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O projeto visa produzir um curta-metragem documental de até 15 minutos sobre os saberes, histórias e práticas das benzedeiras do Agreste Alagoano. A proposta contempla pesquisa, gravação, finalização, produção de materiais acessíveis (audiodescrição, Libras e legendas), exibição pública gratuita com roda de conversa e disponibilização do filme em plataformas digitais, promovendo a valorização e a preservação desse patrimônio imaterial.
“Cultura Viva: Histórias do Nosso Lugar – Edição: Saberes das Benzedeiras do Agreste Alagoano” é um curta-metragem documental com duração de até 15 minutos, que tem como proposta registrar, preservar e valorizar os saberes, as práticas e as histórias de vida das benzedeiras do Agreste Alagoano.Por meio de depoimentos, registros audiovisuais dos rituais, das rezas, do cotidiano e dos espaços onde atuam, o filme revela a importância dessas mulheres como guardiãs de práticas ancestrais de cura, espiritualidade e cuidado comunitário.O documentário busca não apenas documentar, mas também provocar reflexão sobre a importância da preservação do patrimônio imaterial e da memória coletiva, destacando a relevância dos saberes populares que atravessam gerações e compõem a identidade cultural da região.• Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.
Objetivo Geral:Registrar, valorizar e difundir os saberes, as histórias de vida e as práticas tradicionais das benzedeiras do Agreste Alagoano, por meio da produção e exibição de um curta-metragem documental, contribuindo para a preservação da memória, da cultura popular e do patrimônio imaterial da região.Objetivos Específicos:Realizar pesquisa de campo para identificação, seleção e levantamento das benzedeiras participantes.Produzir um curta-metragem documental com duração de até 15 minutos sobre os saberes das benzedeiras do Agreste Alagoano.Garantir a acessibilidade do conteúdo audiovisual por meio da criação de versões com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras.Promover uma exibição pública gratuita e acessível do curta-metragem, seguida de uma roda de conversa com as benzedeiras e o público.Disponibilizar o filme gratuitamente em plataformas digitais e redes sociais, garantindo ampla circulação e democratização do acesso.Realizar ações de divulgação do projeto, incluindo produção de teasers, posts, cartazes e impulsionamento nas redes sociais.Contribuir para o fortalecimento da identidade cultural local, a valorização dos saberes populares e a preservação do patrimônio imaterial da região.
O projeto "Cultura Viva: Histórias do Nosso Lugar _ Edição: Saberes das Benzedeiras do Agreste Alagoano" tem como objetivo registrar, valorizar e difundir os saberes tradicionais das benzedeiras da região, práticas que integram o patrimônio imaterial e são fundamentais para a preservação da memória cultural local.O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura, previsto na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), é essencial, uma vez que se trata de uma proposta sem viabilidade econômica comercial, cujo retorno é exclusivamente sociocultural. A execução depende diretamente de recursos incentivados para garantir a realização com qualidade, acessibilidade e democratização do acesso ao conteúdo produzido.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I _ Fomento e difusão da cultura nacional;II _ Proteção do patrimônio cultural brasileiro;III _ Estímulo à difusão de bens culturais de valor universal;IV _ Apoio a projetos culturais que estimulem a preservação e valorização das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.Além disso, atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente:I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e regionais;III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.A proposta tem relevante impacto sociocultural, pois fortalece a identidade local, promove o acesso democrático à cultura e assegura que os saberes das benzedeiras sejam devidamente registrados e transmitidos às futuras gerações. A Lei de Incentivo à Cultura se configura, portanto, como o instrumento necessário para a viabilização deste projeto, que, além de preservar a memória, fomenta a diversidade cultural, a inclusão social e a valorização das tradições do Agreste Alagoano.
O projeto “Cultura Viva: Histórias do Nosso Lugar – Edição: Saberes das Benzedeiras do Agreste Alagoano” não se limita à produção de um curta-metragem. Trata-se de uma ação de valorização, salvaguarda e difusão da cultura popular, mais especificamente dos saberes ancestrais das benzedeiras da região do Agreste Alagoano.A proposta dialoga diretamente com a necessidade de fortalecimento da cultura local, dando voz e visibilidade a personagens que historicamente foram invisibilizadas, mas que carregam conhecimentos essenciais para a construção da identidade cultural do território.O curta-metragem tem caráter de registro e também de reflexão sobre a importância da oralidade, da transmissão intergeracional de saberes e da resistência das práticas tradicionais em um mundo cada vez mais dominado pela tecnologia e pela cultura de massa.O diferencial desta proposta é sua dimensão comunitária, tanto no processo de produção, que será realizado com envolvimento direto das protagonistas e de profissionais locais, quanto na sua estratégia de distribuição, que garante acesso gratuito, amplo e com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual.Ademais, o projeto também contribui para o fortalecimento da economia criativa na região, gerando trabalho e renda para profissionais da cultura, especialmente no segmento audiovisual, que carece de investimentos estruturais.Por fim, cabe destacar que esta proposta se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente aos ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ao promover inclusão, diversidade, preservação cultural e fortalecimento das comunidades locais.
