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O projeto refere-se à realização de oficinas culturais, apresentações cênicas e ações educativas voltadas ao patrimônio material e imaterial no Parque Natural da Romaria. tem como objetivo principal a implementação de uma programação contínua de atividades culturais e oficinas educativas voltadas para ações de educação patrimonial. Todas as ações serão gratuitas e atenderão a diferentes públicos, promovendo democratização do acesso à cultura.
O Parque Natural da Romaria se configura como elemento de diálogo entre o meio natural e o meio edificado, no qual se destaca um dos principais conjuntos do barroco arquitetônico do mundo – o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Uma de suas missões é garantir a manutenção das paisagens integradas às ambiências dos monumentos. Implantado no fundo do vale entre o Centro Cultural da Romaria e o Museu de Congonhas, o parque possui área de 30.447,50m². Todo o traçado urbanístico do parque foi balizado pela nascente existente no fundo do vale, conjugada com o máximo aproveitamento do terreno natural. Entre os equipamentos inseridos no parque constam: Orquidário, Borboletário, Anfiteatro, Ponte Tensionada, Cobertura Multiuso, Administração, anfiteatro, horta PANC, jardim ecumênico, jardim de Congonha, alameda de cedro, decks de contemplação e as respectivas rampas e escadarias de acesso. Nesse sentido, o programa arquitetônico do Parque Natural da Romaria abre possibilidades para usos diversos deste espaço, trazendo dinamismo para sua ocupação, diversificação de perfil de usuários e ampliação de oferta turística no sítio histórico. Compreendendo as múltiplas possibilidades do Parque, o programa cultural e educativo a ser implantado visa potencializar o espaço, apresentando uma programação cultural e educativa única, além de gerar trabalho e renda no principal sítio histórico da cidade. A programação contemplará ações como workshops, oficinas, debates e palestras, visando o fortalecimento da preservação do patrimônio natural. Além das atividades elencadas, o projeto educativo contará com roteiros distintos de visitação, a depender das demandas e perfis de seus visitantes. Para além da própria visitação, haverá também um Cardápio de Oficinas que trabalham os diferentes eixos temáticos apontados. Destinando-se principalmente às pessoas menos assistidas e ou excluídas dos seus direitos culturais por sua condição social, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio e ocupação. Outra atividade importante a ser implantada será a criação de uma Horto Escola que terá como base hortaliças de folhas utilizadas para temperos e plantas medicinais, favorecendo não apenas conhecimento acerca do processo de cultivo, mas das hortaliças que serão plantadas. As apresentações teatrais que compõem a programação do projeto consistem em montagens com dramaturgia original ou adaptada, música ao vivo, coreografias e elementos de cultura popular, com temas relacionados ao patrimônio, à fé e à história de Congonhas. Serão promovidos espetáculos para diferentes faixas etárias, com destaque para o teatro musical popular, teatro de rua e peças com foco em oralidade e contação de histórias. A classificação indicativa será livre, com duração média de 60 minutos por sessão. Toda a programação será ofertada gratuitamente, possibilitando assim, a democratização do acesso da comunidade a uma agenda cultural mensal. Informamos que todas as atividades serão custeadas com recursos oriundos do mecanismo de Incentivo Fiscal Federal. O público estimado é de 20 mil pessoas no ano, sendo estudantes, profissionais ligados ao turismo e cultura, pessoas em vulnerabilidade social e o público em geral. A duração de cada uma das atividades mencionadas acima será de até 2h. Classificação livre. De cunho transformador, a iniciativa se configura como intervenção de forte impacto social e cultural da cidade, potencializando as atividades turísticas em Congonhas. Outros benefícios promovidos pelo projeto serão a capacitação de profissionais diversos e o fomento da economia local. Nesse sentido, o turismo da cidade ganha mais atores e atrativos e se torna referência em medidas de educação ambiental, servindo como modelo para outras cidades.
