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O projeto visa a realização do "Festival Ubuntu Brasil - África", de abrangência nacional, com intercâmbio de África com o Brasil e reunindo artistas e empreendedores criativos voltados para a tradição afro-brasileira e para a cultura periférica, nas áreas de literatura; ritmos - corpo; ritmos - som e voz; artes manuais, plásticas e visuais; audiovisual e novas tecnologias; hip hop; e teatro.
Sinopse/release: O Festival Ubuntu Brasil - África tem como tema “o encontro da África com o Brasil” e busca dar visibilidade à cultura produzida nas periferias do Brasil, com apresentações nas cidades de São Paulo/SP e Salvador/BA, em 7 áreas da economia criativa (literatura; audiovisual e novas tecnologias; ritmos - corpo; ritmos - som e voz; artes manuais, plásticas e visuais; teatro; e hip hop). Para cada eixo estão previstas 3 apresentações, que estarão na programação do festival, e 2 oficinas, por cidade. O Festival terá realização de 3 (três) dias - em datas a definir - na cidade de São Paulo/SP e 3 (três) dias na cidade de Salvador/BA, sendo que as atividades contarão com apresentações gratuitas e abertas ao público, em programação a ser publicada após seleção dos artistas contemplados. O Festival também terá a presença de um artista especialmente convidado e oriundo de um país africano e de um artista brasileiro que será enviado a um país africano, a serem definidos pela equipe de curadoria e artística do Festival.
OBJETIVO GERAL: O projeto tem como objetivo central a realização do Festival Ubuntu Brasil - África, com abrangência nacional e apresentações nas cidades de São Paulo/SP e Salvador/BA, contemplando sete eixos da economia criativa (literatura; artes manuais, plásticas e visuais; música; dança; audiovisual e novas tecnologias; hip hop; e teatro), possibilitando o acesso à arte e à cultura produzidas nas periferias do país, além de reflexões sobre a filosofia Ubuntu e do intercâmbio com a arte do continente africano. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Para alcançar o propósito geral da realização do Festival Ubuntu Brasil - África, celebrar as origens ancestrais de nosso povo, seus fazeres e criações, e valorizar a luta histórica e a resistência cultural do povo preto, miscigenado e periférico, algumas ações e objetivos específicos estão no foco da atenção dos organizadores: - Estabelecer e fortalecer parcerias entre os agentes culturais para a curadoria, por meio da contratação de 7 curadores (1 por eixo) por cidade, no total de 14 curadores, e a condução das atividades nas suas áreas artísticas de atuação; - Realizar um chamamento público por meio de edital para participação no festival, contemplando, e premiando com cachê de apresentação, 42 propostas, distribuídas nos 7 eixos da economia criativa (literatura, artes manuais e visuais, música, dança, audiovisual e novas tecnologias, hip hop e teatro), sendo 3 apresentações por eixo em cada cidade; - Realizar 28 oficinas distribuídas nos 7 eixos da economia criativa definidas no festival (literatura, artes manuais e visuais, música, dança, audiovisual e novas tecnologias, hip hop e teatro), sendo 2 oficinas por eixo em cada cidade. Cada oficina será oferecida para um público aproximado de 20 (vinte) pessoas, totalizando 560 (quinhentos e sessenta) pessoas atendidas nas oficinas do festival; - Convidar 1 (um) artista de um país africano de língua portuguesa para participar do Festival - com uma apresentação e uma oficina em São Paulo e uma apresentação e uma oficina em Salvador, totalizando 4 (quatro) atividades presenciais -, de modo a promover o intercâmbio entre as duas culturas; - Enviar 1 (um) artista brasileiro, selecionado pela direção artística do Festival, para uma cidade de um país africano; sendo esse artista responsável por fazer 2 (duas) apresentações e 2 (duas) oficinas, totalizando 4 (quatro) atividades presenciais, de modo a representar o festival e a promover o intercâmbio de informações e práticas artísticas entre os dois países; - Realizar 6 (seis) dias de Festival, sendo 3 (três) na cidade de São Paulo/SP e 3 (três) na cidade de Salvador/BA, em espaço com capacidade média de 500 (quinhentos) lugares, totalizando um alcance aproximado de 4.000 (quatro mil) pessoas e democratizando o acesso às apresentações, que serão abertas ao público e gratuitas; - Realizar 4 (quatro) mesas de debates com a presença da direção artística, da direção geral, curadoria e de outros participantes do Festival, sendo 2 (duas) na cidade de São Paulo/SP e 2 (duas) na cidade de Salvador/BA, envolvendo temas relacionados à produção cultural nas periferias de São Paulo e de Salvador, à presença africana na formação da identidade brasileira e à defesa da Filosofia Ubuntu para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. As 4 (quatro) mesas de debates serão gratuitas e abertas ao público, em espaço com capacidade média de 100 (cem) lugares, totalizando 400 (quatrocentas) pessoas atendidas.
