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O LABQUEER é um evento voltado ao desenvolvimento de projetos audiovisuais criados por pessoas LGBTQIAPND+, selecionando roteiros de curtas-metragens, de pilotos de séries e de longas-metragens para um ciclo de consultorias gratuitas. Nessas sessões, aspectos técnicos, narrativos e temáticos das obras serão discutidos em diálogos individuais com consultores especializados, de acordo com a categoria do projeto. O projeto oferece consultoria de roteiros, treinamento e realização de pitching, mostra de filmes, atividades formativas, shows, performances e mentorias para projetos de curta e longa-metragem.
O LABQUEER é um evento dedicado ao desenvolvimento de projetos audiovisuais de pessoas LGBTQIAPND+. Roteiros de curtas-metrqgens, pilotos de séries e de longas-metragens serão selecionados para participar de um ciclo de consultorias gratuitas. Durante essas sessões, serão abordados os aspectos técnicos, narrativos e temáticos das obras, por meio de diálogos individuais com consultores especializados na categoria correspondente ao projeto. Essas interações possibilitarão uma troca de ideias, promovendo 1 hora de discussão para curtas e pilotos de séries e 2 horas para os longas, com o objetivo de aprimorar tanto o potencial artístico quanto o impacto social das produções.A participação no processo inicia-se com uma inscrição descomplicada através do formulário disponível no Google Forms. Os interessados devem enviar o roteiro juntamente com uma carta de intenção. Além disso, é solicitado que compartilhem informações relevantes por meio de um questionário social, abordando temas como renda, etnia, identidade de gênero, orientação sexual e possíveis deficiências. Essa abordagem visa alcançar uma seleção que represente a diversidade de perspectivas, reconhecendo que diferentes vivências contribuem para enriquecer a experiência global do projeto. Serão selecionados 10 (dez) projetos no total, com dois consultores para cada um. Os participantes e os consultores terão uma primeira reunião coletiva, onde todos apresentarão seus projetos. Em seguida, durante quatro dias, os roteiristas farão reuniões individuais com cada um dos três consultores. Ao final do evento, faremos um encerramento onde todos poderão compartilhar suas experiências e depois, o trio de especialistas anunciará as obras vencedoras dos Prêmios Labqueer, uma forma de incentivar as produções destacadas. Para além da consultoria dos roteiros selecionados, teremos a Oficina de Desenvolvimento de Projetos Culturais, uma iniciativa aberta ao público, onde serão ensinadas maneiras de se adentrar ao mercado audiovisual tanto por meio de políticas públicas, quanto via leis de incentivo. Além disso, teremos duas ações de amplo alcance de público: a primeira serão as masterclasses que acontecerão em um espaço onde além de receber o dia inteiro profissionais da área, terá pelas manhãs quatro masterclasses ministradas por profissionais LGBTQIAPND+, abordando temas como construção de personagens, representatividade, mercado de roteiristas e cinema de gênero. À noite, ocorrerão shows e performances de artistas LGBTQIAPND+, durante a abertura e a premiação do evento. Compreendendo o campo da construção de narrativas como transformadora de imaginários sociais e verificando que este lugar, por diversos fatores sociais e econômicos, contém um número ainda reduzido de pessoas LGBTQIAPND+, propomos viabilizar o acesso à pessoas deste grupo para que possam: obter recursos didáticos para seu aprimoramento profissional; estabelecer uma rede de networking para inclusão no mercado; visibilizar as diversas possibilidades imagéticas e narrativas a partir da perspectiva do universo queer; e fomentar a produção de obras audiovisuais cujo rigor técnico e teórico dêem a essas pessoas criadoras caminhos para o seu bem-viver e incentive novos criadores queers na escrita de suas próprias narrativas. Partindo do aspecto de inclusão e de coerência com a causa da nossa comunidade, o LABQUEER contará com uma equipe 100% LGBTQIAPND+, seja ministrando as consultorias e masterclasses ou participando das consultorias e atividades formativas, fomentando o mercado de artistas e profissionais da cultura pertencentes a comunidade queer. O LABQUEER tem o intuito de capacitar novos roteiristas queers, além de fomentar suas produções atuais. O objetivo é abrir mais caminhos para que as próprias pessoas LGBTQIAPND+ possam expressar sua identidade, apresentar seus próprios universos, buscando um audiovisual com visões mais plurais e menos enviesadas.
