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O projeto Arapenas é de sensibilização artística e formação, produção e difusão de obras têxteis, que utiliza conceitos de upciclyng e redução de lixo textil. O projeto prevê ainda a realização de evento cultural com exibição de obras produzidas nas oficinas e estímulo à economia criativa.
Arapenas, do pangasinês “arapen” (futuro), é um projeto de iniciação artística com foco na sustentabilidade e redução do lixo têxtil, através de oficinas e realização de eventos culturais.Durante as oficinas, com carga horária de 6 horas, os participantes entram em contato com elementos de artes visuais, como pintura, fotografia e moda, de forma prática, na criação de objetos utilitários a partir de restos de tecidos. A capacitação para além da formação para a produção dos objetos, também objetiva fornecer elementos para que eles sigam sendo produzidos e comercializados de forma sustentável, ancorando a proposta nos princípios da economia criativa (ou verde). Em cada oficina serão ofertadas 12 vagas para a comunidade, com seleção realizada pelas orientadoras, caso o número de inscritos/interessados seja maior. A proporção 1 orientadora para cada 4 participantes visa uma oficina com orientação intensiva, de modo que o tempo seja aproveitado ao máximo. Serão seis horas de duração, divididas em três dias. O projeto visa realizar ao todo 6 oficinas em três cidades diferentes.Após as oficinas será realizado um evento cultural, com uma mini feira para exposição e comercialização do material produzido, com a participação de grupo cênico ou grupo musical local, em espaço público e com entrada gratuita.
O objetivo geral do projeto é um processo de iniciação artística com foco na sustentabilidade, com elementos de upciclying e solar punk. A criação de repertório artístico na produção de obras cotidianas e a reflexão sobre a arte, a comunidade e o futuro se fazem presentes.- despertar a criatividade e olhar crítico dos participantes, através de abordagem prática sobre moda, upcilying e solar punk;- despertar o interesse do público por outras formas de expressão artística, sua aplicação em objetos utilitários e sua possível comercialização;- possibilitar aos alunos acesso a informações sobre o mercado da economia ver, economia criativa e economia circular;- fomentar a redução do lixo têxtil e a reutilização criativa de peças, retalhos e construção de um mundo mais sustentável.Objetivos específicos:- 06 oficinas de iniciação artística para jovens e adultos; preferencialmente em situação de vulnerabilidade (bairros afastados, zona rural, estudantes de escolas públicas, etc), com 12 vagas cada.- produção de 03 eventos artísticos com foco na economia criativa e apresentação de grupo local;
Em um contexto global marcado pela crise ambiental, pelo avanço das desigualdades e pela busca por alternativas sustentáveis, torna-se urgente criar espaços de formação que articulem cultura, consciência ecológica e protagonismo social. Este projeto propõe um processo de iniciação artística com foco na sustentabilidade, incorporando práticas de upcycling e a estética e filosofia solarpunk — movimento que imagina futuros possíveis em harmonia entre tecnologia, natureza e justiça social.A proposta responde a uma demanda crescente por ações culturais que, além de promoverem o acesso à arte, estimulem o pensamento crítico e a criatividade como ferramentas de transformação pessoal e coletiva. A escolha por atuar com jovens e adultos, especialmente em situação de vulnerabilidade (residentes de bairros periféricos, zonas rurais e estudantes da rede pública), se ancora na necessidade de descentralizar o acesso à formação artística e de ampliar oportunidades de geração de renda por meio da economia criativa.Ao realizar seis oficinas com caráter formativo e inclusivo, o projeto visa não apenas o desenvolvimento de repertórios técnicos e estéticos, mas também a reflexão sobre o papel da arte na construção de comunidades mais sustentáveis e colaborativas. A abordagem prática permite que os participantes explorem linguagens como a moda, o design de objetos e a arte têxtil, com foco na reutilização de materiais e na criação de peças com valor artístico, utilitário e comercial.Complementarmente, os eventos artísticos previstos irão apresentar à comunidade o resultado das oficinas, valorizar talentos locais e estimular redes de colaboração e empreendedorismo criativo. Assim, o projeto contribui para a circulação de saberes sobre a economia verde, criativa e circular, além de incentivar a redução do lixo têxtil e o consumo consciente.Atende ao Art. 1° da Lei 8313/91, em seus incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende ao Art. 3° Lei 8313/91, em seus incisos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) curso de caráter cultural ou artístico, destinados à formação de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arteIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressosb) estudos na área da cultura e da arte
