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PRONAC 253988Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Brincar é vida

ESPACO E VIDA SUSTENTABILIDADE SOCIAL LTDA
Solicitado
R$ 912,1 mil
Aprovado
R$ 912,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-05
Término
2026-12-23
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar mapeamento da memória cultural em 9 praças públicas do Rio de Janeiro, resgatando as formas de brincar em espaço público, gerando uma exposição e um curta-metragem com registros das construções coletivas. Serão feitos encontros sistemáticos, em uma construção junto aos moradores e comunidade do entorno, com realização de mostra de culminância em cada um dos espaços para exibição.

Sinopse

A sinopse das obras serão definidas de acordo com o desenvolvimento do trabalho coletivo.

Objetivos

Geral Registrar a utilização de praças públicas como espaço de práticas culturais e construções coletivas, resgatando memórias locais de gerações antigas, trazendo tais saberes para as novas gerações moradoras, ampliando a ocupação de espaços que perderam sua função social ao longo dos anos. Específicos Selecionar 9 praças, levando em consideração as regiões da cidade do Rio de Janeiro; Selecionar 9 grupos de lideranças que vão atuar como mobilizadores locais na construção do mapeamento; Filmar e fotografar encontros sistemáticos ao longo de 1 ano; Realizar, ao fim do projeto, um evento em cada praça trabalhada, com exibição do curta e circulação da exposição; Ter um público mobilizado de 15 a 20 pessoas por praça, somando 135 pessoas atendidas diretamente; Ter um público de 50 pessoas, no mínimo, no evento final, em cada praça.

Justificativa

Este projeto nasce do olhar para as novas gerações, público com o qual temos trabalhado desde 2019, que têm vivido uma realidade cada vez mais virtual. Mas também olha para trás, para as gerações anteriores, que faziam do espaço das praças um local de partilha e convivência, de práticas corporais através das brincadeiras e interações sociais. O corpo, na atualidade, não está presente na vivência de muitas crianças, independente de faixa etária e classe social ou território aos quais pertencem. Isto porque o ritmo de vida acelerado impulsiona que cuidadores e cuidadoras encontram suporte nas telas, para realizar as atividades cotidianas. O fenômeno atravessa crianças muito pequenas, às vezes ainda em fase de aleitamento, e muitos estudos comprovam os danos causados por essas novas tecnologias, que acabam ocupando uma função de cuidado, sem que, muitas vezes, seja problematizada. Partindo de uma concepção da cultura como um conceito antropológico, que leva em consideração as formas de se relacionar e estruturar enquanto sociedade - em saberes e fazeres próprios -, as praças públicas se configuram espaços de convivência potentes para articulações sociais e intercâmbio de saberes, tecendo as características daquele ambiente através das práticas cotidianas ali presentes. São espaços em que estão presentes tensões sociais e movimentos/relacionamentos que conferem características únicas aos grupos. Levando isto em conta e a questão do avanço das telas, o projeto trabalha sobre o resgate de memórias das formas de utilização desses espaços, trazendo para o tempo presente. Outra ideia que nos ajuda a pensar este projeto é a noção de memória: um conceito amplamente trabalhado para se entender os discursos que vão sendo construídos para narrar as sociedades. Considerada um fenômeno coletivo pelo sociólogo francês Maurice Halbwachs, no século XIX, a memória traduz os sentidos dos grupos aos quais ela se refere. Neste sentido, o projeto aqui proposto pensa os apagamentos de práticas de sociabilidade nestes ambientes, viabilizando novos encontros e ressignificando os ambientes.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Evento de culminância: Qtde total: 9, sendo 1 em cada praça/zona da cidade Duração: 3h a 4h Descrição: Apresesentação de curta documental sobre o processo de desenvolvimento + exposição com fotos dos encontros + roda de conversa com lideranças de cada território.

Acessibilidade

No mapeamento dos espaços, buscaremos entender as necessidadades de acessibilidade das pessoas do entorno de cada praça trabalhada, para que os encontros possam ter acessibilidade adequada a cada contexto. O curta e a exposição do projeto terão legendagem e contarão com interpretação em LIBRAS e audiodescrição, respectivamente. O evento de exibição também contará com interpretação em LIBRAS. Neste caso, ainda que não tenham pessoas deficientes (físicos ou com alguma atipicidade neurológica), manteremos os mediadores e intérpretes, por considerar uma ação importante de inclusão e conscientização.

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuitaspaar todos os participantes, com medidas de acessibilidade já apresentadas e de acordo com as orientações constantes da IN nº 23, de 05 de fevereiro de 2025.

