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PRONAC 253871Expirado o prazo de captação totalMecenato

Ponto Cego

FLIT MEDIA, STORYTELLING E COMUNICACAO INTELIGENTE LTDA
Solicitado
R$ 1,15 mi
Aprovado
R$ 1,15 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Caetano do Sul
Início
2025-07-01
Término
2026-04-30
Locais de realização (6)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáCruzeiro do Sul Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto propõe a produção de um média-metragem documental de aproximadamente 50 minutos de duração intitulado "Ponto Cego", com narrativa provocativa visando expor a urgência da crise climática e convidar à reflexão sobre a inércia coletiva. O filme investigará as barreiras psicológicas, sociais e filosóficas que impedem a ação humana diante deste desafio global, buscando engajar um público amplo e diverso na discussão sobre sustentabilidade e a necessidade de agir agora.

Sinopse

Ponto Cego começa com uma apresentação marcante da realidade atual. Em sua última década, o planeta vem registrando recordes crescentes de temperatura e os níveis de emissões de gases carbônicos nunca estiveram tão altos como hoje. 2024, o ano mais quente já registrado até o momento, foi marcado por desastres sem precedentes: inundações na Espanha, tempestades violentas na Flórida, incêndios florestais nas Américas e secas e enchentes históricas no Brasil. Eventos climáticos extremos como estes estão acelerando e se intensificando ao nosso redor. Estamos cientes das mudanças climáticas há mais de meio século. No entanto, o nível de ação e comprometimento necessários para enfrentar o problema continua insuficiente. Em meio a um colapso em desenvolvimento, a desinformação se espalha enquanto tensões internacionais aumentam e a cooperação global se torna mais difícil. À medida que o planeta aquece, a divergência entre o que sabemos e como agimos aumenta, evidenciando um "ponto cego" em nossa consciência coletiva. Estaria a humanidade perdendo o controle do problema? Para entender como chegamos aqui, Ponto Cego propõe uma nova perspectiva para esse dilema, investigando três forças invisíveis que nos mantêm inertes diante da crise climática: a dissociação cognitiva, a desinformação científica e a desconexão com a natureza. Apresentados como três capítulos interconectados no filme (Dissociação, Desinformação e Desconexão), acompanharemos a seguir a história de diferentes personagens e os depoimentos de especialistas que se entrelaçam nesses três pilares do problema climático. CAPÍTULO I. Dissociação: Rio Grande do Sul, Brasil. Em 27 de abril de 2024, teve início uma série de chuvas intensas, cheias e inundações que, em poucos dias, configuraram uma das maiores tragédias naturais já vistas no país. Mais de 400 mil pessoas foram forçadas a abandonar suas casas e os danos causados pelo desastre foram estimados em cerca de 7 bilhões de dólares. Entre os escombros e a busca por um recomeço, acompanhamos a comovente trajetória de indivíduos e famílias cujas vidas foram irreversivelmente alteradas pelo desastre, ilustrando a vulnerabilidade comum que todos compartilhamos diante dos impactos severos dos fenômenos climáticos extremos. Seja nas ondas de calor extremo que matam milhares de pessoas todos os anos até desastres naturais como o do Rio Grande do Sul, o conceito de Dissociação apresentado como o primeiro pilar do problema, destaca como a percepção da ameaça climática muitas vezes se mantém distante e teórica para grande parte das pessoas, até o momento em que o desastre se torna uma realidade. Narrativas reais como essas evidenciam que as mudanças climáticas não se tratam mais de uma ameaça futura hipotética, mas sim de uma dura realidade que já estamos vivenciando. CAPÍTULO II. Desinformação: Se a Dissociação nos faz ignorar o problema até que seja tarde demais, a Desinformação cria ainda mais obstáculos para enfrentá-lo. O segundo pilar do problema climático revela como a proliferação de informações manipuladas e a polarização política dificultam uma resposta eficaz. Em uma era onde fatos científicos se tornaram alvos de disputa ideológica, a verdade se fragmenta, alimentando ainda mais a inércia coletiva. Aqui, investigamos as origens do negacionismo climático, desde estudos acadêmicos e campanhas publicitárias financiadas por empresas petrolíferas nos anos 1970 até a proliferação de narrativas contraditórias que moldam o debate atual. Ao longo das décadas, essas influências evoluíram para formar um complexo espectro de desinformação, que vai da negação absoluta das evidências científicas a tentativas mais sutis de minimizar a gravidade da crise. Em um mundo onde a linha entre fato e crença se torna cada vez mais tênue, este capítulo do filme expõe as estruturas de poder por trás do problema, convidando o espectador a refletir sobre o impacto desse fenômeno. Em meio ao ruído das redes sociais e à fragmentação da opinião pública, acompanhamos a jornada de um cientista climático que dedica sua vida a estudar e comunicar os impactos das mudanças climáticas. Entre conferências internacionais, entrevistas e sua rotina de pesquisa, seu trabalho representa não apenas uma luta pelos fatos, mas uma batalha contra narrativas fabricadas que distorcem as verdades científicas e minam a urgência da crise. CAPÍTULO III. Desconexão: Imagens deslumbrantes das paisagens e ecossistemas vibrantes da Terra nos lembram da beleza insubstituível do planeta: este é o nosso único lar. Por fim, o terceiro pilar, da Desconexão, nos leva à raiz filosófica do problema: a separação entre o homem e a natureza. Moldada por diferentes sistemas culturais e sociais, a humanidade constituiu uma visão de mundo que a separa da natureza, como se não tivéssemos a mesma origem, e onde o meio ambiente é visto apenas como um recurso a ser explorado e descartado. Ao romper essa harmonia, não apenas estamos destruindo o próprio ecossistema que nos sustenta, mas também perdendo o nosso equilíbrio interior. Recuperar essa conexão pode ser a chave para a verdadeira transformação. Neste capítulo, somos conduzidos pela perspectiva de um pensador e filósofo ambientalista, cuja sabedoria ancestral e visão crítica desafiam a lógica estabelecida da separação entre o ser humano e a natureza. Em suas reflexões e práticas cotidianas, contemplamos uma visão de mundo onde o equilíbrio com o ambiente não é uma escolha, mas uma condição essencial para a existência. Ponto Cego se encerra com imagens do planeta Terra vagando pela imensidão do espaço, nos convidando a olhar para além das fronteiras que criamos: quando os astronautas viram a Terra do espaço pela primeira vez, experimentaram o que ficou conhecido como “Overview Effect” – uma profunda transformação na percepção do mundo, ao enxergá-lo não como um mosaico de nações e conflitos, mas como um único organismo vivo, frágil e interconectado, flutuando na vastidão do cosmos. Quando vista de longe, do espaço, percebemos que não há divisões – somos apenas um pequeno ponto azul habitado por uma complexa rede de vida. Dessa perspectiva, assumimos a consciência de que a Terra e a humanidade formam uma única entidade: elas têm a mesma origem e terão o mesmo destino.

