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PRONAC 253867Autorizada a captação total dos recursosMecenato

AMANTIKIR: ANO ZERO

CALIGARI FILMES LTDA
Solicitado
R$ 296,6 mil
Aprovado
R$ 296,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Volta Redonda
Início
2025-09-01
Término
2028-09-01
Locais de realização (3)
Itatiaia Rio de JaneiroPorto Real Rio de JaneiroResende Rio de Janeiro

Resumo

No final de 2023, na parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, uma descoberta casual reescreveu a história: as primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, reveladas no recém nomeado Sítio Arqueológico Agulhas Negras, a cerca de 2.350 metros de altitude. "Amantikir, Ano Zero" é um filme de media-metragem, 60 minutos, formato digital 4K, que mergulha neste achado extraordinário, acompanhando cientistas (Museu Nacional/UFRJ, UERJ, Iphan), indígenas e ambientalistas na decifração destas pinturas ancestrais e no resgate da história dos povos primordiais, desde antes da chegada dos portugueses até os dias atuais.

Sinopse

Sinopse da Obra – Amantikir: Ano ZeroAmantikir: Ano Zero é um documentário de média-metragem (aproximadamente 60 minutos) que explora a descoberta das primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, situadas a mais de 2.300 metros de altitude no Sítio Arqueológico Agulhas Negras, dentro do Parque Nacional do Itatiaia. A obra não apenas registra esse achado arqueológico pioneiro, mas também reconstrói a trajetória milenar dos povos indígenas que habitaram a região de Resende e Itatiaia, desde a pré-história até os dias atuais, com base em pesquisas acadêmicas, como as do professor Ângelo Tramezzino, referência nos estudos sobre ocupação humana e cultura indígena na Serra da Mantiqueira.O filme acompanha uma equipe multidisciplinar formada por pesquisadores do Museu Nacional/UFRJ, UERJ e IPHAN, além de lideranças indígenas e ambientalistas, que analisam as pinturas rupestres e seu significado simbólico, histórico e cultural. Essas marcas ancestrais, possivelmente deixadas por grupos proto-tupi ou macro-jê, representam um "marco zero" da ocupação humana no território fluminense, revelando conexões entre arte, astronomia e rituais de povos que viveram na região há milênios.Por meio de imagens aéreas deslumbrantes, entrevistas com especialistas, reconstruções gráficas, animações 3D e simulações arqueoastronômicas, o documentário propõe uma jornada poética e científica através do tempo, investigando:A pré-história da região: Quem foram os primeiros habitantes? Como viviam? Que relações tinham com a paisagem da Mantiqueira?O significado das pinturas rupestres: Seriam mapas celestes, registros de caça ou manifestações sagradas?A continuidade cultural indígena: Como os Puris, Tupinambás e outros grupos que posteriormente habitaram a região se relacionam com esses vestígios?A resistência indígena nos séculos XIX e XX: O impacto da colonização, a dizimação de aldeias e a persistência de tradições.Os desafios atuais: A luta pela preservação do patrimônio arqueológico e a reivindicação das terras sagradas por comunidades indígenas contemporâneas.Com uma abordagem que mescla rigor científico e sensibilidade artística, Amantikir: Ano Zero (cujo título remete ao termo indígena para "Serra do Céu que Chora") busca não apenas documentar um achado arqueológico, mas também ressignificar a história do Rio de Janeiro, mostrando que, muito antes da chegada dos colonizadores, essa terra já era habitada, sonhada e ritualizada por povos originários.Referência Bibliográfica:A obra do professor/ pesquisador resendense Ângelo Tramezzino, especialista em arqueologia e história indígena da região, serve como base para contextualizar a ocupação humana na Serra da Mantiqueira, destacando a importância dos vestígios materiais e da memória oral na reconstrução desse passado.Abordagem Estética para Amantikir: Ano ZeroO documentário Amantikir: Ano Zero busca uma linguagem visual híbrida, mesclando o rigor científico da arqueologia com uma narrativa poética e contemplativa, evocando a relação sagrada entre os povos ancestrais e a paisagem da Serra da Mantiqueira. A estética do filme será marcada por: 1. Fotografia e Composição VisualCores e Texturas:Tons terrosos e minerais (ocre, ferrugem, cinzas) dominam as cenas das pinturas rupestres e cavernas, remetendo à passagem do tempo.Azuis profundos e névoas frias nas paisagens de altitude, contrastando com o dourado do nascer/pôr do sol, simbolizando a conexão entre terra e céu.Texturas ampliadas das rochas e pigmentos, capturadas em macrofotografia, revelando detalhes invisíveis a olho nu.Luz Natural e Sombras:Uso de luz difusa (névoa, amanhecer) para criar atmosferas etéreas.Sombras alongadas e contraluz em cenas de expedição, evocando mistério.Iluminação de velas ou fogueiras em reconstituições de rituais, reforçando a ancestralidade. 