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O III Matura Cine é uma formação de iniciação audiovisual voltada a pessoas com 50 anos ou mais, com foco no pensar e fazer cinema. A proposta prevê a realização de 10 encontros presenciais no Espaço Cultural Plataforma, em Salvador, com aulas sobre roteiro, direção, som, fotografia, montagem e exibição. Ao final, os participantes produzirão curtas-metragens que serão exibidos em sessão aberta ao público. A atividade inclui a impressão de material didático, suporte de acessibilidade e culmina com uma mostra dos filmes realizados. O projeto busca quebrar as fronteiras do etarismo, oferecendo uma experiência que inicia a profissionalização de pessoas interessadas em arte, cinema, educação e novas formas de expressão.
O III Matura Cine é uma oficina de iniciação audiovisual direcionada a pessoas com 50 anos ou mais, que busca oferecer uma formação prática e acessível no campo do cinema, com ênfase na produção de curtas-metragens. O curso é composto por 10 encontros presenciais realizados no Espaço Cultural Plataforma, em Salvador, onde os participantes aprendem etapas fundamentais da realização cinematográfica, como roteiro, direção, direção de elenco, fotografia, captação e tratamento de som, edição e estratégias para a exibição dos filmes. A metodologia do curso alia teoria e prática, estimulando a reflexão sobre o fazer audiovisual enquanto ferramenta de expressão pessoal e coletiva, valorizando as vivências e perspectivas dos participantes. A proposta promove o desenvolvimento da criatividade, autonomia e senso crítico, sem a necessidade de experiência prévia na área. Para apoiar o aprendizado, o projeto disponibiliza uma apostila didática em formato impresso e digital, que reúne conteúdos, referências visuais e exercícios práticos, elaborada especificamente para o público-alvo da oficina. O material é pensado para ser acessível, com linguagem clara e elementos visuais que favorecem a compreensão e o envolvimento dos alunos. Ao longo do curso, os participantes são desafiados a produzir curtas-metragens em grupos, incentivando o trabalho coletivo e a aplicação dos conhecimentos adquiridos. Os filmes abordam temas variados, muitos deles relacionados às vivências, memórias e contextos culturais dos próprios alunos, trazendo diversidade e pluralidade de narrativas ao audiovisual baiano. Como encerramento da oficina, será realizada uma sessão pública de exibição dos curtas na Sala Walter da Silveira, espaço cultural acessível e de referência em Salvador, com entrada gratuita para o público. A sessão contará com recursos de acessibilidade comunicacional, como intérprete de Libras e legendas descritivas, ampliando o alcance da experiência. Além disso, os filmes serão disponibilizados em plataformas digitais abertas, garantindo a circulação e visibilidade para além do espaço presencial. O projeto é indicado para pessoas com 50 anos ou mais, que tenham interesse em cinema, artes visuais, educação ou que desejem iniciar um percurso profissional ou amador no audiovisual. A classificação indicativa é livre, considerando a natureza formativa e inclusiva da oficina.
Objetivo Geral: Promover a iniciação audiovisual para pessoas com 50 anos ou mais, através de uma oficina prática de produção de curtas-metragens, com foco no fortalecimento da autonomia criativa, no acesso democrático ao fazer cinematográfico e na valorização das vivências dessa faixa etária, contribuindo para o enfrentamento do etarismo e a ampliação da diversidade no audiovisual brasileiro.Objetivos EspecíficosRealizar 10 aulas presenciais com duração média de 4 horas cada, no Espaço Cultural Plataforma, em Salvador (BA), com foco em roteiro, direção, som, fotografia, montagem e estratégias de exibição;Selecionar 20 participantes com 50 anos ou mais, respeitando a diversidade de gênero, raça e território, priorizando pessoas residentes em Salvador e região com mais de 60 anos;Produzir e distribuir 20 apostilas didáticas impressas em cores, com conteúdo pedagógico original, voltado à introdução no audiovisual;Disponibilizar materiais de apoio (ecobags, blocos, canetas, etc.) para todos os participantes da oficina;Garantir recursos de acessibilidade para participantes com deficiência, incluindo transporte adaptado, alimentação, apoio de monitores e aluguel de equipamentos específicos (cadeira de rodas, por exemplo);Realizar, no mínimo, 4 curtas-metragens produzidos pelos participantes da oficina, estimulando o trabalho coletivo e a aplicação prática do conteúdo aprendido;Promover uma sessão pública de exibição dos curtas na Sala Walter da Silveira (ou outro espaço com estrutura equivalente), com entrada gratuita e acessível, seguida de debate com os realizadores;Divulgar o projeto por meio de redes sociais, cartazes e ações presenciais na região da Plataforma, estimulando o envolvimento da comunidade local;Documentar as atividades com registros fotográficos e audiovisuais, garantindo transparência na execução e base para futuras edições do projeto.