Objetivo GeralFortalecer a representatividade e o protagonismo de pessoas LGBTQIAPN+ no audiovisual nordestino, promovendo o desenvolvimento de roteiros de curtas e longas-metragens através de atividades formativas, consultorias especializadas, mostras de filmes e ações de visibilidade durante o mês do Orgulho LGBT+ em Salvador. Objetivos Específicos 1-Selecionar e oferecer consultorias especializadas para 10 roteiros (3 longas e 7 curtas/pilotos de séries), com foco técnico, narrativo e temático. 2- Realizar 1 oficina presencial de "Desenvolvimento e Escrita de Projetos" para 20 pessoas. 3- Ministrar 1 masterclass presencial de "Análise Crítica e Criação" para 40 participantes. 4- Realizar 1 oficina online voltada para pessoas trans com foco na elaboração de curtas, para 20 participantes. 5-Oferecer 1 treinamento de pitching e realizar a apresentação de 10 pitchings. 6-Premiar os melhores roteiros com R$5.000,00 para curta/piloto de série e R$10.000,00 para longa, além de prêmios de parceiros. 7-Promover 2 sessões de exibição de filmes com curtas e longas realizados por pessoas LGBTQIAPN+. 8- Realizar 1 cerimônia de abertura com performances artísticas 9- Realizar 1 cerimônia de abertura com performances artísticas e apresentações artisticas e cerimônia de premiação.
A Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar o LABQUEER, uma vez que o projeto exige aporte financeiro robusto para a realização de ações formativas e de fomento direto à produção audiovisual de pessoas LGBTQIAPN+. O uso do mecanismo permite que empresas incentivadoras apoiem atividades com forte impacto social e cultural, tornando possível a execução de oficinas, consultorias, exibição de filmes, capacitação em pitching e premiação de roteiros.O projeto se enquadra nos incisos II, V e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91. Pelo inciso II, ao difundir bens culturais ligados às narrativas LGBTQIAPN+, amplia o acesso de camadas historicamente marginalizadas à produção audiovisual. Pelo inciso V, o LABQUEER oferece apoio técnico e financeiro direto à criação de roteiros e projetos audiovisuais, contribuindo para o surgimento de novas obras. Já o inciso IX é atendido ao promover a valorização da memória e das expressões culturais queer, como parte do patrimônio imaterial brasileiro.Quanto ao Art. 3º, o projeto alcança os objetivos I, II e IV. Pelo objetivo I, estimula a criação e a circulação de narrativas com valores universais que desafiam estereótipos e ampliam o imaginário social. Pelo objetivo II, valoriza produções culturais originárias do Brasil, com foco no protagonismo nordestino LGBTQIAPN+. E pelo objetivo IV, assegura acesso a direitos culturais por meio de oficinas, consultorias e exibições gratuitas, promovendo inclusão e equidade no setor audiovisual.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento mais adequado para garantir a realização do LABQUEER, permitindo que seus objetivos específicos se concretizem com impacto e abrangência social.
