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Publicação de um livro de arte sobre a vida e a carreira do artista visual Rubem Dario Horta Bittencourt (1941 - 1978), cuja obra poética e consistente concretizou-se em sua carreira curta e meteórica, marcante para a tapeçaria artística nacional e também com repercussão internacional. A edição, nos padrões usuais dos livros de arte, será bilingue (português/inglês) e terá tiragem de 2.000 exemplares.
Será editado um livro retrospectivo da obra do artista Rubem Dario, com fotografias e dados de obras, fortuna crítica, cronologia ilustrada e textos críticos. A classificação indicativa é livre. O texto crítico será de Paulo César Garcez Marins, a Coordenação Geral será da Cult Arte e Comunicação e a Coordenação Editorial da Editora Olhares.
Objetivo geral: Divulgar e resgatar para o grande público, através de um livro, a obra do artista Rubem Dario, um dos grandes protagonistas do movimento da tapeçaria artística moderna, uma das vertentes mais inovadoras da produção cultural de nosso país na segunda metade do século XX. Objetivos específicos: - Produção de um livro retrospectivo da obra do artista, com fotografias e dados de obras, bibliografia, cronologia ilustrada e textos críticos. O livro trará imagens de dezenas de matrizes feitas para suas tapeçarias, pintadas em guache sobre papel, assim como uma seleção de tapeçarias bordadas e tecidas no tear, desenhos, projetos e serigrafias, com temas desde natureza tropical, à abstratos-geométricos e figurativos. Serão impressos 2.000 exemplares em edição bilingue (português/inglês). - Contrapartidas sociais: No aspecto social, o projeto terá um foco especial na inclusão e acessibilidade. Serão realizadas 3 palestras _ atingindo em média 30 pessoas por evento - com acompanhamento de intérprete de LIBRAS, oferecendo de forma gratuita interpretações e reflexões distintas a respeito da obra de Rubem Dario.
O presente projeto atende o Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Para cumprimento das finalidades do Art. 3° temos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Através do fomento cultural por meio de leis de incentivo à cultura é possível viabilizar importantes debates relativos ao atual contexto social e permitir que projetos culturais alcancem o público em geral ampliando as percepções de mundo através da arte e da cultura. A tapeçaria artística moderna é uma das vertentes mais inovadoras da produção cultural de nosso país na segunda metade do século XX. Nomes como Genaro de Carvalho, Burle Marx, Jacques Douchez, Norberto Nicola, Jean Gillon e Sylvio Palma integraram o Brasil à revalorização da tapeçaria capitaneada pela França. Aqui ela foi retomada e reinterpretada, ora com o cromatismo e as formas tropicais, ou com a irreverência diante das tradições têxteis europeias. O artista mineiro-carioca Rubem Dario é um dos grandes protagonistas desse movimento. A explosão de cores contrastantes, cítricas, com vermelhos, amarelos e verdes acentuados, marca sua produção tão criativa quanto singular, fortemente autoral. Seu grande legado gráfico, formado pelos estudos em papel de suas produções têxteis, indicam que por trás de seus gestos poéticos, livres, se previa a geometria rígida da produção têxtil. Documentos de uma cadeia artística de cores e formas e de linhas e tramas, esses estudos, assim com suas tapeçarias, testemunham o rigor de um artista que é um dos grandes intérpretes da potência visual brasileira. Nos anos de 1960, no auge da tapeçaria artística, e por possuir talento de "muralista", Dario decidiu iniciar em 1964, a produção de cartões-modelo e cogitou organizar um ateliê seu para bordar e tecer suas obras. Porém, ao conhecer e se encantar pelo Artesanato da Penitenciária de Bangu, Dario decidiu entregar a execução de suas tapeçarias a este Artesanato. Sob a orientação e supervisão de Dona Gilda Carneiro de Mendonça este ateliê coletivo executava desde 1962 um trabalho de qualidade, tendo formado excelentes artesãs. Graças a esta magnífica obra social, idealizada como terapia ocupacional, proporcionava também renda para suas artesãs. Em setembro de 1964, Dario, então com 22 anos, realizou sua primeira exposição de tapeçaria na Galeria Décor do Rio de Janeiro, a convite do crítico, arquiteto e jornalista Flávio de Aquino. O sucesso de Dario no ingresso da arte da tapeçaria foi aclamado pelo público e divulgado em muitos jornais e revistas do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte, que comentaram que sua obra engrandecia este ramo da arte com contribuições valiosas. Rubem Dario criou tapeçarias com temas da vegetação tropical e com a junção dos opostos, máquina e natureza, simbolizando o homem da cidade e do campo. Iniciado em pintura e com vocação muralista, produziu obras únicas em guache como base para as suas tapeçarias, pelas quais obteve sucesso, reconhecimento e o título de "o mágico das cores".
ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA DISTRIBUIÇÃO DOS EXEMPLARES: Os 1.000 livros destinados à venda, terão preço final de R$ 140,00. A Editora Olhares - empresa parceira que participa do presente projeto - ficará responsável pela venda desses 1.000 exemplares. Não venderemos a preço popular; optamos por doar gratuitamente 10% da tiragem, além dos 20% obrigatórios, totalizando, assim, 30% (600 exemplares) distribuidos gratuitamente.
LIVRO DE ARTE FORMATO FECHADO: 230x300mm FORMATO ABERTO: 460x300mm - Miolo em papel couché 150grs 4x4 cores, com verniz base d’agua - 200 PAGS + CAPA + GUARDAS (CAPA DURA) Acabamentos LAMINAÇÃO FOSCA FRENTE; HOT STAMPING; REFILADOS; HOT STAMP PRATA - 01 AREA: 15x15 cm. Edição bilingue (português/inglês) e tiragem de 2.000 exemplares.
PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: o livro terá um QR Code com a audiodescrição de cada obra. A audiodescrição envolve a tradução da obra para LIBRAS. O QR Code leva a um vídeo contendo: - Escrita de áudio descrição da obra. - Edição de vídeo juntando a libras, descrição e a obra. - Criação de uma página de web com os vídeos. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS e webdesigner (audiodescrição) PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As 3 palestras serão realizadas em locais cuidadosamente escolhidos para acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida e pessoas idosas com rampas de acesso (ou sem escadas) e banheiros acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Serão realizadas 3 palestras sobre o artista, oferecendo de forma gratuita interpretações e reflexões distintas a respeito da obra de Rubem Dario. As palestras terão o acompanhamento de um intérprete de LIBRAS. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS.
O projeto disponibilizará 30% da produção do livro (600 unidades) de forma gratuita em bibliotecas, museus, instituições públicas e pontos de cultura permitindo maior acesso ao público em geral.
CULT PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA - COORDENAÇÃO GERAL: A Cult Arte e Comunicação (www.cultarte.com.br) atua há 20 anos nas áreas de desenvolvimento de projetos culturais. Sua principal expertise é a produção executiva de exposições de artes visuais, livros de arte e apresentações musicais. Principais Realizações Culturais - Exposição e lançamento do livro de Juan Esteves – Campos Elíseos – história e imagens - Complexo Cultural Porto Seguro – São Paulo/SP - Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo (CCBB Rio de Janeiro) - Anita Malfatti – 120 anos de nascimento (CCBB-DF e CCBB Rio) - 100 anos de Iberê (livro de arte) - Marcello Grassmann – Sombras e Sortilégios (Caixa Cultural de Salvador e Rio de Janeiro) - Goeldi – Soturno Caminhante (Espaço Cultural dos Correios – Fortaleza) - Tomie Gráfica (SESC Araraquara) - Niobe Xandó - Mostra Antológica (Museu Oscar Niemeyer) - Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo (Museu Oscar Niemeyer) - O Jardim Monumental de Burle Marx (Santander Cultural/SP) PAULO CÉSAR GARCEZ MARINS - AUTOR/TEXTO Possui Bacharelado em História pela Universidade de São Paulo (1991), instituição na qual tambémobteve a Licenciatura em História (1995), Doutorado em História Social (1999) e Livre-docência (2021).Especialista em Conservação de Bens Culturais Móveis pela Universidade Federal do Rio de Janeiro(1993). Professor Associado MS5-1 do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, docente doPrograma de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo daUSP e do Programa de Pós-graduação em Museologia da USP. Exerce atualmente a função de Editor deAnais do Museu Paulista: História e Cultura Material (desde janeiro de 2005). Tem experiência na áreade História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: museus dehistória, história cultural, história urbana, história da arquitetura, identificação e gestão do patrimôniocultural. Pesquisador principal no Projeto Temático "Coletar, identificar, processar, difundir: o ciclocuratorial e a produção do conhecimento", financiado pela FAPESP (2017-2023), sediado no Museu deArte Contemporânea da USP. Partenaire internationale do projeto IDEX "Du Monde en miniature aujardin planétaire: imaginer, vivre et (re)créer le jardin de mondes anciens à nos jours", sediado naUniversité Sorbonne Paris Cité (2015-2018), tendo desenvolvido pesquisa sobre o Parque daIndependência, São Paulo. Pesquisador-convidado no Centre de Recherches sur le Brésil Colonial etContemporain / École des