| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 77752293000198 | LAR COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL | 1900-01-01 | R$ 216,8 mil |
| 90810706000101 | Fertipar - Fertilizantes do Paraná Ltda. | 1900-01-01 | R$ 90,0 mil |
| 75963827000108 | LAR TRANSPORTES LTDA | 1900-01-01 | R$ 31,0 mil |
| 11755916000178 | MARTIN SPROCKET & GEAR BRASIL ENGRENAGENS LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
Realizar oficinas de arte e cultura gaúcha para integrar e incluir pessoas de todas as idades, através de aulas de danças tradicionais gauchescas, oficinas de práticas campeiras, oficinas de declamação e poesia, com foco em apresentações culturais, e também oficinas culturais sobre tradições e identidades do Sul do Brasil. Por meio de aulas práticas, apresentações e atividades complementares, o projeto busca proporcionar uma vivência imersiva na cultura do Rio Grande do Sul, incentivando o respeito às tradições e a formação de cidadãos mais conscientes de seu papel cultural e social. Realizar também calendário de apresentações no decorrer das oficinas.
Objetivos Gerais - Possibilitar a integração entre comunidades tradicionalistas do Paraná através de competições culturais de música, causos, declamações e danças provenientes do Estado do Rio Grande do Sul; - Incentivar a formação cultural de crianças, jovens e adultos, por meio de apresentações artísticas; - Possibilitar maior número de famílias e/ou simpatizantes, frequentando o CTG - Centro de Tradições Gaúchas apoiando o movimento tradicionalista; - Motivar nas crianças e nos jovens a disciplina e persistência no aprendizado de instrumentos musicais ou danças artísticas, com orientação pedagógica específica para cada idade envolvida; - Apresentar ao público a arte gaúcha, sua importância, disciplina e amor pela arte tradicionalista; - Captar profissionais qualificados para ministrar aulas com instrumentos musicais, além de aulas sobre história da cultura gaúcha e história da cultura do Paraná, suas vertentes, colonização, influenciadores e símbolos, com apresentações abertas ao público; - Realizar o resgate do contexto cultural sobre a colonização gaúcha no Estado do Paraná; - Participar de eventos ou ações culturais no município e região, mostrando a arte gaúcha, o folclore e o trabalho realizado pelo CTG junto à comunidade local, suas famílias e todos os envolvidos nas atividades; - Envolver a comunidade local. Objetivos Específicos: - Formar grupos de danças com aproximadamente 210 integrantes, com aulas ministradas por instrutores e coreógrafos específicos, para públicos de diferentes idades; _ Aquisição de 210 figurinos para 210 dançarinos, sendo eles 105 femininos e 105 masculinos; _ Programação de aulas/capacitação para grupos de danças nas dependências do Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas e formação dos grupos de danças, categorias Pré-mirim, Mirim, Juvenil, Adulta e Veterana, com ensaios semanais, durante 20 meses (ementas em documentos anexos); - Oferecer, no período de 20 meses, oficinas de Declamação de Poesia e Poemas; - Oferecer, no período de 20 meses, oficinas de Práticas Campeiras; - Oferecer ao público em geral 4 apresentações gerais anuais conforme o desenvolvimento dos cursos/oficinas; - Oferecer, no período de 20 meses, Oficina Cultural: Tradições e Identidades do Sul do Brasil, propondo uma imersão crítica e sensível na construção das identidades culturais do sul do Brasil, com foco nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná.
