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O São Batuque 18 anos é um projeto que promove um encontro entre culturas tradicionais e populares que carregam em sua essência a percussão popular, o batuque brasileiro, na Música Regional. Culturas que se formaram em terreiros das misturas dos brasis, por meio do toque, da dança e da poesia. O projeto é composto por oficinas de dança, percussão e poesia - São Batuque Oficinas; e por um grande festival de música regional - São Batuque Festival Internacional de Percurssão.
O São Batuque - 18 anos celebra as culturas populares brasileiras ao reunir mestres e artistas tradicionais em um evento focado na diversidade e intercâmbio cultural. Nesta edição, a proposta curatorial explora as linguagens tradicionais da cultura popular — poesia, dança e percussão — promovendo encontros vibrantes entre expressões regionais como o jongo carioca, o samba de roda baiano, o afoxé pernambucano, o samba de terreiro e o samba pisado brasiliense. Cada grupo traz elementos singulares e complementares que, juntos, promovem uma troca rica e transformadora, tanto para o público quanto para os próprios artistas.Além das apresentações, o festival inclui oficinas abertas ao público, onde participantes podem se aprofundar nas práticas culturais e vivências compartilhadas por essas tradições ancestrais. A classificação indicativa do evento é livre, garantindo um ambiente acessível a todas as idades.
Objetivo GeralO projeto São Batuque - 18 Anos tem como principal resultado celebrar a diversidade e a riqueza do batuque brasileiro, consolidando Brasília como um palco significativo para a cultura do batuque em nível mundial. O evento visa proporcionar uma vivência coletiva que une trabalho, entretenimento e formação de cidadãos que valorizam as tradições do tambor e suas técnicas de toque, contribuindo para a construção e preservação da memória cultural associada aos instrumentos percussivos.Objetivos EspecíficosOs objetivos específicos detalham as ações que serão implementadas no projeto, garantindo experiências e produtos mensuráveis para a população. As ações incluem:Oficinas de Cultura: Promover a participação de 200 pessoas em 5 (cinco) oficinas de dança, poesia e percussão, incentivando a aprendizagem e a interação com as tradições do batuque.Festival Internacional de Percussão: Realizar o Festival Internacional de Percussão, com a expectativa de atrair um público de 10 mil pessoas, oferecendo performances e aprendizados sobre diferentes estilos de percussão do Brasil e do mundo.
A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8313/91, é essencial para o financiamento de iniciativas como o Festival São Batuque. Desde sua fundação em 2007, o festival tem sido um importante espaço para a celebração e valorização das culturas populares brasileiras, especialmente as de matrizes indígenas e africanas. Nas suas primeiras edições, realizadas no Clube da Imprensa, o festival promoveu oficinas e shows, ajudando a difundir tradições culturais que, até então, estavam restritas às margens da cidade.Com o passar dos anos, o festival evoluiu significativamente. De 2011 a 2014, passou a ser um evento completo, com feira afro, oficinas e shows na Praça do Orixás, um símbolo de resistência cultural no Distrito Federal. Entre 2015 e 2018, o evento ampliou suas atividades, incluindo teatro, feiras e produções de livros e filmes que destacam a vivência cultural africana em Brasília. Essa trajetória ressalta a importância do festival como um espaço de resistência e celebração da diversidade cultural.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:Inciso I: "a proteção, a valorização e a difusão das manifestações culturais brasileiras".Inciso II: "a promoção da formação de público".Inciso III: "a valorização da cultura popular e de tradições locais".Esses incisos destacam a importância de financiar projetos que busquem preservar e promover a cultura, assim como formar e ampliar o público em relação a essas expressões artísticas.Além disso, o Festival São Batuque está alinhado com os objetivos do Art. 3º da mesma norma, que incluem:Inciso I: "fomentar a criação e a realização de projetos culturais".Inciso II: "incentivar a formação de público para as manifestações culturais".Inciso III: "contribuir para a formação de uma identidade cultural nacional".Por meio do apoio à cultura, a Lei de Incentivo à Cultura se torna uma ferramenta vital para a viabilização de projetos que, como o São Batuque, promovem a diversidade cultural e fortalecem a identidade nacional. Assim, o financiamento através deste mecanismo não só garante a realização do evento, mas também reforça o compromisso com a memória e a valorização das tradições brasileiras, criando um ambiente propício para a educação cultural e a cidadania.
