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Projeto consiste em uma turnê do cantor e compositor amapaense Enrico Di Miceli pelas cidades de Santarém e Belém/PA, Rio de Janeiro/RJ, São Pualo/ SP e Porto Alegre/RS. Em cada cidade o artísta recebe um convidado, com quem mantém relaçãoes de parcxeris e amizade, são eles: Nato Aguir em Santarém, Nilson Chaves em Belém, Thiago Amud no Rio de Janeiro, Celso Viáfora em São Paulo e Vitor Ramil em Porto Alegre. Também se incluem no escopo do projeto exibições do documentário InterAMAZÔNIA-uma Fronteira Musical, que dá título ao projeto, que vem acompanhado de debates/ rodas de conversas com sua realizadora, e outras atividades formativas, realizadas por art[ístas e técnicos intergrantes do projeto.
InterAMAZÔNIAS – uma Fronteira Musical consiste em uma turnê do cantor e compositor Enrico Di Miceli, que celebra a diversidade sonora e cultural da Amazônia Nortista. Com um repertório que mergulha nas raízes das culturas populares e tradicionais da região, o projeto explora as sonoridades que nascem da floresta, dos rios e das comunidades, mesclando-as com as influências caribenhas e crioulas que aqui chegaram, através da fronteira com a Guiana Francesa.Na turnê proposta, que contempla as cidades de Santarém e Belém/ PA, Rio de Janeiro/ RJ, São Paulo/ SP e Rio Grande do Sul/ RS, apresentamos a música como ponte cultural, com vistas a alicerçar rotas possíveis de escoamento de nossa produção. Para isso, Enrico Di Miceli convidou parceiros de longas datas nas cidades visitadas para celebrar a música da Amazônia, as parcerias, enfim, as amizades, são eles Nato Aguiar e Nilson Chaves/ PA, Thiago Amud/ RJ, Celso Viáfora/ SP e Vitor Ramil/ RS.No show, mostramos a Amazônia para além do onírico, pois não a apresentamos enquanto território único e, sim um mosaico de identidades, a partir de sua pluralidade e diversidade. No repertório, Enrico Di Miceli apresenta composições autorais que dialogam com o Batuque e o Marabaixo, legitimas manifestações culturais do Estado do Amapá, em fusão com outras expressões/ manifestações do Norte do Brasil, incorporando elementos rítmicos que ecoam da Guiana Francesa e da região do Caribe, criando uma sonoridade genuinamente fronteiriça.InterAMAZÔNIAS é um convite para atravessar fronteiras geográficas e simbólicas, escutando a Amazônia com novos ouvidos – onde o passado e o presente se encontram em harmonia, e onde a música é a língua franca de um povo que resiste, celebra e se reinventa.
GERALRealizar a turnê InterAMAZÔNIAS-uma Fronteira Musical, do cantor e compositor Enrico Di Miceli, por 05 cidades, contemplando 04 estados brasileiros, explorando como a música pode unir territórios, histórias e identidades, para além das fronteiras convencionais, emancipando a cultura e as artes de uma região marcada pela diversidade, pelo fluxo de influências e, pelas extremas dificuldades de escoamento de sua produção, em virtude do isolamento geográfico a qual está imersa, ainda que com um rio de possibilidade à nossa frente.ESPECÍFICOSüEstruturar circuitos alternativos de escoamento da produção musical, a partir do fortalecimento de parcerias;üCelebrar a paisagem sonora amazônica, apresentando como a arte transforma fronteiras geográficas em pontes culturais;üRevelar como as misturas sonoras aqui presentes, refletem na herança cultural e nas dinâmicas sociais e afetivas de quem vive na fronteira;üPropor, a partir da música entoada, reflexões sobre identidade, globalização e preservação cultural;üValorizar as culturas tradicionais e contemporâneas da Amazônia brasileira;üDifundir a música produzida na Amazônia Nortista em novos palcos, fortalecendo sua identidade singular.
