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Produção, finalização e distribuição do média-metragem de ficção "Shabat de Carnaval", obra de 40 minutos em 4K com direção de Calixto Hakim. O projeto aborda, de forma tragicômica, temas como depressão e suicídio, e inclui ações de democratização do acesso, conforme o Art. 1º, incisos I e III, e Art. 3º, inciso II, alínea "a", da Lei nº 8.313/91. Serão realizadas exibições gratuitas em universidades, clínicas e hospitais voltados à saúde mental, acompanhadas de debates e palestras. A proposta também prevê medidas de acessibilidade, como legendagem descritiva e audiodescrição, conforme os Artigos 42 e 43 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025. Além disso, serão realizadas sete oficinas formativas em cidades brasileiras, voltadas a jovens em situação de vulnerabilidade, em consonância com o Art. 15, §1º, inciso I da mesma Instrução Normativa.
Shabat de Carnaval é um média-metragem de ficção tragicômica com 40 minutos de duração que propõe uma reflexão profunda, desconcertante e, por vezes, sarcástica sobre saúde mental, relações humanas e as sutilezas destrutivas de vínculos afetivos marcados por abusos velados. Contada de trás para frente — do trágico desfecho à origem do conflito — a obra acompanha a história de Jorge Machado, artista plástico de 35 anos, que foi uma promessa das artes visuais, mas se encontra hoje esquecido pelo mercado, mergulhado em luto e depressão após a morte de seu pai e o colapso da própria relevância. Incapaz de enfrentar sozinho o feriado de Carnaval em seu apartamento, sufocado pela barulheira da folia popular e por um vazio existencial corrosivo, Jorge decide procurar abrigo emocional em um casal de antigos amigos: os renomados psicanalistas Samuel e Tereza Levi. Tereza, mulher culta e sensível, teve um breve e intenso envolvimento amoroso com Jorge anos antes — algo nunca completamente resolvido. Samuel, seu marido, é um psiquiatra vaidoso, narcisista e pragmático, que esconde suas inseguranças sob um verniz de autoridade científica e religiosa. Ambos decidem acolher Jorge em seu sítio de campo, próximo a Morretes, durante o Shabat judaico, que neste ano coincide com o sábado de Carnaval. A ida ao sítio, que parecia uma tentativa de cuidado e reconexão, transforma-se lentamente em um campo de tensão psicológica. Os diálogos, inicialmente afetuosos e terapêuticos, revelam-se manipuladores, cheios de segundas intenções, ego ferido e desequilíbrio de poder. Tereza acredita que pode ajudar Jorge, mas revive sentimentos ambíguos ao lado dele. Samuel, tomado por ciúmes e controle, trata a fragilidade de Jorge com frieza e desprezo, transformando o gesto de ajuda em um jogo de dominação. A presença do casal, ao invés de regeneradora, torna-se catalisadora do desespero de Jorge, que se vê analisado, julgado e, por fim, empurrado para o abismo por aqueles que deveriam ajudá-lo. O filme se desdobra em três atos visuais distintos, marcados por estilos de câmera e fotografia que dialogam com o estado psíquico dos personagens. No início — cronologicamente o fim — acompanhamos o luto do casal após o suicídio de Jorge, com imagens serenas, quase anestesiadas, criando um contraste entre a beleza plástica e o vazio moral daquelas cenas. No segundo ato, vemos os acontecimentos no sítio se acumularem: os diálogos tensos, a triangulação emocional, as memórias do passado que voltam como espectros. Já no terceiro ato, o mais frio e introspectivo, o espectador presencia a solidão prévia de cada personagem e o ponto inicial dessa espiral de ruínas — onde o silêncio é mais revelador do que a fala. Shabat de Carnaval não é um drama comum sobre depressão ou suicídio. É uma obra que critica, com precisão e ironia, a maneira como discursos terapêuticos podem ser instrumentalizados por vaidades, como o cuidado pode se converter em opressão, e como o silêncio e a escuta, quando ausentes, destroem o que há de mais humano nas relações. Com influências narrativas e estéticas de cineastas como Woody Allen, Asghar Farhadi e Robert