O projeto III Matura Cine surge como uma ação formativa inovadora e urgente no campo do audiovisual, com foco na promoção da inclusão etária, diversidade cultural e democratização do acesso às linguagens cinematográficas. Em um contexto social marcado pelo envelhecimento da população brasileira e pela persistência do etarismo _ forma de discriminação baseada na idade _, é fundamental criar espaços de valorização das vivências, saberes e expressões das pessoas com 50 anos ou mais, reconhecendo sua potência criativa e intelectual.Apesar do crescente interesse pela arte e pela cultura por parte desse público, ainda são escassas as iniciativas que ofereçam formação técnica e artística voltada para esse segmento, especialmente em áreas como o audiovisual, frequentemente associadas à juventude e à inovação tecnológica. Nesse sentido, o III Matura Cine propõe-se a romper com estigmas e desigualdades históricas ao oferecer uma formação introdutória e acessível em cinema, com foco no pensar e fazer cinematográfico, contemplando roteiro, direção, som, fotografia, montagem e estratégias de exibição.Ao realizar 10 encontros presenciais no Espaço Cultural Plataforma, em Salvador _ território de efervescência cultural e forte presença de população idosa _, o projeto cria um ambiente de aprendizagem coletiva, acolhedor e criativo, valorizando trajetórias de vida diversas, promovendo o intercâmbio intergeracional e estimulando o protagonismo artístico dos participantes. A produção final de curtas-metragens e sua exibição em sessão pública aberta ao público não apenas reforça a autoestima e o pertencimento dos realizadores, como também amplia o repertório cultural da comunidade e fortalece o circuito alternativo de cinema local.Além disso, o projeto assegura o compromisso com a acessibilidade plena, prevendo transporte adaptado, alimentação, apoio de monitores e aluguel de equipamentos específicos, garantindo a participação digna e efetiva de pessoas com deficiência. A impressão de material didático exclusivo, a distribuição de itens de apoio, o registro audiovisual das atividades e a divulgação por meios digitais e presenciais complementam o escopo do projeto, contribuindo para sua sustentabilidade, transparência e replicabilidade.O III Matura Cine é, portanto, mais do que uma oficina de cinema: é um gesto de resistência ao silenciamento das vozes maduras, um espaço de liberdade criativa e um instrumento para a transformação social por meio da arte. Ao fomentar o olhar autoral e coletivo das pessoas com 50 anos ou mais, o projeto contribui diretamente para a ampliação da diversidade etária no audiovisual brasileiro e para o fortalecimento de uma cultura mais plural, sensível e inclusiva.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para a viabilização do III Matura Cine, uma vez que o projeto possui caráter formativo, inclusivo e não comercial, voltado a um público historicamente marginalizado no acesso à produção cultural: pessoas com 50 anos ou mais, muitas delas em situação de vulnerabilidade social e/ou afastadas das práticas artísticas por falta de políticas públicas contínuas e investimento direto.A realização da oficina depende de estrutura adequada, equipe técnica qualificada, produção de material didático exclusivo, recursos de acessibilidade e da gratuidade total para participantes — o que só se torna possível por meio da captação de recursos com incentivo fiscal junto à iniciativa privada. Sem esse suporte, não há garantia de que um projeto com esse perfil consiga se realizar em sua plenitude e com os critérios de qualidade e inclusão que propõe.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I _ estimula a formação, a produção, o conhecimento e o acesso à cultura;Inciso VI _ fomenta a formação artística e cultural por meio de atividades educativas;Inciso VIII _ valoriza a diversidade cultural brasileira e combate desigualdades no acesso à cultura.Além disso, o III Matura Cine contribui diretamente para a realização dos objetivos expressos no Artigo 3º da mesma Lei, destacando-se:Inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Inciso VI _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso VII _ priorizar o apoio a projetos e programas culturais com fins educativos e ação comunitária.Portanto, reafirmamos o compromisso com a descentralização do acesso à cultura, a inclusão de novos sujeitos criadores no audiovisual e a valorização da pluralidade de experiências e narrativas. A proposta responde diretamente aos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, gerando impacto social e simbólico, fortalecendo a cidadania cultural e ampliando os horizontes do cinema brasileiro. Seu financiamento, portanto, é não apenas legítimo, mas necessário para garantir a execução de uma ação pública, gratuita, acessível e comprometida com o direito à cultura para todas as idades.
