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No final de 2023, na parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, uma descoberta casual reescreveu a história: as primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, reveladas no recém nomeado Sítio Arqueológico Agulhas Negras, a cerca de 2.350 metros de altitude. "Amantikir, Ano Zero" é um filme de media-metragem, 60 minutos, formato digital 4K, que mergulha neste achado extraordinário, acompanhando cientistas (Museu Nacional/UFRJ, UERJ, Iphan), indígenas e ambientalistas na decifração destas pinturas ancestrais e no resgate da história dos povos primordiais, desde antes da chegada dos portugueses até os dias atuais.
Sinopse da Obra – Amantikir: Ano ZeroAmantikir: Ano Zero é um documentário de média-metragem (aproximadamente 60 minutos) que explora a descoberta das primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, situadas a mais de 2.300 metros de altitude no Sítio Arqueológico Agulhas Negras, dentro do Parque Nacional do Itatiaia. A obra não apenas registra esse achado arqueológico pioneiro, mas também reconstrói a trajetória milenar dos povos indígenas que habitaram a região de Resende e Itatiaia, desde a pré-história até os dias atuais, com base em pesquisas acadêmicas, como as do professor Ângelo Tramezzino, referência nos estudos sobre ocupação humana e cultura indígena na Serra da Mantiqueira.O filme acompanha uma equipe multidisciplinar formada por pesquisadores do Museu Nacional/UFRJ, UERJ e IPHAN, além de lideranças indígenas e ambientalistas, que analisam as pinturas rupestres e seu significado simbólico, histórico e cultural. Essas marcas ancestrais, possivelmente deixadas por grupos proto-tupi ou macro-jê, representam um "marco zero" da ocupação humana no território fluminense, revelando conexões entre arte, astronomia e rituais de povos que viveram na região há milênios.Por meio de imagens aéreas deslumbrantes, entrevistas com especialistas, reconstruções gráficas, animações 3D e simulações arqueoastronômicas, o documentário propõe uma jornada poética e científica através do tempo, investigando:A pré-história da região: Quem foram os primeiros habitantes? Como viviam? Que relações tinham com a paisagem da Mantiqueira?O significado das pinturas rupestres: Seriam mapas celestes, registros de caça ou manifestações sagradas?A continuidade cultural indígena: Como os Puris, Tupinambás e outros grupos que posteriormente habitaram a região se relacionam com esses vestígios?A resistência indígena nos séculos XIX e XX: O impacto da colonização, a dizimação de aldeias e a persistência de tradições.Os desafios atuais: A luta pela preservação do patrimônio arqueológico e a reivindicação das terras sagradas por comunidades indígenas contemporâneas.Com uma abordagem que mescla rigor científico e sensibilidade artística, Amantikir: Ano Zero (cujo título remete ao termo indígena para "Serra do Céu que Chora") busca não apenas documentar um achado arqueológico, mas também ressignificar a história do Rio de Janeiro, mostrando que, muito antes da chegada dos colonizadores, essa terra já era habitada, sonhada e ritualizada por povos originários.Referência Bibliográfica:A obra do professor/ pesquisador resendense Ângelo Tramezzino, especialista em arqueologia e história indígena da região, serve como base para contextualizar a ocupação humana na Serra da Mantiqueira, destacando a importância dos vestígios materiais e da memória oral na reconstrução desse passado.Abordagem Estética para Amantikir: Ano ZeroO documentário Amantikir: Ano Zero busca uma linguagem visual híbrida, mesclando o rigor científico da arqueologia com uma narrativa poética e contemplativa, evocando a relação sagrada entre os povos ancestrais e a paisagem da Serra da Mantiqueira. A estética do filme será marcada por: 1. Fotografia e Composição VisualCores e Texturas:Tons terrosos e minerais (ocre, ferrugem, cinzas) dominam as cenas das pinturas rupestres e cavernas, remetendo à passagem do tempo.Azuis profundos e névoas frias nas paisagens de altitude, contrastando com o dourado do nascer/pôr do sol, simbolizando a conexão entre terra e céu.Texturas ampliadas das rochas e pigmentos, capturadas em macrofotografia, revelando detalhes invisíveis a olho nu.Luz Natural e Sombras:Uso de luz difusa (névoa, amanhecer) para criar atmosferas etéreas.Sombras alongadas e contraluz em cenas de expedição, evocando mistério.Iluminação de velas ou fogueiras em reconstituições de rituais, reforçando a ancestralidade. 