2. Movimentos de Câmera e PerspectivasPlanos Aéreos (Drone):Vôos sobre a Serra da Mantiqueira e o Vale do Paraíba, destacando a grandiosidade do território.Movimentos circulares em torno das formações rochosas, sugerindo sacralidade.Câmera Lenta e Estabilizada:Para ênfase em gestos (mãos tocando pinturas, pesquisadores analisando artefatos).Travellings suaves em trilhas e rios, simulando o caminhar dos antigos habitantes.Angulações:Plongée (de cima para baixo) nas cenas de escavação, dando noção de descoberta.Contra-plongée (de baixo para cima) nas filmagens de pedras e montanhas, gerando monumentalidade. 3. Recursos Gráficos e AnimaçãoReconstituições 3D e Animação:Reconstrução digital do sítio arqueológico em seu estado original.Simulações de arqueoastronomia (alinhamento das pinturas com eventos celestes).Animação em motion graphics de padrões rupestres, sugerindo significados simbólicos.Sobreposições e Efeitos:Projeções de pinturas rupestres sobre paisagens atuais, unindo passado e presente.Efeitos de desbotamento e reaparecimento para simbolizar memórias apagadas e redescobertas. 4. Trilha Sonora e Design de ÁudioAmbientação Sonora:Instrumentos indígenas (maracás, flautas de osso, tambores) em camadas sutis.Sons da natureza amplificados (vento cortante, água pingando em cavernas, grilos noturnos).Silêncios estratégicos para valorizar o impacto das descobertas.Narração e Vozes:Narração em tom poético, quase ritualístico, feita por um ator ou liderança indígena.Depoimentos de pesquisadores e indígenas em primeira pessoa, como testemunhas do tempo. 5. Edição e RitmoMontagem Não-Linear:Intercalação entre imagens científicas (microscópios, drones) e sequências contemplativas (paisagens, fogueiras).Flashbacks sem demarcação clara, sugerindo que o passado ainda habita o presente.Ritmo:Lento e meditativo nas cenas de natureza e arte rupestre.Dinâmico durante as escavações e descobertas. 6. Referências VisuaisDocumentários: Cave of Forgotten Dreams (Werner Herzog), Baraka (Ron Fricke).Cinema: The Revenant (luz natural e paisagens brutais), Embrace of the Serpent (jornada ancestral).Arte: Obras de Lygia Pape (geometria ritual) e Frans Krajcberg (natureza como vestígio). Conclusão: Uma Experiência SensorialAmantikir: Ano Zero não será apenas um registro, mas uma imersão sensorial no imaginário dos primeiros fluminenses. A estética propõe um diálogo entre ciência e espiritualidade, entre o que se vê e o que se pressente, convidando o espectador a sentir a paisagem como um arquivo vivo da memória indígena.Amantikir: Ano Zero é, portanto, uma viagem no tempo – uma celebração da resistência indígena e uma reflexão sobre o que significa, hoje, proteger essas memórias gravadas na pedra.Além do documentário, o projeto oferece os seguintes produtos culturais:Oficinas de Introdução à Produção Audiovisual: 2 oficinas gratuitas voltadas para jovens e adultos da região de Itatiaia e Resende, com carga horária de 6 horas cada. Os participantes terão contato com linguagem audiovisual, funções técnicas e noções de produção.Exibições Públicas Gratuitas: 3 sessões em espaços culturais e comunitários, seguidas de rodas de conversa com realizadores e convidados da área de arqueologia, cultura e educação.Material Educativo Complementar: publicação digital gratuita com imagens, mapas e conteúdo acessível sobre o sítio arqueológico e a importância da preservação, voltado para uso em escolas da rede pública.Lançamento Oficial e Debate: evento de estreia com exibição do documentário, presença da equipe e mesa de debate com especialistas e lideranças locais.Distribuição Digital: veiculação gratuita do documentário em plataformas como YouTube e Vimeo, garantindo acesso universal.Acessibilidade: a versão final do documentário contará com legendas descritivas, Libras e audiodescrição.Classificação indicativa etária: Livre. Indicado para todas as idades.

