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Executar duas apresentações do espetáculo "PamPiano", um espetáculo de dança contemporânea, acompanhada por piano e orquestra de câmara, para celebrar a natureza e a cultura dos Pampas, uma região única que abrange o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai.
Este projeto é inspirado na pesquisa de Olinda Alessandrini, realizada para criação do recital "PamPiano", e tem como objetivo criar uma peça de dança contemporânea que celebre a natureza e a cultura dos Pampas, uma região única que abrange o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A iniciativa visa também aumentar a conscientização sobre a preservação ambiental nessa área, que possui uma biodiversidade rica, mas é pouco protegida. Existe uma cultura peculiar na região constituída pelas planícies dos Pampas, que através de fronteiras permeáveis, abrangem grande parte do Estado do Rio Grande do Sul no extremo sul do Brasil, o Uruguai e a Argentina. A topografia dos Pampas e a história em comum criam laços unindo estes países, e a semelhança nas rotinas da vida diária, nos costumes, no linguajar, fazem com que se afirme uma personalidade própria da região, projetando a imagem do gaúcho-mito. As lendas, as paisagens, as distâncias, o silêncio, as danças, a monotonia, as lides campeiras, a música, o comportamento, a alimentação, criam pontos de interesse em que as semelhanças ficam evidentes e podem tornar-se uma excelente fonte de estudo. Neste caso específico, não podemos considerar a música do Brasil como um todo, mas sim apenas a música do Estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul.Esta cultura pampeana tem sido fonte de inspiração para escritores, em prosa ou em verso, para artistas plásticos, cineastas e músicos. Pesquisadores tem realizado estudos “in loco” da manifestação musical em suas origens, festivais tem sido organizados proporcionando a criação de novas composições musicais de caráter popular, mas preservando as características regionais, e de minha parte estou contribuindo com a pesquisa e análise de partituras em que os compositores acadêmicos aplicam sua técnica e imaginação apoiados nestas mesmas raízes musicais, e criam com seus estilos individuais de composição. Meu interesse por este assunto está crescendo a cada dia, e como existe pouquíssima literatura a este respeito, os desafios são muito grandes, mas compensadores.A música folclórica da região do pampa mereceu um estudo especial do riograndense Tasso Bangel, em um pequeno livro intitulado “O Estilo gaúcho na música brasileira”. São citadas as influências mencionadas acima, do jesuíta, do indígena, do negro, do português, do espanhol, e também a dos imigrantes da segunda metade do século XIX. Bangel também faz referências aos imigrantes, especialmente os alemães e italianos, que trouxeram consigo as danças européias. O estilo musical do pampa é uma combinação de todos os fatores mencionados acima, mas a alma desta música está diretamente relacionada ao perfil do habitante da região, à paisagem de horizontes amplos, à rotina da vida diária, à rudeza das lides do campo, enfim, ao modo de vida característico da região. Os instrumentos mais característicos são o violão e a gaita, fáceis de transportar, ambos companheiros do gaúcho em suas cavalgadas. Na percussão, é de grande importância o bombo “legüero”, cuja sonoridade grave e ampla ultrapassava as léguas, por isto o seu nome... Não podemos esquecer o bater de palmas, e o tilintar das esporas presas na bota do gaúcho, que acompanham os passos das danças.As melodias são de muita simplicidade, com grande incidência de graus conjuntos, muitas vezes apresentadas com o paralelismo de terças, e usando com muita frequência a escala descendente. A maneira de cantar está diretamente relacionada ao modo de falar do gaúcho, com emissão forte, acentuando as sílabas no tempo fraco, lembrando a conversa nos galpões.As hamonias são também muito simples, preferencialmente do modo maior. O modo menor mais aproveitado