1. Consultorias de Roteiro (10 roteiros) Descrição Técnica: Serão realizadas 10 consultorias individuais, com roteiristas especializados. Divisão: 3 roteiros de longa-metragem (2h cada) e 7 de curta-metragem (1h cada). Formato: Presencial, com uso de recursos audiovisuais (telão, projetor, notebooks). Material de Apoio: Ficha de avaliação, roteiros impressos ou em PDF, blocos e canetas. Projeto Pedagógico: Encontros individuais com feedback técnico-narrativo, seguido de orientação para reescrita. Carga horária total: 18h (longas) + 7h (curtas) = 25h de consultoria. 2. Oficina “Desenvolvimento e Escrita de Projetos” Descrição Técnica: Oficina presencial voltada para 20 participantes. Duração: 6h (divididas em dois dias). Espaço: Sala multiuso com cadeiras, flipchart, projetor e sistema de som. Material: Apostila impressa (20 páginas), caderno, caneta, computador da ministrante. Projeto Pedagógico: Explora etapas de estruturação de um projeto audiovisual: tema, sinopse, orçamento e estratégias de captação. Ministrante: Rafa Beck. 3. Oficina Online “Introdução à Elaboração de Curtas” Descrição Técnica: Oficina remota e síncrona, voltada a pessoas trans. Plataforma: Google Meet ou Zoom, com acessibilidade em Libras. Participantes: até 20. Material: Apostila em PDF (15 páginas), roteiro-modelo, glossário audiovisual. Projeto Pedagógico: Introdução à linguagem audiovisual, estrutura de roteiro e elementos básicos para desenvolvimento de curtas. Ministrante: Rastricinha Dornelles. Duração: 2 encontros de 2h cada (4h no total). 4. Masterclass “Roteiros em Foco: Análise Crítica e Criação” Descrição Técnica: Aula magna presencial com até 40 participantes. Duração: 2h Espaço: Auditório com projetor, microfone, telão e sistema de som. Material de Apoio: Apresentação em slides, vídeos de referência e ficha para perguntas. Ministrante: Frank Carbone. Projeto Pedagógico: Leitura crítica de roteiros e estratégias criativas para roteiristas independentes. 5. Treinamento e Apresentação de Pitching Descrição Técnica: Preparação técnica para apresentação de projetos. Participantes: 10 consultados (selecionados nas consultorias). Duração: 2h de treinamento + 2h de sessão de pitching. Material: Pitch deck (PDF com até 10 slides), roteiro, cronômetro, microfone. Projeto Pedagógico: Técnicas de comunicação, estrutura de pitching, e práticas em tempo real com feedback. 6. Mostra Audiovisual (2 sessões) Descrição Técnica: Exibição de filmes LGBTQIAPN+, com curadoria de curtas e longas. Duração: 2 sessões (cada com 3 curtas e 1 longa), com duração média de 90 a 120 min cada. Espaço: Sala de cinema ou auditório com projetor HD, som ambiente e cadeiras. Material: Filmes digitais (formato DCP ou MP4), cartazes, sinopses impressas. Curadoria: Anti Ribeiro, Wendy Yu, Charles Morais, Rafael Oliveira. Acessibilidade: Audiodescrição e legendas descritivas. 7. Cerimônia de Abertura com Show de Drags Descrição Técnica: Evento presencial de boas-vindas com performances artísticas. Duração: 1h30 Infraestrutura: Palco, som, luz, microfone, camarim, banner de fundo e iluminação cênica. Artistas: Performers drags convidadas. Material: Camarim equipado, cenário leve, fichas técnicas dos shows. 8. Cerimônia de Premiação Descrição Técnica: Encerramento oficial do laboratório com entrega de prêmios. Duração: 1h Prêmios: Troféus e premiação em dinheiro: R$ 5.000 (curta) e R$ 10.000 (longa). Material: Troféus personalizados (resina ou acrílico), certificado impresso. Transmissão: Ao vivo pelo Instagram ou YouTube. Acessibilidade: Tradução em Libras e audiodescrição dos momentos de destaque. 9. Encontro Virtual sobre Acessibilidade no Audiovisual Descrição Técnica: Mesa-redonda remota com profissionais especialistas em acessibilidade na produção audiovisual. Plataforma: YouTube ao vivo ou Zoom (com retransmissão). Duração: 1h30 Material: Apresentação de cases, link para download de materiais informativos (PDF). Participantes: Público aberto, com intérprete de Libras e monitor de perguntas. Objetivo: Troca de experiências, boas práticas e estratégias para ampliar acessibilidade em projetos culturais e redes sociais. 10- Cerimônia de Encerramento com Show de Drags e Apresentação MusicalDescrição Técnica: Evento presencial de encerramento do festival com performances artísticas de drag queens convidadas e apresentação ao vivo de grupo musical, celebrando o sucesso do evento e homenageando participantes, equipe e público. Duração: 1h30 Infraestrutura: Palco, sistema de som profissional, iluminação cênica, microfones (vocais e instrumentos), camarim, banner de fundo, painel de LED (opcional). Artistas: Performers drags convidadas e grupo musical (banda ou coletivo instrumental/vocal). Material: Camarim equipado, estrutura para instrumentos (pedestais, cabos, DI box, retornos), cenário leve, fichas técnicas das performances e mapa de palco da banda.