PROPOSTA PEDAGÓGICAPúblico-alvo: Jovens e adultos (preferencialmente mulheres em situação de vulnerabilidade)Duração da oficina: 6 horas Vagas por turma: 12 participantesMateriais necessários: projetor, notebook, máquinas de costura portáteis, tesouras, linhas, retalhos, papel, caneta.Objetivos da oficina:Iniciar os participantes no universo da arte sustentávelApresentar conceitos de upcycling, solarpunk e economia circularEstimular a criatividade com materiais reaproveitadosProduzir peças artísticas a partir de retalhos de tecido 1 – Acolhimento e Contextualização (Teórico-dialógico)Dinâmica de apresentação com perguntas criativas (ex: "Se você fosse um material reciclável, qual seria e por quê?")Roda de conversa: o que é arte para cada um? O que é sustentabilidade?Apresentação visual (com imagens) dos conceitos de:UpcyclingSolarpunkArte sustentável e economia criativa 2 – Repertório Estético e Inspiração (Exploração visual e sensorial)Exposição de peças e objetos feitos com reaproveitamento (peças reais ou imagens) e obras artísticas inspiradas no movimento solarpunkMapa de referências: cada participante escolhe o que mais lhe chama atenção e explica por quêDiscussão sobre a estética solarpunk: como imaginar um futuro verde e artístico? Criação de Ideias (Esboço e planejamento criativo)Brainstorm individual: que tipo de peça gostaria de criar? (ex: bolsa, adorno, capa de caderno, intervenção em roupa)Esboço em papel (não precisa saber desenhar – pode usar recortes ou colagens)Escolha de materiais disponíveis e planejamento da execução Mão na Massa Início da produção das peças com orientação do educadorTroca entre participantes sobre dificuldades, ideias e soluçõesIntrodução de técnicas simples de costura, colagem, trançado, montagem ou pintura, conforme a proposta do grupo Finalização e customização)Finalização das peçasCustomização com detalhes, pintura, aplicações, bordado, etc.Preparação para exposição (nomes das obras, breve descrição escrita ou oral) Compartilhamento e Reflexão Exposição informal das peças produzidasCada participante apresenta sua criação e o que significou produzi-laRoda de conversa final com reflexões:O que foi mais difícil?O que aprendi?Como posso aplicar isso no meu dia a dia?
Produto: EventosAcessibilidade para deficiência intelectual: não se aplicaAcessibilidade para deficiência auditiva: intérprete de LIBRASAcessibilidade para deficiência visual: audiodescriçãoAcessibilidade física: locais públicos como escolas, centros culturais, praças, já com acessibilidade como rampas de acesso e banheiros adaptados.Produto: Oficinas Acessibilidade para deficiência intelectual: podem participar normalmente, com acompanhante, caso seja necessário.Acessibilidade para deficiência auditiva: intérprete de LIBRASAcessibilidade para deficiência visual: não se aplicaAcessibilidade física: locais públicos como escolas, centros culturais, praças, já com acessibilidade como rampas de acesso e banheiros adaptados.
Atende à Instrução Normativa Nº 2, De 23 De Abril De 2019, Artigo 21:I – doar no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Produtor executivo: Roberto Limberger (representante legal da OSCIP proponente)Arte-educadora responsável pelas oficinas: Koraiça Prince Tessari de LimaArte-educadora e responsável pelos eventos: Luciana AntonioRoberto Limberger É trabalhador da cultura, com mais de vinte anos de atuação. Mestre em matemática pela UNICAMP, com pós-graduação em Artes, atua coordenando projetos culturais realizados via leis de incentivo fiscal bem como selecionados em editais. Como autor e roteirista, desenvolveu diversos roteiros audiovisuais e de peças teatrais, sendo um deles premiado. Recebeu o prêmio de melhor roteiro pelo curta-metragem Questões de Pele no ForRainbow, no Ceará. É idealizador da Mostra da Diversidade Sexual de Campinas, com 11 edições realizadas. Já coordenou dezenas de projetos, dentre os quais destacam-se o Curta Jovem, de formação audiovisual e o projeto Costurando Nuvens, de teatro e literatura, que resgata mulheres importantes não celebradas da história do Brasil. Em constante evolução e diálogo com a cena cultural da cidade, desenvolve trabalhos em parcerias com a Mostra Curta Audiovisual, os cineclubes Purpurina e Cine Infância e ministra oficinas de roteiro e escrita criativa. Em projetos de difusão cultural já realizou os projetos Cineminha, pelo ProAC edital e ICMS e também pela Lei Rouanet e MICA (Mostra Itinerante de Cinema Ambiental) pelo ProAC ICMS e também pela Lei Rouanet. É membro do Fórum Brasileiro dos Festivais de Diversidade e já atuou como parecerista no Prêmio Estímulo, do estado de São Paulo, editais estaduais do Distrito Federal, Ceará e Santa Catarina. Kora Prince Pós-graduada em Artes Visuais, Intermeios e Educação pela UNICAMP, Licenciatura em Artes, pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, Graduada em Comunicação Social, habilitação em Rádio e TV pela UNESP. Atua como produtora e coordenadora de projetos culturais, com a elaboração e execução de projetos, arte-educação em diversas áreas. Atuou como criadora, coordenadora, produtora e programadora cultural de eventos, espetáculos teatrais, musicais e intervenções artísticas; e como produtora de