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Realizar anualmente um Festival Itinerante de Percussão com reunião de artistas e grupos, populares e eruditos, voltados para a percussão sinfônica e popular. A partir da confluência de ritmos e de artistas, proporcionar uma programação relevante de percussionistas e criar um núcleo pedagógico onde alunos e mestres, incluindo o Grupo Martelo idealizador do festival, poderão se reunir na troca de saberes rítmicos.Propomos a realização de 12 shows, atividades pedagógicas diversas e imersivas durante dois dias e realização de aulas magnas e master classes para o público em geral.A primeira edição do Festival será em Pernambuco/Recife. Além do foco em percussão, o fesival também terá uma linha voltada para meio ambiente, e a cada edição trará um tema de discussão para que se incentive o engajamento em causas ambientais. Nesta primeira edição será tratada a poluição sonora com uma perspectiva prática sobre como a música e o ambiente sonoro se relacionam e de como cada um de nós poderá fazer a sua parte para diminuir o impacto da poluição sonora.
Estrutura da Programação do Festival · Aulas de percussão sinfônica – Clínica Sinfônica; · Vivências de percussão popular com os mestres locais; · Workshops – Gestão de Carreira; · Aulas Magnas; · Atividades Externas; · Master Classes; · Shows. Aulas – Clínica Sinfônica Serão ministradas pelos quatro integrantes do Grupo Martelo. A partir de audições nacionais (online) serão selecionados 20 alunos bolsistas. Cada integrante se encarregará por um grupo de cinco alunos e durante o Festival ministrará aulas de 1h30 no período da manhã. Obs.: as bolsas serão destinadas somente aos estudantes que não residirem da cidade de Recife. Vivências de Percussão Popular Serão conduzidas pelos mestres regionais convidados e/ou por um músico de relevância que esteja em consonância com o eixo curatorial do festival. O Grupo Martelo participará de todas as aulas de percussão popular. Nestas imersões, o mestre poderá discorrer sobre a sua formação artística, experiências, lutheria, composições e também propiciar experiências musicais com os alunos, para que possam aprender a tocar um determinado instrumento e também apreender sobre a música e ritmo regional. Os alunos regulares desta vivência serão os 20 bolsistas, podendo participar alunos ouvintes que tenham interesse no aprendizado. Workshop Gestão de Carreira Serão ministrados pelo Grupo Martelo workshops durante o Festival. Nesta atividade serão abordados diversos aspectos da gestão da carreira de um músico ou grupo. Master Class sobre RITMO Será ministrada pelo Grupo Martelo. Será uma aula aberta que atenderá os alunos bolsistas e qualquer pessoa que tenha interesse sobre o tema. Aulas Magnas 1 – Naná Vasconcelos Será apresentada a sua biografia musical e suas principais influências rítmicas. Será realizada com um palestrante que tenha profundo conhecimento sobre a obra de Naná Vasconcelos (a definir) e o Grupo Martelo fará as demonstrações rítmicas. 2 - Poluição Sonora Um brasileiro notável que pode palestrar sobre poluição sonora é José Eduardo Gonçalves, conhecido como Zé Eduardo, é um pesquisador e especialista em acústica e poluição sonora. Ele tem contribuído significativamente para a discussão sobre o impacto do ruído na saúde e bem-estar das pessoas, além de trabalhar em projetos que buscam soluções para a mitigação da poluição sonora em áreas urbanas. Sua experiência pode oferecer uma perspectiva informada e prática sobre como a música e o ambiente sonoro se relacionam. Haverá uma apresentação musical que integre elementos sonoros da natureza como gravações de ambientes naturais para que os participantes reflitam sobre a preservação desses sons e espaços. Atividades Externas "Caminhada sonora" em que os participantes explorem a cidade, ouvindo e registrando sons naturais e urbanos, promovendo uma conexão mais profunda com o ambiente ao seu redor, e encerrando com uma apresentação que reflete as experiências