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TRISCA é o primeiro festival multilinguagem de arte com crianças e jovens do Piauí, reunindo artistas nacionais, piauienses e companhias internacionais. Existe como experiência imersiva comunitária e intergeracional entre artistas e não-artistas, por meio de algumas ações estruturantes: convocatória nacional; curadoria expandida com crianças; ações formativas e realização de fórum; apresentações cênicas; percursos formativos e mediação cultural com corpos com e sem deficiência, impulsionando uma rede profissionalizante que articula famílias, agentes culturais de diferentes setores, arte-educadores, gestores, pesquisadores e instituições diante das lacunas e ausências de ações para infância e juventude no Piauí.
Produtos relacionados ao Trisca Festival Espetáculos: Os espetáculos que farão parte da programação serão todos selecionados via convocatória e chamamento público e todos terão classificação livre, tendo em vista que o Festival é voltado para o publico infantil. Ações Formativas: As oficinas formativas acontecerão durante o festival em diferentes formatos e modos, direcionados para públicos diversos, incluindo as crianças, pessoas com deficiência, idosos, e a comunidade LGBTQIANP+.
Objetivo Geral: Realizar a edição #7 do TRISCA FESTIVAL de ARTE COM CRIANÇA E JUVENTUDE em formato itinerante nas cidades de Teresina e Parnaíba, Piauí, com uma programação artística e cultural multilinguagens voltada para um público intergeracional e diverso, convocando artistas do Brasil a comporem a programação, promovendo acessibilidade e inclusão sensorial na prática, por meio experiências imersivas comprometidas com ações estruturantes: convocatória nacional; curadoria expandida com crianças; ações formativas e realização de fórum; apresentações cênicas; percursos formativos e mediação cultural com corpos com e sem deficiência. Objetivos específicos: 1- Realizar 01 (um) mapeamento para uma pesquisa comportamental e de consumo cultural com crianças e jovens em 10 (dez) escolas - 05 públicas e 05 privadas- em 02 (duas) cidades, Teresina e Parnaíba - PI, com aplicação de formulários, entrevistas e rodas de escuta ativa, com 40 horas de pesquisa de campo; 2 - Criar um 01 (um) Ebook digital com potencial pedagógico para compartilhamento da pesquisa comportamental e de consumo cultural com crianças e jovens do TRISCA Festival; 3 - Realizar 02 Residências artísticas com artistas locais, com mostra de resultado (cada residência tem carga horária de 60h, em 3 semanas de encontros), realizadas em 2 escolas públicas (1 em Teresina e 1 em Parnaíba) 4 - Realizar 05 (cinco) encontros com 15 (quinze) crianças de 7 a 13 anos, sendo 03 encontros em Teresina e 02 em Parnaíba que compõem o Núcleo Curatorial Mini Curadores do festival, "Núcleo curatorial de pessoas espertas" com ajuda de custo para transporte; 5- Realizar 01 (um) percurso formativo para capacitação de 15 (quinze) jovens e jovens adultos LGBTQIAPN+ na monitoria Núcleo de Jovens Produtores em Teresina, para atuação profissional e inserção no mercado cultural por meio nas áreas de produção cultural, cenografia ou comunicação digital durante a programação do festival. Sendo que 05 desses jovens, receberão uma ajuda de custo para participação nessas atividades. 6 - Realizar 01(um) percurso formativo com capacitação em Produçaõ Cultural para 9 (nove) mulheres 60+ na Monitoria Platinada, para atuação profissional e inserção no mercado cultural que compõem a equipe de oficinas, educativo, mediação de atividades e público do festival. Sendo 06 mulheres de Teresina e 03 de Parnaíba, sendo que as 09 receberão ajuda de custo. 7 - Realizar 01 (um) percurso formativo com capacitação de de 6 (seis) pessoas com deficiência intelectual na Monitoria Ímpar, promovendo a inclusão e acompanhamento profissional para a composição de equipe de monitoria, que compõem a equipe de oficinas, educativo, mediação de atividades e público do festival; 8 - Promover 1 (uma) convocatória nacional para selecionar até 5(cinco) artistas que devem criar 5(cinco) acontecimentos cênicos inéditos, baseados em propostas curatoriais elaboradas por crianças de 7 a 13 anos do Núcleo Curatorial Infantil "Núcleo curatorial de pessoas espertas", com foco na valorização do protagonismo infantil e apresentação das obras no Festival Trisca; 9- Selecionar 4 (quatro) trabalhos cênicos de grupos e companhias _ grupos nacionais - em diferentes formatos e linguagens artísticas, de espetáculos/artistas de dança, circo, música, teatro