Objetivos

GERAIS Este projeto tem como objetivo mostrar, com uma narrativa provocativa, uma perspectiva que há muito escolhemos ignorar: a realidade urgente de um mundo à beira do colapso. Mais do que um alerta, Ponto Cego é um convite à reflexão sobre a inércia e cegueira coletiva diante da crise climática. Ao investigar as barreiras psicológicas, sociais e filosóficas que nos impedem de agir, o documentário provoca um questionamento essencial: por que continuamos adiando o inevitável? O documentário Ponto Cego tem como objetivo alcançar um público diverso e abrangente, que inclui tanto aqueles que já se interessam por questões ambientais, sociais e educativas, quanto aqueles que ainda não estão totalmente conscientes da gravidade da crise climática e suas ramificações. O filme visa cativar principalmente jovens e adultos com idades entre 18 e 60 anos, que demonstram um interesse específico em temas relacionados à sustentabilidade. Além disso, espera-se que o documentário alcance profissionais da área ambiental, como cientistas, ativistas e membros de ONGs, associações ambientais e órgãos públicos. Ainda assim, a linguagem acessível do filme possibilitará que pessoas com diversas formações culturais e diferentes níveis de escolaridade compreendam e se envolvam com o conteúdo apresentado. ESPECÍFICOS Produzir um média-metragem documental de aproximadamente 50 minutos sobre as barreiras psicológicas, sociais e filosóficas para a ação humana diante da crise climática.