O objetivo geral do projeto é o de transformar o Parque Natural da Romaria em um equipamento cultural de referência nacional, com uma programação contínua de ações educativas e culturais que promovam a valorização do patrimônio material e imaterial, o fortalecimento do turismo sustentável e o acesso gratuito à cultura. Relacionados à vivência do conjunto de elementos significativos em cidades Patrimônio da Humanidade no Brasil. A cidade de Congonhas é mundialmente conhecida por abrigar o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. No entanto, a cidade se destaca também por seus bens e patrimônios naturais. Embora notória seja a relevância desses bens, destaca-se que nem sempre privilegiaram seu potencial de entretenimento, lazer e fonte de conhecimento. No intuito de transformar o Parque Natural da Romaria em um equipamento referência como programa de patrimônio, o principal foco do projeto é realizar a implantação de um programa educativo e cultural. Nesse sentido, além da abordagem de educação patrimonial, serão promovidos eventos culturais, permitindo que a cidade incorpore em seu calendário anual atrações de arte cênicas, suprindo a carência da população residente por eventos acessíveis gratuitamente. A pretensão é destinar aos moradores e turistas, um equipamento turístico dinâmico que promova entretenimento, divulgação da cultura, preservação e fortalecimento das atividades educacionais voltadas ao patrimônio material e imaterial. Objetivos específicos: 1 _ Plano anual (Gestão, Manutenção e Ações de Educação Patrimonial)1.1 Gestão e Manutenção Estão sendo propostos dentro do projeto, todas as ações de logística necessárias para o bom funcionamento do projeto. Contratação de equipes diversas como: limpeza, segurança, contratação de pessoal, mediadores, curadores, produtores, gestores, assessoria jurídica, assessoria produção, contração de fornecedores como: comunicação, assessoria de imprensa, divulgação de redes sociais, criação, contratação de palco, som, iluminação, tendas, compra de passagens aéreas, contração de hospedagens, alimentação, transfer interno e aeroporto e demais demandas de produção.1.2 Atividades Educativas de Educação PatrimonialCompreendendo o Parque como espaço de educação não-formal, será implementando um setor especializado para as práticas educativas e patrimoniais. Composto por profissionais de formação multidisciplinar, sendo 4 professores e 15 (quinze) mediadores que trabalharão em escala alternada. O papel ativo do setor educativo e patrimonial fará do Parque um local de debate onde diferentes perspectivas serão empregadas. O Setor Educativo e de Patrimônio será responsável por todo planejamento educacional e patrimonial do Parque, sendo essas realizadas por meio de oficinas - contando com um Cardápio de Oficinas que será entregue (via digital) a todas as Instituições e escolas que farão agendamento com o Parque, Mediações Lúdicas, com temáticas variadas voltadas, sobretudo, ao patrimônio material e imaterial, que serão oferecidas semanalmente entre terça e domingo. Sendo todos os agendamentos e contatos externos também a encargo do Setor Educativo e Patrimonial. Para o planejamento das atividades acima descritas, todas as segundas-feiras são destinadas a discussão e preparo das atividades, além do treinamento.Estão sendo propostas até 200 visitas mediadas ao longo dos 48 meses, para grupos de até 30 pessoas em cada uma delas. São visitas com duração média de uma hora, acompanhadas da equipe do Programa Educativo e Patrimonial a ser desenvolvido pelo projeto e direcionadas às escolas públicas (municipais, estaduais e federais), escolas particulares, CRAS, CREAS e CRI (Centro de Referência do Idoso) e demais grupos interessados. 2 _ Curso / Oficina / Capacitação (Cursos e Oficinas de Educação Patrimonial) Para além do Cardápio de Oficinas, o projeto contará também com uma programação, onde pretende-se realizar até 3 oficinas/palestras mensalmente direcionadas para crianças, jovens, adultos e idosos, além das escolas públicas (municipais, estaduais e federais), escolas particulares, CRAS, CREAS e CRI (Centro de Referência do Idoso), que terão como temática a valorização e a preservação do patrimônio material e imaterial, abordando temas correlacionados ao espaço do Parque e a cidade de Congonhas, favorecendo a democratização ao acesso da comunidade a uma agenda cultural gratuita e promovendo atividades teórico práticas para que os participantes possam se apropriar do espaço aonde residem. 3 - Espetáculo de Artes Cênicas (Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções) Para além das atividades educativas, o projeto contará também com uma agenda cultural gratuita, onde se pretente realizar até 160 espetáculos de gupos teatrais e grupos de cultura popular, direcionadas para crianças, jovens, adultos e idosos, além das escolas públicas (municipais, estaduais e federais), CRAS, CREAS e CRI (Centro de Referência do Idoso), favorecendo um ambiente familiar de democratização ao acesso da comunidade a uma agenda cultural gratuita. O projeto Parque Natural da Romaria no Art.2 da Lei 8313/91 se enquadra nos seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; IX - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não; XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo.
