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PRONAC 254039Autorizada a captação total dos recursosMecenato

As Donas da Bola

ILLUMINA IMAGENS E MEMORIA LTDA
Solicitado
R$ 848,4 mil
Aprovado
R$ 848,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-01
Término
2027-09-30
Locais de realização (15)
Manaus AmazonasSalvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalCampo Grande Mato Grosso do SulAiuruoca Minas GeraisCarmésia Minas GeraisBelém ParáPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

As Donas da Bola é a segunda edição da exposição que em 2014 reuniu obras de onze fotógrafas brasileiras visando contribuir para a visibilidade do futebol feminino durante a Copa do Mundo FIFA. Nesta edição, as mesmas fotógrafas se reúnem para documentar e expor a luta das mulheres do mundo do futebol e da fotografia pela ocupação de espaços historicamente dominados por homens, para mostrar que estas lutas fazem parte de um movimento maior por igualdade de gênero.Primeiro será realizado um roteiro fotográfico de norte a sul do país, abarcando temas que englobam afetos e emoções; jogadoras, dirigentes, torcedoras e árbitras; futebol de várzea, de campo e de salão; de indígenas e quilombolas.Em seguida, uma exposição multimídia, com foco na fotografia, que contará com uma área contemplativa e um ambiente imersivo, utilizando imagens, áudios e textos. Integra o projeto um fotolivro, uma oficina de fotografia e uma mesa redonda sobre Futebol, Fotografia e a Luta por Igualdade.

Sinopse

1. Roteiros fotográficos: (podem ser alterados no decorrer do processo, respeitando as verbas destinadas no orçamento à cada fotógrafa)Ana Araújo propõe acompanhar a jogadora indígena Hiena Pataxó, nascida na Aldeia Mãe, localizada no Sul da Bahia. Atualmente Hiena mora no norte de Minas Gerais, na Aldeia Encontro das Águas e joga em diversos times indígenas das aldeias da região, mistos ou femininos, em campo e em quadra.Ana Carolina Fernandes propõe fotografar o futebol no sistema penitenciário feminino, para investigar como o esporte pode ajudar as mulheres encarceradas no processo de reinserção na sociedade. O projeto será centrado no Rio de Janeiro, SP (Pirajuí) e em Belém do Pará.Bel Pedrosa propõe fotografar e entrevistar árbitras de futebol que em sua maioria atuem na 2a. divisão e façam parte das federações estaduais, CBF, FIFA e CONMEBOL. Estão previstas viagens para Jundiaí/SP e Aracaju/SE.Eliária Andrade propõe retratar a cultura negra feminina no futebol, em quilombos do Recôncavo Baiano e do Vale da Ribeira. Evelyn Ruman propõe fotografar o amor e os afetos familiares e amistosos, englobando tudo que significa ter família, amores e amizades sendo jogadora de futebol, ou seja, tudo que permeia as relações interpessoais das jogadoras. Já estabeleceu contato com o treinador do Corinthians e está em contato com um time de mulheres trans da Maré. Estão previstas duas viagens Rio/SP.Luciana Whitaker propõe documentar meninas e jovens de classe média que entram de cabeça no futebol e são apoiadas pela família, topando que deixem os estudos em segundo plano diante de seu desempenho no futebol; e mostrar o desenvolvimento de suas carreiras profissionais.Luludi Melo propõe fotografar o futebol feminino do MST, usando como principal ferramenta a escuta afetiva das vivências das mulheres do movimento na prática do esporte, nos campeonatos estaduais, nos assentamentos, nos acampamentos, e na Escola Nacional Florestan Fernandes. Enfatizando sempre a utilização do esporte como instrumento pedagógico. Estão previstas viagens para Curitiba/PR, Fortaleza/CE e Porto Alegre/RS.Márcia Zoet propõe fotografar jogadoras de futebol dos times da zona rural de Aiuruoca, cidade mineira com 6.000 mil habitantes, para mostrar o empenho dessas mulheres que se organizam e vão em frente com sua vontade de praticar esse esporte contra todo o conservadorismo que uma cidade do interior de Minas Gerais carrega. Estão previstas duas viagens rodoviárias para Aiuruoca/MG.Marlene Bergamo propõe fotografar mulheres que ocupam cargos de direção, gerência e conselho em clubes de primeira e segunda divisão da Bahia, Manaus, Porto Alegre e Goiás. Mônica Zarattini propõe documentar imageticamente e reunir histórias das fotógrafas que já estão nos quilombos e aldeias registrando os treinos e jogos. Quais as histórias e memórias que essas fotógrafas, sejam ou não indígenas ou quilombolas, trazem para as jogadoras dali?Nair Benedicto propõe revisitar a pauta que realizou para a primeira edição da exposição As Donas da Bola, com o objetivo de documentar, durante jogos dos povos Indígenas em 2026, os sonhos destas jogadoras de futebol. Foi prevista uma passagem aérea para Cuiabá/MS.2. Exposição, Oficina fotográfica e Mesa redonda - luta das jogadoras de futebol e fotógrafas pela ocupação de espaços naturalizados como masculinos.3. Fotolivro: versará sobre o tema do projeto, a luta das jogadoras de futebol e fotógrafas pela ocupação de espaços naturalizados como masculinos e, através principalmente de imagens (algumas de arquivo e outras provenientes dos roteiros fotográficos), mas também através de texto, tem como objetivo alinhavar pesquisas históricas e sociológicas já existentes sobre o futebol de mulheres e as diferentes informações e imagens que as fotógrafas realizarão.