As oficinas do São Batuque - 18 Anos ocorrem de janeiro a março de 2025, explorando o rico universo das culturas populares brasileiras por meio de danças, poesia e ritmos percussivos tradicionais. Cada oficina é realizada de forma presencial, com duração de 3 horas diárias, das 19h às 22h. A seguir, o detalhamento técnico de cada atividade oferecida:Oficina de Dança e Percussão de Samba de RodaInstrutor: Gabi Guedes (Ilê Axé Mãe Menininha, BA)Local: Ilê Axé Oyá Bagan, Paranoá, DFDescrição: Oficina sobre o samba de roda, tradicional estilo musical e dança da Bahia. O samba de roda, que envolve percussão e movimentação associada à capoeira, será ensinado por Gabi Guedes, renomado percussionista e figura importante da cultura afro-brasileira.Oficina de Dança e Percussão de JongoInstrutor: Jongo da Serrinha (RJ)Local: Templo de Umbanda do Varjão, DFDescrição: Focada no Jongo, dança ancestral de origem africana, a oficina apresenta os tambores e passos dessa tradição carioca, cuja influência é marcante na cultura popular e no samba. Fundado pelo Mestre Darcy e Vovó Maria Joana, o grupo oferece uma imersão na dança e percussão do jongo.Oficina de Poesia e PercussãoInstrutores: Coletivo Barravento e Lucas dos Prazeres (PE/BA/RJ)Local: Centro Tradicional de Invenção Cultural – Sede do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Brasília, DFDescrição: Fusão de poesia, mitologia africana e percussão. Barravento e Lucas dos Prazeres conduzem os participantes a experimentar a expressão poética e sonora inspirada nos orixás e nas tradições populares.Oficina de Dança e Percussão de Tambor de CrioulaInstrutores: Mestres de Tambor de Crioula (MA)Local: Centro de Culturas Populares de Sobradinho, DF (Sede do grupo Bumba Meu Boi de Seu Teodoro)Descrição: Explorando o tambor de crioula, dança e percussão originária do Maranhão, esta oficina enfatiza a expressão corporal e a batida de tambores tradicionais, conhecidos como parelha, que acompanham o ritmo dos movimentos.Oficina de Poesia e Percussão de TerreiroInstrutores: Nego Henrique e Lirinha (PE)Local: Centro Cultural Axé Dudu, Taguatinga, DFDescrição: Uma oficina que alia poesia e percussão, com a presença de Nego Henrique, percussionista e compositor do Cordel do Fogo Encantado, e Lirinha, artista que transita entre a literatura, música e teatro. A atividade destaca as técnicas e os ritmos de terreiro aplicados no cenário musical. FESTIVAL INTERNACIONAL DE PERCUSSÃO – SÃO BATUQUEDia 115h – Lavagem com Orquestra Águagbê (DF) Orquestra Aguagbê , criada por Júnia Cascaes, é mergulho profundo, encantaria de corpo e agbê, olhos e intuiçao abertos debaixo das belas águas do cerrado. Com canto e toques a orquestra e composta por um cortejo de 10 meninas que tocam, dançam, cantam e encantam com suas músicas autorias e de domínio público. 17h – Roda de Capoeira com Ganzoá (DF) O Núcleo de Capoeiragem Movimento Cultural Ganzoá, fundado em 20 de novembro de 2010 (dia da consciência negra), em Brasília, tem como referencia os mestres Jorge e mestre Danilo. Atualmente, participam como corpo docente do Núcleo os contramestres Cláudio Campos, Jú Trajano e Rodrigo Vila Isabel; os monitores Adão Cantador e Pedro Batuque, e os estagiários Adão Sangue Bom, Passarinho, Alessandra, Cris, Suzana. O Núcleo de Capoeiragem desenvolve atividades de capoeira em escolas públicas e privadas do DF e também em outros países: Polônia, Inglaterra e Pais de Gales. O Núcleo de Capoeiragem tem como proposta pedagógica, cultural e educacional por meio da capoeira, promover e difundir a capoeira como identidade cultural.18h - Espetáculo Jurema Santa com Karynna Spinelli (PE) Parida pela boemia familiar e pelo batuque de raiz do Morro da Conceição, Karynna é abraçada por novos e antigos e se torna a maior representante do samba de raiz e dos sons de terreiro do Estado de Pernambuco. Considerada a Voz do Samba Pernambucano, Karynna Spinelli começa sua carreira solo em 