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PRONAC 253757Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Templos Históricos do Rio Grande do Sul

PLUMAR - PRODUCOES PROJETOS E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 237,7 mil
Aprovado
R$ 237,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-09-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto propõe a publicação do livro Templos Históricos do Rio Grande do Sul, reunindo conteúdo iconográfico e ensaios sobre a história e arquitetura de 12 templos religiosos do Estado. A obra contará com fotografias originais e textos de autores convidados. Também será produzida uma versão acessível em formato de audiolivro.

Sinopse

Resumo – Projeto Editorial “Templos Históricos do Rio Grande do Sul” O livro “Templos Históricos do Rio Grande do Sul” propõe uma abordagem histórica, artística e simbólica de 12 edificações religiosas significativas do estado. A obra vai além de aspectos arquitetônicos e litúrgicos, explorando o papel dos templos como centros comunitários, espaços de poder e memória cultural. A introdução contextualiza a construção de igrejas no Brasil Colônia, destacando o papel da Igreja Católica no registro civil, nas decisões sociais e na organização do espaço urbano. Aponta a influência europeia, especialmente portuguesa, na formação do imaginário religioso e da arquitetura dos templos gaúchos. Aborda ainda a chegada de novas ordens religiosas com os imigrantes e a separação entre Igreja e Estado na República. Templos abordados: 1. Igreja Matriz de São Pedro de Rio Grande – Um dos mais antigos templos da região sul, com origem militar e colonial, destacando-se pelas reformas após a queda de um raio e pelas imagens sacras de grande valor histórico. 2. Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Viamão – Símbolo do início do povoamento português no estado, com forte identidade colonial e função social na formação da cidade. 3. Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Rio Pardo – Marcada pela presença de irmandades de brancos e negros, apresenta arquitetura neoclássica e retábulos em estilo rococó. 4. Capela de São Francisco de Assis de Rio Pardo – Ligada à Ordem Terceira franciscana, reúne imagens barrocas e um acervo de arte sacra, com destaque para sua modesta arquitetura e história de incêndio e reconstrução. 5. Igreja Senhor dos Passos de Rio Pardo – Originada de um oratório, foi transformada em templo com traços neoclássicos e elementos barrocos, como colunas salomônicas. 6. Igreja Matriz de São José do Norte – De origem luso-brasileira, com materiais importados de Portugal, mantém imagens de madeira policromada e estrutura de influência barroca. 7. Catedral de São Francisco de Paula de Pelotas – Templo neoclássico com interior ricamente decorado por artistas italianos, como Aldo Locatelli e Emílio Sessa. 8. Igreja de São Pelegrino de Caxias do Sul – Um dos maiores exemplos da integração entre arte e arquitetura moderna, com afrescos e Via-Sacra de Locatelli. 9. Igreja da Ascensão ao Senhor de Novo Hamburgo – Edificada em estilo neogótico, é um exemplo do legado da imigração alemã e da fé luterana no Brasil. 10. Catedral de São João Batista de Santa Cruz do Sul – Grande templo neogótico, com nave tripartida e forte relação com os imigrantes alemães. 11. Centro Budista Khadro Ling de Três Coroas – Espaço contemporâneo do budismo tibetano vajrayana, com arquitetura típica do Tibete e práticas espirituais abertas à visitação. 12. Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio de Farroupilha – Lugar de fé e romarias desde o século XIX, com grande apelo popular e arquitetura moderna voltada à acolhida de romeiros. A obra conjuga pesquisa histórica, iconografia religiosa, arquitetura e memória coletiva, reforçando o valor cultural e espiritual desses espaços na formação do patrimônio gaúcho.