Altman, o filme constrói uma dramaturgia de interiores: interiores de casas, de mentes e de dores. O nome do filme carrega sua tensão estrutural. De um lado, o Carnaval, festa brasileira marcada pela euforia, pela fuga da ordem e pelo exagero. Do outro, o Shabat, momento sagrado da tradição judaica dedicado ao recolhimento, ao silêncio e à conexão espiritual. A sobreposição desses dois feriados marca a encruzilhada simbólica em que os personagens se encontram: um conflito entre extravasamento e contenção, entre barulho e introspecção, entre a vida pública e o sofrimento íntimo. A narrativa, embora ficcional, reflete dados alarmantes: segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país mais deprimido da América Latina, com mais de 12 milhões de pessoas afetadas e um aumento contínuo nas taxas de suicídio, especialmente entre jovens. O filme se propõe a ser um disparador de diálogos públicos e íntimos sobre o tema, sobretudo ao mostrar que nem sempre o discurso da ajuda vem do lugar certo — e que, por vezes, as boas intenções estão carregadas de ego, competição e ausência de real empatia. Visualmente, o filme combina fotografia cinematográfica clássica com elementos de realismo cru e naturalista. As sequências variam entre planos fechados e distantes conforme o ponto de vista — por exemplo, Jorge é constantemente filmado de baixo para cima, como se olhasse seus “terapeutas” de uma posição de inferioridade, enquanto Samuel e Tereza são filmados em ângulos de cima para baixo, reforçando o desequilíbrio de poder e afeto. A sonorização e a trilha original seguem a lógica emocional dos atos, alternando entre a ausência de som (nos momentos pós-suicídio) e a sobreposição intensa de ruídos naturais (grilos, vento, água) nos momentos de tensão crescente. Shabat de Carnaval é, assim, uma experiência cinematográfica autoral, estética e intelectualmente provocativa. Uma narrativa sobre fracassos silenciosos, sobre a necessidade de se ouvir de verdade e sobre como, muitas vezes, quem mais precisa de ajuda é quem mais escuta. Uma crítica à normalização da dor e ao elitismo emocional. Um filme que não busca dar respostas, mas levantar perguntas difíceis — aquelas que evitamos até que seja tarde demais.
Objetivo GeralPromover a produção, finalização, exibição e circulação nacional do média-metragem de ficção "Shabat de Carnaval", com o intuito de fomentar o debate social sobre saúde mental, depressão e suicídio, por meio de uma obra audiovisual acessível e com alto potencial de impacto cultural. A proposta atende aos princípios estabelecidos no Art. 1º, incisos I, III e IV da Lei nº 8.313/91, que tratam do direito à cultura, da valorização de manifestações culturais e da proteção das expressões culturais brasileiras. Objetivos EspecíficosProduzir 1 (um) média-metragem de ficção com aproximadamente 40 minutos, em formato 4K, com classificação indicativa de 16 anos;Realizar 7 (sete) oficinas formativas de audiovisual gratuitas, voltadas a jovens em situação de vulnerabilidade social, nas cidades de Curitiba, Toledo, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Recife, conforme o Art. 15, §1º, inciso I da Instrução Normativa MinC nº 23/2025;Promover 10 (dez) sessões públicas e gratuitas do filme em universidades, centros culturais, hospitais e clínicas voltadas à saúde mental, acompanhadas de debates e palestras, conforme diretrizes de democratização do acesso cultural previstas no Art. 3º, inciso II, alínea "a" da Lei nº 8.313/91;Distribuir 1.000 (mil) cópias do filme em DVD ou pen drive, priorizando instituições públicas e organizações voltadas à saúde, educação e cultura;Incluir recursos de acessibilidade, como legendagem descritiva e audiodescrição, conforme os Artigos 42 e 43 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025;Fomentar a participação do filme em festivais nacionais e internacionais, bem como sua difusão em canais de TV pública, plataformas de streaming e circuito cultural, conforme os objetivos de circulação e fruição previstos no Art. 2º, inciso II da mesma Instrução Normativa.
