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PRONAC 254068Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Quik Cia de Dança 25 anos - Remontagem e estreia Entre Alfinetes e Rabanetes

QUIK COMPANHIA DE DANCA
Solicitado
R$ 993,3 mil
Aprovado
R$ 993,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 10,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Nova Lima
Início
2026-02-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (5)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisNova Lima Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A Quik Cia de Dança está celebrando seu 25º aniversário com "Alfinetes e Rabanetes", um espetáculo de dança de 60 minutos criado para crianças. Este novo trabalho se inspira em um mergulho profundo na literatura infantil. O próprio título, Entre Alfinetes e Rabanetes, reflete o mundo imaginativo das crianças _ sua capacidade de transformar palavras de forma lúdica, tornando o comum em algo extraordinário e embarcando em fantásticas viagens através de sua imaginação. O espetáculo será apresentado em quatro capitais nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.

Sinopse

Nosso saudoso Manoel de Barros dizia "voltar à infância pela memória é imaginar o quintal onde aconteciam as brincadeiras. Lembrar-se quando criança é voltar a habitar nosso quintal, este é o convite deste novo trabalho recriar este quintal, o quintal de cada um pelas lentes deste novo trabalho da Quik Cia de Dança. Em possíveis “geografias lúdicas”, imaginem uma casa, neste espetáculo, a casa é uma esfera no campo do simbólico, pensada como rota e paisagem, pelos quais o público infantil poderá ser levado pelas concepções do brincar, do brinquedo e do ser criança. Como ele vê, percebe e pensa seu corpo nesta casa? Quais rotas podem ser construídas nesta casa? Como esta casa pode se tornar o “quintal”, o “meio da rua”, a “calçada”, relembrando os antigos locais de lazer e das brincadeiras de rua infantis? A Casa será pensada como um “microcosmo real” de espaços e relações possíveis criando-se um “corpo brincadeira”, um “corpo desenho”, um “corpo dança”, transitando por imagens, sons e espaços.Entre Alfinetes e Rabanetes, é uma brincadeira entre palavras, algo que as crianças fazem com facilidade, transformam o ordinário em extraordinário, o concreto em abstrato e assim viajam por uma diversidade de lugares imaginários. E ainda, estabelece uma forte analogia entre a experiência infantil e a, por vezes, árida realidade adulta. A criança lida com pequenos problemas ("alfinetes") e momentos de alegria ("rabanetes") em seu dia a dia, demonstrando uma notável capacidade de criar e recriar, através da imaginação constante. Já o adulto, preso a obrigações e lógica, frequentemente perde essa facilidade de transformar o comum em algo especial, limitando suas perspectivas. A analogia ilustra como essa imaginação vívida da infância tende a se esmaecer com o tempo, e que tal experimentar resgatar essa memória afetiva? É o convite que a Quik Cia de Dança traça no ano dos seus 25 anos, memória como lugar de lembranças, de laços importantes de pertencimento e que dão sentido ao que somos como pessoas, e enquanto coletivo. Entre Alfinetes e Rabanetes buscará desde sua criação construir um espetáculo para todos(as), respeitando e valorizando a diversidade, se utilizando de uma linguagem corporal comunicativa e que convoque o olhar das crianças à dança cênica, chamando a atenção para a ludicidade e a criatividade. Queremos que as crianças ao assistirem algo desenvolvido para elas e com elas, se tornem agentes participativos do processo, garantindo a estas o direito a arte, a cultura e ao lazer em igualdade de oportunidades.