Acessibilidade Arquitetônica As atividades do LABQUEER serão realizadas em espaços que atendam às exigências de acessibilidade previstas no Decreto nº 11.872/2024, que regulamenta a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Serão priorizados locais com rampas de acesso, banheiros adaptados, boa iluminação, sinalização adequada, e vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência. O Goethe-Institut, sede do evento, já conta com essas condições, garantindo a mobilidade segura e autônoma de todos os participantes. Acessibilidade Comunicacional Para garantir o acesso da comunidade surda e de pessoas com deficiência auditiva ou visual, todas as postagens em redes sociais incluirão legendas descritivas e textos alternativos nas imagens. Os vídeos promocionais, informativos ou de cobertura produzidos para o Instagram e demais redes sociais contarão com janela de Libras e legendagem em conformidade com o disposto no Art. 67 da Lei Brasileira de Inclusão. Isso assegura uma comunicação inclusiva e abrangente ao longo de toda a campanha. Acessibilidade Atitudinal Comprometido com a inclusão em todas as etapas do projeto, o LABQUEER prevê a contratação de pessoas com deficiência para atividades de produção e organização, além de envolvimento direto na curadoria das tags de acessibilidade digital. Como ação formativa, promoveremos um encontro virtual com profissionais especializados na acessibilidade no audiovisual e nas redes sociais, estimulando boas práticas e sensibilização entre toda a equipe envolvida.
A democratização do acesso aos produtos da proposta se dará por meio de uma abordagem inclusiva e acessível, priorizando a distribuição e comercialização que atendam a diversidade da comunidade LGBTQIAPN+. Com o objetivo de ampliar o acesso qualificado da comunidade dissidente aos recursos de incentivo público e privado, ofereceremos como contrapartida a Oficina de Desenvolvimento de Projetos Culturais, ministrada por Rafa Beck, mestre em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Sergipe, com experiência em captação de projetos em produtoras como a 242 e Olho de Vidro Produções, onde atua como produtor executivo desde 2018. Reconhecemos que o acesso à informação e ao conhecimento é uma das principais ferramentas para promover a equidade social, por isso, buscamos incentivar e capacitar pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPND+ e/ou de baixa renda para idealizar e estruturar seus projetos culturais, inserindo-se, assim, nesse espaço de produção. A oficina será realizada online ao longo de quatro dias, visando mitigar as dificuldades de deslocamento e acesso à cidade que afetam a população periférica. As inscrições estarão disponíveis por meio de formulário on-line, com seleção baseada em critérios de vulnerabilidade social: 60% das vagas serão reservadas para pessoas LGBTQIAPND+, 15% para pessoas negras, 15% para indígenas e 10% para pessoas com deficiência (PCDs). Caso sejam selecionadas pessoas com deficiência visual e/ou auditiva, serão providas janelas de acessibilidade de acordo com suas necessidades. O LABQUEER destina seu laboratório de roteiros e oficinas a adultos maiores de 18 anos, de todas as identidades de gênero e níveis de escolaridade, com prioridade para indivíduos periféricos, negros, indígenas e PCDs dentro da comunidade LGBTQIAPND+ na seleção dos projetos a serem contemplados. Nosso objetivo é combater a histórica sub-representação das comunidades LGBTQIAPND+ dissidentes no contexto audiovisual, oferecendo uma iniciativa inclusiva e criando oportunidades significativas para esses grupos. As inscrições serão realizadas por formulário on-line, e os participantes serão selecionados conforme critérios de vulnerabilidade social: 15% para pessoas negras, 15% para indígenas e 20% para PCDs, sendo todos pertencentes à comunidade LGBTQIAPND+. Além disso, integraremos à programação exibições de filmes de realizadores LGBTQIAPN+, transformando o Goethe-Institut em um polo de inovação, aprendizado e celebração da diversidade. Realizar nossas atividades nesse espaço assegura a ocupação da comunidade em um ambiente formativo, promovendo uma iniciativa queer no audiovisual de Salvador, que não sediava um evento desse perfil há mais de sete anos.