nas canções de caráter melancólico.Não são comuns as escalas modais.O ritmo tem grande importância, e aparece em binário ou ternário, com acentuação marcada nos tempos fracos. São comuns os compassos de seis tempos, em combinações de 2 e 3 tempos, acentuando às vezes em 2 partes de 3, às vezes em 3 partes de 2, e ainda alternando estas acentuações de compasso para compasso, ou superpondo-as em polirritmia. Esta é uma característica rítmica marcante, que talvez seja a principal na alma da música pampeira, e que aparece incisiva nas danças masculinas.Selecionei no repertório de música erudita para piano um conjunto específico de obras que representam estilizações do folclore musical pampeano. As obras escolhidas não são apenas harmonizações de melodias do folclore regional, mas sim elaborações criativas e originais, nos diferentes estilos de cada compositor, e que podem evocar os elementos fundamentais da vida e da natureza da região, em seus diferentes aspectos:a paisagem nativa, com sua melancólica monotonia, horizontes amplos, noites silenciosas,a rudeza da lide campeira, os gritos de aboio, a luta contra a natureza por vezes indomável,a presença vital do cavalo, com seu galopar rápido e compassado, a vencer as distâncias quase infinitas dos pampas,as danças coreografadas, e as vozes da terra através das canções folclóricas.O programa foi apresentado em Berlim sob a forma de recital comentado e está registrado em um CD. SUGESTÃO DE REPERTÓRIO – MÚSICA DO PAMPA Seleção de obras para piano, que podem ser convertidas em arranjos para piano e cordas.Ariel Ramirez – El pampeanoNatho Henn – Páginas do SulDalmiro Costa – La Pecadora, piano e orq (primeira habanea escrita na América do Sul)Julian Aguirre – GatoAlberto Ginastera – 3 Danzas ArgentinasCarlos Guastavino – El Bailecito Obras para orquestra, que podem ser transcritas para cordas: Alfred Huelsberg – Danças GaúchasAlberto Ginastera – Estância – escolher movimentos
Objetivos:Criação e apresentação do espetáculo baseado na pesquisa da pianista Olinda Alessandrini, intitulado "PamPiano", e tem como objetivo criar uma peça de dança contemporânea acompanhada por piano e orquestra, que celebre a natureza e a cultura dos Pampas, uma região única que abrange o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A iniciativa visa também aumentar a conscientização sobre a preservação ambiental nessa área, que possui uma biodiversidade rica, mas é pouco protegida. Objetivos específicos:· Executar dois concertos PamPiano em Porto Alegre _ 1200 pessoas· Disponibilizar espetáculo no You Tube· Fazer um ensaio aberto acessível _ 120 pessoas· Palestra do maestro Tiago Flores em projeto socio-cultural, como contrapartida social _ 120 pessoas
A Orquestra de Câmara da ULBRA é composta por músicos de alto nível técnico e tem como principal meta manter a excelência da execução e acabamento musical. Como reconhecimento do trabalho, o grupo tem sido considerado, pela crítica especializada, uma das melhores orquestras de câmara do Brasil. Cabe ressaltar que no ano de 2026 a Orquestra comemora seus 30 anos de existência, em que realiza anualmente concertos gratuitos ou a preço popular para um público estimado de 20 mil pessoas ao ano, circulando por aproximadamente 15 cidades do interior do estado a cada ano, contribuindo diretamente na democratização de acesso a cultura do nosso estado. Para citar alguns de nossos solistas de renome internacional destacamos o contrabaixista Michinori Bunya (Alemanha/Japão); o flautista Felix Renggli (Suíça), o clarinetista Gary Dranch (EUA), o trompetista André Henry (França), o compositor e instrumentista Egberto Gismonti (Brasil), o contra-tenor Paulo Mestre (Brasil), a pianista Olinda Alessandrini (Brasil) , o flautista brasileiro Rodrigo Calveyra radicado na França. A Orquestra também contou com os convidados: o violinista Carmelo de Los Santos (Brasil/EUA); o violoncelista Romain Garioud(França), o regente Ilya Stupel (Ucrânia), o Vocal Takt (Brasil) e o violinista Emerson Kretchmer. Todas as suas atividades