e trabalhos híbridos/multilinguagens; 10 - Realizar 06 (seis) ações formativas a partir de diferentes formatos: oficinas, residências, ateliês, construção de espaços (site specific ou instalações), palestras, conversas públicas que podem compor a programação; 11 - Realizar 02 (duas) apresentações cênicas em diferentes formatos e linguagens artísticas, resultantes das residências artísticas realizadas no eixo Festival-Escola do TRISCA; 12 - Realizar 1(um) Fórum Intergeracional "Fala na Lata", com 3 (três) painéis públicos de diálogo, mediados por crianças e jovens, envolvendo convidados de diferentes áreas (educação, arte, mídia, cultura afrocentrada e indígena); 13 - Realizar a instalação de 1 (uma) cabine totem no principal shopping de Teresina por 15 dias, como uma ação midiática interativa de lançamento da programação do TRISCA #7, gerando engajamento nas redes e interação do público com a identidade visual do festival; 14 - Produzir 1 (um) vídeo-depoimento (aftermovie) com narrativa documental, destacando o impacto do TRISCA em 3 personagens (1 criança, 1 jovem e 1 pessoa 60+), além de dados quantitativos do festival; 15 - Implementar 03 ações de sustentabilidade em todas as áreas do festival, em parceria com o Instituto Tartarugas do Delta, o coletivo Arandu e a startup Ninho do Verde, incluindo separação de resíduos, instalação de 10 lixeiras educativas e distribuição de materiais informativos; 16 - Realizar 1 (uma) edição da Feirinha Verde durante o festival, reunindo 30 (trinta) microempreendedores e artesãos locais, com foco em economia criativa e sustentabilidade. Incluir a Feira Quitanda de Agroecológicos, com produtos orgânicos da região em ação que discuta meio ambiente com crianças e jovens.
O Instituto Punaré articula contextos de pesquisa e criação artística em multilinguagens há quase 20 anos. Atuamos em diálogo com diferentes atores sociais, através de editais públicos e/ou parcerias, assim como instituições privadas, a exemplo da Petrobrás, Sesc DN/PI, Itaú Cultural. Fazem parte do nosso portfólio de experiência: turnês nacionais pelo Palco Giratório e principais festivais brasileiros de artes cênicas, turnês e participações internacionais (Europália, Move Berlin, DDD, Kunsten, Kyoto Experiment) e recentemente o primeiro longa metragem documental com aporte do MINC/Programas e Leis Federais. Desde 2016 somos CANTEIRO um coletivo de mulheres que atua como plataforma multidisciplinar de criação, pesquisa e articulação de ações culturais que têm as Infâncias, Intergeracionalidade e Cidade como eixos norteadores de projetos e práticas artísticas. Realizamos projetos em diferentes linguagens e um relevante conjunto de obras - entre espetáculos, circulações, mostras e festivais, oficinas, conversas e debates públicos, mentorias, publicações, ações no campo da educação e cultura, ocupações, residências de criação com artistas e crianças, filmes e espetáculos. Nossas iniciativas mobilizam a produção feminina nas artes e processos de criação entre as infâncias e velhices, e nessa perspectiva concebemos o TRISCA Festival de Arte com Criança - um festival de arte feito COM crianças para ser vivido por diferentes pessoas, agrupando diferentes artistas em Teresina associados a este chão comum. Em 2025, TRISCA implementa o eixo Festival-Escola _ uma plataforma artística-educacional que articula e viabiliza contextos investigativos de aprendizagem, profissionalização, criação e formação através de experiências e práticas artísticas "para" e "com" a infância e juventude. De modo que a inclusão aconteça na profissionalização, que a pesquisa artística habite uma ação formativa, que a economia possa aflorar do convívio afetivo. Festival-Escola como experiência coletiva, que mistura fazeres de campo diversos, que preza pelo convívio entre pessoas de diferentes condições etárias, físicas, sociais, raciais, cognitivas, de gênero, linguagens, comunidades, etc. E que promoverá ações estendidas garantindo a abrangência e maior alcance do projeto. O TRISCA Festival vem articulando profissionais, obras e pesquisadores da cultura da infância e juventude no Piauí. Como festival-escola, nos interessa cultivar estratégias e contextos para a sustentabilidade do fazer artístico; adubar possibilidades de ação entre diferentes setores a partir da arte; aproximar pessoas desde pequenas (e em qualquer idade) de práticas artísticas como ação de vislumbrar "outros modos" de existir e conviver. Sendo assim o TRISCA Festival se enquadra no seguintes incisos do Art. 1° do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribui para facilita, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Além do cumprimento das finalidades relacionadas no Art. 3º, que são: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
