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O projeto visa à produção, publicação e distribuição do livro-reportagem "O Espiritismo brasileiro depois de Chico e Divaldo", com versões impressa, digital acessível e audiolivro, abordando o atual momento do Espiritismo no Brasil. A proposta inclui contrapartidas sociais e distribuição gratuita para bibliotecas, centros espíritas e universidades.
Com a partida de Chico Xavier (2002) e de Divaldo Franco (2025), o movimento espírita perdeu não apenas dois dos maiores médiuns brasileiros, mas também suas principais referências vivas na doutrina. Diferente de outras tradições religiosas, o Espiritismo não tem uma sucessão formal. Não há Papa, Bispo, Patriarca ou Guru. O que há são médiuns, trabalhadores — e livros. Muitos livros. O legado que Chico e Divaldo deixaram ainda orienta e inspira a geração que vem. A partir de uma investigação sensível e profunda, o livro aborda a força cultural e social de uma religião que se reinventa, junto aos desafios contemporâneos que enfrenta. Mostra o Brasil espírita do século XXI em sua fase mais silenciosa — sem nomes midiáticos à frente. Na ausência de uma figura de projeção nacional, surgem vozes que se destacam localmente, em centros espíritas independentes ou nas redes sociais, por meio de canais dedicados à doutrina — todos com o mesmo compromisso: acolhimento, caridade, ensinamentos para a vida e para além dela. Não existe vazio no Espiritismo brasileiro depois de Chico e Divaldo. O que existe é uma transição — feita de muitas mãos e muitos nomes, em um país que ainda é o mais espírita do mundo.
OBJETIVO:Produzir e publicar um livro-reportagem de caráter jornalístico e cultural sobre o Espiritismo brasileiro contemporâneo, a partir da perda de suas principais figuras públicas: Chico Xavier (2002) e Divaldo Franco (2025).Investigar e registrar, com escuta ativa e abordagem não proselitista, o atual momento de transição do movimento espírita no país, por meio de entrevistas, visitas a centros, pesquisa bibliográfica e análise de dados.Preservar a memória e a identidade de uma tradição espiritual brasileira, contribuindo para a valorização do patrimônio cultural imaterial do país.Distribuir gratuitamente parte da tiragem, com foco em bibliotecas e instituições ligadas à doutrina.Promover o acesso amplo e inclusivo à obra, em consonância com os princípios da Lei de Incentivo à Cultura.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1. Produzir, publicar e distribuir 5.000 exemplares de livro-reportagem impresso:- 500 exemplares (10%) - bibliotecas públicas, universidades e centros espíritas- 500 exemplares (10%) - divulgação (lançamentos, imprensa e eventos) - 500 exemplares (10%) - distribuição promocional por patrocinadores - 1.000 exemplares (20%) - venda via Vale-Cultura (até R$ 50,00) - 2.500 exemplares (50%) - comercialização2. Produzir e disponibilizar em formato digital (PDF acessível), com fonte ampliada, descrição de imagens e compatível com leitores de tela.3. Produzir e disponibilizar em formato de audiolivro com acessibilidade, com narração profissional e audiodescrição de imagens.4. Contrapartida social:Ceder 20% do lucro obtido pelo autor com o livro à um projeto sociocultural sem fins lucrativos.5. Promover o lançamento do livro em local que ofereça as condições de acessibilidade exigidas pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146, Art. 42), com entrada gratuita para toda a população.