A região oeste do Paraná, acolheu diversas famílias gaúchas em meados dos anos 50 à 70 (Simon, 2009) e com elas, aprendeu a cultuar a tradição gaúcha por seus costumes, o chimarrão, a culinária, música, dança e principalmente, o respeito e disciplina às condutas familiares e religiosas. O tradicionalismo gaúcho é encarado pelos seus simpatizantes como algo benéfico e que deve ser praticado, sobretudo às novas gerações, a fim de que os valores não se percam. A partir disso, podemos compreender o imaginário coletivo que muitos gaúchos carregam em si quando migram para outras regiões do país, pois acabam levando consigo suas tradições em diversos territórios, de forma a reproduzir seus valores, mas sempre acompanhando o contexto atual de modernização de padrões sociais que envolvam assuntos como o respeito a indivudualidade de cada integrante do movimento tradicionalista gaúcho. Tal postura requer o desenvolvimento de competências para conviver e aprender com as diferenças e diversidades. Foi com o olhar para esta nova realidade, frente ao compromisso de conceber a educação como processo e prática concretizada nas relações sociais que transcendem espaços e tempos escolares, presentes em todos os locais de convivência das nossas crianças e suas famílias, no processo de socialização da cultura da vida, no qual se constroem, se mantêm e se transformam saberes, conhecimentos e valores que se pensou e desenvolveu-se esse projeto. A musicalização é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos, como cognitivo, linguístico e social. Além de estimular a criatividade, a capacidade rítmica e a coordenação dos seus movimentos em adultos e crianças. A cultura gaúcha é rica em tradições que expressam a identidade de um povo marcado pela força, hospitalidade e profundo vínculo com suas raízes. Entre os principais elementos dessa cultura, destaca-se a dança tradicional gaúcha, que, além de expressão artística, carrega valores históricos, sociais e educacionais. O fandango, a chula, a declamação, a vaneira, entre outras manifestações, são passadas de geração em geração e representam não apenas o entretenimento, mas também a formação do caráter e o fortalecimento da coletividade. Entretanto, com o passar do tempo e as transformações sociais, observa-se um certo distanciamento das novas gerações dessas práticas culturais. Diante disso, iniciativas de resgate e valorização tornam-se fundamentais para manter viva essa herança. O presente projeto tem como objetivo principal promover o ensino das danças tradicionais gaúchas a crianças, adolescentes e adultos, como forma de valorização cultural, estímulo à convivência saudável e construção de identidade. Por meio de aulas práticas, apresentações e atividades complementares, o projeto busca proporcionar uma vivência imersiva na cultura do Rio Grande do Sul, incentivando o respeito às tradições e a formação de cidadãos mais conscientes de seu papel cultural e social. Impacto Social O projeto tem potencial para gerar um impacto social significativo ao promover o acesso à cultura, à educação não formal e ao fortalecimento dos laços comunitários. Ao oferecer oficinas gratuitas de danças tradicionais gaúchas, especialmente em contextos em que o acesso à cultura é limitado, contribui-se para a inclusão social, o bem-estar e o desenvolvimento de competências socioemocionais. Entre os principais impactos esperados, destacam-se: Valorizar da identidade cultural: O contato com as tradições gaúchas fortalece o sentimento de pertencimento e o orgulho cultural, especialmente entre os jovens, promovendo uma relação mais profunda com a história e os valores regionais. Inclusão e acessibilidade: Ao contemplar faixas etárias diversas e buscar a participação de pessoas interessadas, o projeto democratiza o acesso à cultura e cria oportunidades de desenvolvimento pessoal. Reduzir da evasão social e ociosidade: Através do envolvimento em atividades culturais regulares, jovens e crianças encontram um espaço saudável para expressão, disciplina e convívio, afastando-se de contextos de risco. Fortalecer de vínculos familiares e comunitários: As atividades promovem encontros intergeracionais, resgatando o papel da cultura como elemento de união e fortalecimento dos laços entre famílias e vizinhança. Formar de multiplicadores culturais: Ao despertar o interesse e a paixão pela cultura tradicional, o projeto incentiva a formação de novos agentes culturais, que poderão futuramente disseminar