Hautes Études en Sciences Sociales (2016-2017). Foi Chefe da DivisãoTécnico-Científica de Acervo e Curadoria do Museu Paulista da USP (2012-2016, 2020-2024), Diretor daDivisão de Difusão Cultural do Museu Paulista da USP (2009-2011), Presidente da Comissão de Pesquisado Museu Paulista da USP (2010-2014, 2016-2024), Vice-Coordenador do Programa de Pós-Graduaçãoem Museologia da USP (2014-2016, 2018-2020) e Vice-Diretor do Centro de Preservação Cultural daUSP (2006-2009). Conselheiro do Conselho do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turísticodo Estado de São Paulo (CONDEPHAAT) entre 2013 e 2015. É membro do International Council ofMuseums (ICOM-BR), do International Committee for University Museums and Collections (UMAC/ICOM-BR) e do Internacional Council of Monuments and Sites (ICOMOS-BR) EDITORA OLHARES - COORDENAÇÃO EDITORIAL/PRODUÇÃO EXECUTIVA CURRÍCULO EO SERVIÇOS EDITORIAIS A EO Serviços Editoriais Ltda é uma empresa brasileira constituída em 2006 com o objetivo de prestar serviços de design. Se especializou em projetos gráficos para produtos culturais como livros e exposições. Com o ingresso de novos sócios e a aproximação com a parceira EO Editora Ltda, a empresa mudou seu objeto social, qualificando-se para coordenar projetos editoriais e publicar livros. Livros de arquitetura, arte e design • Zanini de Zanine 2002-2022 (2023) • Sergio Rodrigues em Brasília (2023) • Horizonte ampliado (2023) • Histórias de Casa (2021) • Jean Gillon (2021) • Attilio e Gregório (2020) • Art decó no Brasil: coleção Fulvia e Adolpho Leirner (2020) • Reflexões sobre o design industrial - artigos de Júlio Katinsky (2020) • Alguém passa por aqui e deixa alguma coisa: Marina Linhares (2019) • José Zanine Caldas (2019) • Ruy Othake: o design da forma (2019) • Gregori Warchavchik: design e vanguarda no Brasil (2018) • Percival Lafer: design, indústria e mercado (2018) • Brasil Faz Design (2017) • Móvel moderno brasileiro (2017) • Marcenaria baraúna: móvel como arquitetura (2017) • Lattoog (2017) • Desenho da utopia (2017) • Móvel moderno no Brasil (2015) • Zanini de Zanine – edições limitadas (2015) • Paulo Alves (2015) • Jorge Zalszupin: design moderno brasileiro (2014) • Museu Histórico Nacional (2013) • Artesãos da Sapucaí (2011) • Interiores no Brasil – a influência portuguesa nos espaços domésticos (2011) GRAÇA BUENO - COORDENADORA DE PESQUISA Graduada em Artes Decorativas dos Séculos XVII ao XX pela Sotheby’s Educational Studies, em Londres, onde trabalhou na casa de leilões da mesma instituição. A partir de 1988, foi responsável pelas aquisições internacionais para o antiquário da família, e em2002 fundou a Passado Composto Século XX, galeria especializada no modernismo brasileiro. Como expert e pesquisadora em mobiliário de época e tapeçarias modernas artísticas brasileiras e internacionais, trabalha conjuntamente com as famílias de autores e instituições, contribuindo para enaltecer a nossa brasilidade única e para resgatar a memória artística destes meios, através de exposições, curadorias, catalogações, palestras e publicações nacionais e internacionais. Dentre as colaborações relevantes mais recentes, foram: em 2019 a publicação do texto “Magda no Brasil: Tecendo Histórias” de sua autoria no livro “ABAKANOWICZ METAMORPHISM“ editado pelo Central Museum of Textiles in Łódź na Polônia, em 2021 a organização da exposição JEAN GILLON: artista-designer no MCB e do livro homônimo pela Editora Olhares, e também em 2021 com pesquisa histórica e consultoria técnica para a exposição “Os pássaros levantarão vôo novamente–As Formas Tecidas de Jacques Douchez e Norberto Nicola” com curadoria de avaf no MAM-SP.Em novembro de 2022 realizou a curadoria conjuntamente com Nair de Carvalho da exposição “Genaro e a luz da Bahia” e emcolaboração com texto crítico de Renato Menezes.Em abril de 2024 realizou a curadoria da exposição “Rubem Dario: O Poeta da Cores” em cartaz na Galeria Passado Composto Século XX até 03 de agosto de 2024. RUBEM DARIO - artista Rubem Dario nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 1941, mas no mesmo ano foi levado para Belo Horizonte – MG. Em 1959 Dario se mudou de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro. Iniciou em 1960 no Rio de Janeiro, por vocação e por uma indicação terapêutica, cursos de arte, começando com desenho básico na Fundação Getúlio Vargas. 