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O ENTRELAÇADAS é um projeto cultural que traz, em sua programação, a realização de oficinas de leitura e escrita, atividades de artesanato e encontros com escritoras capixabas, culminando em um pequeno festival literário.
O projeto ENTRELAÇADAS nasceu da vontade de oferecer um espaço voltado para a difusão da literatura e incentivar a produção escrita e leitura, mas como uma oportunidade de vivenciar momentos de bem-estar. Ele será oferecido na Casa Cultural Maria Menezes, localizado no centro da capital Vitória, cercado por comunidades carentes e poucos projetos atrelados à literatura. Como uma forma de trazer ainda mais as mulheres para o projeto, de forma criativa e inventiva, será incluída uma oficina de artesanato de crochê no programa de ações. Muitas mulheres em comunidades enfrentam desafios relacionados ao acesso à cultura, ao lazer e à geração de renda. O artesanato, além de ser uma atividade terapêutica, pode representar uma oportunidade econômica, enquanto a literatura estimula a imaginação, o senso crítico e o autoconhecimento. A combinação dessas práticas cria um ambiente acolhedor para que as participantes se desenvolvam de forma pessoal, social e profissional, sobretudo no espaço da Casa Maria Menezes, organizado prioritariamente para ações dessa modalidade, assegurando a livre expressão artística de cada uma, respeitando suas histórias e narrativas. O projeto prevê oficinas, encontro de escritoras e alunas, culminando com um evento de encerramento, configurado enquanto um pequeno festival literário com exposição de obras literárias das participantes oficineiras, voluntárias e alunas, além de convidadas de Academias de Letras. Com o projeto espera-se ampliar acesso à leitura, formação de leitores e à expressão artística artesanal entre as participantes, desenvolver habilidades artesanais que possam gerar autonomia financeira, criar uma rede de apoio e fortalecimento comunitário entre mulheres, além de produzir peças em crochê, fomentando a criatividade e a valorização cultural, tão essenciais em comunidades carentes localizadas na região central de Vitória e periferias. "Entrelaçadas" visa ser um espaço de acolhimento, aprendizado e transformação para mulheres, proporcionando novas oportunidades e fortalecendo os laços comunitários por meio da arte e da literatura. Acreditamos que a leitura e o crochê, quando combinados, têm um potencial enorme de estimular a criatividade, a autonomia e a construção de um futuro mais promissor para as participantes. O projeto Entrelaçadas abordará temas que unem a arte manual ao universo das palavras, criando um espaço de troca, acolhimento e aprendizado, podendo se tornar referência para outros municípios e estados, por meio da ampla divulgação e visibilidade que ganhará o projeto.
OBJETIVO GERAL: Incentivar o aumento da oferta de projetos literários no Espírito Santo, direcionado para o público vulnerável, por meio da realização de um projeto de difusão literária, formação cultural e de fortalecimento da cadeia produtiva da literaratura no Espírito Santo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar 01 (uma) Oficina de incentivo à leitura e de escrita para mulheres iniciantes no processo de criação literária;Realizar 07 (sete) Encontros Literários com escritoras capixabas experientes e alunas, visando às múltiplas vivências e ao fortalecimento do convívio social; Realizar 01 (um) Festival literário com uma programação multicultural como evento de culminância das atividades formativas, direcionado para as alunas participantes, suas famílias bem como comunidade em geral.