são através da Lei Rouanet, que sem a qual inviabilizaria nossas atividades, pois as instituições de ensino já não arcam com as despesas dos grupos.Esta proposta, baseada em uma pesquisa da pianista Olinda Alessandrini, além da riqueza musical é também uma iniciativa que visa aumentar a conscientização sobre a preservação ambiental no pampa gaúcho, que possui uma biodiversidade rica, mas é pouco protegida.A peça de dança será acompanhada ao vivo por um piano e uma orquestra de câmera, explorando cinco momentos que refletem a paisagem nativa, a resistência contra os desafios naturais, o papel simbólico do cavalo, as diversas influências culturais da região e o impacto das artes na identidade local. Elementos naturais dos Pampas, como a planta Pampagrass, o vento Minuano, a pedra Ametista e a árvore Umbu, serão incorporados para fortalecer a cultural local e trazer uma abordagem artística original e inovadora.Ao entrelaçar diferentes estilos de dança, música e dramaturgia, este projeto tem o potencial de atrair um público diverso, incentivar artistas locais a explorar novas formas de expressão e revitalizar a cena artística regional. Também se apresenta como uma ferramenta educativa, promovendo reflexões sobre cultura e meio ambiente, estimulando uma sociedade mais participativa. Em 2025 o RS passou por um momento muito difícil, com uma enchente que transformou a vida de muitas pessoas, e falar sobre o clima, as paisagens E a vida do gaúcho, é de extrema relevância neste momento quem que ainda estamos em reconstrução.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fonte s da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Estas, atendendo as seguintes finalidades do Art. 3° da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.Em conformidade ainda com os incisos II, IV do Art. 3º da referida Lei, o projeto irá incentivar a formação artística e cultural; fomentar a produção cultural e artística; além de estimular o conhecimento dos bens e valores culturais.
A palestra do maestro será com o tema Pampiano, falando sobre o processo desde a pesquisa do Pampa até virar um espetáculo.
Concerto com Orquestra de Câmara, piano e balé contemporâneoDuração: 80 minClassificação: LivreValor de Ingresso: Vale Cultura . Ingressos variam de R$ 30,00 a R$ 90,00
PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL:ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todas as atividades acontecerão em locais que possuem acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível;ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por ser uma apresentação musical, as medidas adotadas fazem parte da apresentação do maestro, que discorre de forma sucinta o programa que será executado, dando a oportunidade de compreender e apropriar-se da apresentação musical. Deficientes visuais desfrutam da excelente acústica dos teatros, o que proporciona uma experiência sensorial completa. Antes da fala técnica do maestro é feita a áudio descrição, item este sem ônus, pois faz parte da abertura.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Visando inclusão de deficientes auditivos, será oferecido o programa impresso com o descritivo do projeto, bem como as obras a serem apresentadas. Também haverá nos concertos um intérprete de libras para os momentos de fala.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GERAM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes ao limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. O projeto contratará um monitor para acompanhamento de pessoas que apresentem algum tipo de síndrome.O ensaio aberto será com acessibilidade e convite as pessoas PCDs.