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Um projeto que reúne ações formativas para o público leigo e especializado, e apresentações de ilusionismo para todas as idades, o FIM -Festival Internacional de Mágica, chega a esta 6ª edição, consolidado como um dos principais eventos do segmento no Brasil, com uma programação diversificada, que traz para Pernambuco os expoentes da arte mágica, entre pernambucanos, brasileiros e estrangeiros, sejam veteranos ou representantes das novas gerações. Nesta 6ª edição, a curadoria vai selecionar um elenco de cerca de 15 artistas, tendo a temática da ancestralidade como eixo norteador, e observando a paridade de gênero e a diversidade etnico-racial, e escolhendo mais uma vez um artista PCD ou TEA para participar. Serão ao todo, 15 dias de atividades no Recife, Região Metropolitana e também no Território Pankararu, no município de Tacaratu, sertão pernambucano. Além das ações antecipadas FIM NA PRAIA, que vão acontecer nos meses anteriores, em Porto de Galinhas e Fernando de Noronha.
FIM NA PRAIANos meses antetiores ao FIM (no Recife), serão realizadas ações descentralidas nos dois principais balneários do Estado: Porto de Galinhas (ipojuca) e Fernando de Noronha. Cada FIM NA PRAIA terá dois dias de apresentação, contendo uma performance de escapismo (realizada por Rapha Santacruz em comemoração aos seus 25 anos de carreira como mágico) no mar, e antes dessa ação de grande impacto, 3 artistas apresentando números de mágica de rua e/ou sessão de mágica close-up (números de mágica de proximidade, feitas com o a/a artista, circulando entre o público, com objetos como moedas, dados, bolinhas e cartas de baralho).FIM NA ALDEIAPela primeira vez o FIM chega não só ao sertão pernambucano, mas também a aldeias indígenas, nesse caso no Território Pankararu. Com agentes culturais Pankararu na equipe principal do projeto, o FIM vai levar para lá uma programação de 3 dias de atividades para sendo: 1 oficina de iniciação à arte mágica, voltada para crianças e seus pais ou professores; e 2 apresentações, no formato varieaddes ( 1 Finzinho e 1 Noite Mágica), com pelo menos 2 artistas convidados, mais 1 pernambucano e 1 indígena.CIRCUITO BIKE MÁGICARealizados nos 15 dias que antecedem o FIM (no Recife e RMR), essas ações acontecem em ruas, parques ou praças do Recife e Região Metropolitana. Serão duas sessões diurnas, com três ou quatro artistas circulando de bicicletas e fazendo pequenas apresentações em paradas durante o percurso. A equipe de divulgação acompanha os circuitos distribuindo panfletos do FIM.OFICINA INSTANTE MÁGICO (CONTRAPARTIDA SOCIAL, em Recife ou RMR)Uma equipe de mágicos e mágicas visita escolas púbicas da região previamente agendadas para ensinar três números rápidos de mágica close-up a alunos e professores da rede público, e já articular a presença deles na programação do FIM.OFICINA TOQUE DE MÁGICA (No Território Pankararu)Com cerca de 2 horas de duração a oficina de iniciação, tem caráter teórico-prático, e ensina números de mágica com objetos do cotidiano como papel, caneta, moeda, elástico, copo descartável, e oferece informações sobre o universo do ilusionismo, sua histórias, estilos, categorias, principais nomes, etc. A oficina propõe integração entre crianças e adultos, trazendo elementos lúdicos e uma metodologia que estimula a interação e um convívio, livre da interferência das telas. No Território Pankararu, podemos fazer a oficina para crianças entre 7 e 10 anos, acompanhadas de um dos pais ou responsáveis, mas também podemos aproveitar o contexto escolar e oferecer a formação para crianças e seus professores.OFICINA TOQUE DE MÁGICA (ACESSÍVEL)Com cerca de 2 horas de duração a oficina de iniciação, tem caráter teórico-prático, e ensina números de mágica com objetos do cotidiano como papel, caneta, moeda, elástico, copo descartável, e oferece informações sobre o universo do ilusionismo, sua histórias, estilos, categorias, principais nomes, etc. Esta oficina de iniciação à arte mágica (com Libras, Audiodescrição e material preparado em braille) inclusiva, será realizada em uma instituição