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PRONAC 253868Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ENTRE ONDAS

KALI DURGE PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 999,6 mil
Aprovado
R$ 999,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-01
Término
2027-02-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Entre Ondas é um documentário audiovisual de 60 minutos, em Full HD, para ser exibido em Plataformas Digitais Gratuitas da Internet. Este média-metragem documental rompe o silêncio sobre a menopausa, sensibilizando o público para seus aspectos físicos, emocionais, sociais e culturais. A proposta combina entrevistas com mulheres reais, depoimentos de especialistas e registros de grupos de acolhimento. Utiliza recursos artísticos como animações sensoriais, dramatizações estilizadas e material de arquivo histórico. Emprega técnicas imersivas de linguagem audiovisual _ câmera térmica para traduzir sensações físicas invisíveis e som binaural para intensificar a experiência sensorial. Busca fomentar redes de apoio, gerar impacto social e ampliar a representatividade de mulheres 40+ no audiovisual.

Sinopse

Entre Ondas é um documentário audiovisual de 60 minutos, em Full HD, para ser exibido em Plataformas Digitais Gratuitas da Internet. Este média-metragem documental rompe o silêncio sobre a menopausa, sensibilizando o público para seus aspectos físicos, emocionais, sociais e culturais. A proposta combina entrevistas com mulheres reais, depoimentos de especialistas e registros de grupos de acolhimento.

Objetivos

Objetivo Geral Documentar e dar voz à diversidade de vivências da menopausa no Brasil — atravessando regiões, classes sociais, etnias e identidades de gênero —, revelando tanto o impacto biológico dos sintomas quanto as estratégias coletivas e artísticas de resistência, acolhimento e reconfiguração de significados em torno dessa transição. Objetivos Específicos Apresentar trajetórias pessoais em quatro regiões do país (Nordeste, Sudeste, Norte e casos de menopausa precoce), destacando como fatores como racismo institucional, informalidade e acesso desigual à saúde moldam as experiências corporais e emocionais. Mapear e registrar práticas artísticas (performances, instalações e animações) que transformam o corpo em matéria-prima estética, revendicando presença para mulheres que fogem ao culto à juventude. Documentar a formação e atuação de redes de apoio informais — grupos semanais, trocas entre vizinhas e casas de acolhimento — como estratégias de escuta, resistência e compartilhamento de informações confiáveis. Incluir a perspectiva de pessoas trans em processo de afirmação de gênero que vivem variações hormonais semelhantes às da menopausa, ampliando o debate sobre políticas públicas e narrativas culturais. Evidenciar o papel de objetos cotidianos (ventiladores, lenços, remédios, espelhos e diários) como registros íntimos e políticos das transformações corporais e afetivas da menopausa.Combinar depoimentos, imagens de arquivo, dramatizações estilizadas e recursos sensoriais (câmera térmica, som binaural) para criar uma linguagem audiovisual imersiva que traduza o inefável das sensações físicas e emocionais. Contribuir para o fortalecimento de políticas de saúde e a construção de novos imaginários culturais sobre o envelhecimento feminino, fomentando redes de apoio e ampliando a representatividade de pessoas 40+ no audiovisual.

Justificativa

A menopausa afeta milhões de mulheres no Brasil e mais da metade da população mundial em algum momento da vida. Ainda assim, permanece envolta em silêncio, negligência e desinformação. Pouco representada na mídia, invisível nas políticas públicas e ignorada no ambiente de trabalho, essa fase da vida feminina segue marcada por estigmas que reforçam a exclusão de mulheres maduras dos espaços sociais, culturais e econômicos. No Brasil, mais de 25 milhões de mulheres estão no climatério ou próximas dele — muitas ainda inseridas ativamente no mercado de trabalho. Sintomas como insônia, ansiedade, fadiga e lapsos de memória, frequentemente subestimados, afetam diretamente sua qualidade de vida, resultando em afastamentos e desistências que poderiam ser evitados com informação, acolhimento e políticas efetivas de suporte. Entre Ondas nasce como resposta a essa lacuna histórica. O filme mergulha na pluralidade de experiências vividas durante a menopausa, acompanhando mulheres de diferentes contextos enquanto enfrentam transformações físicas, emocionais e sociais. Ao unir estética, escuta e urgência social, a produção contribui para a construção de novos imaginários sobre o envelhecimento feminino — promovendo o debate público, incentivando políticas de saúde e inclusão no trabalho, e valorizando corpos que seguem vivos, pensantes e potentes, mesmo quando o mundo tenta silenciá-los.