Congonhas possui um dos mais importantes acervos arquitetônicos e artísticos representativos da evolução da arte civil e religiosa mineira. Além de ser um testemunho das construções e dos programas decorativos do barroco mineiro, registra as manifestações do ecletismo dos séculos XIX e XX. Todavia, seu legado maior é o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, tombado pelo Iphan, em 1939, que reúne o maior conjunto de arte colonial do Brasil. O conjunto arquitetônico e urbanístico da cidade foi tombado pelo Instituto, em 1941, e o Santuário passou por restaurações em 1946, 1949 e 1957. Em 1974, as obras incluíram a implantação do ajardinamento de Burle Marx) e, entre 1985 e 1988, os Profetas também foram restaurados. O Santuário - elevado pela Unesco a Patrimônio Mundial, em 1985 - é considerado a obra-prima de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e foi realizado em várias etapas, a partir de 1757. Este magnífico conjunto arquitetônico e escultórico, onde estão as imagens dos 12 Profetas, transformou a cidade em centro de peregrinação religiosa, desde o século XVIII. A partir de então, o Santuário atrai multidões e reuniu uma fabulosa coleção de ex-votos, abrigados na Sala dos Milagres. Ao lado do patrimônio de arte religiosa, Congonhas conserva alguns bons exemplares da arquitetura civil. No acervo, a área mais expressiva concentra-se no chamado núcleo histórico que se desenvolveu no entorno ou ambiência do Santuário, formado por vias do início da povoação. Nessas ruas, encontram-se casas compostas, na sua grande maioria, de um só pavimento ou um pavimento e porão, e cobertura em telha canal, datadas dos séculos XIX e XX, com algumas edificações remanescentes do século XVIII. Localizado no principal sítio histórico da cidade de Congonhas, O Parque Natural da Romaria tem como um de seus compromissos, o fomento e desenvolvimento da cultura e da promoção de atividades de educação patrimonial de bens naturais, propiciando um ambiente para trocas de saberes e se colocando como um importante atrativo para a estada do visitante na cidade de Congonhas. A referida cidade é uma das mais significativas no cenário turístico nacional, sendo uma das 7 cidades mineiras do Ciclo do Ouro. Por se tratar de uma cidade que abriga o maior conjunto arquitetônico e escultórico do Barroco, o "santuário do Bom Jesus de Matosinhos", pouca é a atenção destinada a outros centros culturais. Essa conjuntura se agrava, principalmente, pelo fato de não serem viabilizadas atividades voltadas para o entretenimento, educação e lazer em muitos desses equipamentos. Nesse sentido, justifica-se a necessidade da implantação de um programa cultural e educativo no Parque, reconhecendo o papel fundamental da Cultura e Educação na formação dos indivíduos, bem como sua capacidade transformadora. Com um olhar atento tanto para fora, como para sua comunidade e na pretensão de ser um centro de atividades voltadas para o patrimônio material e imaterial, o programa viabiliza ações educacionais e culturais junto a Escolas Públicas, Particulares, Técnicas, Universidades e públicos em vulnerabilidade social. Com o programa educativo e cultural, o Parque irá se destacar entre os inúmeros bens naturais dispostos na cidade, como o Parque Ecológico da Cachoeira, que embora ativo desde a década de 1980, não promove ações educacionais. A intenção do projeto é ainda a de promover uma agenda cultural que viabilize o contato incial do público com o Parque. A realização periódica desses eventos irá contribuir para promoção do Parque junto à comunidade e a imprensa, além de auxiliar na apropriação e formação da