2007 inspirada pela musicalidade e energia dos sambas de Terreiro e de Roda da periferia Pernambucana. Vem se dedicando com afinco ao samba de raiz e a todos os ritmos que permeiam estes ares. Com sotaque e timbre singulares, sua voz entoa canções próprias, de domínio público recolhidas e rearranjadas por ela, além de músicas de compositores consagrados da MPB.19h - Jongo da Serrinha (RJ)O Jongo, também conhecido como caxambu e corimá, é uma dança brasileira de origem africana dançada ao som de tambores como o caxambú. É essencialmente rural e faz parte da cultura afro brasileira. Influiu poderosamente na formação do samba carioca, em especial, e da cultura popular brasileira como um todo. Com 40 anos de história, o Jongo da Serrinha é um dos mais tradicionais grupos de cultura do país. O grupo de Madureira foi fundado pelo Mestre Darcy e sua mãe, Vovó Maria Joana Rezadeira que, preocupados com a extinção do jongo na cidade, transformaram a antiga dança praticada nos quintais da Serrinha num espetáculo.20h – Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF) Formado por importantes tradições, principalmente os Maracatus e o Cavalo-Marinho, o Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro traz um novo teatro de rua, unindo o terreiro e o picadeiro numa singular e moderna brincadeira - uma manifestação original de grande importância para renovação da cultura popular brasileira. O grupo, que há onze anos se juntou para criar uma brincadeira própria da cidade e fortalecer a cultura popular local, foi premiado pelo Ministério da Cultura em 2007 como grupo de cultura popular tradicional, reconhecimento conquistado pelo mérito dos trabalhos que desenvolve em todo Distrito Federal. 21h – Ballet Kafamba (Senegal)BALLET KAFAMBA é uma mistura de tambores africanos, canções e danças, com um conjunto instrumental e lírico. O grupo é fundado o Sr. Alassane Diallo, um famoso baterista senegalês & chorographer com base no Senegal - África Ocidental em 2005 e Diretor de AFRIKARTSPRODUCTIONS. Ballets é composto por vários artistas como dançarinos, percussionistas, cantores, acrobatas, spitters fogo e os músicos tradicionais. Os grupos da Companhia realizam danças africanas e percussão. O grupo apresenta também a história dos grandes reis africanos como: Soundjata, Chaka Zulu.Dia 215h – Encontro de Batuqueiros com Orquestra Alada (DF) A Orquestra Alada Trovão da Mata é uma brincadeira musical popular surgida em Brasília. Fruto do Centro Tradicional de Invenção Cultural e dos ensinamentos dos terreiros do Brasil, a Orquestra procura levar em suas apresentações a força do batuque para o imaginário da cidade. Com a criação e fusão de ritmos, como o maracatu e o samba pisado, a Orquestra abre caminhos para a alegria e o encantamento, tocando tambores, almas e corações.17h – Samba de Roda do Gantois (BA)Samba de roda é uma variante musical mais tradicional do samba, originário do estado brasileiro da Bahia, surgindo provavelmente no século XIX.1O estilo musical normalmente é o afro-brasileiro , que é associado a uma dança, que por sua vez está ligada à capoeira. É tocado por um conjunto de pandeiro, atabaque, berimbau, viola e chocalho, acompanhado principalmente por canções e palmas.18h - Roda de Afoxé – União dos Afoxés Pernambucanos Oxum Pandá/ Alafin Oyó/ Ilê Obá (PE)Ilê Obá Herdeiras da tradição Nagô, considerada uma das mais antigas e vivas culturas de origem africana nas Américas, o Terreiro Ilê Obá Aganjú Okoloyá, também reconhecido por Xangô de Mãe Amara. Afoxé Alafin Oyó Fundada em 02 de março de 1986 tem por principal objetivo repassar e preservar a Cultura Tradicional Pernambucana; em especial, a Cultura Negra. Ela é uma reverência a ancestralidade oyó. Trajas-se à moda africana – como a estética de todo Cortejo de Afoxé – e é responsável por um dos maiores repertórios de Afoxé do Estado de Pernambuco. A entidade se configura como um dos maiores expoentes da Cultura Negra