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O Plano Anual de Atividades 2026 tem como objetivo realizar as ações regulares da Orquestra Sinfônicado Espírito Santo (OSES) através dos seguintes produtos culturais: OSES concertos sinfônicos, OSES quarta e quinta clássica, Concertos Didádicos, Concertos Especiais, Concerto no Interior, Concertos Estaduais, Concertos nas Escolas e compra e manutenção de instrumentos.
Ao ser convidado pela nova gestão da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo para realizar a curadoria desta temporada, comecei a ponderar sobre o passado e o futuro da orquestra. Como unir compromissos estabelecidos com a população capixaba e um futuro em que novas proposições artísticas possam ser acrescentadas? Em termos de repertório, busquei um tema como fio condutor para todo o ano. Não algo rígido, mas um norte que nos desse um caminho através de todos os concertos. Escolhi “Música e Natureza” como temática. Obras sinfônicas inspiradas em manifestações da natureza, como o canto dos pássaros, os sons do mar, as chuvas, as estações do ano e assim por diante. Claro que cada compositor faz uso particular desse tipo de fonte, segundo sua cultura, suas escolhas estéticas e suas referências pessoais do que venham a ser as tais paisagens naturais. Sob este ponto de vista, falar de natureza também conflui, organicamente, para o repertório brasileiro: nossa flora e fauna, nosso folclore, nossos povos originários, nossas memórias... A temporada deste ano é marcada pela presença de compositoras e compositores nacionais, tanto do passado quanto do presente. A temporada ainda oferece um olhar a importantes figuras historicamente menorizadas: compositoras e compositores de altíssima qualidade que, por razões extramusicais, não foram eleitos como “gênios da música ocidental”, mas que podem – e devem – figurar nas salas de concerto pelo mundo afora.Ao longo do ano, eventos diversificados mostrarão a versatilidade da OSES e seu comprometimento com a população capixaba. Espetáculos de ópera, oratório e fomento ao repertório lírico em geral. Apresentações da OSES em escolas da rede pública de ensino e concertos didáticos. Concertos em outras cidades do Estado para além da Grande Vitória. Shows de música popular e espectáculos de natal. Concertos gratuitos, ao ar livre, para toda a população. Solistas, maestras e maestros, do Espírito Santo e de outros estados brasileiros, também foram cuidadosamente pensados para enriquecer os espetáculos. Tudo para que a OSES esteja cada vez mais conectada à realidade cultural e às necessidades do Brasil de hoje.
Objetivo Geral: O objetivo do Plano Anual de Atividades OSES 2026 é a realização dos produtos culturais à população capixaba que visam garantir e ampliar a democratização do acesso à música de concerto no Espírito Santo e a sustentabilidade das atividades da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, um corpo artístico público do estado que em 2026 completará 48 anos de atividades. Pretende-se, com isto, atingir uma quantidade ainda maior de público, através da realização de 90 apresentações por ano. Objetivos Específicos: Seguem abaixo os cinco produtos culturais do Plano Anual de Atividades OSES 2026: 1) PLANO ANUAL - Manutenção das Atividades da OSES Neste produto foram inseridas rubricas que são necessárias para o bom funcionamento da orquestra e suporte à realização da temporada regular de concertos da OSES ao longo de 2026, com pelo menos 90 concertos no ano. Vale apena ressaltar que existe um contrato de gestão (anexo) que os valores referentes a folha de pagamento dos músicos é mantido pelo Estado do Espírito Santo. 2) APRESENTAÇÃO MUSICAL _ OSES entre Estados: O concerto OSES entre Estados prevê a realização de 03 apresentação fora do ES, no Estado do Pará, Minas Gerais e Rio de Janeiro com apresentações, oportuna e contemporânea, com fins de aproximação com a música e a cultura popular capixaba. O objetivo é apresentar um concerto da diversidade musical executada por uma orquestra sinfônica, em que o erudito e o popular dialogam de forma direta com o programa escolhido; 3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: OSES em projetos sociais: Este projeto visa a realização de encontros, presenciais e/ ou virtuais, entre os músicos da OSES e mestres e músicos das filarmônicas e bandas marciais da capital e interior do Espírito Santo para realização de práticas de instrumentos que são convergentes em suas formações. Seja com encontros individuais ou coletivos, o projeto nasce da demanda latente por formação no interior, percebida pelas oficinas que a orquestra ministra nas cidades visitadas pelo projeto OSES no Interior, porém realizado de forma contínua no ano ou intensiva, com maior carga horária presencial em instituições selecionadas no estado.