2. Movimentos de Câmera e PerspectivasPlanos Aéreos (Drone):Vôos sobre a Serra da Mantiqueira e o Vale do Paraíba, destacando a grandiosidade do território.Movimentos circulares em torno das formações rochosas, sugerindo sacralidade.Câmera Lenta e Estabilizada:Para ênfase em gestos (mãos tocando pinturas, pesquisadores analisando artefatos).Travellings suaves em trilhas e rios, simulando o caminhar dos antigos habitantes.Angulações:Plongée (de cima para baixo) nas cenas de escavação, dando noção de descoberta.Contra-plongée (de baixo para cima) nas filmagens de pedras e montanhas, gerando monumentalidade. 3. Recursos Gráficos e AnimaçãoReconstituições 3D e Animação:Reconstrução digital do sítio arqueológico em seu estado original.Simulações de arqueoastronomia (alinhamento das pinturas com eventos celestes).Animação em motion graphics de padrões rupestres, sugerindo significados simbólicos.Sobreposições e Efeitos:Projeções de pinturas rupestres sobre paisagens atuais, unindo passado e presente.Efeitos de desbotamento e reaparecimento para simbolizar memórias apagadas e redescobertas. 4. Trilha Sonora e Design de ÁudioAmbientação Sonora:Instrumentos indígenas (maracás, flautas de osso, tambores) em camadas sutis.Sons da natureza amplificados (vento cortante, água pingando em cavernas, grilos noturnos).Silêncios estratégicos para valorizar o impacto das descobertas.Narração e Vozes:Narração em tom poético, quase ritualístico, feita por um ator ou liderança indígena.Depoimentos de pesquisadores e indígenas em primeira pessoa, como testemunhas do tempo. 5. Edição e RitmoMontagem Não-Linear:Intercalação entre imagens científicas (microscópios, drones) e sequências contemplativas (paisagens, fogueiras).Flashbacks sem demarcação clara, sugerindo que o passado ainda habita o presente.Ritmo:Lento e meditativo nas cenas de natureza e arte rupestre.Dinâmico durante as escavações e descobertas. 6. Referências VisuaisDocumentários: Cave of Forgotten Dreams (Werner Herzog), Baraka (Ron Fricke).Cinema: The Revenant (luz natural e paisagens brutais), Embrace of the Serpent (jornada ancestral).Arte: Obras de Lygia Pape (geometria ritual) e Frans Krajcberg (natureza como vestígio). Conclusão: Uma Experiência SensorialAmantikir: Ano Zero não será apenas um registro, mas uma imersão sensorial no imaginário dos primeiros fluminenses. A estética propõe um diálogo entre ciência e espiritualidade, entre o que se vê e o que se pressente, convidando o espectador a sentir a paisagem como um arquivo vivo da memória indígena.Amantikir: Ano Zero é, portanto, uma viagem no tempo – uma celebração da resistência indígena e uma reflexão sobre o que significa, hoje, proteger essas memórias gravadas na pedra.Além do documentário, o projeto oferece os seguintes produtos culturais:Oficinas de Introdução à Produção Audiovisual: 2 oficinas gratuitas voltadas para jovens e adultos da região de Itatiaia e Resende, com carga horária de 6 horas cada. Os participantes terão contato com linguagem audiovisual, funções técnicas e noções de produção.Exibições Públicas Gratuitas: 3 sessões em espaços culturais e comunitários, seguidas de rodas de conversa com realizadores e convidados da área de arqueologia, cultura e educação.Material Educativo Complementar: publicação digital gratuita com imagens, mapas e conteúdo acessível sobre o sítio arqueológico e a importância da preservação, voltado para uso em escolas da rede pública.Lançamento Oficial e Debate: evento de estreia com exibição do documentário, presença da equipe e mesa de debate com especialistas e lideranças locais.Distribuição Digital: veiculação gratuita do documentário em plataformas como YouTube e Vimeo, garantindo acesso universal.Acessibilidade: a versão final do documentário contará com legendas descritivas, Libras e audiodescrição.Classificação indicativa etária: Livre. Indicado para todas as idades.