Objetivos

Objetivo Geral - Produzir e realizar a segunda edição da exposição As Donas da Bola, um evento multiartístico com foco na fotografia, futebol e mulheres.Objetivos específicos: Realizar um roteiro fotográfico, com as onze fotógrafas, de norte a sul do país, documentando as mulheres no mundo do futebol;Realizar uma exposição por 2 meses, com a previsão de impactar pelo menos 10000 espectadores; Produzir o fotolivro As donas da bola, com tiragem de 500 exemplares, pretendendo atingir até 5000 leitoresRealizar uma mesa redonda com especialistas sobre futebol, fotografia e mulheres, pretendendo atingir até 100 estudantes.Realizar uma oficina de fotografia para 30 alunos.Atender a quatro escolas públicas localizadas em áreas periféricas, com ações de transporte gratuito e lanche, pretendendo atender até 160 alunos.Atender a dois grupos de cerca de 20 deficientes visuais, com ações de transporte gratuito e lanche, pretendendo atender até 40 pessoas.Disponibilizar atendimento de acessibilidades na exposição, oficinas e mesa redonda, incluindo monitoria especializada e ferramentas de regulação sensorial; Investir recursos de patrocínio em ações comunicacionais e de divulgação acessíveis.

Justificativa

Justificativa de Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91O Art. 1º da Lei 8.313/91 estabelece que o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) tem como finalidade "captar e canalizar recursos para o setor cultural", visando a "facilitar o acesso da população aos bens, produtos e serviços culturais" e "incentivar a produção, a difusão e a valorização das manifestações culturais brasileiras".O projeto "As Donas da Bola" se enquadra no Art. 1º da Lei Rouanet pelos seguintes motivos:Facilitação do Acesso à Cultura:Pretendemos que a exposição seja realizada em um espaço cultural de grande relevância, com o objetivo de alcançar um público amplo e diverso, replicando o alcance de instituições culturais. O projeto prevê entrada gratuita para a exposição, eliminando barreiras financeiras e democratizando o acesso à arte e à cultura para todas as classes sociais. O Fotolivro garante o registro da Obra, amplia o alcance geográfico e serve como fonte para o aprofundamento para estudos de gênero.Inclui ações de transporte gratuito e lanche para quatro escolas públicas localizadas em áreas periféricas e duas instituições voltadas a pessoas com deficiência, garantindo que públicos em situação de vulnerabilidade social tenham a oportunidade de vivenciar a exposição. Haverá atendimento de acessibilidades na exposição, oficinas e mesa redonda e o local de exposição também será acessível para deficientes físicos. Tais medidas asseguram que o projeto seja acessível a pessoas com diversas deficiências. Incentivo à Produção, Difusão e Valorização das Manifestações Culturais Brasileiras:O projeto envolve a produção de novas fotografias e entrevistas que documentarão a resistência e luta das mulheres no futebol e na fotografia em todo o Brasil (do norte ao sul), abrangendo temas como futebol de várzea, de campo e de salão, de indígenas e quilombolas. Isso valoriza a cultura brasileira e suas diversas manifestações. Reúne o trabalho de onze fotógrafas brasileiras, incentivando e difundindo a produção artística feminina nacional. Trata-se de uma exposição multimídia com foco na fotografia, utilizando imagens, áudios e textos, o que promove a inovação e experimentação artística. As ações de contrapartida, como a Oficina "Fotografia de Mulheres para Mulheres" e a Mesa Redonda "Diálogos sobre Futebol, Fotografia e a Luta por Igualdade", promovem a formação, o debate e a reflexão sobre temas culturais e sociais relevantes. O projeto é predominantemente nacional e focado em temas universais e/ou históricos, com forte apelo à inclusão, diversidade e sustentabilidade. A ficha técnica contempla 100% dos cargos ocupados por mulheres 60+, profissionais LGBTQIA+ e uma mulher negra. Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 a Serem AlcançadosO Art. 3º da Lei 8.313/91 detalha os objetivos do PRONAC. O projeto "As Donas da Bola" alcançará, de forma direta e indireta, os seguintes objetivos:I - Contribuir para facilitar a todos os cidadãos os meios de livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais:A exposição gratuita em um espaço cultural de grande alcance, com transporte para escolas periféricas e instituições de apoio a pessoas com deficiência, além dos recursos de acessibilidade, garante o acesso amplo e democrático à cultura para diversas camadas da população. O fotolivro, ao ser distribuído amplamente e de forma acessível, se torna uma fonte cultural disponível a cidadãos em diversas localidades, facilitando seu acesso a um bem cultural relevante e garantindo o exercício de seus direitos culturais de fruição e conhecimento. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística e o intercâmbio de bens culturais e artísticos:Os roteiros fotográficos se estendem do norte ao sul do Brasil, abordando diferentes realidades como futebol de várzea, indígenas, quilombolas, e mulheres em penitenciárias. Isso demonstra uma forte regionalização da produção e um intercâmbio de vivências culturais brasileiras. III - Apoiar a formação de novos públicos para a cultura:As ações de transporte social para escolas públicas e as visitas monitoradas são estratégias diretas para apresentar a arte e o tema do futebol feminino a um público jovem que talvez não tivesse essa oportunidade. A Oficina "Fotografia de Mulheres para Mulheres" também atua na formação de público e novos talentos. O projeto tem potencial de público-alvo, incluindo profissionais e amantes do futebol e da fotografia, além de pessoas interessadas na pauta feminista. O fotolivro propicia que mais pessoas possam ter contato com as lutas das mulheres no futebol e na fotografia. O fotolivro pode servir como ferramenta didática e de referência. Pode ser utilizado em escolas, universidades e projetos educativos, contribuindo para a formação de novos apreciadores da fotografia, do futebol feminino e das pautas de gênero e inclusão IV - Estimular a produção cultural e o desenvolvimento das técnicas e da pesquisa artística:O projeto visa produzir novas fotografias e entrevistas, com foco na documentação da resistência e luta das mulheres no futebol e na fotografia. Isso estimula a produção artística e a pesquisa através da lente de 11 fotógrafas brasileiras. A natureza multimídia da exposição, utilizando imagens, áudios e textos, além da criação de um ambiente imersivo, demonstra o desenvolvimento de técnicas e a experimentação artística. O fotolivro consolida a produção fotográfica inédita das onze artistas, documentando a pesquisa realizada nas viagens fotográficas e as entrevistas. Ele valida e difunde o resultado de um processo criativo e investigativo, estimulando a pesquisa e o desenvolvimento da linguagem fotográfica e documental.VI - Incentivar a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos na área cultural:A Oficina "Fotografia de Mulheres para Mulheres" oferece desenvolvimento de habilidades técnicas e expressão criativa para o público feminino, com a facilitação de fotógrafas da própria exposição. Isso contribui diretamente para a formação de novos profissionais e interessados na área. VII - Estimular o desenvolvimento do turismo cultural:A realização da exposição em um espaço cultural de grande alcance e o forte investimento em divulgação tendem a atrair visitantes de outras cidades e estados, impulsionando o turismo cultural na região. VIII - Incentivar o intercâmbio cultural com outros países:Embora o projeto seja predominantemente nacional, o tema universal da luta por igualdade de gênero e a visibilidade do futebol feminino podem gerar interesse e diálogo com públicos e instituições internacionais, promovendo um intercâmbio de ideias e experiências. O livro será traduzido para o inglês.IX - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores:O projeto valoriza e difunde o trabalho de onze fotógrafas brasileiras, além de dar visibilidade a jogadoras, dirigentes, torcedoras e árbitras de diferentes realidades sociais e culturais, incluindo mulheres indígenas e quilombolas. A ficha técnica que contempla 100% dos cargos ocupados por mulheres 60+, profissionais LGBTQIA+ e uma mulher negra reforça a valorização da diversidade de criadores. O fotolivro é uma forma de valorizar e difundir o trabalho das fotógrafas brasileiras envolvidas, apresentando suas obras e as histórias das mulheres do futebol de forma consolidada e permanente.