vívidas durante a atividade. Esta atividade será vinculada à aula magna sobre Poluição Sonora. Shows Intercâmbio entre lideranças culturais e artistas convidados. Serão apresentados 12 shows de sexta-feira a domingo, sendo que seis serão realizados em plateia fechada e seis serão para plateia aberta. Pretendemos realizar este festival é o Teatro Luiz Mendonça que fica o Parque Dona Lindú na orla de Recife. No entanto ainda não há como confirmar uma vez que não temos data certa para a realização. Seguem os artistas pré-selecionados, privilegiando artistas de Pernambuco, para este festival. São eles: Amaro Freitas Arco Musical Ari Colares Barabatuques Caito Marcondes Cordel do Fogo Encantado Duo Ello Flaira Ferro João Gomes Lan lan Lenine Nação Zumbi Paulinho Uakti Repercute – Duo de Percussão de Recife Robertinho Silva Siba Spok Frevo Zélia Duncan
Festival Itinerante de Percussão - FIPEncontro de Ritmos e Saberes" ConceitoConfluência rítmica e de saberes."Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender" - Paulo Freire.A essência do Grupo Martelo, idealizador do projeto, é a confluência de ritmos, e, a sua proposta para o Festival Itinerante de Percussão é ensinar e aprender simultaneamente.A partir da formação clássica e a experiência em orquestras, o grupo se propõe a ensinar a percussão sinfônica e a aprender e apreender os ritmos contemporâneos e populares a partir da convivência com os mestres locais da cidade escolhida para a realização do Festival.GRUPO MARTELOO grupo é composto por quatro músicos percussionistas profissionais.São eles: Danillo Vale, Leonardo Gorosito, Rafael Alberto e Rúben Zúñiga.O quarteto prima pelo propósito de oferecer ao público uma vivência musical imersiva no universo da percussão. As origens diversas dos integrantes garantem ao grupo uma assinatura musical única e performances eletrizantes.Segue um breve curriculum de cada integrante:Danilo ValleMúsico | Diretor TécnicoDanilo Valle é timpanista principal da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e atua frequentemente como músico convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e da Filarmônica de Minas Gerais.Foi timpanista da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo e integrou o naipe de percussão da Orquestra Experimental de Repertório. Integrou também o GPB (Grupo de Percussão do Brincante), Grupo Durum Percussão Brasil e o Grupo PIAP (Grupo de Percussão da UNESP).Estudou na ULM (atual EMESP), na Escola Municipal de Música de São Paulo e obteve seu bacharelado pela UNESP. Aperfeiçoou-se nos Estados Unidos, na Georgia University, com o timpanista Tim Adams.Leonardo GorositoMúsico | Diretor MusicalLeonardo Gorosito é timpanista e chefe de percussão da Orquestra Sinfônica do Paraná desde 2017. Desenvolve intensa atividade como compositor, arranjador e diretor musical de diversas produções brasileiras, incluindo espetáculos do multi- instrumentista Antônio Nóbrega.Ao lado de Rafael Alberto fundou o DESVIO, duo de percussão que já conta com dois álbuns lançados: Cancioneiro e Ritmos Brasileiros, este em parceria com a Orquestra Ouro Preto.Possui Bacharelado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), como aluno de John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella, e Mestrado em Percussão pela Yale University, sob a orientação do professor Robert Van Sice, onde também concluiu seu Diploma de Artista.Rafael AlbertoMúsico | Diretor ExecutivoRafael Alberto é Percussionista Principal da Filarmônica de Minas Gerais e músico da Orquestra Ouro Preto desde 2011. Atua frequentemente como solista de suas orquestras parceiras e também como camerista, ao lado da flautista Cássia Lima, com quem lançou uma gravação da História do Tango, de Astor Piazzolla.Juntamente com Leonardo Gorosito, fundou o DESVIO, duo dedicado a composição e execução de suas próprias peças. O grupo tem dois álbuns autorais lançados: o Ritmos Brasileiros, em parceria com a Orquestra Ouro Preto, e o Cancioneiro.Rafael Alberto estudou