local e em 2004 foi oficializada como um Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura; ou seja, um dos pontos (entidades) que perpetuam a identidade do povo brasileiro. Segundo Lepê Correa, e toda a trajetória da entidade, até os dias de hoje ela se mostra, em toda sua riqueza de valores, da seguinte forma: Oni ê ê Omo Afonjá Pela benção de Oxalá Alafin eu sou Ouvi o agogô no repique Ao som de atabaques Tocando ijexá Eu me animei e disse é agora Minha preta está na hora O Alafin já vem São muitos negros De encarnado e branco Pelas ruas de Olinda Vem para mais de cem É a cultura Que vem descendo a ladeira Despertou lá na Ribeira Pela força de Xangô. Oxum Pandá Um grupo de amigos resolvem em janeiro de 1995, na cidade de Olinda-PE, fundar a ENTIDADE CULTURAL OXUM PANDÁ. Dedicando a oxum orixá da riqueza e fecundidade indumentados de amarelo e branco, os brilhantes do Afoxé Oxum Pandá costumam sair pelas ruas de Olinda e Recife cantando músicas em Português e também Yoruba, no ritmo Ijexá utilizando instrumentos de origem afro-brasileia). O Afoxé Oxum Pandá tenta através do seu espetáculo mostrar um pouco da magia que se encontra nos desfiles de AFOXÈS tanto em Salvador como em Recife e Olinda, formado por um corpo de ALABÊS, músicos de candomblé dentro dos preceitos religiosos afro-brasileiro e também contando com bailarinos de formação atestada por autoridades da dança popular em Pernambuco. 19h – Lucas dos Prazeres (PE)Nem só de eruditismo é feita uma orquestra. O músico Lucas dos Prazeres reuniu instrumentos percussivos como alfaias, ilús, congas, ajubês e agogôs para honrar as raízes afro na Orquestra dos Prazeres, projeto que recentemente conquistou o Prêmio Funarte de Arte Negra. Lucas e a Orquestra dos Prazeres é um projeto iniciado em 2010, fruto de uma equação que soma música, resgate da cultura popular e valorização da ancestralidade afro. A partir da união de vozes e instrumentos percussivos variados, a banda passeia pelo rico repertório de mestres e grupos étnicos, além das conhecidas cantigas de domínio popular, que até hoje são a porta de entrada para aqueles que desejam se aprofundar na pesquisa e perpetuação de nossas raízes. 20h – Espetáculo Pradarum com Gabi Guedes (BA)O projeto apresenta o trabalho autoral da grande banda de música instrumental “Pradarrum” encabeçada e dirigida pelo mestre de percussões Gabi Guedes, se apresentando pelas cidades de Salvador, Santo Amaro e Feira de Santana. O projeto da apresentação musical “Pradarrum” originou-se do trabalho de composição do músico – compositor – arranjador e pesquisador dos ritmos Gabi Guedes, baseados nos toques e ritmos tradicionais do Candomblé, ritmos esses que estão na base de muitos ritmos da música popular brasileira de hoje. 21h – Ilê Axé Oyá Bagan (DF)Para contemplar a presença dos terreiros de candomblé na programação da Escola Digital de Batuque Tradicional, o Ilê Axé Oyá Bagan ensina os ritmos tocados no xirê. O Xirê é uma festa pública de terreiro. Apresenta-se e canta-se para todos os orixás, homenageando-os e apresentando-se, pela dança e pelo canto, as diferenças e preferências de cada um deles. O terreiro é comandado por Mãe Baiana, acompanhada de membros de seu axé e as oficinas serão dadas pelo Ogan Luiz Alves. O momento pode ser favorável para estar em contato e conhecer melhor os belos ritmos dessa tradição de matriz africana.
O projeto São Batuque se compromete a garantir a acessibilidade total, em acordo ao Art. 42. da IN Minc nº23/2025
Com a realização do São Batuque - 18 Anos, Brasília se transforma em um importante palco para a cultura do batuque, celebrando e preservando parte de nossa história através de instrumentos percussivos. O evento promove um acesso democrático à cultura, garantindo que toda a comunidade tenha a oportunidade de vivenciar a riqueza das tradições, com entrada gratuita e todas as atividades abertas ao público, além de classificação indicativa livre.