O Festival Ubuntu busca promover a união e a solidariedade e festejar a diversidade e a potência cultural de nosso povo. Entendemos que, entre os valores necessários para a construção da identidade nacional, e para a cultura de paz, está o que defende a filosofia "ubuntu", oriunda do continente africano, e que pode ser traduzida pelas frases "Sou porque nós somos" e "Meu bem-estar mantém estreita conexão com o bem-estar do outro, dos outros". O evento é um festival de múltiplas linguagens, de acesso gratuito e aberto, tendo como tema central "o encontro da África com o Brasil", e busca promover o desenvolvimento da arte e da cultura nas periferias do país. A diretoria artística, juntamente com a equipe de curadores, seleciona - por meio de edital de chamamento público, no caso das apresentações, e convite, no caso das oficinas - trabalhos de artistas periféricos para serem apresentados em espaços culturais da periferia dos municípios associados ao projeto. Na presente proposta, o festival busca promover a filosofia Ubuntu e a arte produzida nas periferias do país, com apresentações nas cidades de São Paulo/SP e de Salvador/BA, além do intercâmbio cultural, mediante convite a um artista do continente africano para participação no evento no Brasil, e do envio de artista brasileiro, também mediante convite, para uma cidade de um país africano. O festival é dividido em 7 (sete) eixos da economia criativa: audiovisual e novas tecnologias; literatura; ritmos - som e voz; ritmos - corpo; artes plásticas, visuais e manuais; teatro; e hip hop. Para cada eixo serão selecionadas 3 (três) apresentações e oferecida 2 (duas) oficinas, por cidade atendida, num total de 70 (setenta) propostas artísticas contempladas. Além disso, serão realizadas 4 (quatro) mesas de debates (duas por cidade), sobre os temas que permeiam o Festival. Inaugurado, de forma independente, em 20 de novembro de 2018, Dia da Consciência Negra, em São Paulo/SP; realizado, numa segunda edição, durante a pandemia da Covid-19, em versão totalmente online, no primeiro semestre de 2021; teve o seu retorno à modalidade presencial em novembro de 2022, na 3ª edição, com projetos oriundos da Grande São Paulo. Em novembro do corrente ano de 2023, no Centro de Culturas Negras - CCN, realiza a 4ª edição, com artistas da periferia do estado de São Paulo, e traz como novidades a divisão do eixo Ritmos (Ritmos - som e voz; Ritmos - corpo), por ser este um setor artístico com muitas inscrições nas edições anteriores, e o deslocamento de Gastronomia (que correspondia a um eixo, mas com menos inscrições) para atividades e registros complementares ao evento. A conscientização sobre a história e a contribuição da população negra para a formação da miscigenação do povo brasileiro é altamente relevante para a construção de uma poética/política cultural que leve em consideração a realidade social e econômica da população periférica, sendo que é nas periferias que vivem os descendentes de pessoas transportadas de África para nosso país. E ainda que, no Brasil, a definição de etnia se dê por autodeclaração e não seja possível definir com máxima objetividade esse aspecto dos participantes do Festival, podemos afirmar que, nas edições anteriores, o evento contou com a participação majoritária de negros em, no mínimo, 90% dos selecionados e da equipe do Festival. A relevância da continuidade da realização de projetos como este está relacionada justamente a esta inserção, nos setores da economia criativa, dos trabalhadores, das famílias e dos fazedores de cultura periféricos. Serão premiados financeiramente, no Festival Ubuntu Brasil - África, 70 (setenta) projetos de regiões periféricas, entre oficinas e apresentações. Todas as ações do Festival acontecerão no formato presencial, em datas a definir, em São Paulo/SP, cidade que tem entre seus moradores pessoas oriundas do nordeste brasileiro e/ou seus descendentes, e em Salvador/BA, cidade onde os debates em torno dos desafios enfrentados pela população negra e periférica bem como a valorização de sua cultura continuam imprescindíveis. As ações serão distribuídas em regiões periféricas, descentralizando a oferta, ao mesmo tempo que promove a itinerância do Festival por mais locais, por meio de oficinas e de