| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| ***690188** | CANDIDO BOTELHO BRACHER | 1900-01-01 | R$ 581,0 mil |
| 59285411000113 | Banco Panamericano S/A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 40430971000196 | ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 46743943000105 | REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 07903169000109 | ADECOAGRO VALE DO IVINHEMA S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
Projeto cujo foco é realizar a 3ª edição da exposição "Água Pantanal Fogo", por meio das seguintes ações: a) grande itinerância Nacional e Internacional, em cinco cidades, da exposição fotográfica com importantes fotógrafos documentaristas em atividade no país; b) visitas guiadas com Eder Chiodetto, Luciano Candisani, Lalo de Almeida; c) realização de mesa de debate com sobre a importância da imagem na conservação ambiental em cada cidade; d) produção de catálogo sobre a exposição;
3ª edição da Exposição fotográfica "Água Pantanal Fogo" com curadoria de Eder Chiodetto que reune cerca de 80 fotografias dos fotodocumentaristas Lalo de Almeida e Luciano Candisani. Além das imagens, a exposição apresenta um vasto conteúdo textual e cartográfico, tornando-se um forte instrumento didático de conscientização e aprendizado sobre o bioma Pantanal para o público. Classificação indicativa: 14 anos.Visita guiada: Atividade gratuita e aberta ao público que promovem uma experiência imersiva. Os participantes terão a oportunidade de se aproximar dos fotógrafos e conhecer, em primeira pessoa, as histórias, vivências e processos por trás das imagens expostas. Além disso, poderão entrar em contato com o olhar curatorial de Eder Chiodetto, compreendendo os conceitos e intenções que orientaram a seleção e a narrativa visual da mostra. Classificação indicativa: 14 anos.Mesa de debate: conversas com duração aproximada de 1h cada, que reunirá os fotógrafos Lalo de Almeida e Luciano Candisani com conservacionistas de renome de cada localidade e, através de mediação de Mônica Guimarães, irão debater a importância das imagens na conservação do meio ambiente. Classificação indicativa: 14 anos.Catálogo: catálogo impresso que reunirá textos e imagens sobre a exposição e o projeto "Pantanal: Água e Fogo", que será distribuído gratuitamente.Classificação indicativa: livre.
O projeto tem como objetivo geral a realização da 3ª edição de "Água Pantanal Fogo", uma exposição fotográfica de grande relevância e trajetória consolidada. Apresentando-se como um manifesto visual pela conservação do meio ambiente, com foco especial no bioma Pantanal, a mostra pretende ampliar seu alcance e impacto junto ao público. Com o sucesso das duas primeiras edições, que contemplou uma itinerância internacional, o que se pretende agora é realizar, nessa 3ª edição da exposição, uma grande itinerância nacional e internacional, expondo fotografias inéditas de ambos os fotógrafos, que demonstram a transformação em curso do bioma Pantanal, que é considerado pela UNESCO como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera.Nessa edição trazemos um novo panorama de reflexões sobre a conservação do bioma Pantanal, com mesas e workshops que irão expandir a participação do público com o projeto.O projeto visa não apenas sensibilizar e conscientizar o público sobre os desafios ambientais enfrentados pelo Pantanal, mas também fomentar a reflexão crítica e o engajamento coletivo em prol da conservação dos nossos biomas, e a importância da fotografia documental nesse processo. Deste modo, o projeto está alinhado às finalidades previstas pelo artigo 3º do Decreto PRONAC, 11.453, de 2023, visando: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão - no caso, sendo aplicada ao campo da exposição de artes visuais e audiovisuais; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira - no caso, das comunidades e grupos pantaneiros; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional - ampliando a difusão da cultura pantaneira na principal metrópole do país, onde vivem as maiores diversidades de etnias, classes sociais, grupos econômicos etc; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial - por meio das ações educativas contempladas no projeto; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - por meio da gratuidade no acesso ao projeto; Objetivos específicos a) GRANDE ITINERÂNCIA NACIONAL E INTERNACIONAL: realizar a exposição Água Pantanal Fogo, reunindo cerca de 80 fotografias dos fotógrafos documentais Lalo de Almeida e Luciano Candisani, em 5 cidades: Roma, Londres, Brasília, Campo Grande e Salvador, permanecendo ao menos 2 meses em cada cidade. b) VISITAS GUIADAS: Realizar 1 visita guiada por cidade totalizando no projeto 5 visitas, envolvendo o curador e os fotógrafos da exposição, terá entrada gratuita para cerca de 150 pessoas e acontecerá em datas a serem acordadas dentro do período supracitado;c) MESA "IMAGEM E MEIO AMBIENTE: A IMPORTÂNCIA DA FOTOGRAFIA NA CONSERVAÇÃO": debate entre os fotógrafos Lalo de Almeida, Luciano Candisani, um conservacionista especializado de cada localidade, com mediação de Mônica Guimarães, aberto ao público. d) CATÁLOGO: produção, publicação e distribuição de 3000 exemplares do catálogo da exposição com 16 páginas contendo textos informativos, fotos e imagens ilustrativas sobre o projeto e a região do Pantanal. Conforme solicitado, foram inclusos os quatro produtos previstos nos objetivos, sendo: Exposição: Exposição Cultural / de Artes - Artes Visuais / Exposição Cultural / Artística; Mesa/Debate: Contrapartidas Sociais _ Artes Visuais / Empreend. Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento Catálogo: Período/Catálogo/Cartilha/Programa - Humanidades / Outras publicações ou Periódicos (apenas versão digital); Visita Guiada: Concurso/ Premiação _ Humanidades / Ações Educ Cult em Humanidades em geral. Importante ressaltar que o catálogo será produzido exclusivamente em formato digital.
