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PRONAC 254012Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Tudo é Paisagem, sob a ótica do Estúdio Plantar Ideias

PLANTAR IDEIAS LTDA
Solicitado
R$ 990,9 mil
Aprovado
R$ 990,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-09-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Publicar o livro de arte "Tudo é paisagem", um ensaio arquitetônico sobre a paisagem como elemento cultural dinâmico, resultado da interação entre espaço, tempo e sociedade. Será realizada exposição homônima. Como ações de ampliação de acesso e medida de acessibilidade, serão realizados audiolivro e oficinas de contrapartida social.

Sinopse

Livro: Tudo é PaisagemSubtítulo: Reflexões e Experiências do Estúdio Plantar Ideias Introdução ao tema: autor convidado A paisagem não é apenas cenário — ela é matéria viva, memória acumulada, tempo em forma de território. Ela resiste às definições apressadas. Oscila entre o natural e o cultural, entre o espontâneo e o construído. E é nesse intervalo que o Estúdio Plantar Ideias encontrou seu campo de atuação. Este livro celebra uma década de caminhada. Uma travessia feita de escuta, desenho, dúvida e entrega. São dez anos cultivando relações entre o homem e o lugar, entre a técnica e a intuição, entre a vocação dos espaços e a ética do cuidado. Cada projeto narrado aqui não é apenas uma obra finalizada. É também um processo de aprendizado — técnico, político, afetivo. Trabalhamos com a convicção de que projetar paisagens é operar no tempo profundo: aquele que ultrapassa a obra construída e se estende pelas estações, pelas comunidades, pela ecologia silenciosa do crescimento. Plantar uma ideia é mais que propor uma solução.É lançar uma semente de transformação. E cada capítulo deste livro é uma dessas sementes que germinaram — em florestas, em cidades, em mobiliários que acolhem corpos e histórias, em parques que respiram com a cidade, em trilhas que revelam o território. Aqui, a narrativa se organiza como um caminhar em espiral: parte do conceito e retorna ao projeto, amplia a escala e volta ao detalhe, observa o contexto e propõe futuro. Há poesia, mas também rigor técnico. Há memória, mas também antecipação. Há reflexão, mas também ação. Este é um livro sobre desenho. Mas sobretudo, é um livro sobre conexão com a natureza. Com o chão, com o tempo, com quem veio antes e com quem virá depois. Com aqueles que percorrem os espaços que ajudamos a moldar. Com os que sonham cidades mais verdes, mais gentis, mais justas. Seguimos plantando. Porque o que nasce do chão — se bem cuidado — se torna paisagem. E o que se torna paisagem, permanece. Parte I: A Construção da Paisagem e o Contexto Cultural Capítulo 1: A História da Paisagem:A evolução da concepção de paisagem ao longo do tempo. A influência de diferentes culturas na construção da paisagem. A paisagem como um reflexo da identidade cultural de um lugar. Projetos associados: Parque Nacional Aparados da Serra e Serra Geral e Mirante da Serra do Rio do Rastro Capítulo 2: A Paisagem e a intervenção do desenho do homem:A relação entre a paisagem e as diferentes linguagens artísticas. A arte como ferramenta para a sensibilização ambiental. A importância da estética na construção da paisagem. Projetos associados: Parque Campana, Parque Inframerica Parte II: A Paisagem em Diferentes Escalas Capítulo 3: Do Micro ao MacroA paisagem como um sistema complexo e interconectado. Análise de projetos em diferentes escalas: do jardim particular ao planejamento urbano. A importância da escala na definição de estratégias de projeto. Projetos associados: Futura, Bambui, Resort Costa do Sauipe Capítulo 4: A Cidade como PaisagemA cidade como um grande laboratório de experimentação paisagística. A relação entre a paisagem urbana e a qualidade de vida dos cidadãos. Estudos de caso de projetos urbanos que valorizam a paisagem. Projetos associados: Biopark, Parque Nari Vaz Capítulo 5: O mobiliário como paisagemProjetos associados: Bromelia,Pau e Pedra, Rufus urbanus Parte II: Parques: Um Patrimônio Natural e Cultural Capítulo 6: Parques Urbanos: Oásis de Verde na CidadeA importância dos parques urbanos para a saúde física e mental das pessoas. A dimensão social e cultural dos parques. Planos Diretores e de Intervenção. Desafios e oportunidades na gestão de parques urbanos. Projetos associados: Parque Ibirapuera Capítulo 7: Parques Naturais: Conservando a BiodiversidadeA importância da conservação dos parques naturais para o equilíbrio ambiental. A relação entre a conservação da natureza e o desenvolvimento econômico. O papel dos parques naturais na educação ambiental. Projetos associados: Parque Estadual do Conduru, Parque Estadual do Caracol e Tainhas Parte III: A Paisagem sob a Ótica Econômica, Jurídica e Ambiental Capítulo 8: A Paisagem e a SustentabilidadeConceitos de sustentabilidade e sua aplicação à paisagem. A importância da paisagem para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. A busca por soluções sustentáveis na construção da paisagem. Projetos associados: Nova Eldorado Capítulo 9: A Paisagem como Ativo EconômicoA valorização da paisagem como um recurso econômico. O mercado de serviços ambientais e a paisagem. A importância da paisagem para o turismo e a cultura. Projetos associados: Parques Municipais de Recife, Distrito Guararapes, Pemonte Ilhas do Mel Capítulo 10: A Legislação Ambiental e a PaisagemO marco legal da proteção da paisagem no Brasil. Os desafios da aplicação da legislação ambiental na prática. A importância da participação social na gestão da paisagem. Projetos associados: Parque Orla do Piratininga em Niteroi, Parte V: O Futuro da construção da Paisagem Capítulo 11: Conceitos ESG e a PaisagemA aplicação dos princípios ESG na construção de paisagens mais sustentáveis. A importância da transparência e da responsabilidade social na gestão da paisagem. A criação de valor compartilhado através da paisagem. Capítulo 12: Design para o FuturoAs tendências do design de paisagens para um futuro mais sustentável e inclusivo. A importância da inovação e da tecnologia na construção da paisagem. A criação de paisagens resilientes e adaptáveis às mudanças climáticas.

