmio Darcy Ribeiro Caxias Educadora pela Câmara de Vereadores de Caxias do Sul 2023. É membro do Instituto de Leitura Quindim e da Associação Cultural Moinho Covolan.Local: Espaço público à combinarInscrição online e gratuita - Contrapartida do projeto
OFICINAS PROJETO TEAFLORAR Oficina de Música: Proporcionar um espaço de expressão, convivência e desenvolvimento sensorial, motor e emocional por meio da música, respeitando as individualidades e os diferentes níveis de comunicação e interação de pessoas com TEA. A oficina terá os seguintes conteúdos programáticos: Introdução ao universo sonoro; Elementos básicos da música; Musicalização lúdica; Expressão vocal e instrumental; Criação e composição coletiva; Ensaios e apresentação final: Arte e Cultura Gaúcha; Oficina de Teatro: Promover a expressão criativa, o desenvolvimento da comunicação e a ampliação das habilidades sociais por meio de práticas teatrais adaptadas, proporcionando um ambiente acolhedor, seguro e estimulante para pessoas com TEA. A oficina terá os seguintes conteúdos programáticos: Apresentação e ambientação teatral; Expressão corporal e movimento; Expressão facial e emocional; Improvisação e escuta teatral; Criação de cenas e personagens; Ensaios e apresentação final: Arte e Cultura Gaúcha; Oficina de Dança: Estimular a expressão corporal, o equilíbrio emocional e a interação social por meio da dança, respeitando as individualidades, ritmos e formas de comunicação de adolescentes e adultos com TEA. A oficina terá os seguintes conteúdos programáticos: Ambientação e escuta corporal; Movimento criativo e espontâneo; Coordenação motora e ritmo; Dança, sentimentos e sensações; Coreografias simples e improvisações; Ensaios e apresentação final: Arte e Cultura Gaúcha; Oficina de Artes Visuais e Arte-terapia: Proporcionar um espaço de expressão simbólica, fortalecimento emocional e desenvolvimento sensorial por meio de práticas integradas de artes visuais e fundamentos da arteterapia, respeitando as singularidades de adolescentes e adultos com TEA. A oficina terá os seguintes conteúdos programáticos: Introdução ao fazer artístico-terapêutico; Exploração livre e dirigida de materiais artísticos; Expressão simbólica e narrativas visuais; Criação de mandalas, máscaras e autorretratos; Arteterapia em grupo; Produção e exposição: Arte e Cultura Gaúcha;
O projeto tem no público diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista, portanto é inteiramente direcionado à inclusão. Para a produção dos espetáculos destinados aos indivíduos com TEA e seus familiares, será realizada uma formação prévia destinada para os artistas participantes e a cadeia cultural sobre práticas inclusivas. As salas onde acontecerão as oficinas e os eventos do final de semana possuem banheiro e rampas de acesso.A linguagem será adaptada para Linguagem Simples. Os espetáculos musicais e cênicos terão intérpretes de Libras e audiodescrição e passarão por adaptações na linguagem, visto que o autismo compremete a interpretação de figuras de linguagem. A equipe de som também terá acompanhamento pela equipe de profissionais responsáveis.
Todo o projeto será gratuito, com acesso livre a todos os públicos no eventos realizados aos sábados. Nas oficinas serão priorizadas famílias com maior vulnerabilidade social e mães solo.