Objetivos

Objetivo GeralPreservar, valorizar e divulgar o patrimônio histórico e arquitetônico religioso do Rio Grande do Sul por meio da publicação do livro Templos Históricos do Rio Grande do Sul. A obra reunirá ensaios de escritores, historiadores e fotógrafos renomados, com curadoria editorial de Élvio Vargas, apresentando uma abordagem crítica e sensível sobre o papel das igrejas na formação cultural gaúcha. O projeto visa fomentar o conhecimento histórico, fortalecer a memória coletiva e ampliar o acesso à cultura, por meio da distribuição gratuita da obra e da oferta de versões acessíveis em formatos digitais e audiolivro. Objetivo EspecíficoA obra Templos Históricos do Rio Grande do Sul tem como objetivo específico apresentar, por meio de fotografias autorais e narrativas históricas e espirituais, a relevância arquitetônica, religiosa e cultural de 12 templos localizados nos municípios de Rio Grande, Rio Pardo, Caxias do Sul, São José do Norte, Pelotas, Novo Hamburgo, Santa Cruz do Sul, Três Coroas e Farroupilha.Com textos assinados por nomes de grande prestígio intelectual e cultural — como Élvio Vargas (curadoria), Alcy Cheuiche, Armindo Trevisan, Luiz Coronel, Moacyr Flores e Dom Jaime Spengler —, a publicação busca valorizar a memória coletiva e a identidade gaúcha, evidenciando as marcas do tempo, da fé e da arte presentes nesses espaços sagrados.Para alcançar esse objetivo, o projeto contempla as seguintes ações:Registro fotográfico autoral dos templos, resultando em uma publicação de 1.000 exemplares do livro Templos Históricos do Rio Grande do Sul, em formato de luxo (24x31 cm, capa dura, impressão colorida e acabamento gráfico refinado), com 168 páginas compostas por ensaios inéditos e imagens exclusivas;Distribuição gratuita de 300 exemplares (30% da tiragem) para bibliotecas públicas, escolas, universidades, instituições culturais, museus, centros religiosos e entidades sem fins lucrativos, abrangendo todas as regiões do Estado;Produção de versão acessível em audiolivro, com narração profissional, trilha sonora original e descrição das imagens e elementos visuais, disponibilizada gratuitamente para download e streaming em plataformas digitais;Realização de evento de lançamento gratuito em Porto Alegre, com roda de conversa entre autores, sessão de autógrafos e apresentação institucional, em espaço com acessibilidade física e presença de intérprete de LIBRAS;Remuneração justa a todos os profissionais envolvidos, conforme os parâmetros de mercado e as diretrizes da Lei Rouanet, valorizando o trabalho intelectual, artístico e técnico da equipe;Garantia de acessibilidade comunicacional e arquitetônica, com intérprete de LIBRAS no evento de lançamento, audiodescrição da capa e contracapa do livro e materiais de divulgação com textos alternativos para imagens;Registro e documentação de todas as etapas do projeto, incluindo registros fotográficos, recibos de entrega, capturas de tela das versões digitais e relatórios técnicos de acessibilidade, assegurando total transparência na prestação de contas.

