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PRONAC 254025Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Arte em Lixo-Eletrônico com Tech Girls

INSTITUTO ECOTECH
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-09-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Projeto que realiza como produto principal a formação em economia criativa e tecnologia, onde os alunos aprendem através de oficinas artísticas com atividades práticas em sustentabilidade, classificação e elaboração de peças e instalações de arte, tendo como matéria-prima o lixo-eletrônico, visando o reaproveitamento (upcycling) e a conscientização destes resíduos. As oficinas serão direcionadas a mulheres de baixa renda e serão realizadas em Associações de Bairros e Centros Comunitários de Curitiba, e as peças e demais materiais por elas produzidos, serão exibidos em uma exposição realizada em lugar de grande circulação da cidade.

Sinopse

Projeto que tem como produto principal três ciclos de oficinas de arte e tecnologia socioambiental, preferencialmente para mulheres de baixa renda da periferia de Curitiba, tendo como matéria-prima o lixo-eletrônico e metodologias pautadas no reaproveitamento (upcycling) e na conscientização do uso e destino dos resíduos. A peças de bijouterias e acessórios pessoais, peças decorativas, esculturas e demais materiais artísticos produzidos pelas alunas nas oficinas serão expostos em local de grande circulação pública e o registro audiovisual da exposição será compartilhado na internet em plataforma de visualização aberta.

Objetivos

Objetivo geral: Oferecer gratuitamente oficinas de arte e tecnologia para mulheres de baixa renda, com foco em economia criativa e tecnologia, encerrando com uma Mostra de exposição dos objetos produzidos pelas alunas durante a oficina. Objetivos específicos:- Realizar 3 ciclos de oficinas gratuitas de arte e tecnologia dirigidas a mulheres de abaixa renda, em Associações de Bairros e/ou Centros Comunitários;- Realizar uma exposição do material produzido nas oficinas, em local de grande circulação;- Disponibilizar o registro audiovisual da exposição, acessível em Libras e audiodescrição, em plataforma de visualização aberta;- Explorar o campo da escultura, arte, modelagem de objetos e demais experimentos que utilizem a arte para trabalhar temas ligados a educação, cultura e tecnologia;- Fornecer e propor novos suportes para que os alunos se expressem artisticamente;- Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; - Incentivar a ampliação do acesso da população à produção dos bens culturais; - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, ambiental e da diversidade; - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; - Impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção cultural e artística; - Apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte contemporânea e em novas tecnologias.

Justificativa

As oficinas de arte integram o projeto Ecotech, que é uma iniciativa multidisciplinar que trabalha com tecnologia, e tem como estratégia de aproximação do seu público, a escultura, a arte e a modelagem do lixo-eletrônico, tornando-se lúdico e impactante no aspecto ambiental e social. O projeto articula diretamente dois campos que se retroalimentam: os equipamentos de tecnologia e a economia criativa, de forma que um utilize a linguagem lúdica do outro para ser difundido e promovido. As oficinas despertarão nos alunos a criatividade, instigando a descoberta e o desenvolvimento de habilidades e competências frente as demandas do novo milênio acerca da utilização das tecnologias, re-uso e descarte correto de eletrônicos. Fomentarão a expressão cultural, a capacitação e o estímulo ao empreendedorismo. Quanto ao Art. 1o da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto aos objetivos do Art. 3o, serão alcançados:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Estratégia de execução

Não haverá a aquisição de materiais permanentes.A proponente Instituto Ecotech atuará na captação de recursos e poderá ser remunerada (total e parcialmente) por tal atividade.

Especificação técnica

As adequações e ajustes nas ementas das oficinas e nos planos pedagógicos serão feitos uma vez que sejam identificados os perfis e as demandas do público alvo, considerando que as oficinas serão preferencialmente destinadas a mulheres de baixa renda da periferia de Curitiba. Estas demandas serão levantadas junto às Associações de Bairros e Centros Comunitários.As oficinas serão organizadas em três ciclos, sendo cada um realizado em um espaço distinto, para um público distinto. Todas as oficinas serão focadas no reaproveitamento e re-uso do lixo-eletrônico para a manufatura de peças de bijouterias e acessórios pessoais, peças decorativas, esculturas e demais materiais artísticos. Essas peças serão selecionadas e exibidas em espaço de grande circulação pública e o registro audiovisual da exposição será compartilhado em plataforma de visualização aberta.Tanto as oficinas quanto a exposição serão realizadas sob os conceitos de economia circular, upcycling, consumo responsável, sustentabilidade e conscientização, e pretendem fomentar a criatividade, a expressão artística, a produção manual e artesanal, a capacitação, o estímulo ao empreendedorismo e a abertura de oportunidades de trabalho.Cada ciclo de oficina terá uma carga horária aproximada de 9 horas e atenderá cerca de 40 pessoas (120 no total).A exposição dependerá das condições do local onde será realizada, mas estima-se um mínimo de 3 dias de mostra do material.

Acessibilidade

As oficinas e a mostra do material produzido serão realizadas em espaços com estrutura acessível para todos os públicos, especialmente aqueles com necessidades específicas e/ou mobilidade reduzida. A opção será por salas amplas, térreas ou com rampas/elevadores de acesso, banheiros PNE e sinalização. A metodologia aplicada nas oficinas será inclusiva e construtivista, de forma a abranger as reais necessidades das educandas.Será possível prever a necessidade por medidas de acessibilidade comunicacional para as oficinas, e adotá-las conforme a demanda, como tradução para Libras, audiodescrição, entre outras.O material expositivo terá identificação em Braille e o acervo contará com peças para exploração sensorial.O material de registro audiovisual da exposição, que será compartilhado na internet, contará com tradução para Libras e audiodescrição.A comunicação e/ou divulgação das atividades do projeto será acessível, e as medidas de acessibilidade de conteúdo adotadas dependerão das especificidades de cada material/meio de comunicação.