Objetivos

Produzir e difundir o documentário de média-metragem, com duração aproximada de 60 minutos, em formato digital 4K, com o título "Amantikir: Ano Zero", que resgata a história dos povos primordiais da serra da Mantiqueira, abrangendo um período anterior à chegada dos portugueses ate os dias atuais, tendo como ponto de partida a descoberta das primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, situadas no Parque Nacional do Itatiaia. Percorrer o circuito mundial de festivais de cinema e licenciá-lo para canais de televisão, contribuindo para o livre acesso às fontes da cultura.Promover o patrimônio arqueológico brasileiro e fomentar a conscientização pública sobre a importância da preservação cultural e ambiental.Realizar a produção de 1 documentário inédito com duração estimada de 60 minutos, em formato digital 4K, sobre o Sítio Arqueológico Agulhas Negras, no Parque Nacional do Itatiaia. Realizar ao menos 10 entrevistas com pesquisadores, arqueólogos, indígenas, ambientalistas e gestores públicos envolvidos na descoberta e análise do sítio. Registrar em alta resolução as pinturas rupestres e a paisagem do local, com uso de drone, técnicas de mapeamento 3D e recursos de pós-produção (colorização, trilha sonora original e design de som). Incluir recursos de acessibilidade no produto final: legendas, Libras e audiodescrição. Produzir ao menos 2 animações gráficas e simulações astronômicas, que ajudem a contextualizar os grafismos rupestres e possíveis conexões com a arqueoastronomia. Realizar exibições públicas e gratuitas em espaços culturais ou comunitários nos municípios de Itatiaia e Resende, seguidas de rodas de conversa com especialistas. Promover 2 oficinas gratuitas de introdução ao audiovisual, voltadas para a capacitação de jovens e moradores locais em situação de vulnerabilidade. Lançar o documentário em plataformas digitais abertas (YouTube e Vimeo), garantindo acesso gratuito ao público em geral. Entregar cópias digitais do filme para acervos da Biblioteca Municipal de Itatiaia, do Centro Cultural e de instituições parceiras como o IPHAN e o Museu Nacional/UFRJ. Desenvolver e disponibilizar 1 material educativo digital complementar, voltado para uso em escolas públicas da região.

