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O objetivo do projeto consiste na publicação de cem (150) exemplares do livro de fotografias e textos denominado Pedro. A obra é uma derivação do longa-metragem catarinense de mesmo nome realizado em 2016. Mas ao contrário do filme, o livro se debruça sobre o processo. É uma tentativa de resgatar e olhar com atenção os rascunhos que a obra finalizada deixou para trás.
Um dos últimos filmes rodados dentro da tradição do cinema em película no estado de Santa Catarina chama-se Pedro. A obra realizada em 16mm foi inicialmente pensada para ser um TCC do curso de cinema da UFSC, entretanto, o projeto ganhou corpo e no fim dos 5 anos de processo (2012 a 2016) teve sua primeira exibição pública. A narrativa da obra pode ser resumida em poucas palavras. Paulo de Tarso, ao chegar em Roma, capital do império romano, sentiu necessidade de colocar os cristãos daquele local em ligação direta com uma pessoa que tivesse conhecido Jesus em vida. Mandou, então, um jovem da aristocracia romana chamado Marcos em busca de Pedro. Paulo considerava Pedro o discípulo mais admirável de Cristo. Segundo o relato, Pedro aceitou o convite e foi caminhando com Marcos do Lago de Genesaré (localizado onde atualmente é o Norte de Israel) até Roma. O relato afirma também que o percurso aconteceu por caminhos escondidos e longe das estradas oficiais do império, devido ao fato de Pedro ser procurado por sua crença. A precaução foi útil durante a viagem, porém, em Roma não foi possível manter a mesma cautela. Em poucos dias na capital do império, Pedro foi preso. Após sua condenação, conta a narrativa, ele foi crucificado de ponta-cabeça – um pedido dele próprio, acreditava não ser digno de morrer igual Jesus. Esse mito cristão não acaba com a morte de Pedro, mas com uma última informação sobre Marcos. Segundo a estória, após a morte de Pedro, Marcos escreveu e organizou as informações, dadas a ele por Pedro ao longo do caminho, sobre a vida de Jesus Cristo. A tradição afirma ser o Marcos que viajou com Pedro, o mesmo Marcos Evangelista da Bíblia. A narrativa não trata de exaltação religiosa, ela busca investigar a questão do mito no ocidente. Pois, a ficção de Pedro, assim como um grande número de outros mitos, está intrínseca ao que se supõe por imagem desde que este conceito passou a ser elaborado no humanismo ocidental. O filme busca encarar dois problemas. O primeiro: qual é a legitimidade do estatuto da imagem no ocidente? O segundo: qual é a influência de um mito sobre o que conhecemos como humanidade no ocidente? A concepção estética do filme Pedro também merece ser destacada, porque não seguiu o modelo tradicional de criação cinematográfica. Para não cair no caminho convencional de criação fílmica, por exemplo, toda parte escrita do filme foi tramada na forma de poesia, depois na hora da decupagem, optou-se por interpretar os textos iniciais e o argumento de Pedro utilizando fotografias analógicas. Este caminho deu origem a um grande volume de fotografias, mais precisamente 1.320 imagens. O número alto de imagens possibilitou que cada um dos 254 planos da decupagem do filme tivessem uma fotografia correspondente. A proposta apresentada aqui visa publicar um (1) livro com fotografias e textos produzidos durante o processo de criação do longa-metragem catarinense Pedro (2016). A publicação não visa reproduzir o filme, sua organização será realizada conforme o diálogo entre textos e imagens - fazendo paralelos entre a poesia e as imagens de cada etapa de produção. O método pretende valorizar as ligações e detalhes entre os elementos do rascunho que antecederam a obra final. Essa escolha se baseia em duas posições importantes de reflexão artística para a Região Serrana de Santa Catarina. A primeira posição é incentivar a reflexão sobre rascunho e processo nesta parte do estado, algo ainda frágil dentro da pequena realidade audiovisual da região, tendo em vista que a obra final (o filme pronto) é visto, por boa parte da população, como o único produto relevante do cinema; em geral, os processos fílmicos ficam