O III Matura Cine consiste em uma oficina presencial de iniciação audiovisual composta por 10 encontros, com duração média de 4 horas cada, totalizando aproximadamente 40 horas de formação. As aulas são ministradas no Espaço Cultural Plataforma, localizado em Salvador (BA), espaço equipado para receber atividades pedagógicas e práticas relacionadas ao audiovisual, com acessibilidade física adequada a pessoas com mobilidade reduzida.O projeto pedagógico foi elaborado para contemplar as principais etapas da produção de curtas-metragens, articulando teoria e prática em cada encontro. O conteúdo abrange desenvolvimento de roteiro, direção de atores, noções de fotografia e iluminação, captação e tratamento de som, edição digital e estratégias de exibição e distribuição. A metodologia valoriza o protagonismo dos alunos, promovendo debates, análises de cenas e exercícios práticos que estimulam a criatividade e o trabalho colaborativo.Como suporte didático, será produzido um livro em formato A4 com 42 páginas, contendo texto explicativo, imagens ilustrativas e referências visuais que facilitam o entendimento dos conceitos abordados. O material será impresso em papel couché colorido, com acabamento gráfico profissional para garantir boa legibilidade e durabilidade. Serão impressas 20 cópias, que serão distribuídas gratuitamente a cada participante da oficina. O livro também estará disponível em versão digital, em formato PDF acessível, permitindo a leitura em leitores de tela e a ampliação de fontes para pessoas com baixa visão.Além do material impresso, os alunos receberão kits contendo ecobags, blocos de anotações e canetas, como apoio para o desenvolvimento das atividades e registros pessoais durante as aulas.A produção dos curtas-metragens será realizada em grupos, com os participantes utilizando seus próprios aparelhos celulares para captação das imagens e sons. A equipe docente oferecerá consultorias especializadas durante o processo, orientando sobre roteiro, planejamento das cenas, enquadramentos, captação de áudio e outras técnicas, além de apoiar na montagem e edição dos vídeos, caso os grupos necessitem de auxílio para finalizar os materiais.
O III Matura Cine compreende a acessibilidade como um eixo transversal à sua proposta formativa e cultural, reconhecendo que o direito à cultura deve ser garantido de forma plena a todos os sujeitos, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou sociais. Por isso, desde a seleção dos participantes até a etapa de exibição dos curtas-metragens produzidos, o projeto se compromete a adotar medidas concretas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo participação, autonomia e acolhimento para pessoas com deficiência.Acessibilidade FísicaO espaço de realização do curso — o Espaço Cultural Plataforma, em Salvador — conta com estrutura acessível, incluindo entrada com rampa de acesso, banheiros adaptados e salas térreas, o que facilita o deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida, inclusive cadeirantes. O projeto também prevê:Aluguel de cadeira de rodas, caso necessário;Verba destinada ao custeio de transporte adaptado para participantes com dificuldades locomotoras;Apoio de monitores e acompanhantes para auxiliar nas atividades presenciais, sobretudo no deslocamento dentro do espaço e no uso dos equipamentos técnicos;Acessibilidade de ConteúdoDurante as aulas e nas atividades finais de exibição dos curtas, serão implementadas estratégias que favoreçam a compreensão plena dos conteúdos por parte de participantes e público com deficiência sensorial ou intelectual. Entre as ações previstas estão:Disponibilização de intérprete de Libras;Legendagem descritiva nos curtas produzidos pelos alunos, com foco na compreensão do conteúdo por pessoas surdas e ensurdecidas;Utilização de recursos visuais ampliados (tipografias maiores e contraste adequado) no material didático impresso;Apoio de monitores com formação básica em comunicação inclusiva, para acompanhamento personalizado a alunos com deficiência intelectual, caso haja necessidade;Adoção de uma linguagem acessível e adaptada nas aulas e nos materiais, visando tornar o conteúdo compreensível para todos os perfis de participantes;Possibilidade de visita sensorial ao espaço de exibição antes da mostra, caso haja público cego ou com baixa visão;Audiodescrição para as aulas e sessões dos filmes, caso haja necessidade.