e perpetuar esse conhecimento. Com o intuito de assegurar uma abordagem educativa sensível, inclusiva e alinhada às diferentes faixas etárias atendidas, o projeto contará com o acompanhamento de um(a) pedagogo. Esse profissional será responsável por colaborar na elaboração das estratégias pedagógicas, contribuindo com a organização didática das aulas, orientando os instrutores quanto às melhores práticas de ensino e promovendo a integração entre os conteúdos culturais e os objetivos formativos. Além disso, o pedagogo atuará como suporte no desenvolvimento socioemocional dos participantes, auxiliando na mediação de conflitos, promoção de valores como respeito e cooperação, e garantindo um ambiente de aprendizado seguro e acolhedor. Sua atuação será fundamental para que o ensino da dança tradicional gaúcha transcenda o aspecto técnico, tornando-se uma ferramenta de transformação social e construção de cidadania. Com efeito, o presente projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. bem como, os seguintes objetivos do Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Planos didáticos resumidos das oficinas: dança e declamação de poemas (planos completos anexos) OFICINA DE DECLAMAÇÃO DE POESIA E POEMAS Introdução A declamação de uma poesia é diferente de ler ou falar uma poesia. Declamar é dar vida a poesia, através do sentimento e interpretação do tema. O bom declamador sabe o tempo certo da entonação de voz e tem o equilíbrio necessário para transmitir a emoção que cada estrofe exige. Conteúdo das Oficinas de Declamação 1. DICÇÃO: clareza nas letras, sílabas e palavras. 2. MÍMICA: são gestos, movimentando partes do corpo, a fim de mostrar ou expressar ideias. 3. POSTURA: posição do corpo, atitude ou imponência - impor com a presença. 4. FIDELIDADE AO TEXTO: ser fiel ao texto escrito pelo autor (o verdadeiro). 5. TEMA: Concurso - deve ser de acordo com a categoria, com aquele momento. Sem concurso - pode ser do gosto do (a) declamador(a). 6. TERMOS DESCONHECIDOS: deve-se sempre saber o significado dos termos das poesias, para usar a mímica e para transmitir o sentimento. 7. ENTONAÇÃO DE VOZ: definir bem vírgulas, pontos finais, reticências, pontos de interrogação, pontos de exclamação, dois pontos. Para assim transmitir melhor a poesia. A poesia, na verdade é o diálogo do dia a dia. 8. USO DA INDUMENTÁRIA: fazer uso das pilchas corretas. 9. INTERPRETAÇÃO: é explicar o sentido da determinada coisa. Buscar e manifestar o interior do que foi escrito pelo autor. 10. ESTILO: expressar pensamento. Fazer brotar e extravasar seu íntimo, deixando transparecer os sentimentos: ódio, amor, tristeza, alegria, carinho, rancor, saudade, fraternidade, entre outros. Metodologia 40% do conteúdo apresentado de forma expositiva 60% do conteúdo apresentado de forma prática Público Crianças, adolescentes, jovens, adultos e veteranos. Realização das aulas: Aulas divididas no seguinte formato: Sábados: Das 8h00 às 12h00 Professor Lucas Augusto Rohde e Silva (currículo em documentos anexos) Local de realização das aulas Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas e/ou Casa da Memória – Medianeira-PR OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS Introdução As danças tradicionais gaúchas além do cunho lúdico têm também finalidades competitivas o que estimula as crianças, jovens e adultos a um desempenho otimizado e busca de resultados positivos na competição. Com traços camponeses, as danças gaúchas têm como características principais o sapateado forte e movimentos velozes com bastante agilidade. São danças desafiadoras e contagiantes, sempre valorizando o respeito e a diversidade A dança gaúcha pode contribuir na formação da personalidade do participante e na compreensão da diversidade cultural brasileira, observando que ela retrata e expressa os costumes, crenças, valores e características da história de um povo. Por meio da dança, os integrantes podem explorar sua capacidade de criar, de aprender e de se expressar, além de atuar como uma terapia, exercitando o corpo e a mente. Conteúdo das Oficinas de Dança A dança: breves definições e sua importância na interpretação de culturas; • A dança e suas épocas – A influência na sociedade – Valores dessa época. Resgate da indumentária; • Institucionalização da pilcha; Trajes históricos e folclóricos; • Representatividade; • Trajes de crianças e adolescentes A dança: breves definições e sua importância na interpretação de culturas; • A dança e suas