O Brasil é um dos países que mais dedicam tempo à internet, às redes sociais e aos aplicativos encontrados nos celulares. No entanto, de acordo com a 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em 2020, o território brasileiro perdeu, entre 2015 e 2019, mais de 4,6 milhões de leitores. A porcentagem de leitores caiu de 56% para 52%, enquanto os não leitores representavam 48% da população, o que equivalia a 93 milhões de brasileiros. A pesquisa também apontou que o brasileiro lê, em média, cinco livros por ano. Além disso, em boa parte dos bairros periféricos da capital e interior do Espírito Santo, há pouca ou nenhuma ação em que haja, efetivamente, a difusão literária visando o hábito da leitura e o consequente aprimoramento da escrita. Ademais, é importante lembrar que a "avalanche" de conteúdos postados diariamente nas redes sociais também contribuem para a redução do número de leitores assíduos. Diante do exposto, é possível afirmar que o hábito de leitura é um processo cultural que requer estímulo com atividades que atraiam a atenção e a participação social. Urgem ações culturais que atendam à essa demanda, portanto. Em resposta à essa carência de iniciativas no campo do incentivo à leitura, é proposto o projeto Entrelaçadas. Seu nome foi inspirado carinhosamente no ato de unir os fios do artesanato de crochê, parte da metodologia do projeto, e das palavras no ato de escrever uma obra literária. O nome também remete à criação de laços afetivos que, porventura, venham a ser criados pelas alunas, a partir de convivência durante a realização das ações do projeto.De caráter gratuito a todos os participantes, a realização deste projeto criará possibilidades de ampliação da cadeia produtiva da atividade cultural literária no Espírito Santo oportunizando, de forma significativa, a oferta de formação artística local em localidades onde há carência de opções culturais. É possível afirmar que, por meio de suas atividades previstas, o projeto Entrelaçadas enquadra-se nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto ao Art. 3° da Lei 8313/91, é possível afirmar que o projeto alcança os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de um festival literário contemplando ações multiartísticas relacionadas ao artesanato, à música e às artes cênicas; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; A necessidade de recorrer ao incentivo fiscal para a realização deste relevante evento literário justifica-se pela ausência de verba privada suficiente para que ele seja realizado a contento. O presente projeto será realizado na Casa Cultural Maria José de Menezes, espaço cultural inspirado em uma escritora capixaba de grande potência, criado para a produção e difusão artística e bem-estar feminino (público prioritário) e do público em geral, estrategicamente localizado no centro de Vitória, próximo às comunidades carentes da região central portuária do município. O projeto prevê a contratação de instrutores artistas, equipe técnica, além de aquisição de produtos e serviços, necessitando, portanto, de orçamento para todos estes custos previstos. A utilização de incentivos fiscais governamentais, via Lei Federal, viabiliza economicamente as atividades e a oferta do evento. O projeto dará continuidade às atividades da ADECULT no Estado, sedimentando e legitimando a presença de ações artísticas voltadas para o público feminino vulnerável como uma oportunidade para atender às demandas socioculturais, mantendo seu atual padrão de qualidade e posicionamento enquanto uma OS propulsora de arte, cultura, economia criativa e bem estar social. Desde a sua criação em 2018, as ações da ADECULT têm colaborado para o acesso às políticas culturais no Espírito Santo atingindo mais de 20 mil pessoas em suas iniciativas.
A Casa Cultural Maria José Menezes nasceu dos esforços de um grupo de escritoras capixabas visando a oferta de um espaço voltado para a difusão da literatura e a ampliação do hábito de ler e escrever, alicerçado por momentos de vivências e trocas múltiplas. O espaço consiste em uma casa localizada no centro da capital Vitória, nas proximidades do Parque Municipal Gruta da Onça e de comunidades vulneráveis tendo, portanto, grande vocação de ponto de cultura, educação e conhecimento. Esta casa museu homenageia a vida e obra da escritora capixaba Maria José Menezes e a sua contribuição para a literatura brasileira. A escritora nasceu em Itaguaçu/ES, em 01/03/1914 e faleceu em 