Ficha técnica

Marcio de Andrade Magalhães | Coordenação do Projeto| Possui graduação em História (2001) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestrado e doutorado em História das Ciências e da Saúde (2003-2011) pela Casa de Oswaldo Cruz (COC), unidade da Fundação Oswaldo Cruz. Tem experiência em pesquisa e ensino na área de história, com especialização em história da hanseníase, biografias, história da medicina, história do Rio de Janeiro e do Brasil. Desde 1999 atua como professor e a partir de 2011 como coordenador pedagógico da Espaço e Vida - Viagens Culturais, agência de turismo educacional que elabora e realiza aulas interdisciplinares ao ar livre e em espaços não-formais de educação. Entre 2012 e 2015 atuou como bolsista visitante V do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e integrou grupo de pesquisa dedicado à história do controle do câncer e do tabaco no Brasil. Carlos Henrique Torres do Carmos | Coordenação de Produção | Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988). Atualmente é sócio-diretor da Espaço e Vida Viagens Culturais. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geografia Física. Integrou o grupo fundador do Curso Pré-Vestibular da Associação de Trabalhadores em Educação da UFRJ (1986-2001) e o grupo Catuicó Eventos Ecológicos, especializado em Educação Ambiental (1988 a 1992 ). Atuou como professor de Geografia na rede estadual e privada de educação (1989 - 1997). Constituiu a empresa "Espaço e Vida - Projetos Integrados", especializada em atividades ambientais e culturais em espaços não-formais de educação (1998 - 2000), transformada em Espaço e Vida - Viagens Culturais a partir do ano 2000. Desenvolveu e coordenou projetos temáticos de educação na Região Metropolitana da Cidade do Rio de Janeiro, tais como: Águas do Carioca; A Cidade e suas Fortalezas; Cultura e Tradição Nordestina na Feira de São Cristóvão; Dormindo com as Estrelas; Dormindo no AquaRio; Ecossistemas no Grande Rio; Estilos Arquitetônicos do Rio de Janeiro; Igrejas, Conventos e Mosteiros da Cidade; Meios de Transporte no Rio de Janeiro; Museus do Grande Rio; Pelas Águas do Rio; Pelas Águas da Guanabara; Rio e seus Bairros; Rio Ontem e Hoje; Rio de Machado; Rio dos Escravizados; Uma Cidade de Praças, Parques e Jardins; Visões do Rio. Desenvolveu e coordenou diferentes projetos de estudos do meio nas diferentes regiões do Estado do Rio de Janeiro: Costa Verde, Região dos Lagos, Região Serrana, Vale do Paraíba Industrial, Vale do Café e Norte Fluminense. Desenvolveu e coordenou projetos de estudo do meio em diferentes regiões e cidades no Brasil: Amazônia; Brasília; Brotas; Chapada da Diamantina; Chapada dos Guimarães; Chapada das Mesas; Chapada dos Veadeiros; Cidades Históricas de Minas; Circuito das Águas de MG; Fernando de Noronha; Florianópolis; Foz do Iguaçu; Foz do Rio São Francisco; Ibitipoca; Inhotim; Jalapão; Pantanal; Porto Seguro; Regência (ES); Recife e Olinda; Salvador; São Luís e Lençóis Maranhenses; São Paulo (SP); São Paulo - Litoral Sul; São Paulo - Vale do Paraíba; São Paulo - PETAR. Desenvolveu e coordenou projetos de estudos do meio em algumas cidades do mundo, como Lisboa, Paris, Londres e Genebra (Visita ao Acelerador de Partículas - CERN) Dirigiu, elaborou e executou 14 cursos de Formação de Professores da equipe de educadores da Espaço e Vida - Viagens Culturais (2014 a 2019). Dirigiu, elaborou e executou, para a Coca - Cola Andina, município de Duque de Caxias/RJ, as seguintes ações: Programa de Educação Ambiental (PEA), Programa Educação Ambiental de Trabalhadores (PEAT), Programa de Comunicação Social (PCS), Programa de Apoio a Comunidades Afetadas (PACA) (2018). Dirigiu, elaborou e executou o Curso de Formação de Educadores Ambientais para a Secretaria Municipal de Educação de Caixas (2018). Dirigiu o projeto ?Conexão Escola? na comunidade de Tubiacanga com recursos diretos do Rio Galeão (2015 a 2021). Alanna Dahan Martins | Produção | Doutoranda em Educação na linha de pesquisa Linguagens, Subjetividades e Formação de Professores na UFRJ, Alanna atualmente é coordenadora de formação pedagógica na Espaço e Vida. A mais de 10 anos trabalha com educação dialogando temas contemporâneos com as ciências e as artes. Desenvolve projetos para diversas faixas etárias a fim de proporcionar encontros nos territórios da cidade, desemparedamentos e reflexões críticas de si e do mundo. Já atuou na produção de eventos de cunho cultural e educacional em escolas, ONGs, coletivos e museus.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.