que atenda público cego, no Recife, garantindo, acesso de cegos, surdos (mas acolhendo também pessoas sem deficiência); e instituindo uma coordenação específica para organizar as atividades e articular a participação de pessoas com deficiência.MESAS REDONDASEm uma programação voltada exclusivamente para mágicos e mágicas previamente inscritos, haverá dois debates no formato de mesa, com a participação de 4 ou mais convidados, além de 1 ou 2 mediadores, sobre temas pertinenentes ao meio mágico, e trazendo perspectivas de gênero, geracionais e étnico raciais.CONFERÊNCIASEm uma programação voltada exclusivamente para mágicos e mágicas previamente inscritos, vão acontecer 6 conferências, onde ilusionistas vão ensinar metódos de construção ou apresentação de efeitos, além de estudos de composição dramatúgica e outros temas pertinentes, escolhidos pela curadoria.FINZINHOApresentações de espetáculos completos ou no formato variedades (com alguns artistas apresentando números curtos, costurados por um ou mais mestres de cerimônia). Serão 3 FINZINHOS em teatro ou espaço cultural de pequeno ou médio porte do Recife ou REgião Metropolitana ( e mais 1 no Território Pankararu, dentro da Programação descentralizada antecipada FIM NA ALDEIA).NOITE MÁGICASerão três noites em teatro de grande porte do Recife, com cerca de 6 artistas cada, apresentando-se no fromato variedades; com espaço paritário para as mulheres mágicas na programação.
OBJETIVO GERAL: Realizar a 6ª edição do FIM- Festival Internacional de Mágica, com programação, incluindo ações formativas e diversas apresentações em teatros e espaços públicos do Recife, Região Metropolitana, e aldeias do Território Pankararu, com duração de 12 dias, 27 apresentações artísticas e 9 ações formativas, com um elenco de 15 ilusionistas, que serão selecionados pela curadoria, cuja tema central será ancestralidade.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Divulgar a arte mágica para os mais variados públicos, inclusive os turistas, fazendo duas sessões da ação antecipada FIM NA PRAIA, nos meses antetiores ao FIM (no Recife), nos dois principais balneários do Estado: Porto de Galinhas (Ipojuca) e Fernando de Noronha. Cada FIM NA PRAIA terá dois dias de apresentação, contendo uma performance de escapismo (realizada por Rapha Santacruz em comemoração aos seus 25 anos de carreira como mágico), e 3 artistas apresentando números de mágica de rua e/ou sessão de mágica close-up.- Fortalecer e valorizar os povos indígenas, incluindo agentes culturais Pankararu na equipe principal do projeto e levando uma programação de 3 dias de atividades para Aldeias daquela comunidade no sertão pernambucano, sendo: 1 oficina de iniciação à arte mágica, voltada para crianças e seus pais ou professores; e 2 apresentações, no formato varieaddes (Finzinho e Noite Mágica), com pelo menos 2 artistas convidados, 1 pernambucano e 1 indígena.- Oferecer espaço paritário para as mulheres mágicas na programação do FIM, tanto nas apresentações como nas ações formativas, selecionando 6 profissionais da área e promovendo 1 debate/mesa redonda acerca das questões de gênero no segmento do ilusionismo.- Promover a acessibilidade, incluindo tradução em libras e audiodescrição em 3 das apresentações da programação e realizando uma oficina de iniciação à arte mágica (com Libras, Audiodescrição e material preparado em braille) inclusive, garantindo, acesso de cegos, surdos (mas acolhendo também pessoas sem deficiência); e instituindo uma coordenação específica para organizar as atividades e articular a participação de pessoas com deficiência física e/ou mental nas ações do FIM.- Promover a inclusão, não só com as ações e recursos de acessibilidade comunicacional, como selecionando pelo menos um artista com deficiência (PCD ou TEA) para se apresentar ou participar de ação formativa, na programação oficial do FIM.- Promover o intercâmbio dos mágicos locais com os de outros lugares do Brasil e do mundo, e, ao mesmo tempo oferecer capacitação/aperfeiçoamento profissional aos mágicos pernambucanos e brasileiros, com preço acessível, oferecendo uma Mesa de debate (presencial) e 6 conferências técnicas/artísticas, exclusivamente para os mágicos e mágicas previamente inscritos. - Homenagear algum dos mágicos ou personalidades do segmento de Pernambuco, que será escolhido pela curadoria.