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PRONAC 253882Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ECOS DO PASSADO

46.758.259 BEATRIZ DE BARROS LOPES ALONSO CHAGAS
Solicitado
R$ 298,1 mil
Aprovado
R$ 298,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-01-05
Término
2027-07-05
Locais de realização (1)
Campinas São Paulo

Resumo

Ecos do Passado é um curta-metragem poético que propõe uma reflexão sobre tempo, memória e identidade por meio do encontro simbólico entre uma mulher e sua versão jovem. O filme valoriza o diálogo entre gerações e a introspecção como caminhos para o amadurecimento. O principal produto é o curta finalizado e pronto para exibição em mostras e festivais.

Sinopse

Sinopse:Em um espaço simbólico onde tempo e memória se entrelaçam, duas mulheres se encontram. Nesse diálogo íntimo e poético, suas histórias cruzam silêncios, dúvidas e descobertas, revelando o que permanece e o que se transforma com o passar dos anos. Um curta sobre o poder da escuta, a delicadeza do autoconhecimento e o tempo como companheiro da nossa jornada interior. 12APúblico-alvo:O público alvo é composto por jovens adultos e adultos entre 18 e 45 anos, especialmente aqueles em momentos de reflexão ou transição pessoal. Atraído por narrativas introspectivas e filosóficas, este público busca filmes que explorem temas como o tempo, a memória e o autoconhecimento. O projeto também se direciona a apreciadores do cinema autoral e independente, além de quem valoriza representações intergeracionais e discussões sobre empatia e amadurecimento.

Objetivos

OBJETIVO GERALProduzir um curta-metragem de ficção inédito e intimista que explore simbolicamente a relação entre diferentes fases da vida de uma mulher, representando o encontro entre o "eu" presente e o "eu" passado como uma reflexão sobre tempo, memória e autoconhecimento. OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Produzir um curta-metragem inédito, com qualidade técnica e artística profissional, abordando a relação do ser humano com o tempo e seus efeitos na memória, identidade e transformação pessoal.2. Realizar até 4 exibições públicas gratuitas em espaços culturais, educativos ou comunitários, seguidas de rodas de conversa, promovendo reflexão e diálogo sobre os temas do filme.3. Inscrever e difundir o curta em no mínimo 5 mostras ou festivais de cinema nacionais, presenciais ou virtuais, ampliando a visibilidade da obra e da equipe envolvida.4. Priorizar a formação de equipe majoritariamente feminina, especialmente nos cargos de criação e liderança, incentivando a equidade de gênero na cadeia produtiva audiovisual.

Justificativa

A realização do curta-metragem Ecos do Passado demanda o apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) para garantir sua viabilidade financeira, tendo em vista que projetos autorais, poéticos e com abordagem sensível — como este — encontram barreiras significativas de captação no mercado audiovisual tradicional, que prioriza obras com maior apelo comercial.O projeto propõe uma narrativa simbólica sobre tempo, memória e identidade, por meio do encontro entre duas versões de uma mesma personagem — uma mulher jovem e sua versão mais velha — convidando à introspecção e ao autoconhecimento. Trata-se de um conteúdo de natureza humanista, reflexiva e universal, que promove empatia, diálogo entre gerações e valorização da experiência individual como elemento essencial da trajetória humana. Para alcançar sua plena execução e democratização, torna-se indispensável a utilização de mecanismos públicos de fomento cultural.Nesse sentido, Ecos do Passado se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por:Art. 1º, inciso II _ Valorizar e difundir a produção cultural nacional, por meio de uma obra de ficção original, inédita e com forte apelo artístico e humanista;Art. 1º, inciso III _ Propor ações de acesso e formação cultural, com exibições públicas gratuitas e rodas de conversa voltadas à reflexão sobre o tempo, a identidade e o amadurecimento.Além disso, o projeto contribui para os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei:Inciso I _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores de conhecimento e memória;Inciso II _ Proteger e valorizar expressões culturais e subjetivas, muitas vezes negligenciadas por lógicas comerciais imediatistas;Inciso III _ Apoiar e valorizar os criadores e suas manifestações culturais;Inciso V _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural brasileira, ao ser realizado fora do eixo Rio-São Paulo, com equipe atuante no audiovisual local.A utilização da Lei de Incentivo à Cultura, portanto, é fundamental para viabilizar Ecos do Passado como um projeto de relevância artística e sociocultural, assegurando sua realização com qualidade e ampliando o acesso do público à reflexão proposta pela obra.Adicionalmente, o projeto reafirma seu compromisso com a equidade de gênero, priorizando uma equipe majoritariamente feminina, especialmente nos cargos de direção, produção e roteiro. Essa escolha fortalece a representatividade de vozes diversas na cadeia produtiva audiovisual e valoriza a presença feminina na criação de narrativas sensíveis e transformadoras.