no Conservatório de Tatuí, na Universidade Estadual Paulista (Unesp) e obteve o seu mestrado na Stony Brook University, Estados Unidos. Atualmente cursa Especialização em Gestão com ênfase em Gestão de Projetos, na Fundação Dom Cabral.Rubén ZúñigaMúsico | Diretor ArtísticoPercussionista da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) desde 2011, Rubén se apresenta nos principais teatros ao redor do mundo, desde o Festival Hong Kong of Arts (China) até o Festival de Lucerna (Suíça). Além da Osesp, Rubén desenvolve um trabalho paralelo como vibrafonista e arranjador do Escualo Ensemble e também como percussionista do Percorso Ensemble.Estudou na Universidade do Chile, na Hochschule für Musik und Theather München, na Alemanha e se aperfeiçoou no Estados Unidos na Temple University e na Cleveland State University.Desde 2013, Rubén é artista internacional da Zildjian, Black Swamp Percussion e Vic Firth.Objetivo GeralRealizar um festival anual de percussão, que seja itinerante em diversos estados brasileiros. A cada ano será escolhido um estado brasileiro e os seus artistas locais. Além disso, o festival terá um forte cunho pedagógico que atenderá músicos jovens locais e de outros estados para que possam fazer uma imersão de aprendizado com músicos locais e com o Grupo Martelo. Também serão apresentados shows que reúnam artistas locais, alunos e atrações pertinentes de outros estados.Além do foco em percussão, o fesival também terá uma linha voltada para o meio ambiente, e a cada edição trará um tema de discussão para que se incentive o engajamento em causas ambientais. Objetivo EspecíficoO Objetivo do Festival é reunir artistas e grupos, populares e eruditos, voltados para a percussão sinfônica e popular, e, a partir da confluência de ritmos e de artistas, proporcionar uma programação relevante de percussionistas e criar um núcleo pedagógico onde alunos e mestres professores, incluindo o Grupo Martelo, ministrem aulas de percussão e criem uma apresentação que reúna alunos e mestres ao final do Festival.Considerando a riqueza de ritmos diversos do território brasileiro, a itinerância do Festival é premente e inclusiva, visto que há o objetivo de se fazer durante o Festival uma imersão no ritmo predominante de cada região.Eixo Curatorial cada edição do Festival terá um eixo que será o condutor da curadoria da programação artística e pedagógica. A partir da definição do eixo curatorial, será definida a cidade de realização, o artista homenageado e também o ritmo que será mais explorado no Festival.O eixo curatorial do Festival não precisa ser necessariamente um artista, poderá ser um instrumento, uma cidade, um ritmo, uma influência, um movimento artístico ou qualquer outro tema ou elemento relevante que sustente as programações pedagógicas e artísticas do Festival.Nesta primeira edição, o eixo curatorial do festival será a obra de Naná Vasconcelos, um músico percussionista extraordinário que se destacou pela sua versatilidade instrumental e a enorme capacidade de transitar em diversos gêneros da música nacional e internacional.Sobre o engajamento do projeto em meio ambiente, a intenção é colaborar trazendo de maneira contundente questões cotidianas que interferem de maneira direta e indireta na vida do ser humano e do planeta.Na primeira edição o tema será poluição sonora. Para tratar do assunto teremos a presença de um notável no assunto que explorará os efeitos negativos da poluição sonora e apresentará propostas de projetos para diminuir o impacto negativo da poluição, bem como iniciativas que as pessoas poderão colocar em prática no seu cotidiano trazendo a consciência de que cada um de nós deve ser responsável pela saúde do meio ambiente.Naná VasconcelosNaná Vasconcelos foi um dos mais influentes músicos e percussionistas brasileiros, conhecido por sua habilidade excepcional com a percussão e por sua contribuição para a música mundial. Nascido em 2 de agosto de 1944, em Pernambuco, Naná desenvolveu um estilo único que mesclava ritmos