Especificação técnica

Documentário Média-Metragem, Full HD, aproximadamente 30 minutos para Internet e classificação indicativa livre. Equipamentos: Câmera Full HD (2 unidades) Lentes auxiliares para câmeras GoPro ou Similar para Sub-Aquáticas Taskam ou Zoom (captação de áudio) Microfone Boom e/ou Lapela (captação de áudio) Iluminação LED (auxiliares para captação internas e externas) Mac Book Pro (cópia e organização do material captado) Insumos: Armazenamento, tipo HD Externos de Mesa (2 unidades) Recursos Humanos: Diretor de Fotografia Assistente de Câmera Operador de Som Direto Diretor Artístico Coordenação de Produção Produtor de Campo Produtor Executivo

Acessibilidade

Produto: Média-Metragem / Documentário Nosso projeto contempla: ANEXO III ACESSIBILIDADE I. Acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. O documentário poderá chegar aos locais mais remotos por se tratar de uma obra audiovisual, acessível através de antenas parabólicas ou através da internet. Em ambos os casos o documentário estará disponível. É um assunto muito importante para que todas as mulheres do país tenham acesso. III. Acessibilidade arquitetônica: Proporciona a utilização de maneira autônoma, independente e segura aos ambientes, edificações, mobiliários, equipamentos urbanos e elementos para todas as pessoas, sem a presença de barreiras, que impeçam a participação plena na sociedade. Esse item se aplica da mesma maneira que o item 1, pois trata-se de uma obra audiovisual com capacidade de ser exibida em qualquer localidade. IV. Acessibilidade comunicacional: é a possibilidade de toda e qualquer pessoa acessar e participar de práticas comunicacionais e informacionais, em igualdade de oportunidades, por meio da utilização de diferentes recursos de acessibilidade e estratégias. Envolvem a comunicação interpessoal, escrita, audiovisual, digital, não se limitando a elas. O uso de diferentes línguas, códigos e linguagens, de forma combinada, amplia as possibilidades de comunicação para todas as pessoas." O documentário terá acessibilidade auditiva, através dos depoimentos dos personagens do filme; escrita, através de legendas em nosso idioma oficial (português), inclusive para traduzir eventuais idiomas diferentes do nosso; narração das ações atravês da audiodescrição. V. Acessibilidade Cultural: Concepção e garantia de ambientes, serviços, ações, programações, bens, patrimônio e produtos culturais que considerem o uso, a fruição, a difusão, a participação e o pertencimento de todas as pessoas com e sem deficiência, levando em conta suas condições físicas, sensoriais, intelectuais, interativo-sociais, culturais e demais processos demandados pelas diferenças e diversidades humanas. Trata-se de um documentário sobre as mulheres, independente da origem ou condição. VII. Audiodescrição: É uma modalidade de tradução, de natureza intersemiótica, que visa tornar as produções culturais acessíveis às pessoas com deficiência visual, bem como outros públicos. Descreve os elementos visuais importantes para a compreensão, fruição e participação nas diferentes manifestações culturais. A audiodescrição ocorre nas modalidades escrita, ao vivo ou gravada, sendo utilizada em todos os campos da arte e cultura. Deve ser sempre desenvolvida em equipe, por audiodescritores e com consultores com deficiência visual, com formação na área. Nosso documentário terá audiodescrição. X. Capacitismo: é a discriminação ou violência praticadas contra as pessoas com deficiência, hierarquizando em função da lógica e padrão de "normalidade. Parte do mesmo princípio de outros preconceitos como o sexismo, o racismo e a homofobia. Neste sentido, a concepção capacitista está intimamente ligada à corponormatividade, que considera determinados corpos como inferiores, incompletos ou passíveis de reparação, quando situados em relação aos padrões corporais e hegemônicos. Nosso documentário trata todos os personagens com igualdade. XI. Comunicação: forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras opções, as línguas, inclusive a Língua Brasileira de Sinais (Libras), a visualização de textos, o Braille, o sistema de sinalização ou de comunicação tátil, os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral, os sistemas auditivos e os meios de voz digitalizados e os modos, meios e formatos aumentativos e alternativos de comunicação, incluindo as tecnologias da informação e das comunicações. Nosso documentário terá a opção das LIBRAS como acesso ao conteúdo. XII. Culturas Surdas: Termo consolidado e difundido por diversas comunidades surdas de diferentes países do mundo, diz respeito aos aspectos identitários como as Línguas de Sinais, a experiência visual e uma totalidade de práticas e produções específicas que caracterizam e reafirmam uma identidade cultural, histórica, política e linguística. Nosso documentário terá a opção das LIBRAS como acesso ao conteúdo. XIV. Equidade: é um conceito vinculado à noção de justiça social, participação e inclusão, sendo fundamental na implementação das políticas públicas, que visam contribuir com a redução das desigualdades advindas da pobreza, do racismo, do capacitismo, do machismo e da LGBT-fobia, por exemplo. A equidade reconhece as diferenças, garante oportunidades diversas, de acordo com as necessidades singulares de cada pessoa. Nosso documentário fala sobre mulheres, que nem sempre têm a possibilidade de contar suas histórias e suas necessidades nesse caso específico sobre o tema do filme. XV. Equiparação de oportunidades: garante que todas as pessoas tenham condições de participar com igualdade de oportunidades nos âmbitos, por exemplo, sociais, econômicos, políticos e culturais. O princípio da equiparação de oportunidades contribui com a eliminação das desigualdades e barreiras. Iremos mostrar mulheres de muitas regiões brasileiras. XVIII. Inclusão: garantia de respeito e incorporação das identidades sociais, culturais, afetivas, étnicas, de gênero e físicas de todos os envolvidos. O nosso tema aborda mulheres e suas dificuldades. XX. Janela de Interpretação de Língua de Sinais: é o espaço destinado à tradução entre uma língua de sinais e outra língua oral ou entre duas línguas de sinais, feita por Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais (TILS), na qual o conteúdo de uma produção cultural é traduzido num quadro reservado, preferencialmente, no canto inferior esquerdo da tela, exibido simultaneamente à programação. Nosso documentário terá a opção das LIBRAS como acesso ao conteúdo. XXI. Legendas para surdos e ensurdecidos: legendas que descrevem diálogos, personagens e elementos narrativos não-verbais, como música e efeitos sonoros. As legendas descritivas, também chamadas de legendas ocultas, destinam-se especialmente aos espectadores que apresentam alguma deficiência auditiva ou surdez, fazendo com que tenham informações importantes para o entendimento da obra. Teremos, em nosso documentário, a disponibilidade de Legendagem Descritiva. XXII. Libras: a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A Língua de Sinais não é universal e é construída continuamente, articulando as Culturas Surdas, com a cultura do país e região onde ela se desenvolve. Nosso documentário terá a opção das LIBRAS como acesso ao conteúdo. XXIII. Linguagem Simples: é um recurso de acessibilidade comunicacional, que utiliza estratégias de comunicação que transmitem informações de maneira simples, direta e inclusiva. Uma comunicação é considerada simples quando a pessoa que lê o texto ou que escuta a mensagem consegue entender e compreender com autonomia. Nossa linguagem é de fácil interpretação, justamente por se tratar de mulheres com problemas comuns entre todas elas.