Stéffanie Oliveira - Coordenação Geral Nascida em Brasília, Stéffanie é brincante de culturas populares, Ekedi na nação Ketu e produtora cultural com 18 anos de experiência dedicada às culturas tradicionais de terreiro. É a atual presidente do Instituto Rosa dos Ventos e coordenadora geral do Circuito Candango de Culturas Populares, além de curadora e coordenadora do Festival São Batuque. Ela é também criadora e coordenadora da Festa das Águas e da Festa das Yabás, e diretora do filme Terras Diversas. Sua formação inclui o Centro Tradicional de Invenção Cultural, o Centro de Tradições Populares de Sobradinho, o Ilê Axé Oyá Bagan do Paranoá, e a Universidade de Brasília em Letras Português, além de produção cultural EAD pelo IFB.Everton Oliveira – Coordenação de Produção Músico percussionista e gestor com ampla experiência em produção cultural e coordenação de projetos. Atual Diretor Financeiro do Instituto Rosa dos Ventos, Everton foi responsável pela gestão financeira e administrativa de eventos culturais de grande porte, como o Circuito Candango de Culturas Populares e o Festival São Batuque. Atuou ainda como coordenador em produções como o documentário "Terras Diversas" e a Festa do Morango de Brasília. Com formação em Engenharia Florestal e especialização em gestão, Everton une habilidades administrativas e visão estratégica para fomentar a cultura e consolidar projetos artísticos e culturais.Alessandra Rosa de Carvalho – Coordenação Administrativa e Financeira Artista brasiliense e produtora cultural com mais de 17 anos de experiência. Credenciada como Agente Cultural pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal, ela atuou como produção executiva e assistente administrativa na Associação Cultura Acesa – Pichaim Produções, onde contribuiu para a fundação do Fórum de Cultura Popular do DF. De 2013 a 2018, foi assistente administrativa e diretora financeira no Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania. Desde 2010, é fundadora e coordenadora geral da Roseira Produções Culturais, onde lidera projetos que promovem a diversidade cultural.Euler Oliveira – Coordenação de Comunicação Profissional experiente na coordenação de comunicação, com uma sólida trajetória em revisão de textos acadêmicos e editoriais, incluindo dissertações e artigos de opinião na área da saúde pública. Atuou como tradutor consecutivo em eventos significativos, como o II Encontro Olhares sobre Políticas para Povos Isolados e de Recente Contato. Com forte envolvimento no setor audiovisual, foi sound designer para o espetáculo "Voa" e gestor de conteúdo do documentário "Terras Diversas". Além disso, tem vasta experiência em projetos culturais, elaborando e revisando propostas para editais em diversas companhias de teatro. Sua formação e atuação abrangem também a música, tendo coordenado tecnicamente festivais e colaborado em produções teatrais e musicais em várias funções, desde músico até iluminador e sonoplasta.Alê Capone – Assistente de acessibilidade Profissional altamente qualificada na área de acessibilidade e inclusão, com uma sólida carreira que se estende de 2000 a 2023. Como Coordenadora de Acessibilidade e Inclusão na ACESSO, ela tem liderado consultorias e produções voltadas para a acessibilidade em eventos culturais, incluindo festivais como LATINIDADES e COMA, além de projetos de grande relevância como Arquitetura X Movimento. Sua atuação no Cine Brasília como membro do Conselho Curatorial e sua consultoria para a Revista Traços em 2023 demonstram seu compromisso contínuo com a inclusão. Alê também é reconhecida por suas contribuições em eventos, palestras e comissões relacionadas à acessibilidade, sendo premiada com o Prêmio Arte Inclusiva e Acessibilidade Cultural em 2018. Além disso, possui vasta experiência em consultorias e coordenação de acessibilidade em importantes festivais e projetos culturais no Brasil, solidificando sua posição como uma referência na promoção de práticas inclusivas.Sâmara Casellini – Gestão de Redes Sociais Profissional brasileira