Justificativa

O projeto Templos Históricos do Rio Grande do Sul busca apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) por tratar-se de uma ação editorial de relevante interesse público, com reconhecido valor histórico, artístico, educativo e simbólico. A obra propõe o resgate e a valorização do patrimônio arquitetônico e religioso do Estado, contribuindo diretamente para a formação da identidade cultural da população, o fortalecimento da memória coletiva e a democratização do acesso ao conhecimento e à cultura. O projeto será desenvolvido com alto padrão gráfico, editorial e fotográfico, reunindo uma equipe técnica qualificada, composta por escritores, historiadores, poetas, fotógrafos, curadores, designers, narradores e revisores _ todos devidamente remunerados, conforme as tabelas de referência e as práticas de mercado. A publicação contará com tiragem de 1.000 exemplares em formato de luxo (capa dura, impressão colorida e acabamento refinado), e a distribuição gratuita de 30% da tiragem (300 exemplares) será destinada a bibliotecas públicas, escolas, universidades, instituições culturais, museus e centros religiosos em diversas regiões do Estado. Complementarmente, o projeto prevê: - A criação de um audiolivro com narração profissional, trilha sonora original e descrição de imagens e elementos visuais; - Um evento público de lançamento em Porto Alegre, com roda de conversa entre os autores, sessão de autógrafos, intérprete de LIBRAS e entrada gratuita ao público. Apesar de seu alto valor cultural, educativo e simbólico, a viabilidade comercial do projeto é limitada, dada a sua natureza não mercadológica, o compromisso com a distribuição gratuita e a acessibilidade. Dessa forma, torna-se indispensável o uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura, que possibilita a execução técnica e conceitual de excelência sem comprometer os princípios de gratuidade, democratização do acesso e valorização da produção intelectual.Enquadramento Legal _ Art. 1º da Lei nº 8.313/91 O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei Rouanet: - Inciso I _ Estimula a formação cultural da sociedade por meio da produção e difusão de obra literária de natureza artística, histórica e educativa; - Inciso III _ Promove e valoriza expressões culturais populares e religiosas, ao abordar a diversidade das tradições arquitetônicas e simbólicas do território gaúcho; - Inciso IV _ Contribui para a preservação do patrimônio histórico e artístico nacional, ao documentar e registrar templos religiosos como bens culturais de relevância; - Inciso V _ Estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, fomenta a fruição estética e contribui para a formação de público leitor. Objetivos Culturais Atendidos _ Art. 3º da Lei nº 8.313/91 O projeto também atende aos objetivos definidos no Artigo 3º, notadamente: - Inciso I _ Facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; - Inciso II _ Promover a regionalização da produção cultural brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, ao enfocar o patrimônio religioso e envolver autores e profissionais gaúchos; - Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus respectivos criadores; - Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e do pluralismo da cultura nacional; - Inciso V _ Salvaguardar os modos de criar, fazer e viver de comunidades e indivíduos que transmitam saberes, memórias e identidades; - Inciso VII _ Estimular a presença da cultura brasileira nos meios de comunicação, inclusive em plataformas digitais acessíveis, como o e-book e o audiolivro. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura, portanto, não é apenas um instrumento de financiamento, mas a única via possível para garantir a concretização de um projeto comprometido com a preservação do patrimônio imaterial, a descentralização do conhecimento e a valorização da produção intelectual local. O incentivo via renúncia fiscal permitirá que empresas associem sua imagem à promoção da cultura, da educação e da responsabilidade social, colaborando com a difusão de valores e da memória coletiva. A prestação de contas rigorosa, os registros documentais, os relatórios de acessibilidade e a transparência em todas as etapas assegurarão total credibilidade e conformidade com os critérios da Lei Rouanet.Diante disso, o mecanismo da Lei nº 8.313/91 se apresenta como o meio mais adequado e necessário para que este projeto seja executado com excelência técnica, responsabilidade social e impacto cultural relevante e duradouro.