A democratização de acesso é um dos pilares centrais do III Matura Cine, que se propõe a oferecer uma oficina gratuita de iniciação ao audiovisual voltada a pessoas com 50 anos ou mais, residentes em Salvador (BA), especialmente na região da Plataforma e arredores. Todas as etapas do projeto — desde a inscrição, passando pela formação prática, até a exibição dos filmes realizados — são estruturadas de forma a garantir a participação de pessoas diversas, com diferentes níveis de escolaridade e vivência com o fazer artístico, eliminando barreiras econômicas, geracionais e simbólicas que costumam limitar o acesso a esse tipo de atividade.Os filmes produzidos pelos alunos serão exibidos gratuitamente em uma sessão pública na Sala Walter da Silveira, com entrada franca, intérprete de Libras e recursos de acessibilidade comunicacional nos curtas (como legendas descritivas e, sempre que possível, audiodescrição). Além disso, serão disponibilizados online, por meio de plataformas gratuitas como YouTube ou Vimeo, com ampla divulgação nas redes sociais do projeto e dos parceiros, permitindo que o conteúdo alcance um público muito além do espaço físico da oficina. Também serão enviados a cineclubes, mostras e festivais comprometidos com a inclusão e o fomento à produção independente e periférica.Como forma de estreitar os laços com a comunidade, será realizado um pré-lançamento na região da Plataforma, em formato de ensaio aberto, para familiares, vizinhos e pessoas interessadas em conhecer os curtas antes da exibição oficial, ampliando o pertencimento dos realizadores e estimulando o envolvimento comunitário. A apostila produzida especialmente para a oficina será distribuída gratuitamente em versão impressa para os participantes e em versão digital para o público em geral, com linguagem acessível e visual adequado a pessoas com deficiência visual leve e idosos, servindo como material de referência para educadores, oficineiros e demais interessados no tema.As ações de comunicação do projeto também buscarão garantir acessibilidade e alcance, com cartazes, vídeos e postagens em redes sociais produzidos com cuidado com a linguagem, inclusão de legendas, textos alternativos e formatos acessíveis. Além disso, trechos selecionados das aulas e bastidores poderão ser registrados em vídeo e divulgados, permitindo que outras pessoas, mesmo que não tenham participado da oficina, possam acessar parte da experiência vivida.
Enoe Lopes Pontes - Coordenação PedagógicaDoutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) - com doutorado sanduíche em Estudos de Mídia, na Philipps-Universität Marburg - e mestra em comunicação, pela mesma instituição. Especialização em Direção em TV para teledramaturgia, pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Formada em Artes Cênicas, com ênfase em Interpretação Teatral, pela Universidade Federal da Bahia e em Comunicação Social, com ênfase em Jornalismo, pela Universidade Social da Bahia. É membro votante do prêmio Globo de Ouro, sendo que, desde 2017, faz parte de júris e curadorias em festivais de cinema como: Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema, Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, Festival de Cinema Baiano (FECIBA), Festival de Cinema de Munique, Festival Regard e CinePe. É membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da Fipresci (Federação Internacional de Crítica de Cinema). Desde 2014, atua como assessora de comunicação na área de cultura, trabalhando com eventos, obras do audiovisual e produtoras. De 2014 até então, escreve crítica de audiovisual no site Coisa de Cinéfilo.Klaus Hastenreiter - Ministrante Diretor e roteirista com formação em Artes Cênicas pela UFBA e cinema pela New York Film Academy, escreveu, dirigiu e produziu cerca de 20 curtas-metragens premiados em festivais de cinema, entre eles “Não Falo com Estranhos” (2017), filme que conquistou 11 prêmios em mostras competitivas como o XXI CINE PE (Melhor Direção) e O XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema (Melhor Curta Baiano pelo Júri Jovem) e “Mamãe” (2021), projeto aprovado pela Lei Aldir Blanc no ano de 2021, além de três curtas-metragens contemplados pelo Fundo de Cultura da Bahia em 2019 e finalizados em 2023: “Solange não veio Hoje”, “Vovó foi pro Céu” e “Borderô”, todos em fase de distribuição. Em 2020 foi selecionado pelo projeto de extensão Usina do Drama, onde obteve mentoria de Amanda Aouad para seu projeto de série televisiva “Vida de Artista”. Ministra cursos de cinema independente desde 2017, além de ser professor e produtor do curso Matura Cine – Aprendendo cinema após os cinquenta. Letícia França - Diretora de ProduçãoMultiartista e estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Artes