Democratização do acesso

Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). § 1º As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessões exclusivas. § 2º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013; II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; e III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. § 3º Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso inteiro ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). § 4º O valor total da receita prevista no projeto deve ser igual ou inferior ao Valor Total do Projeto conforme inciso LXVIII do ANEXO I. § 5º É permitida a transferência de quantitativos não utilizados nas cotas dos incisos I e II para a cota prevista nos incisos III e IV do caput. § 6º Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012. § 7º A distribuição gratuita prevista no inciso III do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural. § 8º As obras audiovisuais resultantes de projetos de preservação de que trata o ANEXO I consideram-se licenciadas, a título não oneroso e não exclusivo, para exibição em plataformas públicas ou mantidas com recursos públicos e em estabelecimentos públicos de ensino e cultura quando: I - decorridos quatro anos da entrega final ao Ministério da Cultura; e II - o proponente do projeto for o titular dos direitos autorais das obras ou tiver autorização expressa do titular para negociar a licença para exibição. Trata-se de um documentário que ficará em plataformas digitais da internet gratuitas. Portanto, estará acessível a todas as pessoas, independente da forma acessada, de maneira gratuita. Seção III Das Medidas de Ampliação de Acesso Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas em residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede de Atenção Psicossocial; VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura. Art. 48. Para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino. Para todas as condições colocadas nesse artigo, nosso documentário se encaixa, pois o mesmo estará disponível gratuitamente e de forma democrática através da INTERNET, em acesso pelas Plataformas Gratuitas de vídeo, com a possibilidade de hospedagem do filme em qualquer outro equipamento, sem restrições.