Hilda Lopes Pontes:Idealização, Direção Geral e Consultoria de CurtasHilda Lopes Pontes é diretora, roteirista e preparadora de elenco, com Mestrado em Artes Cênicas pela UFBA. Sócia fundadora da Olho de Vidro Produções, dirigiu e escreveu oito curtas entre 2017 e 2024, premiados em mais de 200 festivais, incluindo a Mostra de Tiradentes. Idealizou a Mostra Lugar de Mulher é no Cinema e o projeto Nosso Cinema, que mapeou diretoras soteropolitanas. Em 2024, lançou o LABQUEER, um laboratório de roteiro para pessoas LGBTQIAPN+. Atuou como curadora e júri em diversos festivais e ministra cursos de audiovisual desde 2018. Charles Morais:Direção de Produção e curadoria de longasMestre em Comunicação pelo PPGCOM/UFRB, formado em Técnico em Teatro pelo Senac Franca e bacharel em Cinema e Audiovisual pela UFRB. Ele atua como pesquisador, roteirista e produtor cultural, com foco em audiovisualidades infantojuvenis e vivências transviadas. Foi assistente de roteiro no talk-show "Portugal Show", idealizador e coordenador do Alecrim Dourado - Festival de Cultura e Arte LGBTQIAPN+, e é roteirista e criador da série "Você Me Vira a Cabeça", contemplada pelo prêmio Aldir Blanc. Também criou e roteirizou o longa-metragem "Murfin", selecionado para o Laboratório Novas Histórias, e é consultor de roteiro e produtor executivo do filme "Três". Wendy Yu:Curadora de curtasWendi Yu é uma artista nordestina que combina sua identidade travesti com uma abordagem ousada em comunicação e cultura contemporânea. Mestra pela UFBA, sua pesquisa foca nas performances audiovisuais de artistas travestis no Brasil. Ela escreveu e dirigiu dois curtas-metragens e colaborou como roteirista em séries como "Você Me Vira a Cabeça" e "Pequenos Narradores". Wendi é também autora de dois jogos de RPG sobre grupos de pessoas "monstruosas" defendendo suas diferenças. Além disso, atua como diagramadora, poetisa, consultora de roteiro e editora de texto, áudio e vídeo, expressando sua multifacetada criatividade. Anti Ribeiro:Curadoria de curtasNasceu em São Cristóvão (SE) e vive no Recife (PE), onde integra pesquisa, criação e educação nos campos sonoro e audiovisual. Focada em ficções e produção de imaginários, sua arte destaca o som como disparador de experiências, utilizando composições sônicas em formatos como instalação e escultura. Recentemente, desenvolveu os projetos "Afroficção" e "Ficção Como Arma de Guerra," abordando reflexões práticas e desconstrutivas no cinema e nas artes. Suas obras da série "Movediça" foram exibidas em galerias e eventos como a Bienal de Veneza (2022) e outras instituições internacionais. Participou de residências artísticas como a Oficina Francisco Brennand e o LAB.SUAV. Rafael Oliveira: Curadoria de longasGraduando em Cinema e Audiovisual pela UFRB, Rafael Oliveira é diretor, roteirista, montador e designer. Seus curta-metragens, “Para Além das Tragédias” (2021) e “A Sinfonia de Beethoven” (2022), ainda em circuito de festivais, foram premiados nas categorias de Melhor Direção (VIII FIAM-FAAM) e Melhor Montagem (IX CineVirada; VIII FIAM-FAAM), assim como o Prêmio Sirmar Antunes por Protagonismo Negro (VIII FECEA). É criador e roteirista do seriado "Você Me Vira a Cabeça", contemplado pelo prêmio Aldir Blanc do estado da Bahia. Está em processo de finalização de seu primeiro projeto de ficção, "Três", escrito e dirigido por ele, produzido pelo Tricô - Coletivo Cultural, do qual faz parte. Klaus Hastenreiter: Consultoria de longas Klaus Hastenreiter é diretor e roteirista, sócio da Olho de Vidro