Justificativa

A descoberta das primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, no alto da Serra da Mantiqueira, dentro do Parque Nacional do Itatiaia, representa um marco histórico e arqueológico de extrema relevância para a compreensão da ocupação humana no Sudeste brasileiro. Esses registros ancestrais, situados a mais de 2.300 metros de altitude, não apenas comprovam a presença de povos originários em um dos pontos mais inóspitos do estado, mas também abrem novas perspectivas sobre suas crenças, organização social e relação com a natureza.A Importância da Descoberta - Patrimônio Arqueológico Inédito:Até então, o Rio de Janeiro não possuía registros oficiais de pinturas rupestres, apesar de sua rica história indígena. A confirmação desses vestígios no Sítio Arqueológico Agulhas Negras preenche uma lacuna científica e reforça a necessidade de preservação da memória pré-colonial.Conexão com Povos Ancestrais:As pinturas podem estar associadas a grupos proto-tupi, macro-jê ou outros troncos linguísticos, revelando práticas rituais, astronômicas ou de territorialidade. Sua análise ajuda a reconstruir a cosmovisão indígena antes da chegada dos portugueses.A Necessidade de Resgatar a História Indígena -Apagamento Histórico e Resistência:A narrativa dominante sobre o Rio de Janeiro costuma começar com a colonização portuguesa, ignorando milênios de ocupação indígena. Documentar esses vestígios é uma forma de combater o apagamento das culturas Puris, Tupinambás, Guarulhos e outros grupos que habitaram a região.Conexão com Povos Contemporâneos:Muitas comunidades indígenas do Sudeste ainda lutam por reconhecimento e território. O filme dá voz a lideranças locais, mostrando como o passado ancestral se reflete em suas lutas atuais.Preservação Ambiental e Cultural:O Parque Nacional do Itatiaia é um santuário ecológico, mas também um sítio sagrado para povos originários. A valorização desse patrimônio fortalece a consciência sobre a relação entre cultura e meio ambiente.A Relevância do Documentário:"Amantikir: Ano Zero" não é apenas um registro arqueológico, mas um ato de resistência cultural. Ao unir ciência, história oral e arte, o filme: Revela uma face pouco conhecida da história fluminense.Educa sobre a importância da preservação de sítios sagrados.Inspira novas pesquisas e políticas públicas de proteção ao patrimônio indígena.Em um momento em que o Brasil discute reparação histórica e diversidade cultural, este projeto se torna um instrumento essencial para recontar a história a partir das vozes originárias, mostrando que, muito antes do Rio de Janeiro ser uma metrópole, ele já era Terra Indígena.O projeto se enquadra nos incisos I e IV do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois:Inciso I: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória";Inciso IV: "estimular o acesso à cultura e aos bens culturais".Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, especialmente:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.A Lei de Incentivo à Cultura, portanto, é o instrumento mais adequado para garantir que Amantikir: Ano Zero possa cumprir seu papel de registro, reflexão e democratização do acesso ao patrimônio arqueológico e histórico nacional, com ações educativas, formativas e de difusão pública.

Especificação técnica

O filme de documentário de média-metragem entitulado "Amantikir: Ano Zero" será produzido efinalizado em cinema digital 4k, colorido, com 60 minutos de duração.Classificação indicativa - LIVRE.Na produção do filme será utilizado:2 câmeras 4k Sony Fx3 e lentes.1 drone equipado com câmera 4k.Equipamento de Iluminação: dois riders de Luz, tripes de Luz, cabos e vara de contra luz, rebatedores e maisassessórios.Equipamento de Som: 1 Microfone Shotgun com vara de boom com filtros e pads, fones de ouvido e assessórios. 1Gravador de áudio tascam digital para gravação de som direto e um par de microfones de lapela, sem fio, AKG emais assessórios.Maquinário: Tripes, trilho de câmera, estabilizador, cabos, tomadas e etc.Material de Escritório: Folhas sulfite, grampeador, fita crepe, caneta, canetas de marcação. Pranchetas, envelopese etc.HD Externo para armazenar todo material bruto e editado do filme.Ilha de edição completa para a edição e montagem do filme.Refeições, transporte e hospedagem para a equipe do filme.*Demais insumos e recurso estão detalhados no Orçamento

Acessibilidade

Medidas de Acessibilidade Empregadas Conforme a Instrução Normativa MINC no 10/2023 e a Lei Brasileirade Inclusão, o projeto implementará as seguintes ações:1. Acessibilidade Comunicacional● Inclusão de legendas descritivas (LSE) no documentário,voltadas para pessoas com de ciência auditiva. ● Caso o orçamento permita, será considerada a inserção dejanela de Libras e/ou audiodescrição.● Todo o material de divulgação online contará com descriçõesde imagem. 2. Acessibilidade Atitudinal● A equipe envolvida na produção e divulgação será orientadaquanto à importância do uso de linguagem inclusiva e dorespeito à diversidade. 3. Acessibilidade Física (para eventual exibição presencial)● Será dada preferência a locais que disponham de rampas deacesso, banheiros adaptados e espaço para cadeirantes,respeitando os limites orçamentários do projeto.