escondidos e raramente são revelados, porque o seu caráter provisório, ou inacabado, é com frequência tratado como menos importante - porém, também é natural que muitos processos de criação de filmes sejam tão relevantes quanto os filmes que conceberam. A segunda posição é renovar o debate e a prática fotográfica na Região Serrana de Santa Catarina. O processo de Pedro foi realizado em fotografia analógica ao longo de 5 anos em todo o Planalto Catarinense, a ideia do livro é levar ao povo Serrano, fotógrafos e fotógrafas da região uma nova proposta de imagem: afirmar que a Serra pode ser documentada por fotografias que vão para além do turismo rural ou da paisagem de inverno, tendo em vista que a dramaturgia de Pedro não busca o previsível do planalto serrano, mas os detalhes pouco explorados da paisagem.A relevância para a área cultural brasileira é imensa, pois leva ao debate regional temas da cultura ampla do ocidente, onde será possível registrar uma visão muito específica do ocidente a partir de um lugar onde a arte, realizada de forma constante, começa a dar seus primeiros passos.
Objetivo Geral:Um dos últimos filmes rodados dentro da tradição do cinema em película no estado de Santa Catarina chama-se Pedro. A obra realizada em 16mm foi inicialmente pensada para ser um TCC do curso de cinema da UFSC, entretanto, o projeto ganhou corpo e no fim dos 5 anos de processo (2012 a 2016) teve sua primeira exibição pública. A narrativa da obra pode ser resumida em poucas palavras. Paulo de Tarso, ao chegar em Roma, capital do império romano, sentiu necessidade de colocar os cristãos daquele local em ligação direta com uma pessoa que tivesse conhecido Jesus em vida. Mandou, então, um jovem da aristocracia romana chamado Marcos em busca de Pedro. Paulo considerava Pedro o discípulo mais admirável de Cristo. Segundo o relato, Pedro aceitou o convite e foi caminhando com Marcos do Lago de Genesaré (localizado onde atualmente é o Norte de Israel) até Roma. O relato afirma também que o percurso aconteceu por caminhos escondidos e longe das estradas oficiais do império, devido ao fato de Pedro ser procurado por sua crença. A precaução foi útil durante a viagem, porém, em Roma não foi possível manter a mesma cautela. Em poucos dias na capital do império, Pedro foi preso. Após sua condenação, conta a narrativa, ele foi crucificado de ponta-cabeça _ um pedido dele próprio, acreditava não ser digno de morrer igual Jesus. Esse mito cristão não acaba com a morte de Pedro, mas com uma última informação sobre Marcos. Segundo a estória, após a morte de Pedro, Marcos escreveu e organizou as informações, dadas a ele por Pedro ao longo do caminho, sobre a vida de Jesus Cristo. A tradição afirma ser o Marcos que viajou com Pedro, o mesmo Marcos Evangelista da Bíblia. A narrativa não trata de exaltação religiosa, ela busca investigar a questão do mito no ocidente. Pois, a ficção de Pedro, assim como um grande número de outros mitos, está intrínseca ao que se supõe por imagem desde que este conceito passou a ser elaborado no humanismo ocidental. O filme busca encarar dois problemas. O primeiro: qual é a legitimidade do estatuto da imagem no ocidente? O segundo: qual é a influência de um mito sobre o que conhecemos como humanidade no ocidente? A concepção estética do filme Pedro também merece ser destacada, porque não seguiu o modelo tradicional de criação cinematográfica. Para não cair no caminho convencional de criação fílmica, por exemplo, toda parte escrita do filme foi tramada na forma de poesia, depois na hora da decupagem, optou-se por interpretar os textos iniciais e o argumento de Pedro utilizando fotografias analógicas. Este caminho deu origem a um grande volume de fotografias, mais precisamente 1.320 imagens. O número alto de imagens possibilitou que cada um dos 254 planos da decupagem do filme tivessem uma fotografia correspondente. A proposta apresentada aqui visa publicar um (1) livro com fotografias e textos produzidos durante o processo de criação do longa-metragem catarinense Pedro (2016). A publicação não visa reproduzir o filme, sua