Produções, com formação em Artes Cênicas pela UFBA e cinema pela New York Film Academy. Escreveu, dirigiu e produziu cerca de 15 curtas premiados, incluindo "Não Falo com Estranhos" (2017) e "Mamãe" (2021). Atualmente, desenvolve três longas-metragens, "Meninos de Cinema", "Borderô" e "Júlia", selecionados pelo laboratório PANLAB. Em 2020, participou do projeto Usina do Drama, recebendo mentoria para a série "Vida de Artista". Desde 2017, ministra cursos de cinema independente e é professor do Matura Cine. Rafa Beck:Ministrante da oficina de Desenvolvimento de Projetos Culturais e produção executivaMestre pela Universidade Federal de Sergipe e graduado em Cinema e Audiovisual pela UFRB, onde pesquisou som no cinema, cinema infantojuvenil e cinema latino-americano. Trabalhou no setor de som em longas-metragens como "Café com Canela" (2017) e "Ilha" (2018) e em vários curtas, incluindo "Estela" (2017) e "Onze Minutos" (2018). Também desenvolveu o Projeto de Som para o longa-metragem "Menarca" e atuou como operador de áudio e microfonista na série "Bahia da fé ao profano", disponível na Globo Play. Atualmente, ministra a oficina de Desenvolvimento de Projetos Culturais. Rastricinha Dornelles:Ministrante da oficina online voltada para pessoas trans e juradaDesde 2022, estuda roteiro e participa do projeto Marieta. Realizou oficinas com Ceci Alves, Marcela Ilha Bordin, Roney Freitas e concluiu um curso na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Também fez uma oficina de documentário com Yasmin Thayna e um curso de introdução à produção na ONG TRANSFORME. Seu curta-metragem "Erê: Criança no Axé" foi selecionado para o 21 SAC na Espanha e para a mostra do [em]curtas. Ela busca oportunidades nas áreas de roteiro, direção, produção e pesquisa, com foco em letramento racial e LGBTQIAPNB+. Frank Carbone: Jurado e ministrante da MasterclassFrancisco Carbone é um crítico de cinema brasileiro com ampla experiência, colaborando com veículos renomados como o site Cenas de Cinema, onde escreve sobre lançamentos nacionais e internacionais, e o Jornal do Brasil, focando em filmes brasileiros. Também contribui para o site Papo de Cinema, participando de críticas e debates sobre cinema contemporâneo. Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), Carbone atua como jurado em festivais, incluindo o Prêmio Guarani, e é uma figura relevante no cenário crítico, oferecendo análises detalhadas de diversas obras. Jenny Müller: Assistente da direçãoJenny Müller é uma multiartista que explora a pluralidade humana por meio do corpo, da imagem e do som. Em seu trabalho, busca criar novas narrativas para histórias estigmatizadas, rompendo com o convencional. Como atriz, performer, modelo e roteirista, participou dos filmes O Crime de Aristóteles, de Juca Badaró e Renata Semayangue, e Até o Fim, de Ary Rosa e Glenda Nicácio. Também atuou como roteirista colaboradora no projeto Núcleo de Mulheres Roteiristas. Iracema Vilaronga: Direção de acessibilidadeMestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); gestora da ACESSU: Acessibilidade Universal. Agrega conhecimentos profissionais no desempenho das funções de audiodescritora/consultora/locutora para produtos audiovisuais culturais, visando a acessibilidade universal. Como atriz, Poetisa, Compositora e cantora, mergulha no fascinante universo do Teatro, Música e Literatura, transitando entre a arte e a realidade. Amante dos esportes, faz do Ciclismo, Natação, Remo e Atletismo seu estilo de vida.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.