afro-brasileiros, jazz e música experimental, elevando a percussão a um novo patamar na música contemporânea.Sua obra é marcada pela inovação e pela busca de novas sonoridades, utilizando instrumentos como o berimbau, a cuíca e o pandeiro, além de sua voz expressiva. Ele colaborou com diversos artistas renomados, como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Pat Metheny, e sua estética musical influenciou gerações de músicos tanto no Brasil quanto no exterior.Naná Vasconcelos também foi um dos principais responsáveis por apresentar a riqueza da música brasileira para o mundo, participando de festivais internacionais e gravando álbuns que revelavam a diversidade cultural do Brasil. Sua obra transcende fronteiras, promovendo um diálogo intercultural que ajudou a consolidar a imagem da música brasileira como um patrimônio global.Naná Vasconcelos, ao longo de sua carreira, não apenas consolidou sua identidade como um mestre da percussão, mas também como um inovador que ampliou as fronteiras da música com a sua habilidade de combinar elementos tradicionais da música brasileira com influências de jazz, rock e música eletrônica elaborada em uma sonoridade única que ressoou com artistas de diversas partes do mundo. Além de seus álbuns solo, suas colaborações com músicos internacionais ajudaram a estabelecer um diálogo enriquecedor cultural, promovendo a música brasileira em palcos globais.Ele também foi um dos pioneiros na incorporação de elementos visuais em suas performances, transformando cada apresentação em uma experiência multisensorial. A busca incessante por novos ritmos e texturas fez de Naná um ícone não apenas no Brasil, mas em várias tradições musicais ao redor do mundo. Sua obra continua a inspirar novos talentos e trazer à luz a rica tapeçaria da música afro-brasileira.Naná Vasconcelos integrou a dança em suas performances de forma magistral, criando uma sinergia entre a música e o movimento. Ele frequentemente utilizava a dança não apenas como um complemento, mas como uma extensão de sua expressão musical. Os ritmos pulsantes que emanavam de seus instrumentos de percussão eram traduzidos em movimentos fluidos e coreografias que comunicavam emoções e contavam histórias.Seus shows muitas vezes incluíam dançarinos, que se moviam em harmonia com a música, ou mesmo ele próprio incorporando gestos e passos que enfatizavam a conexão entre som e movimento. Essa integração permitiu que o público não apenas ouvisse a música, mas também a visse e a sentisse, tornando cada apresentação um espetáculo completo. A dança, assim, se tornava uma linguagem visual que enriquecia a experiência musical e criava uma atmosfera de reunião e interação.Naná Vasconcelos realizou várias performances memoráveis ao longo de sua carreira, destacando-se pela sua originalidade e energia. Uma das mais icônicas foi sua apresentação no Festival de Montreux, onde sua fusão de ritmos brasileiros com jazz e improvisação deixou uma marca indelével na audiência. Outra performance notável foi a sua participação no álbum "The Way Up" de Pat Metheny, onde sua percussão trouxe uma nova dimensão à obra, sendo reconhecida como um dos pontos altos do projeto.Além disso, seus shows ao vivo no Brasil, especialmente durante o Carnaval, mostraram sua habilidade de envolver o público, transformando cada apresentação em uma celebração vibrante. A performance "Canto de Ossanha", que combina música e elementos visuais poderosos, também é lembrada como uma das mais impactantes, evidenciando sua capacidade de contar histórias através da música e da dança.Para a segunda edição, há a perspectiva de termos como eixo curatorial a obra de Hermeto Pascoal, e para a terceira edição a confluência de ritmos africanos na música brasileira. A confirmar.Estrutura da Programação do Festival · Aulas de percussão sinfônica _ Clínica Sinfônica;· Vivências de percussão popular com os mestres locais;· Workshops _ Gestão de Carreira;· Aulas Magnas;· Atividades Externas;· Master Classes;· Shows.Aulas _ Clínica SinfônicaSerão ministradas pelos quatro integrantes do Grupo Martelo.A partir de audições nacionais (online) serão selecionados 20 alunos bolsistas.Cada integrante se encarregará por um grupo de cinco alunos e durante o Festival ministrará aulas de 1h30 no período da manhã.Obs.: as bolsas serão destinadas somente aos estudantes que não residirem da cidade de Recife.Vivências de Percussão PopularSerão conduzidas pelos mestres regionais convidados e/ou por um músico de relevância que esteja em consonância com o eixo curatorial do festival.O Grupo Martelo participará de todas as aulas de percussão popular.Nestas imersões, o mestre poderá discorrer sobre a sua formação artística, experiências, lutheria, composições e também propiciar experiências musicais com os alunos, para que possam aprender a tocar um determinado instrumento e também apreender sobre a música e ritmo regional.Os alunos regulares desta vivência serão os 20 bolsistas, podendo participar alunos ouvintes que tenham interesse no aprendizado.Workshop Gestão de CarreiraSerão ministrados pelo Grupo Martelo workshops durante o Festival.Nesta atividade serão abordados diversos aspectos da gestão da carreira de um músico ou grupo.Master Class sobre RITMOSerá ministrada pelo Grupo Martelo.Será uma aula aberta que atenderá os alunos bolsistas e qualquer pessoa que tenha interesse sobre o tema.Aulas Magnas1 _ Naná VasconcelosSerá apresentada a sua biografia musical e suas principais influências rítmicas.Será realizada com um palestrante que tenha profundo conhecimento sobre a obra de Naná Vasconcelos (a definir) e o Grupo Martelo fará as demonstrações rítmicas.2 - Poluição Sonora Um brasileiro notável que pode palestrar sobre poluição sonora é José Eduardo Gonçalves, conhecido como Zé Eduardo, é um pesquisador e especialista em acústica e poluição sonora. Ele tem contribuído significativamente para a discussão sobre o impacto do ruído na saúde e bem-estar das pessoas, além de trabalhar em projetos que buscam soluções para a mitigação da poluição sonora em áreas urbanas. Sua experiência pode oferecer uma perspectiva prática sobre como a música e o ambiente sonoro se relacionam.Haverá uma apresentação musical que integre elementos sonoros da natureza como gravações de ambientes naturais para que os participantes reflitam sobre a preservação desses sons e espaços.Atividades Externas"Caminhada sonora" em que os participantes explorem a cidade, ouvindo e registrando sons naturais e urbanos, promovendo uma conexão mais profunda com o ambiente ao seu redor, e encerrando com uma apresentação que reflete as experiências vívidas durante a atividade.Esta atividade será vinculada à aula magna sobre Poluição Sonora.ShowsIntercâmbio entre lideranças culturais e artistas convidados. Serão apresentados 12 shows de sexta-feira a domingo, sendo que seis serão realizados em plateia fechada e seis serão para plateia aberta.Pretendemos realizar este festival é o Teatro Luiz Mendonça que fica o Parque Dona Lindú na orla de Recife. No entanto ainda não há como confirmar uma vez que não temos data certa para a realização.Será realizado um show em São Paulo ao final do festival. O Espaço previsto é a Sala CCR - anexo da Sala São Paulo.Seguem os artistas pré-selecionados, privilegiando artistas de Pernambuco, para este festival.São eles:Amaro FreitasArco MusicalAri ColaresBarabatuquesCaito MarcondesCordel do Fogo EncantadoDuo ElloFlaira FerroJoão GomesLan lanLenineNação ZumbiPaulinho UaktiRepercute _ Duo de Percussão de RecifeRobertinho SilvaSibaSpok FrevoZélia Duncan PÚBLICOO público deste festival será diverso e inclusivo.Somente para as aulas formais de percussão teremos um público específico de estudantes de música, os 20 bolsistas, para as demais atividades como aulas magnas e shows, o público será diverso e sem pré-seleção.Todos os ingressos serão gratuitos.É esperado um público de 20.000 pessoas considerando que seis shows serão realizadas em área aberta que comporta em torno de 4.000 pessoas.