Por meio deste Plano Anual, a COES - Cia de Ópera do Espírito Santo, organização social da cultura e entidade gestora da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, tem a oportunidade de captar recursos financeiros por meio da Lei de Incentivo 8313/91 se enquadrando nos seguintes incisos do Art. 1º da mesma: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Os objetivos alcançados pelo projeto em tela de acordo com objetivos do Art. 3 da referida Lei 8313/91 serão: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos em alguns espetáculos culturais e artísticos, em outros a preço populares; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; Depois de 47 anos de administração direta do Estado, a OSES por meio de Plano Anual aprovado na Lei 8313/91 tem a oportunidade de potencializar suas ações e se aproximar ainda mais do seu público que está presente em todo o estado, e não só no centro de Vitória. Seja com a descentralização de suas ações e apresentações, aliadas a uma estratégia de mediação de público pautada na interatividade e na sensibilização musical ampla e irrestrita, a OSES quer aprimorar e compartilhar uma programação pautada na excelência artística e na diversidade musical e, assim, cumprir o seu papel de corpo artístico público de forma mais democrática e representativa para os capixabas. A Orquestra Sinfônica ddo Espírito Santo é um corpo artístico do Governo do Estado do ES, sediado no Parque Botânico da Vale e na Enseada do Suá. Criado em 1977, foi a primeira orquestra sinfônica fundada no ES, e ao longo de seus 47 anos de existência mantém uma programação regular de concertos que insere o estado do Espírito Santo no cenário da música sinfônica nacional e internacional. Ao longo de suas mais de quatro décadas de atividades, passaram pela orquestra os regentes Victor Marques Diniz, Jaceguay Lins, Wenceslau Moreira, Mário Candiani, Leonardo Bruno e Leonardo David. Desde 1992, a Oses é dirigida pelo maestro titular Helder Trefzger. Entre os maestros convidados que regeram a Orquestra, destacam-se nomes nacionais e internacionais, como Isaac Karabtchevsky, Roberto Duarte, André Cardoso, Silvio Barbato e Ernani Aguiar ( Rio de Janeiro); Roberto Tibiriça, Guilherme Mannis, Marcelo de Jesus, Leandro Carvalho, Lígia Amadio e Marcos Arakaki (São Paulo); Sérgio Magnani, Oiliam Lanna, Marcelo Ramos e Silvio Viegas (Minas Gerais); Emilio de César (Distrito Federal); Sidney Harth, David Handel e Jorge Richter (Estados Unidos); Osvaldo Ferreira (Portugal) e Sergio Oliva (Itália). Procurando sempre dialogar com a cultura local e trazendo a música erudita para a realidade capixaba, a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo também dividiu o palco com grupos de cultura popular e tradicional, a exemplo do Ticumbi de São Benedito, de Conceição da Barra; as bandas de congo das regiões de Vitória, Cariacica, Viana, Serra, Fundão, Vila Velha e Aracruz, além de grandes nomes do cenário do rap espírito-santense, em encontros inéditos. A proximidade com o público que a OSES vem conquistando deve-se a uma proposta artística diversificada e inovadora que tem deslocado a Orquestra da sala de concerto para novos cenários da cidade (museus, ruas, praças, igrejas, shoppings), promovendo sua interface com outras expressões artísticas (cinema, artes plásticas, literatura, música popular, etc.) e buscado uma conexão empática entre o público e o maestro.
INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM MOSTRAS, FESTIVAIS COMPETITIVOS OU NÃO, OFICINAS E WORKSHOPS Conforme anexo III da In. a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; O festival beneficiará 42.000 pessoas, gratuitamente ou a preço poupulares, alem da contrapartida social. Estes ingressos serão distribuidos na bilheteria do espaço onde se realizará. A única forma de seleção será a classificação etária quando houver. b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; Não se aplica c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento; Está relatado em objetivos. d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver; Teremos um curador e o festival não terá banca por não ser competitivo. LIVIA SABAG (curadora) A paulistana Livia Sabag é formada em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo. Desde sua estreia como encenadora de ópera em 2003, suas produções vêm sendo aclamadas pelo público e pela crítica especializada. Sua mais recente produção, L’Italiana in Algeri, de Rossini, realizada no Theatro São Pedro de São Paulo foi eleita a melhor montagem de ópera de 2019 pelo júri do Guia da Folha de São Paulo.Em 2016 encenou Elektra, de R. Strauss, no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2015, Le nozze di Figaro, de Mozart, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, produção originalmente concebida e dirigida para o Theatro São Pedro de São Paulo e finalista do Prêmio Concerto 2014. No mesmo ano encenou Salomé, de R. Strauss, no Theatro Municipal de São Paulo. Salomé foi a vencedora do Prêmio Concerto 2014 da categoria ópera e foi eleita a melhor montagem de ópera pelo júri especializado da Folha de São Paulo. Em 2013 encenou The Turn of the Screw, de Britten, no Theatro São Pedro em São Paulo, e Madama Butterfly, de Puccini, em Belo Horizonte. The Turn of the Screw foi finalista do Prêmio da Revista Concerto e do Prêmio Folha de São Paulo como melhor espetáculo operístico de 2013. Em 2012 encenou O Rouxinol, de Stravinsky, no Theatro Municipal de São Paulo e Lucia di Lammermoor, de Donizetti, na Manhattan School of Music em Nova Iorque. Em 2011 encenou a produção de L’Enfant et les Sortilèges, de Ravel e realizou sua estreia internacional com a ópera Falstaff, de Verdi, na Manhattan School of Music, em Nova Iorque. L’Enfant et les Sortilèges recebeu 6 prêmios no XV Prêmio Carlos Gomes, entre eles melhor espetáculo e melhor direção cênica. Entre 2007 e 2010 realizou as óperas Rigoletto, Pagliacci, A Water Bird Talk, The Bear, Amelia al Ballo e Il Matrimonio Segreto. Livia atua também como curadora, diretora artística e coordenadora pedagógica em projetos de música e teatro. É idealizadora e coordenadora do VOE - Vitória Ópera Estúdio, programa de formação e aperfeiçoamento profissional intensivo para estudantes e profissionais da área de ópera, realizado no Espírito Santo pela COES, sob a direção de Tarcísio Santório. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; Em documentos anexo (Contrapartida Social). f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; Em documentos anexo (Contrapartida Social). g) relação dos títulos a serem exibidos no caso de proposta na área de audiovisual, sendo permitida a sua apresentação até o início da execução do projeto, porém, é necessário que seja informado o quantitativo e o formato das obras a serem exibidas; Não se enquadra Passagens aéreas: 02 Curadora e Diretor Artistico: JPA x VIX x JPA 08 Maestros convidados: SP x VIX