É de conhecimento geral que a grande mídia não toca e reverbera nossa arte, nossa cultura. E quando se predispõem a tal ato, o faz de forma descompromissada, apresentando uma Amazônia onírica que só existe na ficção de suas engenhosas mentes brilhantes. Nas premiações e lineups de festivais de música país a fora, nossa ausência sequer é notada. A Amazônia é uma região de riqueza cultural imensa, mas com dificuldades crônicas de circulação artística devido ao isolamento geográfico e à falta de infraestrutura. É passada a hora da Amazônia ter sua diversidade cultural apresentada ao Brasil, sem atravessador. E este projeto é isto, um cantor e compositor amazônida apresentando suas próprias narrativas. E não adianta menosprezar dizendo que são narrativas regionais/ locais, pois hoje a Amazônia está no centro das discussões mundiais. Desta forma, enfatizamos a relevância estratégica desta turnê para a valorização da Amazônia como território de diversidade, conexão e resistência cultural, pois trata-se de uma jornada sonora que transcende fronteiras geopolíticas, unindo narrativas, ritmos e identidades por meio da música. Aqui, ousamos dizer que InterAMAZÔNIAS não é apenas uma turnê, pois queremos criar um movimento cultural, que consiga transformar barreiras em conexões, mostrando que a música pode ser um instrumento de transformação social. Para os investidores, configura-se como uma oportunidade de alinhar-se a um projeto com propósito, que gera impacto positivo e visibilidade em um dos biomas mais estratégicos do planeta, pois este encontra-se totalmente alinhado às práticas ESG (Environmental, Social, Governance), com clara estratégia de sustentabilidade ambiental, pois é da Amazônia para o mundo, aguçada responsabilidade social, pois é totalmente gratuito e acessível e, transparência no trato com a coisa pública. Enfim...investir nessa jornada é investir no futuro da cultura amazônica e no poder da arte para redesenhar fronteiras!
O presente projeto é fruto de inquietação e interrogações resultantes do documentário InterAMAZÔNIAS-uma Fronteira Musical, da pesquisadora Clícia Vieira Di Miceli, apresentado como requisito para obtenção do título de Mestre em estudos de fronteira pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Nele, a música entra como elemento essencial para balizar a geograficidade amazônida na formatação de identidades, regionalidades, territorialidades e representações do espaço.Para isso, a pesquisadora traçou paralelos entre as culturas e as musicas tradicional e contemporânea do Estado do Amapá e da Guiana Francesa, ponderando sobre a criatividade e a vitalidade, que ajudaram e ainda ajudam a manter uma herança ancestral onde o passado africano ainda está muito presente e, alimentando bases para novos ritmos que marcam a música que se toca nessa parte da Amazônia.Do lado de cá (Amapá) as principais referências são o Batuque o Marabaixo, do lado de lá (Guiana Francesa), as referências se balizam em três traços característicos, a ameríndia, a crioula e a bushinengués, das quais a autora optou por trabalhar com a música tradicional crioula, dada sua aproximação com a cultura musical tradicional do Amapá. E assim, correlacionou - se o Marabaixo e o Batuque ao Kanmougwé e o Grajé, onde a semelhanças vão além dos instrumentos musicais utilizados e das temáticas recorrentes de seus cantos, onde o cotidiano da comunidade onde se insere, é ponto de partida.Tais influências/ referências reverberam em ritmos como zouk, cassicó, soca, calipso, merengue, reggae e outros, conforme os conhecemos hoje. No meio disso tudo, um artista e suas inquietações, ávido por cantar ao mundo sua aldeia, suas origens, suas raízes, porém, a ponte que deveria conectar o Estado do Amapá (Brasil) à Guiana Francesa (França), inaugurada em 18 de março de 2017, pouco tem contribuído com o escoamento da produção cultural local, mesmo estando à porta do continente europeu, com a peculiaridade de estar em território latino americano. Neste sentido, criar outras pontes é imprescindível!