Ficha técnica

MARCELA COELHO - DIRETORA E PRODUTORA EXECUTIVA Responsável pela Proponente, Coordenadora Geral do Projeto e Produtora Executiva - Profissional Remunerado Produtora, Diretora e Roteirista com expertise em documentários e séries. Formada em Jornalismo, atuo no audiovisual desde 2013, com ampla experiência em produção, direção. Participei projetos de destaque, entre eles Xuxa, O Documentário (Endemol), Diários de Lawrence Whaba (NatGeo), Vem com Elas! (SporTV/Globoplay) e 1999 - A Conquista da América. Atualmente, estou cursando Pós-graduação em Gestão da Indústria Cinematográfica na FAAP, aprimorando meus conhecimentos em gestão de projetos e distribuição. MARCOS OKURA - Produtor Executivo - Profissional Remunerado Produtor Executivo e Diretor Artístico de Cinema e TV com inúmeros documentários e séries de animação e ficção, com coproduções com Fox, NatGeo, ESPN, Band, Bonne Pioche, entre outras; diretor de teatro, produtor de shows musicais e educador. Bacharel em Artes Cênicas, Licenciado em Educação Artística e Pós-Graduado em Arte, Educação e Comunicação. Foi Diretor da Companhia de Repertório do TBC e da Companhia de Teatro Rock, com inúmeros prêmios e indicações em Festivais de Teatro e Prêmios como APCA, Qualidade Brasil e Femsa. Coordenador de Cultura pela Prefeitura do Município de São Paulo - Secretaria de Cultura, implantou o projeto do CEU - Centro de Educação Unificado em 2004. Recentemente, conduziu o processo de abertura no Brasil dos canais Zoomoo e Love Nature, do grupo canadense Blue Ant Media, exibido na NET e SKY, dos quais foi Diretor Editorial e de Programação. Mauricio Okura - Controller - Profissional Remunerado fez administração de empresas com ênfase em propaganda e marketing e a partir de 2014 na produtora Canal Azul, especializada em conteúdo a audiovisuais para cinema, TV e internet, cuidou das finanças e prestação de contas de inúmeros projetos audiovisuais, entre eles os longas sobre a natureza: Todas as Manhãs do Mundo; Amanhã Chegou; longas esportivos como Todo Poderoso: O Filme - 100 Anos de Timão; Meninos da Vila - A Magia do Santos; Onde a Moeda Cai em Pé - A História do São Paulo Futebol Clube; Palmeiras - O Campeão do Século; Santos - 100 Anos de Futebol Arte; A História de Um Sonho - Todas as Casas do Timão; Garrincha do Timão; Santos de Todos que a Gols.E também as séries Na Trilha da Energia e 100 Anos de Seleção Brasileira. Nathalia Gouvêa - Diretora de Produção - Profissional Remunerado Formada em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac e em teatro pela Escola Norma Blum. Produtora da Gambiarra - A Festa desde 2010. Atuou na produção de documentários esportivos na produtora Canal Azul, e de projetos publicitários na produtora Bossa Nova Filmes. Produziu a série Angeli The Killer e o longa metragem Bob Cuspe, pela Coala Filmes. Coordenou o projeto KOMBI na rua, da Ben&Jerry´s, com ações da marca pela ruas de São Paulo. Fez intervenção de palhaço no projeto Ônibus Biblioteca da Prefeitura de SP, presente nas periferias da cidade. Produziu a série infantil Flash – O Aventureiro para o Canal ZOOMOO. No teatro, esteve presente na produção da Cia de Rock com diversos espetáculos musicais, fez assistência de produção na temporada SP do espetáculo Josephine Baker - A Vênus Negra, dirigido por Otavio Muller, em cartaz no Sesc 24 de Maio, em 2018; Produção do espetáculo Sutura, contemplado pelo Prêmio Zé Renato de Teatro, em 2018; Produção da peça Fábula e Roda dos Três Amigos, em cartaz no Sesc Pinheiro, em 2019; Em 2020 esteve na produção do espetáculo Uma Lei Chamada Mulher, no Sesc Ipiranga, e na peça on line Viva Cacilda! Felicidade Guerreira! pelo projeto #emcasacomsesc, ambas com direção de Lenise Pinheiro.Durante a pandemia produziu ainda a performance LIBERTE UM SORRISO, pela Virada Sustentável de SP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.