Estratégia de execução

Templo Históricos do Rio Grande do SulOs templos retratados no livro Templos Históricos do Rio Grande do Sul não pertencem exclusivamente a uma única religião. A obra valoriza a diversidade de expressões de fé presentes no Estado, incluindo igrejas católicas, templos protestantes e espaços de espiritualidade como o Centro Budista Khadro Ling. O registro dessa pluralidade reforça o caráter histórico, cultural e inter-religioso do projeto, promovendo o respeito e o diálogo entre diferentes tradições.Mais do que construções físicas, os templos representam memórias, ideias e sentimentos coletivos. No Brasil Colonial, sua edificação dependia de autorização eclesiástica, enquanto os custos recaíam sobre irmandades e comunidades locais. A Igreja estava profundamente integrada ao Estado: registrava nascimentos, casamentos e óbitos, e o rei de Portugal nomeava bispos e controlava a comunicação com o Vaticano.Esses espaços não eram apenas religiosos — funcionavam como centros sociais, culturais e políticos de seus tempos. Com a chegada de novos imigrantes e religiões ao Brasil, especialmente ao sul do país, o panorama religioso se ampliou, mantendo vivas as raízes arquitetônicas e espirituais herdadas da Europa, ao mesmo tempo em que se adaptava à realidade brasileira.Templos previstos para esta esdição:1. Igreja Matriz de São Pedro – Rio Grande Criada em 1736, a primeira igreja foi destruída por um raio em 1750. A nova matriz, concluída em 1755, tem projeto do tenente Manoel Vieira Leão e destaca-se pelas duas torres e detalhes em granito. No interior, há imagens sacras como São Miguel e São Benedito. A capela da Ordem Terceira de São Francisco, ao lado, é hoje Museu de Arte Sacra. 2. Igreja de Nossa Senhora da Conceição – Viamão Ligada à ocupação portuguesa, teve a capela erguida em 1741 e transformada em matriz em 1747. A construção atual começou em 1767 com projeto do Brigadeiro Sá e Faria. A fachada é simples, com duas torres. No interior, retábulos rococós, capela-mor ricamente decorada e imagens como Nossa Senhora do Parto. Tombada pelo IPHAN em 1938. 3. Igreja de Nossa Senhora do Rosário – Rio Pardo Erguida após o Tratado de Madrid (1750), foi elevada a matriz em 1769. A atual igreja começou a ser construída em 1801. Com nave única e duas torres, teve artistas italianos na decoração. A igreja abrigou irmandades de brancos e negros. O arco cruzeiro exibe pintura da Última Ceia com Judas isolado. 4. Capela de São Francisco – Rio Pardo Construída por Rafael Pinto Bandeira junto à matriz de São Pedro, teve origem como oratório particular e abriga hoje o Museu de Arte Sacra da cidade. 5. Igreja Senhor dos Passos – Rio Pardo Templo de devoção popular, abriga imagem de roca usada em procissões. Destaca-se pela participação nas festividades do Divino Espírito Santo. 6. Igreja Matriz de São José – São José do Norte Erguida em 1819, servia à comunidade marítima. Possui fachada com torre sineira, altar neoclássico e função comunitária essencial. 7. Catedral São Francisco de Paula – Pelotas Começou como capela em 1813 e tornou-se matriz em 1832. Com fachada neoclássica, possui altar-mor com imagem da Virgem e destaque na elite pelotense. 8. Igreja São Pelegrino – Caxias do Sul Dos anos 1950, une estilo românico e arte moderna. Vitrais e pinturas de Aldo Locatelli, como a Via Sacra, tornam-na referência religiosa e artística. 9. Igreja da Ascensão – Novo Hamburgo Luterana, com linhas modernas e vitrais abstratos, reflete a herança alemã no Vale dos Sinos. 10. Catedral São João Batista – Santa Cruz Neogótica, iniciada em 1929, com torres gêmeas, vitrais alemães e altar entalhado. Ícone da religiosidade germânica. 11. Centro Budista Khadro Ling – Três Coroas Fundado em 1995, é o primeiro templo tibetano tradicional da América do Sul. Promove espiritualidade e intercâmbio cultural. 12. Santuário de Caravaggio – Farroupilha Erguido após aparições marianas, tornou-se maior centro de romaria do RS. A basílica, inaugurada em 1967, simboliza a fé dos imigrantes italianos.