18/06/2022. Foi professora, poeta e segunda ocupante da Cadeira Nº12 da Academia Feminina Espírito Santense de Letras – Patrona Maria Paoliello Cavalcanti, com os seguintes livros publicados: Uma vida um tempo (1991); Cantos e contos (1992); Vale a pena viver (1992); Viver Vitória e contar histórias (1998); Toques e truques na arte de bem viver (1999); O macaco corneteiro (2002); A girafa artista (2002); Atualmente, a escritora Regina Menezes e a comunicadora Lenise Loureiro (filha e neta de Maria José Menezes, respectivamente), dão continuidade ao legado literário iniciado pela escritora por meio de inúmeras ligadas à literatura e artes integradas, agregando mais escritoras e apoiadoras voluntárias nesse processo de promover arte e cultura, sobretudo para aquelas mulheres que mais necessitam. No decorrer do projeto, com a realização das oficinas e dos encontros literários, queremos alcançar: Leitura e discussão de textos que abordam a tradição feminina na arte e na escrita. Criação de peças inspiradas em trechos literários. Associação entre pontos e versos: cada ponto pode representar um sentimento ou ideia. Composição coletiva de um poema visual com fios. Construção de narrativas em grupo enquanto as participantes tecem juntas. Trabalho com mitos e lendas que envolvem fiar, tecer e criar (como a história das Moiras na mitologia grega). Criação de peças que representem a identidade de cada mulher. Resgate de histórias passadas entre mulheres de diferentes gerações. Discussões Literárias – As acadêmicas debatem obras clássicas e contemporâneas, analisam estilos literários, interpretam textos e compartilham leituras inspiradoras e expõem suas produções literárias, pesquisas acadêmicas e ensaios, contribuindo para o enriquecimento do conhecimento coletivo. Eventos de Lançamento de Livros – Muitas reuniões incluem o lançamento de obras das próprias acadêmicas ou de autoras convidadas, promovendo o diálogo entre escritoras e leitores. Intercâmbio Cultural – Muitas academias estabelecem parcerias com outras instituições culturais e acadêmicas para promover intercâmbios e eventos conjuntos. O espaço cultural e seus projetos dialogam com entidades literárias e culturais de outros municípios, visando sempre o aumento do público participante não somente nas ações da casa, mas em projetos literários, especialmente aqueles que envolvem a literatura capixaba feita por mulheres. Todas as ações estão fundamentadas na difusão da literatura, formação cultural de mulheres de comunidades vulneráveis e, ainda, no fortalecimento da presença feminina no meio intelectual literária, criando um espaço de aprendizado, troca de experiências e produção literária.
PRODUTO PRINCIPAL: OFICINAS LITERÁRIAS O projeto será estruturado em encontros semanais, com atividades divididas em dois eixos principais: Eixo LITERATURA 1 - Oficina de Leitura e Escrita “Fio condutor” O encontro se dará a partir da escolha de um livro ou textos curtos de mulheres que escrevem (contos, crônicas, poesias, histórias de vida), seguidos de bate-papo com escritoras convidadas, rodas de conversa para compartilhar impressões e reflexões. Carga horária: O encontro / oficina será semanal e terá duração de 3h, com carga horária total de 12h/mês. Público-alvo: Mulheres de comunidades, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social, mulheres transexuais, negras ou pardas, indígenas, quilombolas, mães solo e PCDs; que tenham interesse em leitura, artesanato e em fortalecer redes de apoio. Faixa etária acima de 16 anos.Recursos Didáticos: Para viabilizar o projeto, buscaremos parcerias com editoras, academias de letras, bibliotecas comunitárias, centros culturais, instituições de ensino e organizações do terceiro setor visando ampla divulgação; Aquisição de itens de apoio pedagógico de papelaria e limpeza em geral para conservação do espaço. Professor/Oficineiro: Será contratado um oficineiro para conduzir e mediar os círculos de leituras, com experiência e qualificação na área da mediação de leitura e formação de leitores. Deverá comprovar atuação como mediador de leitura, oficineiro ou facilitador de rodas de leitura, projetos desenvolvidos na área de incentivo à leitura, trabalho em bibliotecas, escolas, centros culturais ou instituições de ensino, conhecimento em literatura clássica e contemporânea, dinamismo na condução de atividades interativas e experiência com públicos diversos (crianças, adolescentes, adultos, idosos, populações vulneráveis, etc.). 