Com o sucesso das duas primeiras edições da exposição "Água Pantanal Fogo", que levou mais de 15 mil pessoas ao Instituto Tomie Ohtake e ao Museu Internacional Marítimo de Hamburgo e mais de 60 mil pessoas ao Museu Nacional de História Natural e da Ciência de Lisboa, além de ter sido bem sucedida em colocar a conservação do bioma Pantanal nas agendas e no debate de patrocinadores ambientais em âmbito nacional e internacional, esse projeto visa dar continuidade a essas ações, através da realização da 3ª edição da exposição, que conta com uma grande itinerância nacional e internacional em cinco novas cidades: Roma, Londres, Brasília, Campo Grande e Salvador. Além de trazer imagens inéditas dos fotógrafos, realizadas em 2024 e 2025, que demonstram a transformação ocorrida no Pantanal, comparadas às imagens que já foram exibidas, realizadas entre 2011 e 2020, essa edição trará novos panoramas com a realização de uma mesa gratuita de debate em cada cidade, envolvendo os fotógrafos e uma figura relevante da conservação de cada localidade, ampliando o debate sobre meio ambiente e envolvendo ainda mais o público para essa perspectiva, dessa forma o projeto se afirma ainda mais como um manifesto e alerta para as mudanças climáticas. O projeto visa, conforme consta no referido Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que permite entrada gratuita ao público em geral; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao abordar a cultura pantaneira, seus saberes e fazeres; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, ao difundir a importância da preservação do meio ambiente, das riquezas naturais do Pantanal e do conhecimento do povo pantaneiro; O que se propõem através desse projeto é a ampliação das discussões ambientais, colocando o Pantanal como um exemplo de algo que está atingindo o planeta terra: as mudanças climáticas. O Pantanal é a maior planície alagável do planeta e, por isso, uma área que congrega uma das mais vastas biovidersidades que existem na Terra. A região vem sofrendo com os constantes ataques não só à sua preservação, mas principalmente à sua existência. O meio ambiente como um todo está sob grave ameaça no país e no mundo e se não revertermos agora tal situação, não conseguiremos recuperar o equilíbrio necessário para a sobrevivência de milhares de espécies da flora e fauna - aquáticas e terrestres do local. Segundo o ICMBio, no Pantanal há registro de pelo menos 264 espécies de peixes, 652 de aves, 102 de mamíferos, 177 de répteis, 40 de anfíbios, além de milhares de borboletas. Sua fauna deriva em grande parte do cerrado e recebe influências da gigante Amazônia. A região do Pantanal é o habitat natural do maior felino das Américas, a onça pintada. A caça e a pesca ilegais não só à onça, mas a diversos outros animais, além das queimadas criminosas, têm colocado toda esta riqueza em colapso com possíveis riscos de extinção. É preciso ressaltar a importância do debate ambiental na agenda nacional e internacional em todas as instâncias e realizar essa terceira edição do projeto, ainda maior e com mais atividades, é uma das formas de trazermos para o público não apenas a riqueza ambiental do Pantanal, mas também a degradação decorrente da negligência. Luciano Candisani fotografa a vida que pulsa imensamente na flora e na fauna com as cheias dos rios e os territórios alagados. Lalo de Almeida fotografou os incêndios de 2020 e 2024, em grande parte criminosos, com o intuito de gerar pastos para a pecuária. Somente no Mato Grosso foram 8,5 milhões de hectares do bioma atingidos pelas chamas, entre os meses de janeiro e novembro de 2020 - o índice equivale aos territórios dos Estados de Sergipe e Rio Grande do Norte juntos. Água e fogo. Vida e morte. Entre a cheia do rio e a devastação causada pelo fogo, temos um país que agoniza diante da sua falta de capacidade em gerir seus recursos naturais e no qual a força bruta e especulativa do agronegócio e da pecuária extensiva destroem a natureza com impactos assustadores e irrevogáveis sobre o clima, a poluição e a qualidade de vida, não somente local, mas nacional. Para cumprir as finalidades previstas no incisos citados do Artigo 1º, o projeto objetiva cumprir com o inciso II, do Art. 3º, com o "fomento à produção cultural e artística, mediante: a) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes", com a produção do catálogo da exposição; b) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres", com a realização da exposição fotográfica e da mostra de filmes documentários. O projeto também objetiva, segundo o inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens culturais e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".