Produto Principal:Título: Cultura Viva: Histórias do Nosso Lugar – Edição: Saberes das Benzedeiras do Agreste AlagoanoFormato: Curta-metragem documentalDuração: Até 15 minutosClassificação indicativa: Livre para todos os públicosFormato de exibição: Arquivo digital (.mp4, H264, Full HD – 1920x1080), com versões acessíveis (legendagem descritiva, audiodescrição e Libras)Suporte de exibição: Plataformas digitais (YouTube, redes sociais) e exibição pública presencialConteúdo:O filme apresentará entrevistas com benzedeiras da região do Agreste Alagoano, intercaladas com registros de suas práticas, elementos visuais do ambiente, imagens do território, sons ambientes, além de elementos poéticos que compõem a cultura local. O documentário terá como fio condutor a tradição oral, as histórias de vida e os saberes transmitidos por gerações.Detalhamento Técnico do Curta-metragem:Captação de Imagem:• Câmeras DSLR ou Mirrorless com capacidade Full HD ou 4K (ajustada para Full HD na edição)• Lentes cinematográficas com variações de ângulo (35mm, 50mm, 85mm) para composição estética adequada• Tripé, monopé, gimbal, slider e equipamentos de estabilização para fluidez das imagensCaptação de Som:• Gravadores digitais portáteis de áudio profissional• Microfones de lapela sem fio e shotgun direcionais para garantir clareza dos depoimentos• Captação de som ambiente para composição sonoraIluminação:• Kit de luz LED portátil, com ajuste de temperatura de cor, difusores e rebatedores, priorizando luz natural quando possível.Pós-produção:• Software de edição profissional (DaVinci Resolve)• Edição de imagem, correção de cor e tratamento de áudio• Inserção de elementos gráficos, vinhetas, créditos e identidade visual do projeto• Criação de versões acessíveis: legendagem descritiva, audiodescrição e LibrasEntrega final:Arquivo final Full HD (.mp4 – H264)Três versões acessíveis:• Com legendagem descritiva• Com audiodescrição• Com tradução em LibrasProduto Secundário – Evento de Exibição Pública com Roda de Conversa:Local: Espaço acessível na cidade de Arapiraca – ALDuração: 2 horas (aproximadamente)• 15 min de recepção e abertura• 15 de exibição do curta• 1h30 de roda de conversa com as benzedeiras, realizadores e comunidadeAcessibilidade• Intérprete de Libras, local com acesso físico adaptado (rampas, banheiros acessíveis)Materiais e Estrutura:• Telão ou TV de grande porte• Sistema de som (caixas acústicas, microfones)• Cadeiras para público• Espaço para coffee break ou recepção (opcional)• Banner ou painel com identidade visual do projetoMaterial de Divulgação:• Formato digital: Cards, teasers, reels e vídeos curtos para Instagram, Facebook, YouTube e TikTok• Identidade visual: Desenvolvimento de marca, cartaz do projeto, miniatura para redes e thumbnail para YouTube• Páginas e textos: Textos para release, sinopse, ficha técnica e chamadas de divulgaçãoProjeto Pedagógico (Roda de Conversa):• A roda de conversa tem como objetivo gerar reflexão sobre os saberes tradicionais, a importância da memória coletiva e os desafios da preservação da cultura imaterial.• Mediação realizada pelos próprios realizadores do projeto (Berg e Madu) e, se possível, com a participação das benzedeiras protagonistas.• O público-alvo inclui jovens, adultos, agentes culturais, educadores e a comunidade em geral.Temas abordados:• O papel das benzedeiras na comunidade• Saberes ancestrais como patrimônio cultural• Processos de produção audiovisual como ferramenta de registro e preservação cultural
O projeto garante medidas de acessibilidade tanto física quanto de conteúdo. Para a acessibilidade física, a exibição pública do curta-metragem será realizada em espaço que possua estrutura acessível, como rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação livre para pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes e demais necessidades.Quanto à acessibilidade de conteúdo, o curta-metragem contará com legenda descritiva, facilitando o acesso para pessoas surdas e com deficiência auditiva. Além disso, será disponibilizada uma versão do filme com audiodescrição, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam compreender integralmente o conteúdo audiovisual. Haverá ainda intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante o evento de exibição pública, garantindo acessibilidade comunicacional.Dessa forma, o projeto se compromete a adotar práticas inclusivas, assegurando que pessoas com deficiência possam acessar, compreender e usufruir plenamente do conteúdo cultural oferecido.