Democratização do acesso

O documentário Amantikir: Ano Zero será disponibilizado gratuitamente ao público em plataformas digitais abertas (YouTube e Vimeo), garantindo acesso irrestrito à obra por meio da internet. Além disso, serão realizadas três exibições públicas presenciais e gratuitas nas cidades de Itatiaia, Resende e Visconde de Mauá, acompanhadas de debates com os realizadores e especialistas envolvidos. Como ações complementares de acesso e formação, o projeto prevê a realização de duas oficinas gratuitas de introdução ao audiovisual voltadas a jovens e moradores da região do Médio Paraíba Fluminense, com foco em técnicas de documentário e preservação de patrimônio imaterial. Será também elaborado e distribuído um material educativo digital sobre a descoberta arqueológica e sua relevância histórica, voltado a professores, estudantes e instituições de ensino, com apoio de especialistas parceiros. Para garantir acessibilidade, o documentário contará com legendas descritivas, tradução em Libras e audiodescrição, ampliando o alcance para pessoas com deficiência visual e auditiva. A estratégia de distribuição não envolve comercialização. O objetivo é promover o acesso amplo, gratuito e qualificado ao conteúdo por meio de múltiplos canais e linguagens, fomentando o debate sobre arqueologia, identidade e memória cultural.

Ficha técnica

Caligari Filmes ltda Cnpj 51.183.835/0001-65Empresa individual, proprietário Pablo Marins Bedê, criada em 2023, Volta Redonda-RJ.Produtora independente, que atua no interior do estado do Rio de Janeiro, visando a descentralização da produção de cinema, contribuindo para democratização do audivisual no país e para a construção de um retrato mais amplo e complexo da nossa cultura e memória. Em pouco tempo, a Caligari Filmes já vem se destacando com diversos projetos de documentário e ficção, incluindo os contemplados na LPG/2023: JULINHO DOS PALMARES (VR FILMES/2024), O VIOLÃO BRASILEIRO DE CIRON SILVA (VR FILMES/2024), ITATIAIA: DOS PURIS AOS TURISTAS (ITATIAIA FILMES/2024), OLHOS DE VIDRO (ITATIAIA FILMES/2024). Currículo dos principais participantes:Pablo Marins BedêFunção no Filme: Diretor/ProdutorPablo Marins Bedê tem formação técnica profissional em Direção de cinema pela AICtv e é pós-graduado em artesvisuais. Dirigiu diversos filmes de curta-metragem, programas, clipes e comerciais, incluindo o curta de ficçãoDISQUE AUTO-AJUDA (2005), e a série documental, que reúne os curtas A CURVA DO RIO (2008), A GREVE DE 1984(2008), A GREVE DE 1988 (2008) e O ACIDENTE DE JUAREZ ANTUNES (2008), PROGRAMA CANTINHO DA VOVÓ (2018),CHORO NA CALÇADA (2019). Foi assistente de direção pela AICtv nos curtas O PARTIDÃO (2007), com Isaac Bardavid,Tadeu Melo e Zezeh Barbosa, OS MORALISTAS (2007), com Mariana Santos e Leandro Goulart. Foi estagiário dedireção do cineasta Marcelo Laffitte, no longa-metragem ELVIS E MADONA (2010), com Simone Spoladore, JoséWilker, Igor Cotrim, Maitê Proença entre outros. Desde 2017, atua na memória musical do vale do Paraíba, comdiversos curtas como MESTRE MIRANDA (2019), e os filmes contemplados na LEI PAULO GUSTAVO 2023: JULINHO DOSPALMARES (2024) e O VIOLÃO BRASILEIRO DE CIRON SILVA (2024), ITATIAIA: DOS PURIS AOS TURISTAS (2024) e OLHOS DE VIDRO (2024). CPF:10842953779. Residência: Itatiaia-RJ.Thiago de Almeida Telles Função: (Produtor / Diretor)Thiago de Almeida Telles é cineasta, produtor cultural e curador, Bacharel emComunicação Social/Cinema pela Universidade Anhembi Morumbi, tem mais de 30anos dedicados a cinefilia, é um dos fundadores do site Cinema Cultura,https://encurtador.com.br/zCNZ3, que desde 2004, disponibilizou mais de quatro milfilmes de autor, cults e não comerciais. Em 