x SP 15 artistas convidados: SP x VIX x SP 15 Artistas solistas convidados e Palestrantes do curso: RJ x VIX x RJ Diretor Acessibilidade: REC x VIX x REC 100 Passagens músicos OSES: vIX x RJ x VIX 100 Passagens músicos OSES: VIX x MG x VIX 100 Passagens músicos OSES: VIX x PA x VIX Projeto Contrapartida Social: A ação Música na Rede é fruto da parceria entre a Secretaria de Estado da Educação (Sedu), a Faculdade de Música do Estado do Espírito Santo Maurício de Oliveira (Fames), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado do Espírito Santo (Fapes) e agora a Orquestra Sinfonica do Espírito Santo. Integram esta ação os projetos Bandas nas Escolas da Rede Pública Estadual do Espírito Santo, Corais nas Escolas da Rede Pública Estadual do Estado do Espírito Santo, Orquestra Sinfônica Jovem do Estado do Espírito Santo e Orquestras de Violões nas Escolas da Rede Pública Estadual do Estado do Espírito Santo. O ponto de partida dessa ação se deu em 2008, por meio de um convênio entre a Fames e a Sedu para a implantação de um projeto piloto na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Liceu Muniz Freire, localizada em Cachoeiro de Itapemirim. Nesse ano, a Fames cedeu parte da carga horária de cinco professores para a realização de atividades semanais de ensino coletivo de instrumentos de sopros e percussão na referida escola, resultando na formação de uma banda escolar. Desde então, o atendimento foi se ampliando para outras escolas e, por meio da parceria entre Sedu, Fames e Fapes, novos projetos foram inseridos, abordando outras modalidades de ensino musical coletivo: o canto coral, orquestras de violões e cordas friccionadas. Ainda em 2008, foram implementadas sete bandas e sete corais escolares e, no ano seguinte, foram inclusas mais 21 escolas na modalidade canto coral. No ano de 2012, iniciaram-se as atividades do projeto Orquestra de Violões nas Escolas, atendendo a 51 escolas distribuídas em 42 municípios do Estado do Espírito Santo. As bandas escolares foram implementadas paulatinamente, chegando a 26 em atividades no ano de 2015. Por sua vez, o ensino de instrumentos de cordas friccionadas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo acústico) teve início em 2018, por meio do projeto Orquestra Sinfônica Jovem, com o atendimento a dez escolas. No final de 2018, os quatro projetos (Bandas nas Escolas, Corais nas Escolas, Orquestra de Violões e Orquestra Sinfônica Jovem) se tornaram uma única ação com quatro vertentes, e foi denominada Música na Rede. Os atendimentos atuais são: 1) PROJETO CORAIS NAS ESCOLAS: Atendimento direto a alunos de 32 escolas e o coral da SEDU, com o ensino de musicalização e de canto coral, buscando atingir diretamente 1.280 alunos, anualmente; Também a expectativa de atendimento de 32 alunos com bolsas, que formarão o Coral Jovem Música na Rede. /// 2) PROJETO BANDAS NAS ESCOLAS: EM 2022: 26 escolas distribuídas em 19 municípios do Estado do Espírito Santo atendendo a, aproximadamente, 750 alunos. EM 2024: 26 escolas com 875 vagas. /// 3) PROJETO ORQUESTRA DE VIOLÕES: Atendimento a alunos de 65 escolas da rede estadual, com o ensino de coletivo de violão e prática de orquestra de violões, abrangendo todas as regiões do estado, em 52 municípios, buscando atingir diretamente 4160 alunos, anualmente. /// 4) PROJETO ORQUESTRA JOVEM: Atendimento direto a alunos de 14 escolas da rede estadual com o ensino de instrumentos de cordas friccionadas, buscando atingir diretamente 464 alunos, anualmente.