Justificativa

A crise climática é a maior emergência do nosso tempo, mas a humanidade continua falhando em agir com a urgência necessária. O ano de 2024 registrou recordes de temperatura e desastres naturais sem precedentes, no Brasil e no mundo, evidenciando que o colapso ambiental não é mais uma ameaça distante, mas sim uma consequência atual. Para a realização de Ponto Cego, serão necessárias viagens a diferentes regiões do Brasil que representam pontos estratégicos da crise climática nacional. O roteiro inclui Cruzeiro do Sul (RS), para documentar os impactos das enchentes históricas de 2024; o Vale do Rio Doce (MG), pela presença do povo Krenak e seu pensamento ancestral sobre a relação com a natureza; Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), por concentrarem pesquisadores e figuras políticas relevantes para entrevistas; e Belém (PA), cidade-sede da COP 30 e ponto chave na discussão amazônica. Este documentário investiga as barreiras invisíveis que nos impedem de enfrentar essa crise, trazendo uma abordagem inovadora que vai além dos dados científicos e adentra o campo psicológico, social e filosófico do problema. O documentário convida o público a uma reflexão profunda sobre nossa relação com o planeta e com nós mesmos, incentivando um despertar coletivo antes que seja tarde demais: O que nos impede de agir? Abordando a crise climática a partir de três eixos fundamentais, são reveladas as diferentes forças que nos mantêm paralisados: a dissociação, que nos faz ignorar a ameaça até que ela nos atinja; a desinformação, que distorce a realidade e enfraquece o senso de urgência da crise; e a desconexão, que nos afastou da própria natureza que nos sustenta. A obra também contribui para o audiovisual brasileiro ao trazer uma abordagem inovadora sobre a crise climática, explorando não apenas os impactos ambientais, mas também os fatores psicológicos e filosóficos que perpetuam a inação humana. O documentário amplia o debate ambiental no país, inserindo-se em uma tradição de obras comprometidas com questões sociais urgentes, enquanto utiliza uma narrativa poética e reflexiva. Além de fomentar discussões essenciais, o filme fortalece a produção documental brasileira ao oferecer uma perspectiva contemporânea e humanizada sobre um dos maiores desafios globais. O projeto, devido à sua natureza de produção e difusão, está totalmente em conformidade com o inciso I do Artigo 1º da Lei 8.313/1991, auxiliando na facilitação do acesso universal ao conteúdo cultural produzido. Também está em consonância com o inciso III do mesmo artigo, pois apoia, valoriza e difunde a manifestação cultural representada pelo audiovisual, ao longo de todas as fases de uma obra, desde a sua criação até a sua exibição. O projeto também coaduna com os princípios dos incisos VI, VIII e IX, pois o assunto abordado no produto principal é de suma importância para a preservação dos bens materiais e imateriais Brasil e do mundo. Trata-se de um projeto de relevância humanística, desenvolvido por brasileiros, porém com um tema que impacta todos os seres vivos do planeta. Trata-se de um patrimônio cultural de valor global, que conta histórias e apresenta novos pontos de vista. Assim, em consonância com as finalidades acima descritas, é objetivo deste projeto cultural o fomento à produção cultural e artística brasileira, conforme incisos II e IV do Art. 3 da Lei 8.313/1991, através da produção de obra cinematográfica de média-metragem documental e com a difusão e distribuição gratuita e pública da obra produzida com o objetivo de garantir a todos o conhecimento sobre o bem produzido.