Objetivos

Objetivos Gerais: Publicar o livro de arte Tudo é Paisagem, um ensaio arquitetônico sobre a paisagem como elemento cultural, construída comunitariamente através do tempo. O livro contará com textos dos experientes arquitetos Luciana Pitombo e Felipe Stracci, do Estudio Plantar Ideias, além de imagens de belas paisagens urbanas. Tiragem de 2.000 exemplares. Distribuição gratuita. Produto: Livros ou obras de referência - valor Artístico. Art.18, § 3º, alínea b. Objetivos específicos: Realizar e publicar em site de internet um Audiolivro para ampliar o acesso do público em geral, em especial o público cego e com baixa visão. - Estimado: 3.000 acessos - Produto: Livros ou obras de referência - valor Artístico. Art.18, § 3º, alínea b. Realizar instalação/exposição de artes visuais em espaço da cidade de São Paulo, como ação complementar à publicação do livro. A exposição contará com narrativas sobre paisagens e peças de design e arquitetura, que serão curadas por curador experiente a ser contratado pelo projeto. A exposição terá duração de 30 dias. O local será definido após curadoria finalizada e negociações com espaços de interesse em São Paulo. Acesso será gratuito. Produto: Exposições de artes visuais. Art.18, § 3º, alínea b. Realizar 5 palestras educativas com o tema "Paisagens: registros da transformação cultural sobre a natureza.", com duração de 2 horas cada. Estimado: 250 pessoas. Produto: Contrapartida Social. Art.18, § 3º, alínea b.