épocas – A influência na sociedade – Valores dessa época. Paixão Côrtes• O conceito de dança tradicional segundo Paixão Côrtes; Histórico de nossas danças (características e valores importantes);• Ciclos coreográficos e suas peculiaridades no dançar gauchesco; Danças Tradicionais Tatu com Volta-no-meio, Tirana-do-lenço, Anú, Queromana, Chimarrita, Cana-verde, Chotes de Sete-voltas, Chotes Carreirinho,Chotes-de-Duas-Damas, Pau-de-Fita, Cottilón, como a Meia-Canha, Maçanico, Carangueijo, Rancheira de Carreirinha, Pézinho, Chotesde roda, Balaio, Queromaninha, Chico Sapateado, Vanera Marcada, etc. Metodologia 20% do conteúdo apresentado de forma expositiva 80% do conteúdo apresentado de forma prática Público Crianças, adolescentes, jovens, adultos e veteranos, sendo 15 pares por turma no máximo. Realização das aulas: Aulas divididas no seguinte formato: Segundas e quartas-feiras: Das 19h00 às 20h30 – Juvenis Terças-feiras: Das 19h30 às 21h30 – Mirins Segundas e quartas-feiras: Das 30h30 às 222h00 – Veteranos Quintas-feiras: Das 19h30 às 21h00 – Pré-mirins Sábados: Das 14h30 às 18h00 – Adultos Professores 1) Patrick Chagas de Lima (currículo em documentos anexos) Local de realização das aulas Local a definir: Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas (salão principal), de Medianeira-PR 2) Alex Sandro Cabreira Siqueira (currículo em documentos anexos) Local de realização das aulas Local a definir: Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas (salão principal), de Medianeira-PR OFICINA DANÇAS DE SALÃO O Rio Grande do Sul possui várias formas de expressão de sua cultura. Uma das mais referentes e conhecidas demonstrações desta cultura são as danças gaúchas de salão, que são “bailadas” em jantares dançantes, shows do gênero, bailes, encontros etc. Estas danças vieram para o território através dos colonizadores, também possuem grande influência de países vizinhos ao estado. Porém com a mistura das etnias, as danças tomaram novas formas que se perpetuaram até os dias de hoje. Para se dançar as danças gaúchas de salão dentro de um CTG (Centro de Tradições Gaúchas), deve-se estar “pilchado”, ou seja, vestido à caráter: prenda com vestido tradicional e peão com bombacha, camisa e bota. Do contrário, muitas vezes os dançarinos descaracterizados acabam por serem retirados da pista Existem muitos tipos de dança de salão, mas na cultura gaúcha, as mais conhecidas são: · Valsa: é uma das danças clássicas da dança de salão · Vanera/vaneirão: Uma dança de salão · Polca: Uma dança de salão · Milonga: ritmo mais romântico dos fandangos gaúchos · Chamamé: um dos mais empolgantes do nosso Fandango gaúcho · Rancheira: e constitui de uma variante pampeana da Mazurca · Xote: também é muito executado no nordeste brasileiro · Bugio: único ritmo autenticamente gaúchos Metodologia 20% do conteúdo apresentado de forma expositiva 80% do conteúdo apresentado de forma prática Público Crianças, adolescentes, jovens, adultos e veteranos, sendo 15 pares por turma no máximo. Realização das aulas: Quartas-feiras: Das 22h00 às 23h00 – Adultos e veteranos (04 casais) Sábados: Da18h00 às 19h00 – Juvenis, mirins e adultos (04 casais) Professor 1) Alex Sandro Cabreira Siqueira (currículo em documentos anexos) Local de realização das aulas Local a definir: Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas (salão principal), de Medianeira-PR OFICINAS DE CHULA A chula é uma dança tradicional portuguesa e, posteriormente, gaúcha, com raízes no final do século XVII. É uma dança de desafio, geralmente executada por homens, com fortes influências do lundu sapateado e de outros ritmos portugueses como o fandango. A chula é caracterizada por um ritmo rápido e sapateados, com movimentos que variam de acordo com a região e o estilo de dança. Rio Grande do Sul: Chegou ao Rio Grande do Sul com os colonizadores portugueses, onde se desenvolveu uma versão própria, com características únicas. A influência da chula também pode ser encontrada em outros estados brasileiros, como o Lundu sapateado. · Características: · Desafio: A chula é uma dança de desafio, onde os dançarinos competem em agilidade e habilidade nos sapateados. Sapateados: são um elemento central da chula, com movimentos rápidos e precisos. Vestimenta: os dançarinos geralmente usam a vestimenta tradicional gaúcha, com botas, bombacha e outras peças que refletem a cultura regional. Música: geralmente tocada com gaita, triângulo, chocalhos e outros instrumentos