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE FÍSICA: a atividades acontecerá na escola que possuem acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível;ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por ser uma palestra, as medidas adotadas são a fala do maestro, que usa linguagem acessivel e também auto descrição fisica e do local. item este sem ônusACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Estará acompanhando o maestro um interprete de Libras, e também haverá um resumo impresso. Item no orçamento: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GERAM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto contratará um monitor para acompanhamento de pessoas que apresentem algum tipo de síndrome. Item na planilha: produtorEm resposta ao art. 42 da IN 2025 o projeto atenderá, propostas comunicação acessíveis:I - no aspecto arquitetônico: plataformas elevatórias e sanitários acessíveis; II - no aspecto comunicacional e de conteúdo: a) de imediato: medidas de acessibilidade atitudinal, textos em braille, abafadores de ruídos e textos em fonte ampliada e com contraste; libras e audiodescrição; conteúdos em linguagem simples, medidas que contribuam para a participação de pessoa autista, legendas e janelas de libras. III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis: a) de imediato: disponibilização de materiais de divulgação dos projetos em formatos acessíveis; - redação em linguagem simples da Instrução Normativa, do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, do Manual de Aplicações de Marcas do Ministério da Cultura e dos manuais operacionais do mecanismo Incentivo a Projetos Culturais pelo Ministério da Cultura;
Este projeto ira atender os dois artigos sobre democratização:Cota de ingressos para atender o art. 46.Ensaio aberto acessivel com convite especifico para entidades que atendam PCDsDisponibilização no You Tube da apresentaçãoArt. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais)Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Art. 48. Para os efeitos desta Seção, considera-se:II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DE ORQUESTRAs DE CÂMARA - Proponente e responsável pela coordenação administrativa e financeira e realização do projeto A Associação dos Amigos de Orquestras de Câmara – AAOC (novo nome da Associação dos Amigos da Orquestra de Câmara da ULBRA, conforme Estatuto Atualizado anexado), é uma associação cultural, sem fins lucrativos ou econômicos, cujos objetivos sociais são a promoção do desenvolvimento cultural através de diversas manifestações artísticas, em especial, as atividades da Orquestra de Câmara da ULBRA. A criação da AAOCULBRA deu-se em agosto de 2010, abriu novas perspectivas de trabalho e disseminação da cultura através de contratações e apresentações de projetos junto às leis de incentivo à cultura estaduais e federais, haja vista a constituição da pessoa jurídica que respalda sua atuação legal. Desde sua criação, a Associação é a realizadora de todas as atividades da Orquestra. Orquestra de Câmara da ULBRA (www.ulbra.br/orquestra) A Orquestra de Câmara da ULBRA foi criada em julho de 1996, com o intuito de somar-se às iniciativas da universidade nas áreas da cultura e dos programas comunitários. Desde então, a Orquestra desenvolve vários projetos: Concertos da Temporada, Música nos Campi e apresentações em eventos culturais. Tem como principal objetivo manter a excelência da execução e o alto nível de acabamento musical. Como reconhecimento deste trabalho, o grupo tem sido considerado, pela crítica especializada, uma das melhores orquestras de câmara do Brasil. Na série Concertos da Temporada, realizados mensalmente, a Orquestra já contou com a participação de solistas de renome internacional como o contrabaixista Michinori Bunya (Alemanha/Japão), o flautista Felix Renggli (Suíça), o clarinetista Gary Dranch (EUA), o trompetista André Henry (França), o violinista Lavard Skou-Larsen (Áustria), os violonistas Eduardo Castañera e Daniel Wolff, o violoncelista Romain Garioud(França), o oboísta Luis Carlos Justi(RJ), o pianista Ney Fialkow e o violinista Cármelo de los Santos, pianista Alexandre Dossin(Brasil/EUA), o violinista François Souchard(França), o compositor e instrumentista Egberto Gismonti(Brasil), o contratenor Paulo Mestre(Brasil), os cravistas Marcelo Fagerlande, Rosana Lanzelotte e Marcos Holler (Brasil) entre outros. No repertório da