1.Núcleo de Pessoas Espertas: (curadoria e cultura infância) Grupo diverso de crianças, 6 e 12 anos, que serão co-criadores do TRISCA numa troca efetiva entre crianças e artistas; 2. Convocatória de criação: (democratização e pesquisa de linguagem) Convite para artistas habitarem as “ideias” e propostas concebidas na curadoria TRISCA com crianças. Uma chamada para a co-criação, investigação com grau de risco mais elevado entre as linguagens artísticas e saberes, criando experimentações e acontecimentos cênicos. 3. Ações formativas: (formação artística) Oficinas, aulas abertas, ateliês, residências e mobilização de práticas artísticas abrangentes, formativas e decoloniais que apresentem para crianças nossa história, estéticas e símbolos. Pensadas para acontecer em qualquer espaço. 4. Programação cênica em multilinguagens: (sustentabilidade e profissionalização) Espetáculos, exposições, shows e obras convidadas com foco na transdisciplinaridade entre as linguagens da arte. Reivindicando a valorização da cultura popular e identidades brasileiras. 5. Mediação Cultural e Monitorias ( empregabilidade) - Monitoria Platinada: (ação intergeracional) Ação formativa que convoca senhoras, mestras, avós, líderes comunitárias, mulheres 60+ aproximando em convívio durante o festival as duas "pontas" do viver: a infância e o envelhecer. Avós/avôs compõem a equipe de oficinas, educativo, mediação de atividades e público. - Monitoria Ímpar: (inclusão e acessibilidade) Formação profissional que convida jovens e adultos com deficiência intelectual para a composição de equipe de monitoria, em atuação na assessoria das oficinas, no receptivo do festival e na mediação de atividades coletivas. - Núcleo Jovens produtores culturais: (diversidade e empregabilidade) Um “time” diverso de pessoas geração Z, entre 14 e 21 anos (alunos de escolas e universidades públicas) são inseridos num contexto de formação profissional em produção cultural na feitura do festival. 7. Fórum “Fala na Lata” (ação intergeracional) Uma lata que passa de mão em mão, como uma brincadeira, conduzida por crianças num painel de conversas públicas e encontros entre artistas, educadores, teóricos e pesquisadores em torno de temas/questões de reconhecimento mútuo.
O TRISCA Festival tem elaborado um plano de acessibilidade ao longo das edições anteriores, portanto as ações de acessibilidade são construídas continuamente com a direção e a curadoria do Festival, em um exercício contínuo de repensar ações que ultrapassam os mecanismos técnicos, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e diversa. A proposta intenta responsabilizar cada membro da equipe do festival para "acessibilizar-se" em disponibilidade, abertura e contato humano. É uma maneira de envolver a equipe para compartilhar uma experiência de co-responsabilidade com o lugar em que vivem, para que a discussão de inclusão seja ampliada. Acessibilidade física: São selecionados espaços públicos ou privados, como praças, ruas, espaços culturais, e/ou ambientes educacionais com medidas de acessibilidade já existentes, como rotas acessíveis, acesso por elevador ou rampa, banheiros adaptados e iluminação adequada. Acessibilidade comunicacional: para a comunicação com o público e tradução em tempo real das ações do festival, profissionais fluentes na língua brasileira de sinais (LIBRAS) e pessoas da comunidade surda compõem a equipe do festival. Também estará disponível o serviço de audiodescrição em espetáculos e visitas guiadas. A comunicação será simples para entendimento de todos os públicos, incluindo pessoas não alfabetizadas de qualquer idade e pessoas com algum comprometimento cognitivo. Acessibilidade atitudinal: O projeto realiza a composição de equipes de monitoria formadas por pessoas com deficiência e sem deficiência para interação com o público e artistas, como produção de camarim, apoio de oficinas, auxílio nas informações durante o festival, assessoria para os participantes durante as ações. Neste caso, intencionando a acessibilidade atitudinal, relacionadas à postura de cada pessoa em relação à deficiência, haverá uma capacitação para a equipe atuante no projeto, com sensibilização e humanização do grupo para um contato respeitoso e cuidadoso com o público e com as pessoas com deficiência que compõem a equipe.