Estratégia de execução

Impacto SocialValorização da escuta e do cuidado emocional: O filme incentiva o público a refletir sobre saúde mental, envelhecimento e relações consigo mesmo — temas frequentemente silenciados. Promove o acolhimento da subjetividade como ato de resistência diante da lógica da produtividade.Fortalecimento da representatividade feminina no audiovisual: Com equipe majoritariamente composta por mulheres — em especial em cargos criativos e de liderança — o projeto contribui para a equidade de gênero e para a ampliação das vozes femininas no setor cultural.Inclusão e democratização do acesso à arte: Prevê ações acessíveis como sessões gratuitas, com Libras e legendas, alcançando públicos diversos. Leva o cinema a espaços de formação, como escolas, universidades e centros culturais, estimulando diálogo e pensamento crítico.Promoção da cultura regional e descentralizada: Realizado fora dos grandes eixos (Rio-SP), o projeto fortalece a cadeia produtiva do audiovisual local, gera oportunidades para profissionais da região e valoriza a criação artística enraizada em territórios menos visibilizados.Justificativa artísticaUm encontro entre quem fomos e quem somos.Um filme feito de silêncio, memória e pele.Criado por mulheres que escutam o tempo com sensibilidade.Ecos do Passado é pausa, afeto e transformação.Por que contar essa história?Ecos do Passado é um filme sobre aquilo que não se diz em voz alta, mas que ecoa dentro da gente: o tempo, a memória, o que fomos e ainda somos. Uma narrativa íntima que propõe o encontro simbólico entre duas versões de uma mesma mulher, como espelho entre passado e presente, juventude e maturidade.Nasce do desejo de construir uma obra sensível, contemplativa, feita por mãos que escutam — um time majoritariamente feminino, comprometido com uma linguagem que acolhe, emociona e questiona. Um cinema que não corre, mas respira.É um filme para quem vê na arte uma chance de pausa, escuta e transformação. Uma experiência feita de silêncios, olhares e camadas, que fala com o feminino, mas toca o que há de mais universal em cada um de nós.Nota da Roteirista:Ecos do Passado nasceu da minha inquietação sobre como o tempo e as memórias moldam quem somos. Escrevê-lo foi um ato de escuta — escuta de mim mesma, das minhas camadas mais profundas, daquilo que ainda pulsa mesmo que distante.A história parte de um encontro simbólico entre duas versões da mesma mulher: Marina, mais velha, e Lia, mais jovem. Uma traz perguntas e urgência; a outra, experiências vividas e a quietude de quem segue em movimento. Me interessa esse confronto sem violência — onde o julgamento cede lugar à escuta, e o tempo deixa de ser antagonista para se tornar aliado.Quis criar uma narrativa que não oferece respostas prontas, mas espaço. Espaço para pausa, para presença, para reconhecimento. O tempo aqui não é cronológico — é interno. É curva, memória, espelho. E essas duas personagens são fragmentos de todas nós: tentando entender o que fomos, o que somos e o que ainda podemos nos tornar.Escrevi esse roteiro num momento em que eu mesma sentia a urgência de parar, respirar e desacelerar. Vivemos em um mundo que exige produtividade constante, mas rouba o tempo da escuta. Ecos do Passado é minha forma de resistência poética — um gesto de cuidado com o que ficou e com o que ainda virá.Aceitar quem fomos é o primeiro passo para acolher quem somos — e abrir caminho para quem ainda seremos. Essa história é meu convite para que possamos olhar para nós com mais gentileza. E, talvez, nos perdoar, nos reconhecer e nos abraçar.

Especificação técnica

Produto Principal: Curta-metragem de Ficção – ECOS DO PASSADOGênero: Drama reflexivoDuração: 15 minutosClassificação Indicativa: 12ALocal de Filmagem: Campinas – SPEntrega: Arquivo digital finalizado, master para exibição em salas de cinema e plataformas digitaisVersão acessível do filme: Libras

Acessibilidade

Acessibilidade Física:As exibições presenciais do curta-metragem Ecos do Passado ocorrerão, preferencialmente, em espaços culturais públicos ou comunitários que possuam infraestrutura adequada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo:• Acesso por rampas ou elevadores,• Banheiros adaptados,• Guias táteis e sinalização adequada,• Assentos reservados. A escolha dos locais será orientada pelo cumprimento das normas de acessibilidade previstas na ABNT NBR 9050, garantindo o acesso físico seguro e confortável ao público. Acessibilidade de Conteúdo:O conteúdo do curta-metragem contará com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) inserida em janela no vídeo, ampliando o acesso para pessoas surdas e ensurdecidas.Durante as exibições presenciais e rodas de conversa, será garantida, sempre que possível, a presença de intérprete de Libras, em articulação com as instituições e espaços parceiros.Nas ações online previstas como contrapartida social, também será considerada a participação de intérprete de Libras, assegurando a inclusão de públicos com deficiência auditiva.Essas medidas reforçam o compromisso do projeto com a inclusão e democratização do acesso à cultura, garantindo que diferentes públicos possam fruir da obra e das atividades propostas.