Especificação técnica

Especificações Técnicas – Livro "Templos Históricos do Rio Grande do Sul" - Estrutura Geral do Produtoº Formato fechado: 240 x 280 mm º Formato aberto: 480 x 280 mm Número de páginas: 168 º Tipo de encadernação: Lombada quadrada, capa dura, costura com cola Hot Melt, com papelão de 2,2 mm º Acabamentos gerais: Encaixotamento e paletização 1. Capa (Revestimento)- Cores: 4x0 Papel: Couchê Brilho 150 g/m²- Formato: 240 x 280 mm - Acabamentos: º Laminação Fosca (frente) º Verniz UV Serigráfico (brilho localizado – frente) º Hot Stamping (outras cores, frente) 2. Guarda - Cores: 4x4 - Papel: Couchê Fosco 170 g/m² - Formato aberto: 480 x 280 mm (dobrado para 240 x 280 mm) - Acabamento: Laminação Fosca (frente) 3. Miolo - Páginas: 168 - Cores: 4x4 (colorido frente e verso) - Papel: Couchê Fosco 150 g/m² - Formato fechado: 240 x 280 mm - Formato aberto: 480 x 280 mm - Prova: Prova de cor (digital ou Epson, conforme especificação da gráfica) 4. Audio livro - Formatos: MP3 (compactado) e WAV (alta qualidade). - Inserção de QR Code na contracapa, para acessr o audio- Plataformas de distribuição gratuita: YouTube, Spotify, Deezer. Exemplo de Introdução Narrada "Você está ouvindo o audiolivro Templos Históricos do Rio Grande do Sul. Esta obra reúne histórias e descrições de igrejas, catedrais e centros religiosos que compõem o patrimônio espiritual e arquitetônico do estado. Com curadoria de Élvio Vargas, textos de Moacyr Flores, fotografias de Dulce Helfer e apresentação do poeta Luiz Coronel, esta edição mergulha na memória, na arte e na fé de um povo."

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE O projeto “Templos Históricos do Rio Grande do Sul” compromete-se a adotar ações concretas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo o pleno acesso das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida às atividades culturais previstas. A proposta reconhece que o acesso à cultura é um direito fundamental e, por isso, contempla medidas de inclusão desde a concepção até a execução de seus produtos. 1. ACESSIBILIDADE FÍSICA O evento de lançamento do livro será realizado em um espaço cultural público ou privado com estrutura acessível, devidamente equipada para atender pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. As medidas previstas incluem: - Local com acessibilidade arquitetônica, contendo rampas de acesso, corrimãos e piso tátil; - Banheiros adaptados para pessoas com deficiência, conforme normas da ABNT (NBR 9050); - Prioridade de assentos reservados para cadeirantes, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida; - Equipe de recepção treinada para acolher e orientar o público com deficiência. A escolha do local será precedida de vistoria técnica para garantir que os itens acima estejam disponíveis. A comprovação será feita por meio de fotos, contrato de locação e check-list técnico da acessibilidade, anexado à prestação de contas. 2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O projeto prevê a aplicação de recursos acessíveis a todas as etapas de fruição da obra, tanto no lançamento quanto no conteúdo editorial e digital, conforme segue: 2.1. Interpretação em LIBRAS Durante o evento de lançamento, haverá intérprete de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), garantindo a compreensão plena das falas, apresentações e debates por parte do público surdo. A participação dos intérpretes será documentada com contratos, registros fotográficos e audiovisuais. 2.2. Audiodescrição Será produzida audiodescrição da capa e contracapa do livro, disponibilizada em QR Code impresso na contracapa da edição física e no site do projeto. Essa audiodescrição trará informações sobre as imagens principais, paleta de cores, estilo gráfico e contexto visual da obra. 2.3. Audiolivro O livro será transformado em versão audiolivro, com narração profissional, trilha sonora original e descrição das imagens e partes visuais mais relevantes. O audiolivro será disponibilizado gratuitamente por meio de plataformas digitais acessíveis (como Spotify, YouTube e plataformas de bibliotecas públicas), possibilitando o acesso ao conteúdo por pessoas com deficiência visual, idosos e público com baixo grau de alfabetização. 2.4. Legendas e legendas descritivas Vídeos promocionais e registros do evento contarão com legendas descritivas, incluindo informações sonoras importantes como ruídos, músicas e tom de voz. 3. COMPROMISSO E TRANSPARÊNCIA Todos os recursos de acessibilidade serão devidamente contratados, registrados e documentados na prestação de contas. Os profissionais contratados para realizar os serviços de LIBRAS, audiodescrição e acessibilidade digital serão especialistas da área, garantindo a qualidade e o cumprimento das normativas técnicas e legais. Além disso, todas as ações de comunicação do projeto incluirão indicação de acessibilidade nos materiais gráficos (físicos e digitais), para garantir que o público saiba, de antemão, que o evento e os produtos são acessíveis. 4. CONTRIBUIÇÃO PARA A INCLUSÃO CULTURAL Ao adotar medidas de acessibilidade desde a concepção do projeto, “Templos Históricos do Rio Grande do Sul” reafirma o seu compromisso com os princípios da democratização do acesso e da valorização da diversidade. O projeto atende às diretrizes do Decreto nº 11.740/2023, promovendo a inclusão plena das pessoas com deficiência como participantes e protagonistas da vida cultural brasileira.