Estratégia de execução

A primeira edição da exposição As donas da bola foi patrocinada pela Petrobras e Caixa Econômica Federal e inaugurada no Centro Cultural São Paulo, equipamento da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa da Cidade de São Paulo, com curadoria de Diógenes Moura. Nesta 2a edição, devido ao tema, foi convidada uma curadora mulher, Mônica Maia. Em seguida, a primeira edição circulou pelo Museu do Futebol, um equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, localizado no Estádio do Pacaembu, na cidade de São Paulo e, com o apoio do SISEM (Sistema Estadual de Museus do Estado de São Paulo), as obras foram expostas em São Pedro/SP (Museu Gustavo Teixeira), Piracicaba/SP (Museu Prudente), Paulínia (Hall De Exposições do Paço Municipal de Paulínia), Santa Bárbara d'Oeste (CEDOC - Fundação Romi) e Ribeirão Preto/SP (Casa de Cultura Juscelino Kubitschek), tendo ampla divulgação na imprensa e internet.Esta segunda edição terá o apoio técnico do Museu do Futebol, conforme carta de apoio em anexo.A fotógrafa Mônica Zarattini irá realizar a pré-edição das suas imagens junto às jogadoras e fotógrafas, in loco e uma live onde mostrará as fotos e conversará sobre a experiência conjunta.

Especificação técnica

Livro: Formato 270 x 240 mm, 120 págs, lombada com 9 mm, Capa 4/4 cores em CtP em supremo 250g, formato aberto: 549x240 mm, Miolo 120 págs, 4/4 cores em CtP, em couche fosco ld 150g, lombada quadrada. Tiragem - 500 exemplares. Tradução para o inglês.Exposição: 55 fotografias 60x90, impressas em papel de algodão e emolduradas. Adesivagem de textos e fotografias nas paredes (espaço expositivo) e piso (espaço expositivo e sala imersiva). Sonorização e cenografia da sala imersiva.Contrapartidas:Oficina de fotografia: A oficina será oferecida em instituição cultural ou educacional de territórios periféricos da cidade de São Paulo, por fotógrafas integrantes da exposição As Donas da Bola. Formato: um ciclo de 4 encontros, cada um com 3 horas de duração.Mesa Redonda: O evento será realizado em uma instituição cultural ou educacional e aberto ao público gratuitamente. Terá cerca de 2 horas de duração e será integrado por duas especialistas em estudos de gênero, esporte e cultura, uma fotógrafa da Exposição As Donas da Bola, uma jogadora de futebol retratada na exposição e terá como mediadora uma jornalista especializada em futebol feminino.

Acessibilidade

O projeto prevê:1 Placa tátil para deficientes visuais (exposição)56 audiodescrições - (exposição)1 audio descrição completa (livro)1 audiodescrição do local (exposição)2 visitas guiadas para deficientes visuais e auditivos (com libras e monitor para acessibilidade) (exposição)1 áudio do texto da curadora (exposição)Disponibilização de quatro abafadores de ruído para autistas participarem da sala imersiva. (exposição)O local escolhido é acessível para deficientes físicos (exposição)Texto de apresentação com fonte aumentada e alto contraste para pessoas com baixa visão (exposição)Intérprete de libras (exposição, oficina e mesa redonda)