organização será realizada conforme o diálogo entre textos e imagens. O método pretende valorizar as ligações e detalhes entre os elementos do rascunho que antecederam a obra final. Essa escolha se baseia em duas posições importantes de reflexão artística para a Região Serrana de Santa Catarina. A primeira posição é incentivar a reflexão sobre rascunho e processo nesta parte do estado, algo ainda frágil dentro da pequena realidade audiovisual da região, tendo em vista que a obra final (o filme pronto) é visto, por boa parte da população, como o único produto relevante do cinema; em geral, os processos fílmicos ficam escondidos e raramente são revelados, porque o seu caráter provisório, ou inacabado, é com frequência tratado como menos importante - porém, também é natural que muitos processos de criação de filmes sejam tão relevantes quanto os filmes que conceberam. A segunda posição é renovar o debate e a prática fotográfica na Região Serrana de Santa Catarina. O processo de Pedro foi realizado em fotografia analógica ao longo de 5 anos em todo o Planalto Catarinense, a ideia do livro é levar ao povo Serrano, fotógrafos e fotógrafas da região uma nova proposta de imagem: afirmar que a Serra pode ser documentada por fotografias que vão para além do turismo rural ou da paisagem de inverno, tendo em vista que a dramaturgia de Pedro não busca o previsível do planalto serrano, mas os detalhes pouco explorados da paisagem. Objetivos específicos: 1- Publicação de cem (150) exemplares do livro "Pedro". 2- Doação de trinta e seis (36) exemplares do livro "Pedro" para os 18 municípios do Planalto Serrano de Santa Catarina (2 por cidade). 3- A realização de uma (1) oficina sobre enquadramento e paisagem serrana que será ministrada em dois (2) fins de semanas seguidos - evento aberto ao público e gratuito na cidade de Lages.
A maior cidade da Região Serrana de Santa Catarina é Lages, e ela foi a base da pré-produção do longa-metragem Pedro. No entanto, o filme não foi pesquisado e realizado apenas em Lages, ele foi rodado em diversas cidades da região e todas elas merecem ter contato com o processo de criação da obra. Então, quando se fala em agrupamento de fotografias e textos, é muito comum surgir a ideia de exposições em galerias de arte ou museus. No caso do material de Pedro, esse pode aparentar ser um caminho viável, todavia, o Planalto Serrano de Santa Catarina é, infelizmente, uma região muito pobre em galerias ou museus _ a maioria destes lugares está concentrada na cidade de Lages. São José do Cerrito, por exemplo, cidade onde boa parte do material do filme foi realizado, não conta com espaço físico para exposição. Isso instaura um problema em relação ao modo de exibição destas imagens: nem todas as cidades da região contam com galerias de artes ou museus onde o material possa ser mostrado. O livro Pedro vem para democratizar e ramificar a distribuição das imagens, fazer com que a obra se espalhe na região. Um dos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura é a descentralização dos projetos e a distribuição mais ampla possível pelo interior do Brasil, a equipe técnica do livro Pedro acredita igualmente nesta ideia. É importante elaborar uma unidade que possa fazer o material circular em todas as cidades onde foi produzido. A exposição faria o contrário, deixaria os elementos de Pedro ainda mais concentrados em Lages. Por isso, a escolha pelo livro, ele será uma galeria portátil e fará com que o material possa circular nos diversos municípios do Planalto Catarinense sem necessitar da dependência do espaço físico expositor. Lembrando que a necessidade de realizar distribuição de arte na Serra é antiga, quem vive na região sabe o quão problemática é a questão da difusão de obras de arte no Planalto Serrano Catarinense. É importante lutar por uma melhor distribuição e amadurecimento do espaço artístico nessa parte de Santa Catarina. Em resumo, a escolha pelo suporte do livro, ao invés do suporte da galeria, é uma escolha que visa beneficiar a região e criar um objeto que possa circular por todo o ambiente Serrano de Santa