Objetivos

Quik Cia de Dança 25 anos - Remontagem e estreia "Entre Alfinetes e Rabanetes" Apresentação: Grande é a poesia, a bondade e as danças. Mas o melhor que há no mundo são as crianças.(in "Liberdade"). Fernando Pessoa. A Quik Cia de Dança está celebrando suas bodas de prata: 25 anos ininterruptos de pesquisa, criação, partilha de arte e experimentação de novos modos de produzir. Foi no Grupo Corpo que seus fundadores se encontraram. O belo-horizontino Rodrigo Quik tinha 17 anos em 1984, quando ingressou na companhia. A santista Letícia Carneiro tinha vinte e cinco anos e mudou-se para Belo Horizonte em 1985, após ser selecionada para o grupo. Entre viagens, ensaios e muitos pas de deux, os dois se apaixonaram, casaram-se e tiveram a primeira filha, Marina Carneiro, artista visual, hoje com 38 anos. Depois veio Heleno Carneiro, bailarino e homem trans, atualmente com 2 anos. Em 1996, Rodrigo e Letícia deixaram o Corpo para fundar sua própria companhia. A Quik Cia de Dança representa resiliência e resistência. Chega aos 25 anos enfrentando as dificuldades impostas à cultura e os impactos ainda recentes da pandemia, mas também em meio à retomada e reconstrução do setor. Em 2025, inaugura um conjunto de ações comemorativas. A companhia celebra a capacidade de estar permanentemente em construção, criando e ampliando o alcance do seu trabalho artístico, social e educacional. Nos seus 25 anos de existência, a Cia construiu uma metodologia de criação artística, na qual criou processos de improvisação estruturados em dança pensados em ciclos evolutivos, na forma de espiral e em constante transformação. E como parte da sua característica ousada e criativa, propõe uma obra inédita de dança, que se apropria do universo infantil, o que provoca uma reflexão do "brincar" como elemento pedagógico e condutor de processos socioculturais. É um trabalho artístico que olha para o público infantil, mas ao mesmo tempo convida todos os adultos a um mergulho neste universo mágico da ludicidade da infância. Todavia, é importante destacar que considera-se uma obra inédita, mesmo que parte de um trabalho já existente, porque na dança o movimento se renova no corpo e nas emoções, será uma nova pesquisa, uma montagem usando como inspiração obras anteriores. Pretende-se nesta criação, pensar a dança através de múltiplas relações poéticas, estabelecendo estados permeáveis entre a dança, as brincadeiras infantis, a poesia, as artes visuais, o teatro e a música. Esta nova montagem oferecerá ao público infantil uma experiência lúdica e interativa, explorando o universo da dança contemporânea, da improvisação e das brincadeiras infantis, de uma maneira divertida, inteligente e criativa. A pesquisa traz também a literatura brasileira de Manoel de Barros, Guimarães Rosa, num desejo de explorar "a criança de cada um", essa importância de vivenciar a leveza, a ingenuidade, de rir de si mesmo, atento ao que os filtros sociais quebram em nós, é um trabalho para pessoas, crianças e adultos. Nosso saudoso Manoel de Barros dizia "voltar à infância pela memória é imaginar o quintal onde aconteciam as brincadeiras. Lembrar-se quando criança é voltar a habitar nosso quintal, este é o convite deste novo trabalho recriar este quintal, o quintal de cada um pelas lentes deste novo trabalho da Quik Cia de Dança. Em possíveis "geografias lúdicas", imaginem uma casa, neste espetáculo, a casa é uma esfera no campo do simbólico, pensada como rota e paisagem, pelos quais o público infantil poderá ser levado pelas concepções do brincar, do brinquedo e do ser criança. Como ele vê, percebe e pensa seu corpo nesta casa? Quais rotas podem ser construídas nesta casa? Como esta casa pode se tornar o "quintal", o "meio da rua", a "calçada", relembrando os antigos locais de lazer e das brincadeiras de rua infantis? A Casa será pensada como um "microcosmo real" de espaços e relações possíveis criando-se um "corpo brincadeira", um "corpo desenho", um "corpo dança", transitando por imagens, sons e espaços. Entre Alfinetes e Rabanetes, é uma brincadeira entre palavras, algo que as crianças fazem com facilidade, transformam o ordinário em extraordinário, o concreto em abstrato e assim viajam por uma diversidade de lugares imaginários. E ainda, estabelece uma forte analogia entre a experiência infantil e a, por vezes, árida realidade adulta. A criança lida com pequenos problemas ("alfinetes") e momentos de alegria ("rabanetes") em seu dia a dia, demonstrando uma notável capacidade de criar e recriar, através da imaginação constante. Já o adulto, preso a obrigações e lógica, frequentemente perde essa facilidade de transformar o comum em algo especial, limitando suas perspectivas. A analogia ilustra como essa imaginação vívida da infância tende a se esmaecer com o tempo, e que tal experimentar resgatar essa memória afetiva? É o convite que a Quik Cia de Dança traça no ano dos seus 25 anos, memória como lugar de lembranças, de laços importantes de pertencimento e que dão sentido ao que somos como pessoas, e enquanto coletivo. Entre Alfinetes e Rabanetes buscará desde sua criação construir um espetáculo para todos(as), respeitando e valorizando a diversidade, se utilizando de uma linguagem corporal comunicativa e que convoque o olhar das crianças à dança cênica, chamando a atenção para a ludicidade e a criatividade. Queremos que as crianças ao assistirem algo desenvolvido para elas e com elas, se tornem agentes participativos do processo, garantindo a estas o direito a arte, a cultura e ao lazer em igualdade de oportunidades. A estreia será no CCBB em Belo Horizonte, seguindo por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo ( considerando os espaços físicos), a intenção é que sejam realizadas temporadas de sexta a segunda, duas semanas em cada cidade, perfazendo 32 apresentações. O projeto tem duração de 12 meses e estima assim alcançar um público direto de quase sete mil pessoas. Objetivo geral: Pesquisa e releitura de obras infantis da Quik Cia de Dança, para a montagem de "Alfinetes e Rabanetes", espetáculo com 60 minutos de duração. Celebrando os 25 anos de trajetória da companhia. Objetivos específicos: 1. Produzir a estreia do espetáculo inédito "Entre Alfinetes e Rabanetes" em Belo Horizonte, 8 apresentações. 2. Circular com o novo espetáculo, produzindo apresentações em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, com 8 apresentações em cada cidade. 3. Executar o plano de mídia e divulgação, com o oibjetivo de alcançar no mínimo 1600 pessoas por cidade, estimativa feita encima da capacidade do lotação dos locais. 4. Gerar postos diretos de trabalho, a equipe conta com 1 diretor geral, 1 coordenador de produção, 1 coordenador financeiro, 1 contabilidade, 1 diretor artístico e dois artistas.