Estratégia de execução

ARGUMENTO E ROTEIRO Premissa Principal: Ponto Cego é uma instigante exploração da resistência psicológica da humanidade frente à crise climática, entrelaçando diferentes narrativas locais e buscando compreender por que ainda não estamos nos mobilizando com a atenção necessária diante de um problema tão grave. O que nos impede de agir? Abordando a crise climática a partir de três eixos fundamentais, o documentário revela as diferentes forças que nos mantêm paralisados: a dissociação, que nos faz ignorar a ameaça até que ela nos atinja; a desinformação, que distorce a realidade e enfraquece o senso de urgência da crise; e a desconexão, que nos afastou da própria natureza que nos sustenta. Com uma narrativa provocativa, o filme nos desafia a enxergar o que há muito escolhemos ignorar: a realidade urgente de um mundo à beira do colapso. Estrutura Narrativa (três atos, episódico, etc): Cinco Atos Arco Dramático & Desenvolvimento (objetivo e conflito da trama): Estruturado em cinco atos, Ponto Cego parte da constatação de um novo paradoxo onde firma seu conflito central: nunca soubemos tanto sobre a realidade e as implicações das mudanças climáticas, ainda assim, seguimos rumo ao colapso. O que nos impede de agir? A partir dessa questão central, mergulhamos nos três atos seguintes do filme, onde exploramos as origens do problema. No pilar da “Dissociação”, apresentamos as mudanças climáticas como uma dura realidade atual que não pode mais ser evitada. Em seguida, no capítulo “Desinformação”, tratamos do negacionismo climático e das estruturas de poder que o sustentam. Finalmente, no quarto ato, "Desconexão", encerramos nossa jornada pelos três pilares do problema climático e resgatamos uma visão filosófica sobre a relação entre humanidade e natureza, um elo que foi rompido. Nessa sequência, por fim, Ponto Cego nos conduz ao quinto e último ato, contemplando um possível caminho de transformação e nos fazendo refletir sobre qual futuro queremos viver. Seremos capazes de despertar antes que seja tarde demais?

Especificação técnica

O média-metragem terá formato Digital 4k (3840x2160), Cor, Estéreo 2.0.

Acessibilidade

O média metragem irá conter uma versão com as seguintes medidas: - Audiodescrição: narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. - Legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. - A exibição do filme acontecerá em espaços adaptados para pessoas portadores de necessidades especiais. Caso estes não possuam acessibilidade, iremos adotar as medidas dispostas no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente. Serão elas: rampas de acesso, monitores responsáveis por orientar portadores de necessidades físicas e idosos, vagas reservadas, entre outras.