- Realizar 3 Noites Mágicas em teatro de grande porte no Recife, com cerca de 6 artistas se apresentando a cada noite.- Realizar 3 Finzinhos, com espetáculos e números de mágica voltados para crianças, em teatros ou espaços culturais de pequeno ou médio porte no Recife, Olinda ou outro município da Região Metropolitana.- Levar apresentações também às ruas e parques do Recife, aproximando a arte mágica do público leigo, com a realização de 2 Circuitos Bike Mágica, no final de semana que antecede ao FIM (no Recife), com 3 artistas circulando de bicicleta e parando em determinados pontos para fazer apresentações de curta duração.- Realizar 10 oficinas gratuitas Instante Mágico para alunos e professores da rede pública, disponibilizando ônibus, quando for o caso, e atendendo cerca de 700 participantes, como "contrapartida social" do projeto.
Em relação às finalidades expresas no Artigo 1º da Lei 8313/91 (Rouanet), o FIM, por ser um festival pautado pela diversidade e comprometido com a democratização do acesso e a popularização do ilusionismo no Brasil, se enquadra nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Oferecendo uma grade de atividades gratuitas, promovendo apresentações em espaços públicos e praticando preços populares nos ingressos.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Realizado desde sua primeira edição por uma equipe 100% pernambucana, o FIM, amplia nessa edição suas ações descentralizadas, chegando ao sertão pernambucano, e aprofundando a conexão com os povos indígenas, promovendo uma programação antecipada no Território Pankararu e incluindo na equipe principal jovens lideranças daquela comunidade.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Servir como vitrine para mágicos e mágicas e fortalecer o segmento em várias dimensões faz parte dos objetivos desse importante festival, que vem se consolidando como espaço de difusão, formação e fruição do ilusionismo.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Trazendo para Pernambuco expoentes da mágica de várias partes do mundo, o FIM desenvolve essa consciência internacional e promove o intercâmbio entre artistas brasileiros e estrangeiros.IX - priorizar o produto cultural originário do País.O caráter internacional do FIM, possui tanto a direção de trazer para cá grandes nomes do ilusionismo mundial, como impulsionar a internacionalização das produções brasileiras de mágica. Desde sua primeira edição, o festival prioriza em suas programações, os artistas brasileiros, tendo a originalidade e o diálogo com outras linguagens artísticas como critérios permanentes da curadoria.Sendo assim, o Festival Internacional de Mágica, de acordo como o Artigo 3º da Lei Rouanet, cumpre os seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados a formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Por oferecer conferências técnicas e mesas redondas para o aperfeiçoamento profissional de mágicos e mágicas.II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.O FIM é um festival de mágica que preza pela descentralização, com ações antecipadas e uma programação diversificada com 15 dias de programação.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Além de todas as ações antecipadas (FIM NA PRAIA, em Porto de Galinhas e Fernando de Noronha; FIM NA ALDEIA, no Território Pankararu; CIRCUITO BIKE MÁGICA, em praças, parques e ruas do Recife e Região Metropolitana e OFICINAS TOQUES DE MÁGICA, no Território Pankararu e em alguma Instituição que trabalhe com cegos, no Recife) serem 100% gratuitas, o festival distribui ingressos gratuitos para escolas públicas, Ongs, projetos sociais e similares em todas as apresentações realizadas em teatros ou espaços fechados, disponibilizando, inclusive, ônibus para garantir o deslocamento dos participantes