1963 realizou sua primeira exposição de pinturas e retratos na galeria Montmartre Jorge, Rio de Janeiro, RJ. Em setembro de 1964, Dario com 22 anos, realizou a sua primeira exposição de tapeçaria com a inauguração da Galeria Décor com a exposição RUBEM DARIO, Rio de Janeiro, RJ. Em novembro de 1965, Dario realizou a sua segunda exposição individual de tapeçarias na Galeria Décor e nesta nova fase adotou como tema somente motivos da vegetação tropical. Em 1966 Dario já tinha alcançado a consagração autêntica da sua arte, não só pela sua fama e participação em exposições e recebeu o convite da Embaixada de Portugal no Brasil, para participar da mostra coletiva “O Tapete Português no Brasil”, organizada no Pavilhão da Exposição Portugal de Hoje. Em 10 de junho ele realizou sua terceira exposição individual na Galeria Décor e dez dias depois abriu a sua primeira exposição em Belo Horizonte na Galeria Guignard. Esta primeira exposição mineira, “Tapeçaria de RUBEM DARIO”, foi aberta em 20 de junho de 1966. Em Niterói, Dario realiza uma exposição individual de tapeçarias em agosto de 1966, na consagrada Galeria Scala. Neste mesmo ano Dario, em dezembro, também participa com tapeçarias da exposição coletiva “Arte e Artesanato” na Galeria Décor, em conjunto com desenhos de Di Cavalcanti e Oswaldo Goeldi, guaches de Antonio Bandeira, gravuras de Milton da Costa e óleos de Volpi e Glauco Rodrigues, entre outros artistas famosos. Em fevereiro de 1967, Dario com 25 anos, recebeu o convite para expor na Sala Especial do I Salão Nacional de Pintura Jovem, no Hotel Quitandinha, em Petrópolis. Dario expôs em setembro, na galeria do IBEU (Instituto Brasil-Estados Unidos), no Rio de Janeiro, na exposição coletiva “O Rosto e a Obra”, na edição de 1967. Entre 1968 e 1970, Dario se afastou das exposições, mas usufruiu de sua fama produzindo muitos cartões em seu ateliê e recebendo várias encomendas de tapeçarias para órgãos públicos e comerciais. Em 1969 Dario se muda com a família para Belo Horizonte onde passa a executar suas tapeçarias no ateliê formado por jovens do Educandário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que era uma obra social organizada e orientada pela Sra. Clara Maria Frattini Renault. Entre setembro e outubro de 1972, Dario expôs pela segunda vez na galeria Guignard de Belo Horizonte, com grande sucesso e prestígio. Esta exposição na galeria Guignard foi um novo marco na carreira curta e meteórica de Dario, com grande repercussão na imprensa mineira. Em 15 de setembro recebeu o título de “tapeceiro do ano” pela coluna cultural “Jane apresenta”, do Diário de Minas em 3 de dezembro. Em 1973, Dario participou da inauguração da Arte Exposta Galeria de Belo Horizonte, com a exposição coletiva de tapeçarias ao lado de Marlene Trindade e outros. A Kompass Cultura Galeria, criada pelo crítico e escritor Harry Laus (1922-1992) e com sede em São Paulo, realizou em 1974 uma exposição coletiva, com seis artistas mineiros, chamada de “São os de Minas que Vêm”, em julho na galeria em São Paulo, e chamada de “Mineiros Kompass”, no espaço cultural do ICBEU (Instituto Cultural Brasil Estados Unidos) de Belo Horizonte em outubro. Dario participou destas duas exposições da Kompass. Em setembro de 1974, a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) em Belo Horizonte, apresentou a exposição coletiva “Tapeçaria Brasileira”, organizada pelo Centro de Extensão da Escola de Belas Artes, em articulação com o Conselho de Extensão da universidade. Em outubro deste mesmo ano Dario participou da coletiva “Caminhos da Tapeçaria” realizada no Museu de Arte Moderna da Pampulha em Belo Horizonte. A consagração artística de Dario se confirmava em homenagens como na inauguração da Pinacoteca do Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, com a exposição coletiva das alunas de tapeçaria de Marlene Trindade, em outubro de 1974. Em maio de 1975, a Contorno Galeria de Arte, no Rio de Janeiro, realizou uma importante mostra coletiva, em apoio ao movimento da valorização da tapeçaria brasileira da qual Rubem Dario participou. Dario também foi convidado fez parte da exposição coletiva, em junho de 1975, para a inauguração da Galeria Vivência, de Belo Horizonte. Três anos depois desta exposição, Dario faleceu prematuramente, em 17 de janeiro de 1978, em consequência de um acidente de carro. Rubem Dario recebeu duas homenagens póstumas em 1978, em outubro no Palácio das Artes de Belo Horizonte, com a exposição coletiva “Panorama da Moderna Tapeçaria em Minas e em dezembro na Funarte do Rio de Janeiro, onde aconteceu a exposição coletiva “Caminhos da Tapeçaria Brasileira”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.