A valorização da percussão na música brasileira ainda é fragmentada e pouco institucionalizada, com grandes mestres da tradição oral tendo pouco acesso a reconhecimento, documentação e transmissão de seu conhecimento para novas gerações. Além disso, jovens percussionistas encontram desafios para se profissionalizar, integrando saberes populares e eruditos de maneira sustentável.O Festival Itinerante de Percussão, idealizado pelo Grupo Martelo, propõe um espaço de aprendizado colaborativo onde todos são aprendizes _ mestres, artistas, alunos e o público. Com uma abordagem itinerante, o festival promove encontros entre tradições, fomenta a profissionalização de jovens músicos e fortalece manifestações culturais locais.Resultados esperados em curto e médio prazo1. Capacitação de jovens percussionistas de todo o Brasil, fortalecendo suas trajetórias profissionais. 2. Maior reconhecimento e valorização das manifestações culturais locais. 3. Intercâmbio de conhecimento entre tradição oral e práticas contemporâneas. 4. Ampliação da rede de artistas, educadores e gestores culturais envolvidos com a percussão. 5. Engajamento do público na diversidade da percussão brasileira. Resultados esperados em longo prazo1. Fortalecimento da percussão como elemento identitário da cultura brasileira. 2. Consolidação de um modelo de festival itinerante que gera impacto cultural e social nas cidades por onde passa. 3. Criação de uma rede de mestres e aprendizes, garantindo a continuidade e inovação das práticas percussivas. 4. Maior inserção da percussão brasileira no cenário internacional, ampliando oportunidades para artistas e educadores. A realização do Festival Itinerante de Percussão (FIP) é relevante por diversas razões, que abrangem aspectos culturais, educacionais e sociais:Valorização da Percussão: O festival destaca a importância da percussão na música brasileira, um elemento fundamental da nossa identidade cultural que, muitas vezes, é subestimado ou fragmentado. Ao promover a percussão, o festival contribui para o reconhecimento e valorização desse importante patrimônio musical.Promoção da Diversidade Cultural: O FIP reúne ritmos e estilos variados, refletindo a rica diversidade cultural do Brasil. Essa confluência de ritmos permite que diferentes tradições se encontrem e se dialoguem, enriquecendo o cenário musical e cultural.Educação e Capacitação: Através de aulas, workshops e imersões com mestres locais, o festival oferece oportunidades de aprendizado para jovens percussionistas e artistas. Essa capacitação é essencial para a formação de novas gerações de músicos, garantindo a continuidade das tradições percussivas.Intercâmbio de Saberes: O festival possibilita um intercâmbio valioso entre mestres e alunos, entre o conhecimento popular e erudito. Essa troca de experiências enriquece tanto os ensinamentos quanto as práticas musicais, promovendo uma aprendizagem colaborativa.Fortalecimento das Comunidades Locais: Ao ser realizado em diferentes cidades, o festival incentiva a valorização das culturas locais e estimula a economia criativa. Ele promove a interação entre artistas, educadores e o público, fortalecendo laços comunitários e culturais.Impacto Social: O FIP visa não apenas o aprendizado musical, mas também a inclusão social. Ao engajar jovens e comunidades no processo criativo, o festival contribui para o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes, ampliando suas perspectivas.Consolidação de Redes: A criação de uma rede de mestres, alunos e artistas fortalece a cena percussiva no Brasil, permitindo a continuidade e inovação das práticas culturais. Essa rede é crucial para o suporte mútuo e o crescimento profissional dos envolvidos.Engajamento em Meio Ambiente: Exposição de temas relacionados ao meio ambiente propiciando as pessoas a consciência ambiental. É fundamental chamar à razão a responsabilidade pessoal que devemos ter em relação à saúde do planeta e do ser humano.Em suma, o Festival Itinerante de Percussão é uma plataforma essencial para a promoção e valorização da rica herança percussiva do Brasil, contribuindo significativamente para a educação, cultura e desenvolvimento social.