Como ação de democratização do acesso o TRISCA Festival propõe as seguintes atividades: Programar e conceber ações culturais pautadas pelos princípios de inclusão, acessibilidade e universalização de atendimento; Definir os espaços de ações do festival tendo como referência o acesso ao transporte público; Garantir prioritariamente vagas em oficinas para crianças com deficiência e estudantes de escolas públicas; Espetáculos, oficinas e ações do festival todas oferecidas gratuitamente; Sessões de espetáculos dedicadas à escolas públicas e grupos em vulnerabilidade social; Convocatória artística contemplando e priorizando artistas locais e produções que dialoguem com cultura popular e protagonismo feminino negro; Ação de formação para o Núcleo de Jovens produtores para prospecção de ideias e ações e plano de trabalho para pessoas entre 16 e 21 anos; Encontros para composição da monitoria ÍMPAR, articulando instituições, espaços e projetos que atuam com crianças e jovens com deficiência intelectual e neurodiversas; Composição da monitoria Platinada com mulheres 60+; As ações do festival como a monitoria Platinada, a formação para jovens produtores, a monitoria ímpar e a curadoria, todos os participantes dessas atividades receberão ajuda de custo do Festival para ajudar no transporte e alimentação durante o evento.
Nome: Soraya Portela Função: Direção geral e Curadoria Genero: Cisgenero Lésbica Mini Curriculo: É artista, pesquisadora e curadora em artes cênicas. Seus trabalhos transitam entre dança, performance e vídeo. Investiga práticas colaborativas focadas na criação, curadoria, gestão e processos educacionais nas artes, alinhadas às noções de corpo, memória e comunidade. Vive em Parnaíba-PI e trabalha colaborando com artistas e instituições por todo Brasil como artista independente à frente do @canteiroteresina – plataforma multidisciplinar de criação, formação e articulação de ações culturais no Piauí, entre as infâncias e velhices, onde é co-criadora. Diretora do grupo Dança das Antigas, contexto de pesquisa, estudo e criação formadopor senhoras dançarinas 60+ há 8 anos, conectando dois territórios: Parnaíba e Teresina. Curadora convidada da Bienal Sesc de Dança 2023. Mostra Gurias 2024 - práticas de mulheres artistas em Curitiba/PR. E desde de 2017, faz a curadoria e a direção do TRISCA Festival de arte com crianças. Coordena o ponto de cultura do Canteiro, com o projeto NUVEM - conjunto de ações que ocupa espaços públicos como: Centros Culturais, Bibliotecas, Escolas e Instituições (desde 2016) que pensam arte e cidade. Intercruzando arte e o envelhecer, realiza o mapeamento continuado de gestos e produções simbólicas das velhices através de um CADERNO DIGITAL: " DANÇA DAS ANTIGAS" Inventário de Gestos da Velhice, edição #1 a convite do projeto do DN (RJ) SESC Convida 2021. Suas últimas criações o filme “Serenatas dançadas” mais residência artística com senhoras dançarinas 60+ tem rodado festivais, como: Festival Panorama da Dança (RJ), DDD - Festival Dias da Dança (PT), MIT BR - Mostra Internacional de Teatro (SP), IC - Interação e conectividade (BA), Festival Contém Dança (PR). Há mais de 20 anos, se dedica à pesquisa “Dança das Antigas” – dançar como prática de vida com senhoras dançarinas +60 anos que ocupou a Escola Estadual de dança Lenir Argento em Teresina, noformato aulas e grupo de estudo de 2016 a 2022. Nome: Layanne Holanda Função: Direção geral e Curadoria Genero: Cisgenero Heterossexual Minicurriculo: Layane Holanda é artista, educadora, produtora e curadora em artes cênicas. Seu percurso profissional articula dança,teatro, design e cybercultura. Colaborou com diversos profissionais, instituições e projetos no circuito cultural brasileiro.Investiga processos colaborativos nos ecossistemas culturais, com ênfase nas experiências artísticas comunitárias e intergeracionais. Está à frente do Instituto Punaré, plataforma multidisciplinar de criação, formação e articulação de ações culturais no Piauí, com foco na produção feminina nas artes e nos processos de criação entre as infâncias e velhices, onde é