Democratização do acesso

O projeto “Templos Históricos do Rio Grande do Sul” adota como princípio norteador a democratização do acesso à cultura. O livro, que reúne ensaios de autores consagrados e um ensaio iconográfico com fotografias de igrejas históricas gaúchas, será viabilizado com recursos oriundos de incentivo fiscal e, por isso, será amplamente disponibilizado ao público, especialmente a comunidades com menor acesso a bens culturais de qualidade. A proposta contempla distribuição gratuita, versão digital acessível, evento aberto ao público e recursos complementares que ampliam sua difusão e alcance. 1. Distribuição gratuita de exemplares físicos Dos 1.000 exemplares impressos do livro em formato de luxo (capa dura, impressão colorida, 24 x 31 cm), 30% da tiragem (300 exemplares) será destinada à distribuição gratuita para instituições públicas e sem fins lucrativos, promovendo acesso universal e gratuito à obra. A distribuição contemplará: - Bibliotecas públicas estaduais e municipais em todas as regiões do RS; - Escolas da rede pública, principalmente as de ensino médio e técnico; - Universidades públicas e comunitárias, especialmente cursos de história, arquitetura, artes e letras; - Museus, arquivos e centros culturais que atuem na preservação do patrimônio; - Instituições religiosas de relevância histórica ou social, com ações educativas ou culturais abertas à comunidade; - Entidades da sociedade civil e centros comunitários com atuação em territórios periféricos e de baixa renda. A lista de instituições será publicada ao final do projeto e a entrega será documentada com recibos, fotos e registro oficial, conforme exigido na prestação de contas à Secretaria de Economia Criativa (MinC). 2. Produção de audiolivro acessível Como ação de acessibilidade e democratização de conteúdo, será produzido um audiolivro completo, com narração profissional dos textos e descrição sonora dos elementos visuais essenciais. O audiolivro será distribuído gratuitamente via: Spotify, YouTube, SoundCloud ou outra plataforma pública de streaming; Sites de bibliotecas acessíveis; Envio para entidades de apoio a pessoas com deficiência visual. Essa versão garante acesso a públicos com baixa alfabetização, deficiência visual, idosos e pessoas em situação de exclusão digital textual. 3. Evento gratuito de lançamento Será realizado um evento gratuito de lançamento do livro em Porto Alegre, com a presença dos autores, fotógrafos, curadores e demais colaboradores do projeto. O evento será aberto ao público e contará com: Roda de conversa sobre patrimônio religioso e memória coletiva; Sessão de autógrafos e distribuição simbólica de exemplares; Interpretação em LIBRAS para garantir acessibilidade comunicacional; Transmissão ao vivo pela internet, permitindo o acesso de pessoas em outros municípios. O local será escolhido com base em critérios de acessibilidade arquitetônica e facilidade de transporte público. A entrada será gratuita e amplamente divulgada. 4. Conteúdo educativo complementar (em articulação) Durante o processo de divulgação e pós-lançamento do livro, serão disponibilizados materiais de apoio educativo com trechos selecionados, fotografias comentadas e sugestões de uso pedagógico da obra em sala de aula (em especial nos campos de história, artes e arquitetura). 5. Ampliação de acesso em territórios periféricos A distribuição dos exemplares gratuitos será organizada de modo a contemplar regiões periféricas, cidades do interior e comunidades indígenas ou quilombolas, por meio de parcerias com bibliotecas itinerantes, projetos de extensão universitária, secretarias municipais de cultura e associações comunitárias. Essa descentralização fortalece a dimensão pública do projeto e garante que o investimento cultural via incentivo fiscal seja revertido em benefício social concreto e mensurável. 6. Divulgação inclusiva Todos os materiais de divulgação (posts, cartazes, banners digitais e releases) terão: Descrição de imagem (alt text) para redes sociais; Indicação clara das medidas de acessibilidade (evento com LIBRAS, local com rampa, audiolivro etc.); Design gráfico com contraste adequado e linguagem acessível. 7. Impacto e legado Com essa estratégia de democratização e ampliação de acesso, o projeto “Templos Históricos do Rio Grande do Sul” garantirá: A presença do livro em pelo menos 100 municípios gaúchos; A disponibilização gratuita do conteúdo em três formatos distintos (impresso, digital e áudio); O envolvimento direto de professores, estudantes, pesquisadores e cidadãos em situação de vulnerabilidade cultural ou social; A construção de um legado cultural acessível, duradouro e representativo da diversidade histórica e religiosa do Estado. 8. Marcador personificado de livro: tamanho - 6x21 cm; Papel: couchê 250g ou cartão supremo 250g. Impressão: colorida frente e verso (4x4 cores), Acabamento: verniz total ou laminação BOPP fosca/brilhante