Estrutura da Programação do Festival · Aulas de percussão sinfônica – Clínica Sinfônica; · Vivências de percussão popular com os mestres locais; · Workshops – Gestão de Carreira; · Aulas Magnas; · Atividades Externas; · Master Classes; · Shows. Aulas – Clínica Sinfônica Serão ministradas pelos quatro integrantes do Grupo Martelo. A partir de audições nacionais (online) serão selecionados 20 alunos bolsistas. Cada integrante se encarregará por um grupo de cinco alunos e durante o Festival ministrará aulas de 1h30 no período da manhã. Obs.: as bolsas serão destinadas somente aos estudantes que não residirem da cidade de Recife. Vivências de Percussão Popular Serão conduzidas pelos mestres regionais convidados e/ou por um músico de relevância que esteja em consonância com o eixo curatorial do festival. O Grupo Martelo participará de todas as aulas de percussão popular. Nestas imersões, o mestre poderá discorrer sobre a sua formação artística, experiências, lutheria, composições e também propiciar experiências musicais com os alunos, para que possam aprender a tocar um determinado instrumento e também apreender sobre a música e ritmo regional. Os alunos regulares desta vivência serão os 20 bolsistas, podendo participar alunos ouvintes que tenham interesse no aprendizado. Workshop Gestão de Carreira Serão ministrados pelo Grupo Martelo workshops durante o Festival. Nesta atividade serão abordados diversos aspectos da gestão da carreira de um músico ou grupo. Master Class sobre RITMO Será ministrada pelo Grupo Martelo. Será uma aula aberta que atenderá os alunos bolsistas e qualquer pessoa que tenha interesse sobre o tema. Aulas Magnas 1 – Naná Vasconcelos Será apresentada a sua biografia musical e suas principais influências rítmicas. Será realizada com um palestrante que tenha profundo conhecimento sobre a obra de Naná Vasconcelos (a definir) e o Grupo Martelo fará as demonstrações rítmicas. 2 - Poluição Sonora Um brasileiro notável que pode palestrar sobre poluição sonora é José Eduardo Gonçalves, conhecido como Zé Eduardo, é um pesquisador e especialista em acústica e poluição sonora. Ele tem contribuído significativamente para a discussão sobre o impacto do ruído na saúde e bem-estar das pessoas, além de trabalhar em projetos que buscam soluções para a mitigação da poluição sonora em áreas urbanas. Sua experiência pode oferecer uma perspectiva informada e prática sobre como a música e o ambiente sonoro se relacionam. Haverá uma apresentação musical que integre elementos sonoros da natureza como gravações de ambientes naturais para que os participantes reflitam sobre a preservação desses sons e espaços. Atividades Externas "Caminhada sonora" em que os participantes explorem a cidade, ouvindo e registrando sons naturais e urbanos, promovendo uma conexão mais profunda com o ambiente ao seu redor, e encerrando com uma apresentação que reflete as experiências vívidas durante a atividade. Esta atividade será vinculada à aula magna sobre Poluição Sonora. Shows Intercâmbio entre lideranças culturais e artistas convidados. Serão apresentados 12 shows de sexta-feira a domingo, sendo que seis serão realizados em plateia fechada e seis serão para plateia aberta. Pretendemos realizar este festival é o Teatro Luiz Mendonça que fica o Parque Dona Lindú na orla de Recife. No entanto ainda não há como confirmar uma vez que não temos data certa para a realização. Seguem os artistas pré-selecionados, privilegiando artistas de Pernambuco, para este festival. São eles: Amaro Freitas Arco Musical Ari Colares Barabatuques Caito Marcondes Cordel do Fogo Encantado Duo Ello Flaira Ferro João Gomes Lan lan Lenine Nação Zumbi Paulinho Uakti Repercute – Duo de Percussão de Recife Robertinho Silva Siba Spok Frevo Zélia Duncan
Núcleo Pedágógico- Aulas formais de percussão sinfônica e popular Duração de cada aula 2h30- Aulas MAgnas e MAster ClassesDuração de 1h30 a 2h- Vivências e ou rodas de converasDuração de 2h a 3hNúcleo artístico- ShowsDuração de 1h30 a 2h
Acessibilidade- O teatro escolhido possui rampas para acesso - As aulas magnas e a master class e terão tradução em libras
Todo o Festival terá acesso gratuuito, tanto para os shows quanto para as aulas magnas e master class. As aulas formais de percussão e para ouvintes também terão acesso gratuito.
Idealização do Projeto - Grupo MarteloDireção geral e produção executiva - Nuñez Núñez Gestão de ProjetosDireção Artísitica - Grupo MarteloDireção Pedagógica - Grupo Martelo
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.