Segue a abaixo a programação a ser executada em cada cidade integrante desta turnê:OFICINA IDENTIDADES E SONORIDADES AFRO AMAPAENSESInstrutores: Alan Gomes, Hian Moreira e Fabinho CostaLocal: À Definir. Santarém/ PA, Belém/ PA, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/ SP e Porto Alegre/RSCarga Horária: 120 MinutosNúmero de Participantes: 30 VagasOFICINA MARABAIXO, PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL Instrutores: Nena SilvaLocal: À Definir. Santarém/ PA, Belém/ PA, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/ SP e Porto Alegre/RSCarga Horária: 120 MinutosNúmero de Participantes: 30 VagasEXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO INTERAMAZÔNIAS – UMA FRONTEIRA MUSICALRealizadora: Clícia Di MiceliLocal: À Definir. Santarém/ PA, Belém/ PA, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/ SP e Porto Alegre/RSCarga Horária: 1:27:13 MinutosNúmero de Participantes: LivreRODA DE CONVERSA SOBRE O DOCUMENTÁRIO INTERAMAZÔNIAS – UMA FRONTEIRA MUSICALMediadores/ Debatedores: Clícia Di Miceli e Equipe do ProjetoLocal: À Definir. Santarém/ PA, Belém/ PA, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/ SP e Porto Alegre/RSCarga Horária: 40 MinutosNúmero de Participantes: Livre SHOW INTERAMAZÔNIAS-UMA FRONTEIRA MUSICAL Artísta Principal: Enrico Di MiceliArtístas Convidados: Nato Aguiar, Nilson Chaves, Thiago Amud, Celso Viáfora e Vitor RamilLocal: À Definir. Santarém/ PA, Belém/ PA, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/ SP e Porto Alegre/RSCarga Horária: 120 MinutosNúmero de Participantes: Depende dos aparelhos culturais onde estes acontecem.
Este projeto prima pela acessibilidade, garantindo condições de acesso físico e aos meios de comunicação, com segurança e autonomia, aos espaços do aparelho cultural utilizado para realização deste projeto, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.Para garantir acessibilidade atitudinal, afirmamos que todos os profissionais, artistas e técnicos integrantes deste projeto, passarão por um treinamento/ capacitação para eliminação de barreiras atitudinais, com vistas à evitar falas, atitudes e gestos capacitistas, baseados na falta de conhecimento sobre a realidade social das pessoas com deficiência na atualidade e sobre suas reais necessidades.Para garantir acessibilidade arquitetônica, afirmamos que os aparelhos culturais a serem utilizados, contarão com rampas de acesso para cadeirantes, piso tátil para pessoas com deficiência visual, espaços reservados para obesos e cadeirantes com boa visibilidade do palco e banheiros adaptados com barras de apoio.Para garantir acessibilidade comunicacional, afirmamos que a comunicação acessível será priorizada, deste modo, na abertura dos shows, das oficinas e do bate-papo, seus participantes farão sua autodescrição, com vistas a ambientar/ orientar pessoas cegas e de baixa visão. Todos os shows contarão com interpretes de Libras, bem como, nas oficinas propostas e no bate-papo que se seguirá após a exibição do documentário InterAMAZÔNIAS-uma Fronteira Musical.Neste projeto garantimos ainda acessibilidade cultural, de modo que os bens, produtos e serviços artísticos e culturais aqui apresentados, possam ser usufruídos por todas as pessoas com e sem deficiência, levando em conta suas condições físicas, sensoriais, intelectuais, interativo-sociais, culturais e demais processos demandados pelas diferenças e diversidades humanas.Nele ficam devidamente garantidos, ainda, a realização de adaptações razoáveis, caso estas se façam necessárias, assegurando que as pessoas com deficiências possam gozar ou exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos e liberdades fundamentais, promovendo equidade e contribuindo com a redução das desigualdades advindas da pobreza, do racismo, do capacitismo, do machismo e da LGBT-fobia, reconhecendo as diferenças e garantindo oportunidades diversas, de acordo com as necessidades singulares de cada pessoa.Em resumo, os shows, as exibições do documentário e as atividades formativas contarão com:ACESSIBILIDADE FÍSICA: o projeto acontecerá em espaços acessíveis com rampas de acesso para cadeirantes, piso tátil para pessoas com deficiência visual, espaços reservados.ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Interprete de Libras (Planilha orçamentária: intérprete de libras) e Legendagem.ACESSIBILIDADE LIMITAÇÃO COGNITIVA: Reserva de espaço preferencial para acompanhamento do espetáculo.Todos os itens descritos acima, encontram-se devidamente orçados em nossa planilha orçamentária.
