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Montagem da peça A Morte do Caixeiro Viajante, clássico de Arthur Miller, com adaptação e encenação inéditas. O projeto prevê circulação nacional, levando o espetáculo a diferentes regiões do Brasil e promovendo o acesso à dramaturgia moderna e à reflexão crítica sobre os sonhos e fracassos da classe trabalhadora. Como ação formativa, haverá oficinas e bate-papo após o espetáculo.
Depois de toda uma vida sonhando com riqueza e conforto para sua família, Willy está prestes a perder o emprego e o clima desesperador se intensifica com a falta de dinheiro. Willy mergulha numa crise profunda e, mesmo com o apoio da esposa Linda e dos filhos, ele não consegue lutar contra sua autodestruição e os fantasmas de seu passado.
OBJETIVO GERAL A Morte do Caixeiro Viajante (título original Death of a Salesman), é uma peça de teatro de Arthur Miller escrita em 1949. Vista por muitos como uma crítica cáustica do "sonho americano" de sucesso através do empreendimento econômico, ela tornou Arthur Miller e o personagem principal Willy Loman nomes famosos. Foi recebida com críticas entusiasmadas, recebeu o Prêmio Pulitzer para dramas em 1949 e transformou Miller em uma sensação nacional como dramaturgo. Foi também tema de filme estrelado por Dustin Hoffman, que concorreu ao Oscar. O que se passa dentro da cabeça de um homem momentos antes de ele se matar? Que caminhos tortuosos percorre sua mente e que mecanismos de distorção ela é capaz de produzir ao passar a limpo uma vida marcada pela mediocridade, a total inadequação às transformações sociais de seu tempo, o fracasso profissional e pessoal, e por uma permanente falsificação da realidade como único e desesperado recurso para manter vivo um fio qualquer de esperança? A busca de uma linguagem que pudesse representar os meandros do processo mental de um suicida em meio à turbulência caótica de seus instantes finais foi o ponto central de Arthur Miller na edificação da estrutura narrativa daquela que viria a ser considerada sua obra máxima para o teatro, como ele mesmo revelaria em ensaio publicado nos anos 60. O presente projeto promove uma nova montagem desse clássico da dramaturgia mundial no Brasil, circulando por 7 cidades brasileiras. Objetivos Específicos Realizar a montagem do espetáculo A Morte do Caixeiro Viajante, e apresentações em sete cidades brasileiras: - 2 meses (24 apresentações) em São Paulo - 2 meses (24 apresentações) no Rio de Janeiro - 3 apresentações em cada uma das cidades de Belém, Belo Horizonte, São Luís, Vitória e Uberlândia.Desta maneira, o projeto realizará 63 apresentações.
"A Morte do Caixeiro Viajante" é considerada uma das maiores peças do teatro americano e uma das obras-primas de Arthur Miller, um dos dramaturgos mais importantes e influentes do século XX. "A Morte do Caixeiro Viajante" é uma de suas obras mais conhecidas e premiadas, tendo recebido o Prêmio Pulitzer em 1949. A peça aborda temas universais como a busca pelo sonho americano, a luta pela identidade, as pressões sociais, a alienação e a perda de esperança. Esses temas ainda são relevantes atualmente e podem ressoar com o público, permitindo uma reflexão sobre questões profundas e complexas. O texto retrata a vida da classe média americana na década de 1940, oferecendo uma crítica à cultura capitalista e ao consumismo desenfreado. Essa análise da sociedade e da condição humana promove discussões sobre valores, ambição e a pressão para se adaptar às expectativas sociais. Por outro lado, a peça mergulha profundamente na mente do protagonista, Willy Loman, um vendedor ambulante em crise, explorando sua psicologia e sua luta interna. Essa dimensão psicológica complexa, além de instigante para o público, é oportunidade para atores e diretores explorarem personagens multifacetados e emocionalmente intensos. Habilmente construída com uma estrutura narrativa não linear, a peça utiliza flashbacks e elementos simbólicos para explorar a história de Willy Loman. Essa estrutura oferece desafios interessantes para diretores e atores, permitindo a experimentação criativa e a criação de uma experiência teatral envolvente. Montar uma peça tão icônica é uma oportunidade de homenagear e explorar o legado de Miller, honrando sua importância e legado. Essa peça desafiadora e complexa proporciona uma experiência teatral significativa tanto para o elenco e equipe criativa quanto para o público.Incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91 em que o projeto se enquadra: O projeto se enquadra nos incisos I, III e X do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pois promove o acesso aos bens culturais por meio da circulação de um espetáculo teatral de relevância artística; apoia a produção e encenação de obra significativa no campo das artes cênicas; e contribui para a preservação e difusão de patrimônio cultural imaterial, ao revisitar um clássico da dramaturgia mundial.Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91 que serão alcançados: O projeto visa alcançar os objetivos I, II, IV e V do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, ao facilitar o acesso democrático à cultura por meio de apresentações públicas; promover a regionalização da produção cultural com circulação nacional; difundir um bem cultural de valor universal, que fomenta o pensamento crítico e a formação cultural; e valorizar a produção cultural brasileira ao apresentar uma adaptação nacional da obra de Arthur Miller.