população, consolidando o espaço como importante equipamento cultural e educativo na cidade e integrando ao calendário de eventos de Congonhas. As propostas listadas no projeto se enquadram em vários incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91, tais como: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Avaliando a realização do projeto em espaços públicos, que tem como valor a sustentabilidade, não serão impressos nenhum material gráfico, todo material realizado será disponibilizado de forma digital para as escolas e grupos, enfatizando ações que promoverão o mínimo de impacto ambiental. As ações na área externa também estarão pautadas dentro do sistema de qualidade do espaço sem gerar impacto.PLANO PEDAGÓGICO EDUCATIVO PARQUE NATURAL DA ROMARIAO programa educativo do Parque Natural da Romaria contará com roteiros distintos de visitação, a depender das demandas e perfis de seus visitantes. Para além da própria visitação, o projeto conta ainda com um Cardápio de oficinas que trabalham os diferentes eixos temáticos apontados. O agendamento das oficinas se dará por e-mail. Dessa forma, será necessário expor todas as demandas que a Instituição deseja, bem como o perfil dos visitantes. Dado a confirmação do agendamento, será encaminhado uma ficha de regras para realização do processo. A interação e acolhimento dos visitantes se dará pela equipe de mediadores que terão acesso a planilha de agendamento antecipado, o que garante melhor reflexão para o processo educacional que se seguirá. Cabe ainda ressaltar que as atividades serão avaliadas tanto pelos participantes, como pelos educadores responsáveis. MÉTODO DE AVALIAÇÃO A prática do processo educacional não formal não se resume ao momento de interação do visitante/mediador-educador/espaço expositivo, precisa levar em conta indicadores que irão demonstrar se a proposta de interação conseguiu alcançar seu objetivo. Diante do exposto, teremos fichas avaliativas para os educadores e educandos a fim de estabelecer diagnósticos sobre o processo educacionalpor perspectivas diferentes, além do fator crucial de incluir os educandos no processo de avaliação.É importante salientar que parte do processo educacional que ocorrerá no parque será voltado para o processo de avaliação que não é compreendido apenas como o preenchimento de uma ficha, mas sobretudo, nas interações e feedbacks de educadores e educandos. Ressalta-se ainda que educandos não alfabetizados farão o processo avaliativo de forma oral. Conteúdo Programático (Cardápio de Oficinas):Cada oficina seguirá metodologia interdisciplinar, adaptada aos diferentes públicos (crianças, jovens, adultos, idosos), e será dividida nos seguintes módulos:1 - Encena Congonhas: máscaras e personagens do sagrado popular - Patrimônio imaterial (festas, tradições orais, saberes populares) - A partir da tradição da Romaria, da Semana Santa e dos festejos de santos da região, os participantes criarão máscaras artesanais inspiradas em personagens populares. Durante a oficina, discutem-se os significados simbólicos das festas e a importância da performance no patrimônio imaterial. Carga horária: 1:30h2 - Marcas do tempo, cores da terra - História de Congonhas; artes visuais - A oficina propõe a produção artesanal de cadernos em brochura com as capas feitas de papel machê. A confecção do papel machê será feito com reaproveitamento de material do setor administrativo do parque. Os participantes serão incentivados a personalizar suas capas tendo como inspiração os patrimônios da cidade de Congonhas, suas manifestações artísticas, históricas e/ou cotidianas. Carga horária: 1:30h3 - Olhares - Artes