Justificativa

A paisagem é um reflexo das transformações sociais, culturais e ambientais de uma sociedade. No contexto brasileiro, marcado por rápidas e intensas mudanças, é fundamental promover iniciativas que incentivem a reflexão crítica e teórica sobre os espaços que ocupamos e como interagimos, modificamos e nos integramos à paisagem à nossa volta. As cidades brasileiras são palcos de profundas contradições: nelas convivem, lado a lado, a inovação e a precariedade, a diversidade cultural e a desigualdade social, o patrimônio histórico e a especulação imobiliária. Essa complexidade torna a arquitetura urbana não apenas uma questão técnica ou funcional, mas também um campo de disputa simbólica, onde valores, memórias e modos de vida se manifestam e se transformam. Publicar um livro sobre arquitetura urbana no Brasil é, portanto, uma ação cultural relevante e necessária. Ao documentar, analisar e interpretar os processos de ocupação e vivência dos espaços urbanos, a obra contribui para ampliar o repertório crítico da sociedade sobre o ambiente construído. Mais do que registrar formas físicas, trata-se de valorizar os saberes locais, as expressões culturais e os modos de habitar que definem nossas cidades. Além disso, o livro pode funcionar como instrumento de diálogo entre diferentes áreas do conhecimento _ arquitetura, urbanismo, sociologia, geografia, história, antropologia _ e entre os diversos atores que participam da produção da cidade: gestores públicos, movimentos sociais, profissionais, acadêmicos e a própria população. Ao fomentar essa conversa, a publicação ajuda a fortalecer uma cultura urbana mais democrática, inclusiva e sensível às especificidades regionais do Brasil. Em tempos de crescente urbanização e crise ambiental, pensar criticamente a cidade é também pensar alternativas para um futuro mais justo e sustentável. Para realização deste projeto é fundamental o apoio da Lei Rouanet, com a qual o projeto se alinha ao artigo 1, da Lei n° 8.313, e 23 de dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende também os seguintes critérios de fomento do Art. 3° da referida Lei: II- fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Para a realização de todas essas propostas, é fundamental a parceria com o Ministério da Cultura. A aprovação deste projeto possibilita a busca pelos recursos que garantirão a plena execução dos itens planejados. Com essas ações, este projeto pretende democratizar o acesso a bens e serviços culturais, colaborando para o processo de formação e sensibilização do público. É esperada uma repercussão positiva local, regional e nacional do projeto.

Estratégia de execução

1) Classificação etária: LIVRE. Não necessitando de liberações especiais. 2) Art. 29. O produto cultural livro (artístico, literário ou humanístico) deverá ter a tiragem limitada em até 3.000 (três mil) exemplares de acordo com a IN 23 de 25. 3) A rubrica de remuneração do proponente é Coordenação Geral, podendo outras rubricas serem incorporadas quando da execução do projeto, respeitando os limites vigentes na IN 23/2025. 4) Não será adquirido nenhum bem permanente neste projeto, salvo em caso de maior economicidade, conforme previsto pela IN 23/2025. 5) As ações educativas e o lançamento do livro acontecerão em local de fácil acesso e de acordo com as normas brasileiras de acessibilidade.

Especificação técnica

IMPRESSÃO LIVRO Tiragem 2.000 exemplares - livro impresso Bilíngue português/inglês. Formato fechado – 25 cm largura X 33,5 cm altura. Formato Aberto - 50 cm largura X 33,5 cm altura. Capa dura revestida com capa softtouch, cartão 15, impressa em 4X0 cores, e colada em papelão 15 , acabamento laminação fosca. Guardas em color plus escuro 180g; Miolo com 200 páginas, impressão 4X4 em Euro Bulk 150g, refilados, dobrados, aplicação de verniz a base d'água fosco, total frente e total verso + encarte de 16 páginas em papel alto alvura para legendas das fotografias. Acabamentos: verniz a base d'água frente e verso. AUDIOLIVRO Será uma gravação do conteúdo do livro narrado em voz alta dentro de um estúdio de gravação ou em outro ambiente com equipamento de gravação. Será postado gratuitamente para download. EXPOSIÇÃO Será realizada uma exposição na Praça Alexandre Gusmão, em São Paulo. A proposta é que seja instalada uma estrutura modular, tipo contêiner. A estrutura metálica possuirá grandes aberturas e painéis de vidro que possibilitem visualizar o interior em período noturnos, ao passo que se abre ao público e retira parte dos mobiliários e compartilha com o espaço público. Mobiliários selecionados mais robustos permanecerão o tempo todo apresentados em área externa. Prevê-se a inclusão de iluminação além de todo o projeto exposeográfico e de interiores. No interior painéis fixos, filmes em Tvs, trecho do livro Tudo é Paisagem, serão apresentados ao público. Serão ainda selecionadas algumas fotos de distintas paisagens e projetos de fotógrafos brasileiros que ilustrem o conceito e narrativa de paisagem impressão em papel finerarte em grande escala para complementar a seleção do conteúdo apresentado. CURADORIA DA EXPOSIÇÃO Será realizada a curadoria dos fotógrafos que irão participar, bem como a curadoria de mobiliários produzidos pelo Estúdio Plantar Ideias que possuam conexão com a leitura de construção de paisagem.