2 - Oficina de Encontros Literários “Entrelaçadas” O encontro se dará a partir das leituras e debates de obras clássicas e contemporâneas pelas acadêmicas/escritoras, que analisarão estilos literários, interpretarão textos e compartilharão leituras inspiradoras. Aqui caberão, ainda, rodas de leitura, homenagens às autoras de livros, intercâmbios culturais com outras linguagens artísticas (como o cinema, artes plásticas e artesanato), além de pequenas palestras de escritoras renomadas convidadas, professoras e pesquisadoras, sobre temas relevantes da literatura, cultura e história. Carga horária: O encontro / oficina será mensal e terá duração de 3h. Público-alvo: Mulheres de comunidades, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social, mulheres transexuais, negras ou pardas, indígenas, quilombolas, mães solo e PCDs; que tenham interesse em leitura, artesanato e em fortalecer redes de apoio. Faixa etária acima de 16 anos.Recursos Didáticos: Mesas e cadeiras para organização de encontros. Sala de leitura para consulta e exposição de obras literárias. Instrutor/Oficineiro: Essa oficina contará com escritoras experientes, já consolidadas na literatura nacional. Eixo ARTESANATO (apoio pedagógico)1 - Oficina Criativa de Apoio “Laçando sonhos e palavras” O encontro se dará a partir de oficina de poesias atrelada ao artesanato com aulas práticas sobre diferentes técnicas de crochê (para iniciantes e nível intermediário). Os encontros serão conduzidos por mediadoras de leitura e artesãs experientes, garantindo um aprendizado dinâmico e acessível a todas. Ao final do projeto, as alunas também terão oportunidade para expor suas peças no Festival Entrelaçadas. As produções de peças da oficina poderão ser direcionadas para a participação das alunas em feiras e eventos com espaços para o artesanato, na Grande Vitória, com possibilidade de exposição e venda. A oficina será um espaço acolhedor e terapêutico para conversar sobre livros, histórias de vida e compartilhar técnicas de crochê enquanto se toma um café. Carga horária: O encontro / oficina será semanal e terá duração de 3h, com carga horária total de 12h/mês. Público-alvo: Mulheres de comunidades, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social, mulheres transexuais, negras ou pardas, indígenas, quilombolas, mães solo e PCDs; que tenham interesse em leitura, artesanato e em fortalecer redes de apoio. Faixa etária acima de 16 anos. Recursos Didáticos: Sala ou auditório com capacidade para acomodar as participantes e convidados. Mesas e cadeiras para organização de encontros. Equipamentos audiovisuais (projetor, microfone e caixa de som, se possível) e sala de leitura para consulta e exposição de obras literárias. Instrutoras/Oficineiras: Cristina Cerqueira Buery Currículo Resumido: Apaixonada por trabalhos manuais, o crochê é o ponto de conexão de Cristina, pois é uma arte passada dentro da família, de avó para mãe e para filha. Cristina, arquiteta urbanista, iniciou o ateliê “Seu Crochê Preferido” em meio a pandemia, como uma forma de refúgio ao caos, e relembraram o amor pela arte do crochê. Produziu, desde então, peças únicas, pois acredita que para o crochê, a criatividade não tem limite. Em seu perfil @seucrochepreferido do Instagram, algumas de nossas produções e participações em eventos podem ser visualizadas. Susana Loureiro Currículo Resumido: Jornalista e artesã; apaixonada por crochê desde os 15 anos de idade, Susana utiliza as artes manuais como forma de expressar sua criatividade, destacando as cores em seus trabalhos. Jornalista há 35 anos, teve em sua carreira as letras e as linhas sempre andando juntas. Foi sempre uma forma de aliviar a pressão dos processos editoriais das páginas policiais do jornal e da TV. Em 2013 teve ateliê de enxoval de bebê e em 2019, na pandemia, se dedicou à arte da mesa posta e apostou na produção de camas para pets. De 2023 pra cá criou sua marca de bolsas em crochê, acompanhando a tendência da moda, utilizando o Instagram @susanaloureiroatelie para apresentar e vender suas peças. Evento de Culminância - “Festival Entrelaçadas” Evento de fechamento, previsto para acontecer em 1 (um) dia do mês de Outubro de 2026, contemplando as seguintes ações. A programação será fechada e contará com uso de outros espaços próximos à Casa Cultural Maria José Menezes, mediante planejamento prévio, conforme andamento das atividades previstas nas oficinas e metas.