O Espiritismo brasileiro é um patrimônio cultural vivo, enraizado na história, na religiosidade popular e na identidade de muitos brasileiros. Com a partida de seus dois maiores nomes públicos — Chico Xavier (2002) e Divaldo Franco (2025) —, a doutrina vive uma fase de transição silenciosa. Sem figuras nacionais de grande projeção, mas com milhões de seguidores em movimento. O compromisso com o acolhimento, a caridade, o consolo e os ensinamentos para a vida — e para além dela — segue presente nos centros, nas novas mídias e nas práticas de assistência social espalhadas pelo país.Este livro-reportagem nasce da necessidade de documentar esse momento histórico. Com uma investigação sensível e profunda, a obra propõe registrar a renovação do Espiritismo brasileiro depois da morte de Chico e Divaldo. É um projeto com valor cultural, ao preservar a memória e a identidade de uma tradição espiritual brasileira, e com interesse público, ao mostrar uma religião sem hierarquia formal, mas que teve em Chico e Divaldo suas principais referências no século XX e início do XXI.Hoje, o Brasil abriga o maior contingente espírita do mundo. É a terceira maior religião do país e uma referência global em produção literária, centros de atendimento espiritual e iniciativas de amparo coletivo. O Espiritismo está presente na vida cotidiana de muitos brasileiros — não apenas como crença, mas também como prática social, como cultura viva, como gesto concreto.A obra parte de entrevistas com médiuns, representantes do movimento, estudiosos, seguidores e entidades espíritas. Busca refletir sobre o papel do Espiritismo diante dos desafios contemporâneos, abrindo espaço para o diálogo entre tradição e inovação, fé e cultura, memória e futuro. O foco não é religioso, tampouco proselitista. Não se trata de ensinar, defender ou propagar a doutrina. Trata-se de entender, ouvir, registrar — com escuta jornalística e olhar cultural.O livro tem valor humanístico, ao mostrar como uma tradição espiritual molda parte da identidade brasileira e se reinventa diante da ausência de suas figuras públicas mais emblemáticas. Tem valor histórico e cultural, ao documentar fatos, personagens e lugares que compõem o cenário do espiritismo no século XXI. O projeto inclui também versão digital e audiolivro, ampliando o acesso e respeitando os princípios de inclusão e acessibilidade.A proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91, incisos:I: facilitar o livre acesso às fontes da cultura e ao exercício dos direitos culturais;II: promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira;III: valorizar e difundir manifestações culturais e seus criadores;IV: proteger expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;V: salvaguardar modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.E no Art. 3º, incisos: II, alínea b e IV, alínea b.II - fomento à produção cultural e artística: b) edição de obras relativas às letras e às artesIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Beneficiários das passagens aéreas:- Marcelo de Paula Lemos - Proponente, coordenador-geral, repórter e redator- Fotógrafo a ser contratado após a aprovação do projeto e captaçãoImpacto ambiental:- Escolha de papel produzido a partir de fontes responsáveis (madeira utilizada na fabricação do papel proveniente de florestas que foram gerenciadas de maneira ambientalmente correta)- Tinta não tóxicaContrapartida social:- Ceder 20% do lucro obtido pelo autor com o livro à um projeto sociocultural sem fins lucrativos.- Promover o lançamento do livro em local que ofereça as condições de acessibilidade exigidas pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146, Art. 42), com entrada gratuita para toda a população.
Características técnicasTiragem: 5.000 (cinco mil) exemplaresFormato: 14x21 cm• Até 200 páginas• Miolo em papel pólen (preto e branco)• Caderno de fotos em papel tipo fotográfico (Couche 90g) - Até 20 páginas• Capa em papel brochura com orelha inteira, impressão colorida com orelhas de 8cm• Acabamento: laminação fosca, lombada quadrada
Acessibilidade física:O lançamento do livro será realizado em espaço com infraestrutura arquitetônica acessível, conforme previsto no Art. 42 da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), incluindo acesso a pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, idosos e público em geral. A entrada será gratuita.Acessibilidade comunicacional: O projeto prevê a produção de um audiolivro com narração profissional, garantindo acesso ao conteúdo para pessoas cegas ou com baixa visão. O livro digital (formato PDF) será produzido com fonte ampliada, descrição de imagens e compatibilidade com leitores de tela.O conteúdo do livro será redigido com linguagem clara e objetiva, favorecendo também a compreensão por pessoas com deficiência intelectual ou com transtornos do espectro autista.Acessibilidade na divulgação:As peças de divulgação digital (postagens, cards e convites) terão versão acessível, com uso de texto alternativo para imagens e contraste adequado. Informações sobre os recursos de acessibilidade disponíveis no projeto serão claramente indicadas nos materiais promocionais.Adaptações razoáveis:Todas as medidas propostas seguem os princípios da acessibilidade universal e das adaptações razoáveis, conforme o art. 3º da Lei nº 13.146/2015, sem gerar ônus desproporcional ao projeto.