Com vistas à democratizar o acesso aos bens, produtos e serviços artísticos e culturais, oriundos deste projeto, apresentamos nosso formato de distribuição e comercialização, bem como, outras medidas de ampliação de acesso, em conformidade com os Arts. 46, 47 e 49 da Instrução Normativa MinC nº 23, de 5 de Fevereiro de 2025, que versa sobre medidas de democratização de acesso, prevendo a democratização do acesso à produção artística financiada.Levando em consideração que o plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, ficam garantidos:I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - 70% (setenta por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Assim, em complemento às medidas de democratização de acesso, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doação 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);III - disponibilização, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantia de captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realização, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Por fim, na condição de contrapartidas sociais, em atenção ao Art. 49, ficam devidamente garantidas o cumprimento dos Parágrafos 1º e 2º. Adicionalmente apresentamos as medidas de democratização e ampliação de acesso:Além da comercialização de ingressos a preços populares, nossa estratégia de democratização de acesso contempla a distribuição de uma cota diária de 30% dos ingressos disponíveis, para nortistas residentes nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, pois parte deles migram para outras regiões, pela falta de oportunidades. Também se incluem nesta cota: moradores de periferias, quilombolas, indígenas, beneficiários de cadastros socioeconômicos, de ONGs, escolas públicas e movimentos culturais.Em nossa estratégia de marketing constam sorteios de ingressos em programas de rádios e em nossas redes sociais e, as regras das leis que garantem meia-entrada, serão devidamente respeitadas. Nela, nos utilizaremos de uma comunicação acessível e multicanal, utilizando-se de rádios comunitárias e carros de som para atingir públicos sem acesso à internet; parceria com coletivos locais para engajar grupos culturais negros, indígenas e periféricos; linguagem simples e inclusiva, usando formatos como vídeos curtos, podcasts e cards explicativos nas redes.As oficinas "Identidades e Sonoridades Afro-Amapaenses" e " Marabaixo, Patrimônio Cultural do Brasil" serão disponibilizadas gratuitamente para realização em territórios quilombolas, escolas públicas e/ ou centros culturais de bairros com menor acesso.O filme InterAMAZÔNIA-uma Fronteira Musical ficará online após as exibições presenciais, com vistas a ampliar seu alcance, permitindo que outros espectadores possam conhece-lo.
ENRIOCO DI MICELI | A CANTOR E COMPOSITORMúsico, cantor e compositor da Amazônia brasileira, com uma trajetória artística que atravessa 45 anos de dedicação à música autoral. Nascido em Belém do Pará e radicado há mais de três décadas no estado do Amapá, no extremo Norte do Brasil, ele traduz em suas melodias a alma da floresta, dos rios e das culturas ancestrais que habitam a região. Sua música carrega a riqueza estética dos povos ribeirinhos, indígenas e quilombolas, entrelaçada aos tambores, às águas e à poesia do cotidiano amazônico. Melodista criativo e de timbre marcante, é hoje um dos mais representativos artistas da música amazônica contemporânea – um nome que pulsa entre as raízes e a renovação cultural do Brasil.ADRIANA RODRIGUES | COORDENADORA GERALÉ atriz, arte educadora e instrutora de práticas teatrais. Licenciada em Teatro pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Artista do núcleo fixo do Ói Nóiz Akí. Atuou