não se enquadra
1 - APRESENTAÇÃO MUSICAL 1.1 - Acessibilidade física: O Teatro do SESC, Sônia Cabral e SESC, locais de realização do Festival, está completamente adaptado para receber os deficientes, garantindo total acessibilidade às apresentações para fins de atendimento ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e artigos 21, 22 e 23 da Instrução Normativa Nº 1, 2023. Desde sua reforma em 2010, o teatro possui: a - Rampa para cadeirantes b - Elevedor c - Espaço na platéia para cadeiras de rodas d - Banheiros adaptados e - Cadeiras de Obesos f - Luzes nos degraus individual para melhor visão dos obstaculos para idosos. * Item da planilha orçamentária: as medidas já foram pagas pela administração do local onde será executado (recursos próprios) g - Diretor de acessibilidade * Item da planilha orçamentária: Rubrica 23 da planilha orçamentária 1.2 - Acessibilidade para deficientes visuais: a - Teremos off de abertura para narrar as projeções e cenários para as pessoas com dificuldades visuais * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 42 - custo de divulgação): Dentro de divulgação termos os itens: Assessoria de comunicação fará o texto da locução, Estudio de gravação do Spot b - Diretor de acessibilidade * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 23) 1.3 - Acessibilidade para deficientes auditivos: a - Teremos programa com sinopse das obras, ementa do espetaculo e letras dos poemas (das musicas) para pessoas com dificuldades auditivas * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 42 - custo de divulgação): Dentro de divulgação termos os itens: Catálogo/Revista/Programa, Confecção de Texto Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, sindromes ou doenças que geram limitações aos conteudos assim como pessoas que desconhecem as liguagens ou idiomas de conteudos: a - Teremos programa com sinopse das obras, legenda, ementa do espetaculo e letras dos poemas (das musicas) * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 42 - custo de divulgação): Dentro de divulgação termos os itens: Catálogo/Revista/Programa, Confecção de Texto e legenda 2 - CONTRAPARTIDA SOCIAL 2.1 - Acessibilidade física: O Teatro do SESI, Sônia Cabral e SESC, locais de realização do Festival, está completamente adaptado para receber os deficientes, garantindo total acessibilidade às apresentações para fins de atendimento ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e artigos 21, 22 e 23 da Instrução Normativa Nº 1, 2023. Desde sua reforma em 2010, o teatro possui: a - Rampa para cadeirantes b - Elevador c - Espaço na platéia para cadeiras de rodas d - Banheiros adaptados e - Cadeiras de Obesos f - Luzes nos degraus individual para melhor visão dos obstaculos para idosos. * Item da planilha orçamentária: as medidas já foram pagas pela administração do local onde será executado (recursos próprios) g - Diretor de acessibilidade * Item da planilha orçamentária: Rubrica 23 da planilha orçamentária 2.2 - Acessibilidade para deficientes visuais: a - Teremos off de abertura para narrar as projeções e cenários para as pessoas com dificuldades visuais * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 42 - custo de divulgação): Dentro de divulgação termos os itens: Assessoria de comunicação fará o texto da locução, Estudio de gravação do Spot b - Diretor de acessibilidade * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 23) 2.3 - Acessibilidade para deficientes auditivos: a - Teremos programa com sinopse das obras, ementa do espetaculo e letras dos poemas (das musicas) para pessoas com dificuldades auditivas * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 42 - custo de divulgação): Dentro de divulgação termos os itens: Catálogo/Revista/Programa, Confecção de Texto 2.4 - Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, sindromes ou doenças que geram limitações aos conteudos assim como pessoas que desconhecem as liguagens ou idiomas de conteudos: a - Teremos programa com sinopse das obras, legenda, ementa do espetaculo e letras dos poemas (das musicas) * Item da planilha orçamentária (RUBRICA 42 - custo de divulgação): Dentro de divulgação termos os itens: Catálogo/Revista/Programa, Confecção de Texto e legenda OBSERVAÇÃO: Na planilha de custos o item 42 consta como Custo de Divulgação e não de captação.
APRESENTAÇÕES MUSICAIS / CONTRAPARTIDA SOCIAL: Os ingressos dos produtos culturais resultantes do projeto serão distribuídos gratuitamente e alguns a preços populares, respeitando os limites nova IN 2024: a)_no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos na alínea "b" do inciso I será permitida em até cinco por cento para distribuição gratuita por incentivadores patrocinadores em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Conforme IN 2024 serão adotadas as medidas abaixo: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista na Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; b) cursos, master classes ou Q&A educacionais de 40horas/aula com certificado de curso livre; d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários.