apresentações artísticas com temática e prática artística próprias da periferia e vinculadas à formação cultural do povo brasileiro. A Lei Federal de Incentivo à Cultura se faz necessária e extremamente importante para a consolidação de uma cadeia produtiva que envolve toda a comunidade e o entorno, oferecendo subsídios e financiamento para que as ações realizadas tenham projeção, fortaleçam a comunidade e alcancem novos públicos, além de contribuir para a geração de novos postos de trabalho, desenvolvimento do turismo local e regional, aquecimento da economia local pela circulação de pessoas e mercadorias, e da promoção e valorização da cultura periférica. O projeto se enquadra, portanto, nos incisos dos artigos citados abaixo, em conformidade com o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
PRODUTO FESTIVAL Trata-se de um Festival Multicultural que é realizado em 6 (seis) dias, sendo 3 (três) dias em São Paulo/SP e 3 (três) dias em Salvador/BA, contando com 3 (três) apresentações de cada um dos 7 (sete) eixos da economia criativa por cidade. FORMATO DE SELEÇÃO A seleção dos projetos para participação no Festival Ubuntu se dará por meio de chamamento público via edital, seguido de processo de curadoria em cada um dos setores indicados, sendo que os responsáveis pela curadoria são artistas reconhecidos, com experiência e conhecimentos comprovados, em suas respectivas áreas de atuação. Para permitir a ampla participação dos artistas das periferias do Brasil, será divulgado link para envio dos projetos. Os curadores farão a análise dos materiais apresentados. A divulgação da programação será realizada após a seleção estar concluída. EIXOS DO FESTIVAL Audiovisual e Novas Tecnologias: Este eixo abrange as atividades ligadas à associação de som e imagem e suas correlações, por meio de produções ficcionais e não-ficcionais, tais como: artísticas, documentais, institucionais, jornalísticas etc. Poderão participar da seleção curtas e médias metragens (de até 30 minutos), desenvolvedores de games, animação, aplicativos para celulares e tablets que tenham recorte e/ou temática cultural, vídeo-arte, fotografia, arte interativa e jogos digitais. Literatura: Neste eixo podem se inscrever autores de contos, crônicas, poesia e/ou demais gêneros literários; administradores de sebos, bibliotecas, lojas de livros e pequenos empreendimentos/projetos relacionados à literatura que promovam o estímulo à leitura. Artes visuais, plásticas e manuais: Neste eixo podem se inscrever artesãos, desenhistas, fotógrafos, pintores, escultores, caricaturistas, costureiras, cenógrafos, figurinistas, bordadeiras e todos os profissionais que desempenham atividades artísticas relacionadas às artes visuais, plásticas e manuais. Hip Hop: Este eixo é destinado à participação de artistas/promotores do segmento Hip Hop, tais como: grafiteiros, dançarinos, rappers/MCs e DJs. Ritmos - som e voz: Este eixo é destinado à participação de músicos, cantores, grupos vocais e bandas ou conjuntos musicais e instrumentistas que atuam em manifestações culturais tradicionais e/ou contemporâneas e demais artistas da expressão vocal não contemplados nos eixos anteriores. Ritmos - corpo: Este eixo é destinado à participação de bailarinos, dançarinos e capoeiristas que atuam em manifestações culturais tradicionais e/ou contemporâneas e demais artistas da expressão corporal não contemplados nos eixos anteriores. Teatro: Neste eixo podem ser inscritos projetos relacionados a esquetes teatrais, contação de histórias, humorísticos, teatro de bonecos, fantoches, musicais, leituras dramáticas, monólogos, performances e outras expressões do Teatro. BENEFICIÁRIOS DO PRODUTO O Festival Ubuntu Brasil - África é um festival dedicado ao público da periferia, de modo que as atrações visam incentivar a produção local, estimulando os fazedores e fazedoras de cultura, mas, também, incentivar os moradores da comunidade a visitarem os equipamentos locais para consumir a produção disponibilizada de forma ampla e gratuita e terem acesso a produções culturais feitas por artistas periféricos de outros locais. PROGRAMAÇÃO E PÚBLICO TOTAL ESTIMADO: A programação será organizada a partir dos projetos selecionados, portanto, não é possível prevê-la antecipadamente.