O projeto se enquadra dentro da IN n° 23/2025, Capítulo IV - DA ACESSIBILIDADE, DA COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS E DA DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA, Seção I Das Medidas de Acessibilidade, ao atender aos incisos I e II do Art. 27 com as seguintes medidas: Atendimento: Medidas de Acessibilidade quanto ao aspecto arquitetônico (Inciso I): Serão providenciadas medidas para atender à acessibilidade física, providenciando itens no sentido de erradicar quaisquer barreiras para o acesso de pessoas;Medidas de Acessibilidade quanto ao aspecto comunicacional (Inciso II): Deficientes auditivos - serão disponibilizados profissionais responsáveis pela tradução e interpretação em LIBRAS - Linguagem Brasileira de Sinais nos Encontros Literários e/ou nos vídeos de divulgação do projeto bem como, prever medidas de acessibilidade atitudinal. Será inserida legendagem nos vídeos de divulgação. Estão previstas, ainda, contratações de assessores de acessibilidade atitudinal para o Festival;Em conformidade, ainda, com o Art. 42 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, adotaremos as seguintes medidas para garantir acesso ao conteúdo às pessoas com deficiência intelectual e visual:- Para a Oficina de Artesanato em Crochê oferemos linhas e agulhas apropriadas para o manuseio de pessoas com deficiência visual, além de materiais acessíveis contendo audiodescrição;- Será providenciada a mediação cultural inclusiva e linguagem simples, viabilizando o atendimento de pessoas com deficiência visual e intelectual durante todas as ações do projeto.- Será providenciada uma capacitação para os oficineiros e contratados em Acessibilidade Cultural e Atendimento Inclusivo, direitos da pessoa com deficiência (Lei Brasileira de Inclusão – LBI).Em conformidade com o § 2º, todas as medidas de acessibilidade constarão disponíveis nos materiais de divulgação dos projetos em formatos acessíveis, em conformidade com o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Todas as atividades previstas na presente proposta serão oficinas de formação e oferecidas em caráter de gratuidade ao público-alvo do projeto, não havendo quaisquer tipos de cobranças. Ainda assim, buscando ampliar o acesso conforme a IN n° 23/2025, adotaremos as seguintes medidas: III - disponibilizaremos, na internet, registros audiovisuais de compilados dos Encontros Literários de alunas e escritoras, contando com legendagem dos diálogos e LIBRAS;
KARYNA BAHIENSE FUNÇÃO: DIRETORA GERAL/GESTÃO Além de representante legal da proponente, será a responsável direta pela realização das ações do projeto. A diretora acompanhará todo o projeto do início ao fim, na entrega da prestação de contas. Currículo Resumido: Gerente de Projetos e Auditora de Responsabilidade Socioambiental atuando com a elaboração de projetos culturais e ambientais, passando pela execução à Prestação de Contas com entrega de relatórios de atividades e de desempenho. Desde 2009 coordena programas culturais de Educação Patrimonial e Ambiental no Espírito Santo, além de atuar enquanto formadora profissional de produtores, empreendedores culturais e artistas. REGINA MENEZES LOUREIRO FUNÇÃO: COORDENADORA PEDAGÓGICA Nestas funções, a coordenadora pedagógica será responsável por acompanhar todas as ações da formação literária e o curso de crochê, prezando pela realização das atividades a contento. Currículo Resumido: Regina é graduada em Direito, Artes Plásticas e em Pedagogia com especialização em Orientação Educacional e Educação Infantil e Ensino Fundamental e Médio. É escritora e ilustradora com participação em várias coletâneas, sendo membro da Academia Feminina Espírito Santense de Letras AFESL (cadeira número 01), Patrona Judite Castelo Ribeiro e do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Além disso, exerce algumas outras funções relevantes no segmento de literatura como Editora e do Jornal Cultural mensal AS ACADÊMICAS, idealizadora e coordenadora da Feira Literária Capixaba durante 4 anos. É presidente da AFESL - 2005-2006 e da OMEP-BR/ES - Organização Mundial Para Educação Pré-Escolar. CLÁUDIA SABADINI FUNÇÃO: PRODUTORA EXECUTIVA E ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO Como produtora executiva, Claudia atuará nas decisões de cunho artístico literário com vistas ao alcance de público e, como assessora de comunicação, fará todo o planejamento de divulgação do projeto, com vistas ao grande alcance de público. Currículo Resumido: Formada em Comunicação Social/Jornalismo, com MBA em Gestão e Políticas Públicas. É escritora com seis livros lançados. Foi secretária de Comunicação na Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim, com gestão dos setores de Assessoria de Imprensa, Jornalismo e Marketing e Publicidade; foi assessora parlamentar, na Câmara dos Deputados-DF e assessora de imprensa na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. Atuou na área de Comunicação Empresarial e de Eventos, com destaque nas assessorias do Hospital Infantil Francisco de Assis, Unimed Sul Capixaba, Cachoeiro Stone Fair e Vitória Stone Fair. Atualmente coordena a comunicação do programa de inovação Sementes do Rio Doce.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$250.000,00 em 12/02/2026.