Produzir e difundir o documentário de média-metragem, com duração aproximada de 60 minutos, em formato digital 4K, com o título "Amantikir: Ano Zero", que resgata a história dos povos primordiais da serra da Mantiqueira, abrangendo um período anterior à chegada dos portugueses ate os dias atuais, tendo como ponto de partida a descoberta das primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, situadas no Parque Nacional do Itatiaia. Percorrer o circuito mundial de festivais de cinema e licenciá-lo para canais de televisão, contribuindo para o livre acesso às fontes da cultura.Promover o patrimônio arqueológico brasileiro e fomentar a conscientização pública sobre a importância da preservação cultural e ambiental.Realizar a produção de 1 documentário inédito com duração estimada de 60 minutos, em formato digital 4K, sobre o Sítio Arqueológico Agulhas Negras, no Parque Nacional do Itatiaia. Realizar ao menos 10 entrevistas com pesquisadores, arqueólogos, indígenas, ambientalistas e gestores públicos envolvidos na descoberta e análise do sítio. Registrar em alta resolução as pinturas rupestres e a paisagem do local, com uso de drone, técnicas de mapeamento 3D e recursos de pós-produção (colorização, trilha sonora original e design de som). Incluir recursos de acessibilidade no produto final: legendas, Libras e audiodescrição. Produzir ao menos 2 animações gráficas e simulações astronômicas, que ajudem a contextualizar os grafismos rupestres e possíveis conexões com a arqueoastronomia. Realizar exibições públicas e gratuitas em espaços culturais ou comunitários nos municípios de Itatiaia e Resende, seguidas de rodas de conversa com especialistas. Promover 2 oficinas gratuitas de introdução ao audiovisual, voltadas para a capacitação de jovens e moradores locais em situação de vulnerabilidade. Lançar o documentário em plataformas digitais abertas (YouTube e Vimeo), garantindo acesso gratuito ao público em geral. Entregar cópias digitais do filme para acervos da Biblioteca Municipal de Itatiaia, do Centro Cultural e de instituições parceiras como o IPHAN e o Museu Nacional/UFRJ. Desenvolver e disponibilizar 1 material educativo digital complementar, voltado para uso em escolas públicas da região.
A descoberta das primeiras pinturas rupestres confirmadas no estado do Rio de Janeiro, no alto da Serra da Mantiqueira, dentro do Parque Nacional do Itatiaia, representa um marco histórico e arqueológico de extrema relevância para a compreensão da ocupação humana no Sudeste brasileiro. Esses registros ancestrais, situados a mais de 2.300 metros de altitude, não apenas comprovam a presença de povos originários em um dos pontos mais inóspitos do estado, mas também abrem novas perspectivas sobre suas crenças, organização social e relação com a natureza.A Importância da Descoberta - Patrimônio Arqueológico Inédito:Até então, o Rio de Janeiro não possuía registros oficiais de pinturas rupestres, apesar de sua rica história indígena. A confirmação desses vestígios no Sítio Arqueológico Agulhas Negras preenche uma lacuna científica e reforça a necessidade de preservação da memória pré-colonial.Conexão com Povos Ancestrais:As pinturas podem estar associadas a grupos proto-tupi, macro-jê ou outros troncos linguísticos, revelando práticas rituais, astronômicas ou de territorialidade. Sua análise ajuda a reconstruir a cosmovisão indígena antes da chegada dos portugueses.A Necessidade de Resgatar a História Indígena -Apagamento Histórico e Resistência:A narrativa dominante sobre o Rio de Janeiro costuma começar com a colonização portuguesa, ignorando milênios de ocupação indígena. Documentar esses vestígios é uma forma de combater o apagamento das culturas Puris, Tupinambás, Guarulhos