Democratização do acesso

A democratização do acesso à cultura se manifesta diretamente na forma como os produtos do projeto "As Donas da Bola" serão distribuídos e comercializados, visando a quebrar barreiras e alcançar o maior número possível de pessoas.Exposição Principal (Produto Principal):Distribuição/Acesso: A principal forma de distribuição será por meio da realização da exposição em um espaço cultural de grande relevância, com a capacidade de atrair um público amplo e diverso. Comercialização: A exposição terá entrada gratuita, o que por si só é a medida mais eficaz de democratização, eliminando completamente a barreira financeira para o acesso à arte e à cultura.Livro:Distribuição/Acesso: O fotolivro será distribuído amplamente por meio de sua venda online, garantindo que o conteúdo seja acessível a um público nacional que pode não ter acesso direto à exposição física. Além disso, cópias serão destinadas a bibliotecas públicas e instituições educacionais como parte das contrapartidas sociais do projeto, democratizando o acesso ao conhecimento e à cultura para comunidades e estudantes.Comercialização: O fotolivro será comercializado a um preço popular, tornando-o acessível a diversas camadas da população. As vendas ocorrerão principalmente pela internet, através de plataformas de e-commerce e, possivelmente, pelo site oficial do projeto, facilitando a aquisição por parte do público interessado em todo o mundo.Catálogo e Materiais de Divulgação:Distribuição: O catálogo e os materiais de divulgação serão digitais, o que permite acesso ilimitado e gratuito a qualquer pessoa com conexão à internet, sem custos de impressão ou distribuição física, ampliando o alcance para além dos visitantes presenciais. Essa medida também contribui para a sustentabilidade ambiental. Conteúdo Audiovisual e Mídia Digital:Distribuição: Serão produzidos vídeos destinados à divulgação durante as viagens fotográficas, além de vídeos de divulgação gerais do projeto. Haverá um investimento maciço na presença digital do projeto e a criação de perfil da ação nas principais redes sociais. Tudo isso constitui uma forma de distribuição de conteúdo acessível e ampla, disponível a qualquer hora e em qualquer lugar para quem tiver acesso à internet. Comercialização: Este conteúdo digital será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais, sem custo para o usuário.Ações de Acessibilidade como Formas de Distribuição:Audiodescrição e Áudios: A disponibilização de audiodescrição em QR Code de 55 fotografias e de uma do ambiente da exposição, além da gravação de áudio do texto de apresentação do projeto, representa uma forma de distribuição do conteúdo da exposição para o público com deficiência visual. Recursos para Baixa Visão: O texto de apresentação com fonte aumentada e alto contraste democratiza o acesso ao conteúdo para pessoas com baixa visão. Outras Medidas de Ampliação de AcessoAlém da gratuidade e da ampla distribuição digital, o projeto "As Donas da Bola" incorpora outras medidas de ampliação de acesso, focadas na formação de público, inclusão e engajamento:Oficina Paralela: "Fotografia de Mulheres para Mulheres"As oficinas serão gratuitas e realizadas em espaços parceiros (centros culturais, ONGs, escolas públicas, etc.) com boa acessibilidade, facilitando a participação de um público diversificado e descentralizado. A possibilidade de uso de celulares ou parcerias para empréstimo de equipamentos básicos reduz barreiras de entrada. Mesa Redonda: "Diálogos sobre Futebol, Fotografia e a Luta por Igualdade"A mesa redonda será realizada no auditório de uma universidade pública, local que geralmente possue boa acessibilidade e atraí o público acadêmico e interessado. Visitas Monitoradas para Escolas Públicas e Pessoas com Deficiência:Quatro visitas monitoradas para alunos de escolas públicas de territórios periféricos, incluindo transporte gratuito e lanche. Duas visitas monitoradas para instituições voltadas a pessoas com deficiência, também com transporte gratuito e lanche, e com monitoria especializada para acessibilidade (Libras e monitoria para deficientes visuais/auditivos). Essas ações garantem o acesso a públicos que, de outra forma, teriam dificuldades financeiras ou logísticas para visitar a exposição.Criação de Perfil e Impulsionamento de Posts nas Redes Sociais:O projeto prevê a criação de perfil da ação nas principais redes sociais e um expressivo investimento em mídia paga, incluindo canais de jornalismo e entretenimento. Essa estratégia amplia o alcance do projeto para além dos canais tradicionais, atingindo um público diversificado e engajado digitalmente. Inclusão e Diversidade na Ficha Técnica:Embora não seja uma medida de "distribuição", a composição da ficha técnica com 100% dos cargos ocupados por mulheres 60+, profissionais LGBTQIA+ e mulheres negras é uma medida de democratização intrínseca, que reflete nos temas abordados e na representatividade do projeto, gerando identificação com diversos públicos.