Justificativa

Justificativa cultural A Quik Cia de Dança foi fundada em 2000 tendo como motivação o desejo dos bailarinos Rodrigo Quik e Letícia Carneiro de desenvolverem um trabalho como Intérpretes Criadores, após 12 anos fazendo parte do Grupo Corpo. A Companhia completa 25 anos em 2025, tendo já construído 11 espetáculos, apresentando em seu histórico diversas apresentações pelo Brasil e prêmios de reconhecimento no panorama das artes cênicas. A Quik desenvolve também há 22 anos o projeto sócio-artístico-cultural de educação pela arte o "Quik Cidadania", oferecendo aulas gratuitas de dança, música, artes plásticas e grupos socioeducativo, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades pessoais e interpessoais dos seus participantes, tais como: criatividade, expressividade, capacidade de conviver, senso crítico, cooperação e protagonismo. Todo este trabalho tem sido desenvolvido de forma contínua ao longo destes anos e cumprindo um importante papel na produção cultural da dança contemporânea em Belo Horizonte e no Brasil, por meio dos seus ciclos de criação, produção, pesquisa, circulação, formação, difusão e fruição de bens e serviços culturais. A Quik descobriu em sua trajetória, que novos olhares para o mundo e diferentes possibilidades de dialogar com outras linguagens artísticas, preservam na essência a potencialidade de criação, usando a "Dramaturgia da Relação". Nessa dramaturgia, a atuação acontece no campo da improvisação em dança, da experimentação e do jogo, que a criança no seu universo faz com naturalidade e intensidade. Nessa montagem,os pesquisadores ajudaram a mapear a dança/brincadeiras/movimentos/sensações/imagens/memórias, criando modos de interação que fazem instigar as crianças a dançar, compartilhar emoções, sentidos e significados. As crianças precisam brincar, independentemente de suas condições físicas, intelectuais ou sociais, pois a brincadeira é essencial a sua vida. O brincar alegra e motiva as crianças, dando-lhes oportunidade de ficarem felizes e trocar experiências. Pretendemos, portanto, através deste espetáculo infantil, desenvolver cenas lúdicas e interativas, que facilitem a apreciação, ampliando as percepções e sentidos destas crianças. A intenção é despertar nelas a vontade de se moverem, ajudando-as a perceber o próprio corpo nas relações com espaço em que habitam, dando-lhes a oportunidade de acreditar que são capazes dentro de suas potencialidades e capacidades de construir um mundo de imaginação e diversão. Observa-se com facilidade, que as crianças perderam o espaço externo, o espaço público urbano se tornou menos utilizado e acessível. A rua deixou de ser um espaço livre, que emergia como um local rico e relevante para o desenvolvimento infantil. A rua permitia que a criança desenvolvesse competências sociais e levasse a cabo seu amadurecimento distante de casa e da vizinhança. Hoje a casa virou rua! Esta montagem pretende através da dança, da poesia, do canto, do teatro e da música, criar conexões com as crianças que permitam estabelecer uma relação de intimidade, criatividade e imaginação com esta "casa-palco-rua". Neste espetáculo vamos pensar esta casa-palco-rua, como um possível e potente "laboratório para se descobrir coisas": dançar, pular, correr, desenhar, cantar, teatralizar e contar histórias. Através de "Geografias-Lúdicas" estimulamos as crianças a "escutarem", "olharem" e perceberem a própria casa, seus espaços e paisagens, despertando um novo "olhar" em seus cotidianos. A montagem deste espetáculo se justifica também pela grande carência no mercado de espetáculos de dança contemporânea com temática infantil, tendo também o potencial para ser reconhecido como uma referência na sua área. E também uma oportunidade de despertar o gosto das crianças pela dança contemporânea. Uma reflexão acerca, deste momento com tantos recursos tecnológicos, ocupando um tempo de brincar e ler o mundo através das mãos, por telas, a criança não sai mais do quarto, não se movimenta. Este projeto se completa de forma coerente e ética, tendo uma ampla e eficiente acessibilidade e democratização do acesso, que serão descritas nos campos específicos. Por fim, é um presente estrear um novo trabalho ao completar 25 anos, pautados na resistência e resiliência, e na convicção de que sem arte e cultura um povo não se desenvolve e este processo começa na infância. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Deslocamentos por transporte aéreo:viajam:2 artistas1 produtor 1 técnico 1 músico