e outros grupos que habitaram a região.Conexão com Povos Contemporâneos:Muitas comunidades indígenas do Sudeste ainda lutam por reconhecimento e território. O filme dá voz a lideranças locais, mostrando como o passado ancestral se reflete em suas lutas atuais.Preservação Ambiental e Cultural:O Parque Nacional do Itatiaia é um santuário ecológico, mas também um sítio sagrado para povos originários. A valorização desse patrimônio fortalece a consciência sobre a relação entre cultura e meio ambiente.A Relevância do Documentário:"Amantikir: Ano Zero" não é apenas um registro arqueológico, mas um ato de resistência cultural. Ao unir ciência, história oral e arte, o filme: Revela uma face pouco conhecida da história fluminense.Educa sobre a importância da preservação de sítios sagrados.Inspira novas pesquisas e políticas públicas de proteção ao patrimônio indígena.Em um momento em que o Brasil discute reparação histórica e diversidade cultural, este projeto se torna um instrumento essencial para recontar a história a partir das vozes originárias, mostrando que, muito antes do Rio de Janeiro ser uma metrópole, ele já era Terra Indígena.O projeto se enquadra nos incisos I e IV do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois:Inciso I: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória";Inciso IV: "estimular o acesso à cultura e aos bens culturais".Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, especialmente:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.A Lei de Incentivo à Cultura, portanto, é o instrumento mais adequado para garantir que Amantikir: Ano Zero possa cumprir seu papel de registro, reflexão e democratização do acesso ao patrimônio arqueológico e histórico nacional, com ações educativas, formativas e de difusão pública.
O filme de documentário de média-metragem entitulado "Amantikir: Ano Zero" será produzido efinalizado em cinema digital 4k, colorido, com 60 minutos de duração.Classificação indicativa - LIVRE.Na produção do filme será utilizado:2 câmeras 4k Sony Fx3 e lentes.1 drone equipado com câmera 4k.Equipamento de Iluminação: dois riders de Luz, tripes de Luz, cabos e vara de contra luz, rebatedores e maisassessórios.Equipamento de Som: 1 Microfone Shotgun com vara de boom com filtros e pads, fones de ouvido e assessórios. 1Gravador de áudio tascam digital para gravação de som direto e um par de microfones de lapela, sem fio, AKG emais assessórios.Maquinário: Tripes, trilho de câmera, estabilizador, cabos, tomadas e etc.Material de Escritório: Folhas sulfite, grampeador, fita crepe, caneta, canetas de marcação. Pranchetas, envelopese etc.HD Externo para armazenar todo material bruto e editado do filme.Ilha de edição completa para a edição e montagem do filme.Refeições, transporte e hospedagem para a equipe do filme.*Demais insumos e recurso estão detalhados no Orçamento
Medidas de Acessibilidade Empregadas Conforme a Instrução Normativa MINC no 10/2023 e a Lei Brasileirade Inclusão, o projeto implementará as seguintes ações:1. Acessibilidade Comunicacional● Inclusão de legendas descritivas (LSE) no documentário,voltadas para pessoas com de ciência auditiva. ● Caso o orçamento permita, será considerada a inserção dejanela de Libras e/ou audiodescrição.● Todo o material de divulgação online contará com descriçõesde imagem. 2. Acessibilidade Atitudinal● A equipe envolvida na produção e divulgação será orientadaquanto à importância do uso de linguagem inclusiva e dorespeito à diversidade. 3. Acessibilidade Física (para eventual exibição presencial)● Será dada preferência a locais que disponham de rampas deacesso, banheiros adaptados e espaço para cadeirantes,respeitando os limites orçamentários do projeto.