Democratização do acesso

Além de participar de festivais nacionais e internacionais de cinema, o filme estará disponível de outras formas: Exibição Gratuita Será realizada uma sessão pública e gratuita do média-metragem em um espaço cultural com ampla acessibilidade. Após a exibição, haverá um painel de discussão sobre o filme com a participação do diretor, especialistas entrevistados e mediação de um jornalista. O painel de discussão será gravado e posteriormente divulgado online de forma gratuita. Também convidaremos ONGs e entidades ambientais e educativas para participar dessa exibição. Além disso, serão produzidos 4 (quatro) Curtas e pílulas - 1 a 3 minutos Formato para ser difundido na internet, levando o tema para todos os espaços e campos possíveis. Com uma linguagem ágil e contundente com o objetivo de viralizar nas redes sociais. Os curtas serão disponibilizados um a cada semana ao longo de um mês antes da estreia do média-metragem e continuarão viralizando nas redes sociais.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Roteirista – Pietro Lago Silva: Pietro Lago sempre teve um fascínio genuíno por contar histórias. Em 2014, aos 17 anos, escreveu e dirigiu seu primeiro curta-metragem, O Grande Mágico, que se destacou em cinco importantes festivais de cinema nos Estados Unidos, voltados a jovens cineastas, conquistando o prêmio de Melhor Filme Internacional no San Luis Obispo International Film Festival. Em seguida, aprofundou sua formação em Cinema na França, na 3iS – Institut International de l'Image et du Son, onde se especializou em roteiro e storytelling. Durante esse período, roteirizou diversos projetos autorais em parceria com outros diretores, como a websérie Cairn (2018) e os curtas Sentience (2019), Vent Debout (2019) e Une Dernière Fois (2019), sendo este último reconhecido com o prêmio de Melhor Roteiro do Ano pela instituição. Mais recentemente, em 2024, atuou como roteirista e produtor da websérie documental Entre Aspas, um projeto da Bravo Film Company que explora o comportamento humano por meio de entrevistas, atualmente em fase de pós-produção.Diretor de Fotografia – Pedro Chinarelli Cerqueira:Cinegrafista desde 2018, apaixonado pela profissão, com experiência em Direção de fotografia, edição de video, colorização e operação de câmera. HabilidadesDireção de Fotografia; Piloto de drone; Editor de vídeo; Colorista; Operador de Câmera; DaVinci Resolve; Premier; Photoshop e Lightroom. Cursos Complementares- Brain Storm Academy edição para Premier (2018 - 2019)- Edição de Fotografia Para FineArt (2019-2020)- Edição para DaVinci Resolve Brain Strom Academy (2021- 2022)- CGLAB Colorização para DaVinci Resolve (2023-2024) - Direção de Fotografia para Cinema na Academia Internacional de Cinema de São Paulo (2024)Experiência ProfissionalCanal DPSA ( YOUTUBE )Jan. de 2018- Dez.de 2020Video Maker:- Filmagem e Fotografia para redes sociais- Edição de videos- Tratamento de FotoGirus PneuJan. de 2020– Dez. de 2021Video Maker:- Responsável pela elaboração de video e fotos para e-commerce e redes sociais- Filmagem e Fotografia de produtos Edição de video- Tratamento de fotoCineSolarJan de 2022 – Jan de 2024Diretor de Fotografia:- Direção de fotografia de videos institucionais e redes sociais- Fotografia de sessões de cinema- Montagem de equipe de fotógrafos e videomakers- Tratamento de Foto- Edição de Video- Colorização de video- Montagem do CinemaDomino PretoJan de 2024 – AtualDiretor de Fotografia:- Direção de fotografia de videos institucionais e redes sociais- Direção de fotografia curtas metragens- Direção de fofografia filme- Fotografia de sessões de cinema- Montagem de equipe de fotógrafos e videomakers- Tratamento de Foto- Montador - Colorização de Filmes Produção Executiva - Investe Cultura (Carlos André Schmidt Cardozo): • Músico há 39 anos, produtor cultural há 18 anos e administrador desde 1994. • Experiência consolidada na gestão e produção de projetos culturais e eventos artísticos. Principais Atividades e Realizações: Gestão de eventos e projetos: • Coordenou o “Encontro de Bateras” (2006-2008) no Sesc Piracicaba, garantindo organização, produção e captação de apoios. • Idealizou e realizou o projeto “Música Fundamental” (2007-2009), promovendo debates sobre música brasileira em escolas públicas e privadas. Produção Executiva e Cultural: • Atuou na produção executiva da exposição fotográfica “É no Ínfimo que Vejo a Exuberância” (2008-2011) em importantes espaços culturais. • Gerenciou o espaço cultural “Donna Beja” (2008-2012), realizando diversos eventos musicais, teatrais e exposições. • Coordenou produções teatrais e shows musicais em Piracicaba (2011-2014), destacando-se na montagem de peças premiadas. Formação e Especialização: • Concluiu o Curso de Gestão Cultural com ênfase em Leis de Incentivo à Cultura (2015). Empreendedorismo e Projetos Recentes: • Fundou a Investe Produção e Gestão Cultural (2016), atuando na elaboração de projetos, captação de recursos, produção executiva e prestação de contas. • Produziu e coordenou projetos de grande abrangência nacional e internacional (CINEPIANO Tony Berchmans, Orquestra Educacional de Piracicaba, entre outros), incluindo iniciativas voltadas à Lei Aldir Blanc, Lei Rouanet e editais do PROAC. • Conduziu a produção executiva de diversas ações culturais entre 2018 e 2024, abrangendo concertos didáticos, festivais, peças teatrais, documentário (audiovisual) e eventos multimídia, além de participar como mediador e parecerista em chamamentos e editais.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.