UNITEA, proponente, gerenciamento administrativo, contratação de monitores e local de realização do projetoO UniTEA foi fundado pelo casal Raquel e Daniel Ely, pais do Gabriel, do Samuel e da Sophia Carolina Ely, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) aos 14 meses, quando sua família morava nos EUA. Um mês antes, a mãe e o irmão mais velho perceberam que Sophia havia mudado o seu comportamento, involuindo em algumas habilidades adquiridas. Ela já não sorria, deixara de atender pelo nome e de interagir com seus pais e irmãos. Logo após o diagnóstico, a família recebeu em sua casa uma equipe multidisciplinar para orientá-los na intervenção domiciliar e dar-lhes o apoio e suporte necessários diante do diagnóstico. Esses profissionais estavam preocupados em dar suporte psicológico e capacitá-los durante as rotinas diárias, no intuito de que estas pudessem se transformar em possibilidades de estimulação e intervenção necessárias para o desenvolvimento da pequena Sophia. Desde então, os pais e irmãos tornaram-se “co-terapeutas” e agentes fundamentais para ampliar a qualidade de vida da menina. Aproximadamente um ano depois, quando retornaram ao Brasil, eles encontraram um cenário completamente diferente. Frente a essa nova realidade, Raquel, que era professora, percebeu que havia sido uma “bênção” ter recebido os treinamentos do passo a passo para o desenvolvimento das habilidades cognitivas e sociais da filha. Por isso, sentiu a necessidade de compartilhar esses aprendizados com outras famílias e profissionais de educação. Dessa forma, passou a organizar pequenos grupos de estudos no fundo de sua casa e a visitar algumas escolas da rede pública de ensino. Seguiu com esse trabalho voluntário por 4 anos. Até que, em março de 2018, ela e Daniel criaram o UniTEA - Movimento Unidos pelo Autismo, visando ampliar a conscientização e o diálogo sobre TEA. Juntos idealizaram o “1º Seminário sobre Autismo da Serra Gaúcha”, que contou com profissionais de renome nacional e internacional para a causa. Durante essa trajetória, buscaram parcerias com pessoas e profissionais que compartilhavam com o casal a lógica da abundância, na qual pessoas se unem em torno de um mesmo propósito. Cada uma delas sempre esteve disposta a doar sua melhor competência ou habilidade, como o conhecimento técnico ou algumas horas do seu tempo para se dedicarem à causa do autismo. Assim, 40 voluntários estão unindo forças e, no ano de 2019, abrirão as portas dos Instituto UniTEA para atendimento da comunidade autista de Caxias do Sul e região. O instituto surgiu com o intuito de ser um elo seguro entre as famílias de pessoas com diagnóstico de espectro autista, terapeutas, cuidadores e professores. Trata-se de uma instituição sem fins lucrativos que irá promover e oportunizar um trabalho cooperativo e interdisciplinar entre pais, médicos, professores e demais profissionais das áreas de apoio e suporte às pessoas com Transtorno do Espectro Autista. O UniTEA acredita que juntas, ciência, cultura, saúde e educação, podem muito mais em benefício da qualidade de vida das pessoas com TEA.FRANCIELE OLIVEIRA, coordenadora culturalLicenciada e mestre em História pela Universidade de Caxias do Sul - Mestrado Profissional, com mérito acadêmico. Atua como historiadora (DRT 0000445/RS) e produtora cultural. Seu projeto de pesquisa “As senegalesas: A trajetória de mulheres muçulmanas na Serra Gaúcha” foi vencedor do 2º Prêmio AMAR (Associação Internacional de Estudos de Afetos e Religiões) na categoria monografia, contemplado com o 1º lugar em 2020. O audiovisual produzido a partir da pesquisa foi premiado no Edital 226/2020 de Caxias do Sul. Atuou como Produtora Cultural no projeto "Ateliê Araçari: oficinas artísticas para crianças e jovens de casas-lares, abrigos, serviços de convivência e fortalecimento de vínculos de Caxias do Sul" que recebeu o Prêmio Darcy Ribeiro Caxias Educadora pela Câmara de Vereadores de Caxias do Sul 2023. É membro do Instituto de Leitura Quindim e da Associação Cultural