O documentário Amantikir: Ano Zero será disponibilizado gratuitamente ao público em plataformas digitais abertas (YouTube e Vimeo), garantindo acesso irrestrito à obra por meio da internet. Além disso, serão realizadas três exibições públicas presenciais e gratuitas nas cidades de Itatiaia, Resende e Visconde de Mauá, acompanhadas de debates com os realizadores e especialistas envolvidos. Como ações complementares de acesso e formação, o projeto prevê a realização de duas oficinas gratuitas de introdução ao audiovisual voltadas a jovens e moradores da região do Médio Paraíba Fluminense, com foco em técnicas de documentário e preservação de patrimônio imaterial. Será também elaborado e distribuído um material educativo digital sobre a descoberta arqueológica e sua relevância histórica, voltado a professores, estudantes e instituições de ensino, com apoio de especialistas parceiros. Para garantir acessibilidade, o documentário contará com legendas descritivas, tradução em Libras e audiodescrição, ampliando o alcance para pessoas com deficiência visual e auditiva. A estratégia de distribuição não envolve comercialização. O objetivo é promover o acesso amplo, gratuito e qualificado ao conteúdo por meio de múltiplos canais e linguagens, fomentando o debate sobre arqueologia, identidade e memória cultural.
Caligari Filmes ltda Cnpj 51.183.835/0001-65Empresa individual, proprietário Pablo Marins Bedê, criada em 2023, Volta Redonda-RJ.Produtora independente, que atua no interior do estado do Rio de Janeiro, visando a descentralização da produção de cinema, contribuindo para democratização do audivisual no país e para a construção de um retrato mais amplo e complexo da nossa cultura e memória. Em pouco tempo, a Caligari Filmes já vem se destacando com diversos projetos de documentário e ficção, incluindo os contemplados na LPG/2023: JULINHO DOS PALMARES (VR FILMES/2024), O VIOLÃO BRASILEIRO DE CIRON SILVA (VR FILMES/2024), ITATIAIA: DOS PURIS AOS TURISTAS (ITATIAIA FILMES/2024), OLHOS DE VIDRO (ITATIAIA FILMES/2024). Currículo dos principais participantes:Pablo Marins BedêFunção no Filme: Diretor/ProdutorPablo Marins Bedê tem formação técnica profissional em Direção de cinema pela AICtv e é pós-graduado em artesvisuais. Dirigiu diversos filmes de curta-metragem, programas, clipes e comerciais, incluindo o curta de ficçãoDISQUE AUTO-AJUDA (2005), e a série documental, que reúne os curtas A CURVA DO RIO (2008), A GREVE DE 1984(2008), A GREVE DE 1988 (2008) e O ACIDENTE DE JUAREZ ANTUNES (2008), PROGRAMA CANTINHO DA VOVÓ (2018),CHORO NA CALÇADA (2019). Foi assistente de direção pela AICtv nos curtas O PARTIDÃO (2007), com Isaac Bardavid,Tadeu Melo e Zezeh Barbosa, OS MORALISTAS (2007), com Mariana Santos e Leandro Goulart. Foi estagiário dedireção do cineasta Marcelo Laffitte, no longa-metragem ELVIS E MADONA (2010), com Simone Spoladore, JoséWilker, Igor Cotrim, Maitê Proença entre outros. Desde 2017, atua na memória musical do vale do Paraíba, comdiversos curtas como MESTRE MIRANDA (2019), e os filmes contemplados na LEI PAULO GUSTAVO 2023: JULINHO DOSPALMARES (2024) e O VIOLÃO BRASILEIRO DE CIRON SILVA (2024), ITATIAIA: DOS PURIS AOS TURISTAS (2024) e OLHOS DE VIDRO (2024). CPF:10842953779. Residência: Itatiaia-RJ.Thiago de Almeida Telles Função: (Produtor / Diretor)Thiago de Almeida Telles é cineasta, produtor cultural e curador, Bacharel emComunicação Social/Cinema pela Universidade Anhembi Morumbi, tem mais de 30anos dedicados a cinefilia, é um dos fundadores do site Cinema Cultura,https://encurtador.com.br/zCNZ3, que desde 2004, disponibilizou mais de quatro milfilmes de autor, cults e não comerciais. Em 2020, realizou seu primeiro