Democratização do acesso

O projeto Ecos do Passado adota um conjunto de estratégias para garantir o acesso gratuito, inclusivo e descentralizado à obra audiovisual, contemplando ações de distribuição, formação de público e estímulo à reflexão crítica. As principais medidas são1. Exibições Públicas Gratuitas: Serão realizadas até 3 sessões presenciais gratuitas do curta-metragem, em espaços culturais, educativos ou comunitários, preferencialmente públicos e com acessibilidade física. Cada sessão será seguida de roda de conversa mediada, promovendo o diálogo sobre os temas centrais da obra, como identidade, tempo e autoconhecimento. (Art. 47, inciso V da IN 23/2025)2. Parcerias com Espaços educativos e Coletivos Culturais: O projeto realizará 1 exibição direcionada a estudantes, educadores e coletivos culturais, em parceria com instituições de ensino ou centros culturais. A proposta é usar o filme como ferramenta pedagógica, abordando temas como empatia, memória e construção do eu. (Art. 47, inciso VIII)3. Mediação Poética e Reflexiva nas Exibições: Durante as exibições, haverá mediação com profissionais das áreas de educação, psicologia ou artes, incentivando um espaço de troca, escuta ativa e afeto. (Art. 47, inciso VI)4. Circulação em Festivais de Acesso Gratuitos: O curta será inscrito em festivais nacionais e internacionais que ofereçam exibição gratuita ao público, presencialmente ou em plataformas online, ampliando sua difusão e promovendo a diversidade estética no audiovisual.5. Exibição Digital Gratuita com Acessibilidade: Após a circulação em festivais, o filme será disponibilizado gratuitamente no YouTube, com tradução em Libras, permitindo o acesso ao conteúdo por pessoas com deficiência auditiva. (Art. 47, inciso III)6. Acessibilidade Ampliada e Comunicação Inclusiva: Todo o conteúdo de divulgação (sinopse, ficha técnica, materiais gráficos e informativos) será produzido com linguagem simples, contraste adequado e fonte legível, garantindo maior legibilidade e acessibilidade digital.As ações previstas reafirmam o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura, promovendo uma experiência sensível, transformadora e inclusiva para públicos diversos. Ecos do Passado reconhece o papel do audiovisual como ferramenta de escuta, pertencimento e conexão humana, fortalecendo o direito de todos ao acesso à arte.