Moinho Covolan.TEM GENTE TEATRANDO, espetáculo cênicoInaugurada em 1989, em Caxias do Sul-RS, a Tem Gente Teatrando desenvolve atividades na área das Artes Cênicas. Contando atualmente com quatro unidades de negócios: escola de teatro, companhia teatral, teatro empresa e casa de teatro, é a única escola do interior do estado a oferecer curso profissionalizante para obtenção do DRT para atores e atraizes com certificação do SATED/RS. A Companhia Tem Gente Teatrando iniciou seus trabalhos em 1989, sob a coordenação da atriz e diretora Zica Stockmans. Nestes quase 35 anos a Tem Gente Teatrando circulou com espetáculos teatrais por todo o país, tendo participado de importantes Festivais de Artes Cênicas, como o Festival do Mercosul na Argentina, Rio Grande no Palco, Palco Giratório, Porto Verão Alegre, Porto Alegre em Cena, Caxias em Cena, Teatro a Mil entre outros GIO E DOUG, espetáculo cênico Criando e ContandoGiovana Mazzochi e Douglas Trancoso são uma dupla de artistas que lidera o estúdio criativo Gio e Doug Artes desde 2009. São autores e ilustradores, contadores de histórias e artistas visuais, especializados em eco escultura, pintura mural, fotografia, videoarte e design. Ministram também oficinas, vivências, cursos de arte e criatividade para professores e pessoas de todas as idades, promovendo a exploração criativa e a conexão com a natureza. Gio e Doug são graduados em Licenciatura Plena e Habilitação em Artes Plásticas pela Universidade de Caxias do Sul e têm ampla experiência com ilustração de livros, exposições artísticas e projetos culturais de múltiplas linguagens. A contação de histórias "Criando e Contando" surgiu a partir da experiência do projeto "Autor na Escola", que resultou em mais de 130 apresentações. Criado em 2019, o trabalho já foi apresentado em diversos eventos e Feiras do Livro, incluindo Vacaria, Caxias do Sul, Garibaldi, Bom Jesus, Bento Gonçalves, Taquara, Rolante, Jaquirana, Parobé e Farroupilha, além de inúmeras escolas do Rio Grande do Sul. Também integrou o projeto Circula SESC RS 2024 e foi apresentado em formações de educadores nas redes municipais de Nova Petrópolis e São José dos Ausentes. Em 2024 participou do 24a Caxias em Cena, da Mostra Tum Tum 10 anos e do Aldeia SESC Caxias do Sul. TITA E RAFA, apresentação musicalCom uma trajetória marcada pela entrega à arte e pela sintonia inconfundível, Tita Sachet e Rafa Gubert formam uma das duplas mais expressivas da Serra Gaúcha. Desde 2003/2004, essa parceria se fortalece, levando ao público apresentações envolventes, emocionantes e sempre carregadas de autenticidade. Com mais de 25 anos de experiência individual no cenário musical, os artistas conquistaram um espaço de destaque, transitando com maestria entre diferentes formatos – do acústico intimista a performances com banda ou orquestra. A identidade musical de Tita & Rafa se revela na perfeita harmonia vocal, no toque marcante do violão de Rafa e na flauta transversal de Tita, que adiciona um brilho especial às apresentações. O repertório é uma viagem pelas mais belas canções nacionais e internacionais, transitando pelo pop rock, rock e MPB, além de incluir suas composições autorais, que carregam a essência e a sensibilidade da dupla. Ao longo da carreira, Tita & Rafa foram intérpretes da música-tema da Festa Nacional da Uva (2006, 2014, 2016, 2019 e 2024), participaram de concertos comunitários com a presença de músicos do mainstream estadual e nacional (como Gilberto Gil, Thedy Correa e outros) e gravaram temas para projetos da RBS TV. Além disso, frequentemente são solistas em espetáculos com as orquestras mais renomadas no RS, como OSPA, Sinfônica da UCS, Orquestra de Sopros de Caxias do Sul, Orquestra do Teatro São Pedro, Orquestra Municipal de Garibaldi, Unisinos Anchieta dentre outras e se destacaram na produção, apresentação e performance em várias edições do Mississippi Delta Blues Festival bem como em outros festivais da região.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$60.333,00 em 23/03/2026.