Acreditamos que a acessibilidade é uma forma de promover a inclusão e a diversidade, enriquecendo a experiência de todos os participantes do Festival Ubuntu Brasil - África. Deste modo, o envolvimento ativo de toda a equipe do festival está no sentido de fomentar relevantes e essenciais iniciativas de acessibilidade, tais como: Produto: Festival/Mostra Área: Artes Cênicas Segmento: Teatro MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. Os locais escolhidos para a realização da programação do festival contarão com adequações arquitetônicas e instalações adequadas para atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, o disposto na legislação vigente. Item do orçamento: não se aplica, pois os locais escolhidos para a realização já contarão com essa estrutura. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição. Para as apresentações de Teatro, de Literatura e de Música, isto é, que possuem falas e músicas tocadas ao vivo, será reservado local apropriado para acomodação de deficiente visual e acompanhante na plateia em todas as apresentações da programação com recurso de audiodescrição. Item do orçamento: narrador de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. Será contratado intérprete de LIBRAS para as apresentações e todo material produzido em vídeo terá legenda. Item do orçamento: intérprete de libras. Em cumprimento ao artigo 42 da IN Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025: Todas as ações de comunicação e divulgação do projeto, contarão com linguagem acessível, disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.
O presente projeto prevê acesso 100% gratuito a todas as suas atividades, promovendo a fruição de bens, produtos e serviços culturais. Em conformidade com a IN 23/2025 e às suas medidas complementares, conforme art. 47, o projeto prevê: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; • Haverá uma ampla comunicação através da imprensa a fim de garantir a participação dos veículos de comunicação da televisão aberta brasileira. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; • Serão realizadas oficinas em todos os eixos contemplados na edição do Festival (literatura; audiovisual e novas tecnologias; teatro; ritmos - corpo; ritmos - som e voz; artes manuais, plásticas e visuais; e hip hop), sendo disponibilizadas 20 (vinte) vagas por oficina, totalizando 560 (quinhentos e sessenta) vagas. VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.
O proponente será responsável pela Direção Geral e Coordenação Administrativo-Financeira do projeto, além de conduzir todo o processo de tomada de decisões, orientando a equipe nas diversas tarefas que envolvem a realização do Festival. Nome: Versa Cultural Função: Direção Geral / Coordenação Administrativo-Financeira Currículo: VERSA CULTURAL é uma empresa especializada em planejamento, produção e gestão administrativa de projetos de diferentes áreas e segmentos da cultura, como música, artes cênicas, artes plásticas, audiovisual e literatura. Fundada em 2012 por Amanda Leones, a VERSA objetiva promover o desenvolvimento e a difusão da cultura brasileira em suas diferentes manifestações, e esteve à frente de projetos nos mais diversos portes e formatos, e nos mais diversos espaços. Com um portfólio que demonstra a atenção a uma grande variedade de temas e a diferentes graus de complexidade de propostas artísticas, a VERSA tem se voltado também, nos últimos anos, para a elaboração e o acompanhamento administrativo de projetos que abarcam múltiplas linguagens. É o caso da produção executiva dos projetos culturais que a empresa realizou junto à Fundação Brasil Meu Amor, desde o ano de, abrangendo turnês, exposições, espetáculos musicais e produções audiovisuais e literárias. A experiência trazida pela atuação em diversos setores da cultura, aliada ao objetivo de contribuir para o desenvolvimento da cultura brasileira, possibilitou que a VERSA reunisse, em um evento amplo e abrangente, diferentes eixos da economia criativa, criando o FESTIVAL UBUNTU. Em seu portfólio, encontra-se uma grande diversidade de áreas e projetos culturais. Em 2012 estreou o espetáculo “A Jornada de Orfeu”, da Cia. Coexistir, pioneiro no Brasil por cumprir temporadas em um Cemitério da capital paulista (2012 a 2014); realizou também a produção administrativa dos musicais “Chaplin” (2015/2018), “Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos” (2015/2016), “Divas” (2016), "Cazuza - Pro dia nascer feliz" (2019), “Aladdin” (2019), e do show circense “Banquete”, realizado no Burlesque