na UFBA, pesquisa sobre Tecnologias Ancestrais e Cinema junto ao grupo de pesquisa Balaio Fantasma, cujo trabalho resultante, as vídeo-cartas da sua pesquisa “Onde Cruzei as Águas”, foram exibidas na Universidade do Abomey-Calavi, no Benin, em 2023. Na busca de conhecimento, fez o curso de Direção de Fotografia pelo Centro Afrocarioca de Cinema Zózimo Bulbul e participou do LAB Visão Preta da Mostra Itinerante de Cinema Negro Mohammed Bahia. É estagiária na Olho de Vidro Produções, trabalha com fotografia, operação de câmera e com desenvolvimento de projetos. Dentre os últimos trabalhos, foi diretora de fotografia no curta-metragem "Espelho", de direção de Luciana Oliveira (SE), selecionado e premiado em festivais nacionais e internacionais. Em 2021, dirigiu e realizou o documentário "A Arte tá na Rua" (SE) e foi criadora e finalizadora do Festival Desloca (SE). Em 2023, foi assistente de câmera da série Lugar de Fala, em finalização. Além disso, teve suas fotografias na exposição coletiva no 7º Salão de Fotografia em Sergipe, 2020, na Galeria Álvaro Santos e foi premiada com a série "Exú - A boca do mundo" (SE) e a "Santa-do-Pau-Oco", produzida pela Negra Luz (SE).Iracema Viralonga - Assessoria Acessibilidade Ira Vilaronga é Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); gestora da ACESSU: Acessibilidade Universal. Agrega conhecimentos profissionais no desempenho das funções de audiodescritora/consultora/locutora para produtos audiovisuais culturais, visando a acessibilidade universal. Como atriz, Poetisa, Compositora e cantora, mergulha no fascinante universo do Teatro, Música e Literatura, transitando entre a arte e a realidade. Amante dos esportes, faz do Ciclismo, Natação, Remo e Atletismo seu estilo de vida.Hilda Lopes Pontes - MinistranteRealizadora e roteirista, é mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Realizou nove curtas em sua produtora Olho de Vidro Produções. Seus filmes somam mais de 200 seleções em festivais nacionais e internacionais, incluindo Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Triunfo e Panorama Coisa de Cinema, somando 20 prêmios. É idealizadora e coordenadora da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, criada em 2017. Escreveu três roteiros de longas entre 2018 a 2020, sendo que todos eles foram selecionados para o Laboratório de Roteiros do Panorama Coisa de Cinema. Em 2022, criou o projeto Nosso Cinema, onde mapeou e realizou uma série de entrevistas com diretoras mulheres soteropolitanas em atividade, o mesmo foi contemplado com o edital do governo do estado da Bahia, Cultura na Palma da Mão. Ministra cursos na área de audiovisual desde 2018, incluindo Curso de Cinema Independente Olho de Vidro, Matura Cine- Aprendendo Cinema Depois dos 50, Oficina de Interpretação no Audiovisual para Crianças e Atuando Para Câmera.Calebe Lopes - MinistranteRealizador baiano com interesse especial no cinema fantástico, Calebe dirigiu curtas-metragens como "Modo Noturno" (2020) e “Claudio” (2022), exibidos e premiados em dezenas de festivais de cinema em diversos países, entre eles Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Mostra de Cinema de Tiradentes e Fantaspoa. Atualmente desenvolve o roteiro de "Menarca", seu primeiro longa-metragem, co-escrito com Marina Lordelo.Rafa Beck - Produção ExecutivaRafa Beck é mestre em Cinema e Narrativas Sociais (PPGCINE-UFS/SE) e graduado em Cinema e Audiovisual (UFRB/BA). Realizou produção executiva de produções audiovisuais nos formatos de curta, média e longa-metragem, web-série e série de TV, também atuou em etapas de desenvolvimento, produção e pós-produção de diversos projetos. Colaborou como produtor executivo na Olho de Vidro Produções e na 242 Filmes. Atualmente é Assessor da Lei Paulo Gustavo no município de Luís Eduardo Magalhães e dirige seus primeiros filmes: Cleó aos 70 (curta/doc, em finalização), Mãe Cléo (longa/doc, em produção) e Cajazeiras: TerreiroCity (longa/doc&anima, em desenvolvimento).Thiago Duarte - Cobertura AudiovisualThiago Duarte é diretor de fotografia graduado em Cinema e Vídeo pela FTC. Trabalha no setor desde 2016, tendo colaborado na realização diversos videoclipes, destacando-se “Malembá” (2019) de Márcia Freire e “Claudio” (2022) de Nana Lacrima, além disso trabalhou em mais de 10 curta-metragens, dentre eles “Não Falo com Estranhos” (2017), “Onze Minutos” (2018), “A Triste Figura” (2018) e B não é de Biscoito (2021). Vencedor dos prêmios de melhor direção de fotografia no 4º Petit Pavé - Festival de Cinema Independente de Curitiba (2018) pelo filme “Onze Minutos” e no 2º Festival de Horror Gato Preto (2019) por “A Triste Figura”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.