Catarina. Um projeto de descentralização estética passa, inegavelmente, por uma descentralização física. Por conta disso, foram elaboradas algumas contrapartidas sociais, buscando levar o material textual e fotográfico como forma de retribuição não só aos municípios onde o filme foi rodado, mas também, as 18 cidades do estado que fazem parte do Planalto Serrano. Pensando nisso, como contrapartida social, o projeto visa realizar a distribuição de exemplares do livro Pedro em todos os 18 municípios da Serra. Buscando assim, alcançar um público diferente através das secretarias de educação e bibliotecas públicas dos municípios (que vão receber exemplares). Esta atitude vai conceber uma distribuição mais democrática da obra. Alcançando leitoras e leitores de diversas classes sociais, idades e raças. Utilizando o intermédio dos órgãos municipais para apresentar o livro Pedro a um público que não tem o costume de frequentar ou buscar trabalhos fotográficos. Os 18 municípios da Região Serrana de Santa Catarina escolhido para receber a contrapartida social são os seguintes: Anita Garibaldi. Bocaina do Sul. Bom Jardim da Serra. Bom Retiro. Campos Belo do Sul. Capão Alto. Cerro Negro. Correia Pinto. Lages. Otacílio Costa. Painel. Palmeira. Ponte Alta. Rio Rufino. São Joaquim. São José do Cerrito. Urubici. Urupema. Outra contribuição para a população local é a realização de uma (1) oficina sobre enquadramento e paisagem serrana que será ministrada em dois (2) fins de semanas seguidos - evento aberto ao público e gratuito na cidade de Lages. A oficina com caráter profissionalizante que visa atender os e as profissionais da área que tem interesse em enxergar a paisagem serrana com outros olhos. O evento será realizado no Studio Carbonera, parceiro da equipe técnica de Pedro, e o lugar foi escolhido por conta do forte aparato de iluminação e edição de vídeo, além é claro de espaço para aulas. A oficina tem como objetivo principal trazer experiências práticas de set de filmagem do filme Pedro, onde foi necessário levar a lógica do estúdio audiovisual para as filmagens externas.A questão financeira é importante neste caso e sem a Lei de Incentivo à Cultura seria muito difícil publicar o livro. Ao todo, o projeto custará R$ 54.987,90, quantia complicada de conseguir por financiamento próprio (ou privado) tendo em visto que a publicação do livro não busca ganho financeiro, mas gerar um patrimônio cultural e devolver para a sociedade, em forma de contrapartidas sociais, os conhecimentos adquiridos ao longo do processo de realização do filme Pedro, e agora do livro de mesmo nome. Em resumo, o projeto se enquadra nos Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: número 1, pois realizará a distribuição de uma obra de difícil alcance em uma região na qual ainda existem poucos lugares de difusão cultural (democratização da cultura); número 2 e 3, porque é uma evidente obra de valorização da arte regional, tendo em vista que a equipe que produziu o filme (e agora o livro) é composta quase que exclusivamente por pessoas do Planalto Serrano de Santa Catarina; número 5, afinal, apesar de ser uma interpretação de um mito ocidental amplo, é uma interpretação específica, vinda de um lugar específico do Brasil, e de maneira alguma deslocada da paisagem local; e por último, o número 8, o filme ganhou destaque internacional em festivais e instituições de cinema (ver o currículo do proponente em anexo no sistema) e comprovou seu diálogo, apesar de vir de um ponto de vista regional, com a ideia de mito universal no ocidente, o livro, com certeza, vai trilhar o mesmo caminho, porém, nos dois sentidos, indo em direção ao universal, mas contemplando também a região de onde saiu. Em relação aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes: objetivo 1 porque vai realizar uma oficina de formação profissional em uma região do país carente destas medidas, além disso, com a doação de livros para os municípios permitirá a elaboração de mais iniciativas como essas; objetivo 2, pois entregará para a sociedade brasileira a edição de uma obra relativa às artes.