Democratização do acesso

As oficinas serão ofertadas gratuitamente e dirigidas preferencialmente para mulheres de baixa renda da periferia de Curitiba, com a estimativa de atender um mínimo de 120 pessoas.As peças e materiais produzidos nas oficinas serão exibidos gratuitamente em espaço de livre acesso (a definir), como shopping, terminal de ônibus ou outro local de grande circulação pública.Será feito o registro audiovisual da exposição, que será compartilhado na internet, em plataforma de visualização aberta, com acessibilidade de conteúdo - tradução para Libras e audiodescrição. Conforme o Artigo 47 da instrução Normativa no. 23/2025 no Ministério da Cultura, o projeto propõe: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;

Ficha técnica

Instituto Ecotech (proponente): A organização social matenedora do projeto Tech Girls, que desde 2017 atua na educação de tecnologia da informação e tratamento do lixo eletrônico com foco em reduzir o déficit de profissionais mulheres na área da TI, para isso atrai e capacita as comunidades femininas em vulnerabilidade social para ocuparem este aquecido mercado de trabalho. O curso inicia com o módulo "arte lixo eletrônico", onde as alunas desenvolvem peças usando como matéria-prima o lixo eletrônico e sucatas de componentes recolhidos através de doações de pessoas físicas e jurídicas. Comprometida com o re-uso consciente de componentes eletrônicos de computadores e reduzir o impacto da pegada ecológica, a iniciativa visa aproximar ainda mais mulheres da área de tecnologia. O que seria descartado é transformado em diversos acessórios, como brincos e colares, compondo um look que, além de moderno, carrega uma importante mensagem sustentável.A proponente poderá́ atuar na captação dos recursos, e portanto, poderá ser remunerada (total ou parcialmente) por tal atividade.Gisele Lasserre (Coordenação geral - responsável administrativo e técnico-financeiro): Artista plástica de resíduos (esculturas e instalações) sendo suas peças expostas em eventos de grande repercussão nacional, entre eles o Eco Fashion Week, São Paulo. Presidente do Instituto Ecotech atua à frente de projetos socio-criativos-culturais, desde 2017. Atua como Coordenadora dos PRONAC 239857 e PRONAC 2414671. Recebeu o prêmio Empreendedora Curitibana Biênio 2021-2020, concedido pela Prefeitura Municipal de Curitiba, como reconhecimento pelo seu trabalho ao capacitar 670 mulheres durante o período da pandemia e propiciar a geração de renda através de qualificação produtiva. Entre as premiações obtidas conquistou também espaço para comercialização dos produtos bijouxtech (arte em lixo-eletrônico) nos pontos turísticos da cidade de Curitiba, por traduzir uma lembrança de uma cidade ecológica e tecnológica aos turistas. Recebeu o Título de Utilidade Pública, pela Câmara de Vereadores de Curitiba, em função da contribuição à sociedade, junto a sua OSC-Instituto Ecotech. Formação acadêmica: Pós-Graduada em Administração de Empresas pela FGV-SP, Graduada em Gestão de Sistemas para Internet pelo Centro Universitário SENAC-SP.Aline Gomes Soteras (Coordenação pedagógica): Vivenciou a transformação ao entrar no Institut Ecotech como aluna e conquistou a posição de Coordenadora Tech Girls depois do curso, sendo que agora compartilha com demais colegas da periferia onde mora. Como possui filho que ainda depende muito de seu tempo e dedicação, se surpreendeu com a carreira de tecnologia e uma possibilidade real para quem quer ganhar seu próprio sustento e também cuidar da família, sem deixar nada de lado.Simone Bönisch (Diretora de produção): Produtora e Coordenadora de Projetos. Experiência na elaboração, gerência e produção de projetos realizados via leis de incentivo e editais em geral. Entre outros, é idealizadora e coordenadora da Mostra Paranaense de Dança (14 edições); Brasil X Israel em parceria com a alemã SoloConnection e a israelense Suzanne Dellal Centre; BTG & Cias que em 2014 reuniu 7 importantes cias públicas de dança do Brasil; BTG X Alemanha com a produção do espetáculo Balé Teatro Guaíra dança Wachter, Winkler e Scafati, dançado em 9 cidades alemãs em 2017; Ritual Invisível e Retrópica: antropofagia que move, contemplados pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015; O Mundo Fantástico de Strambella, Strambella no Labirinto da Memória, Histórias que a Vida Conta, Ocupar e corpos Instáveis, aprovados em Editais de Mecenato Subsidiado da Fundação Cultural de Curitiba; REDES - contemplado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia; A maré de Maria, VÁRIO - circulação Paraná, BATUCANDO e DOIS OLHARES - circulação Paraná, aprovados no Programa Estadual de Fomento e incentivo à Cultura - PROFICE do Estado do Paraná; Do Avesso contemplado pelo Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020, Livro - História do Balé Teatro Guaíra com a publicação de livro que conta os 52 anos da cia.; Encontro Para-Dançar - festival de dança que envolve artistas com e sem deficiência e a 23a. edição do Festival Espetacular de Teatro de Bonecos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.