1. Distribuição dos exemplares físicos.O projeto adota medidas de democratização de acesso cultural em consonância com os Art. 46 e 47 da Instrução Normativa nº 23/2025, especialmente no que diz respeito ao inciso I:I – Doar 10% dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% da tiragem.Com isso, serão destinados:- 500 exemplares (10%) - bibliotecas públicas, universidades e centros espíritas- 500 exemplares (10%) - divulgação (lançamentos, imprensa e eventos)- 500 exemplares (10%) - distribuição promocional por patrocinadores- 1.000 exemplares (20%) - venda via Vale-Cultura (até R$ 50,00)- 2.500 exemplares (50%) - comercializaçãoComplementando as ações de democratização, o projeto também prevê:2. Produção de PDF acessível, com fonte ampliada e descrição de imagens.3. Produção de audiolivro com audiodescrição, para atender pessoas com deficiência visual.Essas medidas asseguram que o conteúdo da obra chegue a públicos diversos, inclusive pessoas com deficiência, instituições públicas de ensino e bibliotecas, ampliando seu alcance social e cultural.
Coordenação-geral, reportagem e redação MARCELO LEMOS é jornalista formado pela Universidade de Uberaba (Uniube) e cursa pós-graduação em Cinema e Linguagem Audiovisual pela Universidade Estácio. Atualmente, é produtor de reportagem do Jornal Nacional na TV Globo, com passagens pelo Jornal Hoje e Bom Dia Brasil. Na Globo São Paulo, produziu as séries ‘JN em Família’ (60 anos da Globo) para o Jornal Nacional, ‘USP 90 anos’, ‘Futuro do Trabalho’ e ‘Um Olhar para o Centro’ para o Jornal Hoje. Na Globo Minas, foi responsável pela série ‘Eleições 2022’ para o Bom Dia Minas e pelo programa especial ‘Terra de Minas’ sobre comunidades quilombolas. Pela TV Integração, produziu uma reportagem especial para o repórter secreto Eduardo Faustini, no quadro ‘Cadê o dinheiro que tava aqui?’ do Fantástico e uma série especial sobre os 10 anos da morte de Chico Xavier.Consultoria editorial, assessoria técnica, projeto gráfico e diagramação ISRAEL DIAS DE OLIVEIRA é jornalista e editor de publicações impressas e digitais. Pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior e Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo. Edita a publicação Livro-reportagem em revista (www.livro-reportagem.com.br), é fundador da Editora Casa Flutuante (www.editoraflutuante.com.br) — especializada na produção de livros-reportagem e acadêmicos onde já trabalhou em mais de 150 livros de jornalistas, professores mestres e doutores. É autor dos livros: Corações Camponeses: crimes do Estado brasileiro (2014), Luz em preto & branco: um passeio em plano sequência pelo bairro da Luz (2016), Jornalismo na Wikipedia: uma definição de domínio público (2017), Elementos do livro-reportagem: do projeto experimental ao mercado editorial (2018) e Jornalismo declaratório (2018).Revisão de textoERLANE SILVA NUNES é professora de Língua Portuguesa e também Editora na Universidade de Uberaba (Uniube). Licenciada em Letras pela Universidade de Uberaba. Licenciada em Pedagogia pelo Passo 1. Especialista em Revisão Textual pela PUC Minas. Especialista em Editoração e Produção de textos pela Universidade de Uberaba. Possui experiência com Revisão de textos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.