visuais, patrimônio material e imaterial - De arte a documento, a fotografia tem seu valor distinto sob a ótica de quem a vê. A criação não termina em si mesmo, ela transforma-se sob cada olhar. O clique dos celulares pode fazer o registro fotográfico um momento efêmero. Simples para uns, complexos para outros, pode ser um portal para olhos que veem muito além da imagem.Discutir sobre o desenvolvimento das câmeras fotográficas e a dualidade inerente entre a estética e registro é o propósito da oficina “Olhares” que fará o momento muito mais interativo com uso da técnica de pinhole. Carga horária: 2h4 - Oficina de estamparias - Artes visuais - Trazida ao território brasileiro por influência portuguesa, a xilogravura teve seu emprego de início em jornais e utilitários, nas regiões de grandes centros e posteriormente foi incorporada na cultura popular nordestina. Utilizando o processo de Xilogravura a proposta é se fazer uma trilha pelo parque com os participantes, onde exploraremos a flora local, e utilizaremos folhas e plantas para criar estampas. Os participantes terão uma experiência lúdica e criativa, explorando a natureza local. O processo envolve a seleção de folhas, a imersão delas em tintas e a transferência dos desenhos para papel ou tecido. A atividade estimula a apreciação pela natureza e busca promover contato com esse saber ancestral sobre a flora, capaz de alimentar, medicar e ser subsídio para processos artísticos. Carga horária: 2h5- Tudo termina em arte - Artes visuais, patrimônio material e imaterial - A intenção da oficina é mostrar que não precisamos de materiais singulares para criação artística. O que está em nosso entorno é fonte para produção de inúmeros fazeres artísticos. A proposta é utilizarmos o próprio solo do parque para produzir tinta com base de terra, criando gravuras que tenham a paisagem local como inspiração. Carga horária: 1:30h6 - Oficina de stencil: pintura consciente - Artes visuais - A prática de stencil é uma técnica de pintura que possibilita aplicar gravuras sobre superfícies. A técnica é inclusive muito utilizada para produzir cartazes de manifestação sobre assuntos múltiplos. A proposta é criar stencis que serão utilizados para produção de cartazes com temática de defesa aos patrimônios de Congonhas. Carga horária: 1:30hHORTO ESCOLAO projeto de implantação de uma horto escola no Parque Natural da Romaria se alinha ao contato com rico patrimônio imaterial contido nos saberes da população congonhense quanto ao uso de raízes como plantas medicinais. A Horto Escola do Parque é compreendida como um espaço de valorização dos saberes tradicionais sobre plantas medicinais, amplamente transmitidos oralmente por gerações. Serão realizados encontros com mestres locais, benzedeiras e raizeiros, que compartilharão seus conhecimentos sobre os usos de plantas, ervas e infusões. A mediação será feita por educadores, que registrarão essas práticas para composição de um “manual popular de fitoterapia regional”, como produto educativo. O plano pedagógico completo está anexado nas informações adicionais. Responsável: Nathália Rezende - Coordenadora PedagógicaGraduada em história pela Universidade Federal de São João Del Rei – UFSJ, pós graduada em Neurociência aplicada à Educação pela UNA – BH. Atua há cerca de 8 anos em setores educativos de museus. Tendo sido os dois primeiros anos como mediadora/educadora e os demais como Coordenadora pedagógica. Atualmente está envolvida na coordenação pedagógica do Museu Boulieu e Museu de Mariana. É membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Congonhas – IHGC e do Conselho Municipal de Turismo da cidade de Congonhas.