A presente proposta justifica-se pela relevância social, cultural e educativa do projeto "Shabat de Carnaval", que utiliza a linguagem audiovisual para fomentar o debate público sobre saúde mental, depressão e suicídio — temas urgentes e de interesse coletivo. O uso do mecanismo de Incentivo Fiscal Federal é necessário para viabilizar financeiramente a produção e a difusão de um média-metragem independente de alto valor artístico, de difícil inserção no mercado tradicional.O projeto se enquadra nos incisos I, III e IV do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao:Facilitar o livre acesso às fontes da cultura (inciso I);Apoiar e valorizar manifestações culturais e seus criadores (inciso III);Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira (inciso IV).Atende, ainda, ao Art. 3º, inciso II, alínea "a", ao fomentar a produção cultural por meio da realização de obra cinematográfica de média-metragem, promovendo sua difusão através de exibições gratuitas, ações formativas e distribuição pública em instituições educacionais e de saúde.Trata-se de um projeto com impacto cultural ampliado, que contempla ações de acessibilidade, como legendagem descritiva e audiodescrição, conforme os Artigos 42 e 43 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, além de forte caráter formativo e social, justificando plenamente a utilização da Lei de Incentivo à Cultura. Relevância do Tema Abordado _ Depressão e Suicídio Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nos últimos dez anos a depressão afetou cerca de 322 milhões de pessoas globalmente — ou 4,4% da população mundial. No Brasil, a prevalência é de aproximadamente 5,8%, a maior da América Latina, com mais de 12 milhões de pessoas acometidas.Os suicídios, que geralmente estão relacionados a transtornos mentais, continuam a ser um grave problema de saúde pública. Estima-se que a cada ano ocorra, em média, mais de 14 000 suicídios no Brasil — o equivalente a cerca de 38 casos por dia. Em 2022, foram registrados 16 262 suicídios, uma taxa de aproximadamente 8 por 100 000 habitantes — o que representa um aumento de 11,8% em relação ao ano anterior.A maior parte dos casos está associada a transtornos mentais, como depressão e transtorno bipolar — em até 96,8% das ocorrências . Globalmente, os suicídios são uma das três principais causas de morte entre pessoas de 15 a 29 anos; no Brasil, ocupam a terceira posição entre causas externas desse grupo.
O projeto apresenta carta de intenção de exibiçào assinada pela reconhecida programadora Encripta
1. Média-Metragem “Shabat de Carnaval”Gênero: Ficção / TragicomédiaDuração: 40 minutosClassificação indicativa: 16 anosSuporte de captação: Digital, resolução 4KCâmeras: Sistema cinematográfico com lentes intercambiáveisFormato de finalização: DCP (Digital Cinema Package), MP4 Full HD (com legendas e audiodescrição), ProRes 422 HQCanais de Áudio: Estéreo e 4.1, com mixagem profissionalTrilha sonora original: Sim, composta exclusivamente para o projetoAcessibilidade:• Legendagem descritiva em português com descrição de diálogos, efeitos sonoros e trilha musical• Audiodescrição com roteiro adaptado e narração integradaLegendas adicionais: Versões legendadas em inglês e espanholDistribuição: 1.000 cópias em DVD e/ou pen drive, além de exibição online gratuita por tempo determinadoPaginação (roteiro): Roteiro cinematográfico original com 27 páginas, registrado na Biblioteca Nacional
Acessibilidade FísicaAs exibições presenciais gratuitas previstas no projeto ocorrerão em locais com acessibilidade garantida, como universidades, centros culturais e instituições públicas de saúde e educação que disponham de estrutura com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização adequada, em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a legislação vigente de acessibilidade, especialmente a Lei nº 10.098/2000 e o Decreto nº 5.296/2004. Acessibilidade de ConteúdoA proposta contempla integralmente medidas de acessibilidade de conteúdo, em conformidade com os Artigos 42 e 43 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que estabelecem a obrigatoriedade e os parâmetros técnicos mínimos para produtos culturais acessíveis. As ações previstas incluem:Legendagem Descritiva: inserção de legendas em português com transcrição de diálogos, identificação de sons ambientes e efeitos sonoros relevantes à narrativa, garantindo a fruição por pessoas com deficiência auditiva;Audiodescrição: narração roteirizada e sincronizada que descreve elementos visuais essenciais da obra, integrada à trilha sonora original, possibilitando a compreensão do conteúdo por pessoas com deficiência visual;Divulgação Informativa: todos os materiais de divulgação indicarão, de forma clara e destacada, as medidas de acessibilidade adotadas, com o objetivo de ampliar o alcance do público com deficiência auditiva e visual, conforme orientações do §1º do Art. 43 da IN nº 23/2025.