vídeos comerciais e institucionais, roteirista de programas televisivos educativos. Participa de formação artística desde 2009, como o Curta Jovem, Projeto Cineminha e Video Mobile (audiovisual), Jovem em Cena (teatro), Clique Jovem e Lente e Ação (fotografia), MoDive-se - Mostra da Diversidade Sexual de Campinas, Projeto EmPodera! - oficinas e mostras multilinguagens, MICA - Mostra Itinerante de Cinema Ambiental, Mostra Curta Audiovisual de Campinas, Ponto de Cultura 796,4 (via Rede Cultura Viva Campinas) e Ponto Ideia, via ProAC Edital. Experiência em dança contemporânea: participa no Núcleo de Artes Experimentais da PUC Campinas, fez curso de Técnica Klauss Viana no Instituto Federal de Hortolândia, curso de dança no Barracão Teatro. Dança afro brasileira na ala de dança do Bloco Cultural União Altaneira desde 2024 e danças brasileiras método BPI na Estação Cultura, contato improvisação em curso de extensão na UNICAMP. Experiência com literatura: autora do conto “Jurema menina, folhas e caule” do livro “Contos de sementes, folhas e caule”, em processo de diagramação, do projeto Contos e Caraminholas, via Lei de Incentivo à Cultura, editora do livro “Antes da Escola”, realizado pelo projeto Tempo de Criança, vis ProAC ICMS (2ª edição em andamento via LIC), autora de 5 poemas publicados no livro “No fim tem poesia - Antologia Poética”, e-book editado pela Taba Cultural em 2021. Luciana Antonio é artista preta. Fotógrafa e artesã, gosta de escrever sobre memórias de infância e imaginar possibilidades de futuro. Com uma trajetória diversa, une fotografia documental, arte-educação e sustentabilidade, destacando-se no upcycling com a criação de bolsas a partir de restos de tecido. Seu brechó sustentável, o Lu Antonio Brechó, circula desde 2020 por feiras importantes como Garimpou, Garimpo Perfeito, Colab Garimpou e Casa Cósmica, promovendo moda consciente. Como fotógrafa, atuou em projetos como Campinas Afro (UNESCO) e Festival Mandingueira, além de iniciativas autorais como "Meu Cabelo É Lindo", que celebra a identidade negra. Atualmente, desenvolve trabalhos em arte-educação e documentação através de editais como PROAC e Lei Paulo Gustavo. Sua arte é um convite à reflexão sobre memória, diversidade e futuro.ExperiênciaFotógrafa/documentarista, produtora e arte-educadora Instituto Ideia Coletiva 2023 até o presenteArtesã e economia circular Lu Antonio Brechó2020 até o presenteFree Lancer com Fotografia Coorporativa Produtora Armind - Belo Horizonte/MG Agosto 2019 / Fevereiro 2020Free Lancer com Fotografia CoorporativaProdutora Impacto Vento Norte, para Sescoop - Porto Alegre/RS Janeiro 2019 / Julho 2019Free Lancer com Fotografia Coorporativa Produtora Terramar, para Sescoop – Campinas/SP Janeiro 2016 / Dezembro 2018Educação- Gestão em Marketing – 2006 - Faculdades Anhanguera – Campinas/SP- Fotografia Profissional – 2015 - Escola de Fotografia e Vídeo Merlin – Campinas/SPProjetos2025 – Projetos Ponto Ideia – fotógrafa documentarista e arte-educadora para o Ideia Coletiva Cultura, arte educação, teatro e música, e exposição fotográfica realizados através de edital Lei Paulo Gustavo.2024 – Projetos Contos e Contas – fotógrafa documentarista para o Ideia Coletiva Cultura, arte educação, teatro e música, realizados através de edital PROAC.2024 – Projetos Ações Ideia – fotógrafa documentarista para o Ideia Coletiva Cultura, arte educação, teatro e música, realizados através de edital PROAC.2024 – Projeto MICA – fotógrafa documentarista para o Ideia Coletiva Cultura, arte educação e cinema educação, realizado através de edital PROAC.2023 – Projeto Curta Jovem – fotógrafa documentarista para o Ideia Coletiva Cultura, arte educação e cinema educação, realizado através de edital PROAC.2023 – Festival Mandingueira – fotógrafa documentarista para o Projeto Mana Dinga, contemplado e patrocinado pelo FICC 2022, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas.2021 – Projeto Campinas Afro – fotógrafa documentarista para a UNESCO em parceria com a Prefeitura Municipal de Campinas na criação do Museu da Paz e Centro de Educação, Memória, Estudos e Cultura Afro-Brasileira. Contrato por edital.2021 - Catálogo de Obras VOZES - fotografia de obras artísticas para a Fundação Síndrome de Down.2020 - Mostra Virtual - Lavagem das Escadarias da Catedral Metropolitana Campinas 2020 para Culturar Culturando.2018 - Projeto autoral MEU CABELO É LINDO - projeto fotográfico com crianças negras sobre tema aceitação do cabelo crespo e/ou cacheado.2018 - Projeto autoral EXISTO - projeto fotográfico com pessoas adultas negras sobre tema racismo;2017 – Projeto autoral LINDAS ASSIM - projeto fotográfico com mulheres sobre tema aceitação/auto estima* O dirigente da instituição será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, atividade do dirigente da instituição não será realizada de forma voluntária, sua função no projeto será devidamente remunerada, conforme consta em orçamento, na rubrica de coordenador administrativo* o proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “coordenador administrativo”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.