Esse projeto tem o apoio da iniciativa Documenta Pantanal (https://documentapantanal.com.br), que já tem apoiado os projetos dos fotógrafos Luciano Candisani e Lalo de Almeida.A produtora realizadora do projeto está localizada em São Paulo, os custos da planilha relativos a São Paulo na pré-produção, referem-se a essa etapa em todas as cidades, e os custos relativos a produção referem-se as cidades de Roma e Londres.As passagens aéreas são para a equipe principal do projeto:1. Produção geral2. Coordenação de produção3. Curador4. Fotógrafo 15. Fotógrafo 2Importante ressaltar que é necessária a submissão de um novo projeto por meio da Lei de Incentivo à Cultura para viabilizar a continuidade da exposição nos próximos anos. Os projetos atualmente em execução se encerram ainda este ano, e iniciaremos uma nova etapa da mostra, com o objetivo de apresentar contrapontos e provocar novas reflexões sobre as transformações do bioma e sobre o papel da cultura na divulgação das urgências climáticas. Sendo assim, não se trata do fracionamento de um projeto, mas da continuidade de uma iniciativa que ganhou grande proporção e hoje projeta o Pantanal — e o Brasil — nas pautas nacionais e internacionais.
O projeto acontecerá em espaços culturais de cada cidade que receberá o projeto: Brasília, Campo Grande, Salvador, Roma e Londres. A EXPOSIÇÃO fotográfica contará com 80 fotografias, com dimensões variando de 0,80cm a 2,25m de comprimento e serão dispostas nas paredes da sala destinada à exposição. Também será preciso montar painéis de madeira com largura aproximada de 10m para dispor a parte gráfica (textos e mapas). A duração será de ao menos 2 meses de duração em cada cidade. Ainda na exposição, haverá uma sala com projetores de imagens a fim de criar uma ambientação imersiva do Pantanal para o público. Os projetores terão capacidade média de 1000 lumens, a fim de garantir uma boa qualidade técnica.A MESA DE DEBATE acontecerá nas dependencias dos espaços expositivos, contará com a presença dos fotógrafos e de um especialista em conservação, com mediação de Mônica Guimarães. A conversa terá 1 hora de duração, O CATÁLOGO da exposição em formato de jornal, prevê as seguintes dimensões: formato aberto: 630 x 460 mm; formato fechado: 315 x 460 mm; 16 páginas; Papel Pólen Bold 90grs 4x4 cores; acabamento: dobras, intercalação (sem grampo). As VISITAS GUIADAS acontecerão em 2 encontros com até 3 participantes cada, dentro do período da exposição, de forma presencial nos espaços expositivos de cada instituição que receberá a exposição.
EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais expositivos possuem rampas de acesso, elevadores, espaço previsto para circulação de cadeirantes, além de banheiros adaptados a pessoas com mobilidade reduzida e/ou com deficiência visual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: a exposição fotográfica contará com recursos de audiodescrição das fotografias expostas e dos textos informativos da exposição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: uso de linguagem simples e direta nos textos e monitores treinados para o atendimento. DEBATES/ENCONTROS ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local possui rampas de acesso e elevadores, além de assentos reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérpretes de libras acompanharão os debates.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: uso de linguagem simples e direta e monitores treinados para o atendimento.CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A Lei Brasileira de Inclusão considera livro em formato acessível os arquivos digitais reconhecidos e acessados por softwares leitores de telas ou outras tecnologias assistivas que vierem a substitui-los, permitindo a leitura de voz sintetizada, ampliação de caracteres, diferentes contraste.Afim de atender essa exigência, o catálogo da exposição será disponibilizado em PDF no site do Documenta Pantanal (www.documentapantanal.com.br) e na exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: uso de linguagem simples e direta, designer com alto contraste, layout limpo e organização das informações. VISITA GUIADAACESSIBILIDADE FÍSICA: o local possui rampas de acesso e elevadores, além de assentos reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Descrição das imagens durante a visita; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: uso de linguagem simples e direta.As medidas de acessibilidade serão garantidas em 100% das ações e produtos culturais do projeto realizados no Brasil, com os custos previstos no orçamento do projeto em custos vinculados.