Acessibilidade

O projeto prevê em seu plano de acessibilidade a contratação de um consultor em acessibilidades, que definirá, conforme característica do projeto e diretrizes do Ministério da Cultura sobre acessibilidade física e de conteúdo, as medidas cabíveis de aplicação para plena acessibilidade dos produtos culturais. As ações educativas, exposição e o lançamento do livro acontecerão em local de fácil acesso e que atenda aos critérios básicos para acessibilidade de pessoas com deficiência. Local estimado: cidade de São Paulo, locais a serem definidos pela curadora contratada. Serão previstas as medidas de acessibilidade cabíveis, conforme orientações do Ministério da Cultura para o lançamento do livro, exposição e realização das atividades educativas. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. Plano de acessibilidade anexado aos documentos do projeto.

Democratização do acesso

Medidas de Democratização de Acesso a serem adotadas, conforme Art. 46 da IN 23/2025: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Medidas de Ampliação de Acesso a serem adotadas, conforme Art. 47 da IN 23/2025: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

LUCIANA DE MORAES PITOMBO – Coordenação Geral Luciana de Moraes Pitombo é arquiteta e urbanista formada pela Escola da Cidade (EAAUSP) e especialista em Gestão de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV- SP). Com mais de 12 anos de experiência, destaca-se na elaboração de masterplans, estudos de viabilidade e na estruturação de concessões públicas voltadas à revitalização de espaços urbanos e naturais. Como sócia-fundadora e diretora de projetos do estúdio Plantar Ideias, Luciana lidera iniciativas que integram arquitetura, paisagismo e design urbano, com foco na criação de ambientes que promovem o bem-estar coletivo e a conexão com a natureza. Seu trabalho é reconhecido por equilibrar funcionalidade e sensibilidade estética, especialmente em projetos de parques e áreas públicas. Na Plantar Ideias, coordenou o desenvolvimento do Plano de Intervenções do Parque Ibirapuera, referência em requalificação de patrimônio tombado com diretrizes aprovadas por IPHAN, CONPRESP e DPH. Atuou também na estruturação técnica de projetos e concessões para diversos parques estaduais e urbanos nos estados do RS, BA, PE e TO, junto ao BNDES e AGOV, garantindo diretrizes ambientais e operacionais pautadas em soluções baseadas na natureza. Entre seus projetos notáveis estão: ● A estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) para parques estaduais e municipais em diversos estados brasileiros, como o Parque Estadual do Conduru (BA), Parque Orla do Piratininga (RJ) e o Parque Ibirapuera (SP), abrangendo desde a revitalização até a operação e manutenção dos serviços turísticos. ● A criação de espaços imersivos em eventos de arte e design, como as participações na CASACOR São Paulo (2017, 2018, 2019, 2022, 2023) e na SP- Arte (2017, 2018, 2019, 2022), onde apresentou instalações que exploram a relação entre luz, natureza e arquitetura ● O desenvolvimento de mobiliários urbanos que aliam sustentabilidade e estética, como as coleções apresentadas na High Design Expo 2019, destacando-se pelo uso de materiais como concreto, madeira e cordas náuticas. Luciana também atuou como sócia da SPIN Soluções Públicas Inteligentes (2019–2023) e é cofundadora da Comissão de Parques Naturais, Urbanos e Temáticos da ADIT Brasil (2024), contribuindo para o avanço de políticas públicas e práticas inovadoras na gestão de espaços verdes urbanos, com preocupação e atuação genuína na construção da paisagem natural e urbana. Sua trajetória reflete um compromisso contínuo com a sustentabilidade, a valorização do espaço público e a promoção da arte e cultura por meio da arquitetura e do urbanismo. FELIPE NOGUEIRA STRACCI – Coordenação de Produção Felipe Stracci é arquiteto e urbanista formado pela Escola da Cidade (EAAUSP) e especialista em Gestão de Projetos Complexos pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Com 17 anos de experiência, atua como sócio-administrador e coordenador de projetos na Plantar Ideias, escritório que cofundou com o propósito de transformar a relação entre as pessoas, a natureza e o espaço urbano. Sua trajetória é marcada por uma abordagem estratégica e territorial, voltada à estruturação de projetos de revitalização, concessões públicas, planejamento urbano e infraestrutura