com ampla experiência em design, tradução e ensino de idiomas, destacando-se como freelancer após 14 anos em Londres, onde se formou em Design Gráfico na University of the Arts London. Fluente em inglês, com níveis avançados de proficiência (C1 e C2), Sâmara oferece uma gama diversificada de serviços que inclui design gráfico, tradução, aulas de inglês e mobilização em redes sociais. Ela possui um histórico sólido na criação de conteúdo visual atrativo e engajamento do público nas plataformas sociais. Atualmente, ocupa posições de mobilizadora de redes e designer em várias organizações, incluindo o Instituto Rosa dos Ventos e a Casa de Cultura Martinha do Coco, onde aplica suas habilidades criativas e experiência em marketing digital. Sâmara também se destaca na criação de marcas, identidades visuais e edição de fotografias e vídeos, sempre em busca de contribuir com seu conhecimento para uma organização dinâmica.Gabi Guedes do Ilê Axé Mãe Menininha (BA)Originário do estado da Bahia, o samba de roda é um estilo musical afro-brasileiro associado a uma dança ligada à capoeira. Para ministrar esta oficina, convidamos Gabi Guedes, um dos mais importantes percussionistas da Bahia. Nascido no Gantois, Gabi cresceu ao lado da Ialorixá Mãe Menininha, num dos terreiros mais procurados e respeitados do país, onde ela, com sua popularidade ajudou a tornar mais aceita a religião herdada de seus ancestrais africanos, o Candomblé.Jongo da Serrinha (RJ)O Jongo, também conhecido como caxambu e corimá, é uma dança brasileira de origem africana dançada ao som de tambores como o caxambú. É essencialmente rural e faz parte da cultura afro brasileira. Influiu poderosamente na formação do samba carioca, em especial, e da cultura popular brasileira como um todo. Com 40 anos de história, o Jongo da Serrinha é um dos mais tradicionais grupos de cultura do país. O grupo de Madureira foi fundado pelo Mestre Darcy e sua mãe, Vovó Maria Joana Rezadeira que, preocupados com a extinção do jongo na cidade, transformaram a antiga dança praticada nos quintais da Serrinha num espetáculo. coletivo Barravento e Lucas dos Prazeres (PE/BA/RJ) O Coletivo Barravento é o primeiro acorde de uma sinfonia subjetiva com o sagrado. São ventos experimentais de uma agonia poética em Verso, Prosa e Fé, da mitologia africana. Nesta oficina, o Coletivo entra em parceria com Lucas dos Prazeres, um aclamado percussionista nascido e criado no Morro da Conceição, em Casa Amarela.Tambor de Crioula (MA)O tambor de crioula é uma dança de origem africana praticada por descendentes de escravos africanos no estado brasileiro do Maranhão. A coreografia da dança apresenta vibrantes formas de expressão corporal e toda marcação dos passos da dança é feita por um conjunto de tambores que os brincantes chamam de parelha (tambores rústicos, feitos manualmente de troncos).Nego Henrique e Lirinha (PE)Nesta oficina teremos o encontro de Nego Henrique, Ogã (responsável pelos atabaques nos rituais de candomblé), instrumentista, compositor e percussionista. É fundador do Cordel do Fogo Encantado e tem experiência em repassar as diretrizes e a importância da utilização dos ritmos de terreiro dentro da indústria musical, evidenciando as técnicas de execução de cada ritmo em suas oficinas. E Lirinha, sempre transitando no universo da literatura, música e teatro, além de participar da banda Cordel do Fogo Encantado, atuou em peças e filmes, assinou trilhas para espetáculos e filmes.Lavagem com Orquestra Águagbê (DF)Orquestra Aguagbê , criada por Júnia Cascaes, é mergulho profundo, encantaria de corpo e agbê, olhos e intuiçao abertos debaixo das belas águas do cerrado. Com canto e toques a orquestra e composta por um cortejo de 10 meninas que tocam, dançam, cantam e encantam com suas músicas autorias e de domínio público.Ganzoá (DF)O Núcleo de Capoeiragem Movimento Cultural Ganzoá, fundado em 20 de novembro de 2010 (dia da consciência negra), em Brasília, tem como referencia os mestres Jorge e mestre Danilo. Atualmente, participam como corpo docente