Todas as atividades e produtos culturais previstos neste projeto terão gratuidade total. EXPOSIÇÃO: entrada gratuita a todo o público, mediante retirada de ingresso na bilheteria do espaço de realização, conforme capacidade de lotação indicada pelo espaço. VISITAS GUIADAS: participação gratuita, mediante capacidade de lotação de público indicado pelo espaço. MESA DE DEBATE: participação gratuita, mediante capacidade de lotação de público indicado pelo espaço. CATÁLOGO: distribuição gratuita a todo o público que comparecer à exposição e desejar retirá-lo junto ao balcão de informações. Conforme consta no inciso I, do art. 23 da IN no 01/2022, será doado pelo projeto "no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados" O projeto prevê também, conforme indicado no Art. 24, da IN nº 01/2022, inciso III - "permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas".
Mônica Guimarães - Responsável pela empresa proponente, incluindo atividade técnico-financeira e Produtora GeralÉ produtora e Diretora nas áreas audiovisual e cênicas. Fundou a MoG Produtora no ano de 2004. Há 19 edições é Produtora Executiva do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários. Dirigiu espetáculos de teatro, atuou, produziu e coproduziu documentários, dos quais se destacam “27 Cenas sobre Jorgen Leth”, com direção de Amir Labaki, e "Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra”, com direção de Jorge Bodanzky e co-direção de João Farkas. Em teatro vale destacar a direção e coprodução de “Depois do Ensaio” de Ingmar Bergman e a produção de “A Desumanização” de Valter Hugo Mãe, com direção de José Roberto Jardim. É gestora organizadora da iniciativa Documenta Pantanal. Eder Chiodetto – CuradorEder Chiodetto é mestre em Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Atuou como repórter-fotográfico (1991-1995), editor (1995-2004) e crítico de fotografia (1996-2010) no jornal Folha de S.Paulo. Hoje reúne as funções de jornalista, professor, curador e pesquisador de fotografia. Como docente ministrou, entre 2005 e 2010, aulas na Universidade Metodista de São Paulo e na Faculdade de Fotografia do Senac-SP. Como curador independente realizou, desde 2004, mais de 80 exposições no Brasil e no exterior. Chiodetto é também o curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM-SP desde 2006. Fundou o Ateliê Fotô em 2011.Lalo de Almeida - Fotógrafo/ artistaEstudou fotografia no Instituto Europeo di Design em Milão, na Itália. Ingressou no fotojornalismo trabalhando em pequenas agências de Milão cobrindo a crônica policial da cidade. Ainda na Itália fotografou temas nacionais e internacionais como a guerra na Bósnia. De volta ao Brasil trabalhou no jornal Estado de S. Paulo, revista Veja e durante 23 anos trabalhou no jornal Folha de S.Paulo. Paralelamente ao trabalho na área jornalística, sempre desenvolveu trabalhos de fotografia documental como o projeto “O Homem e a Terra”, sobre as populações tradicionais brasileiras, que recebeu o Prêmio Máximo da I Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba em 1996 e ganhou o Prêmio Fundação Conrado Wessel em 2007. Em 2017 seu ensaio sobre as vítimas do vírus Zika foi premiado no World Press Photo. Atualmente, além de colaborar regularmente nas áreas de fotografia, vídeo e multimídia com o jornal Folha de S.Paulo, fotografa para o The New York Times, desenvolvendo trabalhos para o jornal norte-americano no Brasil. Em 2021 venceu o World Press Photo com a Série Pantanal em cinzas, na qual registrou as queimadas do bioma em 2020.Luciano Candisani - Fotógrafo/ artistaLuciano Candisani produz há duas décadas narrativas fotográficas que interpretam culturas tradicionais e ecossistemas ao redor do mundo. Suas imagens, reconhecidas com alguns dos principais prêmios da fotografia mundial, reúnem uma identidade estética e se equilibram de forma peculiar entre arte e documento. São imagens sempre carregadas com a motivação criativa do autor: mostrar a vida nos grandes espaços naturais remanescentes e alertar para a urgência de salvaguardar territórios e culturas em risco. Seus trabalhos aparecem em exposições, galerias de arte e museus ao redor do mundo e são publicadas por revistas conceituadas, como a norte-americana National Geographic e a alemã GEO, além de vários jornais, como o britânico The Guardian e os brasileiros O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, entre outros. Sua produção conta ainda com sete livros fotográficos, inúmeras matérias, workshops e palestras no Brasil e exterior.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$1.681.000,00 em 19/03/2026.