Paris 6 By Night (2016/2017); a gestão administrativa dos espetáculos “A Cabala do Dinheiro” (2017), “Jardim de Inverno” (2019), AMIGO (2022), do Documentário “Picuruta” (2017) e da série "Jornada Dupla" (2019/2020), veiculada no Canal Off; a produção geral dos espetáculos “Das Dores – Suíte Strindberg” (2021/2017), da Epifania Cia. de Teatro e “Dioniso – A Vida Indestrutível” (2017), da Cia. Coexistir, novamente “Jardim de Inverno” (2022), dentre outros projetos realizados. A VERSA realizou também a direção executiva dos projetos culturais da Fundação Brasil Meu Amor, estando à frente da produção das turnês, exposições, espetáculos, produções audiovisuais e literárias. Nome: Mônica Augusto Função: Direção Artística Currículo: Fundadora da Cia. Dual, Mônica Augusto é diretora, dramaturgista e intérprete deste núcleo artístico. Dirigiu os espetáculos “Linha Vermelha” (2021), “Tropeiro” (2020) e o filme “Pavão Misterioso” (2021). Além da Dual, dirigiu os espetáculos “Entre Cy” (Grupo Saga, 2022) e "Degola" (2019, apresentado no projeto "Aquilombar Ocupação Preta”, do Sesc Pompeia). Foi assistente de direção dos espetáculos Tríptico Sertanejo (2018) e “Chulos” (2017, indicado a melhor espetáculo pelo prêmio APCA e pelo Prêmio Bravo!), ambos pela Cia. Dual. Mônica Augusto é formada pelos cursos de Comunicação das Artes do Corpo (PUC/SP-2007), pela Escola de Artes Dramáticas (ECA USP, 2018) e pelo Núcleo Experimental do SESI SP (2012). Em 2012 realizou residência artística em Pádova, na Itália, no Programa “Vocis Motus”, coordenado por Sabine Ulitz. Como INTÉRPRETE EM DANÇA fez parte do Coletivo MR (2006 a 2009), direção de Luís Ferron, e do espetáculo “Formas, mil outros lados”, sob direção de Zélia Monteiro. Dirigiu e atuou nos espetáculos “Das Coisas Nascem Coisas” (2010), e “Pequenas Brechas” (2011), ambos contemplados pelo edital Novos Coreógrafos, do Centro Cultural São Paulo. Integrou a Cia. Os Crespos, junto à qual realizou o filme-espetáculo "Dois Garotos que se afastaram demais do Sol" (2020-21), direção de Lucélia Sergio e Cibele Appes ; Cia. de Teatro Fábrica São Paulo (2004 a 2009) e o Núcleo Experimental do SESI SP (2011, direção de Ruy Cortez e Ondina Clais). Atuou também nos espetáculos “Na Solidão dos Campos de Algodão” (2014), direção de Isabel Setti; “(.)Fatzer- um estudo” (2015), de Cristiane Paoli Quito; e “A Visita da velha senhora” (2015), direção de Celso Frateschi. Em 2022 estreou na Band o programa humorístico “Nois na Firma” com a personagem Marta Lúcia. No audiovisual, participou de temporadas da série “3%”, “Cidades visíveis” e “De volta aos 15”, e no cinema participou dos filmes “10 horas para o Natal” (dir. Chris D’Amato) e “Papai é pop” (dir. Caio Ortiz). Atualmente está dirigindo o novo espetáculo da Cia. Dual; é atriz convidada da Cia. La Mínima no espetáculo “Divina Farsa”. Atuou também como preparadora corporal, provocadora cênica e dramaturgista nos trabalhos “A Torre” (Estudio Aya+), “Vórtice” (Vicente Martos), “Negaça” (Urubatan Miranda) e “Bruta” (Fernarda Machado). Foi artista educadora na SP Escola de Teatro e em diversos projetos culturais e sociais (entre os quais se destacam o projeto Fábricas de Cultura e o Programa Vocacional). Nome: Luana Costa Gonçalves Função: Coordenadora de Projeto Currículo: Produtora, gestora cultural e atriz, graduada em Ciências Contábeis, e com formação em Artes Cênicas, possui especialização em Gestão Cultural: Cultura, desenvolvimento e mercado. Atua como produtora independente na elaboração e gestão de projetos em leis de incentivo, editais, convênios públicos e produção cultural desde 2010. Atualmente desenvolve gerência de projetos pela Versa Cultural, e também é artista-administradora na Lua Produções Artísticas, tem em seu portfólio a realização de projetos de espetáculos, exposições, musicais e audiovisual. Atuou na produção executiva e apresentação do “Festival Ubuntu (2022/2021) e no espetáculo teatral “Das Dores - Suíte Strindberg (2023/2022/2021), “No Cantinho com Você” (2023/2021/2016), “Solidão a dois – Fragmentos” (2012), “Fragmentos Tchekhov” (2010), realizações da Versa Cultural, entre outros, na “Mostra Musical Ensemble SMA - Online” (2021), realização do Studio Marconi Araújo/Belcanto Produções, na exposição “O Silêncio que Grita” e no espetáculo musical “JK, um reencontro com o Brasil, da Fundação Brasil Meu Amor. Observação: os curadores serão convocados pela direção artística e direção geral na fase de pré-produção do projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.