Ficha técnica

CURADORIA E PROJETO EXPOGRÁFICO: Mônica Maia: Editora, curadora de fotografia e produtora cultural. Criadora da plataforma Mulheres Luz, que dá visibilidade à fotógrafas. Sócia DOC Galeria (2012-2022) e produtora Mostra SP de Fotografia (2011-2022). Trabalhou como fotógrafa e editora na Agência Estado, O Estado de S.Paulo, Jornal da Tarde (1987-2007) e Folha de S.Paulo (2008-2012). Foi a 1ª brasileira jurada do World Press Photo (1999 e 2024 - América Latina), membro Joop Swart Masterclass. Curou Encontro de Coletivos Ibero-Americanos (2014), Programa Nova Fotografia MIS-SP (2019-2024), e festivais como Everyday Brasil e Imagens Periféricas (2021). Jurada de diversos prêmios.DIREÇÃO DE ARTE E IDENTIDADE VISUAL Thea Severino: Designer, especialista em programação visual (FAAP, 2002). Sólida carreira na Folha de S.Paulo: editora de arte, TV Folha, fotografia, podcast, editora adjunta Ilustrada. Consultora Cases i Associats (Espanha). Fundou o estúdio Thema (2022). Reformou graficamente a Folha de S.Paulo (Standard para Berliner) e o projeto gráfico da revista Mulheres Luz.FOTÓGRAFAS: Todas as fotógrafas têm obra no acervo do Museu do Futebol. Realizaram em conjunto as exposições anteriores de "As Donas da Bola" (2014-2018), que percorreu CCSP, Museu do Futebol e cinco cidades paulistas (curadoria Diógenes Moura, catálogo impresso). Também expuseram em "Se me vejo me veem" (2015) e "Comer com os olhos" (2016), na galeria eg2o, Paraty/RJ.Ana Araújo: Fotógrafa e jornalista com 37 anos de profissão. Foi repórter-fotográfica na Veja (15 anos). Conquistou cinco Prêmios Abril de Jornalismo e o Troféu Mulher Imprensa. Atua como produtora cultural, arte-educadora e artista visual, com trabalhos em livros e exposições. Sua individual recente foi "A Festa do Fogo" (2024) no Recife, com 5 mil visitantes. Ativista, pesquisadora, autora de fotolivros etnográficos ("As Loiceiras de Tacaratu", "Pankararu"). Atualmente, fotojornalista da agência de notícias do CNJ.Ana Carolina Fernandes: Fotojornalista com 42 anos de carreira, iniciada em O Globo. Trabalhou em Jornal do Brasil, Agência Estado, Folha de S.Paulo (ganhou 2 Prêmios Folha). Documentou teatro e cinema nos anos 90. Hoje, faz ensaios pessoais, fotografa praias cariocas e manifestações de rua (desde 2013). Colabora com vários veículos. Recebeu 3º lugar no Prêmio Conrado Wessel (2024, 2013) e selecionada Top Ten Award (2013). Participou do livro "Blocos de Rua do Carnaval do Rio". Integra o coletivo Covid Latam, com exposições e prêmios (POY Latam, Foto Evidence).Bel Pedrosa: Repórter fotográfica na Folha de S. Paulo (1988-1995) e freelancer para veículos nacionais e estrangeiros (Folha, Estado de S. Paulo, Valor, El País, NYT). Fotografa escritores para editoras (Companhia das Letras, mais de 35 autores e 30 capas). Participou de mais de 25 exposições coletivas (desde 1989) e festivais (Mês Internacional da Fotografia Brasileira, Foto Rio). Realizou individuais no Brasil e exterior. Suas fotos estão em coleções privadas, Masp/Pirelli, e MAR/RJ. Coautora de "Olhar Trincado".Eliária Andrade: Repórter fotográfica há mais de 30 anos (Diário Popular, Diário de São Paulo, O Globo); freelancer. Expôs em Retratos no Fotojornalismo e Fotoretrospectivas da Arfoc-SP. Dedica-se a ensaios sobre o Bloco Afro Ilú Obá de Min e Festa de Iemanjá. Idealizou e produziu a Mostra Afeto e Memória (Edital Apoio à Cultura Negra, 2023), que circulou em 2024 com Lei Paulo Gustavo.Evelyn Ruman: Fotógrafa feminista e ativista na luta contra violência, abuso e exploração sexual de mulheres e crianças. Suas obras, sobre direitos das mulheres e crianças, foram expostas em diversos países (Chile, Espanha, Brasil, EUA, Cuba, etc.). Premiada com Porto Seguro 2002 (atual Brasil de