co-criadora. É curadora e diretora do TRISCA – Festival de Arte Com Criança e Juventude. Nome: Milde Alves Função: Gestão administrativa financeira genero: Cisgenero Heterosexual Minicurriculo: gestora financeira, vêm atuando em atividades burocráticas administrativas, como, prestação de contas, atualizações de documentos, planilhas e pagamentos, acompanhamento contábil, bem como produtora executiva em atividades realizadas por instituições culturais, desde 2011. Tenho pensado e desenvolvido novas práticas e métodos de organizar a administração contábil do terceiro setor nestas empresas que desenvolvem cultura e arte. Iniciei esta gestão no Núcleo do Dirceu, com a prestação de contas do Projeto 1000 casas, contemplado pela Petrobrás/MINC, depois segui no Galpão do Dirceu até 2015, após o desmembramento dos grupos que atuavam ali, seguiu com duas plataformas: o Instituto Punaré e o Instituto Campo, ambos lugares que se caracterizam pela heterogeneidade de linguagens, entendimentos e experiências em artes performáticas, participei da fundação do Instituto Campo em janeiro/2016. Desde então, sigo realizando prestações de contas culturais a grandes projetos da cidade de Teresina, como Junta Festival, Parada de Cinema, Confluências do Teatro Brasileiro dentre outros. Anteriormente, atuava na área administrava, como secretária e/ou auxiliar de escritório e setor financeiro. Nome: Anita Gallardo Função: Coordenação em inclusão e acessibilidade Genero: Cisgenero Lésbica Minicurriculo: Formada em Artes Cênicas em 2006 e Licenciatura em Artes Visuais em 2021, com especialização em Arte Terapia, Educação Especial Inclusiva e Estudos contemporâneos em Dança. De 2012 a 2016 trabalhou como professora de Arte em escolas voltadas a pessoas com deficiência intelectual, atuando na Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, e EJA. Aliou o fazer artístico ao processo terapêutico, através da Arte Terapia, fazendo uso principalmente da dança e das artes visuais. Concebeu e segue propositora do Projeto ÍM.PAR, um conjunto de ações artísticas e educacionais que incentivam a expressividade de pessoas com deficiência intelectual através da Dança e das Artes Visuais como caminho de comunicação e interação com o mundo. Nome: Matheus Vieira Função: Designer Gráfico e midias sociais Genero: Cisgenero Minicurriculo: Tenho 27 anos e sou apaixonado pelo Design Gráfico desde muito cedo, com uma característica marcante de ter sido uma criança muito observadora e questionadora de tudo. Em 2014 tive a oportunidade de fazer um curso profissionalizante na área e até então sigo desenvolvendo trabalhos freelancer, com especialidade em serviços de identidades visuais e artes gráficas para eventos. Meus trabalhos são feitos com enfoque em um atendimento humanizado e sempre buscando transmitir os sentimentos que o cliente pretende passar através de sua marca. Tenho domínio nos programas CorelDraw, Illustrator e Photoshop e disponibilizo serviços de artes gráficas para mídias sociais e artes para mídia impressa. Nome: Alessa Alencar Função: Designer gráfica genero: Cisgenero Minicurriculo: Alessa Alencar é uma ilustradora e designer baseada em Teresina, com raízes em Pedreiras (MA). Seu trabalho destaca-se pela combinação de ilustração digital e design gráfico, resultando em composições vibrantes e expressivas. Seus projetos frequentemente exploram temas culturais e sociais. Atua principalmente com ilustração digital e, há 6 anos, trabalha no Instituto Dom Barreto diagramando material didático infantil —experiência que une o olhar criativo à comunicação visual voltada ao público infantil. Paralelamente, desenvolve projetos autorais e já participou de feiras independentes, como a Feirinha Verde em 2022, onde produziu ecomercializou material gráfico próprio. Seu estilo é caracterizado por cores vivas, traços fluidos e uma abordagem lúdica, que juntos criam uma estética acolhedora e envolvente. Além disso, Alessa demonstra versatilidade ao transitar entre diferentes formatos emídias, adaptando sua arte para murais, materiais didáticos e eventos culturais. Nome: Isabela Alves Função: Produtora Cultural genero: Cisgenero Lésbica Minicurriculo: Produtora executiva e cultural, Isabela Alves é natural de Juazeiro do Norte - Ce. e reside em Teresina- Piaui.Cresceu cercada pela diversidade da região do Cariri Cearense e suas ricas expressões da cultura popular. Isabela é aprendiz dos saberes cotidianos, sendo mulher lesbica, mãe, militante, estudante do curso de pedagogia, é fotógrafa, assistente de camera e técnica de apoio. Atua nas areas de produção executiva, palco e arte, som direto, assistência de som e microfonia. Em 2019 iniciou osprimeiros movimentos rumo aos aprendizados do fazer arte e cultura no estado do Piauí, onde vive desde 2010. Nome: Jonathan Dourado Função: Fotografo Documentarista genero: Cisgenero Minicurriculo: Jonathan Dourado, também conhecido como O Poeta da Luz, é fotógrafo documentarista autodidata e jornalista formado, nascido em 1994 e baseado em Teresina, Piauí. Seu trabalho transita entre o fotojornalismo, o surrealismo e o retrato documental, com forte influência da música, da natureza e da vida cotidiana. Há mais de seis anos registra memórias afetivas de famílias, buscando sempre a simplicidade, a espontaneidade e a essência de cada pessoa. Seu estilo se alinha ao “lifestyle”, com composições sensíveis que contam histórias reais com profundidade e poesia. Como ele mesmo diz: “Sou um caçador do tempo e de espaços.” Nome: Caio Silva Função: Pesquisador Genero: Cisgenero Minicurriculo: Pesquisador e artista brasileiro nascido em Teresina-PI. Doutorando em Antropologia na Victoria University of Wellington - Te Herenga Waka, pesquisando as implicações políticas e existenciais da arte da diáspora negra no Brasil. Nos últimos dez anos se dedicou ao voluntariado na cidade natal promovendo e difundindo cultura, arte e educação para pessoas negras no coletivo artístico Baile Afrosamurai. Atualmente tem se dedicado à direção de pesquisa do Vi.bra.tion, uma plataforma multidisciplinar global de pesquisa e criação afrodiaspórica. Nome: Debora Radassi Função: Assessoria de comunicação Genero: Cisgenero Minicurriculo: Jornalista desde 2010. Trabalhou na Tv Cidade Verde (PI)– afiliada SBT entre 2013 a 2023 nos segmentos de produção executiva de Tv e Rádio. Repórter e editora de cultura do Jornal do Piauí. Fez reportagens para os programas especiais da Tv Cidade Verde e coordenadora e apresentadora das Séries: “Vida de Mãe”, “Albertão 50 anos” e “Viva Piauí por um futuro Sustentável”. Apresentadora de Transmissão ao vivo dos Festivais: “Girasol- 2022” e “Piauí Pop - 2023”. Idealizadora, pesquisadora de conteúdo e apresentadora do Podcast “Cena Cultural”, cujos dez episódios estão disponíveis nas plataformas digitais. Foi produtora e locutora na Rádio FM Cultura Teresina-Piauí. Assessora de comunicação de Festivais de cultura no Piauí, entre eles: Encontro Nacional Confluências do Teatro Brasileiro, Festival de Violão de Teresina, Festival de Chorinho de Teresina e Festival Balaio de Teatro (Parnaíba-Piauí), Trisca Festival, Bloco Tan Dan Dan e Tubulência Ocupação. Exerce também a função de Mestre de Cerimônias dos principais Festivais Culturais e Eventos Corporativos do Piauí. Paralelo ao jornalismo, trabalhou como professora de Balé Clássico no Teatro João Paulo II- Teresina- Piauí, Balé Helly Batista e Escola de Dança Estadual Lenir Argento, se destacando também como bailarina do corpo de baile das instituições citadas. Nome: Suellen Morais Função: Produtora de conteúdo Genero: Cisgenero Minicurriculo: Produtora cultural, coordenadora de comunicação e criadora de conteúdo digital, com forte atuação em projetos artísticos, festivais, eventos e redes sociais. Tenho experiência em planejamento estratégico de comunicação, produção executiva e direção criativa. Também fui colunista na Carnavalhame e sou empreendedora criativa com a marca de acessórios manuais Sururu. Atualmente lidero a comunicação da Casa Barro e idealiziei o projeto Alquimia Tropical, com foco em homenagens a grandes nomes da música brasileira.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.