A Companhia de Ópera do Espírito Santo será a gestora do processo decisório e administrará as tomadas de decisões, assumindo a direção geral, com seus diretores, sendo: 1) Responsável por inscrições de projetos, editais, coordenação da equipe técnica e operacional, contratação, logística, coordenação administrativa, aprovação de contratos e pagamentos, cronogramas de reuniões semanais - Tarcísio Santório (presidente): Administrador, Produtor, Diretor do Fórum Brasileiro de Ópera, Dança e Música de Concerto, Conselheiro Estadual de Cultura - Titular da Câmara de Artes Musicais e - Natércia Lopes (secretária executiva) responsável por toda equipe artística, núcleo curatorial, pesquisa, repertório, captação direta nos patrocinadores, Prefeitos e Governador (network), produção executiva, além de recepcionar todos os artistas e imprensa assim que chegam no ES. A parte técnica será realizada: 1) Audivisual (coordenação de operação de câmaras, execução e operação dos cortes e streaming sob a direção da direção de fotografia, eletricista, direção de set, edição de imagem, aluguel de equipamentos, produção de set) - Empresa Ladart: Produtora e produtora executiva de filmes de longa metragem, séries e filmes publicitários. É diretora de documentários autorais. Ministra oficinas e cursos na área. Programadora e realizadora de festivais e mostras de cinema. 2) Assessoria de Imprensa (assessoria responsável pelo envio de informações para as imprensas nacionais e locais, além de escolha da imprensa nacional presente no festival, confecção de release, escolhas de fotos e materiais para imprensas): Agência Conteúdo Comunicação (SP) – Vide portfólio anexo. 3) Coordenadora de Produção (coordenadora de toda as operações e logística do projeto pedagógico, dentre tais: auxiliar oficineiros, compra de materiais, preparação dos locais de aula, alvarás com prefeitura, reunião com a comunidade): Rafaella Vagmaker - Assessora e Assistente Técnica em Artes Cênicas no Centro Cultural Sesc Glória, atuando diretamente na elaboração e produção dos projetos voltados para as modalidades de circo, dança e teatro, de acordo com a Política de Cultura da instituição; desde apresentações artísticas à formação. 4) Produção (produto de toda as operações e logística do festival dentre tais: recepção de artistas, execução de cronogramas, relatório semanais de resultados, solicitação de notas e cadastros dos contratados, compra de materiais, recepção e segurança, coordenação da equipe de comunicação): Júlia Mara Silva - Prêmio da Música Brasileira, Festival de Música Erudita do Espírito Santo, Cine-Ema, Feira do Mármore, Memórias da Serra, Natal de Encantos, Acaps, Salão do Imóvel, Seminários Tribuna, Audiências Pública do Governo, Conasens, Vitória Moda Show, Casar, Expo Vinhos, Ações promocionais em geral, entregas de prêmios e outros 5) Iluminador (confecção do projeto de iluminação das óperas, montagem de equipamento de iluminação), Fotografo (fotografo de backing stage e ensaios para comprovação de resultados) e Produção (produção de operações relativas a logísticas e transfers dos convidados): Fábio Prieto - Iluminador Cênico,Fotógrafo e Produtor Cultural. Estudou Artes Visuais. Utiliza constantemente a fotografia como ferramenta de pesquisa para seus projetos de iluminação cênica. 6) Iluminador (iluminador, operador e montador de equipamentos nos concertos de câmara), Cenotécnico (compra de material para cenário, acompanhamento de cenário, chegada e saída de material, inventário), Contrarregra (responsável pelos adereços e instrumentos utilizados em todas as apresentações, assim como a guarda deles) e Produtor (acompanhamento no teatro da montagem de cenário e figurinos): André Estefson - iluminador, cenotécnico e eletricista cênico qualificado em elétrica pelo SENAI/ES (2015/2016), desde 2009 trabalha como técnico em Artes Cênicas com diversos diretores e grupos do Espírito Santo concebendo, montando e operando luz de espetáculos de dança, teatro e música entre outros. 