PROJETO PEDAGÓGICO- OFICINA TOQUE DE MÁGICA:EMENTA: Unindo o caráter lúdico ao potencial educativo, o professor vai ministrar a oficina, ensinando alguns números de mágica de fácil execução, com objetos comuns do cotidiano, como canetas, moedas, elástico, copo, etc. Informações básicas sobre o universo, a história, e os estilos de mágica também fazem parte da programação da oficina. OBS: Para elaborar a versão acessível da oficina especificamente, Rapha terá o suporte de um consultor cego e outro surdo; e, assim escolher números de mágica adequadas para este público, além de levar cartelas, com linguagem em braile.OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar iniciação à arte mágica para crianças e adultos, incluindo pessoas cegas, surdas ou com outras deficiências físicas ou mentais. ESPECÍFICOS: Incentivar a prática de ações inclusivas, oferecendo a oficina para uma turma mista, pessoas com e sem deficiência juntos. Oferecer noções gerais sobre história do ilusionismo e seus principais sujeitos e estilos. Demonstrar algumas técnicas básicas de manipulação e ângulo. Confecção de um número básico de mágica “close-up”. Oferecer noções gerais sobre circo e suas modalidades, situando o papel do mágico neste cenário. Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20METODOLOGIA: Explanação oral, com demonstração prática dos números e exibição de alguns trechos em vídeo. Com tradução em Libras e Audiodescrição, na oficina acessível. RECURSOS DIDÁTICOS: Mesa grande para o trabalho coletivo ou algumas mesas para trabalhos em grupo. Laptop e datashow com caixa de som. Cartelas preparadas com tradução em braile, Papel ofício, cola bastão, tesoura sem ponta, clipe, elástico e copo descartável pequeno. Intérprete em Libras e audiodescritor presentes, na oficina acessível.PERIODICIDADE: 1 DIA CARGA HORÁRIA: 2 HORAS CONTEÚDO: Noções gerais sobre o universo da arte mágica e do circo; Técnicas básicas de manipulação e ângulo; Preparação e apresentação de números rápidos de mágica close-up. AVALIAÇÃO: 1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: OBSERVAÇÃO DIRETA DO PROFESSOR 2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: RODA DE CONVERSA APÓS A AULACERTIFICAÇÃO: PARTICIPAÇÃO EM TODAS AS ATIVIDADES PROPOSTAS, INCLUINDO A APRESENTAÇÃO DO NÚMERO DE MÁGICA CLOSE-UP NO FINAL. SERÁ ENVIADO POR EMAIL, O CERTIFICADO DE CADA PARTICIPANTE. VALOR DE INSCRIÇÃO OU ADESÃO POR PARTICIPANTE: GRATUITO REFERÊNCIAS: GALDINO, Christianne. Mágica: um mundo de ilusão. In Revista Continente, nº 151, Ano XIII. Recife: Ed. CEPE, 2013. OLIVEIRA, Martins. Magia do Século XX. Porto: Editora e Livraria Progredior, 1962. PERES, Eduardo. Pensamento original em arte mágica (ensaio). São Paulo: Scortecci, 2006.
ACESSIBILIDADE FÍSICA:A equipe de produção do projeto vai selecionar teatros e espaços culturais equipados com rampa e/ou elevador, corrimão e banheiro adaptado, seja para as apresentações como para as ações formativas. Nas atividades realizadas em ruas e outros espaços públicos, serão critérios de escolha, a localização e o nivelamento do piso do local.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO OU COMUNICACIONAL: As ações de acessibilidade que sempre foram priorizadas desde a primeira edição do FIM, serão ampliadas agora, mantendo uma coordenação específica para planejar, divulgar e estruturar cada atividade. Além de oferecer recursos para tornar 3 espetáculos e 1 oficina de iniciação à mágica acessíveis para surdos e cegos, com Intérprete em Libras e Audiodescrição. O braille também será utilizado, em peças do material da Oficina Toque de Mágica acessível. Para complementar e oferecer mais um recurso,os vídeos resumo de divulgação e de cobertura do FIM- 6ª edição, terão LSE- Legenda para Surdos e Ensurdecidos. A coordenação de acessibilidade será responsável por promover uma capacitação à equipe do projeto, para que haja um acolhimento adequado ao público PCD como um todo, incluindo também as pessoas dentro do TEA e outros neurodivergentes, que contarão com um receptivo especializado.O FIM vai além e extrapola o quesito público, levando ao palco pelo menos um artista com deficiência (podendo ser TEA), que será selecionado pela curadoria.