O projeto assegura acesso gratuito e amplo ao público, sem qualquer cobrança pela participação, exibição ou distribuição dos produtos culturais. O curta-metragem será exibido em evento presencial, aberto e gratuito, em espaço acessível à comunidade, com divulgação nas redes sociais, rádios locais e meios comunitários.Além da exibição presencial, o filme será disponibilizado de forma gratuita nas plataformas digitais, como YouTube, redes sociais do projeto e/ou do proponente, garantindo acesso irrestrito, inclusive para pessoas de outras localidades.Como medida de ampliação do acesso, será realizada uma roda de conversa após a exibição, aberta ao público, onde serão debatidos os saberes tradicionais, a importância da preservação da cultura imaterial e os processos de realização do documentário.O projeto também prevê o registro fotográfico do processo e a divulgação desse material nas redes sociais, contribuindo para a sensibilização do público sobre o valor dos saberes populares e estimulando a valorização da cultura local.Não haverá qualquer forma de comercialização do produto, sendo este totalmente gratuito e de livre acesso, alinhado com os princípios de democratização da cultura previstos na Lei de Incentivo.
Atuação do Proponente – Laniberg Rozendo da Silva (Berg)Função no Projeto: Coordenação Geral, Direção, Direção de Fotografia, Captação de Imagem, Edição e Pós-produçãoCurrículo:Berg Rozendo é filmmaker, diretor de fotografia, operador de câmera e pós-produtor, com mais de 10 anos de experiência no setor audiovisual. Fundador da produtora Berg ISO, atua em todas as etapas do processo audiovisual, desde o desenvolvimento da ideia, planejamento de captação, direção de fotografia até a finalização do conteúdo, tanto em vídeo quanto em fotografia.Seus trabalhos são reconhecidos pela qualidade estética, pelo olhar sensível e pela capacidade de traduzir narrativas em imagens potentes, com domínio técnico e refinamento no uso de luz, sombra, composição e ritmo de montagem.Principais trabalhos no audiovisual:Mini Documentário – Rozza Tattoo: Direção de fotografia, captação e pós-produção.Mini Documentário – Ronny Alex BMX: Direção de fotografia, captação e pós-produção.Campanha Publicitária – Alisson Kauami (Moda): Direção de fotografia, captação e pós-produção.Teaser – Evento Cavalaria Polícia Militar: Direção de fotografia, captação e edição.Clipe Musical – Mariar Duo “Fora de Órbita”: Direção de arte.Show – Dama Crânio e Gato Negro: Direção de fotografia e pós-produção.Diversos projetos institucionais, publicitários e culturais para empresas, artistas, eventos e movimentos culturais da região de Arapiraca e Alagoas.Habilidades técnicas:Direção de fotografia (cinema, publicidade, documentário e institucional).Operação de câmera.Edição e finalização (color grading, tratamento de som e imagem).Direção de projetos audiovisuais.Criação de identidade visual audiovisual e composição narrativa com alto padrão estético.Linguagem de trabalho:Foco na construção de atmosferas visuais que dialogam com as emoções e o sentido da narrativa. Trabalha com luz e sombra de forma intencional, buscando impacto estético, ritmo e autenticidade.Direção de Arte e Assistência de Direção – Maria Eduarda Valentino (Madu)Função no Projeto: Direção de Arte e Assistência de DireçãoCurrículo:Madu Rozendo é artista visual, fotógrafa e atriz. Atua principalmente na Direção de Arte e na Assistência de Direção no audiovisual, além de ter formação e experiência em teatro e circo. Iniciou sua trajetória artística em 2018, nos palcos, e logo expandiu seu trabalho para o audiovisual, onde desenvolve projetos sensíveis, com foco na criação de imagens que ultrapassam a estética e carregam significados profundos.Seus projetos são reconhecidos pela delicadeza, pela força simbólica e pela construção detalhada dos elementos de cena, figurinos e ambientes, que ajudam a contar a história com potência visual.Principais trabalhos:Longa-metragem – Movimento Perpétuo (Zoio Comunicação): Assistente de Arte.Curta – Guia (Filmes de Bananola): Direção de Arte e Maquiagem.Mini Série – Shot de Tarja Preta (Cattivaz Produções): Direção de Arte e Assistência de Direção.Curta – Tente Usar a Roupa que Estou Usando (Criattiva): Direção de Arte e Assistência de Direção.Curta – Tumulto (Criattiva): Assistência de Direção.Curta – Via (Criattiva): Assistência de Direção.Curta – Seus Lábios (Criattiva): Assistente de Arte e Maquiagem.Curta – Cacos Lapidados (Panan Filmes/IPC): Assistente de Direção.Clipe Musical – Fora de Órbita (Mariar Duo): Direção de Arte.Habilidades técnicas:Direção de Arte (cenografia, figurino, objetos de cena, composição visual).Assistência de Direção (organização de set, acompanhamento de roteiro e cronograma).Fotografia artística e de bastidores.Maquiagem artística e de caracterização.Criação de atmosferas visuais que dialogam com a narrativa e fortalecem a identidade estética do projeto.Linguagem de trabalho:Foco em narrativas visuais que valorizam o detalhe, a textura, a luz, a simbologia e a poética da cena. Trabalha com escuta ativa da equipe, construção colaborativa e sensibilidade estética.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.