7) Cenógrafa (criação do cenário para todo o festival, sendo assim a arquiteta responsável por todas as informações técnica executadas) e Coordenadora pedagógica (responsável pelo conteúdo pedagógico do projeto de instalações, coordenadora das oficinas): Colette Dantas - Mestrado em Arquitetura, ênfase em Teoria e Projeto, Dissertação: A Dimensão Cenográfica na Concepção Arquitetônica - Contribuição Para O Ensino de Projeto do Espaço. Universidade Federal do Rio de Janeiro, FAU/PROARQ/UFRJ - 2005. Especialização em Museografia e Patrimônio Cultural. Centro Universitário Claretiano/EAD, 2016. Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal do Espírito Santo, 1999. Licenciatura em Educação Artística, Universidade Federal de Pernambuco, 1981. Já a parte Artística: 1) Diretora Artística (intercambio entre Direção geral e Núcleo Curatorial, Coordenadora de repertório e pesquisa, criadora da temática do festival), Curadora (parte do núcleo de curadoria, pesquisadora, busca de partitura, desenvolvimento da temática, coesão entre concertos e óperas) e Diretora Cênica (encenadora das duas óperas de abertura) - Lívia Sabag 2) Consultor Musical (coordenador de todos os cantores e musicistas, verificação se cada música é adequada para cada cantor, consultor do nível de dificuldade da obra para cada músico elencado), Comissão Curatorial (parte do núcleo de curadoria, pesquisador, busca de partitura, desenvolvimento da temática, coesão entre concertos e óperas) e Maestro (maestro das óperas nos ensaios e apresentações) - Gabriel Rhein-Schirato 3) Comissão Curatorial (parte do núcleo de curadoria, pesquisador, busca de partitura, desenvolvimento da temática, coesão entre concertos e óperas) e Maestro (maestro do concerto de encerramento) - Helder Trefzger 4) Assistente de Direção musical (assistente dos maestros em ensaios e apresentações), Comissão Curatorial (parte do núcleo de curadoria, pesquisador, busca de partitura, desenvolvimento da temática, coesão entre concertos e óperas) Vocal Coach (analise e faz repasse com cada cantor das óperas e concertos, interpretação do idioma e tradução para fácil analise do cantor) - Fábio Bezuti (USA) 5) Comissão Curatorial (parte do núcleo de curadoria, pesquisador, busca de partitura, desenvolvimento da temática, coesão entre concertos e óperas) e Pesquisadora (pesquisadora especialista no repertório de Portugal, repertorio esse que está desde 2020 intercambio entre os dois países) - Guilhermina Lopes 6) Diretora de Fotografia (profissional especialista responsável por toda fotografia filmada, cortes, streaming, coordenação das câmeras e equipe de transmissão, assim como de todo audiovisual) - Úrsula Dart 7) Compositor (compositor musical da ópera da abertura do festival encomendada exclusivamente para a 12 edição) – Marcos Siqueira 8) Escritor (escritor do libreto da ópera da abertura do festival encomendada exclusivamente para a 12 edição) – Veronica Stinger 9) Cantora (Cantora internacionalmente conhecida que será solista na ópera de abertura): Eliane Coelho 10) Cantora (Cantora internacionalmente conhecida que será solista em um dos concertos de câmara): Luciana Bueno 11) Cantor (Cantor paulistano que fará participação na ópera de abertura do festival): Sávio Sperandio 12) Músico (responsável por um dos concertos de câmara na formação de quarteto de cordas): Quarteto Bratya 13) Músicista (musicista violinista convidada para solar um dos concertos de câmara): Gabriela Queiroz 14) Orquestra (grupo de músicos que fará um dos concertos de câmara): Orquestra Jovem Vale Música 15) Orquestra (grupo de músicos que tocará nas óperas e concertos sinfonicos): Orquestra Sinfônica do ES
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.