Em uma programação extensa, diversificada e descentralizada, o FIM mantém as atividades abaixo elencadas totalmente gratuitas:- FIM NA PRAIA- Porto de Galinhas: 2 dias- Apresentações de close-up ou mágica de rua, com 3 ou 4 artistas/ Performance de escapismo inovadora em um ambiente de praia, realizada dentro do mar pelo próprio Rapha Santacruz, como parte das ações comemorativas aos seus 25 anos de carreira como mágico.- FIM NA PRAIA- Fernando de Noronha: 2 dias- Apresentações de close-up ou mágica de rua, com 3 ou 4 artistas/ Performance de escapismo inovadora em um ambiente de praia, realizada dentro do mar pelo próprio Rapha Santacruz, como parte das ações comemorativas aos seus 25 anos de carreira como mágico.- FIM NA ALDEIA- Território Pankararu (Tacaratu-PE): 3 dias- 1 Oficina de iniciação à mágica voltada para as crianças e seus pais ou professores, e 2 apresentações no formato variedades, com cerca de 4 artistas no elenco de cada dia.- CIRCUITO BIKE MÁGICA - Recife e Região Metropolitana: 2 dias- 3 artistas circulam de bicicleta em ruas, praças ou parques, fazendo paradas durante o percusso e realizando pequenas apresentações de mágica e circo.- OFICINA TOQUE DE MÁGICA (ACESSÍVEL)- Iniciação à arte mágica com elementos do cotidiano e peças preparadas em braille, voltada para pessoas cegas, surdas, mas que acolhe também adolescentes e adultos com deficiência física ou sem deficiência. Conta com intérprete em Libras e audiodescrição, e é realizada em alguma instituição que já atende esse público.Nas atividades pagas, vamos cobrar preços acessíveis, e como medidas complementares de ampliação da democratização do acesso, nos enquadramos nos seguintes incisos do Art. 47. da Instrução Normativa 23/2025:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);Nas 3 datas do FINZINHO e das NOITES MÁGICAS, faremos a distribuição de mais 20%, totalizando a distribuição gratuita de 30% dos ingressos para atender público de "caráter social" e de "caráter educativo", nas 6 sessões. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;Vamos disponibilizar vans para transportes de pessoas cegas e seus acompnhantes nas três sessões com audiodescrição. III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; O vídeo resumo de cobertura do festival contará com recursos de audiodescrição e Libras, e será disponibilizado no canal de youtube do FIM festival e suas redes sociais.IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; As gravações e veiculações em rádios e televisões serão articuladas pela Coordenação de comunicação/assessoria de imprensa do festival.