Espetáculo teatral com cerca de 90 minutos de duração
Produto: Espetáculo de artes cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os teatros onde acontecerão as apresentações serão selecionados entre aqueles com ferramentas para viabilizar o acesso de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos que facilitem o acesso para essas pessoas. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Haverá impressão de programas em braille com o conteúdo do espetáculo, disponível para consulta em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Durante todos os domingos da temporada haverá tradução para libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá equipe treinada para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos. Produto: Contrapartida social ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde acontecerão as oficinas serão escolhidos entre aqueles que tenham ferramentas para viabilizar o acesso de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos que facilitem o acesso para essas pessoas. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAI: Por se tratar de atividades com conteúdo oral, o produto é naturalmente acessível para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Haverá tradução para libras nas oficinas e no bte-papo. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá equipe treinada para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos.
APRESENTAÇÕES TEATRAIS Haverá distribuição gratuita de ingressos, correspondente a 10% da lotação dos teatros, beneficiando estudantes de escolas públicas, estudantes de teatro, participantes de ONGs, instituições culturais e outros órgãos de comprovado atendimento social. Em atenção ao art. 49 da IN nº 23/2025, o projeto atenderá à seguinte medida:§ 2º , II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Haverá oficinas técnicas de formação na área das artes cências, com acesso 100% gratuito, direcionadas a professores e alunos de instituições públicas de ensino. Em atenção ao art. 47 da IN nº 23/2025, o projeto atenderá à seguinte medida: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Será realizado um bate papo no Rio de Janeiro com a equipe do projeto, com o tema Produção Teatral - Desafios e Oportunidades. Durante a ação, integrantes da equipe do espetáculo irão discorrer sobre as diversas etapas da produção, desde a escolha do texto até a construção cênica, apresentando um panorama das atividades de um produtor, bem como trazendo aspectos práticos do cotidiano da profissão.
Texto: Arthur MullerDireção, Tradução e Adaptação: Rodrigo FrançaElenco: Ailton Graça, Isabel Fillardis e mais 12 atores a serem selecionados Direção de Produção: Bruna Dornellas e Wesley TellesDiretor Assistente: Kennedy Lima Assistente de Direção: Mery Delmond Direção de Movimento: Tainara Cerqueira Cenário: Mauro Vicente Ferreira Figurino: Tereza Nabuco Visagismo: Diego Nardes Trilha Sonora: Jarbas Bittencourt Iluminação: Pedro Carneiro Proponente: WB Entretenimento - Responsável pela coordenação geral do projeto, gerenciamento geral e administração do projeto. A empresa, cujo portifólio detalhado está em anexo, responde por todo o processo decisório e dirige toda a produção. ARTHUR MILLER Foi um dramaturgo norte-americano, conhecido por ser o autor das grandes obras Morte de um Caixeiro Viajante (Death of a Salesman) e de The Crucible - As Feiticeiras de Salem). Foi casado com a atriz Marilyn Monroe. Faleceu aos 89 anos nos EUA. Escreveu 22 peças de teatros, sendo a primeira em 1936 chamada de HonorsatDawan, e a sua última, que foi Finishingthe Picture. Além disso, teve 04 trabalhos no cinema, entre 1961 a 1989. A sua peça, de 1949, Morte de um Caixeiro Viajante venceu o Prémio Pulitzer de Teatro e três Prémios Tony, bem como o prémio do Círculo de Críticos de Teatro de Nova Iorque. Foi a primeira peça a conseguir os três simultaneamente. A sua peça seguinte, The Crucible ("As Bruxas de Salém" ou as "Feiticeiras de Salém", na versão brasileira), inaugurou-se na Broadway a 22 de janeiro de 1953. RODRIGO FRANÇA Ativista pelos direitos civis, sociais e políticos da população negra no Brasil. Diretor premiado de cinema e teatro, ator, dramaturgo, filósofo, professor, articulador cultural, produtor, escritor, artista plástico e empresário brasileiro. O carioca, foi responsável pela dramaturgia e direção do espetáculo infanto-juvenil O Pequeno Príncipe Preto, sucesso assistido por mais de 60 mil espectadores. Já com o filme Barba, Cabelo & Bigode, Rodrigo França entra na história sendo o primeiro diretor negro da Netflix Brasila produzir conteúdo original. No audiovisual esteve envolvido em 12 trabalhos – entre ator e diretor, que iniciou como elenco em 1996 no programa Caça Talentos da TV Globo. Já no teatro, Rodrigo esteve a frente de 29 trabalhos – entre ator, diretor e dramaturgo, sucessos como “Vozes Negras – A força do canto Feminino”, “A menina Akili e seu tambor falante”, “Cauby, Cauby”, “Gota D’Água”, dentre muitos outros. Recebeu conceituadas premiações, como Prêmio Ubuntu (2020 e 2022) como Intelectualidade Preta,Prêmio APTR (2022) como Melhor Peça Infanto-Juvenil pelo espetáculo “A menina Akili e seu tambor falante”, Prêmio Shell (2019) como Inovação pelo Coletivo Segunda Black, e ainda no mesmo ano, Prêmio Botequim Cultural e Prêmio Questão de Crítica. AÍLTON GRAÇA Em 2005, estreou na televisão na novela América, como Feitosa. A partir desta novela, atuou também nos programas Cidade dos Homens, A Diarista e Retrato Falado. Além disso, participou de Cobras & Lagartos interpretando o cômico Ramires e ainda entrou em Sete Pecados. Devido a seu grande sucesso, em 2007, Aílton substituiu Lázaro Ramos no final da temporada paulistana da peça O Método Grönholm. Foi indicado a 27 prêmios, e coleciona 12 prêmios de prestígio na classe artística, variados entre melhor Ator Revelação, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Ator de Televisão, em prêmios como: Prêmio Extra de Televisão, Prêmio Contigo!, Prêmio UOL, Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria, Festival Internacional de Cinema de Cartagena, dentre muitos outros. Aylton coleciona em seu currículo 04 espetáculos de teatro, 31 filmes no cinema, e 29 papéis na televisão, entre novelas e séries. ISABEL FILLARDIS Atriz e modelo brasileira. Esteve no elenco de diversas novelas como A Lua Me Disse, Começar de Novo, A Padroeira, Força de um Desejo, Corpo Dourado, A Indomada, O Fim do Mundo, A Próxima Vítima e Pátria Minha. No cinema, Isabel atuou em Orfeu, Navalha na Carne e O Homem Nu. Em 2007, esteve no elenco da novela Sete Pecados, de Walcyr Carrasco, e, em 2008, integra o elenco do seriado Malhação. Em 2011 fez uma participação no último capítulo da novela Insensato Coração, e também interpretou a advogada Mônica na novela Fina Estampa. Em 2018, Isabel participou da terceira temporada do talentos do show Dancing Brasil que é exibido pela RecordTV. Em 2019 retorna às novelas em Topíssima, interpretando a professora de medicina Vera. A atriz coleciona 30 trabalhos profissionais na TV, 08 filmes lançados no cinema e 08 espetáculos teatrais que esteve no elenco, sendo o mais recente o espetáculo Crimes Delicados. Em 2021 foi indicada ao Prêmio Bibi Feirreira como Melhor Atriz Coadjuvante em Musicais pelo seu papel no espetáculo Dona Ivone Lara, Um Sorriso Negro – O Musical. TEREZA NABUCO Figurinista profissional há mais de 30 anos, e renomada nesta área da classe artística. Tem bacharel em Pintura, licencidada em Artes e Educação Artística. Iniciou sua carreira com a assistência de figurino no filme Os Trapalhões na Terra dos Monstros (1989), dirigido por Flávio Migliaccio, pela Produtora Ponto Filmes, onde permaneceu e trabalhou por alguns anos. Em 2016, assina os figurinos do espetáculo O Topo da Montanha, de Katori Hall, com Taís Araújo e Lázaro Ramos no elenco, além de outras produções teatrais, como o musical Ombela – A Origem das Chuvas, recebendo por esse trabalho o Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças e Jovens de Melhor Figurino em 2019. Seu trabalho mais recente no Teatro foi no espetáculo teatral Antes do Ano Que Vem, com a atriz Mariana Xavier. JARBAS BITTENCOURT Jarbas é um compositor e cantor baiano. Conhecido por sua versatilidade na música, se tornou um grande diretor musical, e se tornou referência na música negra baiana. Setornou integrante da Confraria das Leituras Dramáticas, organizadas pelo diretor Márcio Meirelles durante a reconstrução do Teatro Vila Velha. A partir daí, Jarbas inicia esse casamento com direção musical e composição das músicas, em parceria com Capinam. O espetáculo era “Erê Pra Toda Vida”, em 1996, estreado no RJ neste mesmo ano. A partir desse primeiro trabalho, Jarbas assume a direção musical do Bando de Teatro Olodum e faz espetáculos como Dom Quixote, Sonho de Uma Noite de Verão, Fausto#Zero, Cabaré da Rrrrraça, Ópera dos Três Reais, dentre outros de grande sucesso.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.