tradicionais. Importância Cultural: A chula é uma manifestação cultural importante da cultura gaúcha, sendo um símbolo de identidade e tradição. É uma forma de celebrar a cultura local e preservar as tradições dos antepassados. A chula é frequentemente apresentada em eventos, rodeios e festivais culturais, sendo uma das formas mais populares de expressar a cultura gaúcha. Metodologia 10% do conteúdo apresentado de forma expositiva 90% do conteúdo apresentado de forma prática Público Crianças, adolescentes, jovens, adultos e veteranos. Realização das aulas: Segundas e terças-feiras: Das 19h30 às 21h30 Professor 1) José Eduardo de Almeida Telles (currículo em documentos anexos) Local de realização das aulas Local a definir: Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas (salão principal), de Medianeira-PR EMENTA SOBRE PRÁTICAS CAMPEIRAS Prof Bento Durão Turma contínua Em um CTG (Centro de Tradições Gaúchas), o professor de Campeira é responsável por repassar os cuidados com os animais, curiosidade e as práticas campeiras aos participantes. 1º Módulo - História do tropeirismo 2º Módulo - Bem estar dos animais Alimentação: 1. Fornecer forragem de qualidade, como capim e feno, que sejam adequados para a espécie e fase de desenvolvimento do cavalo. 2. Suplementar a dieta com ração e outros alimentos, se necessário, de acordo com as necessidades individuais do cavalo. 3. A água deve estar sempre limpa e fresca, e disponível em abundância, especialmente em climas quentes ou após exercícios. 4. A alimentação deve ser feita em horários regulares e a quantidade deve ser ajustada para evitar problemas de saúde, como obesidade ou úlceras. 5. Higiene: 6. A pelagem deve ser escovada diariamente para manter a higiene e o brilho. 7. A crina e a cauda devem ser lavadas semanalmente e, se necessário, amaciadas para facilitar o pentear. 8. Os banhos devem ser dados com produtos específicos para cavalos e podem ser mensais, dependendo da situação. 9. As baias devem ser limpas e desinfetadas regularmente para evitar doenças e parasitas. 10. Saúde: 11. Os cavalos devem ser vacinados e vermifugados periodicamente, seguindo as orientações do veterinário. 12. Exames de rotina devem ser realizados para prevenir ou detectar doenças. 13. Tratar imediatamente qualquer ferimento ou lesão para evitar complicações. 14. Ambiente: 15. As baias devem ser bem ventiladas e iluminadas, com uma claraboia ou janelas para permitir a entrada de luz natural. 16. O chão deve ser confortável e absorvente, com palha ou outro material adequado. 17. Haverá espaço suficiente para que o cavalo possa se movimentar, descansar e se comportar naturalmente. 18. É importante garantir que o cavalo tenha acesso a um local seguro e agradável para se exercitar e socializar com outros cavalo 3º Módulo - Provas campeiras realizadas em um CTG 1. Laço: Inclui modalidades individuais, em dupla, trio e equipe, com categorias específicas para diferentes faixas etárias e níveis de experiência. 2. Rédeas: Prova de habilidade e controle do cavalo, com diferentes padrões e níveis de dificuldade. 3. Chasque: Prova de velocidade e precisão, onde o cavaleiro deve correr e jogar um laço em uma vaca parada. 4. Prova do tambor: 5. Vaca Parada: Prova para iniciantes, onde o cavaleiro tenta laçar uma vaca parada no chão. Horários: Sábados: Das 14:00 às 18h00 - 04 horas semanais - 16 horas mensais Participantes: 10
Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para idosos (estrutura local do espaço já adaptada). ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: audiodescrição (para narrações entre as músicas tocadas, pois trata-se de linguagem musical instrumental). ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de assistente social. Produto: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para idosos (estrutura local do espaço já adaptada). ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Linguagem sensorial (dança) - professor conduz o aluno através de rítmo musical. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras e linguagem sensorial. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de assistente social. Produto: Curso / Oficina / Capacitação (Declamação de Poesia) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para idosos (estrutura local do espaço já adaptada). ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Linguagens oral (declamação de poemas). ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de assistente social.