Diretor artístico e curador- RAPHA SANTACRUZNatural de Caruaru-PE, Rapha Santacruz é um multiartista que atua profissionalmente como mágico há cerca de 25 anos. Um empreendedor da cultura, que ao longo da sua trajetória, vem criando os mais variados e originais projetos no segmento, de formação à turnês internacionais, passando por intercâmbios, palestras e o destacado Festival Internacional de Mágica-FIM, que acontece bienalmente em Recife e Região desde 2017. Já são seis espetáculos no repertório: Abracasabra, Sonho de uma Profissão, Haru- a primavera do aprendiz, Roda, O Matuto e Figuras Mágicas. Com estas obras e também com suas ações formativas circulou o Brasil, atuando nos principais eventos de mágica, circo e teatro do país. Campeão mundial de ilusionismo na categoria “Mágica para crianças”, pelo FLASOMA/FISM- América Latina, em 2022; tem também vasta experiência como professor e consultor de mágica e dramaturgia circense. Desde 2023, tem consolidado também sua carreira internacional, participando de importantes festivais na Europa, como o Lisboa Mágica 2023, em Portugal; e os festivais Viva Wil, UHURU Festival, além do Teatro Orangerie, em 2024, na Suíça. Desde a primeira edição do FIM, Rapha Santacruz, que é também o idealizador do festival, compõe a curadoria, trazendo para Pernambuco importantes nomes do ilusionismo mundial e ajudando a fortalecer a mágica brasileira. Coordenador técnico- ERON VILLAR Eron Villar é ator, diretor, iluminador e dramaturgo, escritor e roteirista (DRT 3543/PE), possui 28 anos de carreira artística, já participou de mais de 50 espetáculos de teatro e dança , com alguns prêmios e viagens internacionais na mochila como França, Argentina, República Dominicana, Paraguai, Uruguai, Cuba e Espanha. Formado como ator pelo Curso Regular de Teatro do SESC (1999) e graduado em Licenciatura Em Educação Artística - Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2008). Doutorandp e Mestre em Estudos Literários pela UFPE (2023). Faz assistência de direção e iluminação da Paixão de Cristo do Recife, desde 2019. Atuou como Coordenador técnico nos maiores eventos do Estado: Festival de Inverno de Garanhuns, Festival Internacional Cena Cumplicidades, Fetival Internacional de Dança do Recife, Festival Recife do Teatro Nacional, Seminário Internacional de Arte_Educação do Sesc, Festival Internacional de Mágica – FIM.Artista convidado e coordenador (ações descentralizadas)- FYKYÁ PANKARARUFykyá Pankararu é artista indígena LGBT+ do povo Pankararu, do sertão de Pernambuco. Com 25 anos, a jovem não binária, atua como cantadora, compositore, performer, ceramista, oficineire e produtore cultural. Sua obra cruza ancestralidade, ecologia e resistência, expressando a trajetória do povo Pankararu dentro e fora do território. Já se apresentou em eventos como o Sesc 24 de Maio (SP), Fenearte (PE), Festival de Arte Digital na Bolívia, Mostra Coquetel Molotov na Holanda, e no FIM – Festival Internacional de Mágica 2024, onde estreou como ilusionista, com o ato Tyrannidae, em parceria com Rapha Santacruz. Integra os grupos “Coco das Antigas” e “GYRA”, com os quais constrói narrativas decoloniais a partir do barro, da música e da diversidade dos corpos.Produtora local- BIA PANKARARUMulher indígena, bissexual, ativista pelos direitos humanos, produtora cultural e administradora das páginas Povo Pankararu no Facebook e Instagram. Coordenou durante seis anos o Projeto Zabumbeiros, que resgata e fortalece a cultura do pífano na aldeia Pankararu e na cidade de Tacaratu, tendo formado os atuais tocadores dos festejos tradicionais Pankararu. Produziu eventos como Pernambuco Nação Cultural e Sertão Itaparica Mundo, junto à Sambada Comunicação e Cultura e demais órgãos ligados à cultura e entretenimento no Estado de Pernambuco. Atualmente segue ligada aos movimentos sociais buscando o fortalecimento cultural, histórico e artístico de Pankararu. Hoje atua ativamente em produções culturais e audiovisuais em parcerias diversas. Coordenação técnica das ações descentralizadas- BABI SABINOBabi Sabino é uma artista multifacetada de Caruaru-PE que atua como iluminadora, roadie, atriz e produtora desde 2016. Iniciou sua trajetória no Grupo de Teatro ASCES – GTA e aprofundou sua formação cênica em cursos do TEA e do Sesc Caruaru. Como iluminadora, assinou a luz de espetáculos como Dois Perdidos Numa Noite Suja, Auto da Barca do Inferno e Tamboa, além de atuar em eventos como o FIG e o festival No Ar Coquetel Molotov. Também compôs equipes técnicas de grandes eventos, como o São João de Caruaru, Carnaval de Recife e Olinda e festivais musicais. Desde 2023, é responsável técnica do Teatro Lycio Neves (TEA), onde segue sua trajetória artística com sensibilidade e precisão técnica.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.