Ficha técnica

Élvio Vargas – Curador Responsável pela concepção e organização do conteúdo artístico e histórico do projeto. Coordena a seleção dos templos que compõem a obra, a definição dos enfoques temáticos, a escolha dos autores convidados e a orientação editorial geral, assegurando a coerência curatorial e o alinhamento com os objetivos culturais da publicação. Poeta e curador cultural natural de Alegrete (RS), Élvio Vargas publicou os livros O Almanaque das Estações, Água do Sonho, Estações de Vigília e Sonho, Clara Anatomia Lírica e O Almanaque de Todas as Estações – Poesia Completa. Seus poemas integram mais de 50 antologias, com traduções para o espanhol, francês, alemão, inglês e italiano. É membro da Academia Rio-Grandense de Letras (cadeira nº 6) e atuou como curador em projetos como a Coletânea dos Artistas Gaúchos e a Antologia Digital da Poesia Gaúcha, promovidos pela Trensurb.Rosane Furtado – Produtora Cultural Responsável pela gestão logística do projeto (locações, transportes, autorizações, hospedagens e alimentação), além do relacionamento institucional com os templos e espaços religiosos a serem fotografados. Atua diretamente na articulação com autores, técnicos e fornecedores, garantindo a execução das condições técnicas, legais e operacionais do projeto. Com mais de 40 anos de atuação, coordena a PLUMAR Produções, especializada em projetos culturais viabilizados por leis de incentivo. Trabalhou em todas as etapas de dezenas de iniciativas nas áreas da música, literatura, teatro e audiovisual, sempre pautando sua atuação pela acessibilidade, descentralização e democratização da cultura. Participou de projetos como Orquestra Villa-Lobos – 30 Anos, Festival de Cinema Acessível Kids, Melodias de Verão, Paz & Amor, Mapa Mundi, AFRIKA e Suíte Tom Jobim, entre outros.Flávio Wild – Designer Gráfico Responsável pela criação do projeto gráfico do livro, incluindo capa e miolo, com editoração eletrônica, tratamento de imagens e finalização dos arquivos para impressão. Designer gráfico, fotógrafo e arquiteto, com 30 anos de experiência, é diretor do Wild Studio Design. Recebeu prêmios como o Bronze Pencil (Nova York), Prêmio Bornancini de Design e oito Prêmios Açorianos de Literatura em projeto gráfico. Assinou obras de grande relevância como Atlas Ambiental de Porto Alegre, Theatro São Pedro – 150 Anos, UFRGS – 80 Anos, Unimúsica – 40 Anos e Silêncio em Siena (Editora 7Letras).Caian Vargas – Fotógrafo de Capa Responsável pela produção da fotografia de capa do livro. Com olhar atento às narrativas visuais, desenvolve imagens de forte apelo estético e técnico, valorizando a composição, a emoção e a autenticidade. Atua na curadoria estratégica de imagens editoriais, retratos e paisagens naturais e urbanas.Dulcer Helfer – Fotógrafa Responsável pela captação das imagens dos templos históricos que integrarão o livro, com enfoque em aspectos arquitetônicos, simbólicos e culturais. Fotógrafa premiada, atuou por 27 anos no jornal Zero Hora e na Secretaria de Cultura do RS. Com trajetória marcada pela fotografia artística e documental, realizou exposições no Brasil e no exterior. É vencedora de mais de 30 prêmios, incluindo: Três prêmios