de uso coletivo. Antes da Plantar Ideias, atuou em escritórios como o de Benedito Abbud e foi sócio da SPIN Soluções Públicas Inteligentes (2019–2023). É também fundador da Comissão de Parques Naturais, Urbanos e Temáticos da ADIT Brasil, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e inovação em espaços verdes urbanos. Felipe liderou o desenvolvimento de mais de 60 projetos de concessão de parques em todos os biomas do Brasil, aliando visão comercial à valorização ambiental. Entre os projetos de destaque estão o Plano de Intervenções do Parque Ibirapuera (SP), as concessões dos Parques Estaduais do Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco e Tocantins (via BNDES), a requalificação urbana do Parque Tecnológico da UFRJ (RJ), além de masterplans e estudos de viabilidade para equipamentos públicos e bairros planejados. Em Angra dos Reis, liderou o projeto do novo Centro Administrativo Municipal via PPP, do anteprojeto à execução. Em Niterói (RJ) e Urucuca (BA), coordenou os estudos para a concessão do Parque Orla de Piratininga e do Parque Estadual do Conduru, respectivamente, reforçando a integração entre infraestrutura, ecologia e turismo sustentável. No Rio de Janeiro, foi responsável pelos estudos urbanos e anteprojetos de arquitetura para a requalificação do Parque Tecnológico da UFRJ, abrangendo mais de 135 mil m². Seu trabalho também se estende ao campo da arte e do design, com coleções apresentadas em feiras como SP-Arte e Mercado de Arte e Design, além de participações recorrentes na CASACOR São Paulo. Apaixonado pela botânica e pelo potencial regenerativo da arquitetura, Felipe busca criar soluções que conciliam bem- estar, desempenho econômico e cuidado com o território. Entre seus projetos notáveis estão: ● A estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) para parques estaduais e municipais em diversos estados brasileiros, como o Parque Estadual do Conduru (BA), Parque Orla do Piratininga (RJ) e o Parque Ibirapuera (SP), abrangendo desde a revitalização até a operação e manutenção dos serviços turísticos. ● A criação de espaços imersivos em eventos de arte e design, como as participações na CASACOR São Paulo (2017, 2018, 2019, 2022, 2023) e na SP- Arte (2017, 2018, 2019, 2022), onde apresentou instalações que exploram a relação entre luz, natureza e arquitetura ● O desenvolvimento de mobiliários urbanos que aliam sustentabilidade e estética, como as coleções apresentadas na High Design Expo 2019, destacando-se pelo uso de materiais como concreto, madeira e cordas náuticas. ANA MARIA BELUZZO – CURADORIA Ana Maria Belluzzo é historiadora da arte, crítica e curadora independente, com sólida trajetória na pesquisa e no ensino das artes visuais e da cultura latino-americana. É professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP), onde foi Professora Titular de História da Arte. Possui graduação pela FAAP, mestrado em Artes e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela USP, além de Livre-Docência em História da Arte. Reconhecida por sua atuação intelectual e institucional, integra o Conselho de Orientação Artística da Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Comitê Brasileiro de História da Arte e a Associação Brasileira de Críticos de Arte. Participa ainda do comitê de pesquisa do International Center for the Arts of the Americas (MFAH, Houston) e coordena o comitê brasileiro do projeto “Documents of 20th Century Latin American and Latino Art”, em parceria com a FAPESP. Sua produção crítica e curatorial contribuiu decisivamente para a valorização do pensamento visual e das narrativas artísticas do Brasil e da América Latina no século XX. LUCAS DE POLLO MACHADO – PROJETO GRÁFICO Lucas de Pollo Machado é um arquiteto e designer gráfico brasileiro com atuação destacada nos campos da arte, cultura e arquitetura. Formado pela University of the Arts London, desenvolve projetos visuais que dialogam com o universo arquitetônico e cultural, explorando a interseção entre design gráfico e espaço urbano. À frente do Studio Lucas Machado, com sede em Curitiba, lidera iniciativas que refletem sua abordagem multidisciplinar e sensível às especificidades locais. Seu trabalho é reconhecido por integrar elementos gráficos e arquitetônicos, criando soluções visuais que enriquecem a experiência espacial e cultural dos projetos em que atua.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.