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Plano de acessibilidade:O projeto propõe ações concretas para garantir o acesso pleno e democrático às atividades por pessoas com deficiência e com diferentes necessidades específicas, em consonância com as diretrizes de acessibilidade cultural e com o compromisso institucional do CCBB.Acessibilidade Física: Todas as apresentações serão realizadas nos teatros do CCBB, que já dispõem de infraestrutura adequada para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física, incluindo rampas, elevadores, banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização tátil.Acessibilidade Auditiva: Haverá tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais (Libras) em todas as apresentações, por meio de intérpretes posicionados de forma visível ao público, garantindo a compreensão plena por parte de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Acessibilidade Visual: Será disponibilizado recurso de audiodescrição em pelo menos uma das apresentações em cada cidade as apresentações acontecerem, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão tenham acesso ao conteúdo cênico por meio de descrição sonora dos elementos visuais da cena. Também serão utilizadas sinalizações em alto contraste e em braile, quando aplicável.Acessibilidade Atitudinal: A equipe de produção, recepção e apoio será capacitada por um profissional especializado em acessibilidade cultural, visando promover um atendimento acolhedor, respeitoso e preparado para receber a diversidade do público. Estarão disponíveis protetores auriculares para pessoas com hipersensibilidade auditiva, como autistas e neurodivergentes.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão, o direito à fruição cultural e a valorização da diversidade de corpos, subjetividades e formas de perceber o mundo.

Democratização do acesso

As apresentações serão dentro das instalações do CCBB, portanto, segue as regras da instituição com relação aos ingressos, valor R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 ( meia-entrada) Faremos a reserva:10% da capacidade da casa para pessoas LGBTQIA+10% para professores da educação básica E ainda:** Abriremos o ensaio para receber uma escola pública em cada cidade, com roda de conversa após o ensaio. ** Permissão para gravação para exibição em TVs públicas, com fins educativos. ** Disponibilização dos registros em fotos e vídeos, de forma gratuita, nas redes sociais do projeto. A proposta acima segue a seguinte orientação:Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;Contrapartida formativa ( contrapartida social)A Quik atua na arte educação tem 22 anos, assim, no seu espaço, irá receber 250 alunos, de escolas municipais locais para oficinas de dança, com um cronograma extendido. Cada turma terá uma vivência de duas horas, para conhecer o trabalho criativo dos diretores Leticia Carneiro e Rodrigo Quik