Orquestra de Câmara da ULBRA constam as principais obras de música erudita compostas para instrumentos de cordas, abrangendo desde o período barroco até o contemporâneo. Destacam-se As Quatro Estações de Vivaldi e as Serenatas para Cordas de Tchaikovsky e Dvorák, também as mais importantes obras sacras como Paixão Segundo São João e Oratório de Natal de Bach, O Messias de Haendel e Requiem de Mozart. Outras vertentes importantes do trabalho deste conjunto são a música latino-americana e a música brasileira, sendo esta motivo de frequente pesquisa e inclusão de novas obras ou lançamento de novos compositores na sua programação. O grupo é responsável pela estreia de diversas peças originais e arranjos especialmente compostas para o mesmo. Também é marcante a performance deste ensemble nos tangos de Astor Piazzolla, como Las Cuatro Estaciones Porteñas, Melancólico Buenos Aires e María de Buenos Aires. No tocante a projetos de diversificação e divulgação da música orquestral, o grupo apresentou-se com Ivan Lins, Lenine, Zeca Baleiro, Edu Lobo, Nei Lisboa, Renato Borghetti, Neto Fagundes, Vitor Ramil, Kleiton & Kledir, Yamandú Costa , Frank Solari, Nenhum de Nós, Papas da Língua, Hique Gomes, Bebeto Alves, Jerônimo Jardim, Gaúcho da Fronteira, Ernesto Fagundes, Banda Ultramen, Adriana Deffenti e Pedro Veríssimo, além de realizar inúmeras apresentações pelo interior do Rio Grande do Sul. Em turnê pela Argentina o conjunto recebeu do jornal La Nación crítica extremamente positiva destacando que a orquestra "alcançou um nível de excelência a serviço do repertório clássico e da frondosa literatura musical do país irmão(Brasil)", e sintetiza: "Nuestra opinión: excelente". A Orquestra de Câmara da ULBRA realiza, anualmente, 30 concertos, cobrindo diversos eventos em nosso estado, atraindo diretamente mais de 20 mil pessoas. Em março de 2006 seu CD foi premiado com o Troféu Açorianos de melhor intérprete de música instrumental. Tiago Flores - Maestro e Diretor artístico Tiago Flores é graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob a orientação de Arlindo Teixeira. Especializou-se em regência orquestral em São Petersburgo (Rússia) com Victor Fedotov. Participou de cursos, oficinas e festivais com Kurt Redel (Alemanha) e Lutero Rodrigues e venceu o concurso Jovens Regentes promovido pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Como regente convidado atuou à frente de orquestras como Filarmonica de Montevidéu (Uruguai), Orquestra de Câmara de Caracas (Venezuela), Orquestra Sinfônica do Estado do México (México), Solistas di Napoli (Itália), Orquestra Sinfônica de Grosseto (Itália), Kaerten Sinphonie Orchestra (Áustria) e Orquestra de Câmara da Lituânia. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (Brasília), Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho (Fortaleza) e Orquestra Sinfônica do Mato Grosso. Foi diretor artístico da OSPA nos anos de 1999 a 2001 e 2011 a 2014. Regente da Orquestra de Câmara da ULBRA desde sua fundação, vem recebendo inúmeros elogios da crítica especializada, destacando-se como grande incentivador da nova música e tendo contribuído, em muito, para o reconhecimento do conjunto como um dos melhores do gênero no país. Recebeu o prêmio Melhores da Cultura 2005, conferido pela Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, prêmio Açorianos de Melhor CD Instrumental em 2006, e prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo 2008 com o Show "Beatles - Magical Classical Tour”. Flores também coordena o projeto social Ouviravida que leva o estudo da música para crianças e adolescentes em vulnerabilidade social no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre. Desde 2014 Tiago Flores é o diretor artístico do Grupo Vocal TAKT. Ana Cristina Froner - Gestão e Coordenação do projeto Iniciou a carreira em 1999 na área da música e produção executiva com a Orquestra de Câmara da ULBRA, executando concertos de música clássica, concertos didáticos e também a série Populares Concertos DANA*, além da coordenação e