do Núcleo os contramestres Cláudio Campos, Jú Trajano e Rodrigo Vila Isabel; os monitores Adão Cantador e Pedro Batuque, e os estagiários Adão Sangue Bom, Passarinho, Alessandra, Cris, Suzana. O Núcleo de Capoeiragem desenvolve atividades de capoeira em escolas públicas e privadas do DF e também em outros países: Polônia, Inglaterra e Pais de Gales. O Núcleo de Capoeiragem tem como proposta pedagógica, cultural e educacional por meio da capoeira, promover e difundir a capoeira como identidade cultural.Jurema Santa com Karynna Spinelli (PE)Parida pela boemia familiar e pelo batuque de raiz do Morro da Conceição, Karynna é abraçada por novos e antigos e se torna a maior representante do samba de raiz e dos sons de terreiro do Estado de Pernambuco. Considerada a Voz do Samba Pernambucano, Karynna Spinelli começa sua carreira solo em 2007 inspirada pela musicalidade e energia dos sambas de Terreiro e de Roda da periferia Pernambucana. Vem se dedicando com afinco ao samba de raiz e a todos os ritmos que permeiam estes ares. Com sotaque e timbre singulares, sua voz entoa canções próprias, de domínio público recolhidas e rearranjadas por ela, além de músicas de compositores consagrados da MPB.Jongo da Serrinha (RJ)O Jongo, também conhecido como caxambu e corimá, é uma dança brasileira de origem africana dançada ao som de tambores como o caxambú. É essencialmente rural e faz parte da cultura afro brasileira. Influiu poderosamente na formação do samba carioca, em especial, e da cultura popular brasileira como um todo. Com 40 anos de história, o Jongo da Serrinha é um dos mais tradicionais grupos de cultura do país. O grupo de Madureira foi fundado pelo Mestre Darcy e sua mãe, Vovó Maria Joana Rezadeira que, preocupados com a extinção do jongo na cidade, transformaram a antiga dança praticada nos quintais da Serrinha num espetáculo.Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF) Formado por importantes tradições, principalmente os Maracatus e o Cavalo-Marinho, o Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro traz um novo teatro de rua, unindo o terreiro e o picadeiro numa singular e moderna brincadeira - uma manifestação original de grande importância para renovação da cultura popular brasileira. O grupo, que há onze anos se juntou para criar uma brincadeira própria da cidade e fortalecer a cultura popular local, foi premiado pelo Ministério da Cultura em 2007 como grupo de cultura popular tradicional, reconhecimento conquistado pelo mérito dos trabalhos que desenvolve em todo Distrito Federal. Ballet Kafamba (Senegal)BALLET KAFAMBA é uma mistura de tambores africanos, canções e danças, com um conjunto instrumental e lírico. O grupo é fundado o Sr. Alassane Diallo, um famoso baterista senegalês & chorographer com base no Senegal - África Ocidental em 2005 e Diretor de AFRIKARTSPRODUCTIONS. Ballets é composto por vários artistas como dançarinos, percussionistas, cantores, acrobatas, spitters fogo e os músicos tradicionais. Os grupos da Companhia realizam danças africanas e percussão. O grupo apresenta também a história dos grandes reis africanos como: Soundjata, Chaka Zulu. Orquestra Alada (DF)A Orquestra Alada Trovão da Mata é uma brincadeira musical popular surgida em Brasília. Fruto do Centro Tradicional de Invenção Cultural e dos ensinamentos dos terreiros do Brasil, a Orquestra procura levar em suas apresentações a força do batuque para o imaginário da cidade. Com a criação e fusão de ritmos, como o maracatu e o samba pisado, a Orquestra abre caminhos para a alegria e o encantamento, tocando tambores, almas e corações.Samba de Roda do Gantois (BA)Samba de roda é uma variante musical mais tradicional do samba, originário do estado brasileiro da Bahia, surgindo provavelmente no século XIX.1O estilo musical normalmente é o afro-brasileiro , que é associado a uma dança, que por sua vez está ligada à capoeira. É tocado por um conjunto de pandeiro, atabaque, berimbau, viola e chocalho, acompanhado principalmente por canções e palmas. Oxum Pandá/ Alafin Oyó/ Ilê