Ficha técnica

Ficha técnica: Letícia Carneiro Diretora artística, bailarina e coreógrafa da Quik Cia de Dança de 2000 a 2025. Diretora e coordenadora artística do projeto sociocultural “Quik Cidadania” – 2022 a 2025. Professora de dança contemporânea do curso Mover Consciente – 2024. Professora de Dança no Colégio Santo Antônio - 1999 a 2002. Professora do projeto de arte e educação “Quik Cidadania” - 2002 a 2025. Em 2000, após 12 anos como bailarina do Grupo Corpo, Letícia Carneiro fundou a “Quik Companhia de Dança”, em Nova Lima/MG, tendo como motivação o desejo de desenvolver um trabalho como "Intérprete Criadora". É formada em Artes Plásticas pela Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais - 2009. Formação de Arteterapia – 1998. Possui diversos cursos como Ballet Clássico pelo método da Royal Academy of Dance of London; Técnica Martha Graham no London Contemporary of Dancing; Técnica Clássica com Ady Addor, Sacha e Ismael Guizer; Técnica Contemporânea com Suzana Yamauchi; Técnica de Jazz com Ordonez e Musicoterapia com Maria Eugênia Castelo. Rodrigo Quik Diretor artístico, bailarino, coreógrafo e produtor executivo da Quik Cia de Dança de 2000 a 2025. Em 2000, após 12 anos como bailarino do Grupo Corpo, Rodrigo Quik fundou a “Quik Companhia de Dança”, em Nova Lima/MG, tendo como motivação o desejo de desenvolver um trabalho como Intérprete Criador.Coordenador de produção dos 12 espetáculos realizados pela Quik Cia de Dança de 2000 a 2025. Produziu o evento “Festival da primavera”, realizado na Praça Quatro Elementos em Nova Lima no ano de 2007 e 2008. Professor de Dança no Colégio Santo Antônio - 1999 a 2002. Professor do projeto de arte e educação “Quik Cidadania- 2002. Professor de Dança Contemporânea e coreógrafo na Escola Corpo - 2000 a 2005 Produziu o projeto “Conexões”, realizado no Quik Espaço Cultural de 2006 a 2010. Produtor do projeto “Corredor Cultural”, realizado em parceria com as escolas municipais e estaduais de 2006 a 2024. Realizou vários videodanças como diretor e intérprete de 2006 a 2023 e foi diretor,coreógrafo e bailarino do projeto de web-art “Corpo aberto” , premiado pelo filme em Minas- 2007. Letícia Eline Letícia Eline, mineira, nascida em 1986, consultora e gerenciadora de Redes Sociais, iniciou suas atividades com sua loja online de acessórios em 2010, e no decorrer dos anos começou a auxiliar pequenos empreendedores a organizar suas próprias redes, e como facilitar a comunicação com o cliente/espectadores, já foram mais de 30 clientes assistidos, e a já atuou em vários projetos que podemos destacar os mais recentes; "I Fell Gud" da Use Ancestral 2023; Carnaval 2023" Bloco da Saudade; "Festival Sarara 2023" cobertura de Reels Live pela Área de Serviço. "Quik com a escola" em 2022, espetáculos "Primaveras" , “Tecituras” Quik cia de Dança" em 2022" e “O Sopro do Outro” em 2024; Song Book" da Banda Divergência Socialista em 2022. Cláudia Mota Formação profissional: Curso: Contabilidade Básica e Tributos – Faculdade Estácio de Sá – 2008. Curso de Prestação de Contas – Fundamig – 2010. Gestora financeira da Quik Cia de Dança - 2015 a 2024. Gerenciamento financeiro e execução e prestação de contas dos projetos culturais da Companhia Suspensa – 2012 a 2017. Secretária administrativa - Associação Cultural dos Amigos e Cidade dos Meninos São Vicente de Paulo, Belo Horizonte/MG – 2005 a 2007.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.