da SIP – Sociedad Interamericana de PrensaPrêmio Nacional de Direitos Humanos; Prêmio Itaú de Fotografia, Prêmio Trajetórias 2023, 1º lugar no Prêmio Internacional Transversalidades Participou de 63 livros (cinco autorais) e já fotografou nomes como The Cure, B.B. King, Zizi Possi e Fernanda Montenegro, com obras expostas em Paris, MARGS, MACRS e Bienal Black Brazil Art.Prof. Moacyr Flores – Historiador Responsável pelos ensaios históricos do livro, contribuindo com textos que contextualizam os templos religiosos, destacando sua importância na formação cultural, social e arquitetônica do RS. Doutor em História pela PUCRS, lecionou na PUCRS e UFRGS. É autor de mais de 20 obras, com destaque para seus estudos sobre a Revolução Farroupilha. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do RS e da Academia Rio-Grandense de Letras (cadeira nº 2), é referência nacional em história gaúcha.Prof. Armindo Trevisan – Ensaio Iconográfico Responsável pelo ensaio iconográfico, oferecendo uma leitura crítica e poética das imagens, com base em fundamentos filosóficos, teológicos e estéticos. Doutor em Filosofia pela Universidade de Friburg (Suíça), foi professor de Estética e História da Arte na UFRGS. Poeta, teólogo e ensaísta, tem obras traduzidas e reconhecidas por seu pensamento profundo e espiritual, consolidando-se como referência no pensamento estético e religioso no Brasil.Alcy Cheuiche – Ensaio Literário Responsável pelo ensaio literário que integra a obra, com abordagem sensível e histórica sobre os templos religiosos do RS. Veterinário, professor e escritor, é conhecido por seus romances históricos que valorizam figuras emblemáticas, como Sepé Tiaraju. É membro da Academia Rio-Grandense de Letras e recebeu honrarias como a Medalha Santos Dumont e a Medalha Simões Lopes Neto.Dom Jaime Spengler - contribui com um ensaio de visão espiritual que confere profundidade simbólica e religiosa ao projeto. Franciscano com sólida formação acadêmica e vasta experiência pastoral, é Arcebispo de Porto Alegre, presidente da CNBB e do CELAM, além de cardeal da Igreja Católica. Sua participação enriquece o livro com reflexões sobre fé, memória e espiritualidade, conectando o conteúdo histórico ao sentido mais amplo dos templos retratados.Luiz Coronel – Apresentação do Livro Autor da apresentação institucional da obra, com texto que introduz a proposta estética, cultural e patrimonial do projeto. Poeta, compositor e publicitário, é bacharel em Direito e Sociologia e dirige a Agência Matriz. Com mais de 70 livros publicados, é reconhecido como uma das vozes mais expressivas na valorização da cultura gaúcha. Recebeu os títulos de Cidadão Emérito de Porto Alegre e Piratini.Mônica Belejo – Revisão Ortográfica Responsável pela revisão ortográfica e gramatical dos textos do livro, garantindo clareza, coesão e consistência editorial. Bibliotecária com mais de 30 anos de experiência no mercado editorial, trabalhou na Editora da Universidade/UFRGS, Ulbra, AGE e foi coordenadora editorial nas editoras Artmed e Penso (Grupo A). Atua na valorização do livro, da leitura e da informação como instrumentos de transformação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.