Obá (PE)Herdeiras da tradição Nagô, considerada uma das mais antigas e vivas culturas de origem africana nas Américas, o Terreiro Ilê Obá Aganjú Okoloyá, também reconhecido por Xangô de Mãe Amara.Afoxé Alafin OyóFundada em 02 de março de 1986 tem por principal objetivo repassar e preservar a Cultura Tradicional Pernambucana; em especial, a Cultura Negra. Ela é uma reverência a ancestralidade oyó. Trajas-se à moda africana – como a estética de todo Cortejo de Afoxé – e é responsável por um dos maiores repertórios de Afoxé do Estado de Pernambuco. A entidade se configura como um dos maiores expoentes da Cultura Negra local e em 2004 foi oficializada como um Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura; ou seja, um dos pontos (entidades) que perpetuam a identidade do povo brasileiro. Segundo Lepê Correa, e toda a trajetória da entidade, até os dias de hoje ela se mostra, em toda sua riqueza de valores, da seguinte forma: Oni ê ê Omo Afonjá Pela benção de Oxalá Alafin eu sou Ouvi o agogô no repique Ao som de atabaques Tocando ijexá Eu me animei e disse é agora Minha preta está na hora O Alafin já vem São muitos negros De encarnado e branco Pelas ruas de Olinda Vem para mais de cem É a cultura Que vem descendo a ladeira Despertou lá na Ribeira Pela força de Xangô. Oxum PandáUm grupo de amigos resolvem em janeiro de 1995, na cidade de Olinda-PE, fundar a ENTIDADE CULTURAL OXUM PANDÁ. Dedicando a oxum orixá da riqueza e fecundidade indumentados de amarelo e branco, os brilhantes do Afoxé Oxum Pandá costumam sair pelas ruas de Olinda e Recife cantando músicas em Português e também Yoruba, no ritmo Ijexá utilizando instrumentos de origem afro-brasileia). O Afoxé Oxum Pandá tenta através do seu espetáculo mostrar um pouco da magia que se encontra nos desfiles de AFOXÈS tanto em Salvador como em Recife e Olinda, formado por um corpo de ALABÊS, músicos de candomblé dentro dos preceitos religiosos afro-brasileiro e também contando com bailarinos de formação atestada por autoridades da dança popular em Pernambuco.Lucas dos Prazeres (PE)Nem só de eruditismo é feita uma orquestra. O músico Lucas dos Prazeres reuniu instrumentos percussivos como alfaias, ilús, congas, ajubês e agogôs para honrar as raízes afro na Orquestra dos Prazeres, projeto que recentemente conquistou o Prêmio Funarte de Arte Negra. Lucas e a Orquestra dos Prazeres é um projeto iniciado em 2010, fruto de uma equação que soma música, resgate da cultura popular e valorização da ancestralidade afro. A partir da união de vozes e instrumentos percussivos variados, a banda passeia pelo rico repertório de mestres e grupos étnicos, além das conhecidas cantigas de domínio popular, que até hoje são a porta de entrada para aqueles que desejam se aprofundar na pesquisa e perpetuação de nossas raízes. Espetáculo Pradarum com Gabi Guedes (BA) O projeto apresenta o trabalho autoral da grande banda de música instrumental “Pradarrum” encabeçada e dirigida pelo mestre de percussões Gabi Guedes, se apresentando pelas cidades de Salvador, Santo Amaro e Feira de Santana. O projeto da apresentação musical “Pradarrum” originou-se do trabalho de composição do músico – compositor – arranjador e pesquisador dos ritmos Gabi Guedes, baseados nos toques e ritmos tradicionais do Candomblé, ritmos esses que estão na base de muitos ritmos da música popular brasileira de hoje.Ilê Axé Oyá Bagan (DF)Para contemplar a presença dos terreiros de candomblé na programação da Escola Digital de Batuque Tradicional, o Ilê Axé Oyá Bagan ensina os ritmos tocados no xirê. O Xirê é uma festa pública de terreiro. Apresenta-se e canta-se para todos os orixás, homenageando-os e apresentando-se, pela dança e pelo canto, as diferenças e preferências de cada um deles. O terreiro é comandado por Mãe Baiana, acompanhada de membros de seu axé e as oficinas serão dadas pelo Ogan Luiz Alves. O momento pode ser favorável para estar em contato e conhecer melhor os belos ritmos dessa tradição de matriz africana.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.