gerenciamento dos projetos via Lei Rouanet. Teve trabalhos premiados, dentre eles: CD da Orquestra da ULBRA, que foi premiado com o Troféu Açorianos, de melhor interprete de música instrumental e o espetáculo Beatles Magical Classical Tour, ganhou o Troféu Açorianos de melhor espetáculo da cidade de Porto Alegre. Foi Diretora do Departamento de Cultura da Universidade Luterana do Brasil de 2009 a 2011. Sob a sua responsabilidade estiveram também todos os grupos artísticos do Complexo ULBRA da região sul, centro-oeste e norte, onde a Universidade mantém seus campi. Em 2011 assumiu o cargo de Diretora Artística Cultural da Secretaria Estadual de Cultura, departamento responsável pelos equipamentos culturais do Estado do Rio Grande do Sul, como: Casa de Cultura Mario Quintana, MARGS, Museu Júlio de Castilhos entre outros. Participou da comissão dos debates “Diálogos Culturais” para formação do Plano Estadual de Cultura, em várias cidades do estado do RS. Atuou na coordenação da produção executiva dos espetáculos musicais da Feira Internacional de Agropecuária Expointer 2011 e também das atrações musicais com artistas regionais da Semana Farroupilha de Porto Alegre, à frente da Fundação Instituto Gaucho de Tradição e Folclore. Trabalhou na Coordenação Cultural da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS, gerenciando as atividades da Orquestra Unisinos Anchieta. Faz assessoria a outros projetos incentivados para: Opus Promoções (Concertos Comunitários Zaffari), UCS(Universidade de Caxias do Sul), Atmosfera Produções (Orquestra de Carlos Barbosa) e Rimoli Associados (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre/OSPA) e Casa da Música (Orquestra Jovem AACM). De 2012 a 2015 trabalhou no Festival Internacional SESC de Música na cidade de Pelotas, na área de produção executiva para Orquestra Sinfônica Acadêmica, Orquestra Residente do Festival e Banda Sinfônica Acadêmica. Coordena o projeto social de formação de orquestra jovem, mantido pelas irmãs da Congregação São José, chamado PROJARI na cidade de Guaíba/RS. Coordenou em 2019 e 2020 a Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, fazendo a gestão do Plano Anual de atividades da mesma. Olinda Alessandrini - pianistaOlinda Allessandrini é atualmente uma das mais versáteis e conceituadas pianistas brasileiras. Seu repertório é eclético e abrange uma vasta escolha de obras para piano solo, além de música de câmara e concertos com orquestras. Participa de Festivais Nacionais e Internacionais de Piano, colaboração em jornais e revistas digitais, e participação com capítulos em livros editados. Seu livro “Notas em Pauta” tem recebido elogiosos comentários.Realizou tournées pelo Brasil, Uruguai, Argentina, Bolívia, Alemanha, Bélgica, Itália, Noruega, e nos Estados Unidos. Sua dedicação à produção musical do Brasil e das Américas proporcionou vários prêmios, entre os quais diversos Prêmios "Açorianos", e a distinção “Líderes e Vencedores”. Com apenas 18 anos conquistou o prêmio “Medalha de Ouro” do Instituto de Artes da UFRGS.A pianista tem realizado palestras e cursos sobre música. Entre suas gravações estão 17 CDs como pianista convidada e 11 CDs solo. Destacam-se os dedicados a obras de Villa-Lobos, Radamés Gnattali, Araújo Vianna e Chiquinha Gonzaga, além dos CDs Panorama Brasileiro, Valsas, Ébano e Marfim, Um Piano na Esquina, de diversos compositores, incluindo o DVD “pamPiano”.Atualmente leciona música de câmara na recém fundada Academia da Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Grupo Te entrega - grupo de dançaCoreógrafo e diretor do grupo de dançaAlexandre RittmannAlexandre dançou nas companhias brasileiras "Balé Castro Alves" e "Companhia de Dança de Minas Gerais". No RS dançou e coreografou para o Ballet Concerto, nos Concertos Comunitários junto à Orquestra Filarmônica da PUCRS e foi laureado com o Prêmio "Açorianos" de melhor bailarino e melhor coreógrafo. De 2016 a 2018, Alexandre foi professor de ballet e coreógrafo na “Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre”. Coreografou