documentário:Cabeças Falantes https://abre.ai/hCE3. laureado com melhor fotografia no TIFA(Festival Internacional da Cidade de Tietê) e finalista do YWIFF (Youth Impact FilmFest) em Nova Iorque escolhido entre 13 mil filmes. trabalhou como assistente dedireção em diversas produtoras de São Paulo, e, em diversos curta-metragensuniversitários ao longo da faculdade, atualmente está realizando o documentário"Viva La Libertad, Carajo!" sobre a comunidade Argentina na cidade de Armação dosBúzios. CPF: 132.278.467-13. Residência: Itatiaia-RJ Alba PinkusfeldFunção no filme: Diretora de ProduçãoAlba Lilia Pinusfeld é produtora e jornalista, formada em comunicação social pela UFRJ, pós-graduada em Film eTelevision Business pela FGV. Formação técnica em documentário com o cineasta Luiz Carlos Lacerda, ProduçãoExecutiva com a EH! Filmes, da cineasta Elisa Tolomelli e Roteiro com Ana Maria Nunes (Programa Você Decide).Atua como Produtora Musical há mais de 20 anos, trabalhando com artistas como Xangai e Elomar, com os quaisrealizou o projeto Cantoria (1984/85). Foi sócia da produtora de audiovisual Videoverso, desenvolvendo diversosprogramas institucionais de empresas como Petrobras, FGV entre outros.Daniel Fagundes Souzanome artístico: Daniel FagundesFunção no filme: Diretor de FotografiaCineasta, educomunicador e poeta, com formação técnica pelo SENAC São Paulo e pós graduação em tecnologias na aprendizagem. Co-fundador do coletivo/produtora social Caramuja Pesquisa, Memória e Audiovisual.Produziu e dirigiu uma série de documentários, ficções e curtas experimentais com destaque para Imagens de uma vida simples, sobre a trajetória do poeta negro Solano Trindade, Sangoma, sobre a saúde da mulher negra e A cama, o carma e o querer, um experimento poético sobre ancestralidade e a descoberta do prazer.Atualmente, frente a Caramuja, realizou o documentário A primeira boca, a primeira casa, sobre a renovação da tradição do Batuque deUmbigada no interior paulista, Oxente Bixiga!, sobre a memória nordestina no bairro da Bela Vista e O olhar de Edite, sobre a poetisa Dona Edite, diva da Cooperifa. Foi diretor de fotografia no Documentário Vovó Leontina do carioca Paulo Rosa, sobre uma das mais antigas famílias negras de Cachoeiras de Macacú – RJ, operador de câmera nos documentários Virados, o poder centrípeto da criação de Ricca Saito e Plínio Marcos -Nas quebradas do Mundaréu de Julio Calasso. Foi assistente de produção e operador de som direto no documentário Quem te penteia?, da Zalika Produções e diretor de fotografia no novo longa do cineasta Toni Venturi, Dentro da minha Pele, lançado pela GloboPlay.Bruna Britto (Assistente de Direção)Bruna Britto é cineasta e produtora, formada em Cinema pela Puc-Rio. No mercadoartístico desde 2018, estagiou na Globo Filmes, trabalhou como assistente de direçãoe de produção do documentário longa metragem sobre o roteirista Armando Costa,dirigido por Victor Vasconcellos, e em diversos curta-metragens universitários aolongo da faculdade. Trabalhou na produção do curta-metragem “Sua Filha”, dirigidopor Mariana Medeiros, que está circulando festivais no exterior (premiado no LBTQ+Los Angeles Film Festival, NYCA Film Festival e Canadian Cinematography Awards).Bruna foi bolsista de Iniciação Científica e realizou apresentações anuais nosSeminários de Iniciação Científica e Tecnológica da Puc-Rio durante a faculdade comtemas relacionados a cinema, filosofia, literatura e estudos de gênero. Foi uma dasfundadoras da revista de cinema Biombo Escuro e atualmente faz parte do coletivode cinema feminino Musgo Filmes. CPF: 15250639798. Residencia: Itatiaia-RJ
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.