2020, realizou seu primeiro documentário:Cabeças Falantes https://abre.ai/hCE3. laureado com melhor fotografia no TIFA(Festival Internacional da Cidade de Tietê) e finalista do YWIFF (Youth Impact FilmFest) em Nova Iorque escolhido entre 13 mil filmes. trabalhou como assistente dedireção em diversas produtoras de São Paulo, e, em diversos curta-metragensuniversitários ao longo da faculdade, atualmente está realizando o documentário"Viva La Libertad, Carajo!" sobre a comunidade Argentina na cidade de Armação dosBúzios. CPF: 132.278.467-13. Residência: Itatiaia-RJ Alba PinkusfeldFunção no filme: Diretora de ProduçãoAlba Lilia Pinusfeld é produtora e jornalista, formada em comunicação social pela UFRJ, pós-graduada em Film eTelevision Business pela FGV. Formação técnica em documentário com o cineasta Luiz Carlos Lacerda, ProduçãoExecutiva com a EH! Filmes, da cineasta Elisa Tolomelli e Roteiro com Ana Maria Nunes (Programa Você Decide).Atua como Produtora Musical há mais de 20 anos, trabalhando com artistas como Xangai e Elomar, com os quaisrealizou o projeto Cantoria (1984/85). Foi sócia da produtora de audiovisual Videoverso, desenvolvendo diversosprogramas institucionais de empresas como Petrobras, FGV entre outros.Daniel Fagundes Souzanome artístico: Daniel FagundesFunção no filme: Diretor de FotografiaCineasta, educomunicador e poeta, com formação técnica pelo SENAC São Paulo e pós graduação em tecnologias na aprendizagem. Co-fundador do coletivo/produtora social Caramuja Pesquisa, Memória e Audiovisual.Produziu e dirigiu uma série de documentários, ficções e curtas experimentais com destaque para Imagens de uma vida simples, sobre a trajetória do poeta negro Solano Trindade, Sangoma, sobre a saúde da mulher negra e A cama, o carma e o querer, um experimento poético sobre ancestralidade e a descoberta do prazer.Atualmente, frente a Caramuja, realizou o documentário A primeira boca, a primeira casa, sobre a renovação da tradição do Batuque deUmbigada no interior paulista, Oxente Bixiga!, sobre a memória nordestina no bairro da Bela Vista e O olhar de Edite, sobre a poetisa Dona Edite, diva da Cooperifa. Foi diretor de fotografia no Documentário Vovó Leontina do carioca Paulo Rosa, sobre uma das mais antigas famílias negras de Cachoeiras de Macacú – RJ, operador de câmera nos documentários Virados, o poder centrípeto da criação de Ricca Saito e Plínio Marcos -Nas quebradas do Mundaréu de Julio Calasso. Foi assistente de produção e operador de som direto no documentário Quem te penteia?, da Zalika Produções e diretor de fotografia no novo longa do cineasta Toni Venturi, Dentro da minha Pele, lançado pela GloboPlay.Bruna Britto (Assistente de Direção)Bruna Britto é cineasta e produtora, formada em Cinema pela Puc-Rio. No mercadoartístico desde 2018, estagiou na Globo Filmes, trabalhou como assistente de direçãoe de produção do documentário longa metragem sobre o roteirista Armando Costa,dirigido por Victor Vasconcellos, e em diversos curta-metragens universitários aolongo da faculdade. Trabalhou na produção do curta-metragem “Sua Filha”, dirigidopor Mariana Medeiros, que está circulando festivais no exterior (premiado no LBTQ+Los Angeles Film Festival, NYCA Film Festival e Canadian Cinematography Awards).Bruna foi bolsista de Iniciação Científica e realizou apresentações anuais nosSeminários de Iniciação Científica e Tecnológica da Puc-Rio durante a faculdade comtemas relacionados a cinema, filosofia, literatura e estudos de gênero. Foi uma dasfundadoras da revista de cinema Biombo Escuro e atualmente faz parte do coletivode cinema feminino Musgo Filmes. CPF: 15250639798. Residencia: Itatiaia-RJ

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.