Fotografia) e Bienal Internacional de Arte de Roma (2012).Luciana Whitaker: Começou a fotografar no Newsday (NY), atuou em O Globo e foi fotógrafa e editora da Folha de S. Paulo por 8 anos. Morou com esquimós Iñupiat no Alasca, resultando no livro "11 Anos no Alasca" (250 fotos). Obras em coleções importantes como Smithsonian. Venceu 1º lugar no Prêmio Conrado Wessel 2024, Marc Ferrez 2024, e Melhor Foto de Jornalismo da América Latina 2013. Participou de exposições como "Arte pela Vida das Mulheres" e mostras internacionais.Luludi Melo: Repórter fotográfica desde 1980 (Folha, Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Agência Estado, Reuters). Editora de fotografia da Revista Época e sócia da Agência Luz de Fotografia. Ativista do coletivo SOS Mulher Rio de Janeiro (1980s). Participou de bienais de fotojornalismo. Curou a FotoRetrospectiva da ARFOC-SP (2015). Suas exposições internacionais abordam inclusão e direitos humanos. Sua fotografia é um instrumento de luta contra a desigualdade social.Márcia Zoet: É fotojornalista desde 1980 (Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo). Fundou a Illumina Imagens e Memória. Realizou a individual "Retratos do Brasil" (2014). Produziu e participou de projetos como FIP – Festival de Imagens Periféricas (2021) e "Bora – fotografia, oficinas e saberes" (2021). Documentou fotograficamente sete livros para o Museu da Pessoa (2002-2012). Coautora de livros fotográficos. Membro do coletivo Fotógrafas e Fotógrafos pela Democracia. Produtora executiva da Illumina Imagens e Memória desde 2012.Marlene Bergamo: Iniciou carreira em 1990. Trabalhou no Notícias Populares e, desde 1995, na Folha de S.Paulo. Premiada no fotojornalismo, também atuou em fotografia para filmes. Expôs no Brasil e exterior. Contribuiu para "Brasil Bom de Bola" e "Carandiru". Prêmios: Nacional de Fotografia (1996), Grande Prêmio Folha by Reportagem (2006), Troféu Mulher Imprensa (2007 e 2013).Mônica Zarattini: Doutora em Artes (MAC-USP). Editora de fotografia e fotojornalista no O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde por mais de 20 anos. Curou Festival de Imagens Periféricas e foi conferencista em Bogotá (2022). Prêmios: Troféu Mulher Imprensa (2018), Embratel (2001), Vladimir Herzog (2001), Nuevo Periodismo (2001), J.Morgan (1999). Autora do fotolivro "Plano, Seco e Pontiagudo" (2018). Exposições individuais como "Viva la Diferencia!" (Barcelona) e "Paulicéia" (MIS). Acervo MAM-SP. Jurada de prêmios e festivais.Nair Benedicto: Fundou Agência F/4 Fotojornalismo (1979) e N Imagens (1991). Cofundadora do NAFoto. Desde 1970, engajada em questões sociais (indígenas, sem-terra, mulher). Comissionada pela Unicef (1988-1989) para documentar a situação de crianças e mulheres na América Latina. Autora de livros. Trabalho em instituições como MAM-RJ, MASP, MoMA-NY. Tema do documentário "Eu conta-dor de mim" (2022) sobre sua prisão e tortura na ditadura militar.LIVRO: Coordenação editorial e redação: à escolherPRODUÇÃO EXECUTIVA - Illumina Imagens e Memória Ltda: Coordenação Geral Ana Lúcia Queiroz: Bacharel em História (PUC/SP - 1984) e Mestra em Estudos Culturais (IEB/USP - 2016). Sócia e coordenadora de projetos culturais da Illumina Imagens e Memória desde 2009. Produtora cultural, pesquisadora e redatora. Parecerista do Ministério da Cultura desde 2025. Bacharel em História e Mestra em Filosofia (USP). Experiência em memória oral e arquivística (Fundação Arquivo e Memória de Santos, 1992), organização de arquivos (1995-2011). Pesquisa histórica para documentários ("Majestades Anônimas") e autora de livros editados pela Illumina.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Aracaju Sergipe
Eldorado São Paulo
Jundiaí São Paulo
São Paulo São Paulo
Palmas Tocantins