O Parque terá ações pensadas para atender a todos. O projeto acontecerá em um espaço que atende às exigências estabelecidas em leis em relação à acessibilidade. As instalações dos espaços onde ocorrerão as ações no Projeto, possuem infraestrutura para trazer acessibilidade ao público e já possui habite-se. Para as atividades no espaço aberto teremos uma área reservada. Desta forma, pessoas com mobilidade reduzida poderão usufruir desse espaço, que contará com equipe qualificada para atendê-lo. Além dessas ações, ainda teremos: transmissão das atividades ao vivo em braile. Medidas de Acessibilidade para deficientes físico, visuais e auditivos. O Projeto Quadirenal do Parque Natural da Romaria, serão realizados em espaços que atendem às normas de acessibilidade nos termos das Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. 10.741/2003 e do Decreto nº 3.298/99. Além disso, outras medidas serão tomadas, visando acesso ao conteúdo das atividades e das ações realizadas no Projeto Cultural, Educativo e Patrimonial com a implantação de ações nas seguintes áreas: PRODUTO: Plano AnualACESSIBILIDADE FÍSICA:O acesso dos deficientes físicos se dará por rampas de acesso, cadeiras de rodas.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Nos eventos haverá narração, em língua portuguesa, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão dos temas tratados.Item previsto dentro dos custos vinculados - Custos de acessibilidade PRODUTO: Espetáculo de Artes CênicasACESSIBILIDADE FÍSICA:A montagem de estrutura será acessível, com espaços reservados para cadeirantes e rampas de acesso.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Sessões com tradução simultânea em Libras.Item previsto dentro dos custos vinculados - Custos de acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM SÍNDROMES OU DESCONHECIMENTO DO IDIOMA:Serão realizadas sessões relaxadas (com menor estímulo sensorial) e utilização de linguagem acessível e gestual.PRODUTO: Curso / Oficina / CapacitaçãoACESSIBILIDADE FÍSICA:Oficinas realizadas em espaços com acessibilidade universal, com sanitários adaptados, rampas e sinalização tátil.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Apoio com mediadores treinados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Sessões com tradução simultânea em Libras.Item previsto dentro dos custos vinculados - Custos de acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM SÍNDROMES, ESPECTROS OU QUE DESCONHECEM OS CÓDIGOS LINGUÍSTICOS:Linguagem facilitada nos conteúdos e atividades sensoriais adaptadas, com mediação especializada.
Durante as ações do Projeto Quadrienal do Parque Natural da Romaria, em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, iremos: I - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais de temas presentes na mostra, bem como das atividades de ensino desenvolvidas e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; II – Também realizaremos, gratuitamente, atividades culturais, como palestras e oficinas sobre os conteúdos abordados. O caráter de democratização de acesso se dará mediante realização de oficinas e palestras, além das ações educativas e culturais para difundir as curiosidades e o conhecimento a ser levantado sobre os eixos temáticos a serem trabalhados no mesmo. Para ampliar o caráter de democratização de acesso do projeto, as atividades promovidas terão ampla publicidade visando atingir o maior número de público e as ações resultantes serão registradas por meio fotográfico, vídeográfico e divulgadas nas mídias sociais e internet. O nosso objetivo é de que, por meio destas ações, possamos formar e conscientizar estudantes, professores, e o público em geral da importância dos temas levantados pelo Parque. Serão disponibilizados ainda gratuitamente, ao longo da execução de cada etapa do projeto, convites gratuitos para estudantes e professores beneficiados pela rede municipal de Ensino dos locais atendidos, para participar das visitas mediadas especiais promovidas pelo Parque. Trata-se de encontros diferenciados em que os estudantes receberão atendimentos específicos sobre os eixos temáticos tratados pelo projeto. Cada visita mediada especial ocorrerá com grupos de até 30 pessoas. Um compilado do conteúdo trabalhado, dada a sua riqueza e relevância, será disponibilizado gratuitamente, na internet, por meio dos sites das instituições envolvidas e ainda nas redes sociais do projeto. Como o Projeto Quadrienal do Parque Natural da Romaria, será gratuito, não há previsão de qualquer cobrança pelos ingressos/convites, nem tampouco pelos catálogos que serão destinados a estudantes da rede pública municipal de educação atendida.
INSTITUTO CULTURAL AURUM – Proponente: Elaboração, Captação, Direção Geral do Projeto, Elaboração do Projeto de Comunicação Visual e do Projeto EducativoInstituição com comprovada experiência na execução de projetos culturais, responsável por ações de restauração, gestão museológica e atividades educativas no campo do patrimônio cultural. Responsável pela gestão atual do Museu de Congonhas e outras instituições culturais em Minas Gerais. Atendendo ao disposto da Instrução Normativa MinC 23/5: "§ 4º Será admitida a coexistência de planos anuais ou plurianuais para equipamentos culturais diversos apresentados pelo mesmo proponente com equipe técnica e orçamentos distintos." Esclarecemos que toda a contratação de equipe técnica será executada após a captação de recursos e a equiepe técnica que trabalhará no projeto será distinta dos demais planos plurianuais.
PROJETO ARQUIVADO.