Todas as ações deste projeto serão oferecidas gratuitamente. Ampliação de acesso - medidas propostas: PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; PRODUTO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES CÊNICAS VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; PRODUTO: Curso / Oficina / Capacitação (Declamação de Poesia) III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas Função: Coordenação Administrativo-Financeira (função a ser remunerada através de rubrica Custos Administrativos) O CTG Sentinela dos Pampas foi fundado em 02 de junho de 1980, por um grupo de tradicionalistas, tendo como finalidade a preservação e o culto as tradições gaúchas, suas lendas, usos e costumes. Tem como lema: ?O povo que cultua suas tradições e reverencia seus heróis é um povo com alma?. Com o tempo o CTG ampliou sua estrutura, hoje conta com: Campo de Rodeio, Fogo de Chão, Monumento de um Cuia (às margens da BR 277) e o Galpão de Esportes com canchas de boliche, bocha e mesa de sinuca. Conta também com um Departamento Artístico, formado por invernadas de danças tradicionais e talentos individuais da casa, e o Departamento Cultura composto pelo Prendado, quer dizer, Primeiras Prendas e Peões Birivas que representam a Entidade. Fabiane Elise Poletto Bersch Função: Produção Executiva Bacharel em Administração de Empresas 1999-2003 UNIOESTE. Pós-Graduação em Recursos Humanos 2004 – Univel MBA Gestão Estratégica de Pessoas – FGV (2006-2007) Pós-graduando em Relações Trabalhistas – Faculdade da Indústria (2021 - ) Algumas experiências: - Direção Artística Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas – Medianeira/PR, grupo com 120 integrantes; - Coordenação de projetos culturais junto ao Sescoop/PR. Na Música e dança: - Apresentações dos grupos de dança em Escolas Municipais de Medianeira; - Apresentações na Praça Municipal; - Participação em Rodeios Artísticos no Estado do Paraná; Eventos - Organização Festival Interno da Canção – Cantarolar (04 edições); - Organização Dia de Cooperar na região Oeste do Paraná; - Festa Junina CTG Sentinela dos Pampas; - Organização Semana Acadêmica Unioeste – 2001; - Participação na organização de Gincana Acadêmica do Centro Universitário Dinâmica Cataratas; - Gincana cultural no Centro de Tradições Gaúchas Sentinela dos Pampas. - Participação na Organização de Semanas Acadêmicas no Centro Universitário Dinâmica Cataratas; - Festa Junina Associação de Funcionários Lar. UNICULTURA – Universidade Livre da Cultura Função: Coordenação do Projeto A Universidade Livre da Cultura – Unicultura é uma Organização Não-Governamental que, desde sua fundação, conta com uma equipe técnica de experiência na gestão de projetos culturais, entre as diversas linguagens e manifestações artísticas. A UniCultura tem como objetivo social criar e consolidar nos cidadãos a consciência do papel que a cultura desempenha como elemento formador da identidade e memória nacional, gerador de trabalho e renda e de inclusão social, dentro da visão de transversalidade da cultura com a educação, saúde, desporto, meio ambiente, turismo e assistência social. ALGUNS TRABALHOS REALIZADOS NA ÁREA CULTURAL - Lançamento do livro ?La primera república de las Americas, em Bogotá, Asunción e Buenos Aires; - Show AVE Mujeres – Música; - VII Concurso de Piano Edna Bassetti Habith – Música; - Trupe da Saúde - Artes Cênicas; - Show Essência Elis – Música; - Paiquerê, Piquirí, Fietó - Espetáculo para Crianças; - Paraná Central - O vale das Utopias – Humanidades; - CD Marcelo Koga; - 20 Anos do "O Grande Circo Místico" - Evento e vídeo - Teatro Guaíra; - Cafundó - Longa-metragem (Produção de Locação); - 150 Anos de Emancipação Política do Paraná - Brasília-DF. - Orquestra das Rosas; - Mia Cara Curitiba. Kathya Thays Erthal Função: Coordenação pedagógica Pós-graduação em Comunicação e Oratória – em andamentoPós-graduação lato sensu em Tecnologias e Educação a distância – 2017.Pós-graduação lato sensu em Metodologia de Ensino da Língua Inglesa – 2014.Graduação em Pedagogia – 2020.Graduação em Letras Português / Inglês – 2013. Professora de Língua Inglesa na Escola de Idiomas New York School de Cascavel/PR, atuando em diversos níveis de ensino. Neste, permaneceu por 02 anos.Coordenadora de polo EAD UNIFACS, de abril/2015 a dezembro/2017.Assistente Administrativo na empresa Coteleski e CIA Ltda, de dezembro/2014 a março/2023.Coordenadora Pedagógica e Professora de Inglês no CNA Medianeira, desde dezembro/2021 a julho/2023. PROFESSORES: OFICINA DE DECLAMAÇÃO DE POESIA E POEMAS Professor Lucas Augusto Rohde e Silva (currículo em documentos anexos) OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS Professores Patrick Chagas de Lima (currículo em documentos anexos) Alex Sandro Cabreira Siqueira (currículo em documentos anexos) OFICINA DANÇAS DE SALÃO Professor Alex Sandro Cabreira Siqueira (currículo em documentos anexos) OFICINAS DE CHULA Professor José Eduardo de Almeida Telles (currículo em documentos anexos) PRÁTICAS CAMPEIRAS Professor Bento Durão (currículo em documentos anexos) HISTÓRIA DAS TRADIÇÕES E IDENTIDADES DO SUL DO BRASIL Professor Franciele Aparecida de Araújo (currículo e projeto pedagógico anexos)
Aguardando a superação do prazo recursal.