Ficha técnica

Beatriz de Barros Lopes Alonso Chagas (Theo Chagas) | Assistente de Produção e RevisoraEscritora, roteirista e dubladora. Formada em Roteiro pela AIC. Roteirista da série Código Bófia e da série Corvos. Atuou como assistente de produção e assistente de direção em diversos curtas e longas. Voz original da série infantil As Aventuras de Berê. Atua também como mentora de escrita e preparadora de texto.Atuação no projeto: Responsável pela coordenação do projeto, gestão técnico-financeira, organização documental, acompanhamento de cronograma, execução orçamentária e prestação de contas. Também atuará na revisão de materiais escritos, como a cartilha digital e conteúdos para redes sociais. Luciana de Barros Chagas (Lu Chagas) | Diretora de Produção, Figurinista e AtrizProdutora executiva, diretora de produção, diretora de arte e figurinista. Referência regional com atuação nacional, com sólida experiência em cinema, TV e publicidade. Com ampla experiência no audiovisual, tem uma trajetória diversificada. Em 2024, esteve envolvida em diversas produções como "O Narrador Onipotente," "Desver," "A Valsa" e "A Teia," atuando em cargos de produção executiva, direção de produção e figurino. Seu trabalho inclui colaborações em projetos contemplados por editais culturais como a Lei Paulo Gustavo. Destaca-se também sua atuação em 2021 e 2022, com projetos como "O Ar Que a Gente Respira" (ProAc) e "Corvos," onde ocupou papéis centrais na produção executiva, direção de produção e figurino. Premiada por seu trabalho em figurino no Festival Internacional de Cinema Cristão (2021) e contemplada com o "Prêmio Cultura Presente" de Campinas, também é membro fundador da Academia Mundial de Letras da Humanidade – seccional Paulínia/SP, com o título de Imortal, em reconhecimento por sua significativa contribuição ao universo cultural. Com uma sólida formação em Produção Audiovisual, Produção Executiva e Elaboração de Projetos, ela consolidou sua expertise em todas as etapas do processo criativo no cinema e no audiovisual.Caroline Hubner Eigennheer Meligeni (Carol Hubner) | DiretoraArtista multifacetada com sólida trajetória no teatro, que expandiu sua atuação para o cinema, televisão, publicidade e eventos. Sua atuação vai além dos palcos: no cinema, na televisão e na publicidade, ela revela uma versatilidade que agora se expande também por trás das câmeras e na condução de processos criativos. Formada em Artes Cênicas pela Escola Superior Célia Helena, com especializações em cinema pela Actor Studio SP Brasil e pós-graduação Em Corpo pelo Estúdio Beto Silveira, também estudou cinema e participou de workshops com renomados profissionais. Agora, marca uma nova fase de sua carreira ao dirigir seu primeiro espetáculo, Santa Selene do Olho Tapado, estreia da Cia da Vela, conduzindo um grupo jovem com sensibilidade e experiência em um processo colaborativo. Sua trajetória é marcada pela coragem, paixão e constante busca por novas formas de expressão artística. Renata Alves Sunega (Renata Sunega) | Produtora ExecutivaRoteirista, produtora executiva e mestre em História da Arte pela Unicamp, com atuação destacada na literatura infantil e no audiovisual. Coordenou o projeto "Histórias e Imagens: A Rainha entediada", selecionado no edital de patrocínios dos Correios. Trabalhou na produção executiva do longa-metragem “O Crime da Cabra” (2016) e do documentário “Cândido” (Ethos Filmes, 2021). É autora de “Rabisco”, contemplado no PROAC Editais, e de outros seis livros infantis. Foi semifinalista do Prêmio Rota – Cabíria (2019) com o curta “Só”. Criadora e roteirista das séries “Aventuras em Van-Pudim” e “Os Enigmas de Maria”, selecionadas para desenvolvimento via PROAC/SP. Noelly de Castro Silva (Noelly Castro) | Diretora de FotografiaDiretora de fotografia, formada em Fotografia pela UNIP (2009). Com 35 anos, atua desde 2007 em projetos de publicidade, institucionais e, principalmente, documentários — sua especialidade. Vegana, feminista e ativista dos direitos humanos e animais, traz para seu trabalho uma visão sensível e engajada. Colabora com ONGs, institutos, escolas e artistas, entregando produções audiovisuais de alta qualidade, sempre com escuta atenta, olhar criativo e compromisso com narrativas que valorizam a diversidade e a humanidade. Patrícia Cristina Lourenço (Patrícia Lourenço) | Diretora de ArteIniciou sua trajetória no audiovisual em 2011, atuando como produtora em programas de formato corporativo independente. A partir de 2017, expandiu sua atuação para o cinema, assumindo funções como produtora e diretora de arte em diversos curtas-metragens. Nesse mesmo ano, trabalhou como produtora no longa-metragem Eu Sou Brasileiro, com elenco de destaque como Letícia Spiller, Zezé Motta, João Vitti, Fernanda Vasconcellos e Daniel Rocha. Em 2018, assinou a assistência de arte do longa Karsmenia, premiado com "Melhor Direção de Arte" no FICC 2021.Patrícia é também produtora e diretora de arte do longa Sophia (2024), atualmente aguardando lançamento. Entre os curtas em que atuou, destaca-se The Writer, selecionado para diversos festivais nacionais. Desde 2019, atua também no mercado publicitário, trabalhando como produtora e no núcleo de arte em filmes para produtoras e empresas da região de Campinas.Kelly Solange Macedo (Kelly Macedo) | CaracterizaçãoProfissional com mais de 20 anos em caracterização e maquiagem para audiovisual, com foco em efeitos especiais e construção de personagens. Atua também em ações sociais. Trabalhos incluem, entre outros, os longas O Ar Que A Gente Respira, Tração, Eu Sou Brasileiro, e os curtas Às Três e A Maquiadora. Participação em ações sociais com foco em beleza e autoestima Victória de Lima Vergamine (Victória Vergamine) | AtrizFormada como atriz pela Escola de Atores Wolf Maya, produtora audiovisual pelo Instituto de Cinema e dubladora pelo Senac. No cinema, foi indicada como melhor atriz pelo curta Reconstrução, de Victor Oliveira, no Festival RIMA, e integrou o elenco dos longas Sophia e O Ar Que A Gente Respira, dirigidos por Rafael Santin. Também atuou no curta A(FETO), de Fernando Maia, selecionado no Festival do 1MINUTO. Sua trajetória no audiovisual inclui ainda experiências como produtora e atriz em projetos independentes, unindo atuação e produção cultural com sólida formação técnica.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.