o ballet "Pulcinella", de Igor Stravinsky, com a Orquestra do Theatro São Pedro como parte da de celebração dos 160 anos do mesmo teatro, e a ópera "Orfeu e Eurídice", com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Além disse é coreógrafo e bailarino do grupo "Te Entrega", que teve financiamento do FUMPROARTE e exerce a função de diretor artístico na “Morada da Dança”. BailarinasAdriana Jou, Dóris Dornelles, Gabriela Hauqui e Julia AntunesBailarinosCaleo Alencar, Davi Sgarbi, Leonardo Gostenski e Tom (Ewerton) Nunes Adriana dançou no RS com o Ballet Concerto, nos Concertos Comunitários junto à Orquestra Filarmônica da PUCRS. Foi produtora e bailarina do grupo "Te Entrega", que teve financiamento do FUMPROARTE e dançou na Alemanha em produções de ópera no National Theater Mannheim e em criações contemporâneas de Luches Huddleston. Também atua como pesquisadora em ciências da vida, integrando arte e ciência. Criou o vídeo “Dance your PhD” para a revista Science e apresentou performance no Science Slam em Berlim. Dóris é doutora em Dança pela University of Roehampton (Londres) e bacharel pela Folkwang Hochschule (Alemanha). Atua como professora na UFRGS, desenvolvendo pesquisas em aprendizagem multissensorial no balé e dirigindo o Balé Virtuose. Possui vasta carreira artística em companhias como Aalto Ballet e Janusphere Dance. Também é mestre em Administração pela PUCRS e especialista em Teoria do Teatro pela UFRGS. Gabriela foi bailarina junto ao Ballet Concerto nos Concertos Comunitários Zaffari e recebeu o Prêmio Açorianos em 2012. Interpretou papéis principais em grandes balés clássicos e também dançou em obras contemporâneas de Victória Milanez. Lecionou em escolas do RS e na "Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre". Julia começou seus estudos em ballet clássico aos 7 anos. Aos 18 anos, ingressou no curso de Licenciatura em Dança da Ufrgs, onde deu continuidade aos seus estudos. Atualmente faz aulas com Alexandre Rittmann, além de integrar o grupo Balé Virtuose, dirigido pela Prof. Dra. Dóris Dornelles. Caleo integrou grupos como Andanças, Cia H, Move It, Grupo Eclipse e a Cia Municipal de Dança de Porto Alegre. Participou por quatro anos do Natal Luz de Gramado e de programas como Faustão na Band, Caldeirão do Huck e produções no Prime Vídeo. Atualmente está no elenco do espetáculo We Call It Ballet da Opus Produções. Ganhou o Prêmio Açorianos de Melhor Bailarino em 2019 com a Cia H e foi premiado no YAGP 2022 com o Ballet Vera Bublitz. Davi é bailarino premiado em competições de balé clássico no Brasil, Argentina, Uruguai e Portugal. Natural de São Leopoldo, RS, viveu em São Paulo a partir dos anos 2000, atuando em espetáculos na América do Sul por mais de 10 anos. Dançou com Ballet Concerto, Ballet da Cidade de São Paulo, Studio 3 e Cisne Negro. Trabalhou como professor em renomadas escolas de balé em SP. Desde 2022, dirige o Ballet Davi Sgarbi em São Leopoldo. Leonardo e natural de Bento Gonçalves (RS), iniciou estudos em ballet clássico aos 14 anos e ingressou no curso de Licenciatura em Dança pela UFRGS em 2023. Aprofundou formação em clássico na escola Ballet Vera Bublitz (Porto Alegre). Atualmente estuda com Alexandre Rittmann na Morada da Dança e integra o grupo de pesquisa de dança da UFRGS Balé Virtuose, liderado pela Prof. Dra. Dóris Dornelles. Tom iniciou seus estudos em dança em 1995, em Estância Velha. Desde 2010 integra a Ânima Cia de Dança (Eva Schul) e, desde 2018, o Grupo Eclipse Teatro de Sombras. Atuou como bailarino e assistente coreográfico da Fantástica Fábrica de Natal (Gramado Tour/RS) entre 2011 e 2024, e integrou companhias como as Cias Municipais de Dança de Porto Alegre e São Leopoldo, além de grupos independentes como Malma e Muovere. É também produtor, agente cultural, professor e coreógrafo com atuação em dança contemporânea, ballet clássico, corpo expressivo e dança de salão. Participou de colegiados setoriais de dança em nível municipal e estadual.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.