O projeto “Shabat de Carnaval” adotará diversas ações de democratização do acesso, priorizando a gratuidade e a difusão ampla da obra audiovisual para diferentes públicos e territórios: Exibições públicas e gratuitas em universidades, centros culturais, clínicas e hospitais voltados à saúde mental, com sessões seguidas de rodas de conversa e debates com especialistas, promovendo acesso qualificado ao conteúdo;Realização de 7 (sete) oficinas formativas gratuitas nas cidades de Toledo, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Recife, voltadas a jovens em situação de vulnerabilidade social;Distribuição gratuita de 1.000 (mil) cópias da obra em pen drive para instituições públicas e organizações da sociedade civil ligadas à saúde, educação e cultura;Disponibilização da obra em plataforma digital gratuita, com recursos de acessibilidade (legendagem descritiva e audiodescrição), por tempo determinado;Participação em mostras e festivais nacionais e internacionais, com prioridade para eventos gratuitos ou de caráter educativo;Palestras e ações de mediação cultural integradas às exibições, abordando temas como depressão, saúde mental e prevenção ao suicídio.Tais medidas garantem o cumprimento do Art. 1º, inciso I da Lei nº 8.313/91, que prevê o acesso amplo às fontes da cultura, e reforçam o compromisso com o impacto social e educativo do projeto.
Principais Participantes da Ficha TécnicaCalixto Hakim – Diretor e RoteiristaCineasta premiado, com bacharelado em Cinema pelo Art Center College of Design, Califórnia (EUA). Atuante em ficção, documentário, séries e formatos inovadores como vídeo 360°. Dirigiu e roteirizou filmes como Bois, Raposas e Crocodilos (2020) que estreou no Louisville Latin Film Festival e continua disponível nos principais streamings (Prime, Apple TV, NOW e etc). Dirigiu o telefilme Suíços Brasileiros - Uma História Esquecida (2013) que foi exibido em cinemas e veiculado nas principais emissoras de TV da Suíça (SRF 1) e do Brasil (Rede CNT e Canal Brasil) e escreveu o argumento e dirigiu 3 episódios da série Santo Forte (2015) que ganhou o prêmio de melhor série de ficção brasileira em 2015 no festival Telas Brasil exibido nos canais Sony/AXN e Globo Play. Escreveu para série Avassaladoras (2006) exibida na Rede Record e Fox. Criou e dirigiu as séries 3 Feras e Uma Bela (2008) e Louco de Bom (2007) exibido na RPC-TV (Globo PR). Com seu Curta Metragem Imagens Distorcidas (1998) participou de mais de 30 Festivais internacionais de cinema e foi exibido na TVE-PR (2002) ganhando prêmios internacionais como Finalista Prêmio Angelus-@Directors Guild of America (2000), Melhor Curta-Metragem Prêmio Público @ Algarve Film Festival (Portugal) 1999, Prêmio Medalha de Ouro (Assuntos Políticos) @ Worldfest Houston 1999, Prêmio Placa de Bronze @ Columbus Film Festival 1999 entre outros. Trabalhou em produções nos EUA, Suíça, Argentina, México, Venezuela, Chile, Paraguai e Brasil. É pioneiro em vídeos imersivos no país e tem sólida atuação em campanhas publicitárias para grandes marcas como Embraer, Cisco, Petrobras, Itaú, Embratur, Volvo, JBS entre outras.IMDB: https://www.imdb.com/name/nm0354603/ | Portfólio: https://vimeo.com/calixto Marcus Lima – Produtor ExecutivoProdutor executivo, roteirista e diretor de