Não foram listados impostos específicos no orçamento, porque os serviços que vão ser contratados pelo projeto são pontuais e os impostos serão pagos no momento da emissão da nota fiscal de cada serviço. O imposto de renda relativo ao pagamento do valor recebido pelo proponente (remuneração pela captação de recursos) não foi listado no orçamento porque não havia este item, somente havia INSS e seguros diversos.
Características técnicas: Formato fechado: 15,5x18,5cm - Páginas: 139 + capas - Papel: Couche fosco 150g 4x4 - Capa: Couche fosco 150g cores: 4x0 - Acabamento: Laminação fosca na capa - Capa dura - Cadernos costurados Guardas: Color plus escuro 180g - 43 páginas de texto, 94 páginas de fotografias PeB e duas páginas de fotografia colorida; - 150 exemplares.
Em termos de acessibilidade física, o projeto contará, tanto no dia do lançamento do livro, quanto na oficina de contrapartida social, com os seguintes itens: rotas acessíveis (corredores com espaço para manobrar cadeira de rodas), elevadores, iluminação adequada e assentos para pessoas obesas. Em termos de acessibilidade no aspecto comunicacional e de conteúdo, o projeto contará com fotografias em papéis táteis, facilitando, assim, a interação com a obra. Além de uma versão completa do livro em audiodescrição. A divulgação da obra deixará evidente que haverá tais condições que facilitam e democratizam os eventos relacionados ao livro.
Conforme artigo 47 da IN 23/2025 o projeto se enquadra nos seguintes itens:Item 1, porque 24% dos exemplares do livro vão ser doados para instituições públicas em cada um dos 18 municípios do Planalto Serrano de Santa Catarina. Item 3, porque no dia do lançamento do livro, e depois também, será disponibilizada a audiodescrição completa (textos e imagens) da obra. Item 4, porque vão ser disponibilizados de forma pública, via rede social, imagens do lançamento do livro e também da oficina - o mesmo material será disponibilizado no relatório de prestação de contas do projeto. Item 5, porque Haverá a realização de uma (1) oficina sobre enquadramento e paisagem serrana que será ministrada em dois (2) fins de semanas seguidos - evento aberto ao público e gratuito na cidade de Lages.
Cargo 1: Nome completo: Marcelo Ribeiro Filho.Função no projeto: proponente e autor.Currículo resumido: Marcelo Ribeiro Filho, tem 34 anos, nasceu na cidade de Lages em Santa Catarina, Brasil. É formado em cinema pela UFSC e mestre em Literatura pela mesma universidade. Atualmente, está cursando o Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC. O trabalho de maior destaque é o longa-metragem Pedro. A obra faz parte da coleção permanente da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Filmoteca Española, Cinemateca Brasilera, também da coleção do Museu Histórico Thiago de Castro. Em 2018 decidiu mudar os rumos do seu trabalho, depois de uma viagem para Guiné-Bissau resolveu concentrar as atividades com a arte na relação com o país; buscando nesta experiência encontrar um caminho para longe da dicotomia entre real e ficção.Cargo 2:Nome completo: Julio Aied PassosFunção no projeto: assistente para a organização do livro (imagens e textos).Currículo resumido: Bacharel em Cinema e Mestre em Literatura, pela Universidade Federal de Santa Catarina, em 2014 e 2020, respectivamente. Trabalha com fotografia desde 2011, quando começou a graduação em Cinema, especializando na fotografia analógica e seus processos - desde a revelação de filmes em preto e branco, incluindo a manipulação dos agentes químicos necessários ao procedimento, até a finalização da imagem, seja ela em papel fotográfico, ampliado em laboratório, seja digitalizada. Em 2017 montou um laboratório próprio, onde revela e digitaliza filmes, oferecendo