como Professora-Bolsista de Dramaturgia, Jogos Teatrais e Consciência Corporal do Curso Técnico em Teatro MEDIOTEC/ SEED. Atuou nas montagens de A Revolta dos Brinquedos, O Auto do Boi Surubim, Gaudêncio Seguro-O que Morreu de Velho!, dentre outros. Coordenou o Projeto ÓI NÓIZ AKÍ – Descoberta e Formação de Novos Valores, executado em parceria com a UNESCO e REDE GLOBO, através do Programa CRIANÇA ESPERANÇA em 2013.CLÍCIA DI MICELI | DIREÇÃO E PRODUÇÃO ARTÍSTICAProdutora e gestora cultural com vasta experiência, atuando no campo da produção desde 1990, com destaque para o show comemorativo de 50 anos de Joãozinho Gomes e Val Milhomem, que contou com artistas como: Eliakin Rufino, Celio Cruz, Walter Freitas, Thiago de Mello, Salomão Habib, Rafael Lima, Paulinho Moska, Chico Cesar, Leci Brandão, Sá & Guarabira e Jane Duboc.CLAUDIO SILVA | PRODUÇÃO EXECUTIVAProdutor e gestor cultural, especialista em produção cultural. Assinou produção executiva da Pororoca Sound-Incubadora de Empreendimentos Musicais. É produtor executivo, curador e programador do Festival Quilombo Groove, que está em circulação desde 2019 através do Edital de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural e Edital de Patrocínio do Centro Cultural Banco do Brasil.ALAN GOMES | DIREÇÃO MUSICAL E BAIXISTAEspecialista em ensino da Música. Professor do Centro Profissionalizante de Música Walkíria Lima. Músico, cantor, arranjador, diretor musical e compositor. Acompanhou cantores como: Patrícia Bastos, Zé Renato, Leci Brandão, Nilson Chaves, Almir Guineto, Nico Resende, Dante Ozzetti, Victor Romil, Celso Viáfora dentre outros. Foi integrante das bandas: “Casa Nova”, “Zeta”, “Banda Placa” e “Banda Yes Banana.FABINHO COSTA | GUITARRISTAEspecialista em ensino de música. Músico, arranjador e produtor. Fez máster class com Daniel Wolff (RS) 1º Doutor em violão no Brasil, Marcus Tardelli, Paulo André, Turíbio Santos, Profª. Drª. Cristina Tourinho, Garry Dial, Profº. Esp. Roberto Gnattali, Joaquin França Ramos, Musicalização pelo Método Kodály – (Ian Guest - MG), Fernando De La Rua, Mike Moreno – EUA.HIAN MOREIRA | BATERISTAAluno do Curso de Licenciatura em Música da Universidade do Estado do Amapá. Integrou as bandas/ grupos: Yes Banana, Fuzaka, Duobox, Coliseu, AtitudeAP e Rota Samba. Como sideman, gravou e tocou ao lado de grandes nomes da música amapaense como: Claudete Moreira, Karol Diva, Adriana Raquel, Juliele, Patrícia Bastos, Ana Martel, Natal Villar, Enrico di Miceli, Nivito Guedes, Cléverson Baia, dentre outros.NENA SILVA | PERCUSSIONISTAPercussionista. Participou da gravação do CD de artistas como: Banda Negro de Ns, Patrícia Bastos, Grupos Senzalas, Val Milhomem, Emília Monteiro, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, com quem viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo.MIGUEL NETO | SAXOFONISTALicenciado em Música pela Universidade Federal do Pará e Técnico em Saxofone pela Escola de Música pela – UFPA. Fez parte de grupos de destaque no meio artístico como Trio Raízes, Sam Band, Hermeto Sem Preconceito, Banda Sinfônica da EMUFPA e Banda Orlando Pereira, também apresentou-se com vários nomes do cenário musical como Jeff Gardner, Paraibinha, Elias Coutinho, entre outros.JUNINHO ROMANO | TECLADISTATecladista e produtor musical com 22 anos dedicação à música no Norte do Brasil. Como Sideman já emprestou seu talento para grandes nomes da música amapaense como Brenda Melo, Grupo Senzalas, Enrico di Miceli, Ariel Moura, Zé Miguel, Fineias Nelutty e outros. Atualmente dedica-se a produção da cantora Letícia Auollý. Com o Quilombo Groove passou por Brasília/ DF, Belo Horizonte/ BH e Rio de Janeiro/ RJ.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.