produção. Atua no setor audiovisual há mais de uma década, liderando a GH Filmes / Lhama Films, produtora paranaense com atuação nacional e internacional. Realizou campanhas para clientes como Governo do Estado do Paraná, Electrolux, Renault e C.Vale. Coordenou produções em quatro países e todos os estados do Brasil. Em sua atuação cultural, assinou a produção executiva dos projetos Reflexos do Lago, Reflexos do Parque, O Que Ninguém Vê e Añetete, voltados à memória, ciência e diversidade.Leona Cavalli – Atriz ( personagem Tereza Levi)Atriz de cinema, TV e teatro consagrada, vencedora de prêmios como APCA, Shell, Candango, Guarani e Qualidade Brasil. No cinema, atuou em Um Céu de Estrelas (1996), Amarelo Manga (2002), Carandiru (2003), Contra Todos (2004), A Hora e a Vez de Augusto Matraga (2011). Na TV, destacou-se em Gabriela (2012), Amor à Vida (2013) e Amazônia – De Galvez a Chico Mendes (2007). É referência em papéis intensos e dramas sociais em novelas e no Cinema.Licurgo Spínola – Ator ( personagem Samuel Levi)Ator com trajetória sólida na televisão brasileira. Destaque nas novelas A Indomada (1997), Malhação (1999-2000), O Profeta (2006), Flor do Caribe (2013), Os Dez Mandamentos (2015), O Rico e Lázaro (2017) e Magnífica 70 (HBO, 2018). Premiado com o Troféu Contigo em 1998. Atuou também no cinema e no teatro, e é reconhecido por sua intensidade cênica.Vinícius de Oliveira – Ator (Jorge Machado)Protagonista do premiadíssimo Central do Brasil de Walter Salles (1998), é um dos atores mais respeitados do cinema brasileiro. Atuou ainda em Linha de Passe de Walter Salles (2007), Trinta (2011), Boi Neon (2016), Um Dia Qualquer (2022), A Hora e a Vez de Augusto Matraga (2015), entre outros. Na televisão, participou de séries como Santo Forte (AXN e Globo Play), Sob Pressão (Globo), Sintonia (Netflix), Unidade Básica (Universal), Segunda Chamada e Magnífica 70 (HBO).Max Leean – Diretor de ProduçãoProfissional com ampla experiência em cinema, TV e grandes eventos culturais. Diretor de produção de Estômago 2(2024), Deserto Particular (2021), Foram os Sussurros que me Mataram (2022), Corpos Celestes (2005), A Mulher que Chora (2022) e da série Contra-Capa (2017). Atuou também na produção técnica de eventos como o Festival de Teatro de Curitiba (2008 a 2014), Natal do HSBC/Bradesco e ações corporativas da Volvo, Renault, Compagas e Gazeta do Povo.Russo Loyola – Diretor de FotografiaFotógrafo premiado com dois Leões em Cannes: Chain of Bars (2011) e MASP (2013). Trabalhou com marcas como Coca-Cola, Honda, Johnson & Johnson e Heinz. No cinema, assinou a fotografia de Bois, Raposas e Crocodilos (2020), Keep Running (2017), Futuros Campeões (2019 – série de Tadeu Jungle) e Que Hablas Mi Amor (2013). É também referência em videoclipes, tendo colaborado com artistas como Marcelo D2 e Seu Jorge.Cezinha Mattos – Trilha Original, Sound Design, Foley e MixagemMúsico, locutor e produtor musical com mais de 20 anos de atuação no audiovisual. Fundador da Weedoo Music, foi premiado com Leão de Prata no Festival de Cannes em 2011. Assinou trilhas e sound design para filmes como Bois, Raposas e Crocodilos (2020), Náusea (2020) e Pulsão (2020), além de diversas campanhas publicitárias de destaque.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.