o serviço a diversos fotógrafos da cidade de Florianópolis e região. Em paralelo, continua seu trabalho de pesquisador como doutorando em literatura pela mesma universidade em que possui as formações anteriores.Cargo 3:Nome completo: Gustavo SalvalagioFunção no projeto: audiodescritor.Currículo resumido: Graduado em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É realizador e roteirista, (Trabalho mais recente: Roteiro do filme Fragmentos, de Marcelo Ribeiro Filho) com experiência de dois anos como curador à frente do Cineclube da Fundação Cultural Badesc, onde foi responsável pela programação diária e por mostras temáticas em torno de cineastas específicos, gêneros ou movimentos cinematográficos, contando com palestras e cursos de apoio, tais como Os caminhos de Kiarostami-Cimino, Primeiros Filmes, O cinema da medida, Cinema Brasileiro Antes e Depois, entre outros, além também de auxiliar na montagem das exposições artísticas da Casa. Colaborou com a Foco - Revista de cinema como tradutor, e como crítico e tradutor em demais publicações. Trabalhos diversos em Fotografia e Edição, Assistência de Produção na série catarinense Pequenos grandes talentos, e três anos de experiência em Emissoras de Televisão em Blumenau e Florianópolis. Último trabalho de destaque como audiodescritor foi na exposição "Minha vida em Guiné-Bissau" de Marcelo Ribeiro Filho.Cargo 4:Nome completo: Rafael CarboneraFunção no Projeto: produtor da Oficina e Divulgação do Livro.Currículo resumido: profissional do audiovisual com mais de 10 anos de experiência, especializado em colorização e pós-produção de imagem. Atua em todas as etapas da produção, com domínio de linguagem visual, direção de fotografia e finalização. Desenvolve também projetos com animações e integração de elementos 3D, unindo criatividade e técnica para compor narrativas visuais marcantes. Já participou de produções publicitárias, institucionais, videoclipes e conteúdos digitais, sempre com foco na qualidade estética e consistência visual. Cargo 5:Nome completo: Renata Chaves dos SantosFunção no projeto: diretora de Arte e Organizadora do Evento de Lançamento do Livro.Currículo resumido: bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Planalto Catarinense e pós-graduada em Neuroarquitetura pela Universidade do Oeste de Santa Catarina. Desde 2022, atua à frente do seu próprio escritório, desenvolvendo projetos nas diversas vertentes da arquitetura. Da prática arquitetônica, se dedica a áreas complementares da profissão, como visualização, curadoria espacial e direção de arte para produções visuais, eventos e projetos. Seu trabalho como diretora de arte surge como extensão natural, valorizando a narrativa estética, e a sensibilidade visual no desenvolvimento de conceitos, cenários e apresentações que contam histórias.Cargo 6:Nome completo: Matheus Gomes Coelho.Função no projeto: Design gráfico.Currículo resumido: designer de animação com experiência em produção audiovisual, sempre por dentro das atualizações e tendências sobre tecnologias e cultura. Graduado em design pela UFSC com enfoque em animação de 2012 a 2018. Estágio no Lantec - UFSC de 2014 a 2017. Setor da universidade responsável por criar materiais para alguns cursos de EAD na UFSC, foir parte equipe de designers e responsável pelas animações para videoaulas e ilustrações para livros didáticos. De 2021 a 2023, trabalhou em uma produtora de vídeo que prestava serviços para a NDTV Record TV. Em 2024, atuou no Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina. Graças ao networking com a TV, foi convidado para uma vaga de editor de vídeo na NDTV Record, onde edita VTs para os principais jornais da emissora.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.